Processos Administrativos O Administrador 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
O Administrador (I) Gerere : (latim) conduzir, dirigir, governar Administrare : (latim) gerir um bem, defendendo os interesses daquele que o possui Administrador : Aquele que gere, ministra um negócio público ou particular 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
O Administrador (II) É difícil dizer quando surgem os administradores A administração profissional (com pessoas treinadas para tal) passa a existir ao longo do século XIX Inovações como as ferrovias e o telégrafo, além de novas máquinas de produção, proporcionaram novas possibilidades de negócios, bem como exigiram novas habilidades administrativas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
O Administrador (III) Em 1776 Os Estados Unidos da América declaram independência James Watt vende, na Inglaterra, sua primeira máquina a vapor (I Revolução Industrial) Adam Smith publica  A Riqueza das Nações , onde decreta o fim do Mercantilismo e o início do Capitalismo Moderno 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
O Administrador (IV) Eli Whitney, nos EUA, desenvolve um conceito de peças intercambiáveis, lançando bases para a execução da divisão de trabalho proposta por Adam Smith O trabalho de Whitney também possibilita a futura linha de montagem de Henry Ford  ( www.eliwhitney.org.ew.htm ) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
O Administrador (V) Aperfeiçoando o trabalho de Whitney, Samuel Colt, em armas leves, e M. Singer, em máquinas de costuras, criaram subunidades produtivas ( focused factories ) Maior autonomia interna Especialização Maior produtividade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
O Administrador (VI) Entretanto, o carvão só passou a ser largamente utilizado a partir da década de 1840 No século XIX um novo fenômeno acontece: terceirização (ocorrida principalmente no setor automobilístico) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
O Administrador (VII) Séc. XIX Máquinas produzindo em altos volumes Ferrovias Telégrafos Grandes varejistas (Sears & Roebuck) Maior necessidade de gerenciamento: surge o  Administrador Profissional 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Processos Administrativos Teorias da Administração 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola de Administração Científica (I) 1911 –  “Os princípios da Administração Científica” , Frederick Taylor Frank e Lilian Gilbreth: tentativa de aplicar psicologia ao processo administrativo Henry Gantt: métodos gráficos de controle (Gráfico de Gantt – MS Project) Henry Ford Integração Vertical e Horizontal Padronização Economicidade: redução de estoques e agilização da produção 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola de Administração Científica (II) Seleção científica do trabalhador: aptidões Tempo Padrão: metas de produção Incentivos salariais Gerentes planejam. Operários executam. Divisão do trabalho: subtarefas Supervisão: especializada por áreas Ênfase na eficiência: tempos e movimentos (the best way) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola de Administração Científica (III) Homo Economicus Ser humano previsível e controlável Egoísta e utilitarista Racionalidade Absoluta: otimizando ações e pesando alternativas Incentivos monetários 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola de Administração Científica (IV) Considerações Enfoque mecanicista Homo economicus Abordagem fechada Superespecialização do operário:  “Tempos Modernos” Exploração do empregado 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola de Administração Científica (V) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Concepção da Organização Relações Administração-Empregados Sistemas de Incentivos Natureza Humana Resultados Organização Formal Identidade de interesses Incentivos Monetários Homo Economicus Máximos
Escola de Administração Clássica (I) 1916 –  “Administração geral e industrial” , Henri Fayol Funções gerenciais Planejar : estabelecer objetivos Comandar : levar os subordinados a executar suas funções Organizar : coordenar e alocar (distribuir) os recursos da empresa Coordenar : convergir atitudes e esforços em prol do objetivo almejado Controlar : padrões e medidas de desempenho 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola de Administração Clássica (II) 14 princípios: Divisão do trabalho: no setor administrativo Autoridade e responsabilidade Unidade de comando Unidade de direção: mesmo foco para todas as unidades Disciplina: normas de conduta e trabalho Prevalência dos interesses gerais Remuneração: suficiente para garantir a satisfação dos funcionários 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola de Administração Clássica (III) 14 princípios: Centralização Hierarquia: linha de autoridade Ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar Eqüidade Estabilidade dos funcionários Iniciativa: estabelecer um plano e cumprir Espírito de corpo: trabalho conjunto 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola de Administração Clássica (IV) Considerações Obsessão pelo comando Empresa como sistema fechado Manipulação de trabalhadores 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Quadro comparativo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Administração Científica Administração Clássica Precursor Frederick Taylor Henri Fayol Origem Chão de Fábrica Gerência Administrativa Ênfase Métodos racionais e padronizados Máxima divisão de tarefas Estrutura Formal Adoção de princípios administrativos pelos altos escalões Enfoque Produção Gerência
Escola das Relações Humanas (I) Crise de 29 – Quebra da Bolsa de New York: desemprego Necessidade de olhar o trabalhador como pessoa Busca do aumento de produtividade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (II) Kurt Lewin : “Equilíbrio quase estacionário” O comportamento de grupo é definido pelas interações entre comportamentos individuais, mas influencia o comportamento individual Elton Mayo : A experiência de Hawthorne Demonstrar interesse pelo funcionário pode incentivá-lo Sensação de pertencer 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (III) Integração e comportamento social Espírito de corpo Coesão grupal Participação nas decisões O trabalhador é um ser pensante Estimulo à iniciativa e comprometimento 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (IV) Homem Social Necessidade de reconhecimento, aprovação social e participação Conteúdo do trabalho Necessidade de tarefas estimulantes Tarefas simples e repetitivas tendem a ser desestimulantes, diminuindo o ritmo produtivo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (V) Hugo Munsterberg : Estabelece um laboratório de Psicologia na Universidade de Harvard. Pavimentou o caminho para os estudos de Mayo. Lilian Gilbreth (1914) : “The psychology of managment”. Oliver Sheldon (1923) : responsabilidade social das empresas. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (VI) Ordway Tead : O administrador deve ser um líder e saber trabalhar o material humano que tem nas mãos. Alfred Marrow : clima de trabalho propício à satisfação das necessidades pessoais. Uso de psicologia na resolução de problemas organizacionais. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (VII) Mary Follet : Importância dos relacionamentos individuais e das motivações pessoais. Para mudar o comportamento dos funcionários, a empresa deve mudar os seus próprios. Métodos de solução de conflitos: Força Barganha Integração 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (VIII) Homo Social Condicionado pelo sistema social e biologia Comportamento complexo Necessidade de afiliação (grupos informais) Afetividade e sociabilidade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (IX) Considerações: Negação do conflito de interesses entre empresas e trabalhadores Restrição de variáveis e amostra Idéia de um trabalhador utópico Ênfase excessiva nos grupos informais Espionagem disfarçada nas comunicações Ausência de novos critérios de gestão 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escola das Relações Humanas (X) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Escola Concepção da Organização Relações Administração-Empregados Sistemas de Incentivos Natureza Humana Resultados Adm. Científica Organização Formal Identidade de interesses Incentivos Monetários Homo Economicus Máximos Relações Humanas Organização Informal Identidade de interesses Incentivos Psicossociais Homo Social Máximos
Burocracia (I) Max Weber : sociólogo alemão Organização  como parte de um contexto  social Gestão regulada  por normas e inflexibilidade hierárquica 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Burocracia (II) Ética Protestante : Orientação ao trabalho/lucro: ser bem sucedido financeiramente é um sinal de benção divina Adiar recompensas Homem organizacional : ser humano com flexibilidade de papéis Racionalidade : melhor forma de realizar uma determinada tarefa Divisão do Trabalho Hierarquia rígida 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Burocracia (III) Autoridade : probabilidade de que uma ordem ou comando seja obedecida Poder : probabilidade de impor aos outros a sua própria vontade Dominação : um governo impõe e os governados obedecem Administração : forma de organizar a relação entre governo e governados 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Burocracia (IV) Promoção e seleção : prevalência da competência inibe o favoritismo Remuneração  igual para funções  iguais Propriedade  ≠ Administração Organização informal é racional , portando, indesejável 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Burocracia (V) Críticas : Limitação da espontaneidade : através da rigidez organizacional Despersonalização do relacionamento : ser humano é visto apenas como o ocupante temporário de um papel Substituição dos objetivos pelas normas : no grau de importância Inflexibilidade : no atendimento às necessidades do cliente 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Estruturalismo (I) Desdobramento da Burocracia Influência das ciências sociais Considera a organização como uma única estrutura em todos os seus vários aspectos (união das teorias anteriores) Amitai Etzioni : Organização como um complexo de grupos sociais com interesses conflitantes ou não Minimização do conflito como forma de tornar o trabalho mais “suportável” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Estruturalismo (II) Submissão do indivíduo à socialização: desejo de obter recompensas materiais e sociais Conflitos inevitáveis: entre interesses da empresa e do funcionário Hierarquia e comunicações: hierarquia tende a ser ruim para a comunicação, mas é um “mal inevitável” Incentivos mistos: indivíduos, como seres complexos, têm necessidades complexas Resultados: satisfatórios 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Estruturalismo (III) Blau & Scott : grupos sociais e redes sociais Thompson : a estratégia da organização não é rígida e pode ser concorrencial ou cooperativa Perrow : organização influenciada pelas outras organizações e pela sociedade (ambiente externo) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (I) Evolução de uma dissidência da escola de Relações Humanas Trabalhadores nem sempre seguem comportamentos racionais Falta de uma relação clara entre moral e nível de produção Valorização do trabalhador 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (II) Chester Barnard: Executivo como fator mais estratégico da organização Qualidade moral do executivo Cooperação na organização formal: o papel da liderança é “inspirar uma decisão pessoal de cooperar, através da criação de fé” Organização formal: essencial para ordem e consistência Organização informal: essencial para a vitalidade organizacional 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (III) Herbert Simon Nobel da Economia em 1976 Participação no processo decisório “ Organização é um sistema de comportamentos sociais de várias pessoas que recebem incentivos e fazem contribuições para a empresa” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (IV) Abraham H. Maslow (I) Hierarquia das Necessidades Humanas Necessidades Fisiológicas: “O homem só busca o pão quando não há pão” Necessidades de Segurança Necessidades Sociais Necessidades de Estima: amor-próprio, autoconfiança e  independência Necessidades de Auto-realização 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (V) Abraham H. Maslow (II) A necessidade satisfeita não motiva comportamento Há exceções, principalmente no que tange a valores próprios Falta de evidência empírica 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (VI) Frederick Herzberg Teoria Higiene-Motivação Fatores de Higiene afetam a insatisfação Fatores motivacionais afetam a Satisfação Não satisfação  ≠  insatisfação 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (VII) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (VIII) Douglas McGregor (I) Relação entre o sucesso da organização e a capacidade de prever e controlar o comportamento humano Teorias X e Y 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (IX) Douglas McGregor (II) Teoria X: autoridade determina direção e controle Ser humano tem aversão natural ao trabalho Pessoas precisam ser controladas e coagidas Ser humano prefere ser dirigido, ter pouca responsabilidade, pouca ambição e estabilidade Líder autocrático 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (X) Douglas McGregor (III) Teoria Y: integração legitima a autoridade Trabalhar é tão normal quanto descansar Busca pela autocorreção Compromissos de acordo com recompensas Ser humano aceita e procura responsabilidade Potencialidades intelectuais: Imaginação, criatividade e engenhosidade Líder participativo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (XI) Douglas McGregor (IV) Você é um gerente Teoria X ou Y? 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (XII) Chris Argyris (I) Comportamento Organizacional: foca o comportamento do indivíduo e do grupo na organização Padrões A e B, baseados nas Teorias X e Y 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (XIII) Chris Argyris (II) Padrão A > Teoria X Comportamento interpessoal Dinâmica de grupo Normas organizacionais 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (XIV) Chris Argyris (III) Padrão B > Teoria Y Confiança nos funcionários Interesse por seus sentimentos Comprometimento Novas idéias 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (XV) Processo decisório Os gestores escolhem entre diversas alternativas a (provável) melhor opção Processos administrativos = processos decisórios Liderança: capacidade de guiar indivíduos ou suas atividades em esforço organizado Supervisão orientativa, não punitiva Comunicação vertical e decisão consensual 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Behaviorismo (XVI) Autoridade e consentimento Homem administrativo Homens são racionais diante de situações com vários dados Influenciado por suas próprias preferências Resultados satisfatórios, não máximos Conflito de objetivos: inevitável 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Teoria dos Sistemas (I) Ludwig Von Bertalanffy: biólogo alemão Teoria Geral dos Sistemas (1937) Tendência de integração entre as ciências Princípios “unificadores” entre as ciências Aplicação em administração: década de 60 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Teoria dos Sistemas (II) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br FONTE: ZACARELLI, Sergio. Ecologia de Empresas. São Paulo: Atlas, 1980 Organismos Organizações Herdam seus traços Adquirem estrutura em estágios Morrem Podem ser reorganizadas Têm um ciclo de vida predeterminado Não têm ciclo de vida definido Seres concretos Seres abstratos Seres completos Seres imcompletos A doença é um distúrbio no processo vital O problema é um desvio nos procedimentos adotados
Teoria dos Sistemas (III) Homem Funcional: ênfase nos papéis e não nas pessoas Conflito de Papéis Incentivos Mistos: busca do equilíbrio entre incentivos monetários e não monetários Equilíbrio Integrado: qualquer ação sobre uma unidade da empresa afeta o conjunto Estado Estável: troca com o ambiente externo, buscando a estabilidade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Teoria dos Sistemas (IV) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Saídas Processamento Entradas Feedback Política e Legislação Economia Concorrência Cultura e Sociedade Tecnologia
Abordagem Contingencial (I) Surgiu a partir de estudos da relação da empresa com o ambiente Baseada na Teoria dos Sistemas Principais nomes: Joan Woodward Alfred Chandler Tom Burns 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Abordagem Contingencial (II) Não há absolutos em administração Papel do ambiente:o ambiente externo influencia ações dentro da organização Transitoriedade: a empresa não pode ser “estanque” Não há modelos ideais: dependência de muitos fatores Tecnologia: relacionada com a estrutura Forte ênfase em tecnologia 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Abordagem Contingencial (III) Tom Burns (I) Sistema Mecânico Especialidades com classificação rígida Estrutura de poder e responsabilidades clara e fixa Hierarquia fortemente definida Informações de baixo para cima Ordens de cima para baixo Ambientes estáveis 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Abordagem Contingencial (IV) Tom Burns (II) Sistema Orgânico Flexibilidade e adaptabilidade Atribuições de responsabilidades e poder adaptáveis Comunicação: fluxo de mão dupla Ambientes dinâmicos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Abordagem Contingencial (V) Alfred Chandler Historiador de empresas Estrutura segue a estratégia “ Mão visível do gerente”: atuação sobre o ambiente e resposta do ambiente 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Abordagem Contingencial (VI) Joan Woodward Relação entre tecnologia e estrutura Relação entre estrutura e sucesso Princípios administrativos iguais produzem resultados diferentes, dadas diferenças de situação 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Exercício Quadro Comparativo (I) Preencha o quadro a seguir com base nos conhecimentos adquiridos Cite pontos fortes das teorias nos cabeçalhos de colunas em relação às teorias nos nomes de linhas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Exercício Quadro Comparativo (II) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Pontos Fortes Pontos Fracos Teoria 1 Teoria 2 Teoria 3 Teoria 1 Teoria 2 Teoria 3
Processos Administrativos Teorias Pós-Sistemas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (I) “ Abordagem Neoclássica” Década de 50 – Pós-guerra “ A Prática da Administração de Empresas”, Peter Drucker (1954) Menor preocupação com o fim Maior atenção com as atividades que conduzirão ao objetivo Não é um modelo revolucionário 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (II) Mudanças ambientais: os gestores passam a ter enfoque junto com as organizações Definição dos objetivos: conhecer a organização e sua visão de futuro Estabelecer métodos Definir responsabilidades Oportunidades: a empresa não deve ser passiva, mas criar as oportunidades de negócio 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (III) Desenvolvimento pessoal: desenvolver o recurso humano da organização expande as suas possibilidades Resultado maior que a soma das partes Descentralização: levando em conta pontos fortes e fracos da empresa 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (IV) Múltiplos objetivos Autocontrole: cada um gerencia seu próprio desempenho Autoridade e Liderança: não se deve tentar suprimir a liderança informal e outros meios de liderança 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (V) John W. Humble (I) Objetivos são definidos pela alta administração Coleta de informações Interpretação de dados Estabelecimento de medidas Especificação dos objetivos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (VI) John W. Humble (II) Principais falhas citadas: Falta de integração Excesso de importância à pessoa não ao desempenho Falta de colaboração voluntária dos gestores Ausência de um método adequado de desenvolvimento dos gestores 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (VII) John W. Humble (III) Principais falhas citadas: Supervalorização da promoção Fuga de responsabilidades Modismos Ações injustificadas (sem necessidade) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (VIII) George Odiorne (I) “ Processo pelo qual gestores superiores e subordinados de uma organização identificam em conjunto os seus objetivos (...), responsabilidades e usam estas medidas como guias...” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (IX) George Odiorne (II) Comprometimento da alta cúpula Familiarização com o modelo Programação das medidas de resultados Ampliação dos objetivos até as supervisões Mudanças nas políticas de avaliação, promoções e delegação Sistemas de custeio (centros de custo) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração por Objetivos (X) Exige grande esforço pessoal Autocontrole Instrumentos especiais de avaliação Ex.: BSC (Balanced Scorecard) Ressalta a importância dos propósitos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (I) Década de 60: Estratégia empresarial começa a ocupar espaço Década de 80: Origem da Administração Estratégica Importância da definição clara da missão e da estratégia empresarial Planejamento empresarial: Processo sistemático de análise e síntese 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (II) Procura capacitar as pessoas a pensar estrategicamente Níveis de decisão Estratégico Tático Operacional 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (III) Estratégia são as “regras e diretrizes para decisão, que orientam o processo de desenvolvimento de uma organização” ANSOFF, Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo, ed. Atlas, 1990 APO: utiliza os objetivos traçados como base para uma visão global da gestão AE: se interessa pelo papel dos objetivos nas decisões estratégicas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (IV) Visão: Quem nós seremos? Estado sonhado (e possível) sobre o futuro Busca inspirar as pessoas na organização Foco Sucinta e objetiva, mas clara Normalmente expressa em slogans 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (V) Visão Coca-cola: “Matar a sede”, justifica o investimento da empresa em várias categorias de bebida Univ. Estadual do Sudoeste da Bahia: “Ser referência em educação, integração e transformação social” Disney: “Trazer felicidade para as pessoas” Itaú: “Ser o banco líder em performance, reconhecidamente sólido e confiável, destacando-se pelo uso agressivos do marketing, tecnologia avançada e por equipes capacitadas, comprometidas com a qualidade total e satisfação dos clientes” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (VI) Missão: Finalidade própria da empresa. Declaração de propósito. Papel da organização na sociedade. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (VII) Missão Philips: “Fazendo cada vez melhor” 3M: “Resolver problemas não solucionados de forma inovadora” Nike: “Experimentar a emoção da competição, da vitória e de vencer adversários” UESB: “Realizar com efetividade o ensino, a pesquisa e a extensão, produzindo, sistematizando e socializando conhecimentos para a formação de profissionais-cidadãos, visando à promoção do desenvolvimento humano” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (VIII) Mudança de Missão Organizacional Xerox: copiadoras  ⇒ aumentar produtividade de escritórios Standard Oil: vender gasolina ⇒ fornecer energia Columbia Pictures: fazer filmes ⇒ entretenimento Revlon: cosméticos ⇒ oferecer beleza 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (IX) Visão X Missão Visão: Quem é a empresa? Sonho Missão: Para que serve a empresa? O que a organização fará para ser aquilo que visiona? Propósito 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (X) Objetivo: alvo a ser atingido. Traduz a missão em termos específicos e mensuráveis Servem como padrões Unidades de medida 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (XI) Desafios: Convencer a gerência a pensar estrategicamente Desenvolver formas de acompanhamento e controle da estratégia Enfrentar o ambiente externo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (XII) Principais modelos: Michael Porter: 5 forças de mercado Michael Porter: Estratégias genéricas Matriz BCG Análise SWOT Co-opetição 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (XIII) 5 forças de Mercado 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Fornecedores Concorrentes Novos Entrantes Substitutos Clientes
Administração Estratégica (XIV) Estratégias Competitivas Genéricas Liderança em custo : menor custo de produção Diferenciação : produto diferenciado e/ou com qualidade “premium” Nicho ou Enfoque : atendimento das necessidades de determinado grupo específico de consumidores, com necessidades exclusivas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (XV) Matriz BCG 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Participação Crescimento Alto Baixo Baixa Alto Estrela Interrogação Vaca Leiteira Bichos de Estimação (Pets)
Administração Estratégica (XVI) Análise SWOT Strengths: Forças da Empresa Weakness: Fraquezas da Empresa Opportunities: Oportunidades de Mercado Threats: Ameaças de Mercado 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (XVII) Análise SWOT As duas primeiras perspectivas (Strengths e Weakness) analisam a organização em seu âmbito interno Opportunities e Threats analisam como essas forças e fraquezas podem gerar oportunidades de negócio ou ameaças no mercado em que atua 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (XVIII) Co-opetição Trata o mundo dos negócios como um jogo Contrapõe o conceito de arenas de competição de Porter Trata da melhor divisão do “bolo” de mercado e de como fazê-lo crescer Conceito de “complementador” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Administração Estratégica (XIX) Co-opetição: A Rede de valores 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Fregueses Companhia Concorrentes Fornecedores Complementador
Administração Estratégica (XX) Co-opetição PARTS: Alavancas de mudança do jogo Players: jogadores Adds: Valor adicional - o “tamanho do bolo” quando você está no jogo menos o “tamanho do bolo” quando você não está no jogo Rules: Regras Tactics: Táticas Scope: Escopo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Modismos (I) Novas teorias, modelos ou propostas que surgem a velocidade crescente e são adotadas sem os devidos critérios Não acrescenta nada de realmente novo Não confundir os modismos com os avanços crescentes da ciência Como distinguir? 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Modismos (II) Critérios de relevância: “ elementos considerados essenciais, integrantes imprescindíveis do processo administrativo e que, quando existentes, possibilitam que a organização viabilize suas pretensões em termos de resultados a serem atingidos ” CARAVANTES, Geranldo; et al. Administração: Teorias e Processos. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Modismos (III) 8 critérios de relevância: Objetivo Recursos Humanos Comunicação Estratégia Políticas (guias para ação) Noção temporal Noção sistêmica Estrutura Critérios de relevância apresentam alto grau de subjetividade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Processos Administrativos O Processo Administrativo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
A Organização (I) “ Nasvemos, vivemos e morremos em organizações” – Amitai Etzioni Organização – “articulação ou arrumação deliberada de pessoas que visa realizar um ou mais propósitos específicos usando determinada tecnologia” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
A Organização (II) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Propósitos Pessoas Tecnologia Estrutura
A Organização (III) Tradicionais Estáveis Inflexíveis Foco no cargo Empregos permanentes Orientadas de cima Horário fixo Hierarquias Burocracia Mecânica Novas Organizações Dinâmicas Flexíveis Foco em habilidades Empregos temporários Auto-orientadas 24 horas Redes Adhocracia Orgânica 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
A Organização (IV) Eficiência: melhor utilização dos recursos Eficácia: consecução dos objetivos Efetividade: atingir os objetivos com o menor custo possível, levando em conta aspectos éticos e de responsabilidade pública e social 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração Planejamento Organização Liderança Controle 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração Planejamento Avaliar o futuro e preparar-se para ele ou criá-lo Define onde a organização deseja estar no futuro e como chegar lá Ponto de partida para qualquer nível gerencial Origina as atividades das demais funções (Organização; Liderança; e Controle) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração  Organização Desenhar e agrupar tarefas: determinar os procedimentos e operações a serem executados por cada papel funcional Autoridade e responsabilidade Delegação: incumbência, autoridade e responsabilidade Centralização X Descentralização Verticalização X Horizontalização 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração  Liderança (I) Liderança: processo de influência dirigido para modelar o comportamento Pessoas podem ser líderes sem serem gerentes e vice-versa Liderança: poder informal Gerência: poder formal 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração  Liderança (II) Tipos de poder Legítimo ou Formal De Recompensa Coercitivo Especialização Referente ou Identificação 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração  Liderança (III) Uso do poder Ética Resultados Comprometimento Submissão Resistência 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração  Controle (I) Controlar: fazer com que algo aconteça conforme o planejado Monitoramento e avaliação Estabelecer unidades de medida Três etapas Medição de desempenho Análise Tomada de decisões corretivas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração  Controle (II) Tipos de controle Controle prévio Controle simultâneo Controle posterior ou de feedback Custos do controle Princípio de Pareto (80/20) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Funções da Administração  Controle (III) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br PDCA Control (Controle) Act (Agir) Do (Executar) Plan (Planejar)
Funções da Administração  Controle (IV) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Diagrama de Ishikawa  (Causa e Efeito) Efeito Meio ambiente Método Material Mão de obra Medição Máquina
Funções da Administração  Controle (V) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Gráfico de Gantt Tarefas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 Tar01 Tar02 Tar03 Tar04
Funções da Administração  Exercício Crie uma organização (defina ramo de atuação, produtos principais, porte, mercado) Defina: Nome Visão Missão Objetivos (5) BSC baseado nos objetivos (com métricas, metas e forma de operacionalização) Estratégia Desenho organizacional 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Papéis Gerenciais (I) (Henry Mintzberg) Interpessoais Informacionais Decisórios 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Papéis Gerenciais (II) (Henry Mintzberg) Interpessoais Chefe: chefe simbólico – receber visitas, assinar documentos Líder: motivador – desenvolver tarefas relacionadas aos funcionários Ligação: rede de contatos externos – trabalhos relacionados ao ambiente externo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Papéis Gerenciais (III) (Henry Mintzberg) Informacionais Monitor: central de informações – procurar e receber informações atuais internas e externas Disseminador: transmitir informações (interno) – realizar reuniões informativas e ligações Porta-voz: transmitir informações (externo) – fornecer informações para fora e atuar como especialista 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Papéis Gerenciais (IV) (Henry Mintzberg) Decisório Empreendedor: buscar oportunidades – organizar estratégias para novos e antigos programas Solucionador: ações corretivas – resolver situações de distúrbio Alocador: alocação de recursos – programar orçamentos, recursos e MO Negociador: negociar (externo) – negociar com fornecedores, clientes, sindicatos, etc. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escopo da Gerência (I) Gerência funcional Responsável por grupos segmentados por funções (normalmente homogêneos) Normalmente promovidos das próprias áreas que gerenciam Alto conhecimento das tarefas Habilidades técnicas fortes 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Escopo da Gerência (II) Gerência geral Gerencia diversos departamentos diferentes Coordena trabalhos de outras gerências Visão generalista Habilidades interpessoais mais fortes 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Níveis Administrativos Alta administração (Diretoria): Habilidades conceituais Média administração (Gerência): Habilidades humanas Administração operacional (Supervisão): Habilidades técnicas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Competências Dos Gestores De Amanhã (I) Habilidades Estratégicas Avaliar ambientes externo e interno Formular estratégias Mapear visão estratégica e definir missão Implementar estratégias Congruência em recursos humanos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Competências Dos Gestores De Amanhã (II) Habilidades para tarefas Fixar e priorizar objetivos Desenvolver planos de ação e implementação Flexibilidade Criar valor Saber utilizar a estrutura organizacional Alocar recursos Gerenciar o tempo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Competências Dos Gestores De Amanhã (III) Habilidades com Pessoas (I) Delegar Influenciar Motivar Gerenciar conflitos Negociação (win-win) Networking 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Competências Dos Gestores De Amanhã (IV) Habilidades com Pessoas (II) Apresentação Comunicação não-verbal (interpretar sinais) Ouvir Gestão transcultural Gerenciar equipes heterogêneas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Competências Dos Gestores De Amanhã (V) Habilidades de Auto-conhecimento Adaptabilidade pessoal Entender tendências pessoais Controle interno: utilizar seus traços pessoais para conquistar objetivos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Desenho Organizacional (I) Desenho organizacional: configuração global dos cargos e inter-relações entre as funções dentro de uma organização Organogramas Permitem verificar nível de departamentalização, centralização, modelos organizacionais 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Desenho Organizacional (II) Desenho funcional (mais comum) Desenho divisional: Normalmente departamentalizadas por produtos Desenho matricial: Departamentalização por produtos e por funções (Divisão por projetos). É o mais flexível. Há muitos outros desenhos menos utilizados 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Desenho Organizacional (III) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Desenho Funcional
Desenho Organizacional (IV) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Desenho Divisional
Desenho Organizacional (V) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Desenho Matricial
Desenho Organizacional (VI) Departamentalização (I) Por função: agrupam funcionários envolvidos nas mesmas funções ou em funções similares Por produto ou processo: agrupam atividades associadas a determinado produto ou processo Por localização geográfica: agrupam de acordo com a localização física 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Desenho Organizacional (VII) Departamentalização (II) É comum utilizar formatos de departamentalização mistos Há outros modelos de departamentalização menos utilizados: turnos de trabalho, clientes, etc. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Desenho Organizacional (VIII) Fatores que afetam o desenho Tamanho e ciclo de vida Tecnologia Ambiente 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Desenho Organizacional (IX) Cultura: Significados compartilhados Experiências, histórias, crenças, normas e ações compartilhadas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Valores História Visão Determinantes Experiências Histórias Crenças Normas Ações Componentes Eficácia Guia para novas ações Conseqüências
Tomada de Decisões (I) Processo de escolher uma dentre um conjunto de alternativas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Reconhecer e diagnosticar a situação Gerar alternativas Implementar alternativa escolhida Escolher melhor alternativa Avaliar resultados Avaliar alternativas
Tomada de Decisões (II) Gerando alternativas Soluções padrão ou obvias: vêm à mente sem muito esforço Brainstorming Avaliando alternativas A alternativa é viável? A alternativa é satisfatória? Suas conseqüências são aceitáveis? Guardar para avaliação final 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Tomada de Decisões (III) Modelo Racional Informações perfeitas Lista exaustiva de alternativas Racionalidade Sempre busca os interesses da organização Modelo   Comportamental Informações imperfeitas Conjunto de alternativas Racionalidade limitada Escolhe a primeira alternativa considerada aceitável 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Tomada de Decisões (IV) Matriz de Payoffs Valor esperado de uma alternativa é a soma de todos os resultados possíveis multiplicados por suas respectivas probabilidades Árvore de decisão Derivada da matriz de payoffs Apresenta opções em forma de diagrama 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
Tomada de Decisões (V) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Matriz de Payoffs Inflação sobe (30%) Inflação cai (70%) Resultado Fabricar computadores R$ 4 Mi R$ 3 Mi R$ 3,3 Mi Construir casas R$ 1 Mi R$ 2 Mi R$ 1,7 Mi
Tomada de Decisões (VI) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Árvore de Decisões
Referências Bibliográficas (I) CARAVANTES, Geraldo, et al.  Administração: Teorias e Processos . São Paulo: Prentice Hall, 2005. CORRÊA, Henrique Luiz.  Teoria Geral da Administração: Abordagem Histórica da Gestão de Produção e Operações . São Paulo: Atlas, 2003. MOTTA, Fernando C. P.; VASCONCELOS, Isabella F. G.  Teoria Geral da Administração . São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. FERREIRA, Ademir Antonio; REIS, Ana Carla Fonseca; PEREIRA, Maria Isabel.  Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias . São Paulo: Pioneira, 1997. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br

Aulas - Processos Administrativos e TGA - 2005 - Prof. Sergio.Jr

  • 1.
    Processos Administrativos OAdministrador 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 2.
    O Administrador (I)Gerere : (latim) conduzir, dirigir, governar Administrare : (latim) gerir um bem, defendendo os interesses daquele que o possui Administrador : Aquele que gere, ministra um negócio público ou particular 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 3.
    O Administrador (II)É difícil dizer quando surgem os administradores A administração profissional (com pessoas treinadas para tal) passa a existir ao longo do século XIX Inovações como as ferrovias e o telégrafo, além de novas máquinas de produção, proporcionaram novas possibilidades de negócios, bem como exigiram novas habilidades administrativas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 4.
    O Administrador (III)Em 1776 Os Estados Unidos da América declaram independência James Watt vende, na Inglaterra, sua primeira máquina a vapor (I Revolução Industrial) Adam Smith publica A Riqueza das Nações , onde decreta o fim do Mercantilismo e o início do Capitalismo Moderno 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 5.
    O Administrador (IV)Eli Whitney, nos EUA, desenvolve um conceito de peças intercambiáveis, lançando bases para a execução da divisão de trabalho proposta por Adam Smith O trabalho de Whitney também possibilita a futura linha de montagem de Henry Ford ( www.eliwhitney.org.ew.htm ) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 6.
    O Administrador (V)Aperfeiçoando o trabalho de Whitney, Samuel Colt, em armas leves, e M. Singer, em máquinas de costuras, criaram subunidades produtivas ( focused factories ) Maior autonomia interna Especialização Maior produtividade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 7.
    O Administrador (VI)Entretanto, o carvão só passou a ser largamente utilizado a partir da década de 1840 No século XIX um novo fenômeno acontece: terceirização (ocorrida principalmente no setor automobilístico) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 8.
    O Administrador (VII)Séc. XIX Máquinas produzindo em altos volumes Ferrovias Telégrafos Grandes varejistas (Sears & Roebuck) Maior necessidade de gerenciamento: surge o Administrador Profissional 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 9.
    Processos Administrativos Teoriasda Administração 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 10.
    Escola de AdministraçãoCientífica (I) 1911 – “Os princípios da Administração Científica” , Frederick Taylor Frank e Lilian Gilbreth: tentativa de aplicar psicologia ao processo administrativo Henry Gantt: métodos gráficos de controle (Gráfico de Gantt – MS Project) Henry Ford Integração Vertical e Horizontal Padronização Economicidade: redução de estoques e agilização da produção 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 11.
    Escola de AdministraçãoCientífica (II) Seleção científica do trabalhador: aptidões Tempo Padrão: metas de produção Incentivos salariais Gerentes planejam. Operários executam. Divisão do trabalho: subtarefas Supervisão: especializada por áreas Ênfase na eficiência: tempos e movimentos (the best way) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 12.
    Escola de AdministraçãoCientífica (III) Homo Economicus Ser humano previsível e controlável Egoísta e utilitarista Racionalidade Absoluta: otimizando ações e pesando alternativas Incentivos monetários 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 13.
    Escola de AdministraçãoCientífica (IV) Considerações Enfoque mecanicista Homo economicus Abordagem fechada Superespecialização do operário: “Tempos Modernos” Exploração do empregado 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 14.
    Escola de AdministraçãoCientífica (V) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Concepção da Organização Relações Administração-Empregados Sistemas de Incentivos Natureza Humana Resultados Organização Formal Identidade de interesses Incentivos Monetários Homo Economicus Máximos
  • 15.
    Escola de AdministraçãoClássica (I) 1916 – “Administração geral e industrial” , Henri Fayol Funções gerenciais Planejar : estabelecer objetivos Comandar : levar os subordinados a executar suas funções Organizar : coordenar e alocar (distribuir) os recursos da empresa Coordenar : convergir atitudes e esforços em prol do objetivo almejado Controlar : padrões e medidas de desempenho 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 16.
    Escola de AdministraçãoClássica (II) 14 princípios: Divisão do trabalho: no setor administrativo Autoridade e responsabilidade Unidade de comando Unidade de direção: mesmo foco para todas as unidades Disciplina: normas de conduta e trabalho Prevalência dos interesses gerais Remuneração: suficiente para garantir a satisfação dos funcionários 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 17.
    Escola de AdministraçãoClássica (III) 14 princípios: Centralização Hierarquia: linha de autoridade Ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar Eqüidade Estabilidade dos funcionários Iniciativa: estabelecer um plano e cumprir Espírito de corpo: trabalho conjunto 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 18.
    Escola de AdministraçãoClássica (IV) Considerações Obsessão pelo comando Empresa como sistema fechado Manipulação de trabalhadores 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 19.
    Quadro comparativo 10de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Administração Científica Administração Clássica Precursor Frederick Taylor Henri Fayol Origem Chão de Fábrica Gerência Administrativa Ênfase Métodos racionais e padronizados Máxima divisão de tarefas Estrutura Formal Adoção de princípios administrativos pelos altos escalões Enfoque Produção Gerência
  • 20.
    Escola das RelaçõesHumanas (I) Crise de 29 – Quebra da Bolsa de New York: desemprego Necessidade de olhar o trabalhador como pessoa Busca do aumento de produtividade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 21.
    Escola das RelaçõesHumanas (II) Kurt Lewin : “Equilíbrio quase estacionário” O comportamento de grupo é definido pelas interações entre comportamentos individuais, mas influencia o comportamento individual Elton Mayo : A experiência de Hawthorne Demonstrar interesse pelo funcionário pode incentivá-lo Sensação de pertencer 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 22.
    Escola das RelaçõesHumanas (III) Integração e comportamento social Espírito de corpo Coesão grupal Participação nas decisões O trabalhador é um ser pensante Estimulo à iniciativa e comprometimento 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 23.
    Escola das RelaçõesHumanas (IV) Homem Social Necessidade de reconhecimento, aprovação social e participação Conteúdo do trabalho Necessidade de tarefas estimulantes Tarefas simples e repetitivas tendem a ser desestimulantes, diminuindo o ritmo produtivo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 24.
    Escola das RelaçõesHumanas (V) Hugo Munsterberg : Estabelece um laboratório de Psicologia na Universidade de Harvard. Pavimentou o caminho para os estudos de Mayo. Lilian Gilbreth (1914) : “The psychology of managment”. Oliver Sheldon (1923) : responsabilidade social das empresas. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 25.
    Escola das RelaçõesHumanas (VI) Ordway Tead : O administrador deve ser um líder e saber trabalhar o material humano que tem nas mãos. Alfred Marrow : clima de trabalho propício à satisfação das necessidades pessoais. Uso de psicologia na resolução de problemas organizacionais. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 26.
    Escola das RelaçõesHumanas (VII) Mary Follet : Importância dos relacionamentos individuais e das motivações pessoais. Para mudar o comportamento dos funcionários, a empresa deve mudar os seus próprios. Métodos de solução de conflitos: Força Barganha Integração 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 27.
    Escola das RelaçõesHumanas (VIII) Homo Social Condicionado pelo sistema social e biologia Comportamento complexo Necessidade de afiliação (grupos informais) Afetividade e sociabilidade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 28.
    Escola das RelaçõesHumanas (IX) Considerações: Negação do conflito de interesses entre empresas e trabalhadores Restrição de variáveis e amostra Idéia de um trabalhador utópico Ênfase excessiva nos grupos informais Espionagem disfarçada nas comunicações Ausência de novos critérios de gestão 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 29.
    Escola das RelaçõesHumanas (X) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Escola Concepção da Organização Relações Administração-Empregados Sistemas de Incentivos Natureza Humana Resultados Adm. Científica Organização Formal Identidade de interesses Incentivos Monetários Homo Economicus Máximos Relações Humanas Organização Informal Identidade de interesses Incentivos Psicossociais Homo Social Máximos
  • 30.
    Burocracia (I) MaxWeber : sociólogo alemão Organização como parte de um contexto social Gestão regulada por normas e inflexibilidade hierárquica 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 31.
    Burocracia (II) ÉticaProtestante : Orientação ao trabalho/lucro: ser bem sucedido financeiramente é um sinal de benção divina Adiar recompensas Homem organizacional : ser humano com flexibilidade de papéis Racionalidade : melhor forma de realizar uma determinada tarefa Divisão do Trabalho Hierarquia rígida 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 32.
    Burocracia (III) Autoridade: probabilidade de que uma ordem ou comando seja obedecida Poder : probabilidade de impor aos outros a sua própria vontade Dominação : um governo impõe e os governados obedecem Administração : forma de organizar a relação entre governo e governados 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 33.
    Burocracia (IV) Promoçãoe seleção : prevalência da competência inibe o favoritismo Remuneração igual para funções iguais Propriedade ≠ Administração Organização informal é racional , portando, indesejável 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 34.
    Burocracia (V) Críticas: Limitação da espontaneidade : através da rigidez organizacional Despersonalização do relacionamento : ser humano é visto apenas como o ocupante temporário de um papel Substituição dos objetivos pelas normas : no grau de importância Inflexibilidade : no atendimento às necessidades do cliente 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 35.
    Estruturalismo (I) Desdobramentoda Burocracia Influência das ciências sociais Considera a organização como uma única estrutura em todos os seus vários aspectos (união das teorias anteriores) Amitai Etzioni : Organização como um complexo de grupos sociais com interesses conflitantes ou não Minimização do conflito como forma de tornar o trabalho mais “suportável” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 36.
    Estruturalismo (II) Submissãodo indivíduo à socialização: desejo de obter recompensas materiais e sociais Conflitos inevitáveis: entre interesses da empresa e do funcionário Hierarquia e comunicações: hierarquia tende a ser ruim para a comunicação, mas é um “mal inevitável” Incentivos mistos: indivíduos, como seres complexos, têm necessidades complexas Resultados: satisfatórios 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 37.
    Estruturalismo (III) Blau& Scott : grupos sociais e redes sociais Thompson : a estratégia da organização não é rígida e pode ser concorrencial ou cooperativa Perrow : organização influenciada pelas outras organizações e pela sociedade (ambiente externo) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 38.
    Behaviorismo (I) Evoluçãode uma dissidência da escola de Relações Humanas Trabalhadores nem sempre seguem comportamentos racionais Falta de uma relação clara entre moral e nível de produção Valorização do trabalhador 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 39.
    Behaviorismo (II) ChesterBarnard: Executivo como fator mais estratégico da organização Qualidade moral do executivo Cooperação na organização formal: o papel da liderança é “inspirar uma decisão pessoal de cooperar, através da criação de fé” Organização formal: essencial para ordem e consistência Organização informal: essencial para a vitalidade organizacional 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 40.
    Behaviorismo (III) HerbertSimon Nobel da Economia em 1976 Participação no processo decisório “ Organização é um sistema de comportamentos sociais de várias pessoas que recebem incentivos e fazem contribuições para a empresa” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 41.
    Behaviorismo (IV) AbrahamH. Maslow (I) Hierarquia das Necessidades Humanas Necessidades Fisiológicas: “O homem só busca o pão quando não há pão” Necessidades de Segurança Necessidades Sociais Necessidades de Estima: amor-próprio, autoconfiança e independência Necessidades de Auto-realização 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 42.
    Behaviorismo (V) AbrahamH. Maslow (II) A necessidade satisfeita não motiva comportamento Há exceções, principalmente no que tange a valores próprios Falta de evidência empírica 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 43.
    Behaviorismo (VI) FrederickHerzberg Teoria Higiene-Motivação Fatores de Higiene afetam a insatisfação Fatores motivacionais afetam a Satisfação Não satisfação ≠ insatisfação 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 44.
    Behaviorismo (VII) 10de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 45.
    Behaviorismo (VIII) DouglasMcGregor (I) Relação entre o sucesso da organização e a capacidade de prever e controlar o comportamento humano Teorias X e Y 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 46.
    Behaviorismo (IX) DouglasMcGregor (II) Teoria X: autoridade determina direção e controle Ser humano tem aversão natural ao trabalho Pessoas precisam ser controladas e coagidas Ser humano prefere ser dirigido, ter pouca responsabilidade, pouca ambição e estabilidade Líder autocrático 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 47.
    Behaviorismo (X) DouglasMcGregor (III) Teoria Y: integração legitima a autoridade Trabalhar é tão normal quanto descansar Busca pela autocorreção Compromissos de acordo com recompensas Ser humano aceita e procura responsabilidade Potencialidades intelectuais: Imaginação, criatividade e engenhosidade Líder participativo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 48.
    Behaviorismo (XI) DouglasMcGregor (IV) Você é um gerente Teoria X ou Y? 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 49.
    Behaviorismo (XII) ChrisArgyris (I) Comportamento Organizacional: foca o comportamento do indivíduo e do grupo na organização Padrões A e B, baseados nas Teorias X e Y 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 50.
    Behaviorismo (XIII) ChrisArgyris (II) Padrão A > Teoria X Comportamento interpessoal Dinâmica de grupo Normas organizacionais 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 51.
    Behaviorismo (XIV) ChrisArgyris (III) Padrão B > Teoria Y Confiança nos funcionários Interesse por seus sentimentos Comprometimento Novas idéias 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 52.
    Behaviorismo (XV) Processodecisório Os gestores escolhem entre diversas alternativas a (provável) melhor opção Processos administrativos = processos decisórios Liderança: capacidade de guiar indivíduos ou suas atividades em esforço organizado Supervisão orientativa, não punitiva Comunicação vertical e decisão consensual 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 53.
    Behaviorismo (XVI) Autoridadee consentimento Homem administrativo Homens são racionais diante de situações com vários dados Influenciado por suas próprias preferências Resultados satisfatórios, não máximos Conflito de objetivos: inevitável 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 54.
    Teoria dos Sistemas(I) Ludwig Von Bertalanffy: biólogo alemão Teoria Geral dos Sistemas (1937) Tendência de integração entre as ciências Princípios “unificadores” entre as ciências Aplicação em administração: década de 60 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 55.
    Teoria dos Sistemas(II) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br FONTE: ZACARELLI, Sergio. Ecologia de Empresas. São Paulo: Atlas, 1980 Organismos Organizações Herdam seus traços Adquirem estrutura em estágios Morrem Podem ser reorganizadas Têm um ciclo de vida predeterminado Não têm ciclo de vida definido Seres concretos Seres abstratos Seres completos Seres imcompletos A doença é um distúrbio no processo vital O problema é um desvio nos procedimentos adotados
  • 56.
    Teoria dos Sistemas(III) Homem Funcional: ênfase nos papéis e não nas pessoas Conflito de Papéis Incentivos Mistos: busca do equilíbrio entre incentivos monetários e não monetários Equilíbrio Integrado: qualquer ação sobre uma unidade da empresa afeta o conjunto Estado Estável: troca com o ambiente externo, buscando a estabilidade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 57.
    Teoria dos Sistemas(IV) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Saídas Processamento Entradas Feedback Política e Legislação Economia Concorrência Cultura e Sociedade Tecnologia
  • 58.
    Abordagem Contingencial (I)Surgiu a partir de estudos da relação da empresa com o ambiente Baseada na Teoria dos Sistemas Principais nomes: Joan Woodward Alfred Chandler Tom Burns 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 59.
    Abordagem Contingencial (II)Não há absolutos em administração Papel do ambiente:o ambiente externo influencia ações dentro da organização Transitoriedade: a empresa não pode ser “estanque” Não há modelos ideais: dependência de muitos fatores Tecnologia: relacionada com a estrutura Forte ênfase em tecnologia 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 60.
    Abordagem Contingencial (III)Tom Burns (I) Sistema Mecânico Especialidades com classificação rígida Estrutura de poder e responsabilidades clara e fixa Hierarquia fortemente definida Informações de baixo para cima Ordens de cima para baixo Ambientes estáveis 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 61.
    Abordagem Contingencial (IV)Tom Burns (II) Sistema Orgânico Flexibilidade e adaptabilidade Atribuições de responsabilidades e poder adaptáveis Comunicação: fluxo de mão dupla Ambientes dinâmicos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 62.
    Abordagem Contingencial (V)Alfred Chandler Historiador de empresas Estrutura segue a estratégia “ Mão visível do gerente”: atuação sobre o ambiente e resposta do ambiente 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 63.
    Abordagem Contingencial (VI)Joan Woodward Relação entre tecnologia e estrutura Relação entre estrutura e sucesso Princípios administrativos iguais produzem resultados diferentes, dadas diferenças de situação 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 64.
    Exercício Quadro Comparativo(I) Preencha o quadro a seguir com base nos conhecimentos adquiridos Cite pontos fortes das teorias nos cabeçalhos de colunas em relação às teorias nos nomes de linhas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 65.
    Exercício Quadro Comparativo(II) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Pontos Fortes Pontos Fracos Teoria 1 Teoria 2 Teoria 3 Teoria 1 Teoria 2 Teoria 3
  • 66.
    Processos Administrativos TeoriasPós-Sistemas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 67.
    Administração por Objetivos(I) “ Abordagem Neoclássica” Década de 50 – Pós-guerra “ A Prática da Administração de Empresas”, Peter Drucker (1954) Menor preocupação com o fim Maior atenção com as atividades que conduzirão ao objetivo Não é um modelo revolucionário 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 68.
    Administração por Objetivos(II) Mudanças ambientais: os gestores passam a ter enfoque junto com as organizações Definição dos objetivos: conhecer a organização e sua visão de futuro Estabelecer métodos Definir responsabilidades Oportunidades: a empresa não deve ser passiva, mas criar as oportunidades de negócio 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 69.
    Administração por Objetivos(III) Desenvolvimento pessoal: desenvolver o recurso humano da organização expande as suas possibilidades Resultado maior que a soma das partes Descentralização: levando em conta pontos fortes e fracos da empresa 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 70.
    Administração por Objetivos(IV) Múltiplos objetivos Autocontrole: cada um gerencia seu próprio desempenho Autoridade e Liderança: não se deve tentar suprimir a liderança informal e outros meios de liderança 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 71.
    Administração por Objetivos(V) John W. Humble (I) Objetivos são definidos pela alta administração Coleta de informações Interpretação de dados Estabelecimento de medidas Especificação dos objetivos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 72.
    Administração por Objetivos(VI) John W. Humble (II) Principais falhas citadas: Falta de integração Excesso de importância à pessoa não ao desempenho Falta de colaboração voluntária dos gestores Ausência de um método adequado de desenvolvimento dos gestores 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 73.
    Administração por Objetivos(VII) John W. Humble (III) Principais falhas citadas: Supervalorização da promoção Fuga de responsabilidades Modismos Ações injustificadas (sem necessidade) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 74.
    Administração por Objetivos(VIII) George Odiorne (I) “ Processo pelo qual gestores superiores e subordinados de uma organização identificam em conjunto os seus objetivos (...), responsabilidades e usam estas medidas como guias...” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 75.
    Administração por Objetivos(IX) George Odiorne (II) Comprometimento da alta cúpula Familiarização com o modelo Programação das medidas de resultados Ampliação dos objetivos até as supervisões Mudanças nas políticas de avaliação, promoções e delegação Sistemas de custeio (centros de custo) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 76.
    Administração por Objetivos(X) Exige grande esforço pessoal Autocontrole Instrumentos especiais de avaliação Ex.: BSC (Balanced Scorecard) Ressalta a importância dos propósitos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 77.
    Administração Estratégica (I)Década de 60: Estratégia empresarial começa a ocupar espaço Década de 80: Origem da Administração Estratégica Importância da definição clara da missão e da estratégia empresarial Planejamento empresarial: Processo sistemático de análise e síntese 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 78.
    Administração Estratégica (II)Procura capacitar as pessoas a pensar estrategicamente Níveis de decisão Estratégico Tático Operacional 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 79.
    Administração Estratégica (III)Estratégia são as “regras e diretrizes para decisão, que orientam o processo de desenvolvimento de uma organização” ANSOFF, Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo, ed. Atlas, 1990 APO: utiliza os objetivos traçados como base para uma visão global da gestão AE: se interessa pelo papel dos objetivos nas decisões estratégicas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 80.
    Administração Estratégica (IV)Visão: Quem nós seremos? Estado sonhado (e possível) sobre o futuro Busca inspirar as pessoas na organização Foco Sucinta e objetiva, mas clara Normalmente expressa em slogans 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 81.
    Administração Estratégica (V)Visão Coca-cola: “Matar a sede”, justifica o investimento da empresa em várias categorias de bebida Univ. Estadual do Sudoeste da Bahia: “Ser referência em educação, integração e transformação social” Disney: “Trazer felicidade para as pessoas” Itaú: “Ser o banco líder em performance, reconhecidamente sólido e confiável, destacando-se pelo uso agressivos do marketing, tecnologia avançada e por equipes capacitadas, comprometidas com a qualidade total e satisfação dos clientes” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 82.
    Administração Estratégica (VI)Missão: Finalidade própria da empresa. Declaração de propósito. Papel da organização na sociedade. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 83.
    Administração Estratégica (VII)Missão Philips: “Fazendo cada vez melhor” 3M: “Resolver problemas não solucionados de forma inovadora” Nike: “Experimentar a emoção da competição, da vitória e de vencer adversários” UESB: “Realizar com efetividade o ensino, a pesquisa e a extensão, produzindo, sistematizando e socializando conhecimentos para a formação de profissionais-cidadãos, visando à promoção do desenvolvimento humano” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 84.
    Administração Estratégica (VIII)Mudança de Missão Organizacional Xerox: copiadoras ⇒ aumentar produtividade de escritórios Standard Oil: vender gasolina ⇒ fornecer energia Columbia Pictures: fazer filmes ⇒ entretenimento Revlon: cosméticos ⇒ oferecer beleza 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 85.
    Administração Estratégica (IX)Visão X Missão Visão: Quem é a empresa? Sonho Missão: Para que serve a empresa? O que a organização fará para ser aquilo que visiona? Propósito 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 86.
    Administração Estratégica (X)Objetivo: alvo a ser atingido. Traduz a missão em termos específicos e mensuráveis Servem como padrões Unidades de medida 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 87.
    Administração Estratégica (XI)Desafios: Convencer a gerência a pensar estrategicamente Desenvolver formas de acompanhamento e controle da estratégia Enfrentar o ambiente externo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 88.
    Administração Estratégica (XII)Principais modelos: Michael Porter: 5 forças de mercado Michael Porter: Estratégias genéricas Matriz BCG Análise SWOT Co-opetição 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 89.
    Administração Estratégica (XIII)5 forças de Mercado 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Fornecedores Concorrentes Novos Entrantes Substitutos Clientes
  • 90.
    Administração Estratégica (XIV)Estratégias Competitivas Genéricas Liderança em custo : menor custo de produção Diferenciação : produto diferenciado e/ou com qualidade “premium” Nicho ou Enfoque : atendimento das necessidades de determinado grupo específico de consumidores, com necessidades exclusivas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 91.
    Administração Estratégica (XV)Matriz BCG 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Participação Crescimento Alto Baixo Baixa Alto Estrela Interrogação Vaca Leiteira Bichos de Estimação (Pets)
  • 92.
    Administração Estratégica (XVI)Análise SWOT Strengths: Forças da Empresa Weakness: Fraquezas da Empresa Opportunities: Oportunidades de Mercado Threats: Ameaças de Mercado 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 93.
    Administração Estratégica (XVII)Análise SWOT As duas primeiras perspectivas (Strengths e Weakness) analisam a organização em seu âmbito interno Opportunities e Threats analisam como essas forças e fraquezas podem gerar oportunidades de negócio ou ameaças no mercado em que atua 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 94.
    Administração Estratégica (XVIII)Co-opetição Trata o mundo dos negócios como um jogo Contrapõe o conceito de arenas de competição de Porter Trata da melhor divisão do “bolo” de mercado e de como fazê-lo crescer Conceito de “complementador” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 95.
    Administração Estratégica (XIX)Co-opetição: A Rede de valores 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Fregueses Companhia Concorrentes Fornecedores Complementador
  • 96.
    Administração Estratégica (XX)Co-opetição PARTS: Alavancas de mudança do jogo Players: jogadores Adds: Valor adicional - o “tamanho do bolo” quando você está no jogo menos o “tamanho do bolo” quando você não está no jogo Rules: Regras Tactics: Táticas Scope: Escopo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 97.
    Modismos (I) Novasteorias, modelos ou propostas que surgem a velocidade crescente e são adotadas sem os devidos critérios Não acrescenta nada de realmente novo Não confundir os modismos com os avanços crescentes da ciência Como distinguir? 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 98.
    Modismos (II) Critériosde relevância: “ elementos considerados essenciais, integrantes imprescindíveis do processo administrativo e que, quando existentes, possibilitam que a organização viabilize suas pretensões em termos de resultados a serem atingidos ” CARAVANTES, Geranldo; et al. Administração: Teorias e Processos. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 99.
    Modismos (III) 8critérios de relevância: Objetivo Recursos Humanos Comunicação Estratégia Políticas (guias para ação) Noção temporal Noção sistêmica Estrutura Critérios de relevância apresentam alto grau de subjetividade 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 100.
    Processos Administrativos OProcesso Administrativo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 101.
    A Organização (I)“ Nasvemos, vivemos e morremos em organizações” – Amitai Etzioni Organização – “articulação ou arrumação deliberada de pessoas que visa realizar um ou mais propósitos específicos usando determinada tecnologia” 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 102.
    A Organização (II)10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Propósitos Pessoas Tecnologia Estrutura
  • 103.
    A Organização (III)Tradicionais Estáveis Inflexíveis Foco no cargo Empregos permanentes Orientadas de cima Horário fixo Hierarquias Burocracia Mecânica Novas Organizações Dinâmicas Flexíveis Foco em habilidades Empregos temporários Auto-orientadas 24 horas Redes Adhocracia Orgânica 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 104.
    A Organização (IV)Eficiência: melhor utilização dos recursos Eficácia: consecução dos objetivos Efetividade: atingir os objetivos com o menor custo possível, levando em conta aspectos éticos e de responsabilidade pública e social 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 105.
    Funções da AdministraçãoPlanejamento Organização Liderança Controle 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 106.
    Funções da AdministraçãoPlanejamento Avaliar o futuro e preparar-se para ele ou criá-lo Define onde a organização deseja estar no futuro e como chegar lá Ponto de partida para qualquer nível gerencial Origina as atividades das demais funções (Organização; Liderança; e Controle) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 107.
    Funções da Administração Organização Desenhar e agrupar tarefas: determinar os procedimentos e operações a serem executados por cada papel funcional Autoridade e responsabilidade Delegação: incumbência, autoridade e responsabilidade Centralização X Descentralização Verticalização X Horizontalização 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 108.
    Funções da Administração Liderança (I) Liderança: processo de influência dirigido para modelar o comportamento Pessoas podem ser líderes sem serem gerentes e vice-versa Liderança: poder informal Gerência: poder formal 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 109.
    Funções da Administração Liderança (II) Tipos de poder Legítimo ou Formal De Recompensa Coercitivo Especialização Referente ou Identificação 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 110.
    Funções da Administração Liderança (III) Uso do poder Ética Resultados Comprometimento Submissão Resistência 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 111.
    Funções da Administração Controle (I) Controlar: fazer com que algo aconteça conforme o planejado Monitoramento e avaliação Estabelecer unidades de medida Três etapas Medição de desempenho Análise Tomada de decisões corretivas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 112.
    Funções da Administração Controle (II) Tipos de controle Controle prévio Controle simultâneo Controle posterior ou de feedback Custos do controle Princípio de Pareto (80/20) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 113.
    Funções da Administração Controle (III) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br PDCA Control (Controle) Act (Agir) Do (Executar) Plan (Planejar)
  • 114.
    Funções da Administração Controle (IV) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Diagrama de Ishikawa (Causa e Efeito) Efeito Meio ambiente Método Material Mão de obra Medição Máquina
  • 115.
    Funções da Administração Controle (V) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Gráfico de Gantt Tarefas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 Tar01 Tar02 Tar03 Tar04
  • 116.
    Funções da Administração Exercício Crie uma organização (defina ramo de atuação, produtos principais, porte, mercado) Defina: Nome Visão Missão Objetivos (5) BSC baseado nos objetivos (com métricas, metas e forma de operacionalização) Estratégia Desenho organizacional 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 117.
    Papéis Gerenciais (I)(Henry Mintzberg) Interpessoais Informacionais Decisórios 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 118.
    Papéis Gerenciais (II)(Henry Mintzberg) Interpessoais Chefe: chefe simbólico – receber visitas, assinar documentos Líder: motivador – desenvolver tarefas relacionadas aos funcionários Ligação: rede de contatos externos – trabalhos relacionados ao ambiente externo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 119.
    Papéis Gerenciais (III)(Henry Mintzberg) Informacionais Monitor: central de informações – procurar e receber informações atuais internas e externas Disseminador: transmitir informações (interno) – realizar reuniões informativas e ligações Porta-voz: transmitir informações (externo) – fornecer informações para fora e atuar como especialista 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 120.
    Papéis Gerenciais (IV)(Henry Mintzberg) Decisório Empreendedor: buscar oportunidades – organizar estratégias para novos e antigos programas Solucionador: ações corretivas – resolver situações de distúrbio Alocador: alocação de recursos – programar orçamentos, recursos e MO Negociador: negociar (externo) – negociar com fornecedores, clientes, sindicatos, etc. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 121.
    Escopo da Gerência(I) Gerência funcional Responsável por grupos segmentados por funções (normalmente homogêneos) Normalmente promovidos das próprias áreas que gerenciam Alto conhecimento das tarefas Habilidades técnicas fortes 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 122.
    Escopo da Gerência(II) Gerência geral Gerencia diversos departamentos diferentes Coordena trabalhos de outras gerências Visão generalista Habilidades interpessoais mais fortes 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 123.
    Níveis Administrativos Altaadministração (Diretoria): Habilidades conceituais Média administração (Gerência): Habilidades humanas Administração operacional (Supervisão): Habilidades técnicas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 124.
    Competências Dos GestoresDe Amanhã (I) Habilidades Estratégicas Avaliar ambientes externo e interno Formular estratégias Mapear visão estratégica e definir missão Implementar estratégias Congruência em recursos humanos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 125.
    Competências Dos GestoresDe Amanhã (II) Habilidades para tarefas Fixar e priorizar objetivos Desenvolver planos de ação e implementação Flexibilidade Criar valor Saber utilizar a estrutura organizacional Alocar recursos Gerenciar o tempo 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 126.
    Competências Dos GestoresDe Amanhã (III) Habilidades com Pessoas (I) Delegar Influenciar Motivar Gerenciar conflitos Negociação (win-win) Networking 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 127.
    Competências Dos GestoresDe Amanhã (IV) Habilidades com Pessoas (II) Apresentação Comunicação não-verbal (interpretar sinais) Ouvir Gestão transcultural Gerenciar equipes heterogêneas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 128.
    Competências Dos GestoresDe Amanhã (V) Habilidades de Auto-conhecimento Adaptabilidade pessoal Entender tendências pessoais Controle interno: utilizar seus traços pessoais para conquistar objetivos 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 129.
    Desenho Organizacional (I)Desenho organizacional: configuração global dos cargos e inter-relações entre as funções dentro de uma organização Organogramas Permitem verificar nível de departamentalização, centralização, modelos organizacionais 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 130.
    Desenho Organizacional (II)Desenho funcional (mais comum) Desenho divisional: Normalmente departamentalizadas por produtos Desenho matricial: Departamentalização por produtos e por funções (Divisão por projetos). É o mais flexível. Há muitos outros desenhos menos utilizados 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 131.
    Desenho Organizacional (III)10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Desenho Funcional
  • 132.
    Desenho Organizacional (IV)10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Desenho Divisional
  • 133.
    Desenho Organizacional (V)10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Desenho Matricial
  • 134.
    Desenho Organizacional (VI)Departamentalização (I) Por função: agrupam funcionários envolvidos nas mesmas funções ou em funções similares Por produto ou processo: agrupam atividades associadas a determinado produto ou processo Por localização geográfica: agrupam de acordo com a localização física 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 135.
    Desenho Organizacional (VII)Departamentalização (II) É comum utilizar formatos de departamentalização mistos Há outros modelos de departamentalização menos utilizados: turnos de trabalho, clientes, etc. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 136.
    Desenho Organizacional (VIII)Fatores que afetam o desenho Tamanho e ciclo de vida Tecnologia Ambiente 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 137.
    Desenho Organizacional (IX)Cultura: Significados compartilhados Experiências, histórias, crenças, normas e ações compartilhadas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Valores História Visão Determinantes Experiências Histórias Crenças Normas Ações Componentes Eficácia Guia para novas ações Conseqüências
  • 138.
    Tomada de Decisões(I) Processo de escolher uma dentre um conjunto de alternativas 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Reconhecer e diagnosticar a situação Gerar alternativas Implementar alternativa escolhida Escolher melhor alternativa Avaliar resultados Avaliar alternativas
  • 139.
    Tomada de Decisões(II) Gerando alternativas Soluções padrão ou obvias: vêm à mente sem muito esforço Brainstorming Avaliando alternativas A alternativa é viável? A alternativa é satisfatória? Suas conseqüências são aceitáveis? Guardar para avaliação final 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 140.
    Tomada de Decisões(III) Modelo Racional Informações perfeitas Lista exaustiva de alternativas Racionalidade Sempre busca os interesses da organização Modelo Comportamental Informações imperfeitas Conjunto de alternativas Racionalidade limitada Escolhe a primeira alternativa considerada aceitável 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 141.
    Tomada de Decisões(IV) Matriz de Payoffs Valor esperado de uma alternativa é a soma de todos os resultados possíveis multiplicados por suas respectivas probabilidades Árvore de decisão Derivada da matriz de payoffs Apresenta opções em forma de diagrama 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br
  • 142.
    Tomada de Decisões(V) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Matriz de Payoffs Inflação sobe (30%) Inflação cai (70%) Resultado Fabricar computadores R$ 4 Mi R$ 3 Mi R$ 3,3 Mi Construir casas R$ 1 Mi R$ 2 Mi R$ 1,7 Mi
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    Tomada de Decisões(VI) 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br Árvore de Decisões
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    Referências Bibliográficas (I)CARAVANTES, Geraldo, et al. Administração: Teorias e Processos . São Paulo: Prentice Hall, 2005. CORRÊA, Henrique Luiz. Teoria Geral da Administração: Abordagem Histórica da Gestão de Produção e Operações . São Paulo: Atlas, 2003. MOTTA, Fernando C. P.; VASCONCELOS, Isabella F. G. Teoria Geral da Administração . São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. FERREIRA, Ademir Antonio; REIS, Ana Carla Fonseca; PEREIRA, Maria Isabel. Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias . São Paulo: Pioneira, 1997. 10 de Junho de 2009 Prof. Sergio.Jr www.sergio.jr.nom.br