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Leonardo Lopes da Cunha
Sorgo: tratos
culturais
Susceptível a plantas daninhas abafantes nos estádios
iniciais.
Competição por luz,água e nutrientes.
Redução da produtividade de grãos em até 86%
(RODRIGUES et al., 2010)
Controlar nas 4 primeiras semanas!!!
Sorgo é bastante sensível a herbicidas.
Plantas daninhas
Plantas Daninhas
Quais as principais plantas daninhas do sorgo?
Caruru Corda de viola Marmelada
Fonte:Manual de identificação de plantas daninhas da cultura da soja
Plantas Daninhas
Amargoso Pé de galinha Picão preto
Fonte:Manual de identificação de plantas daninhas da cultura da soja
Como controlar as plantas daninhas?
Medida preventiva: Não disseminar p.d de um talhão
a outro que não tenha, limpeza de máquinas.
Controle químico: Herbicidas.
Time: 5 a 6 folhas ( altura média 15 cm)
Problema: Poucas opções de mercado e todas a base de
atrazine ( folha larga) Injúrias na próxima
cultura da soja
Fonte:XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO
Fonte:XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO
Resíduos de trifluralin acumulados ao longo de várias
aplicações podem reduzir o sistema radicular do
sorgo.
Há possibilidade de acumulação de resíduos de
herbicidas aos quais o sorgo é suscetível (redução
severa no stand de plantas).
Não usar: cloroacetamidas (alachlor, metolachlor e
acetochlor) ou as dinitroanilinas (trifluralin,
pendimethalin).
Herbicidas
São herbicidas registrados no Ministério da
agricultura:
1. Atrazina Nortox 500 SC;
2.Atrazinax 500;
3. Gesaprim GrDa;
4.Gesaprim 500;
5.Herbitrin 500 BR;
6.Proof e Siptran 500 SC
Principais Pragas do Sorgo
Larva arame (Conoderus
scalaris)
Danos:
- Destruição de sementes;
- Ataque ao sistema radicular das plantas;
- Falhas na cultura;
- Planta raquíticas com maior sensibilidade ao estresse
hídrico
Controle:
- Tratamento de sementes;
- Aplicação de inseticidas no sulco
Fonte: Manual de pragas do milho
Coró (Phyllophaga cuyabana)
Danos:
- As larvas se alimentam do sistema radicular das
plantas;
- Falhas nas linhas, pouco desenvolvimento e
sensibilidade ao estresse hídrico.
 Controle:
- Destruição de restos culturais após a colheita;
- Tratamento de solo com inseticidas
Fonte: Manual de pragas do milho
Percevejo Castanho (Scaptocoris
castanea)
Danos:
- Sucção de seiva provocando perdas de vigor das
plantas;
- Redução significativa na produção;
- Reboleiras de plantas com folha murcha e
amarelecidas pode causar a morte.
 Controle:
- Tratamento de solo com inseticidas granulados
Fonte: Manual de pragas do milho
Lagarta Elasmo (Elasmopalpus
lignosellus)
Danos:
- Galeria no colmo das plantas;
- Destruição do ponto de crescimento;
- Murcha e morte das folhas centrais – coração morto.
Controle:
-Tratamento de sementes com inseticidas sistêmicos à
base de tiodicarb, carbofuran, imidacloprid;
- Aplicação de inseticidas. Exemplos: clorpirifós,
Carbaryl e trichlorfon
Fonte: Manual de pragas do milho
Broca da Cana-de-Açúcar
(Diatraea spp)
Danos:
- Galeria nos colmos das plantas, semelhantes aos da
lagarta elasmo;
- Plantas mais desenvolvidas, tombamento conhecido
como pescoço de ganso;
- Plantas com colmos quebrados.
Controle:
-Tratamento de sementes
- Destruição de restos culturais
- Controle biológico:Cotesia flavipes
Fonte: Manual de pragas do milho
Pulgão Verde
(Schizaphis graminum)
Danos:
- Ataca as folhas baixeiras, causa o encarquilhamento
das folhas;
- Ocorrência de fumagina;
- Transmitem o vírus do mosaico da cana-de-açúcar.
 Controle:
-Tratamento de sementes;
- Inseticida sistêmico.Exemplo: metasystox CE 250 na
dose de 0,3- 0,4 l/ha.
Fonte:http://www.agrolink.com.br/agricultura/problemas/busca/pulgao-verde_327.html
Lagarta do cartucho (Spodoptera
frugiperda)
Danos:
-Quando novas,apenas raspam a superfície foliar e
deixam uma membrana translúcida para trás.Quando
maiores, devoram e fazem recortes nas folhas.
Controle:
-Inseticidas. Exemplo : Chlorpyrifos ( Lorsban 480 CE)
na dose de 0,5 – 0,75 l/ha ou Deltametrina (Decis) na
dose de 0,2 l/há.
Fonte: Manual de pragas do Milho
Mosca do sorgo (Stenodiplosis
sorghicolla)
Danos:
- Não se forma o grão na flor que a fêmea ovoposita.
- As plantas que florescem mais tardiamente, em geral, são
as mais prejudicadas devido ao aumento da população
da praga.
Mosca do sorgo (Stenodiplosis
sorghicolla)
Controle:
-Implantação da cultura mais cedo para evitar o
pico populacional da mosca.
-Utilizar variedades cujo florescimento seja mais
precoce.
-Inseticidas. Exemplo: Lorsban 480 ( 0,62 L/ha)
quando 80% da lavoura estiver florido.
Fonte:http://www.agrolink.com.br/agricultura/problemas/
busca/mosca-do-sorgo_2544.html
Principais doenças do sorgo
Antracnose (Colletotrichum
graminicola)
É a doença mais importante no sorgo;
Reduções superiores a 80% na produção de grãos;
As lesões produzidas nas folhas são bem
características, sendo a presença de acérvulos
(frutificação típica do patógeno) o principal fator para
a identificação da doença no campo;
Manejo: Uso de cultivares resistentes a doença.
0,75 L/há
0,75 L/há
0,30 L/há
0,80 L/há
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1º Aplicação: 45 DAE
2ºAplicação: 60 DAE
3ºAplicação: 75 DAE
Apesar de serem eficientes no controle da antracnose,
é importante considerar que os fungicidas testados
não possuem registro para utilização na cultura do
sorgo.
Não existem produtos registrados no Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o controle
de doenças foliares na cultura do sorgo.
Ferrugem (Puccinia purpurea)
Os sintomas se manifestam pela formação de pústulas
(urédias) de coloração castanho-avermelhado com
cerca de 2,0 mm de comprimento que se distribuem
paralelamente e entre as nervuras. Pústulas mais
desenvolvidas rompem-se liberando os uredosporos
do patógeno;
Sua ocorrência é mais severa após o florescimento.
Perdas superiores a 60% na produção de grãos.
Míldio (Peronosclerospora sorghi)
A doença manifesta-se tanto pela produção de lesões
localizadas nas folhas como pela produção de plantas com
infecção sistêmica;
Os danos à produtividade podem chegar a 80%;
Infecção sistêmica:são a formação de estrias paralelas de
tecidos verdes alternadas com áreas de tecidos cloróticos
Infecção localizada: caracteriza-se por manchas cloróticas,
retangulares, limitadas pelas nervuras laterais, que
também podem apresentar crescimento pulverulento
branco na superfície abaxial das folhas em condições
úmidas e frias
Fungicidas à base de metalaxyl apresentam elevada
eficiência de controle da doença tanto aplicado via
tratamento de sementes quanto em aplicações na parte
aérea das plantas.
Metalaxyl permanece efetivo durante 20 a 30 dias após o
plantio.
Não existem produtos à base de metalaxyl registrados no
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o
controle do míldio na cultura do sorgo.
Helmintosporiose
(Exserohilum turcicum) 
Temperaturas mais baixas favorecem o
desenvolvimento da doença (principalmente em
plantios de safrinha);
O desenvolvimento de lesões alongadas e elípticas de
coloração vermelho-púrpura ou amarelo-alaranjada
caracterizam a presença da doença;
Manejo: Uso de cultivares resistentes a doença.
Doença açucarada do sorgo 
(Sphacelia sorghi)
Preocupações pelo fato de a doença afetar
diretamente o setor de produção de sementes;
O patógeno infecta somente o ovário não fertilizado,
assim, afetam a produção e o vigor do polén e/ou
impedem a abertura normal das anteras vão favorecer
o patógeno a induzir e desenvolver a doença
açucarada.
Controle das doenças no sorgo:
Rotação de culturas
Fungicidas no tratamento de sementes
Plantio na época certa
Utilização de sementes sadias
O plantio de cultivares resistente ou tolerantes às
doenças.
Leonardo Lopes da Cunha
leonardolopes_6@hotmail.com
(62) 8108-5242
Obrigado!