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MIP NO 
ALGODÃO 
Hallandra Pinheiro Rodrigues
Importância do MIP no Algodão 
 É utilizado visando aumentar a produtividade, 
diminuindo/controlando o ataque de pragas; 
 Fatores como estado nutricional da planta, controle de 
plantas daninhas, uso ou não uso de regulador de 
crescimento e estresse hídrico podem influenciar na 
eficácia de controle de pragas; 
 Monitoramento é importante para o sucesso da prática 
de manejo.
Algodão no mercado 
Brasileiro 
 Foi em 2011 responsável por 19 bilhões de dólares do 
PIB. 
 Custo de Produção aumentou 1% na safra 2014/2015; 
 Custo de Produção, só com inseticidas, de R$ 1500,00.
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas da Soja, Milho e Algodão – Monsanto.
Pragas da cultura do Algodão 
 Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/software-sera-usado-para-manejo-de-pragas- 
em-plantacao-de-algodao-111184
Percevejo – Castanho 
(Scaptocoris castanea) 
 Crescimento retardado das plantas; 
 Raízes com manchas escuras; 
 Sucção contínua debilita a planta, podendo causar a 
morte da mesma.
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Broca-da-raíz (Eutinobothrus 
brasiliensis) 
 Plantas novas morrem, e plantas mais velhas causam 
perda de produtividade; 
 Parte basal do caule apresenta engrossamento; 
 Larvas formam galerias; 
 Plantas com folhas bronzeadas e murchas;
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Broca-da-haste 
(Conotrachelus denier) 
 Redução inicial do estande; 
 Destruição das maçãs; 
 Internódios curtos e ramificados.
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) 
 Cortam as plantas jovens; 
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Lagarta – Elasmo 
(Elasmopalpus lignoselus) 
 Abre galerias na região da base da planta; 
 Plantas secam e morrem; 
Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Cigarrinha-Parda (Agallia sp) 
 Necroses escuras nas folhas mais novas; 
 Paralisação do crescimento das plantas; 
 Internódios curtos e superbrotação; 
 Ramos alongados;
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Tripes (Frankliniella schultzei) 
 Paralisação do crescimento das plantas; 
 Folhas deformadas; 
 “Prateamento” ou queimaduras na face inferior das 
folhas; 
 Ataques severos causam superbrotações e morte das 
gemas apicais;
 Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Mosca-Branca (Bemisia tabaci) 
 Mela e queda das folhas; 
 Depreciação da fibra pela fumagina; 
 Vetor do “mosaico comum”; 
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
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Pulgão-do-algodoeiro 
(Aphis gossypii) 
 Curvatura do limbo foliar; 
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 Depreciação da fibra pela fumagina; 
 Transmite o “vermelhão” e o “mosaico das nervuras”;
Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Curuquerê 
(Alabama argillacea) 
 Desfolha no sentido descendente; 
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 Perda da qualidade das fibras por conta dos dejetos.
Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Falsa-medideira (Chrysodeixis 
includens) 
 Orifícios circulares na parte central das folhas; 
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Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - 
FMC 
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Lagarta-das-maçãs (Heliothis 
virescens e Helicoverpa zea) 
 Danificam botões florais a partir dos ponteiros; 
 Últimos instares danificam as maçãs totalmente. 
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
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Complexo de Spodoptera 
(S.cosmioides e S. frugiperda) 
 Desfolhamento da planta; 
 Atacam botões florais e maçãs; 
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Percevejo-Manchador 
(Dysdercus spp) 
 Sugam seiva de flores, maçãs e do caule; 
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Percevejo-rajado 
(Horcias nobilellus) 
 Plantas com porte elevado e improdutivas; 
 Botões florais e maçãs abortadas; 
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 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Percevejos Migradores 
 Percevejo – Marrom (Euschistus heros), Percevejo- 
Verde (Nezara viridula) e Percevejo-Pequeno 
(Piezodorus guildinii). 
 Queda e/ou apodrecimento das estruturas florais e 
maçãs.
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Ácaro-branco 
(Polyphagotarsonemus latus) 
 Aparece em reboleiras; 
 Aparência brilhante na face inferior das folhas; 
 Encarquilhamento das folhas; 
 Parte inferior bronzeada, com o passar do tempo; 
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 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Ácaro-rajado 
(Tetranychus urticae) 
 Raspa parte inferior das folhas destruindo a clorofila; 
 Emaranhado de fios na parte inferior da folha; 
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 Queda de folhas, botões florais e maçãs. 
 Abertura precoce das maçãs, gerando capulhos 
pequenos e de baixo peso;
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Lagarta-rosada 
(Pectinophora gossypiella) 
 Ataca botões florais e maçãs; 
 Se alimentam das sementes; 
 Formação de carimãs;
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Bicudo (Anthonomus grandis) 
 Se alimentam de folhas, pecíolos e pontas das hastes; 
 Perfuram as maçãs e colocam ovos; 
 Se alimentam dos botões florais; 
 Botões florais atacados – caem; 
 Maçãs atacadas – apodrecem.
 Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
Medidas de Monitoramento 
 Armadilhas com Feromônios 
 Atraem os adultos dos insetos. 
 Ajuda a determinar o nível de controle 
. 
 Fonte: http://www.tudorondonia.com.br/noticias/idaron-monitora-lagarta-que-destroi-soja-milho- 
feijao-e-algodao-,42900.shtml
Medidas de Monitoramento 
Armadilhas luminosas 
 Insetos noturnos; 
 Determinar nível de controle. 
 Fonte: http://blogs.ruralbr.com.br/helicoverpa/2014/02/26/setor-algodoeiro-cria-sistema-de-alerta- 
contra-helicoverpa-em-mato-grosso/
Medidas de Controle 
 Inimigos Naturais 
 Atacam de forma natural as pragas. 
• 
• Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaninha 
 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dermaptera
Medidas de Controle 
 Fungos e bactérias entomopatogênicos 
 Controle de pragas por meios “naturais”; 
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naturalmente; 
 Aplicação convencional.
 Fonte: http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio20/20_6.pdf
 Fonte: http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio20/20_6.pdf
Medidas de Controle 
 Iscas 
 Feitas, em sua maioria, de garrafas plásticas. Atraem as 
pragas e deixam-nas presas. 
 Fonte: http://www.mocambiquetrading.com/bolsa-de-produtos/armadilha-ecologica-para-insetos- 
mosca-da-fruta-vespas-ou-melgas/
Medidas de Controle 
Mata-Bicudo 
 Captura e contaminação de bicudos com o Malathion; 
 Armadilha com feromônio sexual; 
 Fonte: http://www.ampasul.com.br/lista.php?n=146
Medidas de Controle 
Trichogramma galloi 
 Vespa usada para parasitar ovos de mariposas e 
percevejos. 
 Fonte: http://rehagro.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=1619
Medidas de Controle 
 Inseticidas 
 Mais utilizado no controle de pragas do algodão; 
 Específicos e eficientes. 
 Fonte: http://grupopilau.com.br/noticias/vis/?v=3236
Obrigada! 
Hallandra Pinheiro Rodrigues 
hallandrarodrigues@live.com 
(62)9218-7789 
“Você não é derrotado quando perde. 
É derrotado quando desiste.” 
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MIP NO ALGODÃO

  • 1. MIP NO ALGODÃO Hallandra Pinheiro Rodrigues
  • 2. Importância do MIP no Algodão  É utilizado visando aumentar a produtividade, diminuindo/controlando o ataque de pragas;  Fatores como estado nutricional da planta, controle de plantas daninhas, uso ou não uso de regulador de crescimento e estresse hídrico podem influenciar na eficácia de controle de pragas;  Monitoramento é importante para o sucesso da prática de manejo.
  • 3. Algodão no mercado Brasileiro  Foi em 2011 responsável por 19 bilhões de dólares do PIB.  Custo de Produção aumentou 1% na safra 2014/2015;  Custo de Produção, só com inseticidas, de R$ 1500,00.
  • 4.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas da Soja, Milho e Algodão – Monsanto.
  • 5. Pragas da cultura do Algodão  Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/software-sera-usado-para-manejo-de-pragas- em-plantacao-de-algodao-111184
  • 6. Percevejo – Castanho (Scaptocoris castanea)  Crescimento retardado das plantas;  Raízes com manchas escuras;  Sucção contínua debilita a planta, podendo causar a morte da mesma.
  • 7.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 8. Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 9. Broca-da-raíz (Eutinobothrus brasiliensis)  Plantas novas morrem, e plantas mais velhas causam perda de produtividade;  Parte basal do caule apresenta engrossamento;  Larvas formam galerias;  Plantas com folhas bronzeadas e murchas;
  • 10.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 11.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 12. Broca-da-haste (Conotrachelus denier)  Redução inicial do estande;  Destruição das maçãs;  Internódios curtos e ramificados.
  • 13.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 14.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 15. Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon)  Cortam as plantas jovens;  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 16. Lagarta – Elasmo (Elasmopalpus lignoselus)  Abre galerias na região da base da planta;  Plantas secam e morrem; Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 17. Cigarrinha-Parda (Agallia sp)  Necroses escuras nas folhas mais novas;  Paralisação do crescimento das plantas;  Internódios curtos e superbrotação;  Ramos alongados;
  • 18.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 19. Tripes (Frankliniella schultzei)  Paralisação do crescimento das plantas;  Folhas deformadas;  “Prateamento” ou queimaduras na face inferior das folhas;  Ataques severos causam superbrotações e morte das gemas apicais;
  • 20.  Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 21. Mosca-Branca (Bemisia tabaci)  Mela e queda das folhas;  Depreciação da fibra pela fumagina;  Vetor do “mosaico comum”;  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 22.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 23. Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii)  Curvatura do limbo foliar;  Paralisação do crescimento da planta;  Depreciação da fibra pela fumagina;  Transmite o “vermelhão” e o “mosaico das nervuras”;
  • 24. Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 25. Curuquerê (Alabama argillacea)  Desfolha no sentido descendente;  A partir do quarta instar, desfolha total;  Abertura precoce dos capulhos;  Perda da qualidade das fibras por conta dos dejetos.
  • 26. Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 27. Falsa-medideira (Chrysodeixis includens)  Orifícios circulares na parte central das folhas;  Desfolha inicial no terço inferior; Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 28. Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 29. Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens e Helicoverpa zea)  Danificam botões florais a partir dos ponteiros;  Últimos instares danificam as maçãs totalmente.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 30. Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 31. Complexo de Spodoptera (S.cosmioides e S. frugiperda)  Desfolhamento da planta;  Atacam botões florais e maçãs; Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 32. Percevejo-Manchador (Dysdercus spp)  Sugam seiva de flores, maçãs e do caule;  Flores e maçãs são “abortadas”;  Fibras ficam amareladas;  Picam as sementes do capulho, depreciando-as.
  • 33. Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 34. Percevejo-rajado (Horcias nobilellus)  Plantas com porte elevado e improdutivas;  Botões florais e maçãs abortadas;  Maçãs deformadas e podres;
  • 35.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 36. Percevejos Migradores  Percevejo – Marrom (Euschistus heros), Percevejo- Verde (Nezara viridula) e Percevejo-Pequeno (Piezodorus guildinii).  Queda e/ou apodrecimento das estruturas florais e maçãs.
  • 37.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 38. Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)  Aparece em reboleiras;  Aparência brilhante na face inferior das folhas;  Encarquilhamento das folhas;  Parte inferior bronzeada, com o passar do tempo;  Folhas quebradiças e ressecadas.
  • 39.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 40. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)  Raspa parte inferior das folhas destruindo a clorofila;  Emaranhado de fios na parte inferior da folha;  Manchas avermelhadas na face superior das folhas;  Queda de folhas, botões florais e maçãs.  Abertura precoce das maçãs, gerando capulhos pequenos e de baixo peso;
  • 41.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 42. Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella)  Ataca botões florais e maçãs;  Se alimentam das sementes;  Formação de carimãs;
  • 43.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 44. Bicudo (Anthonomus grandis)  Se alimentam de folhas, pecíolos e pontas das hastes;  Perfuram as maçãs e colocam ovos;  Se alimentam dos botões florais;  Botões florais atacados – caem;  Maçãs atacadas – apodrecem.
  • 45.  Fonte: Manual de Identificação de Pragas do Algodão - FMC
  • 46. Medidas de Monitoramento  Armadilhas com Feromônios  Atraem os adultos dos insetos.  Ajuda a determinar o nível de controle .  Fonte: http://www.tudorondonia.com.br/noticias/idaron-monitora-lagarta-que-destroi-soja-milho- feijao-e-algodao-,42900.shtml
  • 47. Medidas de Monitoramento Armadilhas luminosas  Insetos noturnos;  Determinar nível de controle.  Fonte: http://blogs.ruralbr.com.br/helicoverpa/2014/02/26/setor-algodoeiro-cria-sistema-de-alerta- contra-helicoverpa-em-mato-grosso/
  • 48. Medidas de Controle  Inimigos Naturais  Atacam de forma natural as pragas. • • Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaninha  Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dermaptera
  • 49. Medidas de Controle  Fungos e bactérias entomopatogênicos  Controle de pragas por meios “naturais”;  Isola os fungos que atacam determinadas pragas naturalmente;  Aplicação convencional.
  • 52. Medidas de Controle  Iscas  Feitas, em sua maioria, de garrafas plásticas. Atraem as pragas e deixam-nas presas.  Fonte: http://www.mocambiquetrading.com/bolsa-de-produtos/armadilha-ecologica-para-insetos- mosca-da-fruta-vespas-ou-melgas/
  • 53. Medidas de Controle Mata-Bicudo  Captura e contaminação de bicudos com o Malathion;  Armadilha com feromônio sexual;  Fonte: http://www.ampasul.com.br/lista.php?n=146
  • 54. Medidas de Controle Trichogramma galloi  Vespa usada para parasitar ovos de mariposas e percevejos.  Fonte: http://rehagro.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=1619
  • 55. Medidas de Controle  Inseticidas  Mais utilizado no controle de pragas do algodão;  Específicos e eficientes.  Fonte: http://grupopilau.com.br/noticias/vis/?v=3236
  • 56. Obrigada! Hallandra Pinheiro Rodrigues hallandrarodrigues@live.com (62)9218-7789 “Você não é derrotado quando perde. É derrotado quando desiste.” Dr. House