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Administração pública e privada
O objetivo desta pesquisa é analisar as diversas faces que o estilo de
gerenciamento das empresas possui, já que o cenário econômico, político e social
sofreria grandes mutações caso houvesse somente uma das modalidades de
gerenciamento, podendo ser apenas a administração pública ou administração
privada.
Não pode ser extinta uma destas formas administrativas das organizações,
contudo á os prós e contras das duas administrações.
Na administração pública existem vários fatores que a fazem se tornar
importante no cenário empresarial, já que ela favorece a economia e faz com
que as crises sejam melhores administradas, e o governo arrecadaria impostos,
aplicando em serviços necessários à população. E ainda favoreceria toda a
população, sendo que todos teriam os mesmos direitos de cidadãos e facilitaria
então a distribuição de renda.
Cada pessoa na administração pública teria a possibilidade da igualdade social
garantindo um serviço de qualidade a toda população. E a burocracia seria
intensificada, assim garantindo maior eficiência em todos os serviços.
A administração privada possui aspectos extremamente relevantes, por isso a
necessidade da sua existência, já que assim, cada pessoa teria benefícios
individuais, possibilitando o aumento da renda per capita e seria possível a livre
iniciativa sobre a planificação estatal.
Além disso, a administração privada preza pela satisfação com o cliente gerando
competitividade, e assim a busca incessante pela ampliação de mercado, e
oferecendo mais tipos de produtos. Por isso, as pessoas sofreriam mobilidade
entre as classes gerando um anseio de ascensão nas classes superiores.
Sendo assim, serão apresentados a seguir alguns pontos principais para
distinguir a administração pública da administração privada.
As diferenças entre administração pública e privada são essencialmente
contextuais, mas suficientemente significativas para se condicionarem as
tipologias
de
instrumentos.
Administração Pública:
Necessidades coletivas
Interesse público
Leis / Regulamentos,
Autotutela declarativa,
Privilégio de execução prévia
Impostos (OE)
Bem estar de uma sociedade
Inexistência ou imperfeições de mercado
Igualdade, equidade, justiça, proporcionalidade, universalidade, bem comum
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Administração Privada:
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Investimento privado
Lucro
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Restrição na prestação de serviços
Concorre com outros atores (Concorrência perfeita)
Na iniciativa privada, o mau administrador de uma loja ou restaurante pode
rapidamente levar a loja à falência -- a carreira é curta para quem não tem
conhecimento, talento ou treinamento. Os administradores que sobram passam
por inúmeras provações ao longo de uma carreira antes de chegar a posição de
alta liderança. No setor público não é assim; maus gestores raramente são
afastados, órgãos de baixo desempenho não são levados à falência (pelo
contrário, órgãos com problemas normalmente crescem em busca de soluções).
A avaliação de desempenho é muitas vezes complicada por poucos dados ou
apresentação de dados seletivamente. A sociedade também em muitos casos
não tem ferramentas de avaliação; enquanto que um restaurante com comida
ruim fecha rápido, uma secretaria com maus serviços continua tendo sua folha
paga pelo governo. Sem a seleção natural, maus gestores com boas conexões
tendem a se perpetuar; creio que reside aí a vantagem de se buscar um gestor
com provada habilidade na iniciativa privada.
O segundo fator, o não reconhecimento da administração como profissão, é mais
sutil, mas de grande importância também. Administradores na maioria dos
casos são selecionados baseado em dois critérios: político ou técnico. Acreditase que um bom médico será um bom administrador de hospital, ou que um bom
professor será um bom administrador de escola, ou que um bom policial será um
bom gestor de delegacia, ou que um bom engenheiro será um bom gestor de
obras, ou que um bom membro de partido político será um bom gestor de
secretaria. Há claras exceções, mas na maioria dos casos não é verdade.
Através de uma interação entre esses dois estilos gerenciais há uma
possibilidade maior de se obter o sucesso econômico.
Na administração pública percebe-se que o governo teria a possibilidade de
manipular as ações da empresa, ou seja, nem sempre visaria maximizar os
lucros, pois muitas vezes não é isso o mais importante e sim manter empregos e
o bem estar da população. Além disso, aplicaria o dinheiro arrecadado nessas
empresas em serviços necessários para o desenvolvimento social. Esse tipo de
empresa faz com que a igualdade social seja lembrada.
Já na administração privada teríamos eficiência, através de profissionalismo e da
burocracia. A possibilidade de expansão econômica é muito maior na
administração privada.
Acredita-se, que o uso estratégico e interativo desses dois modelos
administrativos tem como consequência uma administração de maior qualidade.
REFERÊNCIAS
BATEMAN, Thomas S.; SNELL, Scott A. Administração: novo cenário competitivo. São Paulo:
Atlas, 2006.

BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Sociologia aplicada à administração. São Paulo:
Saraiva, 2001.

CASTRO, Celso A. P. de. Sociologia aplicada à administração. São Paulo: Atlas, 2008.

SILVA, José Otacílio da. Elementos
Bourdieu. Cascavel: Edunioeste, 2004.

de

sociologia

geral:

Marx,

Durkheim,

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Administração pública e privada

  • 1. Administração pública e privada O objetivo desta pesquisa é analisar as diversas faces que o estilo de gerenciamento das empresas possui, já que o cenário econômico, político e social sofreria grandes mutações caso houvesse somente uma das modalidades de gerenciamento, podendo ser apenas a administração pública ou administração privada. Não pode ser extinta uma destas formas administrativas das organizações, contudo á os prós e contras das duas administrações. Na administração pública existem vários fatores que a fazem se tornar importante no cenário empresarial, já que ela favorece a economia e faz com que as crises sejam melhores administradas, e o governo arrecadaria impostos, aplicando em serviços necessários à população. E ainda favoreceria toda a população, sendo que todos teriam os mesmos direitos de cidadãos e facilitaria então a distribuição de renda. Cada pessoa na administração pública teria a possibilidade da igualdade social garantindo um serviço de qualidade a toda população. E a burocracia seria intensificada, assim garantindo maior eficiência em todos os serviços. A administração privada possui aspectos extremamente relevantes, por isso a necessidade da sua existência, já que assim, cada pessoa teria benefícios individuais, possibilitando o aumento da renda per capita e seria possível a livre iniciativa sobre a planificação estatal. Além disso, a administração privada preza pela satisfação com o cliente gerando competitividade, e assim a busca incessante pela ampliação de mercado, e oferecendo mais tipos de produtos. Por isso, as pessoas sofreriam mobilidade entre as classes gerando um anseio de ascensão nas classes superiores. Sendo assim, serão apresentados a seguir alguns pontos principais para distinguir a administração pública da administração privada. As diferenças entre administração pública e privada são essencialmente contextuais, mas suficientemente significativas para se condicionarem as tipologias de instrumentos. Administração Pública: Necessidades coletivas Interesse público Leis / Regulamentos, Autotutela declarativa, Privilégio de execução prévia Impostos (OE) Bem estar de uma sociedade Inexistência ou imperfeições de mercado Igualdade, equidade, justiça, proporcionalidade, universalidade, bem comum Inexistente ou limitada
  • 2. Administração Privada: Necessidades individuais Interesse particular Contratos entre particulares Investimento privado Lucro Mercado Restrição na prestação de serviços Concorre com outros atores (Concorrência perfeita) Na iniciativa privada, o mau administrador de uma loja ou restaurante pode rapidamente levar a loja à falência -- a carreira é curta para quem não tem conhecimento, talento ou treinamento. Os administradores que sobram passam por inúmeras provações ao longo de uma carreira antes de chegar a posição de alta liderança. No setor público não é assim; maus gestores raramente são afastados, órgãos de baixo desempenho não são levados à falência (pelo contrário, órgãos com problemas normalmente crescem em busca de soluções). A avaliação de desempenho é muitas vezes complicada por poucos dados ou apresentação de dados seletivamente. A sociedade também em muitos casos não tem ferramentas de avaliação; enquanto que um restaurante com comida ruim fecha rápido, uma secretaria com maus serviços continua tendo sua folha paga pelo governo. Sem a seleção natural, maus gestores com boas conexões tendem a se perpetuar; creio que reside aí a vantagem de se buscar um gestor com provada habilidade na iniciativa privada. O segundo fator, o não reconhecimento da administração como profissão, é mais sutil, mas de grande importância também. Administradores na maioria dos casos são selecionados baseado em dois critérios: político ou técnico. Acreditase que um bom médico será um bom administrador de hospital, ou que um bom professor será um bom administrador de escola, ou que um bom policial será um bom gestor de delegacia, ou que um bom engenheiro será um bom gestor de obras, ou que um bom membro de partido político será um bom gestor de secretaria. Há claras exceções, mas na maioria dos casos não é verdade. Através de uma interação entre esses dois estilos gerenciais há uma possibilidade maior de se obter o sucesso econômico. Na administração pública percebe-se que o governo teria a possibilidade de manipular as ações da empresa, ou seja, nem sempre visaria maximizar os lucros, pois muitas vezes não é isso o mais importante e sim manter empregos e o bem estar da população. Além disso, aplicaria o dinheiro arrecadado nessas empresas em serviços necessários para o desenvolvimento social. Esse tipo de empresa faz com que a igualdade social seja lembrada. Já na administração privada teríamos eficiência, através de profissionalismo e da burocracia. A possibilidade de expansão econômica é muito maior na administração privada.
  • 3. Acredita-se, que o uso estratégico e interativo desses dois modelos administrativos tem como consequência uma administração de maior qualidade.
  • 4. REFERÊNCIAS BATEMAN, Thomas S.; SNELL, Scott A. Administração: novo cenário competitivo. São Paulo: Atlas, 2006. BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Sociologia aplicada à administração. São Paulo: Saraiva, 2001. CASTRO, Celso A. P. de. Sociologia aplicada à administração. São Paulo: Atlas, 2008. SILVA, José Otacílio da. Elementos Bourdieu. Cascavel: Edunioeste, 2004. de sociologia geral: Marx, Durkheim, Weber,