SlideShare uma empresa Scribd logo
MIKAELA DA SILVA TAVARES
BIOTECNOLOGIAS E
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
2
SUMÁRIO
3
SUMÁRIO
Introdução;
Melhoramento genético das cultivares;
Tecnologias existentes;
Janela de plantio;
Posicionamento de cultivares para
diferentes regiões;
Tecnologia no mercado e valores.
4
INTRODUÇÃO
5
INTRODUÇÃO
• O que é biotecnologia?
Aumento de produtividade; Resistência a
pragas e
doenças;
Aumento da
qualidade.
Fonte: Elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
6
INTRODUÇÃO
• O que é transgenia?
Inserção do
gene de
interesse;
Nova
sequência de
DNA;
Expressão do
gene no
organismo
transgênico.
Fonte: Elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
7
INTRODUÇÃO
Organismos
geneticamente
modificados.
Transgênicos.
8
INTRODUÇÃO
Organismos
geneticamente
modificados.
Transgênicos.
Os dois termos NÃO SÃO sinônimos.
Fonte: Elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
9
RESUMO
BIOTECNOLOGIA TRANSGENIA
Cria ou modifica produtos a
partir do uso de técnicas que
envolvem organismos vivos.
Transferência de genes entre
espécies diferentes para criar
organismos geneticamente
modificados.
10
OBSERVAÇÃO!
TRANSGENIA
Um organismo transgênico pode ser OGM’s, mas nem
todo OGM’s é organismo transgênico!
Transferência de genes entre espécies diferentes
para criar organismos geneticamente
modificados.
11
MELHORAMENTO
GENÉTICO
12
MELHORAMENTO GENÉTICO
Melhoramento
genético.
Biotecnologia.
13
Os dois termos NÃO SÃO sinônimos.
Fonte: Elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
MELHORAMENTO GENÉTICO
Procedimento que cria produtos
a partir de organismos vivos.
Métodos de seleção e
cruzamento.
Melhoramento
genético.
Biotecnologia.
14
PRINCIPAL MÉTODO
• Seleção genealógica;
Processo de reprodução no qual os
pais são selecionados com base nas
características desejáveis ​​da
linhagem.
15
MELHORAMENTO GENÉTICO
Melhoramento
genético.
Transgenia.
Transgenia é uma evolução
tecnológica do melhoramento
genético convencional.
Fonte: Elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
16
TRANSGENIA
Fonte: Embrapa, 2017.
17
TRANSGENIA
Fonte: Embrapa, 2017.
• Criado em 2017;
• Desenvolvido pela Embrapa e
Fundação Bahia;
• Cultivar BRS 433 FL B2RF;
• Fibra superior a 32,5 mm;
• Resistência acima de 34 (gf/tex).
BRS 433 FL B2RF
18
TRANSGENIA
BRS 433 FL
B2RF
BR=Brasil e S=Sementes
Código de identificação
específico
Fibra longa
Bollgard II
Roundup Ready Flex
19
BIOTECNOLOGIAS
EXISTENTES
20
BIOTECNOLOGIA
S
• Tolerância ao glifosato;
• Proteína CP4 EPSPS;
• Monsanto.
• Tolerância ao glifosato;
• Proteína 2M EPSPS;
• Bayer.
21
BIOTECNOLOGIA
S
• Proteína PAT
(Phosphinothricin
Acetyltransferase);
• Seletividade ao herbicida
Liberty®;
• BASF.
• TwinLink:
 Cry1Ab e Cry2Ae;
• Twinlink Plus:
 Cry1Ab e Cry2Ae e
Vip3A;
• BASF.
22
BIOTECNOLOGIA
S
• GLT
• Glytol + LibertyLink + Twinlink = GLT;
• Torelância ao glifosato e aos herbicidas Liberty®;
• Proteínas Cry1Ab e Cry2Ae;
• BASF.
23
BIOTECNOLOGIA
S
• GLTP
• Glytol + LibertyLink + Twinlink Plus= GLTP;
• Torelância ao glifosato e aos herbicidas Liberty®;
• Proteínas Cry1Ab e Cry2Ae + gene Vip3A;
• BASF.
24
TECNOLOGIAS
Fonte: Bollgard, 2024.
25
Aumento de produtivida
Tolerância a
glifosato;
Proteção contra as
principais lagartas.
Fonte: Bollgard, 2024.
TECNOLOGIAS
26
Fonte: Corteva, 2024.
TECNOLOGIAS
27
Expressão de
proteínas
inseticidas:
• Cry1F;
• Cry1Ac;
• Vip3A.
Tolerância ao
herbicida
glufosinato de
amônio.
Bacillus thuringiensis (Bt)
TECNOLOGIAS
28
Pragas alvo:
Chrysodeixis includens
(falsa-medideira)
Spodoptera frugiperda
(lagarta militar)
Fonte: Agrolink, 2024. Fonte: Agrolink, 2024.
PRODUTOS
29
PRODUTOS
Fonte:
BASF,
2024.
30
CULTIVAR
FM 985
GLTP
FiberMax
Código de identificação
específico
GlyTol
LibertyLink
TwinkLink Plus
31
• Alta taxa de crescimento e elevada
taxa de produtividade;
• Folha tamanho médio;
• Resistente ao acamamento;
• Tecnologia GLTP.
VANTAGENS CARACTERÍSTICAS
PRODUTOS
Ciclo: 180 a 190 dias;
Crescimento diário ideal: 1 cm/dia;
Reação a doenças: resistente à
doença azul e suscetível à virose
atípica.
FM 985 GLTP
32
CICLO
PRECOC
E
MÉDIO
TARDIO
140
150
160
FM 911 GLTP
FM 912 GLTP RM
FM 906 GLT
170
FM 942 TLP
FM 970 GLTP RM
FM 944 GL
FM 974 GLT
180
190
200
FM 978 GLTP RM
FM 985 GLTP
FM 976 TLP
Fonte:
BASF,
Elaborado
por
Mikaela
Tavares,
2024.
33
ALGODÃO BT
• Possui ação inseticida;
• Menores custos de aplicações;
• Menor agressão ambiental;
• Trabalhadores menos expostos
aos inseticidas.
VANTAGENS DESVANTAGEN
S
• Maior investimento para aquisição
das sementes;
• Manejo específico na aplicação da
tecnologia.
34
BIOTECNOLOGI
A
Fonte: Canal do Boi, elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
Área de refúgio
35
BIOTECNOLOGI
A
A maioria dos insetos são
sensíveis à proteína Bt. As áreas
de refúgio permitem que alguns
deles sobrevivam.
Área de refúgio
Fonte: Canal do Boi, elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
36
BIOTECNOLOGI
A
Os insetos suscetíveis às
proteínas Bt provenientes das
áreas de refúgio cruzam com os
raros resistentes oriundos das
áreas Bt.
Área de refúgio
Fonte: Canal do Boi, elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
37
BIOTECNOLOGI
A
A prole desse cruzamento
continua sendo suscetível às
proteínas Bt, garantindo que as
culturas transgênicas resistentes a
insetos sigam eficientes.
Área de refúgio
Fonte: Canal do Boi, elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
38
BIOTECNOLOGI
A
Área de refúgio
Fonte: Canal do Boi, elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
39
JANELA
DE PLANTIO
40
JANELA DE PLANTIO
• Melhor período de plantio das culturas agrícolas.
Fatores que influenciam:
• Temperatura; • Umidade; • Histórico de pragas.
41
VAZIO SANITÁRIO
• O vazio sanitário é uma pausa na plantação em determinados meses
para combater pragas como o bicudo-do-algodoeiro;
• Os dados são disponibilizados pela AGRODEFESA.
42
VAZIO SANITÁRIO
Fonte: Canva, elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
43
VAZIO SANITÁRIO
Fonte: Canva, elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
Goiânia
Rio Verde
Porangatu
Luziânia
Região 1: Goiânia;
Região 2: Rio Verde;
Região 3: Luziânia;
Região 4: Porangatu;
I. Região 1: 26/11 a 10/02;
II. Região 2: 01/12 a 10/02;
III. Região 3: 20/11 a 31/01;
IV. Região 4: 21/01 a 15/04.
I. Região 1: 15/09 a 25/11;
II. Região 2: 20/09 a 30/11;
III. Região 3: 10/09 a 19/11;
IV. Região 4: 10/11 a 20/01.
44
VAZIO SANITÁRIO
VAZIO SANITÁRIO SEMEADURA
45
JANELA DE PLANTIO
Fonte: Canal Rural, 2023.
46
JANELA DE PLANTIO ALGODÃO 2022
Fonte: Conab, 2022.
Plantio;
Colheita.
JANELA DE PLANTIO ALGODÃO 2022
47
Fonte: Conab, 2022.
Plantio;
Colheita.
JANELA DE PLANTIO ALGODÃO 2022
48
Fonte: Conab, 2022.
Plantio;
Colheita.
CULTURA EM CAMPO
PLANTIO COLHEITA
VAZIO SANITÁRIO
49
Fonte: Canal Rural, 2023.
JANELA DE PLANTIO ALGODÃO 2022
Tabela 1. Janela de plantio do algodão em 2022.
Fonte: Conab, 2022. Elaborado por Mikaela Tavares.
49
POSICIONAMENTO
DE CULTIVARES
50
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
O posicionamento de cultivares é importante
para selecionar a cultivar mais adequada para
determinada região.
51
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
O que são cultivares?
CONCEITO
Variedade de plantas que são
produzida através do
melhoramento genético.
52
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
QUANTIDADE
Quantas cultivares de algodão?
Atualmente existem centenas
de cultivares de algodão. Uma
quantidade inferior quando
comparada à soja que existem
milhares.
53
Clima;
FATORES
INFLUENTES
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
55
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
Semeadura;
FATORES
INFLUENTES
56
Fotoperíodo e latitude;
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
FATORES
INFLUENTES
57
Solo;
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
FATORES
INFLUENTES
58
Histórico de pragas.
POSICIONAMENTO DE
CULTIVARES
FATORES
INFLUENTES
59
FM 912 GLTP RM
• Ciclo precoce (abaixo de 160 dias);
• Fertilidade alta;
• Resistência de 31.37 (gf/tex);
• Tolerância ao glifosato;
• Resistente à doença azul, mancha angular e
nematoides das galhas;
• Ideal para fechamento de plantio.
Fonte: Canal BASF Agro Brasil, 2024.
60
BRS 600 B3RF
• Ciclo médio (160 a 170 dias);
• Fertilidade alta;
• Resistência de 30 a 31 (gf/tex);
• Tolerância ao glifosato;
• Resistente à doença azul e mancha angular;
• Adaptado para Cerrado e Caatinga.
Fonte: IST Cotton, 2023.
61
TMG 51 WS3
• Ciclo precoce-médio (abaixo de 160 dias);
• Fertilidade alta;
• Resistência de 32 (gf/tex);
• Tolerância ao glifosato;
• Resistente à doença azul, mancha angular e
nematoides das galhas;
• Ideal para fechamento de plantio.
Fonte: TMG, 2022.
62
INDICAÇÃO
Fonte: Cotton Apps, 2024.
63
TECNOLOGIAS E
SEUS VALORES
64
TECNOLOGIAS E VALORES
Fonte: Thiago Matias. Elaborado por Mikaela Tavares, 2024.
Tabela 2. Preços tecnologias FiberMax, 2024.
65
TECNOLOGIAS FUTURAS
Fonte: BASF, 2024.
66
TECNOLOGIAS FUTURAS
• Seletio™ TwinLinkPlus® oferece tolerância aos herbicidas Glifosato, Liberty® e
Durance® S;
• Possui Cry1Ab, Cry2Ae e Vip3A;
• Tecnologia desenvolvida pela BASF;
• Lançada em março de 2024.
67
COMPOSIÇÃO SELETIO
68
TECNOLOGIAS FUTURAS
• Pré-emergente;
• Ingrediente ativo: isoxaflutole;
• Eficácia sobre plantas daninhas de difícil controle como o pé-de-galinha.
69
DINÂMICA
Entre em contato conosco:
geagraufg.wordpress.com
geagracontato@gmail.com
GEAGRA UFG
@geagraufg
UNINDO CONHECIMENTO EM PROL DA AGRICULTURA!
BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES
mikaelatavares@discente.ufg.br
A. O algodão Bt é uma variedade geneticamente modificada que expressa
proteínas inseticidas derivadas da bactéria Bacillus thuringiensis.
B. A utilização de algodão Bt contribui para aumentar a produtividade e a
qualidade das fibras, resultando em melhores rendimentos para os
agricultores.
C. Tecnologia Bt confere resistência a insetos pragas, como as lagartas,
anulando a necessidade de aplicação de inseticidas químicos.
D. Pode ser responsável por evolução da resistência de pragas.
71
Qual a alternativa sobre tecnologia Bt?
A. Reduzir os danos causados por pragas nas plantas.
B. Proteger os trabalhadores rurais da exposição a agrotóxicos.
C. Aumentar os custos de aplicação de inseticidas.
D. nda
72
Qual é o objetivo principal das áreas de
refúgio na agricultura de algodão Bt?
73
O período de vazio sanitário do algodão na Região I (Goiânia) é em:
A. 25 de setembro a 15 de novembro
B. 15 de setembro a 25 de novembro
C. 26 de novembro a 10 de fevereiro
D. nda
74
O primeiro algodão transgênico Brasileiro foi desenvolvido em:
A. 2016.
B. 2015.
A. 2017.
B. 2018.
A. Um organismo transgênico é OGM’s, assim como OGM’s é organismo
transgênico!
B. Um organismo transgênico não pode ser OGM’s, mas todo OGM’s é
organismo transgênico!
C. Um organismo transgênico pode ser OGM’s, mas nem todo OGM’s é
organismo transgênico!
D. Um organismo transgênico pode ser OGM’s, mas OGM’s nunca é
organismo transgênico!
75
Qual a opção correta?

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES

BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHOBIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
Geagra UFG
 
AULA BIOTECNOLOID DEDE FEJIJIJIA PRA ESSAS COISAS AR
AULA BIOTECNOLOID DEDE FEJIJIJIA PRA ESSAS COISAS ARAULA BIOTECNOLOID DEDE FEJIJIJIA PRA ESSAS COISAS AR
AULA BIOTECNOLOID DEDE FEJIJIJIA PRA ESSAS COISAS AR
WeltonAgostinhoDias1
 
Biofábrica de plantas ornamentais.
Biofábrica de plantas ornamentais.Biofábrica de plantas ornamentais.
Biofábrica de plantas ornamentais.
Dennis Panayotis Saridakis
 
Parte 14
Parte 14Parte 14
Parte 14
Josiane Menezes
 
Cultivares de algodão
Cultivares de algodão Cultivares de algodão
Cultivares de algodão
Geagra UFG
 
Controle biológico com coleoptera coccinellidae das cochonilhas
Controle biológico com coleoptera coccinellidae das cochonilhasControle biológico com coleoptera coccinellidae das cochonilhas
Controle biológico com coleoptera coccinellidae das cochonilhas
faccamp
 
A quarentena e a fitossanidade 2008
A quarentena e a fitossanidade 2008A quarentena e a fitossanidade 2008
A quarentena e a fitossanidade 2008
Renato Ferraz de Arruda Veiga
 
Vegetais (2)
Vegetais (2)Vegetais (2)
Vegetais (2)
Luana Dias
 
BIOTECNOLOGIAS DO ALGODOEIRO
BIOTECNOLOGIAS DO ALGODOEIROBIOTECNOLOGIAS DO ALGODOEIRO
BIOTECNOLOGIAS DO ALGODOEIRO
Geagra UFG
 
Sérgio Abud - “Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias" - Boas ...
Sérgio Abud - “Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias" - Boas ...Sérgio Abud - “Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias" - Boas ...
Sérgio Abud - “Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias" - Boas ...
PIFOZ
 
Sérgio abud
Sérgio abudSérgio abud
Posicionamento de inseticidas na cultura da soja
Posicionamento de inseticidas na cultura da sojaPosicionamento de inseticidas na cultura da soja
Posicionamento de inseticidas na cultura da soja
Geagra UFG
 
2º Mb Grupo 06
2º Mb   Grupo 062º Mb   Grupo 06
2º Mb Grupo 06
ProfMario De Mori
 
Lm consea - transgenicos - 8-7-13p (2)
Lm    consea - transgenicos - 8-7-13p (2)Lm    consea - transgenicos - 8-7-13p (2)
Lm consea - transgenicos - 8-7-13p (2)
João Siqueira da Mata
 
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e HelmintosporioseManejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Geagra UFG
 
Seminario da agricultura tradicional à biotecnologia
Seminario da agricultura tradicional à biotecnologiaSeminario da agricultura tradicional à biotecnologia
Seminario da agricultura tradicional à biotecnologia
LUIS ABREU
 
Apresentação syngenta 2009
Apresentação syngenta 2009Apresentação syngenta 2009
Apresentação syngenta 2009
Renato Ferraz de Arruda Veiga
 
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptxinoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
Geagra UFG
 
Visão do Setor Produtivo - Soja
Visão do Setor Produtivo - SojaVisão do Setor Produtivo - Soja
Visão do Setor Produtivo - Soja
Oxya Agro e Biociências
 
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Juliana Queiroz
 

Semelhante a BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES (20)

BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHOBIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
 
AULA BIOTECNOLOID DEDE FEJIJIJIA PRA ESSAS COISAS AR
AULA BIOTECNOLOID DEDE FEJIJIJIA PRA ESSAS COISAS ARAULA BIOTECNOLOID DEDE FEJIJIJIA PRA ESSAS COISAS AR
AULA BIOTECNOLOID DEDE FEJIJIJIA PRA ESSAS COISAS AR
 
Biofábrica de plantas ornamentais.
Biofábrica de plantas ornamentais.Biofábrica de plantas ornamentais.
Biofábrica de plantas ornamentais.
 
Parte 14
Parte 14Parte 14
Parte 14
 
Cultivares de algodão
Cultivares de algodão Cultivares de algodão
Cultivares de algodão
 
Controle biológico com coleoptera coccinellidae das cochonilhas
Controle biológico com coleoptera coccinellidae das cochonilhasControle biológico com coleoptera coccinellidae das cochonilhas
Controle biológico com coleoptera coccinellidae das cochonilhas
 
A quarentena e a fitossanidade 2008
A quarentena e a fitossanidade 2008A quarentena e a fitossanidade 2008
A quarentena e a fitossanidade 2008
 
Vegetais (2)
Vegetais (2)Vegetais (2)
Vegetais (2)
 
BIOTECNOLOGIAS DO ALGODOEIRO
BIOTECNOLOGIAS DO ALGODOEIROBIOTECNOLOGIAS DO ALGODOEIRO
BIOTECNOLOGIAS DO ALGODOEIRO
 
Sérgio Abud - “Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias" - Boas ...
Sérgio Abud - “Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias" - Boas ...Sérgio Abud - “Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias" - Boas ...
Sérgio Abud - “Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias" - Boas ...
 
Sérgio abud
Sérgio abudSérgio abud
Sérgio abud
 
Posicionamento de inseticidas na cultura da soja
Posicionamento de inseticidas na cultura da sojaPosicionamento de inseticidas na cultura da soja
Posicionamento de inseticidas na cultura da soja
 
2º Mb Grupo 06
2º Mb   Grupo 062º Mb   Grupo 06
2º Mb Grupo 06
 
Lm consea - transgenicos - 8-7-13p (2)
Lm    consea - transgenicos - 8-7-13p (2)Lm    consea - transgenicos - 8-7-13p (2)
Lm consea - transgenicos - 8-7-13p (2)
 
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e HelmintosporioseManejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
 
Seminario da agricultura tradicional à biotecnologia
Seminario da agricultura tradicional à biotecnologiaSeminario da agricultura tradicional à biotecnologia
Seminario da agricultura tradicional à biotecnologia
 
Apresentação syngenta 2009
Apresentação syngenta 2009Apresentação syngenta 2009
Apresentação syngenta 2009
 
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptxinoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
 
Visão do Setor Produtivo - Soja
Visão do Setor Produtivo - SojaVisão do Setor Produtivo - Soja
Visão do Setor Produtivo - Soja
 
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
 

Mais de Geagra UFG

Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptxApresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Geagra UFG
 
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline CastroMICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
Geagra UFG
 
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline CastroMICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
Geagra UFG
 
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptxMACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
Geagra UFG
 
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
Geagra UFG
 
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxINTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
Geagra UFG
 
Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............
Geagra UFG
 
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Geagra UFG
 
Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........
Geagra UFG
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
Geagra UFG
 
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfCópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Geagra UFG
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
Geagra UFG
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxMANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
Geagra UFG
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
Geagra UFG
 
Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicaçãoTecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicação
Geagra UFG
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
Geagra UFG
 
Correção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na sojaCorreção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na soja
Geagra UFG
 
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptxSLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
Geagra UFG
 
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
Geagra UFG
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
Geagra UFG
 

Mais de Geagra UFG (20)

Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptxApresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
 
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline CastroMICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
 
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline CastroMICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
 
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptxMACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
 
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
 
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxINTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
 
Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............
 
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........
 
Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
 
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfCópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxMANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
 
Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicaçãoTecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicação
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
 
Correção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na sojaCorreção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na soja
 
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptxSLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
 
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
 

Último

Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
SETCESP - Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
SETCESP - Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região
 
dengue atividade e caça-palavras 6 ano exercicios
dengue atividade e caça-palavras 6 ano exerciciosdengue atividade e caça-palavras 6 ano exercicios
dengue atividade e caça-palavras 6 ano exercicios
wfsouza2
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
SETCESP - Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
SETCESP - Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
SETCESP - Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
SETCESP - Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região
 

Último (7)

Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
 
dengue atividade e caça-palavras 6 ano exercicios
dengue atividade e caça-palavras 6 ano exerciciosdengue atividade e caça-palavras 6 ano exercicios
dengue atividade e caça-palavras 6 ano exercicios
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
 
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESPJornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
Jornada da Sustentabilidade - Encontro ESG - SETCESP
 

BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES