Módulo 3
Processos
Emocionais
Psicologia – Ensino Profissional
Profº António Moreira
Definição
Emoção
 Experiências subjetivas desencadeadas por um
acontecimento, pessoa, situação, podendo ser
acompanhadas por reações orgânicas, gestos, movimentos
e expressões vocais.
Emoções Primárias ou Universais
A. Alegria
B. Tristeza
C. Medo
D. Cólera
E. Surpresa
F. Aversão
1 2 3
4 5 6
Componentes das Emoções
No dia de Natal recebeste uma
consola e 2 jogos.
O teu primo de 5 anos pôs um dos
jogos no lavatório cheio de água.
Tu ficaste furioso/a.
1. Componente cognitiva – é o
conhecimento de um facto:
o teu primo meteu o teu
jogo na água.
2. Componente fisiológica –
refere-se às manifestações
orgânicas da emoção: face
ao incidente, o teu coração
começou a bater mais
depressa, a respiração ficou
mais rápida, aumentou a
tensão muscular; ficaste
branco/a de raiva porque os
vasos sanguíneos periféricos
contraíram-se.
3. Componente comportamental –
conjunto de comportamentos
desencadeados pela emoção:
tentaste conter palavras duras
dirigidas ao teu primo, optando
por esboçar um sorriso de
conveniência, minimizando por
palavras o efeito do acidente;
controlaste-te porque
antecipaste o efeito de
manifestações agressivas que
afetariam a tua imagem como
pessoa bem-educada e
equilibrada.
Inteligência Emocional
 De acordo com Daniel
Goleman, a inteligência
não se pode resumir à
dimensão cognitiva, por
isso apresentou o
conceito de Inteligência
Emocional
 Esta inteligência tem um
importante valor
adaptativo nos desafios
do dia a dia;
 Concluiu-se que as
pessoas com altos níveis
de inteligência emocional
têm mais sucesso na sua
carreira profissional e nas
relações afetivas com os
outros.
 A inteligência emocional é a
capacidade de:
 Conhecer e controlar as suas
próprias emoções;
 Reconhecer, compreender
as emoções dos outros e
responder de modo
adequado;
 Enfrentar e resolver uma
situação emocionalmente
instável .
Quociente Emocional
 Segundo Goleman, a inteligência emocional distingue-se da
cognitiva, contudo, funciona de forma integrada com esta.
 Estes dois tipos de inteligência não se opõem, articulam-se,
complementam-se – são interdependentes.
 O sentido da responsabilidade, a capacidade de comunicação e a
criatividade são algumas das características das pessoas
emocionalmente inteligentes.
 O quociente emocional (QE) é uma medida que resulta de uma
avaliação das capacidades de inteligência emocional, e chega-se a
esta medida através da aplicação de testes.
 A sua avaliação deve ser tomada com carácter indicativo.
Gestão das Emoções
 Daniel Goleman defende que é possível desenvolvermos a
nossa inteligência emocional permitindo-nos reagir melhor
às situações – ao melhorarmos a nossa inteligência
emocional melhoramos o nosso desempenho a nível
intelectual.
 Goleman e outros autores têm apresentado um conjunto
de sugestões para fazermos a gestão das emoções e, assim,
desenvolvermos a inteligência emocional:
1. Autoconhecimento
emocional
•É o conhecimento que o indivíduo tem de si próprio;
•É a base da inteligência emocional porque só depois de uma
pessoa ter consciência dos seus sentimentos e emoções é que
pode compreender o que acontece com os outros e com as
situações vividas.
2. Autocontrolo
•É a capacidade de gerir o nosso estado interior, as emoções,
canalizando-as para um comportamento adaptado, apropriado
às diferentes situações.
3. Automotivação
•É importante direcionar emoções para atingir as metas, os
objetivos estabelecidos;
•As emoções podem facilitar que alcancemos os nossos
objetivos, que podem mais facilmente ser alcançados através
do empenho, da iniciativa e do otimismo.
4. Empatia
•Reconhecer as emoções, sentimentos, necessidades e
preocupações das outras pessoas e ser capaz de se colocar no
seu lugar;
•Esta competência permite compreender os outros, para uma
melhor gestão das relações.
5. Gestão dos
relacionamentos
pessoais
•Aptidão e facilidade de relacionamento: resolução de
conflitos, negociação, coesão de grupo;
•Este ponto é muito valorizado ao nível das organizações.

Emocoes

  • 1.
    Módulo 3 Processos Emocionais Psicologia –Ensino Profissional Profº António Moreira
  • 2.
    Definição Emoção  Experiências subjetivasdesencadeadas por um acontecimento, pessoa, situação, podendo ser acompanhadas por reações orgânicas, gestos, movimentos e expressões vocais.
  • 3.
    Emoções Primárias ouUniversais A. Alegria B. Tristeza C. Medo D. Cólera E. Surpresa F. Aversão 1 2 3 4 5 6
  • 4.
    Componentes das Emoções Nodia de Natal recebeste uma consola e 2 jogos. O teu primo de 5 anos pôs um dos jogos no lavatório cheio de água. Tu ficaste furioso/a.
  • 5.
    1. Componente cognitiva– é o conhecimento de um facto: o teu primo meteu o teu jogo na água. 2. Componente fisiológica – refere-se às manifestações orgânicas da emoção: face ao incidente, o teu coração começou a bater mais depressa, a respiração ficou mais rápida, aumentou a tensão muscular; ficaste branco/a de raiva porque os vasos sanguíneos periféricos contraíram-se. 3. Componente comportamental – conjunto de comportamentos desencadeados pela emoção: tentaste conter palavras duras dirigidas ao teu primo, optando por esboçar um sorriso de conveniência, minimizando por palavras o efeito do acidente; controlaste-te porque antecipaste o efeito de manifestações agressivas que afetariam a tua imagem como pessoa bem-educada e equilibrada.
  • 6.
    Inteligência Emocional  Deacordo com Daniel Goleman, a inteligência não se pode resumir à dimensão cognitiva, por isso apresentou o conceito de Inteligência Emocional
  • 7.
     Esta inteligênciatem um importante valor adaptativo nos desafios do dia a dia;  Concluiu-se que as pessoas com altos níveis de inteligência emocional têm mais sucesso na sua carreira profissional e nas relações afetivas com os outros.  A inteligência emocional é a capacidade de:  Conhecer e controlar as suas próprias emoções;  Reconhecer, compreender as emoções dos outros e responder de modo adequado;  Enfrentar e resolver uma situação emocionalmente instável .
  • 8.
    Quociente Emocional  SegundoGoleman, a inteligência emocional distingue-se da cognitiva, contudo, funciona de forma integrada com esta.  Estes dois tipos de inteligência não se opõem, articulam-se, complementam-se – são interdependentes.  O sentido da responsabilidade, a capacidade de comunicação e a criatividade são algumas das características das pessoas emocionalmente inteligentes.  O quociente emocional (QE) é uma medida que resulta de uma avaliação das capacidades de inteligência emocional, e chega-se a esta medida através da aplicação de testes.  A sua avaliação deve ser tomada com carácter indicativo.
  • 9.
    Gestão das Emoções Daniel Goleman defende que é possível desenvolvermos a nossa inteligência emocional permitindo-nos reagir melhor às situações – ao melhorarmos a nossa inteligência emocional melhoramos o nosso desempenho a nível intelectual.  Goleman e outros autores têm apresentado um conjunto de sugestões para fazermos a gestão das emoções e, assim, desenvolvermos a inteligência emocional:
  • 10.
    1. Autoconhecimento emocional •É oconhecimento que o indivíduo tem de si próprio; •É a base da inteligência emocional porque só depois de uma pessoa ter consciência dos seus sentimentos e emoções é que pode compreender o que acontece com os outros e com as situações vividas. 2. Autocontrolo •É a capacidade de gerir o nosso estado interior, as emoções, canalizando-as para um comportamento adaptado, apropriado às diferentes situações. 3. Automotivação •É importante direcionar emoções para atingir as metas, os objetivos estabelecidos; •As emoções podem facilitar que alcancemos os nossos objetivos, que podem mais facilmente ser alcançados através do empenho, da iniciativa e do otimismo. 4. Empatia •Reconhecer as emoções, sentimentos, necessidades e preocupações das outras pessoas e ser capaz de se colocar no seu lugar; •Esta competência permite compreender os outros, para uma melhor gestão das relações. 5. Gestão dos relacionamentos pessoais •Aptidão e facilidade de relacionamento: resolução de conflitos, negociação, coesão de grupo; •Este ponto é muito valorizado ao nível das organizações.