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“Não penseis que vim revogar a lei ou os
profetas: não vim para revogar, vim para
cumprir.” Mateus, 5:17.6
Livro: Psicologia do Evangelho/
Adenauer Novaes
O Cristo assinalou que veio cumprir a
lei. Não veio sublevar a ordem
vigente, pois não era um subversivo
no sentido vulgar do termo. Não
queria ser confundido com um
rebelde sem causa.
Tinha um propósito mais amplo. Sua
revolução não era apenas político-social,
principalmente, psico-espiritual. Visava
atingir o ser humano em sua alma, em sua
essência mais profunda. Vinha para educar,
fazer evoluir, a fim de que o ser humano
transcendesse a materialidade, adquirindo
elementos para mudar qualitativamente
seu processo espiritual.
Vivemos sob o domínio de leis sociais, necessárias
ao desenvolvimento espiritual, pois elas promovem
o equilíbrio e a harmonia na convivência cotidiana.
Essas leis traduzem em menor escala, ou tentam
traduzir, as leis espirituais de Deus. Estabelecem os
limites e disciplinam a conduta do ser humano.
Precisamos dessas normas externas até
conseguirmos internalizar as leis espirituais, quando
então, aquelas se tornarão desnecessárias.
Que podemos reconhecer se uma civilização é completa pelo
seu desenvolvimento moral. Nenhuma sociedade tem
verdadeiramente o direito de dizer-se civilizada senão
quando dela houver banido os vícios que a desonram e
quando ali as pessoas viverem como irmãos, praticando a
caridade cristã. Até que isso seja alcançado, ela será apenas
um conjunto de pessoas esclarecidas, que terão
percorrido a primeira fase da civilização.
Ensina o Espiritismo (L.E., item 793)
http://www.oconsolador.com.br/38/esde.html
A partir daí o ser humano
conseguirá viver de acordo
com as leis externas, face a
existência de uma lei interna
moralmente elevada.
Quando a lei interna é
moralmente inferior à lei externa,
ocorre o embate, cujas
consequências exigirão processos
educativos, aparentes sanções,
para o desenvolvimento espiritual
Leis psíquicas.pptx
Quando a lei interna é moralmente
superior à externa, o ser humano vive em
perfeita harmonia, conseguindo influenciar
seu meio social, favorecendo o
aperfeiçoamento das normas de
convivência coletiva.
Ele não só se melhora, como concorre para
o progresso social, pelo exemplo que
vivencia.
Um sentido que pode se perceber nas entrelinhas da
citação do Cristo é aquele que nos leva a entender que
os caminhos existentes, pertencentes as mais
religiões, se seguidos com coerência, podem levar o
humano ao progresso moral, isto é, obedecer antigos
princípios que assinalavam a necessidade do ser
humano buscar o crescimento espiritual, sem inventar
“verdades novas”.
Destruir o antigo pode ser uma forma de fugir a entrar
em contato com as dificuldades que temos de
enfrentar e com nossos próprios conflitos.
Não há necessidade de destruir a lei interna que nos
convida ao Bem e ao Amor. Essa lei também nos leva à
necessária individuação, ao encontro com o Si
mesmo.
No Livro dos Espíritos, capitulo VII, intitulado “Da lei de
Sociedade”, onde é esclarecido que nenhum ser humano possui
faculdades completas. Somente mediante a união familiar e a
convivência social é que estas faculdades se completam umas as
outras, para lhe assegurarem o bem-estar e o progresso. Por isso
é que, precisando uns dos outros, os humanos foram feitos para
viver em sociedade e não isolados.
No entanto, à medida que o ser humano vai
se espiritualizando retoma a consciência
cósmica, que o faz agir de forma racional,
visando naturalmente o seu beneficio, mas
considerando que efeito suas ações
provocarão no próximo. É assim que a
evolução espiritual se desenvolve,
transformando o automatismo instintivo
através das ações pensadas objetivando o
bem comum.
Em resumo, a individualidade é um
atributo básico do espírito que lhe
permite conhecer-se e entender-se como
ser único, dando-lhe ainda a consciência
de que faz parte de algo cósmico que
está além de si. Porém, estagiando ainda
em níveis primários de aprendizado, o
espírito, vez por outra, imerge no corpo
material que lhe tolda a consciência
espiritual e o faz agir basicamente por
instinto, pensando mais em si sem muita
preocupação com os demais.
Blog : espiritismo com Kardec/ ECK
A individuação é um processo que se fundamenta no alcançar
de certos estados de espírito, que colocam o ser humano na
condição de se sentir centrado e em sintonia com princípios
éticos superiores.
É um processo contínuo e, geralmente, se inicia com uma crise
do ego. Diferencia-se da chamada perfeição, por não seguir,
necessariamente, as exigências religiosas, nem se limitar à
obrigatoriedade de seguir normas externas.
Ao alcançá-la, o ser humano consegue: - fazer contato com seu
propósito maior na Vida, definindo claramente seus objetivos;
- entrar em harmonia com as metas que traçou para a atual
encarnação, sem se deter em atavismos já ultrapassados; -
descobrir e realizar seu talento singular, que o diferencia de todos
os outros, o qual se constitui no seu caminho seguro para a
felicidade interior; - ser verdadeiro dentro das capacidades e
limites que possui, alcançando o máximo de perfeição possível
enquanto encarnado;
- impedir que os talentos pessoais sejam sufocados
pelos complexos inconscientes, reduzindo sua
influência na vida consciente; - desligar-se das
influências coletivas e parentais que impedem a
manifestação das potencialidades do Espírito; - integrar
sua sombra impedindo que ela possibilite a
proliferação das projeções;
Perceber melhor as diversas personas de que se utiliza para
relacionar-se com o mundo, facultando uma melhor
integração social;
Melhor perceber a leveza do mundo e quanto o universo conspira a
favor da evolução do Espírito;
Integrar-se aos objetivos da Espiritualidade Superior.
Esses conflitos se encontram na consciência, quando
lembrados, e no inconsciente, oriundos de eventos
esquecidos da presente encarnação ou de encarnações
passadas.
Eles se agrupam por semelhança e se estruturam em redes
denominadas psicologicamente de complexos. São núcleos
afetivos que envolvem situações adversas similares,
ocorridas nas várias vidas do Espírito.
São desejos, intenções, motivações
não realizados, reprimidos por
motivos diversos, que necessitam ser
exteriorizados de alguma maneira.
Inevitável, como se pode analisar, a
formação de complexos, face à
complexidade da Vida.
Muitas vezes criamos situações de fuga diante dos problemas a fim
de não entrarmos em contato com nossos complexos. Não
aceitamos antigos princípios e adotamos mecanismos de defesa
para evitar o sofrimento de ter que lidar com a necessidade de
encarar de frente o que tem sido constantemente evitado. Na
realidade costumamos fugir de nós mesmos.
Essa viagem ao encontro do si mesmo é, muitas vezes, evitada face
aos inconvenientes que provoca, pois nos faz entrar em contato
com nossas imperfeições.
Não destruir a lei, mas cumpri-la é um convite a que observemos
nosso mundo interior e não fujamos do necessário embate com
nossos complexos. Destruí-los sem perceber-lhes a influência que
exercem sobre nós é um equívoco grave. Conhecer-lhes a natureza
é o mesmo que penetrar em nosso mundo interior e descobrir
como nos enredamos nas teias psíquicas que engendram novos
conflitos.
Deixar que eles atuem inconscientemente sobre a nossa vida ou
simplesmente destruí-los sem lhes conhecer a origem, é
permanecer na ignorância sobre nós mesmos.
Não destruir a lei, pois sabemos que a mensagem superior
do amor está presente na essência das diversas religiões e
filosofias da humanidade. Não é preciso destruir a crença do
outro, mas fazer com que ele compreenda o sentido
superior que nela existe. A mensagem do Cristo está
presente na essência das diversas religiões.
Com o coração poderemos enxergá-la em sua inteireza. E
com ele conseguiremos viver de tal forma que o outro a
perceba.
O Cristo cumpriu a lei, pois tornou-se o exemplo vivo de alguém
que realizou sua individuação, tornando-se único, singular.
Mudou a história da humanidade, por ter realizado, com o
máximo de integridade, a sua lei interna. Viveu-a e assumiu todas
as consequências de seus atos. Esse é o caminho da individuação
de todo ser humano.
Não destruir a lei interna, mas conhecê-la e cumpri-la é o
único caminho que o conduzirá a felicidade, que é sua
fatalidade.
A tolerância às crenças alheias é um princípio que denota
bom relacionamento interpessoal. É um dos sinais da
inteligência emocional que necessita desabrochar no
Espírito. Reflete a consciência de si mesmo, além da
percepção do estágio evolutivo do outro.
Quando internalizarmos a mensagem, certamente não nos
importaremos com o rótulo religioso do outro, mas sim, em
como estamos lidando com a nossa própria crença.
Todo indivíduo realizado e saudável, em paz consigo
mesmo, respeita o outro, mesmo quando ele se
encontra equivocado. Com suas observações sobre o
comportamento alheio, não procura tomar o lugar da
norma externa do outro, mas sim com a melhoria de
sua norma interna.
Ao mesmo tempo, procura melhorar sua própria norma
interna e a externa.
O recado do Cristo nos convida à percepção da lei
interna, cuja destruição não deve ocorrer. É um convite
a que nos perguntemos:
Qual a norma interna que permitimos vigore em
nós? Será rígida? Exigente? Punitiva? Qual a sua
medida?
É com essa medida que viveremos, pois atuamos
externamente como o fazemos internamente.
A verdadeira lei interna certamente será aquela que
me colocará diante do propósito que devo realizar na
Vida e que me conduzirá ao sentimento incomparável
de satisfação interior.
A essência da mensagem espírita, dirigida ao Espírito,
é a mesma do Cristo. Ela deverá ser a norma interna
de conduta que se traduzirá no exemplo externo de
convivência.

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Leis psíquicas.pptx

  • 1. “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para cumprir.” Mateus, 5:17.6 Livro: Psicologia do Evangelho/ Adenauer Novaes
  • 2. O Cristo assinalou que veio cumprir a lei. Não veio sublevar a ordem vigente, pois não era um subversivo no sentido vulgar do termo. Não queria ser confundido com um rebelde sem causa.
  • 3. Tinha um propósito mais amplo. Sua revolução não era apenas político-social, principalmente, psico-espiritual. Visava atingir o ser humano em sua alma, em sua essência mais profunda. Vinha para educar, fazer evoluir, a fim de que o ser humano transcendesse a materialidade, adquirindo elementos para mudar qualitativamente seu processo espiritual.
  • 4. Vivemos sob o domínio de leis sociais, necessárias ao desenvolvimento espiritual, pois elas promovem o equilíbrio e a harmonia na convivência cotidiana. Essas leis traduzem em menor escala, ou tentam traduzir, as leis espirituais de Deus. Estabelecem os limites e disciplinam a conduta do ser humano. Precisamos dessas normas externas até conseguirmos internalizar as leis espirituais, quando então, aquelas se tornarão desnecessárias.
  • 5. Que podemos reconhecer se uma civilização é completa pelo seu desenvolvimento moral. Nenhuma sociedade tem verdadeiramente o direito de dizer-se civilizada senão quando dela houver banido os vícios que a desonram e quando ali as pessoas viverem como irmãos, praticando a caridade cristã. Até que isso seja alcançado, ela será apenas um conjunto de pessoas esclarecidas, que terão percorrido a primeira fase da civilização. Ensina o Espiritismo (L.E., item 793) http://www.oconsolador.com.br/38/esde.html
  • 6. A partir daí o ser humano conseguirá viver de acordo com as leis externas, face a existência de uma lei interna moralmente elevada.
  • 7. Quando a lei interna é moralmente inferior à lei externa, ocorre o embate, cujas consequências exigirão processos educativos, aparentes sanções, para o desenvolvimento espiritual
  • 9. Quando a lei interna é moralmente superior à externa, o ser humano vive em perfeita harmonia, conseguindo influenciar seu meio social, favorecendo o aperfeiçoamento das normas de convivência coletiva. Ele não só se melhora, como concorre para o progresso social, pelo exemplo que vivencia.
  • 10. Um sentido que pode se perceber nas entrelinhas da citação do Cristo é aquele que nos leva a entender que os caminhos existentes, pertencentes as mais religiões, se seguidos com coerência, podem levar o humano ao progresso moral, isto é, obedecer antigos princípios que assinalavam a necessidade do ser humano buscar o crescimento espiritual, sem inventar “verdades novas”.
  • 11. Destruir o antigo pode ser uma forma de fugir a entrar em contato com as dificuldades que temos de enfrentar e com nossos próprios conflitos. Não há necessidade de destruir a lei interna que nos convida ao Bem e ao Amor. Essa lei também nos leva à necessária individuação, ao encontro com o Si mesmo.
  • 12. No Livro dos Espíritos, capitulo VII, intitulado “Da lei de Sociedade”, onde é esclarecido que nenhum ser humano possui faculdades completas. Somente mediante a união familiar e a convivência social é que estas faculdades se completam umas as outras, para lhe assegurarem o bem-estar e o progresso. Por isso é que, precisando uns dos outros, os humanos foram feitos para viver em sociedade e não isolados.
  • 13. No entanto, à medida que o ser humano vai se espiritualizando retoma a consciência cósmica, que o faz agir de forma racional, visando naturalmente o seu beneficio, mas considerando que efeito suas ações provocarão no próximo. É assim que a evolução espiritual se desenvolve, transformando o automatismo instintivo através das ações pensadas objetivando o bem comum. Em resumo, a individualidade é um atributo básico do espírito que lhe permite conhecer-se e entender-se como ser único, dando-lhe ainda a consciência de que faz parte de algo cósmico que está além de si. Porém, estagiando ainda em níveis primários de aprendizado, o espírito, vez por outra, imerge no corpo material que lhe tolda a consciência espiritual e o faz agir basicamente por instinto, pensando mais em si sem muita preocupação com os demais. Blog : espiritismo com Kardec/ ECK
  • 14. A individuação é um processo que se fundamenta no alcançar de certos estados de espírito, que colocam o ser humano na condição de se sentir centrado e em sintonia com princípios éticos superiores. É um processo contínuo e, geralmente, se inicia com uma crise do ego. Diferencia-se da chamada perfeição, por não seguir, necessariamente, as exigências religiosas, nem se limitar à obrigatoriedade de seguir normas externas.
  • 15. Ao alcançá-la, o ser humano consegue: - fazer contato com seu propósito maior na Vida, definindo claramente seus objetivos; - entrar em harmonia com as metas que traçou para a atual encarnação, sem se deter em atavismos já ultrapassados; - descobrir e realizar seu talento singular, que o diferencia de todos os outros, o qual se constitui no seu caminho seguro para a felicidade interior; - ser verdadeiro dentro das capacidades e limites que possui, alcançando o máximo de perfeição possível enquanto encarnado;
  • 16. - impedir que os talentos pessoais sejam sufocados pelos complexos inconscientes, reduzindo sua influência na vida consciente; - desligar-se das influências coletivas e parentais que impedem a manifestação das potencialidades do Espírito; - integrar sua sombra impedindo que ela possibilite a proliferação das projeções;
  • 17. Perceber melhor as diversas personas de que se utiliza para relacionar-se com o mundo, facultando uma melhor integração social; Melhor perceber a leveza do mundo e quanto o universo conspira a favor da evolução do Espírito; Integrar-se aos objetivos da Espiritualidade Superior.
  • 18. Esses conflitos se encontram na consciência, quando lembrados, e no inconsciente, oriundos de eventos esquecidos da presente encarnação ou de encarnações passadas. Eles se agrupam por semelhança e se estruturam em redes denominadas psicologicamente de complexos. São núcleos afetivos que envolvem situações adversas similares, ocorridas nas várias vidas do Espírito.
  • 19. São desejos, intenções, motivações não realizados, reprimidos por motivos diversos, que necessitam ser exteriorizados de alguma maneira. Inevitável, como se pode analisar, a formação de complexos, face à complexidade da Vida.
  • 20. Muitas vezes criamos situações de fuga diante dos problemas a fim de não entrarmos em contato com nossos complexos. Não aceitamos antigos princípios e adotamos mecanismos de defesa para evitar o sofrimento de ter que lidar com a necessidade de encarar de frente o que tem sido constantemente evitado. Na realidade costumamos fugir de nós mesmos. Essa viagem ao encontro do si mesmo é, muitas vezes, evitada face aos inconvenientes que provoca, pois nos faz entrar em contato com nossas imperfeições.
  • 21. Não destruir a lei, mas cumpri-la é um convite a que observemos nosso mundo interior e não fujamos do necessário embate com nossos complexos. Destruí-los sem perceber-lhes a influência que exercem sobre nós é um equívoco grave. Conhecer-lhes a natureza é o mesmo que penetrar em nosso mundo interior e descobrir como nos enredamos nas teias psíquicas que engendram novos conflitos. Deixar que eles atuem inconscientemente sobre a nossa vida ou simplesmente destruí-los sem lhes conhecer a origem, é permanecer na ignorância sobre nós mesmos.
  • 22. Não destruir a lei, pois sabemos que a mensagem superior do amor está presente na essência das diversas religiões e filosofias da humanidade. Não é preciso destruir a crença do outro, mas fazer com que ele compreenda o sentido superior que nela existe. A mensagem do Cristo está presente na essência das diversas religiões. Com o coração poderemos enxergá-la em sua inteireza. E com ele conseguiremos viver de tal forma que o outro a perceba.
  • 23. O Cristo cumpriu a lei, pois tornou-se o exemplo vivo de alguém que realizou sua individuação, tornando-se único, singular. Mudou a história da humanidade, por ter realizado, com o máximo de integridade, a sua lei interna. Viveu-a e assumiu todas as consequências de seus atos. Esse é o caminho da individuação de todo ser humano. Não destruir a lei interna, mas conhecê-la e cumpri-la é o único caminho que o conduzirá a felicidade, que é sua fatalidade.
  • 24. A tolerância às crenças alheias é um princípio que denota bom relacionamento interpessoal. É um dos sinais da inteligência emocional que necessita desabrochar no Espírito. Reflete a consciência de si mesmo, além da percepção do estágio evolutivo do outro. Quando internalizarmos a mensagem, certamente não nos importaremos com o rótulo religioso do outro, mas sim, em como estamos lidando com a nossa própria crença.
  • 25. Todo indivíduo realizado e saudável, em paz consigo mesmo, respeita o outro, mesmo quando ele se encontra equivocado. Com suas observações sobre o comportamento alheio, não procura tomar o lugar da norma externa do outro, mas sim com a melhoria de sua norma interna. Ao mesmo tempo, procura melhorar sua própria norma interna e a externa.
  • 26. O recado do Cristo nos convida à percepção da lei interna, cuja destruição não deve ocorrer. É um convite a que nos perguntemos: Qual a norma interna que permitimos vigore em nós? Será rígida? Exigente? Punitiva? Qual a sua medida? É com essa medida que viveremos, pois atuamos externamente como o fazemos internamente.
  • 27. A verdadeira lei interna certamente será aquela que me colocará diante do propósito que devo realizar na Vida e que me conduzirá ao sentimento incomparável de satisfação interior. A essência da mensagem espírita, dirigida ao Espírito, é a mesma do Cristo. Ela deverá ser a norma interna de conduta que se traduzirá no exemplo externo de convivência.

Notas do Editor

  1. Filosofia: a palavra psiquismo é uma doutrina que supõe a alma formada por um fluido especial que anima todos os seres vivos. Na psicologia: abrange, memoria atenção, fala, pensamento, vontade, formação de conceitos e emoção, são funções que se relacionam entre si
  2. Sublevar: significa ir contra as leis da época subversivo> Não vinha para destruir conceitos da época rebelde sem causa: que não tinha objetivo, um proposito Jesus foi um Revolucionário da época? Se formos olhar o lado em que ele defende os fracos, os desvalidos sim, mas ele não batia de frente com as Leis da época, nem instigava o povo a ir contra as leis , tanto que na passagem da moeda, dai a cesar o que é de cesar. Se ele fosse esse revolucionário, teriam escolhido ele ao invés de barrabas
  3. Aa diferença de revolução e subversão: “ato de mudanças profundas (revolução) já a subversão é  ação que provoca queda
  4. A escultura representa o poder judiciário como uma mulher com os olhos vendados e espada; os olhos vendados representam a imparcialidade da justiça e a espada representa a força, a coragem, a ordem e a regra necessárias para impor o direito.
  5. Reconhece-se uma civilização completa pelo seu desenvolvimento moral
  6.  diferente de todos os outros, mesmo em relação aos que são de sua Classe ou Espécie. Individualidade é aquilo que é próprio de um único Ser ou de uma única Coisa.
  7. Ego: personalidade de uma pessoa.
  8. A sombra é tudo o que foi negado, reprimido ou ainda permanece desconhecido pelo indivíduo e está recalcado —ou seja, reprimido — em seu inconsciente
  9. Personas : são as máscaras que usamos para
  10. Complexos são sentimentos conflitantes que não conseguimos lhe dar. Um complexo é um padrão central de emoções, memórias, percepções e desejos no inconsciente pessoal organizado em torno de um tema comum, como poder ou status