Análise e Sistemática de Processos
Utilidade de Processos Criação de novos negócios Criação de novos produtos Melhorias de qualidade Ganhos em eficiência e eficácia Controle de recursos
Influências Acionistas Cenário econômico Concorrência Novas tecnologias Leis Clientes Governos etc
Essência dos Negócios (I) Conhecer os objetivos Fatores Críticos de Sucesso Resultados esperados
Essência dos Negócios (II) Quais processos serão criados Natureza de cada processo
Processos de Negócio Conjunto de atividades que tem por objetivo transformar insumos (entradas), adicionando-lhes valor através de procedimentos, em bens ou serviços (saída) que serão entregues e devem atender aos clientes. Tadeu Cruz, “Sistemas, Métodos e Processos”, Ed. Atlas
Processo de Negócio Entradas Processamento Saídas
Evolução Processos artesanais 1811 - I Revolução Industrial - Novos desenhos produtivos Décadas de 60-80 - O&M – Abordagem de processos administrativos e não processos industriais Final da década de 90 – Processos de Negócio
Impacto de TI sobre os Processos (I) Tecnologia Mudança no Processo Resultado Laptops Visitas de vendas Aumento de vendas Internet Vendas on-line Aumento de vendas Bancos de artigos Pesquisas via internet Rendimento escolar
Impacto de TI sobre os Processos (II) Eliminação de intermediários Desintermediação Monitoramento de processos Acompanhamento Modifica a seqüência do processo ou permite o paralelismo Seqüencial Captação de informações e compreensão Informacional Eliminação do trabalho humano Automacional Explicação Tipo de Impacto
Impacto de TI sobre os Processos (III) Captação e distribuição de bens intelectuais (bases de conhecimento) Intelectual Melhoria de coordenação de atividades Integrativo Coordenação à distância Geográfico Melhora na tomada de decisões Analítico Explicação Tipo de Impacto
Exemplos dos principais processos - IBM Captação de informações do mercado Seleção de Mercados Desenvolvimento de Softwares Marketing Integração de solução
Exemplos dos principais processos - XEROX Engenharia e projetos de produtos Gerenciamento de Marketing Gerenciamento de RH Jurídico
Hierarquia Planejamento Estratégico Objetivos Metas Plano Operacional Processos de Negócio
Abordagem de Melhoria de Processos (I) Reengenharia de Processos Radical TQM Melhoria de processos ABC Valor da atividade Valor dos custos Valor dos processos Incremental Melhoria Contínua Projeto (Uma vez) Contexto Resultado
Abordagem de Melhoria de Processos (II) Davenport, p. 167, 1994 TQM – Gestão da Qualidade Total Ferramentas de Qualidade Melhoria contínua dos processos administrativos Melhoria do Processo Empresarial Abordagens consultivas Análise do valor de cada etapa do processo Simplificar um processo/reduzir custo e tempo Análise do Valor do Processo Contabilidade para seleção de produtos Formação de custos sobre a análise do valor adicionado Cortar custos Custos baseados em Atividade (ABC) Raízes Métodos Objetivo Abordagem
Abordagem de Melhoria de Processos (III) Davenport, p. 167, 1994 Sistemas competitivos Alavanca de mudança / Visão Futura Usar alavancas de mudança para melhorar processos-chave Reengenharia do Processo Empresarial Análise de Sistemas Descrição de processos atuais e futuros Construir sistemas de acordo com o processo Engenharia da Informação Raízes Métodos Objetivo Abordagem
Abordagem de Alto Nível Identificação dos processos para reengenharia Identificação das alavancas de mudança Desenvolvimento de Visões de Processo Entendimento dos processos existentes Projeto e prototipação do novo processo
Um Novo Projeto Nome do projeto Escopo do projeto Glossário comum Líder do projeto Cronograma Equipe Meios de divulgação
Fases da Vida (I) 1ª Fase: Documentar Organizar Melhorar Simular
Fases da Vida (II) 2ª Fase: Implantar Gerenciar Melhorar
Fases da Vida (III) 3ª Fase: Automatizar Gerenciar Melhorar
Documentação Nível Básico: atividades, papéis funcionais e padrões de medição de desempenho; Nível Intermediário:  Modus operandi , ISO’s Nível Avançado: documentação de processos - Workflow
Tipos de Processos Primários Diretamente ligados à produção Secundários Processos de suporte a outros processos primários ou secundários Latentes Ficam em estado de espera até que sejam solicitados
Seleção de Processos Enumerar os principais processos Determinar os limites dos processos Avaliar a relevância estratégica de cada processo Julgar as condições  reais  de cada processo Qualificar a cultura e política de cada processo
Relevância Estratégica Quatro abordagens Mais importante Mais problemático (condições reais) Qualificação dos processos (ambiente cultural, momento, expectativas, etc) Extensão (administrabilidade)
Elementos do processo (I) Objetivo do Processo Metas do Processo Clientes do Processo Entradas Físicas Entradas Lógicas
Elementos do processo (II) Diretrizes TQM Benchmarking Alocação de Recursos Mão de Obra Medição de Desempenho (controle) Tecnologia da Informação Gerente do Processo
Elementos do processo (III) Saídas Físicas Saídas Lógicas
Exercício – A importância dos Processos Cite 2 boas justificativas para se analisar a empresa sob uma ótica de processos de negócios
Fatores Críticos de Sucesso Estabelecer meta ou objetivo para a atividade e processo Analisar os FCS’s Analisar obstáculos a suplantar Analisar implicações envolvidas Propostas de soluções
Fluxo de Análise de FCS Objetivos Metas Soluções FCS Obstáculos Implicações
Exercício - FCS “ A empresa FOTONET está criando um novo sistema de impressão de fotos via internet. O objetivo do processo é imprimir fotos digitais em papel fotográfico e enviá-los ao cliente.” Cite e justifique: Dois FCS’s Dois possíveis obstáculos para cada FCS citado Analise as implicações envolvidas em cada caso Apresente as soluções possíveis
Fases da Análise de Processos Análise inicial: custos, prazos, recursos Análise do processo atual Modelagem do novo processo Implantação do novo processo Gerenciamento do processo “ Todo sistema complexo tende ao caos” Teoria do Caos
Componentes do Processo Processo Sub-Processo Atividade Atividade Atividade Atividade Procedimento Procedimento Tarefa Tarefa Clientes Externos
Limites do Processo Onde deve começar e terminar a preocupação com o processo? Onde começa e termina o envolvimento dos clientes com o processo? Onde começam e terminam os subprocessos? Há possíveis vantagens da combinação do processo com outros?
Atividades (I) Ocorrências a processar Clientes Internos Papéis funcionais Procedimentos Tarefas Metas
Atividades (II) Métricas de desempenho Regras de negócio Exceções Anomalias Tempos Rotas
Clientes Externos De processos primários: Consumidores, etc. De processos secundários:  Governo; Imprensa; Etc.
Ocorrências Processadas pelas atividades Componentes: Mídia Física: documentos, notas fiscais, etc. Mídia Lógica: informações transportadas por meio eletrônico; Insumos: materiais usados pela atividade para processar a ocorrência
Atividades Conjunto de instruções (conhecidas como procedimentos, normas e regras), mão de obra e tecnologias cujo objetivo é o de processar as entradas para produzir parte do produto de um processo, a fim de atender aos objetivos de sua função dentro da organização
Tipos de Atividades Ativas: Primárias Secundárias Latentes: Internas Externas
Meta Alvo, mira Fim a que se dirigem as ações ou os pensamentos de alguém Baliza, barreira, limite, marco, termo Arco, cidadela, gol Arena Poste ou sinal que, nas corridas de cavalos ou nas regatas, indica o ponto final da carreira Resultados sucessivos a obter na programação de um trabalho Dic. Michaelis
Métricas de Desempenho “ Não se controla o que não se pode medir” Descritivos Numéricos
Exercício – Métricas de Desempenho Crie 3 métricas de desempenho para um processo de aluguel de filmes em uma locadora, justificando sua relevância e explicando como será feita a medição
Clientes Internos Principais usuários dos processos de negócios
Exercício - Clientes Cite e justifique, para um processo de análise contábil de uma empresa: Um cliente interno Um cliente externo
Papéis Funcionais Representação da função de uma atividade em termos operacionais Cada funcionário representa ao menos um papel funcional na organização
Procedimentos Qual a função das atividades, como, quando, recursos utilizados e forma de utiliza-los. “ Um procedimento escrito ou documentado inclui normalmente o escopo da atividade, o que deve ser feito e por qual papel funcional, onde e como deve ser feito; quais materiais , equipamentos e documentos devem ser usados e como a atividade deve ser registrada, controlada e medida” ISO 8402
Tarefas Detalhamento dos procedimentos Ordem das ações Maneira de fazer Ações em cada situação
Regras de Negócio Regras que regem o negócio – e os processos – da empresa Fontes: Políticas internas Leis Mercado Manuais de processos
Exceções Exceção  ≠  Erro Resultados fora do normal Nem sempre necessitam Planos de Contingência Sua aceitação deve ser definida em função do processo em questão
Anomalias Exceção não tratada – Falta de Planos de Contingência adequados Erro
Tempos (I) Tempo de Ciclo : tempo decorrido entre a entrada da ocorrência e sua saída Tempo de Processamento : tempo efetivamente gasto na execução da ocorrência Tempo de Espera : Tempo ocioso. Diferença entre o tempo de Processamento e o tempo de Ciclo
Tempos (II) Tempo Máximo Tempo Médio Tempo Mínimo Os tempos podem ser relativos a processos, atividades ou mesmo tarefas
Rotas Caminhos físicos e/ou lógicos que tem por objetivo conduzir, dentro dos processos de negócios, dados, informações, insumos, subprodutos e produtos
Tipos de Rotas (I) Linear Início Fim Atv 2 Atv 1 Atv 3
Tipos de Rotas (II) Paralela Início Fim Atv 2 b Atv 1 Atv 3 Atv 2 a
Tipos de Rotas (III) Condicionais Início Fim Atv 2 Atv 1 Atv 3 ? Atv 4 Atv 5 Atv 7 Atv 8
Tipos de Rotas (IV) Concorrentes: iniciam ao mesmo tempo e em paralelo Críticas: rotas que podem afetar negativamente o processamento de outras
Tipos de Rotas (V) Eventuais Ad Hoc: executadas eventualmente de forma mais informal, livre Compostas: vários tipos de rotas
Exercício - Rotas Construa a rota do processo de venda de pizza balcão, desde o pedido até a entrega, usando: Rota linear Rotas paralelas Rotas condicionais Rotas compostas
Foco em processos Quem faz X Como fazer
Cultura “ Costumes, crenças e rituais desenvolvidos por um determinado grupo social”
Mudança de Cultura Contínua Lenta Menos traumática Melhoria contínua de ações já praticadas Ruptura Rápida Traumática Messiânica: um futuro glorioso
Nova dimensão de negócios Tempo e Espaço X Tempo
Conhecimento (I) Tácito Interno Algumas vezes, inconsciente Pessoal Explícito Externalizado Transmitido Documentado
Conhecimento (II) Estratégico Global Conduz a empresa Operacional Capacidade de realizar Negócios Emocional Informal Não essencial
Estruturas organizacionais Formais Informais
Modelos organizacionais Mecânico Níveis hierárquicos Hierarquia rígida Tarefas repetitivas Bens Orgânico Funções Mobilidade Atividades de criação Serviços
Estruturas Organizacionais Hierarquia
Estruturas Organizacionais Célula
Estruturas Organizacionais Rede
Migração Definição do modelo Estratégia de implantação De cima para baixo Plano de implantação Implantação Gerenciamento
Analisando Processos Sempre do final para o começo Desenhar processo em função do produto ou serviço Entrevistar as pessoas envolvidas Verificar a validade e necessidade das atividades levantadas Documentar
Exercício – Iniciando a análise Construa um veículo que possua as seguintes características: Leve Barato Baixo consumo
Documentos de Análise Eventograma Infograma Funcionograma
Eventograma (I) “ Técnica para decompor um processo de negócio de negócio em eventos a fim de estudar suas causas e condições, nas atividades geradores e suas abrangências e seus efeitos nas atividades receptoras”
Eventograma (II) Fornecedor Cliente Atv 2 Atv 1 Atv 3 Requerimento Atendimento
Eventograma (III) Processos sempre existem em função de uma demanda (requerimento) Processos devem sempre suprir uma demanda (atendimento) Conhecer o processo através das partes A análise de cada atividade propicia a análise das tarefas O conjunto das atividades forma o processo Cada atividade por ter um ou  n  eventos
Construindo o Eventograma (I) Entrevistar os envolvidos no processo Brainstorming Benchmarking  – interno e externo Listar todas as atividades que supostamente fazem parte do processo
Construindo o Eventograma (II) Descobrir qual, ou quais, atividade termina o processo – Ponto de interação com o cliente do processo Cliente Atv 3 Requerimento Atendimento
Construindo o Eventograma (III) Quais as entradas? Como devem ser enviadas as entradas? Quais as saídas? Preencher formulário  E-P-S Definir atividades que fazem, de fato, parte do processo Calcular – ou levantar - tempos das atividades: tempo de processo, de ciclo e de espera
Construindo o Eventograma (IV) Criar procedimento da atividade Detalhar procedimento:  Tarefas Criar Regras de Negócio Prever exceções Elaborar Plano de Contingência para cada exceção Criar o Eventograma Criar Matriz de Dados
Formulário E-P-S (I) Quais as  entradas físicas  para o evento de primeiro nível? Quais as  entradas lógicas  para o evento de primeiro nível? Quais as  saídas físicas  para o evento de primeiro nível? Quais as  saídas lógicas  para o evento de primeiro nível? E para os  demais níveis , caso existam?
Formulário E-P-S (II) Como devem ser  recebidas  as entradas para que a atividade realize as suas tarefas?
Formulário E-P-S (III) Permite conhecer/definir: Estimativa de quantidade de ocorrências Número e tipo de eventos Existência ou não de clientes externos Clientes internos Papéis funcionais Procedimentos Tarefas
Formulário E-P-S (IV) Permite conhecer/definir: Metas Indicadores de desempenho Regras de Negócios Exceções Planos de Contingência Anomalias Tempos Rotas
Exercício - Eventograma Construa o Eventograma para o processo de venda de livros pela internet, com seu respectivo fluxo, FCS’s, objetivos e regras de negócio
Infograma (I) Análise dos dados e informações de cada processo: origens, destinos e fluxos Dado  ⇒  Informação  ⇒  Conhecimento Dado transforma-se em informação quando é agrupado e contextualizado Dados incorretos geram informações incorretas
Infograma (II) Mídias Lógicas Discos magnéticos Internet Telefones Cartões de memória Exibição em tela Mídias Físicas Papel Extratos Faturas
Infograma (III) Dados: Menor parte do conhecimento. Ex. João da Silva Metadado: Identidade do dado. Ex. Nome do cliente
Infograma (IV) Origem Interna Externa Destino Interno Externo Tipo Automático Manual
Infograma (V) Informações Estruturadas : sob normas e padrões, normalmente possui suporte tecnológico Data  Warehouse Não Estruturadas : informação disponível, mas não organizada de forma a facilitar a sua recuperação Desenhos Folhas soltas
Infograma (VI) As informações devem ser coletadas com base em: Entrevistas Observações Análises Por se tratar de um bem precioso para a empresa, é comum o analista de processos encontrar certa  dificuldade  e  resistência  no fornecimento dos dados É de suma importante que o Analista de Processos tenha acesso a  todos  os dados
Infograma (VII) Para a coleta de dados: Cuidado Paciência Tato Atenção às mídias envolvidas Pedir cópias das mídias Organização Análise cuidadosa do material coletado
Infograma (VIII) Matriz de Dados Levantar Documentar Racionalizar as mídias envolvidas
Exercício - Infograma Construa o Infograma para o processo de venda de livros pela internet
Funcionograma (I) Descrição dos Papéis Funcionais Não é um organograma Cria uma árvore organizacional destinada a  suportar os processos de negócio Papel funcional  ≠ Cargo Papel funcional e cargos são complementares
Funcionograma (II) Cargo Perfil requerido do profissional Escolaridade Experiência Especialização Línguas Salário Benefícios Papel funcional Perfil da responsabilidade que o profissional vai assumir na atividade
Funcionograma (III) Recursos Humanos Processos de negócio Tecnologia
Construindo o Funcionograma (I) Listar atividades criadas pelo Eventograma Analisar e documentar as áreas responsáveis pelas atividades Criar a árvore organizacional baseada na raiz do processo Repetir o passo anterior até os níveis mais baixos
Construindo o Funcionograma (II) Para cada área documentada, descrever o papel funcional Para cada papel funcional, descrever: Responsabilidades Resultados esperados Com base nessa documentação, definir o perfil profissional para o cargo
Exercício - Funcionograma Construa o Funcionograma para o processo de venda de livros pela internet
Simulação (I) Década de 50 – Indústria bélica norte-americana Final dos anos 60: disseminação para outras áreas do conhecimento Atualmente: Softwares Especialista em simulação de processos de US$ 500,00 a milhões de dólares
Simulação (II) Objetivo : permitir a aprendizagem e análise do comportamento do processo
Simulação (III) Permite : Analisar tempos Analisar gargalos Analisar folgas Analisar rotas Analisar FCS Analisar pontos fortes e fracos Testar comportamento do processo
Simulação (IV) Permite : Medir adaptabilidade Treinar participantes do processo Avaliar custos Descobrir restrições
Simulando Definir resultados esperados Definir forma de avaliar os resultados Criar cenários de simulação Definir equipe responsável pela avaliação Executar simulação Verificar resultados Corrigir processo em caso de falhas – nesse caso, reiniciar a simulação do início Documentar resultados
Avaliar na Simulação (I) Adaptabilidade : capacidade do processo em adaptar-se às solicitações do cliente Ex.: Pedidos em restaurante Controle : variabilidade do processo quanto aos seus resultados Ex.: Produtos em linha de produção com diferenças
Avaliar na Simulação (II) Eficiência : avalia a qualidade do processo. Verifica se ele consome o mínimo de recursos necessários a fim de realizar a tarefa. “ Ação ou virtude de produzir um efeito” Dic. Aurélio
Avaliar na Simulação (III) Eficácia : avalia se o processo cumpre aquilo para o qual foi projetado. “ Que produz o efeito desejado” Dic. Aurélio
Cenários Devem ser criados alterando-se elementos chaves do ambiente do processo, como quantidade de ocorrências simultâneas, custos, recursos disponíveis, etc. Devem testar processos (Cenários de Processos) e atividades (Cenários de Atividades)
Prototipação Discutir alternativas de projeto Avaliar possibilidades de execução, risco e vantagens das alternativas Prototipar o projeto do novo processo Desenvolver uma estratégia de implantação
Pré-Implantação Divulgar novos processos Divulgar papéis funcionais Treinar os envolvidos Ajustes finos Corrigir falhas de interpretação e percepção Discutir melhor maneira de implantar
Implantação (I) Criar o Roteiro do Processo Descrição do produto gerado Metas do processo Nome de cada atividade Título Papel funcional responsável Procedimentos Tarefas
Implantação (II) Distribuir o Roteiro do Processo para cada envolvido Exigir a leitura por parte de  todos  os envolvidos – de preferência, marcar um dia para a leitura conjunta Receber sugestões, opiniões e críticas Organizar e analisar o material recebido ( feedback ) Discutir com o ‘dono do projeto’ o material aproveitado
Implantação (III) Fazer últimas correções e padronizações Divulgar a versão ‘final’ do processo Implantar GERENCIAR
Tipos de Implantação (I) Descontinuidade Total : ocorre quando o processo atual e o novo não podem coexistir Ex.: Uma nova fábrica automobilística Descontinuidade Parcial : ocorre quando o novo processo pode substituir partes do novo processo gradualmente Ex.: Reestruturação organizacional, onde partes da organização entram no novo modelo e outras partes não.
Tipos de Implantação (II) Paralelo : ocorre quando o processo existente é crítico e não pode ser substituído de uma vez pelo novo, rodando em paralelo durante uma última fase de avaliação Ex.: Alguns processos bancários críticos, como substituição do sistema de caixas eletrônicos. Sobreposição : similar ao paralelo, mas ocorre quando as alterações no processo existente não são críticas ou são em pequena escala Ex.: Modificação de pequenas regras de negócios.
Decidindo o tipo de Implantação Tipo do processo: primário ou secundário Natureza do processo: Serviços, Manufatura discreta ou Indústria de transformação Experiência com o novo processo Criticidade Implicações
Estratégias para Tipos Característicos de Processos Selecionar processos a serem trabalhados é difícil, mas isolá-los também é Fabricação deve ser vista junto com gerenciamento? Pesquisa é processo ou subprocesso?
Processos Específicos (I) Desenvolvimento de Produtos Projeto de Processos Pesquisa Análise de necessidades Teste de Mercado Liberação de Produto Projeto de Equipamento Início da Produção Projeto de Componente Teste de Produto Fonte: DAVENPORT, 1994, p. 261
Processos Específicos (II) Processo de Pesquisa Não deve ser o centro de um processo de reengenharia, visto que é apenas parte do desenvolvimento de produtos Normalmente é um subprocesso do desenvolvimento de produtos Uso de computadores Fluxo de informação e comunicação Definição clara de objetivos mensuráveis Prioridades e alocação de recursos
Processos Específicos (III) Processo de Engenharia e Projeto de Produto Desenvolvimento simultâneo coordenado Coordenação com demais áreas (Pesquisa, Produção e Mercado) Simulação Modelos e padrões
Processos Específicos (IV) Processo de Manufatura (I) São as maiores fontes de reengenharia de peocessos “ Os processos industriais básicos estão, em média, provavelmente dez anos à frente dos processos de prestação de serviços”   (DAVENPORT, 1994, p. 271)
Processos Específicos (V) Processo de Manufatura (II) Eliminação de defeitos Flexibilidade Confiabilidade de prazos Redução de custos Robótica e outras tecnologias Produção on-demand e minimização de estoques Controles sistematizados: MRP , para controle de produção MRP II , para controle integrado de produção e gestão de materiais
Processos Específicos (VI) Processo Logísticos Movimentação de mercadoria e materiais Cadeia de suprimentos Just-in-Time (JIT) Fluxo e gerenciamento de informações Compartilhamento de tarefas/informações entre clientes e fornecedores Cumprimento de prazos Forte integração com Produção e Vendas
Processos Específicos (VII) Processos de Marketing Processos com resultados difíceis de se prever, pois dependem da reação de terceiros Trabalho de criatividade que dificulta a orientação a processos Algumas atividades são beneficiadas com uma orientação a processos: Seleção e definição de mercados Coleta e uso de informações de clientes Processos de vendas Uso de sistemas especialistas e tecnologias de comunicação
Processos Específicos (VIII) Processos de Serviços Uso intensivo de tecnologia de computador Serviços em tempo real Bancário Seguros Pesquisas de preços Diagnóstico de problemas Personalização de clientes
Processos Específicos (IX) Processos de Gerenciamento (I) Normalmente não são analisadas em termos de processos Normalmente incluem: Planejamento Fixação de metas Monitoramento Tomada de decisões Comunicação Sistemas de gestão e informação, otimizando os processos
Processos Específicos (X) Processos de Gerenciamento (II) Uso de sistemas de monitoramento real-time Agilização do processo decisório Melhoria do processo de comunicação (e-mails; comunicação on-line; teleconferência; etc) Uso de simuladores para otimizar a análise de opções de ação
História das Abordagens de Melhoria de Processos
Sistemas de Apoio a Processos Corporate Modeler -  www.casewise.com SmartDraw -  www.smartdraw.com iGrafx Process 2000 -  www.micrografx.com ProcessModel -  www.processmodel.com WorkDraw -  www.edgesoftware.com Ultimus Process Designer -  www.ultimus.com
Referências Bibliográficas CRUZ, Tadeu.  Sistemas, métodos e processos . São Paulo: Atlas, 2003. DAVENPORT, Thomas H.  Reengenharia de Processos . Rio de Janeiro: Campus, 1994.

Aulas - Análise de Processos - 2005 - Prof. Sergio.Jr

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  • 2.
    Utilidade de ProcessosCriação de novos negócios Criação de novos produtos Melhorias de qualidade Ganhos em eficiência e eficácia Controle de recursos
  • 3.
    Influências Acionistas Cenárioeconômico Concorrência Novas tecnologias Leis Clientes Governos etc
  • 4.
    Essência dos Negócios(I) Conhecer os objetivos Fatores Críticos de Sucesso Resultados esperados
  • 5.
    Essência dos Negócios(II) Quais processos serão criados Natureza de cada processo
  • 6.
    Processos de NegócioConjunto de atividades que tem por objetivo transformar insumos (entradas), adicionando-lhes valor através de procedimentos, em bens ou serviços (saída) que serão entregues e devem atender aos clientes. Tadeu Cruz, “Sistemas, Métodos e Processos”, Ed. Atlas
  • 7.
    Processo de NegócioEntradas Processamento Saídas
  • 8.
    Evolução Processos artesanais1811 - I Revolução Industrial - Novos desenhos produtivos Décadas de 60-80 - O&M – Abordagem de processos administrativos e não processos industriais Final da década de 90 – Processos de Negócio
  • 9.
    Impacto de TIsobre os Processos (I) Tecnologia Mudança no Processo Resultado Laptops Visitas de vendas Aumento de vendas Internet Vendas on-line Aumento de vendas Bancos de artigos Pesquisas via internet Rendimento escolar
  • 10.
    Impacto de TIsobre os Processos (II) Eliminação de intermediários Desintermediação Monitoramento de processos Acompanhamento Modifica a seqüência do processo ou permite o paralelismo Seqüencial Captação de informações e compreensão Informacional Eliminação do trabalho humano Automacional Explicação Tipo de Impacto
  • 11.
    Impacto de TIsobre os Processos (III) Captação e distribuição de bens intelectuais (bases de conhecimento) Intelectual Melhoria de coordenação de atividades Integrativo Coordenação à distância Geográfico Melhora na tomada de decisões Analítico Explicação Tipo de Impacto
  • 12.
    Exemplos dos principaisprocessos - IBM Captação de informações do mercado Seleção de Mercados Desenvolvimento de Softwares Marketing Integração de solução
  • 13.
    Exemplos dos principaisprocessos - XEROX Engenharia e projetos de produtos Gerenciamento de Marketing Gerenciamento de RH Jurídico
  • 14.
    Hierarquia Planejamento EstratégicoObjetivos Metas Plano Operacional Processos de Negócio
  • 15.
    Abordagem de Melhoriade Processos (I) Reengenharia de Processos Radical TQM Melhoria de processos ABC Valor da atividade Valor dos custos Valor dos processos Incremental Melhoria Contínua Projeto (Uma vez) Contexto Resultado
  • 16.
    Abordagem de Melhoriade Processos (II) Davenport, p. 167, 1994 TQM – Gestão da Qualidade Total Ferramentas de Qualidade Melhoria contínua dos processos administrativos Melhoria do Processo Empresarial Abordagens consultivas Análise do valor de cada etapa do processo Simplificar um processo/reduzir custo e tempo Análise do Valor do Processo Contabilidade para seleção de produtos Formação de custos sobre a análise do valor adicionado Cortar custos Custos baseados em Atividade (ABC) Raízes Métodos Objetivo Abordagem
  • 17.
    Abordagem de Melhoriade Processos (III) Davenport, p. 167, 1994 Sistemas competitivos Alavanca de mudança / Visão Futura Usar alavancas de mudança para melhorar processos-chave Reengenharia do Processo Empresarial Análise de Sistemas Descrição de processos atuais e futuros Construir sistemas de acordo com o processo Engenharia da Informação Raízes Métodos Objetivo Abordagem
  • 18.
    Abordagem de AltoNível Identificação dos processos para reengenharia Identificação das alavancas de mudança Desenvolvimento de Visões de Processo Entendimento dos processos existentes Projeto e prototipação do novo processo
  • 19.
    Um Novo ProjetoNome do projeto Escopo do projeto Glossário comum Líder do projeto Cronograma Equipe Meios de divulgação
  • 20.
    Fases da Vida(I) 1ª Fase: Documentar Organizar Melhorar Simular
  • 21.
    Fases da Vida(II) 2ª Fase: Implantar Gerenciar Melhorar
  • 22.
    Fases da Vida(III) 3ª Fase: Automatizar Gerenciar Melhorar
  • 23.
    Documentação Nível Básico:atividades, papéis funcionais e padrões de medição de desempenho; Nível Intermediário: Modus operandi , ISO’s Nível Avançado: documentação de processos - Workflow
  • 24.
    Tipos de ProcessosPrimários Diretamente ligados à produção Secundários Processos de suporte a outros processos primários ou secundários Latentes Ficam em estado de espera até que sejam solicitados
  • 25.
    Seleção de ProcessosEnumerar os principais processos Determinar os limites dos processos Avaliar a relevância estratégica de cada processo Julgar as condições reais de cada processo Qualificar a cultura e política de cada processo
  • 26.
    Relevância Estratégica Quatroabordagens Mais importante Mais problemático (condições reais) Qualificação dos processos (ambiente cultural, momento, expectativas, etc) Extensão (administrabilidade)
  • 27.
    Elementos do processo(I) Objetivo do Processo Metas do Processo Clientes do Processo Entradas Físicas Entradas Lógicas
  • 28.
    Elementos do processo(II) Diretrizes TQM Benchmarking Alocação de Recursos Mão de Obra Medição de Desempenho (controle) Tecnologia da Informação Gerente do Processo
  • 29.
    Elementos do processo(III) Saídas Físicas Saídas Lógicas
  • 30.
    Exercício – Aimportância dos Processos Cite 2 boas justificativas para se analisar a empresa sob uma ótica de processos de negócios
  • 31.
    Fatores Críticos deSucesso Estabelecer meta ou objetivo para a atividade e processo Analisar os FCS’s Analisar obstáculos a suplantar Analisar implicações envolvidas Propostas de soluções
  • 32.
    Fluxo de Análisede FCS Objetivos Metas Soluções FCS Obstáculos Implicações
  • 33.
    Exercício - FCS“ A empresa FOTONET está criando um novo sistema de impressão de fotos via internet. O objetivo do processo é imprimir fotos digitais em papel fotográfico e enviá-los ao cliente.” Cite e justifique: Dois FCS’s Dois possíveis obstáculos para cada FCS citado Analise as implicações envolvidas em cada caso Apresente as soluções possíveis
  • 34.
    Fases da Análisede Processos Análise inicial: custos, prazos, recursos Análise do processo atual Modelagem do novo processo Implantação do novo processo Gerenciamento do processo “ Todo sistema complexo tende ao caos” Teoria do Caos
  • 35.
    Componentes do ProcessoProcesso Sub-Processo Atividade Atividade Atividade Atividade Procedimento Procedimento Tarefa Tarefa Clientes Externos
  • 36.
    Limites do ProcessoOnde deve começar e terminar a preocupação com o processo? Onde começa e termina o envolvimento dos clientes com o processo? Onde começam e terminam os subprocessos? Há possíveis vantagens da combinação do processo com outros?
  • 37.
    Atividades (I) Ocorrênciasa processar Clientes Internos Papéis funcionais Procedimentos Tarefas Metas
  • 38.
    Atividades (II) Métricasde desempenho Regras de negócio Exceções Anomalias Tempos Rotas
  • 39.
    Clientes Externos Deprocessos primários: Consumidores, etc. De processos secundários: Governo; Imprensa; Etc.
  • 40.
    Ocorrências Processadas pelasatividades Componentes: Mídia Física: documentos, notas fiscais, etc. Mídia Lógica: informações transportadas por meio eletrônico; Insumos: materiais usados pela atividade para processar a ocorrência
  • 41.
    Atividades Conjunto deinstruções (conhecidas como procedimentos, normas e regras), mão de obra e tecnologias cujo objetivo é o de processar as entradas para produzir parte do produto de um processo, a fim de atender aos objetivos de sua função dentro da organização
  • 42.
    Tipos de AtividadesAtivas: Primárias Secundárias Latentes: Internas Externas
  • 43.
    Meta Alvo, miraFim a que se dirigem as ações ou os pensamentos de alguém Baliza, barreira, limite, marco, termo Arco, cidadela, gol Arena Poste ou sinal que, nas corridas de cavalos ou nas regatas, indica o ponto final da carreira Resultados sucessivos a obter na programação de um trabalho Dic. Michaelis
  • 44.
    Métricas de Desempenho“ Não se controla o que não se pode medir” Descritivos Numéricos
  • 45.
    Exercício – Métricasde Desempenho Crie 3 métricas de desempenho para um processo de aluguel de filmes em uma locadora, justificando sua relevância e explicando como será feita a medição
  • 46.
    Clientes Internos Principaisusuários dos processos de negócios
  • 47.
    Exercício - ClientesCite e justifique, para um processo de análise contábil de uma empresa: Um cliente interno Um cliente externo
  • 48.
    Papéis Funcionais Representaçãoda função de uma atividade em termos operacionais Cada funcionário representa ao menos um papel funcional na organização
  • 49.
    Procedimentos Qual afunção das atividades, como, quando, recursos utilizados e forma de utiliza-los. “ Um procedimento escrito ou documentado inclui normalmente o escopo da atividade, o que deve ser feito e por qual papel funcional, onde e como deve ser feito; quais materiais , equipamentos e documentos devem ser usados e como a atividade deve ser registrada, controlada e medida” ISO 8402
  • 50.
    Tarefas Detalhamento dosprocedimentos Ordem das ações Maneira de fazer Ações em cada situação
  • 51.
    Regras de NegócioRegras que regem o negócio – e os processos – da empresa Fontes: Políticas internas Leis Mercado Manuais de processos
  • 52.
    Exceções Exceção ≠ Erro Resultados fora do normal Nem sempre necessitam Planos de Contingência Sua aceitação deve ser definida em função do processo em questão
  • 53.
    Anomalias Exceção nãotratada – Falta de Planos de Contingência adequados Erro
  • 54.
    Tempos (I) Tempode Ciclo : tempo decorrido entre a entrada da ocorrência e sua saída Tempo de Processamento : tempo efetivamente gasto na execução da ocorrência Tempo de Espera : Tempo ocioso. Diferença entre o tempo de Processamento e o tempo de Ciclo
  • 55.
    Tempos (II) TempoMáximo Tempo Médio Tempo Mínimo Os tempos podem ser relativos a processos, atividades ou mesmo tarefas
  • 56.
    Rotas Caminhos físicose/ou lógicos que tem por objetivo conduzir, dentro dos processos de negócios, dados, informações, insumos, subprodutos e produtos
  • 57.
    Tipos de Rotas(I) Linear Início Fim Atv 2 Atv 1 Atv 3
  • 58.
    Tipos de Rotas(II) Paralela Início Fim Atv 2 b Atv 1 Atv 3 Atv 2 a
  • 59.
    Tipos de Rotas(III) Condicionais Início Fim Atv 2 Atv 1 Atv 3 ? Atv 4 Atv 5 Atv 7 Atv 8
  • 60.
    Tipos de Rotas(IV) Concorrentes: iniciam ao mesmo tempo e em paralelo Críticas: rotas que podem afetar negativamente o processamento de outras
  • 61.
    Tipos de Rotas(V) Eventuais Ad Hoc: executadas eventualmente de forma mais informal, livre Compostas: vários tipos de rotas
  • 62.
    Exercício - RotasConstrua a rota do processo de venda de pizza balcão, desde o pedido até a entrega, usando: Rota linear Rotas paralelas Rotas condicionais Rotas compostas
  • 63.
    Foco em processosQuem faz X Como fazer
  • 64.
    Cultura “ Costumes,crenças e rituais desenvolvidos por um determinado grupo social”
  • 65.
    Mudança de CulturaContínua Lenta Menos traumática Melhoria contínua de ações já praticadas Ruptura Rápida Traumática Messiânica: um futuro glorioso
  • 66.
    Nova dimensão denegócios Tempo e Espaço X Tempo
  • 67.
    Conhecimento (I) TácitoInterno Algumas vezes, inconsciente Pessoal Explícito Externalizado Transmitido Documentado
  • 68.
    Conhecimento (II) EstratégicoGlobal Conduz a empresa Operacional Capacidade de realizar Negócios Emocional Informal Não essencial
  • 69.
  • 70.
    Modelos organizacionais MecânicoNíveis hierárquicos Hierarquia rígida Tarefas repetitivas Bens Orgânico Funções Mobilidade Atividades de criação Serviços
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
    Migração Definição domodelo Estratégia de implantação De cima para baixo Plano de implantação Implantação Gerenciamento
  • 75.
    Analisando Processos Sempredo final para o começo Desenhar processo em função do produto ou serviço Entrevistar as pessoas envolvidas Verificar a validade e necessidade das atividades levantadas Documentar
  • 76.
    Exercício – Iniciandoa análise Construa um veículo que possua as seguintes características: Leve Barato Baixo consumo
  • 77.
    Documentos de AnáliseEventograma Infograma Funcionograma
  • 78.
    Eventograma (I) “Técnica para decompor um processo de negócio de negócio em eventos a fim de estudar suas causas e condições, nas atividades geradores e suas abrangências e seus efeitos nas atividades receptoras”
  • 79.
    Eventograma (II) FornecedorCliente Atv 2 Atv 1 Atv 3 Requerimento Atendimento
  • 80.
    Eventograma (III) Processossempre existem em função de uma demanda (requerimento) Processos devem sempre suprir uma demanda (atendimento) Conhecer o processo através das partes A análise de cada atividade propicia a análise das tarefas O conjunto das atividades forma o processo Cada atividade por ter um ou n eventos
  • 81.
    Construindo o Eventograma(I) Entrevistar os envolvidos no processo Brainstorming Benchmarking – interno e externo Listar todas as atividades que supostamente fazem parte do processo
  • 82.
    Construindo o Eventograma(II) Descobrir qual, ou quais, atividade termina o processo – Ponto de interação com o cliente do processo Cliente Atv 3 Requerimento Atendimento
  • 83.
    Construindo o Eventograma(III) Quais as entradas? Como devem ser enviadas as entradas? Quais as saídas? Preencher formulário E-P-S Definir atividades que fazem, de fato, parte do processo Calcular – ou levantar - tempos das atividades: tempo de processo, de ciclo e de espera
  • 84.
    Construindo o Eventograma(IV) Criar procedimento da atividade Detalhar procedimento: Tarefas Criar Regras de Negócio Prever exceções Elaborar Plano de Contingência para cada exceção Criar o Eventograma Criar Matriz de Dados
  • 85.
    Formulário E-P-S (I)Quais as entradas físicas para o evento de primeiro nível? Quais as entradas lógicas para o evento de primeiro nível? Quais as saídas físicas para o evento de primeiro nível? Quais as saídas lógicas para o evento de primeiro nível? E para os demais níveis , caso existam?
  • 86.
    Formulário E-P-S (II)Como devem ser recebidas as entradas para que a atividade realize as suas tarefas?
  • 87.
    Formulário E-P-S (III)Permite conhecer/definir: Estimativa de quantidade de ocorrências Número e tipo de eventos Existência ou não de clientes externos Clientes internos Papéis funcionais Procedimentos Tarefas
  • 88.
    Formulário E-P-S (IV)Permite conhecer/definir: Metas Indicadores de desempenho Regras de Negócios Exceções Planos de Contingência Anomalias Tempos Rotas
  • 89.
    Exercício - EventogramaConstrua o Eventograma para o processo de venda de livros pela internet, com seu respectivo fluxo, FCS’s, objetivos e regras de negócio
  • 90.
    Infograma (I) Análisedos dados e informações de cada processo: origens, destinos e fluxos Dado ⇒ Informação ⇒ Conhecimento Dado transforma-se em informação quando é agrupado e contextualizado Dados incorretos geram informações incorretas
  • 91.
    Infograma (II) MídiasLógicas Discos magnéticos Internet Telefones Cartões de memória Exibição em tela Mídias Físicas Papel Extratos Faturas
  • 92.
    Infograma (III) Dados:Menor parte do conhecimento. Ex. João da Silva Metadado: Identidade do dado. Ex. Nome do cliente
  • 93.
    Infograma (IV) OrigemInterna Externa Destino Interno Externo Tipo Automático Manual
  • 94.
    Infograma (V) InformaçõesEstruturadas : sob normas e padrões, normalmente possui suporte tecnológico Data Warehouse Não Estruturadas : informação disponível, mas não organizada de forma a facilitar a sua recuperação Desenhos Folhas soltas
  • 95.
    Infograma (VI) Asinformações devem ser coletadas com base em: Entrevistas Observações Análises Por se tratar de um bem precioso para a empresa, é comum o analista de processos encontrar certa dificuldade e resistência no fornecimento dos dados É de suma importante que o Analista de Processos tenha acesso a todos os dados
  • 96.
    Infograma (VII) Paraa coleta de dados: Cuidado Paciência Tato Atenção às mídias envolvidas Pedir cópias das mídias Organização Análise cuidadosa do material coletado
  • 97.
    Infograma (VIII) Matrizde Dados Levantar Documentar Racionalizar as mídias envolvidas
  • 98.
    Exercício - InfogramaConstrua o Infograma para o processo de venda de livros pela internet
  • 99.
    Funcionograma (I) Descriçãodos Papéis Funcionais Não é um organograma Cria uma árvore organizacional destinada a suportar os processos de negócio Papel funcional ≠ Cargo Papel funcional e cargos são complementares
  • 100.
    Funcionograma (II) CargoPerfil requerido do profissional Escolaridade Experiência Especialização Línguas Salário Benefícios Papel funcional Perfil da responsabilidade que o profissional vai assumir na atividade
  • 101.
    Funcionograma (III) RecursosHumanos Processos de negócio Tecnologia
  • 102.
    Construindo o Funcionograma(I) Listar atividades criadas pelo Eventograma Analisar e documentar as áreas responsáveis pelas atividades Criar a árvore organizacional baseada na raiz do processo Repetir o passo anterior até os níveis mais baixos
  • 103.
    Construindo o Funcionograma(II) Para cada área documentada, descrever o papel funcional Para cada papel funcional, descrever: Responsabilidades Resultados esperados Com base nessa documentação, definir o perfil profissional para o cargo
  • 104.
    Exercício - FuncionogramaConstrua o Funcionograma para o processo de venda de livros pela internet
  • 105.
    Simulação (I) Décadade 50 – Indústria bélica norte-americana Final dos anos 60: disseminação para outras áreas do conhecimento Atualmente: Softwares Especialista em simulação de processos de US$ 500,00 a milhões de dólares
  • 106.
    Simulação (II) Objetivo: permitir a aprendizagem e análise do comportamento do processo
  • 107.
    Simulação (III) Permite: Analisar tempos Analisar gargalos Analisar folgas Analisar rotas Analisar FCS Analisar pontos fortes e fracos Testar comportamento do processo
  • 108.
    Simulação (IV) Permite: Medir adaptabilidade Treinar participantes do processo Avaliar custos Descobrir restrições
  • 109.
    Simulando Definir resultadosesperados Definir forma de avaliar os resultados Criar cenários de simulação Definir equipe responsável pela avaliação Executar simulação Verificar resultados Corrigir processo em caso de falhas – nesse caso, reiniciar a simulação do início Documentar resultados
  • 110.
    Avaliar na Simulação(I) Adaptabilidade : capacidade do processo em adaptar-se às solicitações do cliente Ex.: Pedidos em restaurante Controle : variabilidade do processo quanto aos seus resultados Ex.: Produtos em linha de produção com diferenças
  • 111.
    Avaliar na Simulação(II) Eficiência : avalia a qualidade do processo. Verifica se ele consome o mínimo de recursos necessários a fim de realizar a tarefa. “ Ação ou virtude de produzir um efeito” Dic. Aurélio
  • 112.
    Avaliar na Simulação(III) Eficácia : avalia se o processo cumpre aquilo para o qual foi projetado. “ Que produz o efeito desejado” Dic. Aurélio
  • 113.
    Cenários Devem sercriados alterando-se elementos chaves do ambiente do processo, como quantidade de ocorrências simultâneas, custos, recursos disponíveis, etc. Devem testar processos (Cenários de Processos) e atividades (Cenários de Atividades)
  • 114.
    Prototipação Discutir alternativasde projeto Avaliar possibilidades de execução, risco e vantagens das alternativas Prototipar o projeto do novo processo Desenvolver uma estratégia de implantação
  • 115.
    Pré-Implantação Divulgar novosprocessos Divulgar papéis funcionais Treinar os envolvidos Ajustes finos Corrigir falhas de interpretação e percepção Discutir melhor maneira de implantar
  • 116.
    Implantação (I) Criaro Roteiro do Processo Descrição do produto gerado Metas do processo Nome de cada atividade Título Papel funcional responsável Procedimentos Tarefas
  • 117.
    Implantação (II) Distribuiro Roteiro do Processo para cada envolvido Exigir a leitura por parte de todos os envolvidos – de preferência, marcar um dia para a leitura conjunta Receber sugestões, opiniões e críticas Organizar e analisar o material recebido ( feedback ) Discutir com o ‘dono do projeto’ o material aproveitado
  • 118.
    Implantação (III) Fazerúltimas correções e padronizações Divulgar a versão ‘final’ do processo Implantar GERENCIAR
  • 119.
    Tipos de Implantação(I) Descontinuidade Total : ocorre quando o processo atual e o novo não podem coexistir Ex.: Uma nova fábrica automobilística Descontinuidade Parcial : ocorre quando o novo processo pode substituir partes do novo processo gradualmente Ex.: Reestruturação organizacional, onde partes da organização entram no novo modelo e outras partes não.
  • 120.
    Tipos de Implantação(II) Paralelo : ocorre quando o processo existente é crítico e não pode ser substituído de uma vez pelo novo, rodando em paralelo durante uma última fase de avaliação Ex.: Alguns processos bancários críticos, como substituição do sistema de caixas eletrônicos. Sobreposição : similar ao paralelo, mas ocorre quando as alterações no processo existente não são críticas ou são em pequena escala Ex.: Modificação de pequenas regras de negócios.
  • 121.
    Decidindo o tipode Implantação Tipo do processo: primário ou secundário Natureza do processo: Serviços, Manufatura discreta ou Indústria de transformação Experiência com o novo processo Criticidade Implicações
  • 122.
    Estratégias para TiposCaracterísticos de Processos Selecionar processos a serem trabalhados é difícil, mas isolá-los também é Fabricação deve ser vista junto com gerenciamento? Pesquisa é processo ou subprocesso?
  • 123.
    Processos Específicos (I)Desenvolvimento de Produtos Projeto de Processos Pesquisa Análise de necessidades Teste de Mercado Liberação de Produto Projeto de Equipamento Início da Produção Projeto de Componente Teste de Produto Fonte: DAVENPORT, 1994, p. 261
  • 124.
    Processos Específicos (II)Processo de Pesquisa Não deve ser o centro de um processo de reengenharia, visto que é apenas parte do desenvolvimento de produtos Normalmente é um subprocesso do desenvolvimento de produtos Uso de computadores Fluxo de informação e comunicação Definição clara de objetivos mensuráveis Prioridades e alocação de recursos
  • 125.
    Processos Específicos (III)Processo de Engenharia e Projeto de Produto Desenvolvimento simultâneo coordenado Coordenação com demais áreas (Pesquisa, Produção e Mercado) Simulação Modelos e padrões
  • 126.
    Processos Específicos (IV)Processo de Manufatura (I) São as maiores fontes de reengenharia de peocessos “ Os processos industriais básicos estão, em média, provavelmente dez anos à frente dos processos de prestação de serviços” (DAVENPORT, 1994, p. 271)
  • 127.
    Processos Específicos (V)Processo de Manufatura (II) Eliminação de defeitos Flexibilidade Confiabilidade de prazos Redução de custos Robótica e outras tecnologias Produção on-demand e minimização de estoques Controles sistematizados: MRP , para controle de produção MRP II , para controle integrado de produção e gestão de materiais
  • 128.
    Processos Específicos (VI)Processo Logísticos Movimentação de mercadoria e materiais Cadeia de suprimentos Just-in-Time (JIT) Fluxo e gerenciamento de informações Compartilhamento de tarefas/informações entre clientes e fornecedores Cumprimento de prazos Forte integração com Produção e Vendas
  • 129.
    Processos Específicos (VII)Processos de Marketing Processos com resultados difíceis de se prever, pois dependem da reação de terceiros Trabalho de criatividade que dificulta a orientação a processos Algumas atividades são beneficiadas com uma orientação a processos: Seleção e definição de mercados Coleta e uso de informações de clientes Processos de vendas Uso de sistemas especialistas e tecnologias de comunicação
  • 130.
    Processos Específicos (VIII)Processos de Serviços Uso intensivo de tecnologia de computador Serviços em tempo real Bancário Seguros Pesquisas de preços Diagnóstico de problemas Personalização de clientes
  • 131.
    Processos Específicos (IX)Processos de Gerenciamento (I) Normalmente não são analisadas em termos de processos Normalmente incluem: Planejamento Fixação de metas Monitoramento Tomada de decisões Comunicação Sistemas de gestão e informação, otimizando os processos
  • 132.
    Processos Específicos (X)Processos de Gerenciamento (II) Uso de sistemas de monitoramento real-time Agilização do processo decisório Melhoria do processo de comunicação (e-mails; comunicação on-line; teleconferência; etc) Uso de simuladores para otimizar a análise de opções de ação
  • 133.
    História das Abordagensde Melhoria de Processos
  • 134.
    Sistemas de Apoioa Processos Corporate Modeler - www.casewise.com SmartDraw - www.smartdraw.com iGrafx Process 2000 - www.micrografx.com ProcessModel - www.processmodel.com WorkDraw - www.edgesoftware.com Ultimus Process Designer - www.ultimus.com
  • 135.
    Referências Bibliográficas CRUZ,Tadeu. Sistemas, métodos e processos . São Paulo: Atlas, 2003. DAVENPORT, Thomas H. Reengenharia de Processos . Rio de Janeiro: Campus, 1994.