SlideShare uma empresa Scribd logo
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
CONGESTIVA
Discentes: Anne Cardim, Cíntia Costa, Elandia
Moreno, Greice Santana, Laís Santos, Larissa
Cerqueira, Laura Helena, Rafaela Lima,
Shâmara Lisboa.
DEFINIÇÃO
 A insuficiência cardíaca (IC) pode ser definida como uma
síndrome clínica na qual uma desordem estrutural ou
funcional do coração leva a diminuição da capacidade do
ventrículo em ejetar e/ou se encher de sangue nas pressões
de enchimento fisiológicas.
(Lameu,2005)
 Assim, o coração não consegue fornecer o fluxo de sangue
adequado para o resto do corpo.
(Krause, 2005)
EPIDEMIOLOGIA
FISIOPATOLOGIA
 IC pode ser classificada de acordo com:
Lado do coração
afetado (direito ou
esquerdo)
Parte do ciclo cardíaco
envolvido (disfunção
sistólica ou diastólica)
80-90% portadores de IC: Sintomas cuja origem é disfunção
ventrículo esquerdo.
Mahan et al, 2005
FISIOPATOLOGIA
IC: precipitada por diferentes doenças que causam dano
ao tecido e às células.
Mahan etal, 2005
Também por: agentes
tóxicos (álcool,
quimioterápicos) ou por
doenças sistêmicas
HAS, doença cardíaca
isquêmica ou congênita,
miocardite, valvulopatiase
cardiomiopatiachagásica
FISIOPATOLOGIA
SINTOMAS
 Distúrbio hemodinâmicos e alterações neuro-hormonais
Manifestações mais frequentes:
 Dispnéia / Fadiga / Edema
 Pode ocorrer baixo débito cardíaco com alterações na
perfusão periférica, como:
 Sudorese, palidez cutâneo-mucosa e manifestações de baixo
fluxo cerebral;
(Cuppari,2009)
SINTOMAS
 Caso haja falência ventricular direita: Congestão hepática,
plenitude gástrica e dor no hipocôndrio direito
 Arritmias: Podem também justificar quadros de palpitações,
síncope e até morte súbita.
 Retenção de Líquidos (causada pela falência do ventrículo
esquerdo e por congestão venocapilar):
Sintoma mais freqüente na IC e é progressivo.
Cansaço aos grandes esforços até em repouso ou sob forma de
dispnéia paroxística noturna.
SINTOMAS
Tolerância aos esforços habituais:
Utilizada para estimar a gravidade da IC
Classificação funcional (NYHA)
 -Classe I: paciente é assintomático em atividades
habituais.
 -Classe II: assintomático em repouso. Sintomas podem
ser desencadeados pela atividade física habitual.
 -Classe III: assintomático em repouso, porém com
sintomas em atividade < que habitual.
 -Classe IV: apresenta sintomas (dispnéia, fadiga e
palpitações) que podem ocorrer aos menores esforços e
mesmo em repouso.
New York Heart Association (NYHA), apud Fisher, 1972
 Estágio I: Intervenção terapêutica
Alto risco de desenvolver IC pela presença de condições clínicas
associadas à IC
Pacientes não apresentam alteração do pericárdio, miocárdio ou de
valvas cardíacas
 Fatores etiológicos:
-HAS, coronariopatia, DM, histórico de cardiotoxidade, tratamento por
droga ou abuso de álcool, histórico pessoal de febre reumática, historia
familiar de cardiomiopatia.
 Estágio II: Intervenção terapêutica
Já desenvolveram cardiopatia estrutural sabidamente associada à IC,
mas nunca exibiram sinais ou sintomas da doença
 Alterações:
-hipertrofia ventricular esquerda ou fibrose, dilatação ventricular
esquerda ou hipocontratilidade, e valvulopatia.
(SBC,2002)
 Estágio III: Intervenção terapêutica
Sintomas prévios ou presentes de IC associados com cardiopatia
estrutural subjacente:
Pacientes com dispnéia ou fadiga por disfunção ventricular
esquerda sistólica; assintomáticos sob tratamento para prevenção
da IC.
Estágio IV: Intervenção especializada e cuidados paliativos
Pacientes com cardiopatia estrutural e sintomas acentuados de
IC em repouso, apesar da terapia clínica máxima.
Hospitalizados por IC ou que não podem receber alta;
hospitalizados esperando transplante; em casa sob tratamento de
suporte intravenoso ou sob circulação assistida; em unidade
especial para manejo da IC.
TRATAMENTO
 Abordagem terapêutica multidisciplinar;
 Modificações no estilo de vida, fármacos, intervenção
cirúrgica e transplante cardíaco;
 A Abordagem terapêutica tem como objetivos
principais:
 Minimizar os sintomas;
 Melhorar a qualidade de vida dos pacientes;
 Dentre todas as abordagens terapêuticas : Abordado o
tratamento dietoterápico.
Veloso, 2005
ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS
ICC
ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS
ICC
ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS
ICC
ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS
ICC
ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS
ICC
ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS
ICC
ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS
ICC
 Importantes objetivos na prática clínica:
 Identificar as principais causas da desnutrição;
 Compreender o melhor momento para a inserção da
terapia nutricional ;
 A terapia nutricional precoce: diminuir o número de
complicações, tempo e custos da internação
hospitalar ;
 Terapia nutricional bem sucedida: diagnóstico
nutricional de forma adequada;
AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
 Avaliação nutricional em pacientes com IC :
 Evolução clínica;
 Exame físico;
 Antropometria;
 Parâmetros bioquímicos, imunológicos;
 História dietética e ingestão alimentar que refletem na
alteração da composição corpórea;
 Avaliação Subjetiva Global: não validada em Pacientes
com ICC
 Porém: pode ser método adequado por avaliar aspectos
importantes como: história clínica, exame físico,
anamnese alimentar e histórica de perda de peso
recente.
 Pode estar prejudicada devido à retenção hídrica.
 O edema pode provocar alterações no peso e nas dobras
cutâneas, mascarar a perda de massa muscular.
Cuppari, 2009
AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
 Circunferências da panturrilha, da coxa e do braço
-Indicador mais sensível de massa corporal magra
em pacientes cardíacos que retêm líquidos.
Retenção hídrica: IMC sempre associado a outros
indicadores;
 Bioimpedância: Pode ser utilizada, porém é
altamente limitado devido à retenção hídrica.
 Marcadores bioquímicos: albumina, pré-albumina,
transferrina.
 Desproporcionalmente baixos em razão do
desequilíbrio hidroeletrolítico.
Krause, 2005
TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS
 Introduzida o mais precocemente possível :
 Objetivos principais:
 Fornecer energia e nutrientes necessários para minimizar a
perda de peso;
 Recuperar o estado nutricional;
 Evitar a sobrecarga cardíaca ;
Lameu, 2005; Cuppari, 2009
 Necessidade energéticas:
 Estimada com base na recomendação:
 28Kcal/Kg PC/dia
 32Kcal/Kg PC/ dia
 Peso atual deve ser utilizado-Pacientes com edema deve-se
estimar o peso ajustado.
Silva, 2007; Cuppari, 2009
TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS
TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS
 Suprir as necessidades energéticas de pacientes
hospitalizados (anorexia);
 Aumentar a densidade calórica das preparações:
 Módulos de nutrientes;
 Suplementos nutricionais especializados;
 Aumento de gordura da dieta;
Cuppari, 2009
Carboidratos:
50 a 60% do valor calórico total
Excesso de CHO (alta carga glicêmica): podem
agravar a resistência à insulina, comumente
encontrado em pacientes com IC, representando mau
prognóstico.
Kok & Costa, 2002; Silva, 2007; Cuppari, 2009
TERAPIA NUTRICIONAL
 Proteínas:
Desnutrição grave a recomendação de proteínas é de 1,5 a
2,0g/Kg/dia.
Peso atual deve ser utilizado para cálculo. Se edema: utilizar o
peso ajustado.
Insuficiência renal: receber orientações individualizadas em
relação às proteínas.
Silva, 2007; Kok &Costa, 2002
Lipídios:
25 a 30% do valor calórico total;
Preferência às gorduras mono e poliinsaturadas e restringir
gorduras trans e saturadas.
Silva, 2007; Cuppari, 2009
TERAPIA NUTRICIONAL
 Colesterol não deve ultrapassar 200mg/dia. Seleção é
importante para pacientes com dislipidemias.
 Apesar de pacientes com DEP geralmente não apresentarem
hipercolesterolemia, a promoção de ganho de peso deve ser
saudável.
 Má absorção de gordura: ocorre em cerca de 1/3 dos pacientes
com caquexia cardíaca. Quando ocorrer esteatorréia:
suplementação de TCM.
SBC, 2002
 Micronutrientes: Não há recomendações específicas para
pacientes com IC adequado: utilização da Ingestão Dietética
Recomendada (RDA)Lembrar: estabelecidas para atender
necessidades de indivíduos saudáveis, pode subestimar
necessidades reais de pacientes com IC.
TERAPIA NUTRICIONAL
 Restrição de sódio: de acordo com o grau de IC e com o
balanço hidroeletrolítico. Restrições mais severas: pouco
indicadas (geralmente para pacientes hospitalizados, cuja
tolerância ao sódio é incomumente baixa).
 Hipocalemia: toxicidade digital (sintomas: náuseas,
vômitos, desconforto abdominal, arritmia entre outros).
 Recomendação de potássio: 50 a 70 mEq.
 Caso o paciente apresente comprometimento renal essa
recomendação deve ser reavaliada.
 Oferta:atingida com consumo de frutas, legumes,
verduras e leguminosas;-Em alguns casos: necessário a
suplementação medicamentosa.
SBC, 2002
TERAPIA NUTRICIONAL
 Alguns diuréticos favorecem excreção de magnésio:
 Hipomagnesemia: associada com pior prognóstico.
 Níveis séricos de magnésio devem ser monitorados em
pacientes com IC e a oferta deve ser realizada de forma
adequada.
 Vitaminas lipossolúveis (A, D, E eK):
 Repor quando o paciente apresentar má-absorção de
gorduras.
 Atenção à oferta de tiamina: alguns diuréticos aumentam
sua excreção.
 A deficiência leva a prejuízo do metabolismo oxidativo,
especialmente do carboidrato, favorecendo o acúmulo de
piruvato e lactato, que pode agravar a IC.
TERAPIA NUTRICIONAL
 Restrição hídrica:
 Nem sempre é necessária e deve ser estabelecida
de acordo com ao grau da IC e quadro clínico do
paciente.
 A restrição varia entre 600 a 1500 ml, dependendo
do balanço hídrico do paciente.
 A restrição hídrica e de sódio são frequentemente
interrompidas com a alta hospitalar.
 Fibra alimentar:
 Recomendação é de 20 a 30gpor dia. Prevenir
obstipação intestinal e consequente esforço para
evacuar: pode predispor alterações no ritmo
cardíaco.
TERAPIA NUTRICIONAL
 Palatabilidade:
 Dieta geralmente pouco saborosa: favorece diminuição
da ingestão alimentar.
 Para melhorar a palatabilidade: utilizar condimentos
naturais com baixo teor de sódio.
 Fracionamento: 5-6 refeições ao dia, podendo chegar
a 8. Pequenos volumes, evitando o aumento do
trabalho cardíaco durante o processo de digestão e
uma sobrecarga pós-prandial.
 Consistência:
 Modificada de acordo com a aceitação e o quadro
clínico do paciente. Dietas com consistência pastosa
geralmente são utilizadas pela presença de dispnéia e
dificuldade de mastigação.
TERAPIA NUTRICIONAL
 Se a ingestão oral estiver abaixo de 60%:
 Necessária suplementação com fórmula enteral.
Promover a recuperação do paciente e melhorar o seu
prognóstico.
Considerações finais Acompanhamento nutricional
individualizado Intervenções nutricionais precoces TN não
segue regras fixas Realizar avaliação criteriosa e com
senso crítico.
Lameu, 2005; Cuppari, 2009; Silva, 2007
REFERÊNCIAS
 New York Heart Association (NYHA), apud Fisher,
1972;
 Lameu, 2005; Cuppari, 2009; Silva, 2007;
 Silva, 2007; Kok &Costa, 2002;
 Mahan et al, 2005;
 SBC, 2002; Krause 2005;

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-baseGasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Flávia Salame
 
Acidente Vascular Encefálico
Acidente Vascular EncefálicoAcidente Vascular Encefálico
Acidente Vascular Encefálico
Brenda Lahlou
 
Estudo de caso clinico
Estudo de caso clinicoEstudo de caso clinico
Estudo de caso clinico
Grupo Ivan Ervilha
 
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...
José Alexandre Pires de Almeida
 
Apresentação caso clínico
Apresentação caso clínicoApresentação caso clínico
Apresentação caso clínico
janinemagalhaes
 
Insuficiência cardíaca 2017
Insuficiência cardíaca 2017Insuficiência cardíaca 2017
Insuficiência cardíaca 2017
pauloalambert
 
Insuficiencia cardiaca.slideshare
Insuficiencia cardiaca.slideshareInsuficiencia cardiaca.slideshare
Insuficiencia cardiaca.slideshare
Marco Aguiar
 
Gasometria Arterial
Gasometria ArterialGasometria Arterial
Gasometria Arterial
resenfe2013
 
Aula Insuficiência Renal Aguda
Aula Insuficiência Renal AgudaAula Insuficiência Renal Aguda
Aula Insuficiência Renal Aguda
Jucie Vasconcelos
 
TCE
TCETCE
Infarto Agudo do Miocárdio
Infarto Agudo do MiocárdioInfarto Agudo do Miocárdio
Infarto Agudo do Miocárdio
Danielle Alexia
 
Distúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticosDistúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticos
resenfe2013
 
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativasAssistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
resenfe2013
 
Insuficiencia cardiaca
Insuficiencia cardiacaInsuficiencia cardiaca
Insuficiencia cardiaca
LAC
 
Avaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de EnfermagemAvaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de Enfermagem
resenfe2013
 
Choque
Choque   Choque
Choque
ivanaferraz
 
Infarto agudo do miocárdio
Infarto agudo do miocárdioInfarto agudo do miocárdio
Infarto agudo do miocárdio
Laboratório Sérgio Franco
 
Balanco hidrico
Balanco hidricoBalanco hidrico
Balanco hidrico
eduardo leao
 
Exame Físico
Exame FísicoExame Físico
Exame Físico
lacmuam
 
Insuficiência Renal Crônica
Insuficiência Renal CrônicaInsuficiência Renal Crônica
Insuficiência Renal Crônica
ivanaferraz
 

Mais procurados (20)

Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-baseGasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
Gasometria Arterial- Distúrbios do Equilíbrio Ácido-base
 
Acidente Vascular Encefálico
Acidente Vascular EncefálicoAcidente Vascular Encefálico
Acidente Vascular Encefálico
 
Estudo de caso clinico
Estudo de caso clinicoEstudo de caso clinico
Estudo de caso clinico
 
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...
Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) e Síndrome do Desconforto Respiratóri...
 
Apresentação caso clínico
Apresentação caso clínicoApresentação caso clínico
Apresentação caso clínico
 
Insuficiência cardíaca 2017
Insuficiência cardíaca 2017Insuficiência cardíaca 2017
Insuficiência cardíaca 2017
 
Insuficiencia cardiaca.slideshare
Insuficiencia cardiaca.slideshareInsuficiencia cardiaca.slideshare
Insuficiencia cardiaca.slideshare
 
Gasometria Arterial
Gasometria ArterialGasometria Arterial
Gasometria Arterial
 
Aula Insuficiência Renal Aguda
Aula Insuficiência Renal AgudaAula Insuficiência Renal Aguda
Aula Insuficiência Renal Aguda
 
TCE
TCETCE
TCE
 
Infarto Agudo do Miocárdio
Infarto Agudo do MiocárdioInfarto Agudo do Miocárdio
Infarto Agudo do Miocárdio
 
Distúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticosDistúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticos
 
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativasAssistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
Assistência de Enfermagem na administração de drogas vasoativas
 
Insuficiencia cardiaca
Insuficiencia cardiacaInsuficiencia cardiaca
Insuficiencia cardiaca
 
Avaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de EnfermagemAvaliação e o processo de Enfermagem
Avaliação e o processo de Enfermagem
 
Choque
Choque   Choque
Choque
 
Infarto agudo do miocárdio
Infarto agudo do miocárdioInfarto agudo do miocárdio
Infarto agudo do miocárdio
 
Balanco hidrico
Balanco hidricoBalanco hidrico
Balanco hidrico
 
Exame Físico
Exame FísicoExame Físico
Exame Físico
 
Insuficiência Renal Crônica
Insuficiência Renal CrônicaInsuficiência Renal Crônica
Insuficiência Renal Crônica
 

Destaque

Insuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestivaInsuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestiva
Solange Broggine
 
Insuficiencia cardiaca 2015
Insuficiencia cardiaca 2015Insuficiencia cardiaca 2015
Insuficiencia cardiaca 2015
Sergio Butman
 
Insuficiencia cardíaca congestiva
Insuficiencia cardíaca congestivaInsuficiencia cardíaca congestiva
Insuficiencia cardíaca congestiva
Daniel Villarroel
 
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaInsuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Cesar Martin Moran
 
Ppt insuficiencia cardiaca
Ppt insuficiencia cardiacaPpt insuficiencia cardiaca
Ppt insuficiencia cardiaca
alopezmagallanes
 
Insuficiencia cardiaca 2016
Insuficiencia cardiaca  2016Insuficiencia cardiaca  2016
Insuficiencia cardiaca 2016
Alfonso Jauregui
 
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaInsuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
lorenalow
 

Destaque (7)

Insuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestivaInsuficiência cardíaca congestiva
Insuficiência cardíaca congestiva
 
Insuficiencia cardiaca 2015
Insuficiencia cardiaca 2015Insuficiencia cardiaca 2015
Insuficiencia cardiaca 2015
 
Insuficiencia cardíaca congestiva
Insuficiencia cardíaca congestivaInsuficiencia cardíaca congestiva
Insuficiencia cardíaca congestiva
 
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaInsuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
 
Ppt insuficiencia cardiaca
Ppt insuficiencia cardiacaPpt insuficiencia cardiaca
Ppt insuficiencia cardiaca
 
Insuficiencia cardiaca 2016
Insuficiencia cardiaca  2016Insuficiencia cardiaca  2016
Insuficiencia cardiaca 2016
 
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca CongestivaInsuficiencia Cardiaca Congestiva
Insuficiencia Cardiaca Congestiva
 

Semelhante a Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC

Caquexia
CaquexiaCaquexia
Caquexia
uhgeri
 
Manual 2
 Manual 2 Manual 2
Manual 2
carlosmozer
 
Cetoacidose Diabética
Cetoacidose DiabéticaCetoacidose Diabética
Cetoacidose Diabética
Joyce Wadna
 
Terapia Nutricional Em Uti Final
Terapia Nutricional Em Uti    FinalTerapia Nutricional Em Uti    Final
Terapia Nutricional Em Uti Final
galegoo
 
Anais cbep sm na infancia
Anais cbep   sm na infanciaAnais cbep   sm na infancia
Anais cbep sm na infancia
gisa_legal
 
Obesidade
ObesidadeObesidade
Obesidade
Ann Bainne
 
NutriçãO Em Cirurgia
NutriçãO Em CirurgiaNutriçãO Em Cirurgia
NutriçãO Em Cirurgia
José Roberto Lima
 
Apresentação IC
Apresentação ICApresentação IC
Apresentação IC
Tereza Paula
 
Insuficiência cardíaca aguda
Insuficiência cardíaca aguda Insuficiência cardíaca aguda
Insuficiência cardíaca aguda
betoivomedeiros
 
Defesa tese mestrado everton
Defesa tese mestrado   evertonDefesa tese mestrado   everton
Defesa tese mestrado everton
Everton Cazzo
 
Nutrição em Cirurgia
Nutrição em CirurgiaNutrição em Cirurgia
Enf Reab Cardiaca
Enf Reab CardiacaEnf Reab Cardiaca
Enf Reab Cardiaca
Belmiro Rocha
 
Terapia Nutricional na DPOC
Terapia Nutricional na DPOCTerapia Nutricional na DPOC
Terapia Nutricional na DPOC
Ana Carolina Teixeira
 
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
ONCOcare
 
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
Liliana Mendes
 
Fases da rcv
Fases da rcvFases da rcv
Fases da rcv
Marcela Mihessen
 
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
Marcos Mendes Almeida
 
Obesidade interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Obesidade  interações com dieta e hormônios reguladores do apetiteObesidade  interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Obesidade interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Van Der Häägen Brazil
 
Jornada 2012
Jornada 2012Jornada 2012
Jornada 2012
Marina Grandini
 
Hidroterapia reabilitacao
Hidroterapia reabilitacaoHidroterapia reabilitacao
Hidroterapia reabilitacao
ricardovianna81
 

Semelhante a Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC (20)

Caquexia
CaquexiaCaquexia
Caquexia
 
Manual 2
 Manual 2 Manual 2
Manual 2
 
Cetoacidose Diabética
Cetoacidose DiabéticaCetoacidose Diabética
Cetoacidose Diabética
 
Terapia Nutricional Em Uti Final
Terapia Nutricional Em Uti    FinalTerapia Nutricional Em Uti    Final
Terapia Nutricional Em Uti Final
 
Anais cbep sm na infancia
Anais cbep   sm na infanciaAnais cbep   sm na infancia
Anais cbep sm na infancia
 
Obesidade
ObesidadeObesidade
Obesidade
 
NutriçãO Em Cirurgia
NutriçãO Em CirurgiaNutriçãO Em Cirurgia
NutriçãO Em Cirurgia
 
Apresentação IC
Apresentação ICApresentação IC
Apresentação IC
 
Insuficiência cardíaca aguda
Insuficiência cardíaca aguda Insuficiência cardíaca aguda
Insuficiência cardíaca aguda
 
Defesa tese mestrado everton
Defesa tese mestrado   evertonDefesa tese mestrado   everton
Defesa tese mestrado everton
 
Nutrição em Cirurgia
Nutrição em CirurgiaNutrição em Cirurgia
Nutrição em Cirurgia
 
Enf Reab Cardiaca
Enf Reab CardiacaEnf Reab Cardiaca
Enf Reab Cardiaca
 
Terapia Nutricional na DPOC
Terapia Nutricional na DPOCTerapia Nutricional na DPOC
Terapia Nutricional na DPOC
 
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos46   tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
46 tratamento da caquexia no paciente em cuidados paliativos
 
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
LILIANA MENDES Mini curso jovem gastro df cirrose e suas complicações
 
Fases da rcv
Fases da rcvFases da rcv
Fases da rcv
 
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
3ª Idade, Hipertensão Arterial, Moléstias Coronarianas e Atividades Físicas
 
Obesidade interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Obesidade  interações com dieta e hormônios reguladores do apetiteObesidade  interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
Obesidade interações com dieta e hormônios reguladores do apetite
 
Jornada 2012
Jornada 2012Jornada 2012
Jornada 2012
 
Hidroterapia reabilitacao
Hidroterapia reabilitacaoHidroterapia reabilitacao
Hidroterapia reabilitacao
 

Mais de Cíntia Costa

Estudo de Caso - Hepatopata
Estudo de Caso - HepatopataEstudo de Caso - Hepatopata
Estudo de Caso - Hepatopata
Cíntia Costa
 
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveisIntervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Cíntia Costa
 
Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição OncológicaConsenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
Cíntia Costa
 
Rins - Apresentação
Rins - ApresentaçãoRins - Apresentação
Rins - Apresentação
Cíntia Costa
 
Obesidade
ObesidadeObesidade
Obesidade
Cíntia Costa
 
Diabetes Mellitus
Diabetes MellitusDiabetes Mellitus
Diabetes Mellitus
Cíntia Costa
 
Úlcera Por Pressão
Úlcera Por PressãoÚlcera Por Pressão
Úlcera Por Pressão
Cíntia Costa
 
Dislipidemias
DislipidemiasDislipidemias
Dislipidemias
Cíntia Costa
 
Fitoterapia
FitoterapiaFitoterapia
Fitoterapia
Cíntia Costa
 
Apresentação TNE
Apresentação TNEApresentação TNE
Apresentação TNE
Cíntia Costa
 
Estudo de Caso
Estudo de CasoEstudo de Caso
Estudo de Caso
Cíntia Costa
 

Mais de Cíntia Costa (11)

Estudo de Caso - Hepatopata
Estudo de Caso - HepatopataEstudo de Caso - Hepatopata
Estudo de Caso - Hepatopata
 
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveisIntervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
 
Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição OncológicaConsenso Nacional de Nutrição Oncológica
Consenso Nacional de Nutrição Oncológica
 
Rins - Apresentação
Rins - ApresentaçãoRins - Apresentação
Rins - Apresentação
 
Obesidade
ObesidadeObesidade
Obesidade
 
Diabetes Mellitus
Diabetes MellitusDiabetes Mellitus
Diabetes Mellitus
 
Úlcera Por Pressão
Úlcera Por PressãoÚlcera Por Pressão
Úlcera Por Pressão
 
Dislipidemias
DislipidemiasDislipidemias
Dislipidemias
 
Fitoterapia
FitoterapiaFitoterapia
Fitoterapia
 
Apresentação TNE
Apresentação TNEApresentação TNE
Apresentação TNE
 
Estudo de Caso
Estudo de CasoEstudo de Caso
Estudo de Caso
 

Último

Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
balmeida871
 
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagemAula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Jssica597589
 
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema TegumentarSeminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
PatrciaOliveiraPat
 
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacteriasTuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
CarolLopes74
 
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptxtccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
DvilaSoares1
 
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
NanandorMacosso
 
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamenteSeminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
LasAraujo12
 
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabiConferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
FabianeOlegario2
 
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
danielecarvalho75
 

Último (9)

Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
Vitamina K2 e a Pele Saudável: Descubra os Segredos para uma Aparência Jovem ...
 
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagemAula PNAB.... curso técnico de enfermagem
Aula PNAB.... curso técnico de enfermagem
 
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema TegumentarSeminário para saúde: Sistema Tegumentar
Seminário para saúde: Sistema Tegumentar
 
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacteriasTuberculose manual modulo 1 micobacterias
Tuberculose manual modulo 1 micobacterias
 
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptxtccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
tccemmodelodeslideparaparesentacaotcc2.pptx
 
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
02. Alimentação saudável Autor Biblioteca Virtual em Saúde MS.pdf
 
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamenteSeminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
Seminário Aleitamento Materno em PDF disponivel gratuitamente
 
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabiConferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
Conferência de saúde - Fpolis.pptx01fabi
 
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA (1).pptx
 

Insuficiência Cardíaca Congestiva - ICC

  • 1. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA Discentes: Anne Cardim, Cíntia Costa, Elandia Moreno, Greice Santana, Laís Santos, Larissa Cerqueira, Laura Helena, Rafaela Lima, Shâmara Lisboa.
  • 2. DEFINIÇÃO  A insuficiência cardíaca (IC) pode ser definida como uma síndrome clínica na qual uma desordem estrutural ou funcional do coração leva a diminuição da capacidade do ventrículo em ejetar e/ou se encher de sangue nas pressões de enchimento fisiológicas. (Lameu,2005)  Assim, o coração não consegue fornecer o fluxo de sangue adequado para o resto do corpo. (Krause, 2005)
  • 4. FISIOPATOLOGIA  IC pode ser classificada de acordo com: Lado do coração afetado (direito ou esquerdo) Parte do ciclo cardíaco envolvido (disfunção sistólica ou diastólica) 80-90% portadores de IC: Sintomas cuja origem é disfunção ventrículo esquerdo. Mahan et al, 2005
  • 5. FISIOPATOLOGIA IC: precipitada por diferentes doenças que causam dano ao tecido e às células. Mahan etal, 2005 Também por: agentes tóxicos (álcool, quimioterápicos) ou por doenças sistêmicas HAS, doença cardíaca isquêmica ou congênita, miocardite, valvulopatiase cardiomiopatiachagásica
  • 7. SINTOMAS  Distúrbio hemodinâmicos e alterações neuro-hormonais Manifestações mais frequentes:  Dispnéia / Fadiga / Edema  Pode ocorrer baixo débito cardíaco com alterações na perfusão periférica, como:  Sudorese, palidez cutâneo-mucosa e manifestações de baixo fluxo cerebral; (Cuppari,2009)
  • 8. SINTOMAS  Caso haja falência ventricular direita: Congestão hepática, plenitude gástrica e dor no hipocôndrio direito  Arritmias: Podem também justificar quadros de palpitações, síncope e até morte súbita.  Retenção de Líquidos (causada pela falência do ventrículo esquerdo e por congestão venocapilar): Sintoma mais freqüente na IC e é progressivo. Cansaço aos grandes esforços até em repouso ou sob forma de dispnéia paroxística noturna.
  • 9. SINTOMAS Tolerância aos esforços habituais: Utilizada para estimar a gravidade da IC Classificação funcional (NYHA)  -Classe I: paciente é assintomático em atividades habituais.  -Classe II: assintomático em repouso. Sintomas podem ser desencadeados pela atividade física habitual.  -Classe III: assintomático em repouso, porém com sintomas em atividade < que habitual.  -Classe IV: apresenta sintomas (dispnéia, fadiga e palpitações) que podem ocorrer aos menores esforços e mesmo em repouso. New York Heart Association (NYHA), apud Fisher, 1972
  • 10.  Estágio I: Intervenção terapêutica Alto risco de desenvolver IC pela presença de condições clínicas associadas à IC Pacientes não apresentam alteração do pericárdio, miocárdio ou de valvas cardíacas  Fatores etiológicos: -HAS, coronariopatia, DM, histórico de cardiotoxidade, tratamento por droga ou abuso de álcool, histórico pessoal de febre reumática, historia familiar de cardiomiopatia.  Estágio II: Intervenção terapêutica Já desenvolveram cardiopatia estrutural sabidamente associada à IC, mas nunca exibiram sinais ou sintomas da doença  Alterações: -hipertrofia ventricular esquerda ou fibrose, dilatação ventricular esquerda ou hipocontratilidade, e valvulopatia. (SBC,2002)
  • 11.  Estágio III: Intervenção terapêutica Sintomas prévios ou presentes de IC associados com cardiopatia estrutural subjacente: Pacientes com dispnéia ou fadiga por disfunção ventricular esquerda sistólica; assintomáticos sob tratamento para prevenção da IC. Estágio IV: Intervenção especializada e cuidados paliativos Pacientes com cardiopatia estrutural e sintomas acentuados de IC em repouso, apesar da terapia clínica máxima. Hospitalizados por IC ou que não podem receber alta; hospitalizados esperando transplante; em casa sob tratamento de suporte intravenoso ou sob circulação assistida; em unidade especial para manejo da IC.
  • 12. TRATAMENTO  Abordagem terapêutica multidisciplinar;  Modificações no estilo de vida, fármacos, intervenção cirúrgica e transplante cardíaco;  A Abordagem terapêutica tem como objetivos principais:  Minimizar os sintomas;  Melhorar a qualidade de vida dos pacientes;  Dentre todas as abordagens terapêuticas : Abordado o tratamento dietoterápico. Veloso, 2005
  • 13. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 14. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 15. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 16. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 17. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 18. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC
  • 19. ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS ICC  Importantes objetivos na prática clínica:  Identificar as principais causas da desnutrição;  Compreender o melhor momento para a inserção da terapia nutricional ;  A terapia nutricional precoce: diminuir o número de complicações, tempo e custos da internação hospitalar ;  Terapia nutricional bem sucedida: diagnóstico nutricional de forma adequada;
  • 20. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL  Avaliação nutricional em pacientes com IC :  Evolução clínica;  Exame físico;  Antropometria;  Parâmetros bioquímicos, imunológicos;  História dietética e ingestão alimentar que refletem na alteração da composição corpórea;  Avaliação Subjetiva Global: não validada em Pacientes com ICC  Porém: pode ser método adequado por avaliar aspectos importantes como: história clínica, exame físico, anamnese alimentar e histórica de perda de peso recente.  Pode estar prejudicada devido à retenção hídrica.  O edema pode provocar alterações no peso e nas dobras cutâneas, mascarar a perda de massa muscular. Cuppari, 2009
  • 21. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL  Circunferências da panturrilha, da coxa e do braço -Indicador mais sensível de massa corporal magra em pacientes cardíacos que retêm líquidos. Retenção hídrica: IMC sempre associado a outros indicadores;  Bioimpedância: Pode ser utilizada, porém é altamente limitado devido à retenção hídrica.  Marcadores bioquímicos: albumina, pré-albumina, transferrina.  Desproporcionalmente baixos em razão do desequilíbrio hidroeletrolítico. Krause, 2005
  • 22. TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS  Introduzida o mais precocemente possível :  Objetivos principais:  Fornecer energia e nutrientes necessários para minimizar a perda de peso;  Recuperar o estado nutricional;  Evitar a sobrecarga cardíaca ; Lameu, 2005; Cuppari, 2009  Necessidade energéticas:  Estimada com base na recomendação:  28Kcal/Kg PC/dia  32Kcal/Kg PC/ dia  Peso atual deve ser utilizado-Pacientes com edema deve-se estimar o peso ajustado. Silva, 2007; Cuppari, 2009
  • 23. TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS
  • 24. TERAPIA NUTRICIONAL NAS CARDIOPATIAS  Suprir as necessidades energéticas de pacientes hospitalizados (anorexia);  Aumentar a densidade calórica das preparações:  Módulos de nutrientes;  Suplementos nutricionais especializados;  Aumento de gordura da dieta; Cuppari, 2009 Carboidratos: 50 a 60% do valor calórico total Excesso de CHO (alta carga glicêmica): podem agravar a resistência à insulina, comumente encontrado em pacientes com IC, representando mau prognóstico. Kok & Costa, 2002; Silva, 2007; Cuppari, 2009
  • 25. TERAPIA NUTRICIONAL  Proteínas: Desnutrição grave a recomendação de proteínas é de 1,5 a 2,0g/Kg/dia. Peso atual deve ser utilizado para cálculo. Se edema: utilizar o peso ajustado. Insuficiência renal: receber orientações individualizadas em relação às proteínas. Silva, 2007; Kok &Costa, 2002 Lipídios: 25 a 30% do valor calórico total; Preferência às gorduras mono e poliinsaturadas e restringir gorduras trans e saturadas. Silva, 2007; Cuppari, 2009
  • 26. TERAPIA NUTRICIONAL  Colesterol não deve ultrapassar 200mg/dia. Seleção é importante para pacientes com dislipidemias.  Apesar de pacientes com DEP geralmente não apresentarem hipercolesterolemia, a promoção de ganho de peso deve ser saudável.  Má absorção de gordura: ocorre em cerca de 1/3 dos pacientes com caquexia cardíaca. Quando ocorrer esteatorréia: suplementação de TCM. SBC, 2002  Micronutrientes: Não há recomendações específicas para pacientes com IC adequado: utilização da Ingestão Dietética Recomendada (RDA)Lembrar: estabelecidas para atender necessidades de indivíduos saudáveis, pode subestimar necessidades reais de pacientes com IC.
  • 27. TERAPIA NUTRICIONAL  Restrição de sódio: de acordo com o grau de IC e com o balanço hidroeletrolítico. Restrições mais severas: pouco indicadas (geralmente para pacientes hospitalizados, cuja tolerância ao sódio é incomumente baixa).  Hipocalemia: toxicidade digital (sintomas: náuseas, vômitos, desconforto abdominal, arritmia entre outros).  Recomendação de potássio: 50 a 70 mEq.  Caso o paciente apresente comprometimento renal essa recomendação deve ser reavaliada.  Oferta:atingida com consumo de frutas, legumes, verduras e leguminosas;-Em alguns casos: necessário a suplementação medicamentosa. SBC, 2002
  • 28. TERAPIA NUTRICIONAL  Alguns diuréticos favorecem excreção de magnésio:  Hipomagnesemia: associada com pior prognóstico.  Níveis séricos de magnésio devem ser monitorados em pacientes com IC e a oferta deve ser realizada de forma adequada.  Vitaminas lipossolúveis (A, D, E eK):  Repor quando o paciente apresentar má-absorção de gorduras.  Atenção à oferta de tiamina: alguns diuréticos aumentam sua excreção.  A deficiência leva a prejuízo do metabolismo oxidativo, especialmente do carboidrato, favorecendo o acúmulo de piruvato e lactato, que pode agravar a IC.
  • 29. TERAPIA NUTRICIONAL  Restrição hídrica:  Nem sempre é necessária e deve ser estabelecida de acordo com ao grau da IC e quadro clínico do paciente.  A restrição varia entre 600 a 1500 ml, dependendo do balanço hídrico do paciente.  A restrição hídrica e de sódio são frequentemente interrompidas com a alta hospitalar.  Fibra alimentar:  Recomendação é de 20 a 30gpor dia. Prevenir obstipação intestinal e consequente esforço para evacuar: pode predispor alterações no ritmo cardíaco.
  • 30. TERAPIA NUTRICIONAL  Palatabilidade:  Dieta geralmente pouco saborosa: favorece diminuição da ingestão alimentar.  Para melhorar a palatabilidade: utilizar condimentos naturais com baixo teor de sódio.  Fracionamento: 5-6 refeições ao dia, podendo chegar a 8. Pequenos volumes, evitando o aumento do trabalho cardíaco durante o processo de digestão e uma sobrecarga pós-prandial.  Consistência:  Modificada de acordo com a aceitação e o quadro clínico do paciente. Dietas com consistência pastosa geralmente são utilizadas pela presença de dispnéia e dificuldade de mastigação.
  • 31. TERAPIA NUTRICIONAL  Se a ingestão oral estiver abaixo de 60%:  Necessária suplementação com fórmula enteral. Promover a recuperação do paciente e melhorar o seu prognóstico. Considerações finais Acompanhamento nutricional individualizado Intervenções nutricionais precoces TN não segue regras fixas Realizar avaliação criteriosa e com senso crítico. Lameu, 2005; Cuppari, 2009; Silva, 2007
  • 32. REFERÊNCIAS  New York Heart Association (NYHA), apud Fisher, 1972;  Lameu, 2005; Cuppari, 2009; Silva, 2007;  Silva, 2007; Kok &Costa, 2002;  Mahan et al, 2005;  SBC, 2002; Krause 2005;