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DIREÇÃO DE ARTE E
FOTOGRAFIA
NO CINEMA
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
DIREÇÃO DE ARTE
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
PROCESSO DE APRENDIZAGEM
• No início do cinema, o que se via na tela era uma transposição das técnicas
teatrais de cenotécnica, maquiagem e figurino.
• O cinema dos primórdios, da década de 1910 a 1920, era teatral, a
composição visual ainda se apoiava na pintura e na fotografia.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
METROPOLIS
METROPOLIS (1927) - FRITZ LANG
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
• Filme alemão de ficção científica.
• A mais cara produção até então filmada na Europa.
• Considerado por especialistas um dos grandes expoentes do
expressionismo alemão (obra-prima à frente do seu tempo).
• Fortes cenas de expressão visual, com o recurso a efeitos especiais, algumas
cenas se tornaram clássicas (panorâmica da cidade com os seus veículos
voadores e passagens suspensas).
METROPOLIS
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
ENCOURAÇADO POTEMKIN
ENCOURAÇADO POTEMKIN (1925) - SERGEI EISENSTEIN
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
ENCOURAÇADO POTEMKIN
• Impressão de uma grande ópera filmada ou de quadros numa exposição
(cenários grandiosos em longos planos abertos, cada plano foi estudado
como se fosse uma pintura).
• Descoberta através do experimentalismo para criar uma linguagem própria.
• A técnica influenciou muito nesse processo, as câmeras não possuíam
mobilidade (limitações).
• As primeiras atrizes do cinema mudo usavam maquiagem amarela para
aumentar o contraste com os olhos, o filme, de pouca sensibilidade à luz,
deixava a pele humana cinza.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
SURGIMENTO
• Com a evolução dos equipamentos e com o desenvolvimento de uma
linguagem cinematográfica, surgiu a necessidade de mais profissionais
especialistas em criar elementos visuais para o "olhar da câmera".
• Com o aumento da equipe foi necessária a criação do diretor de arte.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
DÉCADA DE 1940
• Os estúdios americanos trabalhavam como grandes indústrias
cinematográficas, com vários filmes sendo produzidos ao mesmo tempo.
• O fator técnico decisivo para a logística da filmagem era o Technicolor, que
exigia uma câmera grande que trabalhava com quatro chassis de filme ao
mesmo tempo, fixada em gruas ou travellings para poder ser movimentada,
operada por até 6 pessoas. A falta de mobilidade exigia o máximo controle
de condições climáticas e de iluminação.
• Tudo se construía em estúdio e iluminado artificialmente.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
TECHNICOLOR
• Marca norte-americana pertencente à Technicolor Motion Picture
Corporation, criada em 1916.
• Forma de produção cinematográfica em filme colorido (Coloração de
Filmes).
• Exigia o uso de cores fortes e contrastantes nos figurinos e cenários.
• O trabalho da direção de arte era limitado ao conjunto de regras do
Technicolor, não era utilizado semitons ou cores pastéis.
• Foi a segunda maior empresa de coloração, após Kinemacolor (Britânica).
• Muito usada nos estúdios de Hollywood de 1922 a 1952.
• Utilizada até a década de 1970.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
EMPRESAS DOMINANTES
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
TECHNICOLOR
THREE-STRIP TECHNICOLOR CAMERA (1930)
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
NOUVELLE VAGUE
• Movimento artístico do cinema francês que se insere no movimento
contestatório (década de 1960).
• A expressão foi lançada por Françoise Giroud, em 1958, na revista L’Express
ao fazer referência a novos cineastas franceses.
• Sem grande apoio financeiro, os primeiros filmes conotados com esta
expressão eram caracterizados pela juventude dos seus autores (unidos pela
vontade comum de transgredir as regras normalmente aceites do cinema
comercial).
• O marco inaugural deste movimento é considerado o filme Nas Garras do
Vício (Le Beau Serge), do diretor Claude Chabrol.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
NOUVELLE VAGUE
• Intransigência com os moldes narrativos do cinema estabelecido.
• Construção cinematográfica tendo consciência do cinema enquanto aparato.
• Sátira sobre a própria linguagem cinematográfica (onde se firmam os clichês
visuais).
• Cenas focam o psicológico dos personagens, suas impressões cotidianas e
banais (sujeito sobrepõe a lógica das cenas).
• Resgate do ar livre (ambiente externo), produzindo filmes em preto e branco
com câmeras leves.
• Realismo italiano valorizou o homem (ambiente humano como ele é).
• O cinema começa a ter variedade de linguagens e estilos.
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HOLLYWOOD
• Vocação industrial.
• Atores e atrizes se transformam em ídolos e mitos.
• Walt Disney começa a produzir animações na década de 1950.
• O Diretor de Arte ganha mais espaço para trabalhar.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
DÉCADA DE 1970
• A partir desta década, a direção de arte passou a ser um conceito muito mais
sofisticado.
• Stanley Kubrick e Frederico Fellini transformaram o trabalho de Direção de
Arte.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
MAESTRO VISUAL
•O diretor de arte coordena, afina e harmoniza os elementos visuais que
compõe a cena, que será iluminada e fotografada (Cinema ou TV).
• Equipe composta de cenógrafos, cenotécnicos, pintores, figurinistas,
maquiadores, cabelereiros, produtores de objetos, técnicos de efeitos
especiais e mais recente, especialistas em computação gráfica.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
TAREFA COMPLEXA
• A Direção de Arte de um filme envolve:
• Pesquisa,
• Cálculo de custos,
• Gerenciamento de pessoas.
• Profundo conhecimento sobre:
• História da arte,
• Técnicas de construção de cenário,
• Criação 3D (Computador),
• Iluminação,
• Fotografia.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
PLANO NA FILMAGEM
• O diretor de arte precisa se relacionar com os outros departamentos do
filme (especialmente com o diretor de fotografia e o coordenador da
produção).
• Na TV o trabalho é um pouco diferente do cinema, geralmente as pessoas
têm contrato fixo e um departamento onde se armazena o material de cena
(contra-regra).
• A boa direção de arte faz com que os elementos visuais sejam harmoniosos
e dentro da época/momento retratados.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
• Foi um dos cineastas mais criativos de todos os tempos.
• Surrealista e humanista.
• Criou uma galeria de personagens bizarros e cenários de sonhos.
• A Cinecittá (estúdios-cidade) foi seu ambiente.
• Seus filmes tem uma linguagem visual muito particular (mistura
reconstruções de lugares reais em estúdio – como a réplica da Fontana di
Trevi em Oito e Meio e cenários artificiais - oceano de plástico e o fundo
pintado de La Nave Va).
FEDERICO FELLINI
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FEDERICO FELLINI
8 1/2 (1963)
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FEDERICO FELLINI
AMARCORD (1973)
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
• Fotógrafo.
• Transformava seus filmes em obras de arte visuais.
• Em 1974, realiza Barry Lyndon e dá condições a suas duas diretoras de arte para que
realizem um filme de época de uma forma que não havia ainda sido feita.
• A direção de arte faz uma extensa pesquisa (roupas da época, perucas, maquiagem).
• Sua equipe adquire roupas em leilões, peças originais da época.
• Cada plano foi produzido como pintura.
• Fabrica uma câmera especial para filmar à luz de velas (resultado foi um filme lento,
ambientes irretocávies, iluminado apenas com luz natural e velas, cada personagem
está caracterizado como se vestia na época, cada cenário e locação foi preparado
para dar a impressão ao espectador que voltou no tempo, que o que está assistindo é
uma reconstituição perfeita).
STANLEY KUBRICK
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STANLEY KUBRICK
BARRY LYNDON (1975)
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STANLEY KUBRICK
2001:A SPACE ODYSSEY (1968)
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CLOCKWORK ORANGE (1971)
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STANLEY KUBRICK
THE SHINNING (1980)
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STANLEY KUBRICK
FULL METAL JACKET (1987)
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GEORGE LUCAS
• Inovou com os filmes de ficção científica.
• Star Wars utilizou uma técnica desenvolvida pelos estúdios Disney para criar
cenários realistas: placas de vidro pintadas onde os personagens são depois
“colados” na montagem do filme.
• Técnicas de montagem ainda eram as mesmas desde a década de 20.
• Lucas estava descontente com os efeitos visuais e decidiu fundar a Industrial
"Light and Magic".
• A direção de arte ganhou um novo departamento: a computação gráfica.
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GEORGE LUCAS
STAR WARS IV (1977)
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
DIRETOR DE ARTE
• Apesar de toda a tecnologia atual e das quase infinitivas possibilidades de
produção, o princípio criativo do diretor de arte permanece o mesmo:
Transformar em realidade o que o diretor e os roteiristas do filme
imaginaram.
• Construir um mundos de sonhos (estúdio ou computador).
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DIREÇÃO DE ARTE
“Tudo que você vê na tela, enquadrado
pela câmera, é direção de arte.”
Lina Chamie
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
FOTOGRAFIA
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
O QUE É?
• Responsável pela forma como o roteiro cinematográfico é transposto para a
película ou vídeo - fotografia.
• A produção segue suas orientações (padrão técnico e artístico da imagem).
• Responsável pela seleção, aprovação e direção de utilização do equipamento
(câmera, película, a câmera de vídeo - digital), lentes, filtros e equipamento de
iluminação.
• Pode ser responsável por examinar e aprovar os locais de filmagens (Diretor
de Arte - cenários, vestuário, adereços; Continuísta e Técnicos de maquiagem).
• Sua função é provocar. Tem a missão de reunir imagens que informem e
encantem ao mesmo tempo.
• Define o enquadramento, a iluminação e o tempo para destacar um momento.
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DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
FOTOGRAFIA
AVATAR (OSCAR DE FOTOGRAFIA 2010)
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Direção de Arte e Fotografia no Cinema

  • 1. DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA
  • 2. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA DIREÇÃO DE ARTE
  • 3. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA PROCESSO DE APRENDIZAGEM • No início do cinema, o que se via na tela era uma transposição das técnicas teatrais de cenotécnica, maquiagem e figurino. • O cinema dos primórdios, da década de 1910 a 1920, era teatral, a composição visual ainda se apoiava na pintura e na fotografia.
  • 4. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA METROPOLIS METROPOLIS (1927) - FRITZ LANG
  • 5. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA • Filme alemão de ficção científica. • A mais cara produção até então filmada na Europa. • Considerado por especialistas um dos grandes expoentes do expressionismo alemão (obra-prima à frente do seu tempo). • Fortes cenas de expressão visual, com o recurso a efeitos especiais, algumas cenas se tornaram clássicas (panorâmica da cidade com os seus veículos voadores e passagens suspensas). METROPOLIS
  • 6. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA ENCOURAÇADO POTEMKIN ENCOURAÇADO POTEMKIN (1925) - SERGEI EISENSTEIN
  • 7. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA ENCOURAÇADO POTEMKIN • Impressão de uma grande ópera filmada ou de quadros numa exposição (cenários grandiosos em longos planos abertos, cada plano foi estudado como se fosse uma pintura). • Descoberta através do experimentalismo para criar uma linguagem própria. • A técnica influenciou muito nesse processo, as câmeras não possuíam mobilidade (limitações). • As primeiras atrizes do cinema mudo usavam maquiagem amarela para aumentar o contraste com os olhos, o filme, de pouca sensibilidade à luz, deixava a pele humana cinza.
  • 8. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA SURGIMENTO • Com a evolução dos equipamentos e com o desenvolvimento de uma linguagem cinematográfica, surgiu a necessidade de mais profissionais especialistas em criar elementos visuais para o "olhar da câmera". • Com o aumento da equipe foi necessária a criação do diretor de arte.
  • 9. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA DÉCADA DE 1940 • Os estúdios americanos trabalhavam como grandes indústrias cinematográficas, com vários filmes sendo produzidos ao mesmo tempo. • O fator técnico decisivo para a logística da filmagem era o Technicolor, que exigia uma câmera grande que trabalhava com quatro chassis de filme ao mesmo tempo, fixada em gruas ou travellings para poder ser movimentada, operada por até 6 pessoas. A falta de mobilidade exigia o máximo controle de condições climáticas e de iluminação. • Tudo se construía em estúdio e iluminado artificialmente.
  • 10. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA TECHNICOLOR • Marca norte-americana pertencente à Technicolor Motion Picture Corporation, criada em 1916. • Forma de produção cinematográfica em filme colorido (Coloração de Filmes). • Exigia o uso de cores fortes e contrastantes nos figurinos e cenários. • O trabalho da direção de arte era limitado ao conjunto de regras do Technicolor, não era utilizado semitons ou cores pastéis. • Foi a segunda maior empresa de coloração, após Kinemacolor (Britânica). • Muito usada nos estúdios de Hollywood de 1922 a 1952. • Utilizada até a década de 1970.
  • 11. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA EMPRESAS DOMINANTES
  • 12. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA TECHNICOLOR THREE-STRIP TECHNICOLOR CAMERA (1930)
  • 13. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA NOUVELLE VAGUE • Movimento artístico do cinema francês que se insere no movimento contestatório (década de 1960). • A expressão foi lançada por Françoise Giroud, em 1958, na revista L’Express ao fazer referência a novos cineastas franceses. • Sem grande apoio financeiro, os primeiros filmes conotados com esta expressão eram caracterizados pela juventude dos seus autores (unidos pela vontade comum de transgredir as regras normalmente aceites do cinema comercial). • O marco inaugural deste movimento é considerado o filme Nas Garras do Vício (Le Beau Serge), do diretor Claude Chabrol.
  • 14. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA NOUVELLE VAGUE • Intransigência com os moldes narrativos do cinema estabelecido. • Construção cinematográfica tendo consciência do cinema enquanto aparato. • Sátira sobre a própria linguagem cinematográfica (onde se firmam os clichês visuais). • Cenas focam o psicológico dos personagens, suas impressões cotidianas e banais (sujeito sobrepõe a lógica das cenas). • Resgate do ar livre (ambiente externo), produzindo filmes em preto e branco com câmeras leves. • Realismo italiano valorizou o homem (ambiente humano como ele é). • O cinema começa a ter variedade de linguagens e estilos.
  • 15. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA HOLLYWOOD • Vocação industrial. • Atores e atrizes se transformam em ídolos e mitos. • Walt Disney começa a produzir animações na década de 1950. • O Diretor de Arte ganha mais espaço para trabalhar.
  • 16. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA DÉCADA DE 1970 • A partir desta década, a direção de arte passou a ser um conceito muito mais sofisticado. • Stanley Kubrick e Frederico Fellini transformaram o trabalho de Direção de Arte.
  • 17. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA MAESTRO VISUAL •O diretor de arte coordena, afina e harmoniza os elementos visuais que compõe a cena, que será iluminada e fotografada (Cinema ou TV). • Equipe composta de cenógrafos, cenotécnicos, pintores, figurinistas, maquiadores, cabelereiros, produtores de objetos, técnicos de efeitos especiais e mais recente, especialistas em computação gráfica.
  • 18. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA TAREFA COMPLEXA • A Direção de Arte de um filme envolve: • Pesquisa, • Cálculo de custos, • Gerenciamento de pessoas. • Profundo conhecimento sobre: • História da arte, • Técnicas de construção de cenário, • Criação 3D (Computador), • Iluminação, • Fotografia.
  • 19. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA PLANO NA FILMAGEM • O diretor de arte precisa se relacionar com os outros departamentos do filme (especialmente com o diretor de fotografia e o coordenador da produção). • Na TV o trabalho é um pouco diferente do cinema, geralmente as pessoas têm contrato fixo e um departamento onde se armazena o material de cena (contra-regra). • A boa direção de arte faz com que os elementos visuais sejam harmoniosos e dentro da época/momento retratados.
  • 20. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA • Foi um dos cineastas mais criativos de todos os tempos. • Surrealista e humanista. • Criou uma galeria de personagens bizarros e cenários de sonhos. • A Cinecittá (estúdios-cidade) foi seu ambiente. • Seus filmes tem uma linguagem visual muito particular (mistura reconstruções de lugares reais em estúdio – como a réplica da Fontana di Trevi em Oito e Meio e cenários artificiais - oceano de plástico e o fundo pintado de La Nave Va). FEDERICO FELLINI
  • 21. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA FEDERICO FELLINI 8 1/2 (1963)
  • 22. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA FEDERICO FELLINI AMARCORD (1973)
  • 23. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA • Fotógrafo. • Transformava seus filmes em obras de arte visuais. • Em 1974, realiza Barry Lyndon e dá condições a suas duas diretoras de arte para que realizem um filme de época de uma forma que não havia ainda sido feita. • A direção de arte faz uma extensa pesquisa (roupas da época, perucas, maquiagem). • Sua equipe adquire roupas em leilões, peças originais da época. • Cada plano foi produzido como pintura. • Fabrica uma câmera especial para filmar à luz de velas (resultado foi um filme lento, ambientes irretocávies, iluminado apenas com luz natural e velas, cada personagem está caracterizado como se vestia na época, cada cenário e locação foi preparado para dar a impressão ao espectador que voltou no tempo, que o que está assistindo é uma reconstituição perfeita). STANLEY KUBRICK
  • 24. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA STANLEY KUBRICK BARRY LYNDON (1975)
  • 25. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA STANLEY KUBRICK 2001:A SPACE ODYSSEY (1968)
  • 26. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA STANLEY KUBRICK CLOCKWORK ORANGE (1971)
  • 27. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA STANLEY KUBRICK THE SHINNING (1980)
  • 28. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA STANLEY KUBRICK FULL METAL JACKET (1987)
  • 29. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA GEORGE LUCAS • Inovou com os filmes de ficção científica. • Star Wars utilizou uma técnica desenvolvida pelos estúdios Disney para criar cenários realistas: placas de vidro pintadas onde os personagens são depois “colados” na montagem do filme. • Técnicas de montagem ainda eram as mesmas desde a década de 20. • Lucas estava descontente com os efeitos visuais e decidiu fundar a Industrial "Light and Magic". • A direção de arte ganhou um novo departamento: a computação gráfica.
  • 30. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA GEORGE LUCAS STAR WARS IV (1977)
  • 31. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA DIRETOR DE ARTE • Apesar de toda a tecnologia atual e das quase infinitivas possibilidades de produção, o princípio criativo do diretor de arte permanece o mesmo: Transformar em realidade o que o diretor e os roteiristas do filme imaginaram. • Construir um mundos de sonhos (estúdio ou computador).
  • 32. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA DIREÇÃO DE ARTE “Tudo que você vê na tela, enquadrado pela câmera, é direção de arte.” Lina Chamie
  • 33. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA FOTOGRAFIA
  • 34. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA O QUE É? • Responsável pela forma como o roteiro cinematográfico é transposto para a película ou vídeo - fotografia. • A produção segue suas orientações (padrão técnico e artístico da imagem). • Responsável pela seleção, aprovação e direção de utilização do equipamento (câmera, película, a câmera de vídeo - digital), lentes, filtros e equipamento de iluminação. • Pode ser responsável por examinar e aprovar os locais de filmagens (Diretor de Arte - cenários, vestuário, adereços; Continuísta e Técnicos de maquiagem). • Sua função é provocar. Tem a missão de reunir imagens que informem e encantem ao mesmo tempo. • Define o enquadramento, a iluminação e o tempo para destacar um momento.
  • 35. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA FOTOGRAFIA AVATAR (OSCAR DE FOTOGRAFIA 2010)
  • 36. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA FOTOGRAFIA A ORIGEM (OSCAR DE FOTOGRAFIA 2011)
  • 37. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA FOTOGRAFIA O AVIADOR (OSCAR DE FOTOGRAFIA 2005)
  • 38. www.mauriciomallet.com DIREÇÃO DE ARTE E FOTOGRAFIA NO CINEMA FOTOGRAFIA O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON