A Construção da
modernidade
europeia
A Filosofia das Luzes
História A 11ºAno Prof. Carla Freitas
Diderot
filósofo
Buffon
naturalista
Jean-Jacques Rousseau
filósofo
Voltaire
filósofo
D’Alembert
filósofo
Turgot
economista
Madame Geoffrin,
anfitriã do Salão
Montesquieu
filósofo
Leitura da tragédia de Voltaire L'Orphelin de la Chine, no salão de Madame Geoffrin em
1755, pintura de Anicet Charles Gabriel Lemonnier, 1812
A apologia da razão e
do progresso
(Documento 7A e 7C, Pág. 132)
Início do século XVIII (Século das Luzes)
 Método experimental
 Crença na ciência e no progresso
Filosofia Iluminista, racionalista e optimista
Crença na RAZÃO como motor do
progresso humano
Aplicada:
• sobre a natureza,
• sobre o Universo,
• sobre o Homem e a sociedade
Conhecimento
Dissipar as Trevas - Libertar o Homem
Frontispício da "Enciclopédia" (Encyclopédie,
1772.
Afigura do centro representa a verdade –
rodeada por luz intensa (o símbolo central do
iluminismo). Duas outras figuras à direita, a
razão e a filosofia, estão a retirar o manto sobre
a verdade.
A apologia da razão e
do progresso
Filosofia Optimista porque:
 RAZÃO /conhecimento usados em
LIBERDADE:
• liberta o Homem da servidão, do
preconceito e da injustiça
• Permite o progresso do mundo e do ser
humano ao melhorar a vida material e
ao permitir o esclarecimento e
aperfeiçoamento do espírito humano
Busca da Felicidade
direito e objetivo da existência humana
Xilografia do alemão Daniel Chodowiecki, 1791.
Mostra o encontro das religiões para receberem
a luz de Minerva, a deusa romana do
conhecimento.
A apologia da razão e
do progresso
Liberdade, com o cetro da razão, lançando raios sobre a Ignorância e o Fanatismo Simon Louis Boizot. 1793. Gravura
O Direito Natural e o
Valor do Indivíduo
(Documento 9, Pág. 133)
Direito natural:
 Direitos e deveres inerentes à
existência do Homem,
conferidos pela Natureza
• Igualdade
• Liberdade
• julgamento justo
• posse de bens
• liberdade de consciência
É Superior ao Direito e às Leis
impostas pelo Estado
Adolph Menzel, Voltaire na corte de Frederico o
Grande
1º
• Todos os Homens
nascem dotados de
razão
2º
• Todos os Homens são
iguais
• Princípio da
igualdade
3º
• Todos os Homens são
dotados pela Natureza
de um conjunto de
direitos iguais
• Direito Natural
O Direito Natural e o
Valor do Indivíduo
Função do Estado
• defesa dos direitos naturais
• preservar a moral natural
• proporcionar felicidade ao
indivíduo
LOGO
direitos do indivíduo sobrepõem-se
aos “interesses e razões do Estado”
Valorização do indivíduo
Passa de Súbdito a Cidadão
?Como garantir:
• Que o poder não se
torna opressor?
• A liberdade de todos
os cidadãos?
• Como conciliar
liberdade e igualdade
com obediência?
?Como garantir:
• Que o poder não se
torna opressor?
• A liberdade de todos
os cidadãos?
• Como conciliar
liberdade e igualdade
com obediência.
John Locke (1632 -
1704)
Propõe um contrato
livremente assumido entre
governados e governantes
(que confere a autoridade
necessária para o bom
funcionamento do corpo
social)
Iluminismo Opõe-se
Político
Absolutismo
Régio
Teoria do
direito divino
Social
Sociedade de
ordens assente
em privilégios e
desigualdades
de nascimento
Religioso
Fanatismo
Intolerância
Superstição
(IGREJA
CATÓLICA)
Expansão do
Iluminismo na Europa
Contrato Social
(Documento 10, Pág. 134)
 Todos os homens são livres e
iguais
 Todos são depositários da
soberania (Soberania Popular)
Contrato Social
(tácito ou explícito)
O exercício do poder político depende
do consentimento dos governados
que delega a soberania no governante
Objetivo:
garantir as liberdades individuais e
o interesse dos governados
Jean-Jacques Rousseau (1712 —1778)
Contrato Social
 Assegura a igualdade de direitos,
(Indivíduo submete-se de forma
igual, à vontade da maioria)
 Estabelece um conjunto de leis
justas e iguais para todos
 O indivíduo toma um novo estatuto
ao passar do que obedece (súbdito)
ao que toma decisões políticas
(cidadão)
 O indivíduo mantém a liberdade
Direito à resistência
(caso o poder não cumpra a sua
função)
Contrato Social de Rousseau
“Um povo livre
obedece, mas não
serve; tem chefes e
não senhores;
obedece às leis e só
às leis, e é pela força
das leis que não
obedece aos
homens”
Separação dos
poderes
(Documento 11, Pág. 135)
Montesquieu defende uma monarquia
moderada e representativa, inspirada no
modelo inglês, em que o poder do
soberano é limitado
Teoria de separação dos poderes:
• legislativo
• executivo
• judicial
 Permite um controlo mútuo entre
poderes
 garante a liberdade dos cidadãos
Montesquieu
Charles-Louis de Secondat,
Barão de Montesquieu (1689 – 1755)
Todo homem que tem o
poder é tentado a abusar
dele (…). É preciso que, pela
disposição das coisas, o
poder freie o poder.”
"Todos os homens são
bestas; os príncipes são
bestas que não estão
atreladas."
Humanitarismo e
Tolerância
(Documento 12, Pág. 136)
Iluministas condenavam:
 a arbitrariedade dos julgamentos
 as explicações religiosas;
 o fanatismo;
 a intolerância;
 a discriminação;
 a tortura;
 a escravatura (séc. XIX);
 a pena de morte
Cesare Bonesana, Marquês de
Beccaria (1738-1794)
Iluminista que muito contribuiu para
o direito penal
„Parece-me absurdo que as
leis, que são a expressão da
vontade pública, que
abominam e punem o
homicídio, o cometam elas
mesmas e que, para
dissuadir o cidadão do
assassínio, ordenem um
assassínio público.“
„(A tortura) é o meio mais
seguro de absolver os
criminosos robustos e
condenar os fracos
inocentes.“
Humanitarismo e
tolerância
Defendiam:
 Tolerância
 Justiça de acordo com o direito natural
 Separação entre a Igreja e o Estado
 Liberdade religiosa e de consciência
 Fraternidade
 Deísmo (crença num ser supremo
que se manifesta através da
Natureza)
Voltaire(pseudónimo)
François-Marie Arouet
(1694 — 1778),
"A primeira lei da natureza é
a tolerância; já que temos
todos uma porção de erros e
fraquezas."
"O preconceito é uma
opinião sem julgamento.
Assim em toda terra
inspiram-se às crianças
todas as opiniões que se
desejam antes que elas as
possam julgar."
A Educação
Educação deve:
 promover o desenvolvimento das
faculdades individuais
 ser promovida desde a infância, tanto para
rapazes como para raparigas;
 promover o gosto pelo saber (sem castigos
físicos)
 promover a responsabilidade, liberdade e
contacto com a natureza
Responsabilidade do Estado com a criação
de Escolas públicas
Objetivo
Formação de cidadãos cultos e
esclarecidos
“A educação do Homem
começa no momento do
seu nascimento; antes de
falar, antes de entender,
já se instrui.”
Jean-Jacques Rousseau, Emílio,
1782.
“A instrução das crianças é
um ofício em que é
necessário saber perder
tempo, a fim de ganhá-lo”
Jean-Jacques Rousseau
Meios de Difusão
(Documento 16, Pág. 139)
Língua francesa torna-se a língua universal
entre os iluministas e facilitou a difusão das
Luzes em:
 Academias –Promoviam e divulgavam as
ciências, as artes…
 Bibliotecas – colecionavam os trabalhos
científicos, exibiam coleções
 Salões –onde se debatiam temas e conteúdos
científicos e filosóficos
 Cafés - frequentados por intelectuais.
 Imprensa – divulgavam novas ideias, utilizando
as línguas nacionais.
 Lojas Maçónicas – sociedades secretas
 Ensino
 Enciclopédia - reuniu os mais importantes
iluministas reunindo um vasto conjunto de
conhecimentos.
Placa do Café Procope, é o mais
antigo do mundo
A Enciclopédia
A Enciclopédia (Diderot e D’Alembert) foi
publicada entre 1751 e 1772, em 35
volumes:
• 17 volumes de texto.
• 11 volumes de gravuras.
• 71 818 artigos de A a Z.
• Cerca de centena e meia de
colaboradores, entre os quais Voltaire,
Montesquieu, Rousseau, Buffon, entre
outros
 Tinha um caráter universalista.
 Facilitou contacto com os avanços
científicos e com o iluminismo
 Em 1772 já tinham sido vendidos
30000 exemplares apesar de ter sido
alvo de proibições e destruições
«O objetivo da Enciclopédia
era reunir os conhecimentos
dispersos pela superfície da
terra e de ali os expor aos
homens e de transmiti-los aos
vindouros, a fim de que os
trabalhos dos séculos
passados não sejam inúteis e
para que os nossos
descendentes sejam mais
instruídos e se tornem ao
mesmo tempo mais virtuosos
e felizes, e que nós não
morramos sem ter bem
merecido o género humano».
Diderot
Reações ao Iluminismo
Oposição
- Literatura
- Imprensa
- Poder político e religioso
(livros proibidos e queimados,
filósofos presos, perseguidos
ou exilados)
Apoio entusiástico
- Reis (Prússia e Rússia)…
- Burguesia devido ao desejo
de poder político e uma
mentalidade ligada ao
individualismo e à
dignificação pelo trabalho e
pela instrução
Deves saber
 Explicar a designação de “Iluminismo” dada ao
pensamento da segunda metade do século XVIII
 Esclarecer as ideias chave do pensamento político
iluminista
 Avaliar o caráter revolucionário do iluminismo
 Distinguir os meios de difusão do pensamento das Luzes
 Relacionar o iluminismo com a desagregação do Antigo
Regime
 Valorizar o contributo dos progressos do conhecimento e
da afirmação da Filosofia das Luzes para a construção da
modernidade europeia***
E AINDA
 Interpretar documentos escritos e iconográficos relacionando-os
com os conteúdos
 Integrar a análise de documentos nas tuas respostas e análise
de conteúdos

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  • 1.
    A Construção da modernidade europeia AFilosofia das Luzes História A 11ºAno Prof. Carla Freitas
  • 2.
    Diderot filósofo Buffon naturalista Jean-Jacques Rousseau filósofo Voltaire filósofo D’Alembert filósofo Turgot economista Madame Geoffrin, anfitriãdo Salão Montesquieu filósofo Leitura da tragédia de Voltaire L'Orphelin de la Chine, no salão de Madame Geoffrin em 1755, pintura de Anicet Charles Gabriel Lemonnier, 1812
  • 3.
    A apologia darazão e do progresso (Documento 7A e 7C, Pág. 132) Início do século XVIII (Século das Luzes)  Método experimental  Crença na ciência e no progresso Filosofia Iluminista, racionalista e optimista Crença na RAZÃO como motor do progresso humano Aplicada: • sobre a natureza, • sobre o Universo, • sobre o Homem e a sociedade Conhecimento Dissipar as Trevas - Libertar o Homem Frontispício da "Enciclopédia" (Encyclopédie, 1772. Afigura do centro representa a verdade – rodeada por luz intensa (o símbolo central do iluminismo). Duas outras figuras à direita, a razão e a filosofia, estão a retirar o manto sobre a verdade.
  • 4.
    A apologia darazão e do progresso Filosofia Optimista porque:  RAZÃO /conhecimento usados em LIBERDADE: • liberta o Homem da servidão, do preconceito e da injustiça • Permite o progresso do mundo e do ser humano ao melhorar a vida material e ao permitir o esclarecimento e aperfeiçoamento do espírito humano Busca da Felicidade direito e objetivo da existência humana Xilografia do alemão Daniel Chodowiecki, 1791. Mostra o encontro das religiões para receberem a luz de Minerva, a deusa romana do conhecimento.
  • 5.
    A apologia darazão e do progresso Liberdade, com o cetro da razão, lançando raios sobre a Ignorância e o Fanatismo Simon Louis Boizot. 1793. Gravura
  • 6.
    O Direito Naturale o Valor do Indivíduo (Documento 9, Pág. 133) Direito natural:  Direitos e deveres inerentes à existência do Homem, conferidos pela Natureza • Igualdade • Liberdade • julgamento justo • posse de bens • liberdade de consciência É Superior ao Direito e às Leis impostas pelo Estado Adolph Menzel, Voltaire na corte de Frederico o Grande 1º • Todos os Homens nascem dotados de razão 2º • Todos os Homens são iguais • Princípio da igualdade 3º • Todos os Homens são dotados pela Natureza de um conjunto de direitos iguais • Direito Natural
  • 7.
    O Direito Naturale o Valor do Indivíduo Função do Estado • defesa dos direitos naturais • preservar a moral natural • proporcionar felicidade ao indivíduo LOGO direitos do indivíduo sobrepõem-se aos “interesses e razões do Estado” Valorização do indivíduo Passa de Súbdito a Cidadão ?Como garantir: • Que o poder não se torna opressor? • A liberdade de todos os cidadãos? • Como conciliar liberdade e igualdade com obediência?
  • 8.
    ?Como garantir: • Queo poder não se torna opressor? • A liberdade de todos os cidadãos? • Como conciliar liberdade e igualdade com obediência. John Locke (1632 - 1704) Propõe um contrato livremente assumido entre governados e governantes (que confere a autoridade necessária para o bom funcionamento do corpo social)
  • 9.
    Iluminismo Opõe-se Político Absolutismo Régio Teoria do direitodivino Social Sociedade de ordens assente em privilégios e desigualdades de nascimento Religioso Fanatismo Intolerância Superstição (IGREJA CATÓLICA)
  • 10.
  • 11.
    Contrato Social (Documento 10,Pág. 134)  Todos os homens são livres e iguais  Todos são depositários da soberania (Soberania Popular) Contrato Social (tácito ou explícito) O exercício do poder político depende do consentimento dos governados que delega a soberania no governante Objetivo: garantir as liberdades individuais e o interesse dos governados Jean-Jacques Rousseau (1712 —1778)
  • 12.
    Contrato Social  Asseguraa igualdade de direitos, (Indivíduo submete-se de forma igual, à vontade da maioria)  Estabelece um conjunto de leis justas e iguais para todos  O indivíduo toma um novo estatuto ao passar do que obedece (súbdito) ao que toma decisões políticas (cidadão)  O indivíduo mantém a liberdade Direito à resistência (caso o poder não cumpra a sua função) Contrato Social de Rousseau “Um povo livre obedece, mas não serve; tem chefes e não senhores; obedece às leis e só às leis, e é pela força das leis que não obedece aos homens”
  • 13.
    Separação dos poderes (Documento 11,Pág. 135) Montesquieu defende uma monarquia moderada e representativa, inspirada no modelo inglês, em que o poder do soberano é limitado Teoria de separação dos poderes: • legislativo • executivo • judicial  Permite um controlo mútuo entre poderes  garante a liberdade dos cidadãos Montesquieu Charles-Louis de Secondat, Barão de Montesquieu (1689 – 1755) Todo homem que tem o poder é tentado a abusar dele (…). É preciso que, pela disposição das coisas, o poder freie o poder.” "Todos os homens são bestas; os príncipes são bestas que não estão atreladas."
  • 14.
    Humanitarismo e Tolerância (Documento 12,Pág. 136) Iluministas condenavam:  a arbitrariedade dos julgamentos  as explicações religiosas;  o fanatismo;  a intolerância;  a discriminação;  a tortura;  a escravatura (séc. XIX);  a pena de morte Cesare Bonesana, Marquês de Beccaria (1738-1794) Iluminista que muito contribuiu para o direito penal „Parece-me absurdo que as leis, que são a expressão da vontade pública, que abominam e punem o homicídio, o cometam elas mesmas e que, para dissuadir o cidadão do assassínio, ordenem um assassínio público.“ „(A tortura) é o meio mais seguro de absolver os criminosos robustos e condenar os fracos inocentes.“
  • 15.
    Humanitarismo e tolerância Defendiam:  Tolerância Justiça de acordo com o direito natural  Separação entre a Igreja e o Estado  Liberdade religiosa e de consciência  Fraternidade  Deísmo (crença num ser supremo que se manifesta através da Natureza) Voltaire(pseudónimo) François-Marie Arouet (1694 — 1778), "A primeira lei da natureza é a tolerância; já que temos todos uma porção de erros e fraquezas." "O preconceito é uma opinião sem julgamento. Assim em toda terra inspiram-se às crianças todas as opiniões que se desejam antes que elas as possam julgar."
  • 16.
    A Educação Educação deve: promover o desenvolvimento das faculdades individuais  ser promovida desde a infância, tanto para rapazes como para raparigas;  promover o gosto pelo saber (sem castigos físicos)  promover a responsabilidade, liberdade e contacto com a natureza Responsabilidade do Estado com a criação de Escolas públicas Objetivo Formação de cidadãos cultos e esclarecidos “A educação do Homem começa no momento do seu nascimento; antes de falar, antes de entender, já se instrui.” Jean-Jacques Rousseau, Emílio, 1782. “A instrução das crianças é um ofício em que é necessário saber perder tempo, a fim de ganhá-lo” Jean-Jacques Rousseau
  • 17.
    Meios de Difusão (Documento16, Pág. 139) Língua francesa torna-se a língua universal entre os iluministas e facilitou a difusão das Luzes em:  Academias –Promoviam e divulgavam as ciências, as artes…  Bibliotecas – colecionavam os trabalhos científicos, exibiam coleções  Salões –onde se debatiam temas e conteúdos científicos e filosóficos  Cafés - frequentados por intelectuais.  Imprensa – divulgavam novas ideias, utilizando as línguas nacionais.  Lojas Maçónicas – sociedades secretas  Ensino  Enciclopédia - reuniu os mais importantes iluministas reunindo um vasto conjunto de conhecimentos. Placa do Café Procope, é o mais antigo do mundo
  • 18.
    A Enciclopédia A Enciclopédia(Diderot e D’Alembert) foi publicada entre 1751 e 1772, em 35 volumes: • 17 volumes de texto. • 11 volumes de gravuras. • 71 818 artigos de A a Z. • Cerca de centena e meia de colaboradores, entre os quais Voltaire, Montesquieu, Rousseau, Buffon, entre outros  Tinha um caráter universalista.  Facilitou contacto com os avanços científicos e com o iluminismo  Em 1772 já tinham sido vendidos 30000 exemplares apesar de ter sido alvo de proibições e destruições «O objetivo da Enciclopédia era reunir os conhecimentos dispersos pela superfície da terra e de ali os expor aos homens e de transmiti-los aos vindouros, a fim de que os trabalhos dos séculos passados não sejam inúteis e para que os nossos descendentes sejam mais instruídos e se tornem ao mesmo tempo mais virtuosos e felizes, e que nós não morramos sem ter bem merecido o género humano». Diderot
  • 19.
    Reações ao Iluminismo Oposição -Literatura - Imprensa - Poder político e religioso (livros proibidos e queimados, filósofos presos, perseguidos ou exilados) Apoio entusiástico - Reis (Prússia e Rússia)… - Burguesia devido ao desejo de poder político e uma mentalidade ligada ao individualismo e à dignificação pelo trabalho e pela instrução
  • 20.
    Deves saber  Explicara designação de “Iluminismo” dada ao pensamento da segunda metade do século XVIII  Esclarecer as ideias chave do pensamento político iluminista  Avaliar o caráter revolucionário do iluminismo  Distinguir os meios de difusão do pensamento das Luzes  Relacionar o iluminismo com a desagregação do Antigo Regime  Valorizar o contributo dos progressos do conhecimento e da afirmação da Filosofia das Luzes para a construção da modernidade europeia*** E AINDA  Interpretar documentos escritos e iconográficos relacionando-os com os conteúdos  Integrar a análise de documentos nas tuas respostas e análise de conteúdos