Demonstração eDemonstração e
Instrução VerbalInstrução Verbal
Aprendizagem MotoraAprendizagem Motora
Demonstração e InstruçãoDemonstração e Instrução
Verbal = InformaçãoVerbal = Informação
PrescritivaPrescritiva
Sobre movimento a ser realizado noSobre movimento a ser realizado no
FUTUROFUTURO
Instrução VerbalInstrução Verbal
Descrições verbais sobre os aspectosDescrições verbais sobre os aspectos
fundamentais da habilidade motorafundamentais da habilidade motora
O que fazerO que fazer
Onde fazerOnde fazer
Como fazerComo fazer
Instrução VerbalInstrução Verbal
Será que essa instruçãoSerá que essa instrução
verbal funciona para umverbal funciona para um
iniciante ???iniciante ???
Quero que você se prepareQuero que você se prepare
para golpear antes, faça opara golpear antes, faça o
balanço de baixo para cima,balanço de baixo para cima,
mantenha o pulso firme, giremantenha o pulso firme, gire
seu quadril, faça contato naseu quadril, faça contato na
parte da frente, flexione seusparte da frente, flexione seus
joelhos e mantenha o olho najoelhos e mantenha o olho na
bola, e lembre-se debola, e lembre-se de
permanecer relaxada!permanecer relaxada!
Quanta instrução fornecer?Quanta instrução fornecer?
Devem serDevem ser BREVES E DIRETASBREVES E DIRETAS
Memória de curto prazo: capacidade limitadaMemória de curto prazo: capacidade limitada
Esquecimento rápido (30 seg.)Esquecimento rápido (30 seg.)
Poucas palavras (Usar palavras-chaves)Poucas palavras (Usar palavras-chaves)
Quando fornecerQuando fornecer
instrução?instrução?
Antes da execução e, seAntes da execução e, se
necessário, durantenecessário, durante
Espaçar as instruções durante osEspaçar as instruções durante os
primeiros minutos de práticaprimeiros minutos de prática
 Informação elementar primeiroInformação elementar primeiro
 Adicionar detalhes aos poucosAdicionar detalhes aos poucos
Como fornecer instrução?Como fornecer instrução?
Linguagem adequadaLinguagem adequada
 SimplesSimples
 SucintaSucinta
 DiretaDireta
Usar DicasUsar Dicas
 MenoresMenores
 ConcisasConcisas
 Favorecem o foco de atenção em pontosFavorecem o foco de atenção em pontos
chaveschaves
Dicas - ExemplosDicas - Exemplos
““Olho na bola”Olho na bola”
““Relaxa o braço”Relaxa o braço”
““JoelhoJoelho
estendido”estendido”
““Contrai abdome”Contrai abdome”
““Ombro alinhado”Ombro alinhado”
““Cabeça erguida”Cabeça erguida”
““Inicia”Inicia”
““Finaliza”Finaliza”
““Gire”Gire”
““Acelera”Acelera”
““Agora”Agora”
““Vira mais”Vira mais”
““Mais curto”Mais curto”
““No alto”No alto”
““Coluna alinhada”Coluna alinhada”
““Perna direita”Perna direita”
““Dedos abertos”Dedos abertos”
““Mão na cesta”Mão na cesta”
DemonstraçãoDemonstração
 Observação visual da execuçãoObservação visual da execução
 Explicações: Cognitiva e PerceptivaExplicações: Cognitiva e Perceptiva
 Aprendizagem observacionalAprendizagem observacional
DemonstraçãoDemonstração
Observar, imitar, aprenderObservar, imitar, aprender
Observação, codificação,Observação, codificação,
representaçãorepresentação
Obtenção da ideia do movimentoObtenção da ideia do movimento
Uma imagem vale por mil palavras!Uma imagem vale por mil palavras!
Formas de DemonstraçãoFormas de Demonstração
 ExecuçãoExecução
 FotografiasFotografias
 Filmes (Use o celular!)Filmes (Use o celular!)
DemonstraçãoDemonstração
 Quem: demonstra/observaQuem: demonstra/observa
 QuandoQuando
 ComoComo
Quem demonstra?Quem demonstra?
StatusStatus
Nível de desempenhoNível de desempenho
SimilaridadeSimilaridade
Quem demonstra?Quem demonstra?
Status do modelo: grau de relação deStatus do modelo: grau de relação de
quem demonstra em relação aoquem demonstra em relação ao
aprendiz – professor, técnico, alunoaprendiz – professor, técnico, aluno
avançadoavançado
Hipótese: aprendiz presta maisHipótese: aprendiz presta mais
atenção; modelo inspira maisatenção; modelo inspira mais
motivaçãomotivação
McCullagh (1986): indivíduosMcCullagh (1986): indivíduos
obtiveram melhor aprendizagemobtiveram melhor aprendizagem
após observarem um modelo deapós observarem um modelo de
status elevado, independentementestatus elevado, independentemente
de o conhecerem previamentede o conhecerem previamente
Quem demonstra?Quem demonstra?
Nível de desempenho do modelo:Nível de desempenho do modelo:
grau de proficiência do modelograu de proficiência do modelo
Hipótese: imagem ideal e corretaHipótese: imagem ideal e correta
(sem erros) conduz à melhor e(sem erros) conduz à melhor e
mais precisa representação domais precisa representação do
movimentomovimento
Tani et al. (2011): observação deTani et al. (2011): observação de
modelos com nível baixo demodelos com nível baixo de
desempenho tem o mesmodesempenho tem o mesmo
efeito que observação deefeito que observação de
modelos com nível alto demodelos com nível alto de
desempenho, desde quedesempenho, desde que
feedback seja dado em conjuntofeedback seja dado em conjunto
Quem demonstra?Quem demonstra?
Similaridade do modelo: Gênero eSimilaridade do modelo: Gênero e
nível atléticonível atlético
Hipótese: > facilidade do observadorHipótese: > facilidade do observador
na percepção da demonstraçãona percepção da demonstração
Gould & Weiss (1981): meninas nãoGould & Weiss (1981): meninas não
atletas que observaram modelosatletas que observaram modelos
similares obtiveram melhorsimilares obtiveram melhor
aprendizagem que grupos queaprendizagem que grupos que
observaram modelos nãoobservaram modelos não
similares.similares.
Chase (1992): a diferença se deveChase (1992): a diferença se deve
mais às características atléticas domais às características atléticas do
que ao gêneroque ao gênero
Quando demonstrar?Quando demonstrar?
MomentoMomento
FrequênciaFrequência
Quando demonstrar?Quando demonstrar?
Momento da demonstraçãoMomento da demonstração
Landers (1975): 1) início eLanders (1975): 1) início e
meio da sessão; 2) iníciomeio da sessão; 2) início
da sessãoda sessão
Prática proporciona melhorPrática proporciona melhor
ideia do movimento e dosideia do movimento e dos
principais aspectos críticosprincipais aspectos críticos
da habilidadeda habilidade
Quando demonstrar?Quando demonstrar?
Frequência da demonstraçãoFrequência da demonstração
Relação entre tentativas deRelação entre tentativas de
prática e número deprática e número de
demonstrações observadasdemonstrações observadas
Sidaway & Hand (1993):Sidaway & Hand (1993):
100% de frequência100% de frequência
relativa de demonstraçãorelativa de demonstração
proporcionou melhorproporcionou melhor
aprendizagem da tacada doaprendizagem da tacada do
golfe (em comparação agolfe (em comparação a
0%, 10% e 20%)0%, 10% e 20%)
Como demonstrar?Como demonstrar?
VelocidadeVelocidade
Tipo de habilidadeTipo de habilidade
PosiçãoPosição
Em duplaEm dupla
VídeoVídeo
Como demonstrar?Como demonstrar?
Velocidade da demonstração:Velocidade da demonstração:
Câmera lenta x velocidade realCâmera lenta x velocidade real
Williams (1989): câmera lenta éWilliams (1989): câmera lenta é
eficaz para habilidades difíceiseficaz para habilidades difíceis
Aspectos temporais (ritmo e timing)Aspectos temporais (ritmo e timing)
não devem ser demonstrados emnão devem ser demonstrados em
câmera lentacâmera lenta
Não deixar de lado a velocidade realNão deixar de lado a velocidade real
(associar velocidade real e(associar velocidade real e
reduzida)reduzida)
Como demonstrar?Como demonstrar?
Tipo de habilidade: aberta ou fechadaTipo de habilidade: aberta ou fechada
Weeks (1992): maiores efeitos da demonstraçãoWeeks (1992): maiores efeitos da demonstração
para habilidades fechadas - Percepção depara habilidades fechadas - Percepção de
movimentos mais específicos de segmentosmovimentos mais específicos de segmentos
corporaiscorporais
Em habilidades abertas: adaptações sistemáticasEm habilidades abertas: adaptações sistemáticas
difíceis de mostrar pelo modelo (demonstrar emdifíceis de mostrar pelo modelo (demonstrar em
condições reais é uma alternativa)condições reais é uma alternativa)
Como demonstrar?Como demonstrar?
Posição do observadorPosição do observador
Hipótese: Observar oHipótese: Observar o
movimento no mesmomovimento no mesmo
sentido (esquerda-direitasentido (esquerda-direita
e frente-trás)e frente-trás)
Ishikura & Inomata (1995):Ishikura & Inomata (1995):
demonstração de frentedemonstração de frente
foi mais eficaz;foi mais eficaz;
demonstração de trásdemonstração de trás
impõe processamentoimpõe processamento
cognitivo adicionalcognitivo adicional
Como demonstrar?Como demonstrar?
Demonstração e observação emDemonstração e observação em
dupladupla
Alternância de funções favorece aAlternância de funções favorece a
aprendizagemaprendizagem
Shea, Wulf & Whitacre (1999):Shea, Wulf & Whitacre (1999):
alternância entre prática ealternância entre prática e
observação com troca deobservação com troca de
informações verbais sobre ainformações verbais sobre a
tarefa de equilíbrio > alternânciatarefa de equilíbrio > alternância
entre prática e observação >entre prática e observação >
prática individualizada –prática individualizada –
participação ativa no processoparticipação ativa no processo
Quem observa aQuem observa a
demonstração?demonstração?
Auto-demonstraçãoAuto-demonstração
IdadeIdade
Quem observa aQuem observa a
demonstração?demonstração?
Autodemonstração eAutodemonstração e
demonstração com vídeodemonstração com vídeo
Ver a própria execução noVer a própria execução no
vídeovídeo
Starek & McCullagh (1999):Starek & McCullagh (1999):
ver boas respostas próprias,ver boas respostas próprias,
previamente gravadas, épreviamente gravadas, é
muito eficaz – componentesmuito eficaz – componentes
críticos da tarefa, atençãocríticos da tarefa, atenção
dirigidadirigida
Quem observa aQuem observa a
demonstração?demonstração?
Idade (Nível de desenvolvimento)Idade (Nível de desenvolvimento)
Weiss & Klint (1987): tendência de adultosWeiss & Klint (1987): tendência de adultos
ou crianças mais velhas apresentaremou crianças mais velhas apresentarem
melhor aprendizagem quando submetidosmelhor aprendizagem quando submetidos
à mesma condição de demonstração –à mesma condição de demonstração –
idade tem a ver com o uso deidade tem a ver com o uso de
informações do modeloinformações do modelo
Demonstração + InstruçãoDemonstração + Instrução
VerbalVerbal
 Excelente estratégiaExcelente estratégia
de aprendizagemde aprendizagem
(Landin, 1994;(Landin, 1994;
Meaney, 1994;Meaney, 1994;
Mendes, 2004)Mendes, 2004)
 Exceto com criançasExceto com crianças
com menos de 6 anoscom menos de 6 anos
(Roberton, Halverson(Roberton, Halverson
& Harper, 1997)& Harper, 1997)
Demonstração + Foco deDemonstração + Foco de
AtençãoAtenção
 Efeito da posição seriadaEfeito da posição seriada
 Os primeiros e os últimos itens deOs primeiros e os últimos itens de
uma sequência são lembrados comuma sequência são lembrados com
maior facilidademaior facilidade
 Em habilidades seriadas (nadoEm habilidades seriadas (nado
sincronizado, tocar peças musicais,sincronizado, tocar peças musicais,
rotinas de dança):rotinas de dança):
 Enfatizar os segmentos intermediáriosEnfatizar os segmentos intermediários
 Demonstrar com maior frequênciaDemonstrar com maior frequência
 Uso de pistas verbais para direcionar a atençãoUso de pistas verbais para direcionar a atenção

Demonstração e Instrução 2017

  • 1.
    Demonstração eDemonstração e InstruçãoVerbalInstrução Verbal Aprendizagem MotoraAprendizagem Motora
  • 2.
    Demonstração e InstruçãoDemonstraçãoe Instrução Verbal = InformaçãoVerbal = Informação PrescritivaPrescritiva Sobre movimento a ser realizado noSobre movimento a ser realizado no FUTUROFUTURO
  • 3.
    Instrução VerbalInstrução Verbal Descriçõesverbais sobre os aspectosDescrições verbais sobre os aspectos fundamentais da habilidade motorafundamentais da habilidade motora O que fazerO que fazer Onde fazerOnde fazer Como fazerComo fazer
  • 4.
    Instrução VerbalInstrução Verbal Seráque essa instruçãoSerá que essa instrução verbal funciona para umverbal funciona para um iniciante ???iniciante ??? Quero que você se prepareQuero que você se prepare para golpear antes, faça opara golpear antes, faça o balanço de baixo para cima,balanço de baixo para cima, mantenha o pulso firme, giremantenha o pulso firme, gire seu quadril, faça contato naseu quadril, faça contato na parte da frente, flexione seusparte da frente, flexione seus joelhos e mantenha o olho najoelhos e mantenha o olho na bola, e lembre-se debola, e lembre-se de permanecer relaxada!permanecer relaxada!
  • 5.
    Quanta instrução fornecer?Quantainstrução fornecer? Devem serDevem ser BREVES E DIRETASBREVES E DIRETAS Memória de curto prazo: capacidade limitadaMemória de curto prazo: capacidade limitada Esquecimento rápido (30 seg.)Esquecimento rápido (30 seg.) Poucas palavras (Usar palavras-chaves)Poucas palavras (Usar palavras-chaves)
  • 6.
    Quando fornecerQuando fornecer instrução?instrução? Antesda execução e, seAntes da execução e, se necessário, durantenecessário, durante Espaçar as instruções durante osEspaçar as instruções durante os primeiros minutos de práticaprimeiros minutos de prática  Informação elementar primeiroInformação elementar primeiro  Adicionar detalhes aos poucosAdicionar detalhes aos poucos
  • 7.
    Como fornecer instrução?Comofornecer instrução? Linguagem adequadaLinguagem adequada  SimplesSimples  SucintaSucinta  DiretaDireta Usar DicasUsar Dicas  MenoresMenores  ConcisasConcisas  Favorecem o foco de atenção em pontosFavorecem o foco de atenção em pontos chaveschaves
  • 8.
    Dicas - ExemplosDicas- Exemplos ““Olho na bola”Olho na bola” ““Relaxa o braço”Relaxa o braço” ““JoelhoJoelho estendido”estendido” ““Contrai abdome”Contrai abdome” ““Ombro alinhado”Ombro alinhado” ““Cabeça erguida”Cabeça erguida” ““Inicia”Inicia” ““Finaliza”Finaliza” ““Gire”Gire” ““Acelera”Acelera” ““Agora”Agora” ““Vira mais”Vira mais” ““Mais curto”Mais curto” ““No alto”No alto” ““Coluna alinhada”Coluna alinhada” ““Perna direita”Perna direita” ““Dedos abertos”Dedos abertos” ““Mão na cesta”Mão na cesta”
  • 9.
    DemonstraçãoDemonstração  Observação visualda execuçãoObservação visual da execução  Explicações: Cognitiva e PerceptivaExplicações: Cognitiva e Perceptiva  Aprendizagem observacionalAprendizagem observacional
  • 10.
    DemonstraçãoDemonstração Observar, imitar, aprenderObservar,imitar, aprender Observação, codificação,Observação, codificação, representaçãorepresentação Obtenção da ideia do movimentoObtenção da ideia do movimento Uma imagem vale por mil palavras!Uma imagem vale por mil palavras!
  • 11.
    Formas de DemonstraçãoFormasde Demonstração  ExecuçãoExecução  FotografiasFotografias  Filmes (Use o celular!)Filmes (Use o celular!)
  • 12.
    DemonstraçãoDemonstração  Quem: demonstra/observaQuem:demonstra/observa  QuandoQuando  ComoComo
  • 13.
    Quem demonstra?Quem demonstra? StatusStatus Nívelde desempenhoNível de desempenho SimilaridadeSimilaridade
  • 14.
    Quem demonstra?Quem demonstra? Statusdo modelo: grau de relação deStatus do modelo: grau de relação de quem demonstra em relação aoquem demonstra em relação ao aprendiz – professor, técnico, alunoaprendiz – professor, técnico, aluno avançadoavançado Hipótese: aprendiz presta maisHipótese: aprendiz presta mais atenção; modelo inspira maisatenção; modelo inspira mais motivaçãomotivação McCullagh (1986): indivíduosMcCullagh (1986): indivíduos obtiveram melhor aprendizagemobtiveram melhor aprendizagem após observarem um modelo deapós observarem um modelo de status elevado, independentementestatus elevado, independentemente de o conhecerem previamentede o conhecerem previamente
  • 15.
    Quem demonstra?Quem demonstra? Nívelde desempenho do modelo:Nível de desempenho do modelo: grau de proficiência do modelograu de proficiência do modelo Hipótese: imagem ideal e corretaHipótese: imagem ideal e correta (sem erros) conduz à melhor e(sem erros) conduz à melhor e mais precisa representação domais precisa representação do movimentomovimento Tani et al. (2011): observação deTani et al. (2011): observação de modelos com nível baixo demodelos com nível baixo de desempenho tem o mesmodesempenho tem o mesmo efeito que observação deefeito que observação de modelos com nível alto demodelos com nível alto de desempenho, desde quedesempenho, desde que feedback seja dado em conjuntofeedback seja dado em conjunto
  • 16.
    Quem demonstra?Quem demonstra? Similaridadedo modelo: Gênero eSimilaridade do modelo: Gênero e nível atléticonível atlético Hipótese: > facilidade do observadorHipótese: > facilidade do observador na percepção da demonstraçãona percepção da demonstração Gould & Weiss (1981): meninas nãoGould & Weiss (1981): meninas não atletas que observaram modelosatletas que observaram modelos similares obtiveram melhorsimilares obtiveram melhor aprendizagem que grupos queaprendizagem que grupos que observaram modelos nãoobservaram modelos não similares.similares. Chase (1992): a diferença se deveChase (1992): a diferença se deve mais às características atléticas domais às características atléticas do que ao gêneroque ao gênero
  • 17.
  • 18.
    Quando demonstrar?Quando demonstrar? Momentoda demonstraçãoMomento da demonstração Landers (1975): 1) início eLanders (1975): 1) início e meio da sessão; 2) iníciomeio da sessão; 2) início da sessãoda sessão Prática proporciona melhorPrática proporciona melhor ideia do movimento e dosideia do movimento e dos principais aspectos críticosprincipais aspectos críticos da habilidadeda habilidade
  • 19.
    Quando demonstrar?Quando demonstrar? Frequênciada demonstraçãoFrequência da demonstração Relação entre tentativas deRelação entre tentativas de prática e número deprática e número de demonstrações observadasdemonstrações observadas Sidaway & Hand (1993):Sidaway & Hand (1993): 100% de frequência100% de frequência relativa de demonstraçãorelativa de demonstração proporcionou melhorproporcionou melhor aprendizagem da tacada doaprendizagem da tacada do golfe (em comparação agolfe (em comparação a 0%, 10% e 20%)0%, 10% e 20%)
  • 20.
    Como demonstrar?Como demonstrar? VelocidadeVelocidade Tipode habilidadeTipo de habilidade PosiçãoPosição Em duplaEm dupla VídeoVídeo
  • 21.
    Como demonstrar?Como demonstrar? Velocidadeda demonstração:Velocidade da demonstração: Câmera lenta x velocidade realCâmera lenta x velocidade real Williams (1989): câmera lenta éWilliams (1989): câmera lenta é eficaz para habilidades difíceiseficaz para habilidades difíceis Aspectos temporais (ritmo e timing)Aspectos temporais (ritmo e timing) não devem ser demonstrados emnão devem ser demonstrados em câmera lentacâmera lenta Não deixar de lado a velocidade realNão deixar de lado a velocidade real (associar velocidade real e(associar velocidade real e reduzida)reduzida)
  • 22.
    Como demonstrar?Como demonstrar? Tipode habilidade: aberta ou fechadaTipo de habilidade: aberta ou fechada Weeks (1992): maiores efeitos da demonstraçãoWeeks (1992): maiores efeitos da demonstração para habilidades fechadas - Percepção depara habilidades fechadas - Percepção de movimentos mais específicos de segmentosmovimentos mais específicos de segmentos corporaiscorporais Em habilidades abertas: adaptações sistemáticasEm habilidades abertas: adaptações sistemáticas difíceis de mostrar pelo modelo (demonstrar emdifíceis de mostrar pelo modelo (demonstrar em condições reais é uma alternativa)condições reais é uma alternativa)
  • 23.
    Como demonstrar?Como demonstrar? Posiçãodo observadorPosição do observador Hipótese: Observar oHipótese: Observar o movimento no mesmomovimento no mesmo sentido (esquerda-direitasentido (esquerda-direita e frente-trás)e frente-trás) Ishikura & Inomata (1995):Ishikura & Inomata (1995): demonstração de frentedemonstração de frente foi mais eficaz;foi mais eficaz; demonstração de trásdemonstração de trás impõe processamentoimpõe processamento cognitivo adicionalcognitivo adicional
  • 24.
    Como demonstrar?Como demonstrar? Demonstraçãoe observação emDemonstração e observação em dupladupla Alternância de funções favorece aAlternância de funções favorece a aprendizagemaprendizagem Shea, Wulf & Whitacre (1999):Shea, Wulf & Whitacre (1999): alternância entre prática ealternância entre prática e observação com troca deobservação com troca de informações verbais sobre ainformações verbais sobre a tarefa de equilíbrio > alternânciatarefa de equilíbrio > alternância entre prática e observação >entre prática e observação > prática individualizada –prática individualizada – participação ativa no processoparticipação ativa no processo
  • 25.
    Quem observa aQuemobserva a demonstração?demonstração? Auto-demonstraçãoAuto-demonstração IdadeIdade
  • 26.
    Quem observa aQuemobserva a demonstração?demonstração? Autodemonstração eAutodemonstração e demonstração com vídeodemonstração com vídeo Ver a própria execução noVer a própria execução no vídeovídeo Starek & McCullagh (1999):Starek & McCullagh (1999): ver boas respostas próprias,ver boas respostas próprias, previamente gravadas, épreviamente gravadas, é muito eficaz – componentesmuito eficaz – componentes críticos da tarefa, atençãocríticos da tarefa, atenção dirigidadirigida
  • 27.
    Quem observa aQuemobserva a demonstração?demonstração? Idade (Nível de desenvolvimento)Idade (Nível de desenvolvimento) Weiss & Klint (1987): tendência de adultosWeiss & Klint (1987): tendência de adultos ou crianças mais velhas apresentaremou crianças mais velhas apresentarem melhor aprendizagem quando submetidosmelhor aprendizagem quando submetidos à mesma condição de demonstração –à mesma condição de demonstração – idade tem a ver com o uso deidade tem a ver com o uso de informações do modeloinformações do modelo
  • 28.
    Demonstração + InstruçãoDemonstração+ Instrução VerbalVerbal  Excelente estratégiaExcelente estratégia de aprendizagemde aprendizagem (Landin, 1994;(Landin, 1994; Meaney, 1994;Meaney, 1994; Mendes, 2004)Mendes, 2004)  Exceto com criançasExceto com crianças com menos de 6 anoscom menos de 6 anos (Roberton, Halverson(Roberton, Halverson & Harper, 1997)& Harper, 1997)
  • 29.
    Demonstração + FocodeDemonstração + Foco de AtençãoAtenção  Efeito da posição seriadaEfeito da posição seriada  Os primeiros e os últimos itens deOs primeiros e os últimos itens de uma sequência são lembrados comuma sequência são lembrados com maior facilidademaior facilidade  Em habilidades seriadas (nadoEm habilidades seriadas (nado sincronizado, tocar peças musicais,sincronizado, tocar peças musicais, rotinas de dança):rotinas de dança):  Enfatizar os segmentos intermediáriosEnfatizar os segmentos intermediários  Demonstrar com maior frequênciaDemonstrar com maior frequência  Uso de pistas verbais para direcionar a atençãoUso de pistas verbais para direcionar a atenção