1
2
O amor resume toda a doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência, e os
sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso realizado. No seu ponto de
partida, o homem só tem instintos; mais avançado e corrompido, só tem sensações;
mais instruído e purificado, tem sentimentos; e o amor é o requinte do sentimento.
Não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior, que reúne e condensa
em seu foco ardente todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas.
(KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.). Cap. XI - Item 8,
Lázaro, Paris, 1862).
(KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.).
Cap. XI. Item 8 - Instrução dos Espíritos - Lázaro). 3
4
“E o ponto delicado do sentimento é , não o amor no
sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e
reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as
revelações sobre-humanas. [...] Quando Jesus pronunciou a
divina palavra - amor, os povos sobressaltaram-se e os
mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.” (KARDEC,
Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.). Cap. XI -
Item 8).
5
“O Espiritismo a seu turno vem pronunciar uma segunda
palavra do alfabeto divino. Estai atentos, pois que essa palavra
ergue a lápide dos túmulos vazios, e a reencarnação, triunfando
da morte, revela às criaturas deslumbradas o seu patrimônio
intelectual. Já não é ao suplício que ela conduz o homem:
condu-lo à conquista do seu ser, elevado e transfigurado. O
sangue resgatou o Espírito e o Espírito tem hoje que resgatar da
matéria o homem.” (KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o
Espiritismo (E.S.E.). Cap. XI - Item 8).
No “Evangelho segundo o Espiritismo”, temos:
: Sentimento por excelência; essência
divina da perfeição.
: O instinto elevado à altura
do progresso feito.
(KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo
(E.S.E.). Cap. XI - Item 8).
6
“O amor como comumente se
entende na Terra, é um
sentimento,
com
o desejo de unir-se a ele (...).”
(DENIS, Lêon. Do Livro: “O Problema do
Ser do Destino e da Dor”).
7
8
“(...) Mas na realidade, o amor reveste
formas infinitas, desde as mais vulgares
até as mais sublimes. O amor é uma
força inexaurível,
e
.”
(DENIS, Lêon. Do Livro: “O Problema do Ser do
Destino e da Dor”).
Essa lei, quando definitivamente implantada no coração do homem, substitui a
personalidade pela fusão dos seres, e extingue as misérias sociais, dando lugar
aos sentimentos nobres de fraternidade e respeito pelo semelhante.
O homem, então ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento,
desconhecendo a miséria do corpo e da alma.
Os efeitos da lei de amor são o melhoramento moral da raça humana e a
felicidade durante a vida terrestre.
• Tolerar os que convivem conosco, buscando perdoar quem nos ofende;
• Auxiliar ao próximo na medida de nossas possibilidades;
• Atender fielmente ao chamamento de Jesus: “Amai-vos uns aos outros.”
é receita
infalível de felicidade e condição
para que nos elevemos acima da
matéria, trilhando o caminho
para .
“Quando o ser humano permitir que o
o ilumine e o mantenha,
alcançará o patamar da angelitude e
avançará com segurança no rumo do
Divino Amor.”
(FRANCO, Divaldo Pereira. “Sob a proteção de
Deus.” Pelo Espírito de Joanna de Ângelis. O Amor. ).
12
“Amai-vos uns aos outros, eis toda a lei, divina lei pela qual Deus governa os
mundos. O amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados, e a
atração é a lei de amor para a matéria inorgânica.
Não olvideis jamais que o Espírito, qualquer que seja o seu grau de adiantamento,
sua situação como reencarnado ou na erraticidade, está sempre colocado entre um
superior que o guia e aperfeiçoa e um inferior perante o qual tem deveres iguais a
cumprir. Sede portanto caridosos, não somente dessa caridade que vos leva a tirar
do bolso o óbolo que friamente atirais ao que ousa pedir-vos, mas ide ao encontro
das misérias ocultas. Sede indulgentes para com os erros dos vossos semelhantes. Em
lugar de desprezar a ignorância e o vício, instruí-os e moralizai-os. Sede afáveis e
benevolentes para com todos os que vos são inferiores; sede-o mesmo para com os
mais ínfimos seres da Criação, e tereis obedecido à lei de Deus.”
SÃO VICENTE DE PAULO.
(KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questão 888).
13
Libertação pelo amor - Ev. Cap. XI - Item 8
(. . .) Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Mateus, 22:39.
[...]
É também um mecanismo de compaixão e de misericórdia para consigo e principalmente para com o próximo,
sua meta e sua necessidade, que passa a constituir-se fundamental no relacionamento e na conquista da
autoconfiança.
O amor é o liame sutil que une o interior ao exterior do ser, o profano ao sagrado, o ego ao Self, que lhe passa a
comandar o comportamento, o material ao espiritual.
O amor nunca se ofende e sempre está lúcido para entender que na sua vibração tudo se harmoniza, mesmo
quando as leis dos contrários se apresentam, porque não agride nem violenta, tudo aceitando com equilíbrio e
canalizando com sabedoria.
Não poderia ser outra a diretriz proposta pelo Revolucionário galileu, que colocava balizas novas nas velhas
estruturas do comportamento humano, até então escravo do desamor, das artimanhas da mentira e das
arbitrariedades das pessoas e dos governos.
O amor não mente, porque a sua é a estrutura da autenticidade, sempre aberto e claro, possuidor de quase
infinita capacidade de paciência e de compreensão.
Jesus, na condição de peregrino do amor, demonstrou como é possível curar as feridas do mundo e dos seres
humanos com a exteriorização do amor em forma de compaixão, de bondade, de carinho e de entendimento.
(FRANCO, Divaldo Pereira. Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda – Pelo Espírito de Joanna de Ângelis.
Libertação pelo amor).
14
[...]
O amor dinamiza os potenciais internos do ser, contribuindo para que os neurônios e as glândulas do sistema
endócrino produzam imunoglobulinas que imunizam o ser em relação a diversas infecções, enquanto vitalizam o
emocional e o psíquico, afinal de onde dimana essa energia poderosa. . .
É graças ao amor que os relacionamentos atingem a sua plenitude, porque o egoísmo cede lugar ao altruísmo e o
entendimento de respeito como de confiança alicerça mais os sentimentos que se harmonizam, produzindo bem-
estar em quem doa, tanto quanto em quem recebe.
Somente o amor permite que se vejam as pessoas como são.
Sem ele, percebem-se os reflexos da personalidade que deseja impressionar e conquistar lugar e afeto, sem a
qualidade essencial que é o sentimento profundo de doar para depois receber, ou ofertar sem o escuso interesse de
negociar uma recompensa. Por isso, quando não está vitalizado esse desejo pelo hálito do amor real, a frustração
e a amargura sempre acompanham os insucessos, que são decorrentes da ausência de pureza do ofertório.
Amando-se, ultrapassa-se a própria humanidade na qual se encontra o ser, para alcançar-se uma forma de
angelitude, que o alça do mundo físico ao espiritual mesmo que sem ruptura dos laços materiais.
[...]
Iniciando-se esse sentimento como impulso nobre para a renúncia e a dedicação ao próximo, através da esteira
das reencarnações, amplia-se, enriquece-se, sublima-se até alcançar as excelsas paragens do Bem Incomum.
Enfrentando os fariseus, discutidores incuráveis e malfazejos, sempre buscando algo para incriminar seja a quem
fosse, respondeu-lhes à indagação melíflua, a respeito de qual o mandamento maior da Lei, explicando que
acima de tudo se encontra Deus, que deve ser amado com todo o respeito, a abnegação e a vida, mas impôs:
- Amarás o teu próximo como a ti mesmo - como reflexo daquele sentimento maior e total.
(FRANCO, Divaldo Pereira. Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda – Pelo Espírito de Joanna de Ângelis.
Libertação pelo amor).
“Como , não te
esqueças, filho do Amor, que gerado
pelo bem, a tua é a fatalidade do
próprio Amor.”
(FRANCO, Divaldo Pereira. Otimismo. Pelo Espírito
de Joanna de Ângelis. Cap. 13).
16
o “Tendo por missão transmitir aos homens o pensamento de Deus, somente a sua doutrina,
em toda a pureza, pode exprimir esse pensamento.” (KARDEC, Allan. A Gênese. Cap. XVII.
Item 26).
o “Jesus, cuja perfeição se perde na noite imperscrutável das eras, personificando a sabedoria
e o amor, tem orientado todo o desenvolvimento da Humanidade terrena, enviando os
seus iluminados mensageiros, em todos os tempos, aos agrupamentos humanos e, assim
como presidiu à formação do orbe, dirigindo, como Divino Inspirador, a quantos
colaboraram na tarefa da elaboração geológica do planeta e da disseminação da vida em
todos os laboratórios da Natureza, desde que o homem conquistou a racionalidade, vem-
lhe fornecendo a ideias da sua divina origem, o tesouro das concepções de Deus e da
imortalidade do Espírito, revelando-lhe, em cada época, aquilo que a sua compreensão
pode abranger.” (XAVIER, Francisco Cândido. Emmanuel. Pelo Espírito de Emmanuel).
o Ao lado de Deus estão numerosos Espíritos chegados ao topo da escala dos Espíritos puros,
que mereceram ser iniciados em seus desígnios, para dirigirem a sua execução.
Deus escolheu dentre eles seus enviados superiores, encarregados de missões especiais.
Podeis chamá-los Cristos. [...]
(KARDEC, Allan. Revista Espírita. Lacordaire. Fevereiro 1868. FEB).
17
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que
soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que
tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o
meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se
ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo
ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas,
logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em
parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
(1 Coríntios 13:1-13).
Deus é a manifestação do AMOR.
“Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.” (1 João 4:8).
[…]
“Deus é amor e quem permanecer no amor, permanecerá em Deus e Deus
permanecerá nele.” (1 João. 4:16). 18
“Jesus não se sentou na praça
pública para explicar a
natureza de Deus e, sim,
chamou-lhe simplesmente de
‘Nosso Pai’, indicando os
deveres de amor e reverência
com que nos cabe contribuir na
extensão e no aperfeiçoamento
da Obra Divina.” (XAVIER,
Francisco Cândido. Palavras de
Emmanuel. Pelo Espírito de
Emmanuel. Cap. 14). 19
20

Evangeliza - A Lei de Amor

  • 1.
  • 2.
    2 O amor resumetoda a doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso realizado. No seu ponto de partida, o homem só tem instintos; mais avançado e corrompido, só tem sensações; mais instruído e purificado, tem sentimentos; e o amor é o requinte do sentimento. Não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior, que reúne e condensa em seu foco ardente todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. (KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.). Cap. XI - Item 8, Lázaro, Paris, 1862).
  • 3.
    (KARDEC, Allan. OEvangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.). Cap. XI. Item 8 - Instrução dos Espíritos - Lázaro). 3
  • 4.
    4 “E o pontodelicado do sentimento é , não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. [...] Quando Jesus pronunciou a divina palavra - amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.” (KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.). Cap. XI - Item 8).
  • 5.
    5 “O Espiritismo aseu turno vem pronunciar uma segunda palavra do alfabeto divino. Estai atentos, pois que essa palavra ergue a lápide dos túmulos vazios, e a reencarnação, triunfando da morte, revela às criaturas deslumbradas o seu patrimônio intelectual. Já não é ao suplício que ela conduz o homem: condu-lo à conquista do seu ser, elevado e transfigurado. O sangue resgatou o Espírito e o Espírito tem hoje que resgatar da matéria o homem.” (KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.). Cap. XI - Item 8).
  • 6.
    No “Evangelho segundoo Espiritismo”, temos: : Sentimento por excelência; essência divina da perfeição. : O instinto elevado à altura do progresso feito. (KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.). Cap. XI - Item 8). 6
  • 7.
    “O amor comocomumente se entende na Terra, é um sentimento, com o desejo de unir-se a ele (...).” (DENIS, Lêon. Do Livro: “O Problema do Ser do Destino e da Dor”). 7
  • 8.
    8 “(...) Mas narealidade, o amor reveste formas infinitas, desde as mais vulgares até as mais sublimes. O amor é uma força inexaurível, e .” (DENIS, Lêon. Do Livro: “O Problema do Ser do Destino e da Dor”).
  • 9.
    Essa lei, quandodefinitivamente implantada no coração do homem, substitui a personalidade pela fusão dos seres, e extingue as misérias sociais, dando lugar aos sentimentos nobres de fraternidade e respeito pelo semelhante. O homem, então ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento, desconhecendo a miséria do corpo e da alma. Os efeitos da lei de amor são o melhoramento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrestre. • Tolerar os que convivem conosco, buscando perdoar quem nos ofende; • Auxiliar ao próximo na medida de nossas possibilidades; • Atender fielmente ao chamamento de Jesus: “Amai-vos uns aos outros.”
  • 10.
    é receita infalível defelicidade e condição para que nos elevemos acima da matéria, trilhando o caminho para .
  • 11.
    “Quando o serhumano permitir que o o ilumine e o mantenha, alcançará o patamar da angelitude e avançará com segurança no rumo do Divino Amor.” (FRANCO, Divaldo Pereira. “Sob a proteção de Deus.” Pelo Espírito de Joanna de Ângelis. O Amor. ).
  • 12.
    12 “Amai-vos uns aosoutros, eis toda a lei, divina lei pela qual Deus governa os mundos. O amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados, e a atração é a lei de amor para a matéria inorgânica. Não olvideis jamais que o Espírito, qualquer que seja o seu grau de adiantamento, sua situação como reencarnado ou na erraticidade, está sempre colocado entre um superior que o guia e aperfeiçoa e um inferior perante o qual tem deveres iguais a cumprir. Sede portanto caridosos, não somente dessa caridade que vos leva a tirar do bolso o óbolo que friamente atirais ao que ousa pedir-vos, mas ide ao encontro das misérias ocultas. Sede indulgentes para com os erros dos vossos semelhantes. Em lugar de desprezar a ignorância e o vício, instruí-os e moralizai-os. Sede afáveis e benevolentes para com todos os que vos são inferiores; sede-o mesmo para com os mais ínfimos seres da Criação, e tereis obedecido à lei de Deus.” SÃO VICENTE DE PAULO. (KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questão 888).
  • 13.
    13 Libertação pelo amor- Ev. Cap. XI - Item 8 (. . .) Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Mateus, 22:39. [...] É também um mecanismo de compaixão e de misericórdia para consigo e principalmente para com o próximo, sua meta e sua necessidade, que passa a constituir-se fundamental no relacionamento e na conquista da autoconfiança. O amor é o liame sutil que une o interior ao exterior do ser, o profano ao sagrado, o ego ao Self, que lhe passa a comandar o comportamento, o material ao espiritual. O amor nunca se ofende e sempre está lúcido para entender que na sua vibração tudo se harmoniza, mesmo quando as leis dos contrários se apresentam, porque não agride nem violenta, tudo aceitando com equilíbrio e canalizando com sabedoria. Não poderia ser outra a diretriz proposta pelo Revolucionário galileu, que colocava balizas novas nas velhas estruturas do comportamento humano, até então escravo do desamor, das artimanhas da mentira e das arbitrariedades das pessoas e dos governos. O amor não mente, porque a sua é a estrutura da autenticidade, sempre aberto e claro, possuidor de quase infinita capacidade de paciência e de compreensão. Jesus, na condição de peregrino do amor, demonstrou como é possível curar as feridas do mundo e dos seres humanos com a exteriorização do amor em forma de compaixão, de bondade, de carinho e de entendimento. (FRANCO, Divaldo Pereira. Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda – Pelo Espírito de Joanna de Ângelis. Libertação pelo amor).
  • 14.
    14 [...] O amor dinamizaos potenciais internos do ser, contribuindo para que os neurônios e as glândulas do sistema endócrino produzam imunoglobulinas que imunizam o ser em relação a diversas infecções, enquanto vitalizam o emocional e o psíquico, afinal de onde dimana essa energia poderosa. . . É graças ao amor que os relacionamentos atingem a sua plenitude, porque o egoísmo cede lugar ao altruísmo e o entendimento de respeito como de confiança alicerça mais os sentimentos que se harmonizam, produzindo bem- estar em quem doa, tanto quanto em quem recebe. Somente o amor permite que se vejam as pessoas como são. Sem ele, percebem-se os reflexos da personalidade que deseja impressionar e conquistar lugar e afeto, sem a qualidade essencial que é o sentimento profundo de doar para depois receber, ou ofertar sem o escuso interesse de negociar uma recompensa. Por isso, quando não está vitalizado esse desejo pelo hálito do amor real, a frustração e a amargura sempre acompanham os insucessos, que são decorrentes da ausência de pureza do ofertório. Amando-se, ultrapassa-se a própria humanidade na qual se encontra o ser, para alcançar-se uma forma de angelitude, que o alça do mundo físico ao espiritual mesmo que sem ruptura dos laços materiais. [...] Iniciando-se esse sentimento como impulso nobre para a renúncia e a dedicação ao próximo, através da esteira das reencarnações, amplia-se, enriquece-se, sublima-se até alcançar as excelsas paragens do Bem Incomum. Enfrentando os fariseus, discutidores incuráveis e malfazejos, sempre buscando algo para incriminar seja a quem fosse, respondeu-lhes à indagação melíflua, a respeito de qual o mandamento maior da Lei, explicando que acima de tudo se encontra Deus, que deve ser amado com todo o respeito, a abnegação e a vida, mas impôs: - Amarás o teu próximo como a ti mesmo - como reflexo daquele sentimento maior e total. (FRANCO, Divaldo Pereira. Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda – Pelo Espírito de Joanna de Ângelis. Libertação pelo amor).
  • 15.
    “Como , nãote esqueças, filho do Amor, que gerado pelo bem, a tua é a fatalidade do próprio Amor.” (FRANCO, Divaldo Pereira. Otimismo. Pelo Espírito de Joanna de Ângelis. Cap. 13).
  • 16.
    16 o “Tendo pormissão transmitir aos homens o pensamento de Deus, somente a sua doutrina, em toda a pureza, pode exprimir esse pensamento.” (KARDEC, Allan. A Gênese. Cap. XVII. Item 26). o “Jesus, cuja perfeição se perde na noite imperscrutável das eras, personificando a sabedoria e o amor, tem orientado todo o desenvolvimento da Humanidade terrena, enviando os seus iluminados mensageiros, em todos os tempos, aos agrupamentos humanos e, assim como presidiu à formação do orbe, dirigindo, como Divino Inspirador, a quantos colaboraram na tarefa da elaboração geológica do planeta e da disseminação da vida em todos os laboratórios da Natureza, desde que o homem conquistou a racionalidade, vem- lhe fornecendo a ideias da sua divina origem, o tesouro das concepções de Deus e da imortalidade do Espírito, revelando-lhe, em cada época, aquilo que a sua compreensão pode abranger.” (XAVIER, Francisco Cândido. Emmanuel. Pelo Espírito de Emmanuel). o Ao lado de Deus estão numerosos Espíritos chegados ao topo da escala dos Espíritos puros, que mereceram ser iniciados em seus desígnios, para dirigirem a sua execução. Deus escolheu dentre eles seus enviados superiores, encarregados de missões especiais. Podeis chamá-los Cristos. [...] (KARDEC, Allan. Revista Espírita. Lacordaire. Fevereiro 1868. FEB).
  • 17.
    17 Ainda que eufalasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. (1 Coríntios 13:1-13).
  • 18.
    Deus é amanifestação do AMOR. “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.” (1 João 4:8). […] “Deus é amor e quem permanecer no amor, permanecerá em Deus e Deus permanecerá nele.” (1 João. 4:16). 18
  • 19.
    “Jesus não sesentou na praça pública para explicar a natureza de Deus e, sim, chamou-lhe simplesmente de ‘Nosso Pai’, indicando os deveres de amor e reverência com que nos cabe contribuir na extensão e no aperfeiçoamento da Obra Divina.” (XAVIER, Francisco Cândido. Palavras de Emmanuel. Pelo Espírito de Emmanuel. Cap. 14). 19
  • 20.