Cinema Hollywoodiano ContemporâneoFernando Mascarello
Segregação AcadêmicaFinal dos anos 1960Visão elitista e defensivaMainstream/vilão vs. Contracinema/mocinhoGlauberianismo3
CanonizadosGlauber Rocha e cinemanovistasCinema Moderno (Godard, Rouch, Pasolini)AntecessoresEisenstein, Vertov, neo-realistas, Nelson P. dos SantosSucessoresDocumentário contemporâneoDogma 95Cinemas periféricos4
MarginalizadosProdução sessentista de KhouriNeon-realismo paulista dos anos 1980Trashe horrorCinema juvenil e ficção científicaLúdico e cômico5
Débitos a HollywoodEstudos não ideológicosHistória: social, econômica ou tecnológicaEstética: narração, estilo, temáticaTeoria dos gêneros cinematográficosRecepção dos filmes pelas audiênciasCiclo vicioso6
Boa, Eli!7
Nossos ObjetivosOu, na verdade, os objetivos do Mascarello:Introduzir o debate sobre HollywoodFormato estético-industrialPós-Tubarão e Guerra nas Estrelas8
POR QUE ESTUDAR HOLLYWOOD?9
Por que estudar Hollywood?Sintonia universitária com padrões globaisCompreender é se vacinar contra coitadismoControle industrialDominação culturalOnipresença históricaEntender para enfrentar ou se adaptarMais informados, menos inconformados10
Discursos comunsDebilitação narrativaPrivilégio do espetáculo e ação Detrimento do personagem e da dramaturgiaJuvenilização da audiênciaPrejudica cinema brasileiro e de arte11
12
Para um Midiálogo...Fronteira entre arte e comercialCobrança de repertório de todos os tiposPosicionamento a respeito de HollywoodPreencher lacuna acadêmicaTrabalhar referências, crítica ou praticamente13
“Um enlatado CULTURAL não é como um enlatado industrial”Renato Ortiz14
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Efemeridade do Subjetivo17
Desvalorização do ContemporâneoTudo quanto é velho eles botam pr'eu ouvirE tanta coisa nova jogam fora sem curtirEu não nego que a poesia dos 50 é bonitaMas todo o sentimento dos 70 onde é que fica?- A verdade sobre a nostalgia18
Terminologia19
TerminologiaHighConceptCinema pós-modernoPós-Classicismo HollywoodianoCultura da alusãoNova Nova HollywoodCinema neoclássicoNova HollywoodRenascimento HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoPós-Fordismo20
TerminologiaNova Nova HollywoodNova HollywoodRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoCultura da alusãoPós-FordismoFilme de altíssimo orçamento21HighConceptCinema pós-modernoCinema neoclássicoHighConceptRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoCultura da alusãoNova Nova HollywoodPós-Classicismo HollywoodianoPós-Fordismo21Cinema pós-modernoNova Nova HollywoodCinema neoclássicoNova HollywoodRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoCultura da alusãoPós-FordismoFilme de altíssimo orçamentoHighConcept21Cinema pós-modernoCinema neoclássicoRenascimento HollywoodianoPós-Fordismo2121
TerminologiaNova Nova HollywoodNova HollywoodRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoCultura da alusãoPós-FordismoFilme de altíssimo orçamento22HighConceptCinema pós-modernoCinema neoclássicoHighConceptRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoAHHHHHHHHH!Cultura da alusãoNova Nova HollywoodPós-Classicismo HollywoodianoPós-Fordismo22Cinema pós-modernoNova Nova HollywoodCinema neoclássicoNova HollywoodRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoCultura da alusãoPós-FordismoFilme de altíssimo orçamentoHighConcept22Cinema pós-modernoCinema neoclássicoRenascimento HollywoodianoPós-Fordismo2222
Pluralidade de Termos!Quais aspectos estão sendo considerados?Qual a natureza e amplitude das avaliações?Simplificando:Nova HollywoodPós-ClassicismoHighConcept23
Nova HollywoodPrimeiramente, referia-se ao AmericanArtFilmRobert AltmanArthur PennFrancis Ford Coppola24
Nova HollywoodPassa a designar maistream pós-1975Contraposição à Velha HollywoodAbandono da pujança narrativa clássicaCarro-chefe de indústria integrada25
Pós-Classicismo HollywoodianoContraposição a clássicoTheClassical Hollywood Cinema*Modo de narração clássicoAposta na inexistência do pós-clássicoPolêmica e contestávelPeso histórico-acadêmico do clássico26*David Bordwell
Hollywood ClássicaEstabilidade
Mercado – Oligopólios
Narrativa e estética (sistema de gêneros)
Studio System e Star System
Bordwell (TCHC) X BazinO estilo Clássico persiste, mesmo com as mudanças no modo de produção e com o processo de conglomeraçãoDAVID BORDWELLANDRÉ BAZINO Classicismo dos anos 30 logo deu lugar a um cinema “barroco” nos anos 40 , um cinema de grande auto-consciência e estilização,  como, por exemplo, os superwesterns.
HighConceptFilmes pós-1975Rupturas com a Velha ou clássica HollywoodPressão do econômico sobre o estético:Integração horizontal midiáticaCircuito exibidor – PrimárioVídeo e TV – SecundárioNegócios conexos – TerciárioModificações de estilo, narrativa e tema29
Mas... Pera aí!Os 3 termos são a mesma coisa!?30
Não!Enfocam objetos e características diferentesTrabalham com oposições diferentesMas...Se aplicam a um mesmo contextoCampos de significação muito próximosA pergunta que fica é...
... qual deve ser o foco da discussão?Estética?NarrativaEstiloTécnicaOuEconômica ?ProduçãoMarketingDistribuição32
Ambos!ConsensoMétodo TCHCDiferenciado das demais escolasDetrimento da postura socialMenor diálogo com história da artePossível explicação para segregação33
Contexto estético-econômicoSinergia de diferentes mercadosRetroalimentação em marketingMajorscomo peças de conglomeradosNão são as únicas que divulgamNão são as únicas que lucramPropriedade cruzada34
Reflexos no EspectadorFruição distanciadaMenor investimento psíquicoEnfraquecimento narrativoFruição recorrenteRepeatViewingContato em diferentes janelasSequência da relação espectatorial35
Reflexos nos FilmesProdutos conexos programadosMerchandisingAuto-sabotagem da unidade diegéticaClipes musicaisTrilhas sonorasPublicidade programada36
Texto e mercadoriaIntertexto e linha de produtos37Similar ao meu conceito de fluxo televisivo!- Raymond WilliamsIndissociação entre:
“O cinema como meio distinto não mais existe”- YvoneTasker38
Em contexto de convergência, existe algum meio distinto?39
Hollywood, do pós-Segunda Guerra Mundial ao contemporâneo
Transição para o contemporâneoDuas formas principais de argumentação
A primeira é mais enraizada na natureza organizacional da indústria cinematográfica
A segunda trata da interdependência da estética para com os modos de produçãoDesintegração Vertical e o Pós-FordismoCapitalismo do Pós-Segunda Guerra Mudança de um grande mercado indiferenciado de massa abastecido por um limitado número de produtos padronizados, para um mercado heterogeneo, composto por seguimentos específicos.Paramount Decrees (Lei Antitruste) – 1948Impediu com que as grandes companhias exercessem controle sobre todo o processo produtivo, fazendo-as abrir mão do setor de exibiçãoPerda do setor de exibição
Filmes mais caros e em menor quantidade     “Independent package production”Crescimento no número de empresas independentes
tanto de pequenas produtoras quanto de firmas especializadas (agência de talentos, casas de efeitos especiais etc)
Integração horizontal
incorporação das companhias de cinema com conglomerados maiores, com interesses em outros segmentos do campo do entretenimento.
Continuidade do OligopólioPerspectiva histórica e econômica1945 – 1975: duro período de transição e incertezas		-influências do Noir		-impacto da 2ª Guerra Mundial no 	psicológico de modo geral
Prenúncios do Pós-clássicoSurgimento do Superwestern: faroeste impuro e glamourizado;New Movie: apuro de estilo, autoconsciência artítica, esnobismo intelectual.
“Filme como evento!”Afastamento da “transparência tradicional do entretenimento hollywoodiano”Sucede-se o AmericanArtFilm1945 -1975 = forte instabilidade para HollywoodAbertura para o artfilme para o highconcept, a seguir.Pauline Kael
Renovação IdeológicaGeração sexo, drogas e rock n’ roll
- Martin Scorsese“Alguns amigos meusestavamfalandoqueosanos 70 foram a última Era do Ouro. Eudisse: ‘Como vocêspodemdizerumacoisadessas?’ Elesretrucaram: ‘Olhasó, tinhatodosessesgrandesdiretoresfazendo um filmeatrás do outro. Tinha Altman, Coppola, Spielberg, Lucas...’”
Libertação do conformismo dos anos 50
Revolução cultural à modaamericana
Andy Warhol
Norman Mailer
Bob Dylan
Mick Jagger
BeatlesVelha HollywoodMeados dos anos 60: estúdiosaindanasmãosdageraçãoqueinventara o cinema.ParamountAdolph Zukor com 92 anosBarney Balaban, com 78 anosJack Warner, 73 anos, Warner Bros. Darryl F. Zanuck, de 63 anos, 20th Century Fox.
Nos anos 30 e 40 o produtor contratado pelo estúdio era a única pessoa que via todo o filme do começo ao fim. EXCEÇÃO:United Artists, companhia que deu poder aos diretores desde o início, em 1919, quando foi fundada por Charles Chaplis, Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith.Liberdade artística e porção mais generosa nos lucros
Resultado: no final dos anos 60 os estúdios estavam em péssimas condições financeirasVenda de ingressos em 1946: 78,2 milhões de dólaresEm 1971: 15,8 milhões de dólares
- Steven Spielberg“Os anos 70 foram a primeiravezque as restrições de idadeforamabolidas, e jovenstiverampermissãoparatomartudo de assalto com toda a suaingenuidade e toda a suasabedoria e todososprivilégiosdajuventude. Foiuma avalanche de idéias novas e ousadas e, porisso, os 70 tornaram-se um marco”.
A ruptura com a Velha Hollywood1967 – Bonnie e Clyde e A primeiranoite de um homem1968 – 2001, umaodisseia no espaço e O bebê de Rosemary1969 – Meuódioserátuaherança, Perdidosnanoite e Semdestino1970 – M*A*S*H* e Cada um vive comoquer1971 – OperaçãoFrança, Ânsia de amar, A últimasessão de cinema e Quandooshomenssãohomens1972 – O poderosochefão
Movimentobatizadopelaimprensa de Nova Hollywood lideradoporuma nova geração de diretores
Primeira GeraçãoHomensbrancosnascidos do meiopara o fimdadécada de 30 e incluiá Peter Bogdanovich, Francis Coppola, Warren Beaty, Stanley Kubrick, Dennis Hopper, Mike Nichols, Woody Allen, John Cassavetes, William Friedkin, Robert Altman.
Segunda GeraçãoCompostapelosprimeiros baby boomers, nascidosdurante/após a segunda Guerra Mundial, a geraçãodaescola do cinema: Scorsese, Spielberg, George Lucas, John Milius, Brian de Palma e Terrence Mallick.
O novo poder dos diretores era legitimadoporsuaprópriaideologia: o conceito de ‘autor’Diretores estão para os filmes assim como os poetas, para os poemas
Jovens diretores, novos atoresJack NicholsonRobert de NiroDustin HoffmanAl PacinoGene HackmanHarvey KeitelRobert DuvallJane FondaFaye DunawayEllen BurstynDiane Keaton...
Os anos 70 foram a década em que nova york engoliu hollywood
- Martin Scorsese“Nós éramos só uns caras que queriam fazer filmes, e sabíamos que a qualquer momento podíamos ser destruídos pelo pessoal dos estúdios
DesafiadoresSemheróis, sem romance, semalguém ‘porquemtorcer’
Tãoprovocadoreshojequanto o eram no diaemqueforamlançados.
13 anos entre Bonnie e Clyde (1967) e O portal do paraíso (1980): períodoemquefoirealmenteempolgantefazer cinema em Hollywood- Susan Sontag“Foi um momentomuitoespecíficonoscemanosdahistória do cinema, um momentoemqueirao cinema, pensarsobre cinema, falarsobre cinema tornou-se umaverdadeirapaixão entre estudantesuniversitários e outrosjovens. Você se apaixonavanãopelosatores, maspelopróprio cinema”
Os cineastas dos anos 70 pretendiamderrubarosestúdios, oupelomenostorna-los irrelevantes, pormeiodademocratização  do processo de fazerfilmes, colocando-osnasmãos de qualquer um com talento e determinação.
American Art FilmCenário positivo para estabelecimento: sucesso do exploitationmovie, fracasso dos blockbusters do final de 60 (ainda voltado ao público indiferenciado)
Sucesso de blockbuster-catástrofe na primeira parte da década de 70Blockbuster high concept1975: Tubarão, Star Wars (1977) e Os embalos de sábado à noite (1977) – reencontro com a estabilidade financeiraProgressivo declínio do art filmPúblico jovem massivo
Blockbuster high conceptTubarão:insere lógica de lançamento e publicidade por saturação
Os embalos de sábado à noite: insere a união do mercado do cinema com o da música
Star Wars: o primeiro filme-franquia- Do cinema de majors para a TV, e da TV de volta para o cinema comercial
Blockbuster high conceptFilmes na TV:  horizontalização do mercado e produçãoFim da década de 70: popularização da TV a Cabo e do vídeo domésticoAs cifras do cinema dobram...Triplicam!Aumento da sinergia: venda de produtos relacionados aos filmes
Blockbuster High ConceptDécada de 80: formação dos grandes impérios de entretenimento atuais-Seagram-MCA-Universal, time Warner –AOL, Paramount Communications, Sony-Columbia, etc.(conglomerados pesados e amplamente diversificados se desfazem e se reagrupam)
Blockbuster high conceptPontos que inviabilizariam comercialmente: 	-custo de produção-despesa com o lançamento próximo ao custo de produção-rápida saída do circuito de exibiçãoMas os prejuízos são revertidos aos mercados secundários de exibição e dos produtos conexosSaca?
Blockbuster high conceptSalas de cinema = plataforma de lançamento de produtos multimidiáticos
O filme highconcept se adéqua esteticamente ao cenário econômico-mercadológico atualHighConcept segundo Wyatt5 elementos essenciais:	aparência visual
	performance das estrelas
	música
	personagem
	gênero cinematográficoelementos escolhidos de acordo com a maneira que o filme se integrará ao marketing
1- Aparência visualIluminação baseada na contra-luz
Cores mínimas, tendendo ao P&B
Cenografia hightech inspirada no design industrial contemporâneo
Iluminação que remete à estética publicitária1- Aparência visualE para quê tudo isso?
1- Aparência visualTransformar “visões cotidianas banais” em “espetáculos impactantes”
Levar o espectador a contemplar a “estranheza da imagem”
Montar uma identidade consistente do filme, apesar da aparência superficial2- performance dos astrosRepresentação ostentatória de estrelas em contraposição à atuação naturalista dos demais atores
Módulos autônomos dentro do filme para criar posteriores ações promocionais3- músicaAproximação do público jovem
Concentrar atenção sobre a espetacularidade do filme
Módulos estanques, usados na divulgação do filme e do álbum da trilha sonora3- músicaAproximação do público jovem
Concentrar atenção sobre a espetacularidade do filme
Módulos estanques, usados na divulgação do filme e do álbum da trilha sonora4- tipologização do personagemJá era usada no cinema clássico, mas no highconcept é usada exageradamente
Personagem tipificados com alguns atributos mínimos, principalmente na aparência física5- gênero cinematográficoMeio de economizar a transmissão de informaçãoImensa redução de ser necessário mostrar desejos e motivações
Criação de personagens unidimensionais!Segundo Wyatt, cria-se toda uma cadeia comercial, na qual o filme é apenas um ponto inicial.Surge todo uma questão transmidiática ao redor dos filmes, com jogos eletrônicos, cds de música, objetos que aparecem nos filmes, entre outrosComo um grande exemplo há a franquia Star Wars que será tratada mais adiante...
Principais DiretoresOs jovens que mudaram Hollywood83
Francis FordCoppola
Um pouco sobre meu pai!Nasceu em Detroit, de família ítalo-americana, em 1939.
Desde criança filmava com uma câmera 16mm
Estudou teatro na HofstraUniversity, produzia e dirigia peças recebendo vários méritos – formou-se em 1959.
Eisenstein – Outubro. Gosto pelo cinemaEle teve poliomielite na infância! Guerreiro!
Coppola – Década de 60Entrou na UCLA FilmSchool (UniversityofCaliforniaatLos Angeles FilmSchool)
Produção crescente de curtas e filmes
Premiações como roteirista
You’re a big boy now (1966)
Finian’srainbow (1968) – “Hey George Lucas!”
Therainpeople (1969)
1969: Coppola funda a Zoetrope Studio, contra a subversão do sistema de estúdiosCaracterísticas geraisInfluências de Eisenstein, French e BritishNew Cinema
Temáticas: familiares, questões americanas e musicais
Busca em situações vivenciadas
Inúmeros trabalhos como produtor, roteirista e diretor
Financiou filmes de Akira Kurosawa, Wim Wenders, George Lucas, entre outros.
Stanley Kubrick(26/07/1928 – 07/03/1999)Manhattan, New York, United StatesTalentosoenxadrista
Talentoso Fotógrafo
Medo e Desejo (1953)25 anosAjudafinanceira do pai
GlóriaFeita de Sangue (1957)
Spartacus (1960)Lolita (1962)
2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)
Laranja Mecânica (1971)
O iluminado (1980)Nascido para matar (1987)De olhos bem fechados (1999)
Martin Scorsese (Queens, Nova Iorque, 17 de Novembro de 1942)“o maior diretor americano vivo” Embora seja alvo de grande admiração, e um dos nomes mais reconhecidos da indústria cinematográfica americana no mundo, por muitos anos foi considerado o grande "injustiçado" pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, por nunca ter ganho um Oscar. Em 2007, no entanto, Scorsese livrou-se desta sina ao ganhar o prêmio de Melhor Diretor por Os Infiltrados. Dirigiu diversos filmes, documentários e atuou em alguns de seus filmes.
“Ele estava num nível acima de todos nós. Citava filmes, descrevia-os tomada por tomada. Enquanto nós ainda estávamos quebrando a cabeça, tentando achar a abertura correta do diafragma, ele já estava fazendo pequenas obras-primas.” Diz o diretor Jim McBride sobre Scorsese.
“Toda a minha vida eu tenho oscilado entre Sombras e Cidadão Kane”
Martin Scorsese e Robert De NiroFizeram um total de 9 filmes juntos1970sCaminhos perigososTaxi DriverNew York, New York1980sTouro indomávelO rei da comédia1990sOs bons companheirosCabo do medoCassino
Martin Scorsese e Leonardo Di Caprio2002 -Gangues de Nova York2004 - O Aviador2006 - Os Infiltrados2010 - Ilha do Medo
109
Woody AllenAtor, diretor, escritor, comediante, músico e dramaturgo110
Dados WikipediaNascido em 1935 (75 anos)Allan Stewart KonigsbergBrookllyn, New YorkAos 19 anos, trabalha-va como autor de piadas.111
Filmografia DiscretaDiretor: 45 filmesEscritor: 50 obrasAtor: 57 filmesUS$540 milhõesUS$12 milhõesporfilme112
Colaboradores RecorrentesDiane Keaton: 7Mia Farrow: 9113
Bibliografia Existente...114
Porém Negada!XX115
Abordagem “ingênua” e pessoalProvavelmente limitada e incorreta
Características GeraisAuto-inserção nas tramasDirigir, escrever e atuarTemáticas frequentesUniverso amorosoSentido da existênciaCaracterísticas pessoaisManhattanClarinetePersonagens inteligentes e críticos117
Características Gerais [2]Trânsito entre o drama e a comédiaDuração média de 85 min.Referências humorísticas:Charles ChaplinStand-upComedyHumor intelectualMontyPython’sFlyingCircus118
Características Gerais [3]Identificação imediataPersonagens de mesma aparênciaTrilhas sonoras clássicasFotografia de alta qualidadeExploração funcional dos enquadramentosArticulação da profundidade119
Breve análise da filmografiaO começo da carreira (1966-1979)120
O que Há, Tigresa? (1966)121
O que Há, Tigresa? (1966)PolíciaSecretaInternacionalUm barril de poder de fogoA chave das chavesDublagem em inglêsTransforma ação em comédiaMetalinguagemPrimeiro, depois de “O Vento Levou”122
Um assaltante bem trapalhão (1969)123
Um assaltante bem trapalhão (1969)Take the Money and RunMockmentaryNarração / voz-overEntrevistas com conhecidosIntuito de comédia124
Bananas (1971)125
Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo E Tinha Medo de Perguntar (1972)126
O Dorminhoco (1973)127
A Última Noite de Boris Grushenko (1975)128

CS404 - O Cinema Hollywoodiano

  • 2.
  • 3.
    Segregação AcadêmicaFinal dosanos 1960Visão elitista e defensivaMainstream/vilão vs. Contracinema/mocinhoGlauberianismo3
  • 4.
    CanonizadosGlauber Rocha ecinemanovistasCinema Moderno (Godard, Rouch, Pasolini)AntecessoresEisenstein, Vertov, neo-realistas, Nelson P. dos SantosSucessoresDocumentário contemporâneoDogma 95Cinemas periféricos4
  • 5.
    MarginalizadosProdução sessentista deKhouriNeon-realismo paulista dos anos 1980Trashe horrorCinema juvenil e ficção científicaLúdico e cômico5
  • 6.
    Débitos a HollywoodEstudosnão ideológicosHistória: social, econômica ou tecnológicaEstética: narração, estilo, temáticaTeoria dos gêneros cinematográficosRecepção dos filmes pelas audiênciasCiclo vicioso6
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  • 8.
    Nossos ObjetivosOu, naverdade, os objetivos do Mascarello:Introduzir o debate sobre HollywoodFormato estético-industrialPós-Tubarão e Guerra nas Estrelas8
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    POR QUE ESTUDARHOLLYWOOD?9
  • 10.
    Por que estudarHollywood?Sintonia universitária com padrões globaisCompreender é se vacinar contra coitadismoControle industrialDominação culturalOnipresença históricaEntender para enfrentar ou se adaptarMais informados, menos inconformados10
  • 11.
    Discursos comunsDebilitação narrativaPrivilégiodo espetáculo e ação Detrimento do personagem e da dramaturgiaJuvenilização da audiênciaPrejudica cinema brasileiro e de arte11
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  • 13.
    Para um Midiálogo...Fronteiraentre arte e comercialCobrança de repertório de todos os tiposPosicionamento a respeito de HollywoodPreencher lacuna acadêmicaTrabalhar referências, crítica ou praticamente13
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    “Um enlatado CULTURALnão é como um enlatado industrial”Renato Ortiz14
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    Desvalorização do ContemporâneoTudoquanto é velho eles botam pr'eu ouvirE tanta coisa nova jogam fora sem curtirEu não nego que a poesia dos 50 é bonitaMas todo o sentimento dos 70 onde é que fica?- A verdade sobre a nostalgia18
  • 19.
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    TerminologiaHighConceptCinema pós-modernoPós-Classicismo HollywoodianoCulturada alusãoNova Nova HollywoodCinema neoclássicoNova HollywoodRenascimento HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoPós-Fordismo20
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    TerminologiaNova Nova HollywoodNovaHollywoodRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoCultura da alusãoPós-FordismoFilme de altíssimo orçamento21HighConceptCinema pós-modernoCinema neoclássicoHighConceptRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoCultura da alusãoNova Nova HollywoodPós-Classicismo HollywoodianoPós-Fordismo21Cinema pós-modernoNova Nova HollywoodCinema neoclássicoNova HollywoodRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoCultura da alusãoPós-FordismoFilme de altíssimo orçamentoHighConcept21Cinema pós-modernoCinema neoclássicoRenascimento HollywoodianoPós-Fordismo2121
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    TerminologiaNova Nova HollywoodNovaHollywoodRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoCultura da alusãoPós-FordismoFilme de altíssimo orçamento22HighConceptCinema pós-modernoCinema neoclássicoHighConceptRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoAHHHHHHHHH!Cultura da alusãoNova Nova HollywoodPós-Classicismo HollywoodianoPós-Fordismo22Cinema pós-modernoNova Nova HollywoodCinema neoclássicoNova HollywoodRenascimento HollywoodianoPós-Classicismo HollywoodianoFilme de altíssimo orçamentoCultura da alusãoPós-FordismoFilme de altíssimo orçamentoHighConcept22Cinema pós-modernoCinema neoclássicoRenascimento HollywoodianoPós-Fordismo2222
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    Pluralidade de Termos!Quaisaspectos estão sendo considerados?Qual a natureza e amplitude das avaliações?Simplificando:Nova HollywoodPós-ClassicismoHighConcept23
  • 24.
    Nova HollywoodPrimeiramente, referia-seao AmericanArtFilmRobert AltmanArthur PennFrancis Ford Coppola24
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    Nova HollywoodPassa adesignar maistream pós-1975Contraposição à Velha HollywoodAbandono da pujança narrativa clássicaCarro-chefe de indústria integrada25
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    Pós-Classicismo HollywoodianoContraposição aclássicoTheClassical Hollywood Cinema*Modo de narração clássicoAposta na inexistência do pós-clássicoPolêmica e contestávelPeso histórico-acadêmico do clássico26*David Bordwell
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  • 28.
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    Narrativa e estética(sistema de gêneros)
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    Studio System eStar System
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    Bordwell (TCHC) XBazinO estilo Clássico persiste, mesmo com as mudanças no modo de produção e com o processo de conglomeraçãoDAVID BORDWELLANDRÉ BAZINO Classicismo dos anos 30 logo deu lugar a um cinema “barroco” nos anos 40 , um cinema de grande auto-consciência e estilização, como, por exemplo, os superwesterns.
  • 32.
    HighConceptFilmes pós-1975Rupturas coma Velha ou clássica HollywoodPressão do econômico sobre o estético:Integração horizontal midiáticaCircuito exibidor – PrimárioVídeo e TV – SecundárioNegócios conexos – TerciárioModificações de estilo, narrativa e tema29
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    Mas... Pera aí!Os3 termos são a mesma coisa!?30
  • 34.
    Não!Enfocam objetos ecaracterísticas diferentesTrabalham com oposições diferentesMas...Se aplicam a um mesmo contextoCampos de significação muito próximosA pergunta que fica é...
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    ... qual deveser o foco da discussão?Estética?NarrativaEstiloTécnicaOuEconômica ?ProduçãoMarketingDistribuição32
  • 36.
    Ambos!ConsensoMétodo TCHCDiferenciado dasdemais escolasDetrimento da postura socialMenor diálogo com história da artePossível explicação para segregação33
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    Contexto estético-econômicoSinergia dediferentes mercadosRetroalimentação em marketingMajorscomo peças de conglomeradosNão são as únicas que divulgamNão são as únicas que lucramPropriedade cruzada34
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    Reflexos no EspectadorFruiçãodistanciadaMenor investimento psíquicoEnfraquecimento narrativoFruição recorrenteRepeatViewingContato em diferentes janelasSequência da relação espectatorial35
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    Reflexos nos FilmesProdutosconexos programadosMerchandisingAuto-sabotagem da unidade diegéticaClipes musicaisTrilhas sonorasPublicidade programada36
  • 40.
    Texto e mercadoriaIntertextoe linha de produtos37Similar ao meu conceito de fluxo televisivo!- Raymond WilliamsIndissociação entre:
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    “O cinema comomeio distinto não mais existe”- YvoneTasker38
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    Em contexto deconvergência, existe algum meio distinto?39
  • 44.
    Hollywood, do pós-SegundaGuerra Mundial ao contemporâneo
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    Transição para ocontemporâneoDuas formas principais de argumentação
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    A primeira émais enraizada na natureza organizacional da indústria cinematográfica
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    A segunda tratada interdependência da estética para com os modos de produçãoDesintegração Vertical e o Pós-FordismoCapitalismo do Pós-Segunda Guerra Mudança de um grande mercado indiferenciado de massa abastecido por um limitado número de produtos padronizados, para um mercado heterogeneo, composto por seguimentos específicos.Paramount Decrees (Lei Antitruste) – 1948Impediu com que as grandes companhias exercessem controle sobre todo o processo produtivo, fazendo-as abrir mão do setor de exibiçãoPerda do setor de exibição
  • 48.
    Filmes mais carose em menor quantidade “Independent package production”Crescimento no número de empresas independentes
  • 49.
    tanto de pequenasprodutoras quanto de firmas especializadas (agência de talentos, casas de efeitos especiais etc)
  • 50.
  • 51.
    incorporação das companhiasde cinema com conglomerados maiores, com interesses em outros segmentos do campo do entretenimento.
  • 52.
    Continuidade do OligopólioPerspectivahistórica e econômica1945 – 1975: duro período de transição e incertezas -influências do Noir -impacto da 2ª Guerra Mundial no psicológico de modo geral
  • 53.
    Prenúncios do Pós-clássicoSurgimentodo Superwestern: faroeste impuro e glamourizado;New Movie: apuro de estilo, autoconsciência artítica, esnobismo intelectual.
  • 54.
    “Filme como evento!”Afastamentoda “transparência tradicional do entretenimento hollywoodiano”Sucede-se o AmericanArtFilm1945 -1975 = forte instabilidade para HollywoodAbertura para o artfilme para o highconcept, a seguir.Pauline Kael
  • 55.
  • 56.
    - Martin Scorsese“Algunsamigos meusestavamfalandoqueosanos 70 foram a última Era do Ouro. Eudisse: ‘Como vocêspodemdizerumacoisadessas?’ Elesretrucaram: ‘Olhasó, tinhatodosessesgrandesdiretoresfazendo um filmeatrás do outro. Tinha Altman, Coppola, Spielberg, Lucas...’”
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    BeatlesVelha HollywoodMeados dosanos 60: estúdiosaindanasmãosdageraçãoqueinventara o cinema.ParamountAdolph Zukor com 92 anosBarney Balaban, com 78 anosJack Warner, 73 anos, Warner Bros. Darryl F. Zanuck, de 63 anos, 20th Century Fox.
  • 64.
    Nos anos 30e 40 o produtor contratado pelo estúdio era a única pessoa que via todo o filme do começo ao fim. EXCEÇÃO:United Artists, companhia que deu poder aos diretores desde o início, em 1919, quando foi fundada por Charles Chaplis, Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith.Liberdade artística e porção mais generosa nos lucros
  • 65.
    Resultado: no finaldos anos 60 os estúdios estavam em péssimas condições financeirasVenda de ingressos em 1946: 78,2 milhões de dólaresEm 1971: 15,8 milhões de dólares
  • 66.
    - Steven Spielberg“Osanos 70 foram a primeiravezque as restrições de idadeforamabolidas, e jovenstiverampermissãoparatomartudo de assalto com toda a suaingenuidade e toda a suasabedoria e todososprivilégiosdajuventude. Foiuma avalanche de idéias novas e ousadas e, porisso, os 70 tornaram-se um marco”.
  • 67.
    A ruptura coma Velha Hollywood1967 – Bonnie e Clyde e A primeiranoite de um homem1968 – 2001, umaodisseia no espaço e O bebê de Rosemary1969 – Meuódioserátuaherança, Perdidosnanoite e Semdestino1970 – M*A*S*H* e Cada um vive comoquer1971 – OperaçãoFrança, Ânsia de amar, A últimasessão de cinema e Quandooshomenssãohomens1972 – O poderosochefão
  • 68.
    Movimentobatizadopelaimprensa de NovaHollywood lideradoporuma nova geração de diretores
  • 69.
    Primeira GeraçãoHomensbrancosnascidos domeiopara o fimdadécada de 30 e incluiá Peter Bogdanovich, Francis Coppola, Warren Beaty, Stanley Kubrick, Dennis Hopper, Mike Nichols, Woody Allen, John Cassavetes, William Friedkin, Robert Altman.
  • 70.
    Segunda GeraçãoCompostapelosprimeiros babyboomers, nascidosdurante/após a segunda Guerra Mundial, a geraçãodaescola do cinema: Scorsese, Spielberg, George Lucas, John Milius, Brian de Palma e Terrence Mallick.
  • 71.
    O novo poderdos diretores era legitimadoporsuaprópriaideologia: o conceito de ‘autor’Diretores estão para os filmes assim como os poetas, para os poemas
  • 72.
    Jovens diretores, novosatoresJack NicholsonRobert de NiroDustin HoffmanAl PacinoGene HackmanHarvey KeitelRobert DuvallJane FondaFaye DunawayEllen BurstynDiane Keaton...
  • 73.
    Os anos 70foram a década em que nova york engoliu hollywood
  • 74.
    - Martin Scorsese“Nóséramos só uns caras que queriam fazer filmes, e sabíamos que a qualquer momento podíamos ser destruídos pelo pessoal dos estúdios
  • 75.
    DesafiadoresSemheróis, sem romance,semalguém ‘porquemtorcer’
  • 76.
    Tãoprovocadoreshojequanto o eramno diaemqueforamlançados.
  • 77.
    13 anos entreBonnie e Clyde (1967) e O portal do paraíso (1980): períodoemquefoirealmenteempolgantefazer cinema em Hollywood- Susan Sontag“Foi um momentomuitoespecíficonoscemanosdahistória do cinema, um momentoemqueirao cinema, pensarsobre cinema, falarsobre cinema tornou-se umaverdadeirapaixão entre estudantesuniversitários e outrosjovens. Você se apaixonavanãopelosatores, maspelopróprio cinema”
  • 78.
    Os cineastas dosanos 70 pretendiamderrubarosestúdios, oupelomenostorna-los irrelevantes, pormeiodademocratização  do processo de fazerfilmes, colocando-osnasmãos de qualquer um com talento e determinação.
  • 79.
    American Art FilmCenáriopositivo para estabelecimento: sucesso do exploitationmovie, fracasso dos blockbusters do final de 60 (ainda voltado ao público indiferenciado)
  • 80.
    Sucesso de blockbuster-catástrofena primeira parte da década de 70Blockbuster high concept1975: Tubarão, Star Wars (1977) e Os embalos de sábado à noite (1977) – reencontro com a estabilidade financeiraProgressivo declínio do art filmPúblico jovem massivo
  • 81.
    Blockbuster high conceptTubarão:inserelógica de lançamento e publicidade por saturação
  • 82.
    Os embalos desábado à noite: insere a união do mercado do cinema com o da música
  • 83.
    Star Wars: oprimeiro filme-franquia- Do cinema de majors para a TV, e da TV de volta para o cinema comercial
  • 84.
    Blockbuster high conceptFilmesna TV: horizontalização do mercado e produçãoFim da década de 70: popularização da TV a Cabo e do vídeo domésticoAs cifras do cinema dobram...Triplicam!Aumento da sinergia: venda de produtos relacionados aos filmes
  • 85.
    Blockbuster High ConceptDécadade 80: formação dos grandes impérios de entretenimento atuais-Seagram-MCA-Universal, time Warner –AOL, Paramount Communications, Sony-Columbia, etc.(conglomerados pesados e amplamente diversificados se desfazem e se reagrupam)
  • 86.
    Blockbuster high conceptPontosque inviabilizariam comercialmente: -custo de produção-despesa com o lançamento próximo ao custo de produção-rápida saída do circuito de exibiçãoMas os prejuízos são revertidos aos mercados secundários de exibição e dos produtos conexosSaca?
  • 87.
    Blockbuster high conceptSalasde cinema = plataforma de lançamento de produtos multimidiáticos
  • 88.
    O filme highconceptse adéqua esteticamente ao cenário econômico-mercadológico atualHighConcept segundo Wyatt5 elementos essenciais: aparência visual
  • 89.
  • 90.
  • 91.
  • 92.
    gênero cinematográficoelementos escolhidosde acordo com a maneira que o filme se integrará ao marketing
  • 93.
  • 94.
  • 95.
    Cenografia hightech inspiradano design industrial contemporâneo
  • 96.
    Iluminação que remeteà estética publicitária1- Aparência visualE para quê tudo isso?
  • 97.
    1- Aparência visualTransformar“visões cotidianas banais” em “espetáculos impactantes”
  • 98.
    Levar o espectadora contemplar a “estranheza da imagem”
  • 99.
    Montar uma identidadeconsistente do filme, apesar da aparência superficial2- performance dos astrosRepresentação ostentatória de estrelas em contraposição à atuação naturalista dos demais atores
  • 100.
    Módulos autônomos dentrodo filme para criar posteriores ações promocionais3- músicaAproximação do público jovem
  • 101.
    Concentrar atenção sobrea espetacularidade do filme
  • 102.
    Módulos estanques, usadosna divulgação do filme e do álbum da trilha sonora3- músicaAproximação do público jovem
  • 103.
    Concentrar atenção sobrea espetacularidade do filme
  • 104.
    Módulos estanques, usadosna divulgação do filme e do álbum da trilha sonora4- tipologização do personagemJá era usada no cinema clássico, mas no highconcept é usada exageradamente
  • 105.
    Personagem tipificados comalguns atributos mínimos, principalmente na aparência física5- gênero cinematográficoMeio de economizar a transmissão de informaçãoImensa redução de ser necessário mostrar desejos e motivações
  • 106.
    Criação de personagensunidimensionais!Segundo Wyatt, cria-se toda uma cadeia comercial, na qual o filme é apenas um ponto inicial.Surge todo uma questão transmidiática ao redor dos filmes, com jogos eletrônicos, cds de música, objetos que aparecem nos filmes, entre outrosComo um grande exemplo há a franquia Star Wars que será tratada mais adiante...
  • 107.
    Principais DiretoresOs jovensque mudaram Hollywood83
  • 108.
  • 109.
    Um pouco sobremeu pai!Nasceu em Detroit, de família ítalo-americana, em 1939.
  • 110.
    Desde criança filmavacom uma câmera 16mm
  • 111.
    Estudou teatro naHofstraUniversity, produzia e dirigia peças recebendo vários méritos – formou-se em 1959.
  • 112.
    Eisenstein – Outubro.Gosto pelo cinemaEle teve poliomielite na infância! Guerreiro!
  • 113.
    Coppola – Décadade 60Entrou na UCLA FilmSchool (UniversityofCaliforniaatLos Angeles FilmSchool)
  • 114.
  • 115.
  • 116.
    You’re a bigboy now (1966)
  • 117.
    Finian’srainbow (1968) –“Hey George Lucas!”
  • 118.
  • 119.
    1969: Coppola fundaa Zoetrope Studio, contra a subversão do sistema de estúdiosCaracterísticas geraisInfluências de Eisenstein, French e BritishNew Cinema
  • 120.
  • 121.
  • 122.
    Inúmeros trabalhos comoprodutor, roteirista e diretor
  • 123.
    Financiou filmes deAkira Kurosawa, Wim Wenders, George Lucas, entre outros.
  • 127.
    Stanley Kubrick(26/07/1928 –07/03/1999)Manhattan, New York, United StatesTalentosoenxadrista
  • 128.
  • 129.
    Medo e Desejo(1953)25 anosAjudafinanceira do pai
  • 130.
  • 131.
  • 132.
    2001: Uma Odisséiano Espaço (1968)
  • 133.
  • 134.
    O iluminado (1980)Nascidopara matar (1987)De olhos bem fechados (1999)
  • 136.
    Martin Scorsese (Queens, Nova Iorque, 17de Novembro de 1942)“o maior diretor americano vivo” Embora seja alvo de grande admiração, e um dos nomes mais reconhecidos da indústria cinematográfica americana no mundo, por muitos anos foi considerado o grande "injustiçado" pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, por nunca ter ganho um Oscar. Em 2007, no entanto, Scorsese livrou-se desta sina ao ganhar o prêmio de Melhor Diretor por Os Infiltrados. Dirigiu diversos filmes, documentários e atuou em alguns de seus filmes.
  • 137.
    “Ele estava numnível acima de todos nós. Citava filmes, descrevia-os tomada por tomada. Enquanto nós ainda estávamos quebrando a cabeça, tentando achar a abertura correta do diafragma, ele já estava fazendo pequenas obras-primas.” Diz o diretor Jim McBride sobre Scorsese.
  • 138.
    “Toda a minhavida eu tenho oscilado entre Sombras e Cidadão Kane”
  • 139.
    Martin Scorsese eRobert De NiroFizeram um total de 9 filmes juntos1970sCaminhos perigososTaxi DriverNew York, New York1980sTouro indomávelO rei da comédia1990sOs bons companheirosCabo do medoCassino
  • 141.
    Martin Scorsese eLeonardo Di Caprio2002 -Gangues de Nova York2004 - O Aviador2006 - Os Infiltrados2010 - Ilha do Medo
  • 144.
  • 145.
    Woody AllenAtor, diretor,escritor, comediante, músico e dramaturgo110
  • 146.
    Dados WikipediaNascido em1935 (75 anos)Allan Stewart KonigsbergBrookllyn, New YorkAos 19 anos, trabalha-va como autor de piadas.111
  • 147.
    Filmografia DiscretaDiretor: 45filmesEscritor: 50 obrasAtor: 57 filmesUS$540 milhõesUS$12 milhõesporfilme112
  • 148.
  • 149.
  • 150.
  • 151.
    Abordagem “ingênua” epessoalProvavelmente limitada e incorreta
  • 152.
    Características GeraisAuto-inserção nastramasDirigir, escrever e atuarTemáticas frequentesUniverso amorosoSentido da existênciaCaracterísticas pessoaisManhattanClarinetePersonagens inteligentes e críticos117
  • 153.
    Características Gerais [2]Trânsitoentre o drama e a comédiaDuração média de 85 min.Referências humorísticas:Charles ChaplinStand-upComedyHumor intelectualMontyPython’sFlyingCircus118
  • 154.
    Características Gerais [3]IdentificaçãoimediataPersonagens de mesma aparênciaTrilhas sonoras clássicasFotografia de alta qualidadeExploração funcional dos enquadramentosArticulação da profundidade119
  • 155.
    Breve análise dafilmografiaO começo da carreira (1966-1979)120
  • 156.
    O que Há,Tigresa? (1966)121
  • 157.
    O que Há,Tigresa? (1966)PolíciaSecretaInternacionalUm barril de poder de fogoA chave das chavesDublagem em inglêsTransforma ação em comédiaMetalinguagemPrimeiro, depois de “O Vento Levou”122
  • 158.
    Um assaltante bemtrapalhão (1969)123
  • 159.
    Um assaltante bemtrapalhão (1969)Take the Money and RunMockmentaryNarração / voz-overEntrevistas com conhecidosIntuito de comédia124
  • 160.
  • 161.
    Tudo o QueVocê Sempre Quis Saber Sobre Sexo E Tinha Medo de Perguntar (1972)126
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  • 163.
    A Última Noitede Boris Grushenko (1975)128