O Iluminismo O fim da mentalidade medieval “ Sapere aude !”
Contexto em que se iniciou o iluminismo Definição de iluminismo Política iluminista – A favor/Contra Filósofos iluministas - Teorias em relação ao Estado  O impacto do iluminismo nas revoluções Liberais As causas das revoluções liberais
 
 
Iluminismo  Localização espacial:  INGLATERRA (início), FRANÇA (auge); Localização temporal:  século XVII e  XVIII; Definição:  Movimento cultural(filosófico , intelectual e  científico)  que vigorou no  ocidente, caracterizado pela  confiança na razão e nas ciências como motores do progresso e  da realização da felicidade humana. - Uso da razão - Liberdade  de pensamento - Espirito crítico
"O Iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma tutelagem que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutelagem quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem. Sapere aude! Tem coragem para fazer uso da tua própria razão! - esse é o lema do Iluminismo" John Locke – “O que é o Iluminismo?”
Política iluminista Era contra: O absolutismo A teoria do direito divino dos reis A intromissão da Igreja católica em questões políticas Os privilégios do clero e da nobreza Feudalismo como a servidão e os impostos sobre a terra A inexistência do estatuto de cidadão Ausência de uma constituição A intervenção do estado na economia A intervenção da Igreja nos assuntos públicos (política, educação, cultura) Sociedade aristocrática Autor desconhecido, 1790
“ Fígaro: pois sois um grande senhor, julgais ser um grande génio!... Nobreza, fortuna, categoria, cargos; tudo isso vos torna tão orgulhoso! Que haveis feito para ter tantos bens? Deste-vos ao trabalho de nascer, e nada mais. Aliás, homem assaz ordinário!, enquanto eu, irra!, perdido na multidão obscura, precisei empregar mais ciência e calculos para somente subsistir do que os gastos desde há cem anos a governar todas as espanhas” Pierre-Augustin Caron de Beaumarchais,  “As bodas de Fígaro”
Política Iluminista Defendia: Governos democráticos (alguns) ou limitação do poder real (monarquia parlamentarista) O investimento do Estado na  educação  e na ciência, como única maneira de se alcançar o progresso e a melhoria de vida para todos Uma sociedade regida pela razão e pela ciência Sociedade laica Direitos naturais dos indivíduos: propriedade, igualdade jurídica e liberdade Sociedade meritocrática
Nenhum homem recebeu da Natureza o direito de comandar os outros.  A liberdade é um presente do céu e cada indivíduo da mesma espécie  tem o direito de gozar dela logo que goze da razão…  Denis Diderot
Jean Jacques Russeau (1712 – 1778) Filósofo francês, nascido na Suíça, foi o mais radical entre os iluministas. Ao contrário de Voltaire e Montesquieu, não foi porta-voz da burguesia e sim das camadas mais populares. As suas ideias contrariavam, por exemplo, um dos princípios centrais da sociedade burguesa - a propriedade privada. Segundo Rousseau, esta era a raiz da infelicidade humana, pois trazia consigo a desigualdade e a opressão do mais forte sobre o mais fraco. Suas principais obras foram: “Discurso sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens” e “ Contrato Social” .
Em “ Contrato Social ”, defende-se  a soberania popular e a igualdade entre os homens A decisão dos destino de uma nação deve ser da responsabilidade do povo, entendido como conjunto de habitantes de um país e não apenas como grupo social. O voto expressa a vontade geral e determina a delegação do poder dos governantes. (democracia) Qualquer abuso implica necessariamente que a soberania volte às mãos do povo e que, através de novas eleições, se faça outra escolha.
John Locke (1632 – 1704) Filósofo inglês e ideólogo do liberalismo sendo considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social. Defende o direito natural, ou seja, o direito à liberdade, à igualdade perante a lei e à propriedade, com base na razão, demonstrando que todos os homens são iguais à nascença, por não trazerem consigo qualquer sinal físico que determine a que grupo social pertencem. “  Dois Tratados sobre o Governo (1689)”
Estado Natural :  O Homem vive como se fosse mais um ser da natureza, não obedecendo a nenhuma organização social complexa. Existe antes da organização civilizacional É um estado de convivência pacífica, em que os indivíduos, seres livres e racionais, se entendem e respeitam mutuamente. No entanto, a produtividade resultante do trabalho e empenho de cada um gera disparidades, acabando por levar ao conflito, para além disto, a  salvaguarda dos bens é incompleta. A finalidade máxima dos Homens, ao agruparem-se em estados é a salvaguarda dos seus bens e da sua liberdade em simultâneo, o que não acontece no estado da natureza.
Solução:  construir uma lei geral (constituição) que leve a um comum consenso, à salvaguarda dos bens e que defenda a justiça    um pacto social voluntário. O pacto resultará num estado, onde a liberdade individual se sacrifica em prol da liberdade civil. O estado servira então para salvaguardar os bens dos cidadãos bem como a sua liberdade. Precisa-se de uma lei, de um juiz e de um poder executivo, estando estes três poderes separados.
Montesquieu (1689 – 1755) "Defenderei sempre o direito de discordarem de mim."
Montesquieu Jurista, filósofo e escritor Francês, considerado o pai do liberalismo burguês.  Em “Espírito das leis”, Montesquieu considera fundamental que não haja ingerências entre os poderes, de forma a que se evitem abusos de poder que conduzam a regimes despóticos. -Poder Legislativo – elabora e aprova as leis;  -Poder Executivo – executa as leis e administra o país; - Poder Judiciário – fiscaliza o cumprimento das leis.
Formas e princípios do governo República/Democracia (Princípio–patriotismo) Formas de Governo Aristocracia(Princípio–Moderação) Monarquia (Princípio-Honra) Despotismo(Princípio – Terror) Formas Puras: Monarquia: Governo de um só Aristocracia: Governo de vários Democracia: Governo do povo Formas Impuras: Tirania: Corrupção da Monarquia Oligarquia: Corrupção da Aristocracia Demagogia: Corrupção da Democracia
Voltaire (1694 – 1778) Foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês. Voltaire introduziu várias reformas na França, como a liberdade de imprensa, tolerância religiosa e redução dos privilégios da nobreza e do clero. Foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Era adepto do deísmo,  que consiste na crença na existência de um Deus justo, que não necessita de cultos nem de instituições religiosas.
Meios de difusão do Iluminismo Livros (apesar da forte inspeção) Enciclopédia (dirigida por Diderot e D`Alembert), foi publicada entre 1751 e 1772, em 28 volumes, 11 dos quais com gravuras e com participação de várias personalidades da época Jornais e outras publicações periódicas(Gazetas,  Correios, Magazines e Mercúrios); Academias; Salões, cafés e clubes; Maçonaria  Capa da Enciclopédia
 
A Maçonaria A Maçonaria é uma Ordem /sociedade discreta É universal e fraterna, filosófica e progressista, baseada no pensamento livre e na tolerância, que tem por objetivo o desenvolvimento espiritual do homem com vista à edificação de uma sociedade mais livre, justa e igualitária. A Maçonaria não aceita dogmas, combate todas as formas de opressão, luta contra o terror, a miséria, o sectarismo e a ignorância, combate a corrupção, enaltece o mérito, procura a união de todos os homens pela prática de uma Moral Universal e pelo respeito da personalidade de cada um. Considera o trabalho como um direito e um dever, valorizando igualmente o trabalho intelectual e o trabalho manual. Foi contemporânea à consolidação da burguesia e seus membros estiveram tiveram participação ativa na Independência Americana, na Revolução Francesa, na Inconfidência Mineira e nas Independências Latino-americanas.
Revoluções Liberais O Iluminismo exerceu vasta influência sobre a vida política e intelectual da maior parte dos países ocidentais. A época do Iluminismo foi marcada por transformações políticas tais como a expansão de direitos civis e a redução da influência de instituições hierárquicas como a nobreza e a igreja, dando poder ao povo e principalmente à burguesia. O  liberalismo  é um sistema baseado na defesa da liberdade individual, nos campos económico, político, religioso e intelectual, contra as ingerências e atitudes coercitivas do poder estatal. Os ideais iluministas, que convergiam com o liberalismo, foram uma ponte para as revoluções Liberais: 1776 - Revolução Americana  1789 - Revolução Francesa ( Liberté, Egalité, Fraternité ) 1820 - Revolução Portuguesa
As revoluções liberais
Revolução Americana (1776)- causas Sobrecarga fiscal Descontentamento das colónias face à política de exclusivo colonial com a Metrópole (Inglaterra) Falta de representatividade no Parlamento Inglês  Lançamento de novos impostos sobre produtos (ex: papel selado, açúcar e chá)
Revolução Francesa (1789)- causas Sobrecarga fiscal e finanças deficitárias Agricultura improdutiva, arcaica e atrasada Má distribuição da propriedade Indústria inexistente Inexistência de vias de comunicação Sistema social desigual
Revolução Portuguesa (1820) - causas Revolução Francesa Invasões francesas e influência de ideias liberais transmitidas pelos soldados franceses Fuga do rei para o Brasil e permanência exagerada nesse território Simpatia da causa liberal difundida pelos estrangeiros ou exilados políticos Papel da maçonaria Ruína do comércio brasileiro  Contestação à manutenção do Absolutismo
FIM ♥♥♥♥♥

O Iluminismo

  • 1.
    O Iluminismo Ofim da mentalidade medieval “ Sapere aude !”
  • 2.
    Contexto em quese iniciou o iluminismo Definição de iluminismo Política iluminista – A favor/Contra Filósofos iluministas - Teorias em relação ao Estado O impacto do iluminismo nas revoluções Liberais As causas das revoluções liberais
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    Iluminismo Localizaçãoespacial: INGLATERRA (início), FRANÇA (auge); Localização temporal: século XVII e XVIII; Definição: Movimento cultural(filosófico , intelectual e científico) que vigorou no ocidente, caracterizado pela confiança na razão e nas ciências como motores do progresso e da realização da felicidade humana. - Uso da razão - Liberdade de pensamento - Espirito crítico
  • 6.
    "O Iluminismo representaa saída dos seres humanos de uma tutelagem que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutelagem quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem. Sapere aude! Tem coragem para fazer uso da tua própria razão! - esse é o lema do Iluminismo" John Locke – “O que é o Iluminismo?”
  • 7.
    Política iluminista Eracontra: O absolutismo A teoria do direito divino dos reis A intromissão da Igreja católica em questões políticas Os privilégios do clero e da nobreza Feudalismo como a servidão e os impostos sobre a terra A inexistência do estatuto de cidadão Ausência de uma constituição A intervenção do estado na economia A intervenção da Igreja nos assuntos públicos (política, educação, cultura) Sociedade aristocrática Autor desconhecido, 1790
  • 8.
    “ Fígaro: poissois um grande senhor, julgais ser um grande génio!... Nobreza, fortuna, categoria, cargos; tudo isso vos torna tão orgulhoso! Que haveis feito para ter tantos bens? Deste-vos ao trabalho de nascer, e nada mais. Aliás, homem assaz ordinário!, enquanto eu, irra!, perdido na multidão obscura, precisei empregar mais ciência e calculos para somente subsistir do que os gastos desde há cem anos a governar todas as espanhas” Pierre-Augustin Caron de Beaumarchais, “As bodas de Fígaro”
  • 9.
    Política Iluminista Defendia:Governos democráticos (alguns) ou limitação do poder real (monarquia parlamentarista) O investimento do Estado na educação e na ciência, como única maneira de se alcançar o progresso e a melhoria de vida para todos Uma sociedade regida pela razão e pela ciência Sociedade laica Direitos naturais dos indivíduos: propriedade, igualdade jurídica e liberdade Sociedade meritocrática
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    Nenhum homem recebeuda Natureza o direito de comandar os outros. A liberdade é um presente do céu e cada indivíduo da mesma espécie tem o direito de gozar dela logo que goze da razão… Denis Diderot
  • 11.
    Jean Jacques Russeau(1712 – 1778) Filósofo francês, nascido na Suíça, foi o mais radical entre os iluministas. Ao contrário de Voltaire e Montesquieu, não foi porta-voz da burguesia e sim das camadas mais populares. As suas ideias contrariavam, por exemplo, um dos princípios centrais da sociedade burguesa - a propriedade privada. Segundo Rousseau, esta era a raiz da infelicidade humana, pois trazia consigo a desigualdade e a opressão do mais forte sobre o mais fraco. Suas principais obras foram: “Discurso sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens” e “ Contrato Social” .
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    Em “ ContratoSocial ”, defende-se a soberania popular e a igualdade entre os homens A decisão dos destino de uma nação deve ser da responsabilidade do povo, entendido como conjunto de habitantes de um país e não apenas como grupo social. O voto expressa a vontade geral e determina a delegação do poder dos governantes. (democracia) Qualquer abuso implica necessariamente que a soberania volte às mãos do povo e que, através de novas eleições, se faça outra escolha.
  • 13.
    John Locke (1632– 1704) Filósofo inglês e ideólogo do liberalismo sendo considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social. Defende o direito natural, ou seja, o direito à liberdade, à igualdade perante a lei e à propriedade, com base na razão, demonstrando que todos os homens são iguais à nascença, por não trazerem consigo qualquer sinal físico que determine a que grupo social pertencem. “ Dois Tratados sobre o Governo (1689)”
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    Estado Natural : O Homem vive como se fosse mais um ser da natureza, não obedecendo a nenhuma organização social complexa. Existe antes da organização civilizacional É um estado de convivência pacífica, em que os indivíduos, seres livres e racionais, se entendem e respeitam mutuamente. No entanto, a produtividade resultante do trabalho e empenho de cada um gera disparidades, acabando por levar ao conflito, para além disto, a salvaguarda dos bens é incompleta. A finalidade máxima dos Homens, ao agruparem-se em estados é a salvaguarda dos seus bens e da sua liberdade em simultâneo, o que não acontece no estado da natureza.
  • 15.
    Solução: construiruma lei geral (constituição) que leve a um comum consenso, à salvaguarda dos bens e que defenda a justiça  um pacto social voluntário. O pacto resultará num estado, onde a liberdade individual se sacrifica em prol da liberdade civil. O estado servira então para salvaguardar os bens dos cidadãos bem como a sua liberdade. Precisa-se de uma lei, de um juiz e de um poder executivo, estando estes três poderes separados.
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    Montesquieu (1689 –1755) "Defenderei sempre o direito de discordarem de mim."
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    Montesquieu Jurista, filósofoe escritor Francês, considerado o pai do liberalismo burguês. Em “Espírito das leis”, Montesquieu considera fundamental que não haja ingerências entre os poderes, de forma a que se evitem abusos de poder que conduzam a regimes despóticos. -Poder Legislativo – elabora e aprova as leis; -Poder Executivo – executa as leis e administra o país; - Poder Judiciário – fiscaliza o cumprimento das leis.
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    Formas e princípiosdo governo República/Democracia (Princípio–patriotismo) Formas de Governo Aristocracia(Princípio–Moderação) Monarquia (Princípio-Honra) Despotismo(Princípio – Terror) Formas Puras: Monarquia: Governo de um só Aristocracia: Governo de vários Democracia: Governo do povo Formas Impuras: Tirania: Corrupção da Monarquia Oligarquia: Corrupção da Aristocracia Demagogia: Corrupção da Democracia
  • 19.
    Voltaire (1694 –1778) Foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês. Voltaire introduziu várias reformas na França, como a liberdade de imprensa, tolerância religiosa e redução dos privilégios da nobreza e do clero. Foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Era adepto do deísmo, que consiste na crença na existência de um Deus justo, que não necessita de cultos nem de instituições religiosas.
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    Meios de difusãodo Iluminismo Livros (apesar da forte inspeção) Enciclopédia (dirigida por Diderot e D`Alembert), foi publicada entre 1751 e 1772, em 28 volumes, 11 dos quais com gravuras e com participação de várias personalidades da época Jornais e outras publicações periódicas(Gazetas, Correios, Magazines e Mercúrios); Academias; Salões, cafés e clubes; Maçonaria Capa da Enciclopédia
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    A Maçonaria AMaçonaria é uma Ordem /sociedade discreta É universal e fraterna, filosófica e progressista, baseada no pensamento livre e na tolerância, que tem por objetivo o desenvolvimento espiritual do homem com vista à edificação de uma sociedade mais livre, justa e igualitária. A Maçonaria não aceita dogmas, combate todas as formas de opressão, luta contra o terror, a miséria, o sectarismo e a ignorância, combate a corrupção, enaltece o mérito, procura a união de todos os homens pela prática de uma Moral Universal e pelo respeito da personalidade de cada um. Considera o trabalho como um direito e um dever, valorizando igualmente o trabalho intelectual e o trabalho manual. Foi contemporânea à consolidação da burguesia e seus membros estiveram tiveram participação ativa na Independência Americana, na Revolução Francesa, na Inconfidência Mineira e nas Independências Latino-americanas.
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    Revoluções Liberais OIluminismo exerceu vasta influência sobre a vida política e intelectual da maior parte dos países ocidentais. A época do Iluminismo foi marcada por transformações políticas tais como a expansão de direitos civis e a redução da influência de instituições hierárquicas como a nobreza e a igreja, dando poder ao povo e principalmente à burguesia. O liberalismo é um sistema baseado na defesa da liberdade individual, nos campos económico, político, religioso e intelectual, contra as ingerências e atitudes coercitivas do poder estatal. Os ideais iluministas, que convergiam com o liberalismo, foram uma ponte para as revoluções Liberais: 1776 - Revolução Americana 1789 - Revolução Francesa ( Liberté, Egalité, Fraternité ) 1820 - Revolução Portuguesa
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    Revolução Americana (1776)-causas Sobrecarga fiscal Descontentamento das colónias face à política de exclusivo colonial com a Metrópole (Inglaterra) Falta de representatividade no Parlamento Inglês Lançamento de novos impostos sobre produtos (ex: papel selado, açúcar e chá)
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    Revolução Francesa (1789)-causas Sobrecarga fiscal e finanças deficitárias Agricultura improdutiva, arcaica e atrasada Má distribuição da propriedade Indústria inexistente Inexistência de vias de comunicação Sistema social desigual
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    Revolução Portuguesa (1820)- causas Revolução Francesa Invasões francesas e influência de ideias liberais transmitidas pelos soldados franceses Fuga do rei para o Brasil e permanência exagerada nesse território Simpatia da causa liberal difundida pelos estrangeiros ou exilados políticos Papel da maçonaria Ruína do comércio brasileiro Contestação à manutenção do Absolutismo
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