O documento descreve a invenção da tecnologia 3D no cinema pelo inventor brasileiro Sebastião Comparato na década de 1930. Apesar de sua invenção ter antecedido a versão norte-americana em quase duas décadas, Comparato não recebeu o devido crédito e viu sua invenção ser atribuída aos EUA. O documento também discute o retorno do 3D nos cinemas a partir de 2000 com o objetivo de atrair público em meio à concorrência da internet.