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Manejo e controle de pragas
Milho – Zea mays
DISCENTE: GEOVANI DA SILVA SANTANA
DOCENTE: PROFº, DRº JOSÉ WILSON
Objetivo:
Apresentar o cultivo do milho (Zea mays), suas principais
pragas causadoras de danos econômicos e as técnicas de
manejo utilizadas visando a redução de tais danos.
Milho – Zea mays
- Alto potencial produtivo;
- Cultivo geralmente mecanizado;
- Contem quase todos os aminoácidos conhecidos, exceto a lisina e
o triptófano
 Somente cerca 5% da produção brasileira se destina ao consumo humano e, mesmo assim, de maneira
indireta na composição de outros produtos. (EMBRAPA)
https://hortas.info/como-plantar-milho
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Ordem: Poales
Família: Poaceae
Subfamília: anicoideae
Tribo: Maydeae
Gênero: Zea
Espécie: Zea mays
Planta C4: maior eficiência na produção de matéria seca e grãos.
Milho – Zea mays
Origem: Mexicana.
Cultivo começou por volta de 2.500 anos A.C.
Significado: ‘’Sustento da vida’’ origem caribenha.
HISTÓRIA:
 O milho foi o alimento básico de várias civilizações
importantes ao longo dos séculos:
- Olmecas, Maias, Astecas e Incas.
Quetzalcóatl
http://www.deviantart.com/tag/quetzalcoatl
Divindade adorada pelos Asteca, Tolteca e Maias que
teria não só originado os homens como também
providenciado seu principal alimento, o milho.
Raízes
Raízes de suporte
Leme
Bainha foliar
Lâmina da folha
2,5m
Estigma (cabelo)
Entrenó de borla
Folha bandeira
Anteras (Pólen)
Espiga
Alvéolos
Espigueta
Lema
Pálea
Melhoramento Genético:
MAIS UTILIZADO
EM PESQUISAS
TRANSGÊNICOS
292 cultivares
transgênicas
BRASIL
DÉCADA DE 30
1939 primeiro
híbrido duplo
brasileiro
PRODUTIVIDADE
1220kg/há 77/78
3360kg/há 02/03
Variedades:
Milho branco aldino Milho malva aldino Milho vermelho aldino
Milho Morango
Milho Peruano
http://www.nacozinhabrasil.com/2011/08/pamonha-assada.html
http://biografiaecuriosidade.blogspot.com.br/2013/07/milho-historia-desse-curioso-cereal.html
http://www.plantamundo.com/produto_completo.asp?IDProduto=631
Variedades Especiais
Milho Branco:
• Uma das variedades mais difundidas no Brasil;
• Produção de canjica, grãos e silagem;
• Cotação da saca de milho branco pode ser até cinquenta por cento superior à do milho
tradicional;
• Bastante utilizado em festividades como o São João devido suas qualidades gastronômicas;
• Podem ser colhidas até duas safras por ano em alguns regiões.
https://pt.dreamstime.com/foto-de-stock-milho-branco-em-uma-
placa-da-argila-do-vintage-image50576607
http://www.pitorro.pt/index.php?pagin
a=36
http://sinhaalimentos.com.br/canjica-
milho-branco-500g/
Variedades Especiais
Milho Transgênico:
Milho Transgênico MON 863:
- É prejudicial à saúde destes animais e pode causar
lesões consideráveis em órgãos importantes.
Milho Transgênico BT:
-1999, a Novartis;
https://plus.google.com/102937934916076443250
-Resistente a insetos;
-Aumento médio de 8% na
produtividade.
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-porque-ter-medo-de-transg%C3%AAnicos
Variedade - Al Bandeirante
Foto: Weslley Sidney
Benefícios para a saúde:
Milho é rica fonte de calorias;
Benefícios do milho para na prevenção de hemorroidas e câncer colo retal;
Milho é uma rica fonte em minerais: P, Mg, Mn, Zn, Cu, Fe, Se;
Propriedades antioxidantes;
Benefícios para o coração;
Prevenção da anemia;
Redução do mau colesterol;
Rico em vitamina A;
Controle da diabetes e hipertensão;
Produtos cosméticos;
O chá feito com os cabelos da espiga do milho é excelente para os rins.
ECONOMIA (PRODUÇÃO)
Fonte: USDA
- Total de milho na safra 2013/14, no valor de 984 milhões de toneladas;
- Cerca de 125,5 milhões foram comercializadas internacionalmente, 12,7 % da produção total em 2013/14.
ECONOMIA (PRODUÇÃO)
MT
MS
GO
DF
TO
MG
SP
PR
SC
http://www.cnpms.embrapa.br/publicacoes/milho_7_ed/mercado.htm
ECONOMIA (PRODUÇÃO)
Produção de milho:
A produção de milho no Brasil tem se caracterizado pela divisão da produção em duas épocas
de plantio:
 Primeira safra:
- Durante o período chuvoso.
 Segunda safra, ‘’safrinha’’:
- Realizados em uma condição desfavorável
de clima;
- Tem contribuído para elevar os
rendimentos das lavouras
Fonte: Coelho & França (1995).
Fertilidade e Adubação:
CULTIVO
Plantio:
CULTIVO
Colheita: 120 a 130;
Temperatura ideal: 25 e 30ºC;
Água consumida pela planta durante seu ciclo: 600 mm;
Espaçamento entre fileiras: Dados de pesquisa mostram vantagens do espaçamento
reduzido (45 a 50 cm entre fileiras) comparado ao espaçamento convencional (80 a 90
cm);
Profundidade: 3 a 7cm.
Custos:
 1ha: 1.700 – 2.000$ já com a colheita;
 Matéria verde: 30 a 50 ton/ha de silagem;
 Grão: 3 a 4 ton/ha.
Fonte: Profº Salim Jacaúna
Pragas e seu reconhecimento
No Brasil, segundo estimativa da EMBRAPA Milho e
Sorgo, a cultura do milho perde anualmente cerca de 700
milhões de dólares pelo ataque devido as pragas. Cerca
de 400 milhões são ocasionados pela Lagarta do cartucho
e Lagarta da espiga.
Pragas da raiz
Cupim-subterrâneo Procornitermes triacifer;
Cupim-subterrâneo Procornitermes Striatus;
Cupim-subterrâneo Syntermes molestus;
Cupim-de-montículo Cornitermes snyderi;
Larva-alfinete Diabrotica speciosa;
Larva-angorá Astylus variegatus;
Larva-arame Conoderus scalaris;
Coró-das-pastagens Diloboderus abderus;
Coró-da-soja Phyllophaga cuyabana;
Coró-do-trigo Phyllophaga triticophaga;
Percevejo-castanho Scaptoris castânea;
Cigarrinha-das-raízes ou Cigarrinha-vermelha Mahanarva fimbriolata;
Pragas da raiz
Coró-da-soja (Phyllophaga cuyabana)
Tamanho: 4 a 5cm;
Período larval: + 250 dias.
Danos: falhas nas linhas de plantio,
plantas amareladas e enfezadas,
tombamento, folhas murchas e
secas, não-enchimento dos grãos e
plantas mortas. Esses sintomas
geralmente ocorrem em reboleiras.
http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PragasSoja/index.htm
Forma Adulta
Phyllophaga cuyabana
Coleóptera: Melolonthidae
http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Agencia35/AG01/arvore/AG01_92_259200616453.html
40 ovos – Período de incubação 15 dias
PRAGAS DA RAIZ
LARVA ALFINETE (Diabrotica speciosa)
Tamanho: 10mm;
Período larval: 8 dias.
Danos: Os danos às plantas são
causados pelas larvas e pelos
adultos. As larvas são
conhecidas como larvas-alfinete
e alimentam-se das raízes das
plantas, o que reduz a
sustentação e a absorção de
água e nutrientes. http://monsantoemcampo.hospedagemdesites.ws/?p=1586
https://3rlab.wordpress.com/2016/10/03/larva-alfinete-na-cutura-do-milho/
PRAGAS DA RAIZ
PERCEVEJO CASTANHO (Scaptocoris castanea)
Tamanho: 8mm.
Danos: Os danos nas lavouras são
observados em reboleiras. As plantas
atacadas apresentam desenvolvimento
inferior ao restante da cultura e alguns
sintomas de deficiência nutricional e
hídrica, que ocorrem em razão da
sucção da seiva e da injeção de
substâncias tóxicas. As plantas
enfraquecidas podem morrer.
http://agrolink.com.br/agromidias/problemas/g/Scaptocoris_castanea82.jpg
Pragas do colmo
Broca-do-colmo Diatraea saccharalis;
Lagarta-elasmo lignosellus;
Lagarta-rosca Agrotis ípsilon;
Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus;
Percevejo-barriga-verde Dichelops melacanthus.
Pragas do colmo
LAGARTA-ELASMO (Elasmopalpus lígnosellus)
http://www.cnpms.embrapa.br/publicacoes/sorgo_8_ed/pragas.htm
Tamanho: 2cm;
Período larval: 21 dias.
Dano: folhas, descendo em seguida
para o solo e penetrando na planta à
altura do colo, no qual faz uma
galeria ascendente que termina
destruindo o ponto de crescimento.
Sintoma: "coração morto" - folhas centrais
mortas e folhas externas ainda verdes.
https://www.embrapa.br/documents/1344498/2767891/manejo-de-elasmo-na-cultura-do-milho.pdf/9ca5be8d-688e-
4520-9ec7-4fd385c51e3e
Forma Adulta
Elasmopalpus lignosellus:
Lepidóptera – Pyralidae.
http://mothphotographersgroup.msstate.edu/species.php?hodges=5896http://panorama.cnpms.embrapa.br/insetos-praga/identificacao/pragas-de-superficie/lagarta-elasmo-elasmopalpus-lignosellus-
zeller-1848-lepidoptera-pyralidae-1
400 ovos – período de incubação 3 dias.
Pragas do colmo
LAGARTA-ROSCA (Agrotis ípsilon)
Tamanho: 40mm;
Período larval: 25 - 30 dias.
Danos: seccionamento parcial do
colmo (coração morto),
perfilhamento, sintoma de
deficiência mineral;
Hábito noturno.
http://panorama.cnpms.embrapa.br/insetos-praga/identificacao/pragas
de-superficie/lagarta-rosca-agrotis-ipsilon-hufnagel-1766-lepidoptera-
noctuidae
http://www.afe.com.br/noticia/11843/como-defender-o-milho-da-
lagarta-rosca
http://www.agrolink.com.br/agricultura/problemas/busca/lagarta-rosca_222.html
http://panorama.cnpms.embrapa.br/insetos-praga/identificacao/pragas-de-superficie/lagarta-rosca-agrotis-ipsilon-hufnagel-
1766-lepidoptera-noctuidae
https://www.fmcagricola.com.br/portal/manuais/pragas_soja/files/assets/seo/page14.html
Forma Adulta
Agrotis ípsilon
Lepidoptera - Noctuidae.
1.260 ovos - período de incubação 3 dias.
Pragas do colmo
PERCEVEJO-DE-BARRIGA-VERDE (Dichelops furcatus e D. melacanthus)
Tamanho: 10mm;
Dano: No milho, atacam principalmente a
base do colmo, o que causa murcha, seca e
perfilhamento. Também pode haver
formação de manchas escuras nos locais da
picada e as folhas centrais podem ficar
enroladas, deformadas e descoloridas.
https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/169816-s-imagens-enviadas-pelos-produtores-rurais-do-brasil.html#.WJ6BbjsrLIU
Pragas da folha
Cigarrinha-das-pastagens Deois flavapicta;
Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis;
Curuquerê-dos-capinzais Moois latipes;
Formiga-cortadeira Ana sexdens rubropilosa;
Gafanhoto Rhammalocerus soluistacercoides;
Grilo-pardo Amarogryllus muticus;
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda;
Pulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis;
Tripes Franklintella williamsi hood.
Pragas da folha
LAGARTA-DO-CARTUCHO (Spodoptera frugiperda)
Tamanho: 40mm;
Período larval: 15 dias.
Dano:
Folhas;
Espiga;
Colmo;
Sintomas: Coração morto.
http://www.clubeamigosdocampo.com.br/artigo/controle-da-
lagarta-do-cartucho-no-milho-1385
http://www.agrolink.com.br/culturas/milho/lagarta-do-
cartucho_252.html
http://www.agrolink.com.br/culturas/milho/lagarta-do-
cartucho_252.html
http://www.agrolink.com.br/downloads/manual%20de%20pragas%20do%20milho.pdf
http://www.agrolink.com.br/downloads/manual%20de%20pragas%20do%20milho.pdf
http://www.agrolink.com.br/downloads/manual%20de%20pragas%20do%20milho.pdf
http://www.agrolink.com.br/downloads/manual%20de%20pragas%20do%20milho.pdf
Forma Adulta
Spodoptera frugiperda
Lepidóptera - Noctuidae.
Fêmea: 150 ovos - período de incubação 3 dias.
http://br.viarural.com/agricultura/plagas/insetos/spodoptera-frugiperda.htm
PULGÃO-DO-MILHO (Rhopalosiphum maidis)
Pragas da folha
Tamanho: 0,9 a 2,6 mm;
Nova geração: 7 dias.
Danos:
-Sucção contínua da seiva das
plantas;
- Substancias excretadas no
estigma.
http://www.pioneersementes.com.br
http://panorama.cnpms.embrapa.br/insetos-praga/identificacao/pragas-da-
parte-aerea-sugadores/pulgao-do-milho-rhopalosiphum-maidis-fitch-1856-
homoptera-aphididae
Pragas da espiga
Lagarta-da-espiga Helicoverpa zea;
Mosca-da-espiga Euxesta spp;
Percevejo-do-milho Leptoglossus zonatus.
Pragas da espiga
LAGARTA DA ESPIGA (Helicoverpa zea)
Tamanho: 5cm;
Período larval: 30 – 40 dias.
Dano: corte do “cabelo” da
espiga, impedindo a fertilização e
consequentemente, provocando
falhas na espiga;
-Destruição dos grãos da espiga;
-Perfuração da palha, permitindo
a penetração de microrganismos.
Foto: Arthur Torres Foto: Arthur Torres
Forma Adulta
Helicoverpa zea
Lepidoptera - Noctuidae
Fêmea: 1000 ovos - Período de incubação: 3 a 4 dias.
http://www.clubeamigosdocampo.com.br/artigo/manejo-e-controle-da-helicoverpa-armigera-1372
MIP
Técnica que mantem a praga sempre abaixo do nível de dano econômico
nas lavouras
O MIP é uma alternativa proposta pela comunidade científica para
diminuir o uso de agroquímicos, que tornam os insetos mais resistentes e
podem causar a contaminação de alimentos e do lençol freático quando
aplicados indiscriminadamente.
MIP
Controle
Biológico
Sanidade
da
semente
Rotação
de
cultura
Cobertura
de solo
Controle
químico
FORMAS DE MANEJO
Espaçamento e
densidade
Tratamento da
semente
Exemplo
A produtora Cristiele procurou um Engenheiro Agrônomo para ajudar a controlar problemas de pragas nas
suas 2 áreas de cultivo de milho na sua fazenda. Onde em cada área as pragas atacavam diferentes estruturas
da planta.
SOCORRO! Minha lavoura
está sendo atacada por
vários bichos. Me ajuda! eu
te pago.
Não se preocupe!
Estou aqui pra isso,
esse é meu
trabalho.
http://www.rs.gov.br/conteudo/148099/safra-de-verao-inicia-o-plantio-da-lavoura-de-milho-no-estado
Coró da soja
Percevejo
castanho
Tratamento de
sementes
Rotação de
Cultura
Manipulação da
época de plantio
Cultivares
resistentes
Manejo de solo
Manejo
Cultura
armadilha Crotalaria juncea e Girassol
Monitoramento
(armadilhas)
Feromônios
Inimigos
Naturais Dipteros
Controle
microbiano
Metarhizium
anisopliae
beauveria
bassiana
Químicos
Amulet e Poncho
Counter 150 Ghttp://www.revistacampoenegocios.com.br/nova-armadilha-de-feromonios-para-monitoramento-de-percevejo-marrom-2/
https://www.alibaba.com/product-detail/Metarhizium-Anisopliae-
Insecticides_101134776.html http://koppert.com.br/produtos/boveril/
http://brasilnature.blogspot.com.br/2011/02/cornfield-lavoura-de-milho.html
Lagarta rosca
Lagarta do cartucho
Pulgão do Milho
Lagarta da Espiga
Manejo
Cultivares
resistentes
Tratamento das
sementes
Eliminação de
plantas invasoras
Armadilhas
Feromônios
Melaços
Inimigos
naturais
Díptera
(Tachinidade)
Joaninhas Vespa(Aphidius
sp.)
tesourinha (Doru
luteipes)
Vespas
(Trichogramma
atopovirilia)
Inseticidas
Naturais
Nim
Microbiano
Beauveria
Bassiana
Bacillus
thuringiensis
Baculovírus
Químico
R.Crescimento
(Novaluron)
Contato e
ingestão
Cabaryl Vexter
Sistêmico Leptra Gaucho FS
http://www.grupocultivar.com.br/artigos/armadilha-atrativa http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/101790/1/500perguntasmilho.pdfhttps://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/91/Tachinidae_Archytas_sp.jpg
http://www.ninha.bio.br/biologia/joaninhas.html
http://www.aprenda.bio.br/portal/?p=7939
http://www.insectimages.org/browse/detail.cfm?imgnum=5490039
http://ssabbath.deviantart.com/art/Tesourinha-Doru-luteipes-2-371715294http://perkinsltda.com.co/producto/trichogramma/
http://acomarcadigital.com.br/site/?p=15810
Pragas de armazenamento
Carunchos ou gorgulhos Sitophilus oryzae e S. zeamais;
Besourinho dos cereais Rhyzopertha dominica;
Coleóptera Tribolium castaneum;
Coleóptera Oryzaephilus surinamensis;
Coleóptera Cryptolestes ferrugineus;
Besouro do fumo Lasioderma serricorne;
Traça dos cereais Sitotroga cerealella;
Lepidoptera Ephestia kuehniella e E. Elutella;
Traça indiana dos cereais Plodia interpunctella.
Manejo
Caruncho
Traça dos
cereais
Remoção de
vegetação
Estrutura
Limpeza
Armazenagem
Pós inertes
Controle físico
Temperatura
Umidade
Inimigos
Naturais
Vespa
(Habrocytus
semotus)
Químicos
GASTOXIN B57
K-Obiol 2P 1
Referencias consultadas
ANJOS, N.; DELLA LUCIA, T. M. C.; MAYHÉ-NUNES, A. J. Guia prático sobre formigas cortadeiras em
reflorestamento. Ponte Nova, MG: Ed. Graff Cor, 2007. 97 p.
COMISSÃO TÉCNICA DE MILHO E SORGO CATI. Cultura do milho. Campinas: CATI, 1999. 33 p.
(Boletim Técnico n. 240)
CRUZ, I. (Ed. Téc.). Manual de identificação de pragas do milho e de seus principais agentes de controle
biológico. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2008. 192 p.
EMPRESA CAPIXABA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Manual técnico para a cultura do milho no
Estado do Espírito Santo. Vitória: EMCAPA, 1996. 168 p. (EMCAPA, Documentos n.77)
MARICONI, F. A. M. Inseticidas e seu emprego no combate às pragas: com uma introdução sobre o
estudo dos insetos. São Paulo: Nobel, 1976. 466 p.
GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R. P. L.; BAPTISTA, G.
C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J. R. P.; ZUCCHI, R. A.; ALVES, S. B.; VENDRAMIN, J. D.;
MARCHINI, L. C.; LOPES, J. R. S.; OMOTO, C. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002.920 p.
GASSEN, D. N. Manejo de pragas associadas à cultura do milho. Passo Fundo: Aldeia Norte,1996. 134
p.
GOELLNER, C. I.; FLOSS, E. L. Insetos-pragas da cultura da aveia: biologia, manejo e controle.Passo
Fundo: UPF Editora, 2001. 98 p.
MIRANDA, E. E.; LECOQ, M.; PIEROZZI JÚNIOR, I.; DURANTON, J. F.; BATISTELLA, M. O gafanhoto
do Mato Grosso: balanço e perspectivas de 4 anos de pesquisas, 1992-1996. Campinas: Embrapa -
MMA, 1996. 146 p. (Relatório final do projeto “Meio ambiente e gafanhotos-pragas no Brasil”)
PINTO, A. S.; PARRA, J. R. P.; OLIVEIRA, H. N. Guia ilustrado de pragas e insetos benéficos do milho e
sorgo. Ribeirão Preto: A. S. Pinto, 2004. 108 p.
SALVADORI, J. R.; ÁVILA, C. J.; SILVA, M. T. B (Ed.). Pragas de solo no Brasil. Passo Fundo: Embrapa
Trigo; Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste; Cruz Alta: Fundacep Fecotrigo, 2004. 544 p.
SARAN, P. E., et al. Manual de insetos benéficos do algodoeiro. Campinas: FMC, 2007. 220 p
Referencias consultadas
Referencias consultadas
BARROS, R. Pragas do milho. In: PEDROSO, R. S. (Coord.). Tecnologia de produção: soja e milho
2011/2012. Maracaju, MS: Fundação MS, 2011. p. 275-296.eooja e Milho 2011/2012 BUG AGENTES
BIOLÓGICOS. Disponível em: <http://bugagentesbiologicos.com.br/site>. Acesso em: 13 jan. 2015.
CRUZ, I. Lagarta-do-cartucho: o principal inimigo do milho. Cultivar, Pelotas, ano 3, n 35, dez. 2001.
GRUPO FARROUPILHA. Disponível em: <http://www.grupofarroupilha.com/pt/empresa/laboratorio>.
Acesso em: 12 jan. 2015.
MEGA BIO PRODUTOS BIOLÓGICOS LTDA. Disponível em:
<http://www.megabio.com.br/trichogramma.html>. Acesso em: 13 jan. 2015.
FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1986. p.1 134
REVISTA DE ATUALIDADE INDÍGENA. Aventuras de um índio que se tornou sertanista. p. 50-58. In:
Revista de Atualidade Indígena. Brasília, Fundação Nacional do Índio. 1979, ano III, nº 19, 64p.
LIMA, Oswaldo Gonçalves de. Pulque, Balchê e pajuaru na etnobiologia das bebidas e dos alimentos
fermentados. Recife: Universidade Federal de Pernambuco. 1975. 1ª ed. 405 p.
Referencias consultadas
Coelho, A.M., França, G.E., Pitta, G.V.E., Alves, V.M.C., e Hernani, L.C. (2006). Sistemas de Produção
1, Fertlidade de solos, Cultivo do Milho-Nutrição e adubação do Milho, 2ª edição, Embrapa, Brasil.
Fisiologia do Milho (Circular Técnica 22). Ministerio da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Sete
Lagoas, MG Embrapa, Dezembro, 2002.
Larcher, W. (1986). Ecofisiologia vegetal. Fisiologia da Planta de Milho. Circular Técnica Número 20,
Embrapa, São Paulo: EPU, 319 p.
Veloso, C.A.C., Souza, F.R.S., Pereira, W.L.M., Tenório, A.R.M. (2001). Relações cálcio, Magnésio e
Potássio sobre a produção de matéria seca de Milho. Acta Amazonica, 31(2): 193-204.
Coelho, A.M., França, G.E. Nutrição e Adubação do Milho. Pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo.
GIMENES, Maria Henriqueta Sperandio Garcia. Cozinhando a tradição: festa, cultura e história no litoral
paranaense. 2008, 393p. Tese apresentada ao Curso de Pós-Graduação em História, Setor de Ciências
Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Paraná, como requisito parcial à obtenção do título
de Doutor em História. Orientador: Prof. Dr. Carlos Roberto Antunes dos Santos. Disponível em
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/17775/MARIA%20HENRIQUETA%20GIMENES.
pdf;jsessionid=C48603F9DCFC3E4D00BE2E40E467800B?sequence=1 Consulta em 22/08/2012
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Manejo e controle de pragas
Milho – Zea mays
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DOCENTE: PROFº, DRº JOSÉ WILSON

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  • 1. Manejo e controle de pragas Milho – Zea mays DISCENTE: GEOVANI DA SILVA SANTANA DOCENTE: PROFº, DRº JOSÉ WILSON
  • 2. Objetivo: Apresentar o cultivo do milho (Zea mays), suas principais pragas causadoras de danos econômicos e as técnicas de manejo utilizadas visando a redução de tais danos.
  • 3. Milho – Zea mays - Alto potencial produtivo; - Cultivo geralmente mecanizado; - Contem quase todos os aminoácidos conhecidos, exceto a lisina e o triptófano  Somente cerca 5% da produção brasileira se destina ao consumo humano e, mesmo assim, de maneira indireta na composição de outros produtos. (EMBRAPA) https://hortas.info/como-plantar-milho Reino: Plantae Divisão: Magnoliophyta Classe: Liliopsida Ordem: Poales Família: Poaceae Subfamília: anicoideae Tribo: Maydeae Gênero: Zea Espécie: Zea mays Planta C4: maior eficiência na produção de matéria seca e grãos.
  • 4. Milho – Zea mays Origem: Mexicana. Cultivo começou por volta de 2.500 anos A.C. Significado: ‘’Sustento da vida’’ origem caribenha. HISTÓRIA:  O milho foi o alimento básico de várias civilizações importantes ao longo dos séculos: - Olmecas, Maias, Astecas e Incas. Quetzalcóatl http://www.deviantart.com/tag/quetzalcoatl Divindade adorada pelos Asteca, Tolteca e Maias que teria não só originado os homens como também providenciado seu principal alimento, o milho.
  • 5. Raízes Raízes de suporte Leme Bainha foliar Lâmina da folha 2,5m Estigma (cabelo) Entrenó de borla Folha bandeira Anteras (Pólen) Espiga Alvéolos Espigueta Lema Pálea
  • 6. Melhoramento Genético: MAIS UTILIZADO EM PESQUISAS TRANSGÊNICOS 292 cultivares transgênicas BRASIL DÉCADA DE 30 1939 primeiro híbrido duplo brasileiro PRODUTIVIDADE 1220kg/há 77/78 3360kg/há 02/03
  • 7. Variedades: Milho branco aldino Milho malva aldino Milho vermelho aldino Milho Morango Milho Peruano http://www.nacozinhabrasil.com/2011/08/pamonha-assada.html http://biografiaecuriosidade.blogspot.com.br/2013/07/milho-historia-desse-curioso-cereal.html http://www.plantamundo.com/produto_completo.asp?IDProduto=631
  • 8. Variedades Especiais Milho Branco: • Uma das variedades mais difundidas no Brasil; • Produção de canjica, grãos e silagem; • Cotação da saca de milho branco pode ser até cinquenta por cento superior à do milho tradicional; • Bastante utilizado em festividades como o São João devido suas qualidades gastronômicas; • Podem ser colhidas até duas safras por ano em alguns regiões. https://pt.dreamstime.com/foto-de-stock-milho-branco-em-uma- placa-da-argila-do-vintage-image50576607 http://www.pitorro.pt/index.php?pagin a=36 http://sinhaalimentos.com.br/canjica- milho-branco-500g/
  • 9. Variedades Especiais Milho Transgênico: Milho Transgênico MON 863: - É prejudicial à saúde destes animais e pode causar lesões consideráveis em órgãos importantes. Milho Transgênico BT: -1999, a Novartis; https://plus.google.com/102937934916076443250 -Resistente a insetos; -Aumento médio de 8% na produtividade. http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-porque-ter-medo-de-transg%C3%AAnicos
  • 10. Variedade - Al Bandeirante Foto: Weslley Sidney
  • 11. Benefícios para a saúde: Milho é rica fonte de calorias; Benefícios do milho para na prevenção de hemorroidas e câncer colo retal; Milho é uma rica fonte em minerais: P, Mg, Mn, Zn, Cu, Fe, Se; Propriedades antioxidantes; Benefícios para o coração; Prevenção da anemia; Redução do mau colesterol; Rico em vitamina A; Controle da diabetes e hipertensão; Produtos cosméticos; O chá feito com os cabelos da espiga do milho é excelente para os rins.
  • 12. ECONOMIA (PRODUÇÃO) Fonte: USDA - Total de milho na safra 2013/14, no valor de 984 milhões de toneladas; - Cerca de 125,5 milhões foram comercializadas internacionalmente, 12,7 % da produção total em 2013/14.
  • 14. ECONOMIA (PRODUÇÃO) Produção de milho: A produção de milho no Brasil tem se caracterizado pela divisão da produção em duas épocas de plantio:  Primeira safra: - Durante o período chuvoso.  Segunda safra, ‘’safrinha’’: - Realizados em uma condição desfavorável de clima; - Tem contribuído para elevar os rendimentos das lavouras
  • 15. Fonte: Coelho & França (1995). Fertilidade e Adubação: CULTIVO
  • 16. Plantio: CULTIVO Colheita: 120 a 130; Temperatura ideal: 25 e 30ºC; Água consumida pela planta durante seu ciclo: 600 mm; Espaçamento entre fileiras: Dados de pesquisa mostram vantagens do espaçamento reduzido (45 a 50 cm entre fileiras) comparado ao espaçamento convencional (80 a 90 cm); Profundidade: 3 a 7cm. Custos:  1ha: 1.700 – 2.000$ já com a colheita;  Matéria verde: 30 a 50 ton/ha de silagem;  Grão: 3 a 4 ton/ha. Fonte: Profº Salim Jacaúna
  • 17. Pragas e seu reconhecimento No Brasil, segundo estimativa da EMBRAPA Milho e Sorgo, a cultura do milho perde anualmente cerca de 700 milhões de dólares pelo ataque devido as pragas. Cerca de 400 milhões são ocasionados pela Lagarta do cartucho e Lagarta da espiga.
  • 18. Pragas da raiz Cupim-subterrâneo Procornitermes triacifer; Cupim-subterrâneo Procornitermes Striatus; Cupim-subterrâneo Syntermes molestus; Cupim-de-montículo Cornitermes snyderi; Larva-alfinete Diabrotica speciosa; Larva-angorá Astylus variegatus; Larva-arame Conoderus scalaris; Coró-das-pastagens Diloboderus abderus; Coró-da-soja Phyllophaga cuyabana; Coró-do-trigo Phyllophaga triticophaga; Percevejo-castanho Scaptoris castânea; Cigarrinha-das-raízes ou Cigarrinha-vermelha Mahanarva fimbriolata;
  • 19. Pragas da raiz Coró-da-soja (Phyllophaga cuyabana) Tamanho: 4 a 5cm; Período larval: + 250 dias. Danos: falhas nas linhas de plantio, plantas amareladas e enfezadas, tombamento, folhas murchas e secas, não-enchimento dos grãos e plantas mortas. Esses sintomas geralmente ocorrem em reboleiras. http://www.infobibos.com/Artigos/2010_3/PragasSoja/index.htm
  • 20. Forma Adulta Phyllophaga cuyabana Coleóptera: Melolonthidae http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Agencia35/AG01/arvore/AG01_92_259200616453.html 40 ovos – Período de incubação 15 dias
  • 21. PRAGAS DA RAIZ LARVA ALFINETE (Diabrotica speciosa) Tamanho: 10mm; Período larval: 8 dias. Danos: Os danos às plantas são causados pelas larvas e pelos adultos. As larvas são conhecidas como larvas-alfinete e alimentam-se das raízes das plantas, o que reduz a sustentação e a absorção de água e nutrientes. http://monsantoemcampo.hospedagemdesites.ws/?p=1586 https://3rlab.wordpress.com/2016/10/03/larva-alfinete-na-cutura-do-milho/
  • 22. PRAGAS DA RAIZ PERCEVEJO CASTANHO (Scaptocoris castanea) Tamanho: 8mm. Danos: Os danos nas lavouras são observados em reboleiras. As plantas atacadas apresentam desenvolvimento inferior ao restante da cultura e alguns sintomas de deficiência nutricional e hídrica, que ocorrem em razão da sucção da seiva e da injeção de substâncias tóxicas. As plantas enfraquecidas podem morrer. http://agrolink.com.br/agromidias/problemas/g/Scaptocoris_castanea82.jpg
  • 23. Pragas do colmo Broca-do-colmo Diatraea saccharalis; Lagarta-elasmo lignosellus; Lagarta-rosca Agrotis ípsilon; Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus; Percevejo-barriga-verde Dichelops melacanthus.
  • 24. Pragas do colmo LAGARTA-ELASMO (Elasmopalpus lígnosellus) http://www.cnpms.embrapa.br/publicacoes/sorgo_8_ed/pragas.htm Tamanho: 2cm; Período larval: 21 dias. Dano: folhas, descendo em seguida para o solo e penetrando na planta à altura do colo, no qual faz uma galeria ascendente que termina destruindo o ponto de crescimento. Sintoma: "coração morto" - folhas centrais mortas e folhas externas ainda verdes. https://www.embrapa.br/documents/1344498/2767891/manejo-de-elasmo-na-cultura-do-milho.pdf/9ca5be8d-688e- 4520-9ec7-4fd385c51e3e
  • 25. Forma Adulta Elasmopalpus lignosellus: Lepidóptera – Pyralidae. http://mothphotographersgroup.msstate.edu/species.php?hodges=5896http://panorama.cnpms.embrapa.br/insetos-praga/identificacao/pragas-de-superficie/lagarta-elasmo-elasmopalpus-lignosellus- zeller-1848-lepidoptera-pyralidae-1 400 ovos – período de incubação 3 dias.
  • 26. Pragas do colmo LAGARTA-ROSCA (Agrotis ípsilon) Tamanho: 40mm; Período larval: 25 - 30 dias. Danos: seccionamento parcial do colmo (coração morto), perfilhamento, sintoma de deficiência mineral; Hábito noturno. http://panorama.cnpms.embrapa.br/insetos-praga/identificacao/pragas de-superficie/lagarta-rosca-agrotis-ipsilon-hufnagel-1766-lepidoptera- noctuidae http://www.afe.com.br/noticia/11843/como-defender-o-milho-da- lagarta-rosca http://www.agrolink.com.br/agricultura/problemas/busca/lagarta-rosca_222.html
  • 28. Pragas do colmo PERCEVEJO-DE-BARRIGA-VERDE (Dichelops furcatus e D. melacanthus) Tamanho: 10mm; Dano: No milho, atacam principalmente a base do colmo, o que causa murcha, seca e perfilhamento. Também pode haver formação de manchas escuras nos locais da picada e as folhas centrais podem ficar enroladas, deformadas e descoloridas. https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/169816-s-imagens-enviadas-pelos-produtores-rurais-do-brasil.html#.WJ6BbjsrLIU
  • 29. Pragas da folha Cigarrinha-das-pastagens Deois flavapicta; Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis; Curuquerê-dos-capinzais Moois latipes; Formiga-cortadeira Ana sexdens rubropilosa; Gafanhoto Rhammalocerus soluistacercoides; Grilo-pardo Amarogryllus muticus; Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda; Pulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis; Tripes Franklintella williamsi hood.
  • 30. Pragas da folha LAGARTA-DO-CARTUCHO (Spodoptera frugiperda) Tamanho: 40mm; Período larval: 15 dias. Dano: Folhas; Espiga; Colmo; Sintomas: Coração morto. http://www.clubeamigosdocampo.com.br/artigo/controle-da- lagarta-do-cartucho-no-milho-1385 http://www.agrolink.com.br/culturas/milho/lagarta-do- cartucho_252.html http://www.agrolink.com.br/culturas/milho/lagarta-do- cartucho_252.html
  • 35. Forma Adulta Spodoptera frugiperda Lepidóptera - Noctuidae. Fêmea: 150 ovos - período de incubação 3 dias. http://br.viarural.com/agricultura/plagas/insetos/spodoptera-frugiperda.htm
  • 36. PULGÃO-DO-MILHO (Rhopalosiphum maidis) Pragas da folha Tamanho: 0,9 a 2,6 mm; Nova geração: 7 dias. Danos: -Sucção contínua da seiva das plantas; - Substancias excretadas no estigma. http://www.pioneersementes.com.br http://panorama.cnpms.embrapa.br/insetos-praga/identificacao/pragas-da- parte-aerea-sugadores/pulgao-do-milho-rhopalosiphum-maidis-fitch-1856- homoptera-aphididae
  • 37. Pragas da espiga Lagarta-da-espiga Helicoverpa zea; Mosca-da-espiga Euxesta spp; Percevejo-do-milho Leptoglossus zonatus.
  • 38. Pragas da espiga LAGARTA DA ESPIGA (Helicoverpa zea) Tamanho: 5cm; Período larval: 30 – 40 dias. Dano: corte do “cabelo” da espiga, impedindo a fertilização e consequentemente, provocando falhas na espiga; -Destruição dos grãos da espiga; -Perfuração da palha, permitindo a penetração de microrganismos. Foto: Arthur Torres Foto: Arthur Torres
  • 39. Forma Adulta Helicoverpa zea Lepidoptera - Noctuidae Fêmea: 1000 ovos - Período de incubação: 3 a 4 dias. http://www.clubeamigosdocampo.com.br/artigo/manejo-e-controle-da-helicoverpa-armigera-1372
  • 40. MIP Técnica que mantem a praga sempre abaixo do nível de dano econômico nas lavouras O MIP é uma alternativa proposta pela comunidade científica para diminuir o uso de agroquímicos, que tornam os insetos mais resistentes e podem causar a contaminação de alimentos e do lençol freático quando aplicados indiscriminadamente.
  • 42. Exemplo A produtora Cristiele procurou um Engenheiro Agrônomo para ajudar a controlar problemas de pragas nas suas 2 áreas de cultivo de milho na sua fazenda. Onde em cada área as pragas atacavam diferentes estruturas da planta. SOCORRO! Minha lavoura está sendo atacada por vários bichos. Me ajuda! eu te pago. Não se preocupe! Estou aqui pra isso, esse é meu trabalho.
  • 44. Coró da soja Percevejo castanho Tratamento de sementes Rotação de Cultura Manipulação da época de plantio Cultivares resistentes Manejo de solo Manejo Cultura armadilha Crotalaria juncea e Girassol Monitoramento (armadilhas) Feromônios Inimigos Naturais Dipteros Controle microbiano Metarhizium anisopliae beauveria bassiana Químicos Amulet e Poncho Counter 150 Ghttp://www.revistacampoenegocios.com.br/nova-armadilha-de-feromonios-para-monitoramento-de-percevejo-marrom-2/ https://www.alibaba.com/product-detail/Metarhizium-Anisopliae- Insecticides_101134776.html http://koppert.com.br/produtos/boveril/
  • 46. Lagarta rosca Lagarta do cartucho Pulgão do Milho Lagarta da Espiga Manejo Cultivares resistentes Tratamento das sementes Eliminação de plantas invasoras Armadilhas Feromônios Melaços Inimigos naturais Díptera (Tachinidade) Joaninhas Vespa(Aphidius sp.) tesourinha (Doru luteipes) Vespas (Trichogramma atopovirilia) Inseticidas Naturais Nim Microbiano Beauveria Bassiana Bacillus thuringiensis Baculovírus Químico R.Crescimento (Novaluron) Contato e ingestão Cabaryl Vexter Sistêmico Leptra Gaucho FS http://www.grupocultivar.com.br/artigos/armadilha-atrativa http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/101790/1/500perguntasmilho.pdfhttps://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/91/Tachinidae_Archytas_sp.jpg http://www.ninha.bio.br/biologia/joaninhas.html http://www.aprenda.bio.br/portal/?p=7939 http://www.insectimages.org/browse/detail.cfm?imgnum=5490039 http://ssabbath.deviantart.com/art/Tesourinha-Doru-luteipes-2-371715294http://perkinsltda.com.co/producto/trichogramma/ http://acomarcadigital.com.br/site/?p=15810
  • 47. Pragas de armazenamento Carunchos ou gorgulhos Sitophilus oryzae e S. zeamais; Besourinho dos cereais Rhyzopertha dominica; Coleóptera Tribolium castaneum; Coleóptera Oryzaephilus surinamensis; Coleóptera Cryptolestes ferrugineus; Besouro do fumo Lasioderma serricorne; Traça dos cereais Sitotroga cerealella; Lepidoptera Ephestia kuehniella e E. Elutella; Traça indiana dos cereais Plodia interpunctella.
  • 48.
  • 49. Manejo Caruncho Traça dos cereais Remoção de vegetação Estrutura Limpeza Armazenagem Pós inertes Controle físico Temperatura Umidade Inimigos Naturais Vespa (Habrocytus semotus) Químicos GASTOXIN B57 K-Obiol 2P 1
  • 50. Referencias consultadas ANJOS, N.; DELLA LUCIA, T. M. C.; MAYHÉ-NUNES, A. J. Guia prático sobre formigas cortadeiras em reflorestamento. Ponte Nova, MG: Ed. Graff Cor, 2007. 97 p. COMISSÃO TÉCNICA DE MILHO E SORGO CATI. Cultura do milho. Campinas: CATI, 1999. 33 p. (Boletim Técnico n. 240) CRUZ, I. (Ed. Téc.). Manual de identificação de pragas do milho e de seus principais agentes de controle biológico. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2008. 192 p. EMPRESA CAPIXABA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Manual técnico para a cultura do milho no Estado do Espírito Santo. Vitória: EMCAPA, 1996. 168 p. (EMCAPA, Documentos n.77) MARICONI, F. A. M. Inseticidas e seu emprego no combate às pragas: com uma introdução sobre o estudo dos insetos. São Paulo: Nobel, 1976. 466 p. GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R. P. L.; BAPTISTA, G. C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J. R. P.; ZUCCHI, R. A.; ALVES, S. B.; VENDRAMIN, J. D.;
  • 51. MARCHINI, L. C.; LOPES, J. R. S.; OMOTO, C. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002.920 p. GASSEN, D. N. Manejo de pragas associadas à cultura do milho. Passo Fundo: Aldeia Norte,1996. 134 p. GOELLNER, C. I.; FLOSS, E. L. Insetos-pragas da cultura da aveia: biologia, manejo e controle.Passo Fundo: UPF Editora, 2001. 98 p. MIRANDA, E. E.; LECOQ, M.; PIEROZZI JÚNIOR, I.; DURANTON, J. F.; BATISTELLA, M. O gafanhoto do Mato Grosso: balanço e perspectivas de 4 anos de pesquisas, 1992-1996. Campinas: Embrapa - MMA, 1996. 146 p. (Relatório final do projeto “Meio ambiente e gafanhotos-pragas no Brasil”) PINTO, A. S.; PARRA, J. R. P.; OLIVEIRA, H. N. Guia ilustrado de pragas e insetos benéficos do milho e sorgo. Ribeirão Preto: A. S. Pinto, 2004. 108 p. SALVADORI, J. R.; ÁVILA, C. J.; SILVA, M. T. B (Ed.). Pragas de solo no Brasil. Passo Fundo: Embrapa Trigo; Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste; Cruz Alta: Fundacep Fecotrigo, 2004. 544 p. SARAN, P. E., et al. Manual de insetos benéficos do algodoeiro. Campinas: FMC, 2007. 220 p Referencias consultadas
  • 52. Referencias consultadas BARROS, R. Pragas do milho. In: PEDROSO, R. S. (Coord.). Tecnologia de produção: soja e milho 2011/2012. Maracaju, MS: Fundação MS, 2011. p. 275-296.eooja e Milho 2011/2012 BUG AGENTES BIOLÓGICOS. Disponível em: <http://bugagentesbiologicos.com.br/site>. Acesso em: 13 jan. 2015. CRUZ, I. Lagarta-do-cartucho: o principal inimigo do milho. Cultivar, Pelotas, ano 3, n 35, dez. 2001. GRUPO FARROUPILHA. Disponível em: <http://www.grupofarroupilha.com/pt/empresa/laboratorio>. Acesso em: 12 jan. 2015. MEGA BIO PRODUTOS BIOLÓGICOS LTDA. Disponível em: <http://www.megabio.com.br/trichogramma.html>. Acesso em: 13 jan. 2015. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 134 REVISTA DE ATUALIDADE INDÍGENA. Aventuras de um índio que se tornou sertanista. p. 50-58. In: Revista de Atualidade Indígena. Brasília, Fundação Nacional do Índio. 1979, ano III, nº 19, 64p. LIMA, Oswaldo Gonçalves de. Pulque, Balchê e pajuaru na etnobiologia das bebidas e dos alimentos fermentados. Recife: Universidade Federal de Pernambuco. 1975. 1ª ed. 405 p.
  • 53. Referencias consultadas Coelho, A.M., França, G.E., Pitta, G.V.E., Alves, V.M.C., e Hernani, L.C. (2006). Sistemas de Produção 1, Fertlidade de solos, Cultivo do Milho-Nutrição e adubação do Milho, 2ª edição, Embrapa, Brasil. Fisiologia do Milho (Circular Técnica 22). Ministerio da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Sete Lagoas, MG Embrapa, Dezembro, 2002. Larcher, W. (1986). Ecofisiologia vegetal. Fisiologia da Planta de Milho. Circular Técnica Número 20, Embrapa, São Paulo: EPU, 319 p. Veloso, C.A.C., Souza, F.R.S., Pereira, W.L.M., Tenório, A.R.M. (2001). Relações cálcio, Magnésio e Potássio sobre a produção de matéria seca de Milho. Acta Amazonica, 31(2): 193-204. Coelho, A.M., França, G.E. Nutrição e Adubação do Milho. Pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo. GIMENES, Maria Henriqueta Sperandio Garcia. Cozinhando a tradição: festa, cultura e história no litoral paranaense. 2008, 393p. Tese apresentada ao Curso de Pós-Graduação em História, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Paraná, como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Orientador: Prof. Dr. Carlos Roberto Antunes dos Santos. Disponível em http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/17775/MARIA%20HENRIQUETA%20GIMENES. pdf;jsessionid=C48603F9DCFC3E4D00BE2E40E467800B?sequence=1 Consulta em 22/08/2012
  • 55.
  • 56. Manejo e controle de pragas Milho – Zea mays DISCENTE: GEOVANI DA SILVA SANTANA DOCENTE: PROFº, DRº JOSÉ WILSON

Notas do Editor

  1. Ao lado da soja, a cultura de milho é uma das pontas de lança da recente expansão da atividade agrícola brasileira. sendo um dos principais casos de sucesso da chamada revolução verde
  2. O milho também chamado abati, auati e avati, é um conhecido cereal, cultivado em grande parte do mundo. O milho é extensivamente utilizado como alimento humano ou ração animal, devido às suas qualidades nutricionais. É um dos alimentos mais nutritivos que existem . Tem um alto potencial produtivo e é bastante responsivo . Isto se deve principalmente à falta de informação sobre o milho e à ausência de uma maior divulgação de suas qualidades nutricionais, bem como aos hábitos alimentares da população brasileira, que privilegia outros grãos.
  3. Todas as evidências científicas levam a crer que seja uma planta de origem mexicana. reverenciavam o cereal na arte e religião.. Pelo fato do milho ser um dos alimentos mais difundidos entre os ameríndios, estes criaram várias lendas para explicar a inclusão deste grão nas suas dietas. No brasil o milho já era cultivado antes da chegada dos europeus
  4. O caule tem aparência de bambu e as juntas estão geralmente a cinquenta centímetros de distância umas das outras. A fixação da raiz é relativamente fraca. A espiga é cilíndrica, e costuma nascer na metade da altura da planta. Os grãos são do tamanho de ervilhas, e estão dispostos em fileiras regulares presas no sabugo, que formam a espiga. Eles têm dimensões, peso e textura variáveis. Cada espiga contém de duzentos a quatrocentos grãos. Dependendo da espécie, os grãos têm cores variadas, podendo ser amarelos, brancos, vermelhos, azuis ou marrons. O núcleo da semente tem um pericarpo que é utilizado como revestimento. O Milho puro ou como ingrediente de outros produtos, é uma importante fonte energética para o homem. Ao contrário do trigo e o arroz, que são refinados durante seus processos de industrialização,
  5. O milho é a espécie vegetal mais utilizada para pesquisas genéticas. A produção de milho é uma das mais difundidas entre as de alimentos transgênicos, em parte porque seu consumo é basicamente para ração animal, onde a resistência do consumidor é menor. Para a safra 2014/15, já foram disponibilizadas no mercado de sementes 478 cultivares de milho, sendo 292 cultivares transgênicas Os primeiros trabalhos com ênfase na obtenção de cultivares mais adaptadas às condições do Brasil começaram na década de 30, sendo que, já em 1939, no Instituto Agronômico de Campinas, foi obtido o primeiro híbrido duplo no Brasil. Fomos o segundo país a adotar o milho híbrido no seu sistema de produção com evidentes reflexos na produtividade. Os efeitos do melhoramento podem ser vistos também no aumento da produtividade média nacional. De 1220 kg/ha na safra 77/78, a produtividade média nacional saltou para 3360 kg/ha em 2002/2003. São 2140 kg/ha de aumento na produtividade em apenas 25 anos. Nos últimos anos, a área de cultivo de milho no Brasil tem sido de, aproximadamente, 10 milhões de hectares. A um valor de mercado de R$ 15,00 por saca de 60 kg de grãos, chega-se a R$ 107 milhões, por ano, como fruto direto do melhoramento.
  6. é prejudicial à saúde destes animais e pode causar lesões consideráveis em órgãos importantes (rins, fígado, etc), interferir com a função do sistema imunológico e alterar seus metabolismos.
  7. A safra 2011/12 a produção de milho no Brasil pela primeira vez, a produção na safrinha ultrapassou o colhido na safra verão. A perpetuação desse fato deve ajudar a consolidar a expressão "segunda safra" de milho e fazer a denominação “safrinha” cair em desuso.
  8. Vive no solo, em até 15 cm de profundidade, e possui hábito noturno. As fêmeas adultas alimentam-se das folhas, porém não causam danos significativos. Seus ovos são encontrados isoladamente no solo. A eclosão ocorre em poucos dias, Vivem em túneis no solo, geralmente na camada arável de terra, mas, dependendo das condições climáticas. dura mais de 250 dias, sendo a mais longa do ciclo biológico. Ocorre apenas uma geração por ano. As larvas alimentam-se de sementes, raízes e outras partes das plantas que elas puxam para dentro das galerias no solo. No início do seu desenvolvimento, os danos não são significativos, mas, quando elas já estão desenvolvidas, podem ocasionar queda significativa na produção.
  9. As larvas que são de hábito subterrâneo, têm causado perdas significativas de produtividade de milho, em razão dos danos causados ao sistema radicular. Os adultos alimentam-se das folhas do milho e os seus danos, às vezes, são confundidos com os ocasionados pela lagarta-do-cartucho, quando raspam as folhas.
  10. A ocorrência deste inseto é esporádica o que dificulta o estabelecimento de um programa de manejo para impedir os danos desta praga, exalam forte odor quando expostos na superfície. Durante a noite, podem voar para outras localidades
  11. A lagarta-elasmo é uma das principais pragas do milho em condições de campo. Tem sido observado que esta praga ocorre com maior frequência em solos arenosos sob vegetação de cerrado e em períodos secos. Atacam o caule e as folhas das plantas recém-germinadas, causando murcha, seca e tombamento. Nas plantas maiores, abrem galerias no interior do caule e constroem um abrigo conectado a ela ou próximo dela, onde a pupa será formada. O resultado é o enfraquecimento ou a morte da planta, dependendo da intensidade do ataque. Os ovos, na maioria das vezes, são colocados no solo, individualmente, concentrados nos 30 cm ao redor da planta, tornando difícil sua observação
  12. porém pode ser facilmente distinguido uma vez que a lagarta-elasmo faz orifício e penetra no colmo, enquanto que a lagarta-rosca alimenta-se externamente sem penetrar na planta. Uma larva é capaz de destruir de 4 a 6 plantas. Muitas das vezes confundida com a lagarta elasmo. Postura feita na parte aerea Possuem hábito noturno e durante o dia ficam abrigadas sob a vegetação morta, em buracos ou sob torrões, normalmente próximos das plantas das quais se alimentam. Uma importante característica é que se enrolam quando perturbadas. Os insetos atacam sementes, hastes e folhas, em especial aquelas mais próximas do solo. Em consequência do seu ataque, surgem falhas de germinação nas linhas de plantio e as plantas mais jovens murcham e tombam. Já em plantas adultas, são abertas galerias na base do caule e nas raízes mais superficiais.
  13. Era considerada praga apenas para a cultura da soja, no entanto, com o plantio em sucessão e em rotação de culturas, os insetos passaram a prejudicar também o milho, principalmente na safrinha e no plantio direto. são insetos sugadores, isto é, alimentam-se introduzindo o aparelho bucal, Considerado em muitas regiões, como a principal praga da cultura do milho, vem causando grandes prejuízos nas lavouras de milho safrinha. Em função da migração desta praga de lavouras de soja para as lavouras de milho, os plantios em épocas normal e tardia são os mais atacados. Migrador da soja
  14. É a principal praga do milho. Os danos causados por ela dependem da época de semeadura, do clima, do estado nutricional e do desenvolvimento da planta. m, até os 30 dias de desenvolvimento da cultura podem ser esperados prejuízos da ordem de 15 %, já no florescimento podem chegar a 34%. Facilidade de penetração de microorganismos. Pupa no solo Geralmente se encontra apenas uma lagarta grande por planta, pois são canibais.
  15. As lagartas, inicialmente, apenas raspam a superfície foliar e deixam uma membrana translúcida para trás
  16. Quando maiores, alojam-se no cartucho do milho e começam a devorar as folhas novas e a parte apical do colmo
  17. Os sinais de seu ataque são folhas que já nascem recortadas e detritos no interior do cartucho.
  18. Quando as plantas já estão maiores, as lagartas podem se alimentar do pendão e das espigas Nos ataques às espigas, é comum que se confunda S. frugiperda com Helicoverpa zea. Para a diferenciação, além das características morfológicas de cada espécie, há diferenças comportamentais. A lagarta-do-cartucho pode penetrar em qualquer parte da espiga, inclusive pela parte basal. Já a H. zea prefere alimentar-se dos cabelos do milho e dos grãos localizados no topo da espiga.
  19. O pulgão-do-milho é um inseto sugador de seiva do floema, Formam colônias e em condições de clima tropical ocorre por partenogênese telítoca. Reboleiras, são insetos vivíparos pois não ovipositam, as ninfas saem do corpo da mãe já completamente formadas. A reprodução pode ser contínua, com uma nova geração ocorrendo a cada sete dias Além disso, em condições de estiagem, há o acúmulo da substância açucarada excretada pelos pulgões deposita sobre os estigmas (cabelos da espiga) impedindo a entrada dos grãos de pólen, da mesma forma, devido à infestação da praga ocorrer geralmente próxima ao pendoamento, esta substância açucarada pode aglutinar os grãos de pólen impedindoos de se dispersar. Este conjunto de fatores causa falha na polinização e fecundação das espigas com consequente prejuízo na formação de grãos. Somando-se a isto o pulgão-do-milho é vetor de viroses, podendo transmitir o vírus do mosaico comum do milho.
  20. Além do prejuízo direto causado pela lagarta-da-espiga, seu ataque favorece a infestação de outras pragas importantes, tais como o caruncho, traça, Sitotroga cerealella. Os ovos são geralmente depositados individualmente, e somente um ou dois por planta. Após 3-4 dias dá-se a eclosão das larvas que começam a alimentar-se imediatamente. aplicações de inseticidas de amplo espectro de ação, que eliminam os seus inimigos naturais, especialmente as vespas do gênero Trichogramma. Problema nos EUA
  21. Coro: Rotação de cultura: crotolaria (fabaceae) algodão (Malvaceae) PM: contato e ingestão e tratamento; Amulet (pirazol) inimidor da transmissão de elétrons. Poncho, sistêmico (neocotinoides) PC. Sistemico (organofosfofatados)
  22. LR: plantas daninhas hospedeiras, como  língua-de-vaca, picão-branco e caruru Cabaryl: organofosfatados Vexter: Inseticida-acaricida não sistêmico. Agonista do gaba Novaluron: inibidor da síntese de quitina Leptra: Gaucho: neocotinoide Joaninha: Coccinellidae
  23. a armazenagem na forma de silagem da planta inteira triturada, especialmente para alimentação de ruminantes produtores de leite e carne, a armazenagem na forma de silagem de grãos úmidos, especialmente visando a alimentação de suínos e a armazenagem de grãos secos, seja a granel ou em espiga. Gastoxin b57: através de gás (partilhas) carbamato de Amônia K-obial: piretoride 9 pó
  24. Ao lado da soja, a cultura de milho é uma das pontas de lança da recente expansão da atividade agrícola brasileira. sendo um dos principais casos de sucesso da chamada revolução verde