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Maltose Lactose Sacarose
G + G G + Ga G + F
Monossacarídeos
LIPÍDIOSLIPÍDIOS
Intestino Delgado
Lipídios
Sais biliares
Emulsificar
Lípase Pancreática Lípase Entérica
Ácidos Graxos
 Inseridas através do nariz:
Sonda nasoentérica ou nasointestinas
(duração:menos de 4 semanas)
 Por meio cirúrgicos ou endoscópicos:
Gastrostomia ou jejunostomia
(duração: mais de 4 semanas)
 Administrar dieta de acordo com a PM.
 Importância da Alimentação.
 Dor e desconforto antes da alimentação.
 Enemas, curativos, injeções antes e após alimentação.
 Ambiente limpo e confortável.
 Comadres, papagaios frasco de drenagens, aspiradores.
 Temperatura ideal.
 Aparência do paciente.
 Hábitos alimentares.
 Registro no prontuário.
Cuidados Gerais
 Elevar decúbito.
 Comadre antes da refeição.
 Higiene oral e das mãos antes das refeições.
 Toalha sobre o tórax.
 Não apressar o paciente, sentar-se ao lado.
 Pequenas porções (evitar alimento em bolo).
 Ordem de preferência.
 Verificar a temperatura.
 Canudinho para oferecer líquidos,Fazer só aquilo
que puder.
 Não derramar alimentos, limpar a boca,
 Higiene oral após as refeições
Cuidados Específicos
1 - Sondagem NasoGástrica
2 - Lavagem Gástrica
3 - Dieta por sonda
4 - Retirada da sonda
5 - Sonda Nasoentérica
6 - Sonda Orogástrica
7 - Aspiração e drenagem Gástrica
8 - NPP
9 - Gastrostomia
10-Ostomia
11-Enemas Retentivos e Não Retentivos
É o termo que se refere à colocação de uma sonda
em uma estrutura do organismo. Quando a sonda é
inserida no estômago, através do nariz ou da boca,
tem-se uma sondagem nasogástrica ou orogástrica. Se
a extremidade distal da sonda localiza-se no trato
digestivo, embora mais além do estômago, tem-se
uma sondagem intestinal, nasoentérica ou oroentérica
(NETTINA,2004).
A TNE consiste na administração de nutrientes
pelo trato gastrintestinal, através de sondas
nasoenterais, nasogástrica ou ostomias
(esôfagostomia, gastrostomia ou jejunostomia)
(SMELTZER & BARE, 2001).
 Alimentar um paciente incapaz de fazê-lo por via oral;
 Realizar lavado gástrico, principalmente nos casos de
ingestão de produtos tóxicos;
 Injetar contraste para realização de exames
radiológicos;
 Aliviar distensão gástrica.
 Evitar distensão gástrica nos casos de ventilação por
máscara
 Infusão de dietas e medicamentos.
Objetivos:
 Diarréia
 Resíduos gástrico
 Pneumonia por aspiração
 Deslocamento da sonda
 Obstrução por resíduos da dieta
 Vômitos
 Bandeja
 Sonda gástrica,
 Seringa de 20 ml,
 lubrificante: xilocaína gel ou solução
fisiológica,
 Esparadrapo ou micropore,
 gazes,
 Toalha,
 Copo com água,
 Estetoscópio,
 Luvas de procedimento
1. Lavar as mãos antes e após a realização do
procedimento.
2. Verificar a finalidade do procedimento.
3. Preparar o material
4. Explicar o procedimento ao cliente.
5. Posicionar em Fowler ou sentado.
6. Calçar as luvas.
7. Limpar as narinas com cotonete.
8. Cobrir o tórax com toalha de rosto.
9. Colocar cuba rim próximo ao rosto do paciente
(êmese).
10. Preparar a sonda retirando a embalagem.
11. Realizar a medida da sonda a qual será introduzida
Medir:
Da ponta do nariz ao lóbulo da
orelha, até a base do apêndice xifóide
12 . Checar desvio de septo.
13. Lubrificar a narina com anestésico tópico.
14. Aplicar spray de tetracaína na orofaringe.
15. Lubrificar a sonda com anestésico tópico.
16. Elevar a ponta no nariz usando.
17. Introduzir a sonda na fossa nasal escolhida.
18. Após passagem da sonda pela orofaringe
flexionar a cabeça do paciente em direção ao
tórax.
19. Solicitar ao paciente que degluta alguns goles
de água concomitantemente a introdução da
sonda.
20. Introduzir a sonda até a marca do esparadrapo.
21 . Verificar o posicionamento da sonda
através:
Aspiração do suco gástrico
Ausculta com estetoscópio.
22 . Aplicar tintura de benjoim.
23 . Fixar a sonda adequadamente.
24 . Retirar as luvas e lavar as mãos.
25 . Realizar o registro em impresso próprio
 Interromper o processo caso o paciente tussa.
 Após introdução confirmar o seu posicionamento
 Anotar o volume e aspecto da secreção gástrica
quando a sonda permanecer aberta
 Limpar as narinas, duas vezes ao dia, com
cotonete
 Trocar a fixação diariamente, massageando as
narinas para evitar lesão.
 Cercar a cama com biombo se necessário.
É a limpeza do estômago realizada
através de uma SNG (Sonda NasoGástrica) ou
Gástrica (PERRY & POTTER 2004).
Objetivos:
Remover substâncias tóxicas ou irritantes
Preparar pacientes para cirurgias e/ou exames
Auxiliar no tratamento de hemorragias gástricas.
1. Lavar as mãos.
2. Verificar se o paciente vai permanecer com a sonda
após a lavagem.
3. Preparar o material.
4. Orientar o paciente sobre o procedimento.
5. Executar a técnica da SNG.
6. Adaptar á extremidade da sonda, a seringa com
solução ou o equipo conectado ao soro.
7. Abaixar a extremidade da sonda para fazer
sifonagem, a fim de esvaziar o conteúdo em um
balde.
8. Repetir a operação até que o liquido drenado fique
limpo.
9. Retirar a sonda s/n, retirar as luvas, lavar as mãos
realizar a anotação de enfermagem.
3 – Dieta por Sonda3 – Dieta por Sonda
É a alimentação por sonda em pacientes
inconscientes ou impossibilitados de se
alimentar por via oral.
MateriaisMateriais
Seringa de 20 ou 60 ml
Estetoscópio
Recipiente para lixo
 Lavar as mãos.
 Preparar o material.
 Orientar o procedimento.
 Elevar a cabeceira da cama se não houver contra
indicação
 Verificar se a sonda está no estômago conforme
técnIca de SNG.
 Verificar temperatura do alimento (próxima à
temperatura corporal).
 Limpar a extremidade da sonda com bola de algodão
embebida em álcool.
 Fazer a conexão da extremidade da sonda ao equipo
contendo o recipiente com a dieta e elevá-lo para
obter a ação da gravidade
 Controlar o gotejamento (não devendo ser rápido
demais).
 Injetar 40 a 50 ml de água após o termino da dieta e
fechar a sonda.
 Limpar a extremidade da sonda novamente.
 Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.
 Lavar as mãos.
 Anotar o cuidado prestado como: hora, tipo de alimento e
quantidade administrada.
 Lavar as mãos.
 Preparar os materiais.
 Explicar o procedimento ao cliente.
 Colocar a toalha sobre o tórax do paciente.
 Retirar o esparadrapo ou micropore que fixa a sonda
com SF 0,9% ou Benjoim.
 Retirar a sonda lentamente com auxilio de uma gaze.
 Proceder à limpeza da narina com auxilio de uma
cotonete.
 Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.
 Encaminhar os materiais usados para o ambiente
próprio (expurgo). Lavar as mãos.
ProcedimentoProcedimento
 A sonda nasoentérica, também chamada de
Dobbhoff um tubo longo de Sylastic com um
reservatório de mercúrio em uma das
extremidades, e acompanhada de um mandril
flexível para a introdução.
 Esta sonda deve ser passada pelo médico ou pelo
enfermeiro.
 Esta indicada para paciente com alterações
permanentes da orofaringe e trato digestivo, ou
cirurgias do aparelho digestivo.
MateriaisMateriais
 Explicar ao paciente sobre o procedimento.
 Organizar o material.
 Lavar as mãos.
 Posicionar o paciente em posição Fowler ou sentado.
 Calçar as luvas.
 Calcular até que ponto a sonda precisa ser introduzida,
usa-se medir a distância desde a ponta do nariz do
paciente até o lóbulo da orelha (1ª. Marca) e daí até o
processo xifóide (2ª. Marca) e adicione mais 23 cm.
 Use uma seringa injetando água na sonda para ativar o
revestimento lubrificante interno.
 Escolha a narina e insira a sonda até a segunda marca
 Aspirar conteúdo gástrico e injetar ar pela sonda com
auxílio da seringa e auscultar com estetoscópio sobre
o epigástrico do cliente.
 Tirar as luvas.
 Faça voltas na sonda e prenda-a com fita adesiva
temporariamente em uma face do rosto do paciente.
 Prenda a sonda junto ao nariz.
 Verifique a colocação através de raio X.
 Retire o estilete / guia, usando tração suave.
 Organizar o material e deixar o paciente confortável
 Lavar as mãos.
 Anotar o cuidado prestado.
 Aspiração Pulmonar
Ação: Verificar o posicionamento da sonda antes da
alimentação
 Diarréia
Ação: Diminuir a velocidade da infusão, administrar
medicamentos sintomáticos, verificar possibilidade de alergias.
 Constipação
Ação: Sugerir suplementação hídrica, selecionar fórmulas que
contenha fibras, sugerir emoliente fecal, ver possibilidade de
maior mobilidade no leito e/ou deambulação.
 Oclusão da Sonda
Ação: Irrigar com 20 ml de água antes e depois de cada
medicamento por sonda,evitar medicamentos esmagados quando
a forma líquida for disponível.
 Deslocamento da Sonda
Ação: Reposicionar a sonda e confirmar o posicionamento antes
de reiniciar a alimentação,verificar fixação com esparadrapo.
 Cólicas abdominais, náusea/vômitos
Ação: Diluição da fórmula atual, diminuir a velocidade da
administração, aquecer a fórmula até a temperatura
ambiente.
 Esvaziamento gástrico retardado
Ação: Consultar o médico quanto: medicamento para
aumentar a motilidade gástrica, avançar a sonda para
posicionamento intestinal, aumentar a mobilidade do cliente.
 Sobrecarga hídrica
 Ação: Diminuir a ingesta hídrica
 Desidratação hiperosmolar
Ação: Diminuir a velocidade de administração ou mudar a
fórmula
 O objetivo da aspiração gástrica é a
remoção do conteúdo gástrico. Está
indicado para aliviar a distensão gástrica e
vômitos, remover sangue no pós-operatório
de cirurgia digestiva, ou como preparo do
estômago para cirurgias. (PERRY & POTTER
2004).
 A aspiração pode ser feita de forma
continua ou intermitente.
 Drenagem espontânea.
 É a administração de nutrientes por via
intravenosa, sendo considerada uma terapia
invasiva e de alto custo. A indicação deverá ser
criteriosa. Avaliando-se o diagnóstico e
prognóstico do paciente. (SMELTZER & BARE
2001).
Central
Periférica
 Íleo paralítico
 Obstrução intestinal
 Vômitos persistentes
 Estados hipermetabólicos Ex: queimaduras, trauma,
sepse.
 Pacientes incapazes de ingerir alimentos por via oral
ou por sonda. Ex: doença de Crohn, enterite pós-
radiação.
 Pacientes que se recusa a ingerir nutrientes.
 Pacientes que não devem ser alimentados oralmente
ou por sonda
 Realizar troca do curativo e solução a cada 24hs.
 Trocar o equipo 48 às 72hs .
 Controlar velocidade do fluxo .BI
 Pesar diariamente o paciente
 Examinar local de inserção do cateter, monitorar ssvv .
 Infecção no pertúito do cateter, NPP em linha exclusiva.
 Monitorar sinais de desidratação (pele seca, sede
excessiva, turgor diminuído
 Monitorar quanto a sinais de sobrecarga líquida (aumento
de peso, controle de PVC, distensão jugular, congestão
pulmonar).
 Monitorização cardíaca
 Embolia Gasosa
 Oclusão do catéter
 Sepse relacionada com o catéter
 Desequilíbrio eletrolítico
 Esteatose hepática
 Hipercapnia
 Hipoglicemia
 Hiperglicemia
 Desidratação/ Coma
 Pneumotórax
 Trombose da veia central
 Gastrostomia é um procedimento cirúrgico
realizado para criar uma abertura no estômago com
o propósito de administrar alimentos líquidos. Em
alguns momentos a gastrostomia é usada para
nutrição prolongada, como no idoso ou paciente
debilitado. A gastrostomia é preferível as
alimentações nasogástrica nos pacientes comatosos
porque o esfíncter gastresofágico permanece
intacto. Assim também a regurgitação e menos
provável de ocorrer na gastrostomia do que com as
alimentações nasogástrica. (SMELTZER & BARE
2001).
 Realizar a troca do curativo a cada dois a três dias.
 Lavar ao redor do pertuito com água e sabão
diariamente .
 Pode-se utilizar um quadrado adesivo .
 Avaliar diariamente a integridade da pele
 Um estoma é à parte do intestino
(delgado ou grosso) aflorada acima
da parede abdominal e que se
transforma na saída para secreções
do conteúdo intestinal.
 Avaliar o estoma a cada troca de plantão para
coloração
 Amarelo róseo-avermelhada (normal).
 Vermelho-escuro;purpúreo (isquemia).
 Acastanhado ou negro (necrótico).
 Aplicar a bolsa de ostomia com afastamento de 0,3
cm, para evitar a constrição do estoma, o que
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1. sondagens

  • 1. Bases TeóricaBases Teórica e metodológica do cuidar IIe metodológica do cuidar II Prof.ª Maria da Conceição QuirinoProf.ª Maria da Conceição Quirino FTC/2015FTC/2015 Assistência de Enfermagem nasAssistência de Enfermagem nas Necessidades de Nutrição e HidrataçãoNecessidades de Nutrição e Hidratação Normais e por Sonda.Normais e por Sonda.
  • 2.
  • 4. Ácido clorídrico - Pepsinogênio Pepsina Proteínas em Polipeptídios ( - 80 aa) Intestino delgado Enzimas inativas 1 -Tripsinogênio 3 - Quimiotripsinogênio2 - Procarboxipolipeptidade Enteroquinase Tripsina QuimiotripsinaCarboxipolipeptidade
  • 5. Tripsina Carboxipolipeptidade Quimiotripsina Polipeptídios em Peptídeos ( 3 a 4 aa) Peptidases (criptas de lieberkhun) Aminoácidos Peptídeos Enzimas ativas
  • 6. Ptialina Polissacarídeos Amido Dextrina Maltose Intestino Delgado Amilase Pancreática Dissacarídeos Dissacaridases Maltase Lactase Sacarase Maltose Lactose Sacarose G + G G + Ga G + F Monossacarídeos
  • 8.  Inseridas através do nariz: Sonda nasoentérica ou nasointestinas (duração:menos de 4 semanas)  Por meio cirúrgicos ou endoscópicos: Gastrostomia ou jejunostomia (duração: mais de 4 semanas)
  • 9.
  • 10.  Administrar dieta de acordo com a PM.  Importância da Alimentação.  Dor e desconforto antes da alimentação.  Enemas, curativos, injeções antes e após alimentação.  Ambiente limpo e confortável.  Comadres, papagaios frasco de drenagens, aspiradores.  Temperatura ideal.  Aparência do paciente.  Hábitos alimentares.  Registro no prontuário. Cuidados Gerais
  • 11.  Elevar decúbito.  Comadre antes da refeição.  Higiene oral e das mãos antes das refeições.  Toalha sobre o tórax.  Não apressar o paciente, sentar-se ao lado.  Pequenas porções (evitar alimento em bolo).  Ordem de preferência.  Verificar a temperatura.  Canudinho para oferecer líquidos,Fazer só aquilo que puder.  Não derramar alimentos, limpar a boca,  Higiene oral após as refeições Cuidados Específicos
  • 12. 1 - Sondagem NasoGástrica 2 - Lavagem Gástrica 3 - Dieta por sonda 4 - Retirada da sonda 5 - Sonda Nasoentérica 6 - Sonda Orogástrica 7 - Aspiração e drenagem Gástrica 8 - NPP 9 - Gastrostomia 10-Ostomia 11-Enemas Retentivos e Não Retentivos
  • 13. É o termo que se refere à colocação de uma sonda em uma estrutura do organismo. Quando a sonda é inserida no estômago, através do nariz ou da boca, tem-se uma sondagem nasogástrica ou orogástrica. Se a extremidade distal da sonda localiza-se no trato digestivo, embora mais além do estômago, tem-se uma sondagem intestinal, nasoentérica ou oroentérica (NETTINA,2004).
  • 14. A TNE consiste na administração de nutrientes pelo trato gastrintestinal, através de sondas nasoenterais, nasogástrica ou ostomias (esôfagostomia, gastrostomia ou jejunostomia) (SMELTZER & BARE, 2001).
  • 15.  Alimentar um paciente incapaz de fazê-lo por via oral;  Realizar lavado gástrico, principalmente nos casos de ingestão de produtos tóxicos;  Injetar contraste para realização de exames radiológicos;  Aliviar distensão gástrica.  Evitar distensão gástrica nos casos de ventilação por máscara  Infusão de dietas e medicamentos. Objetivos:
  • 16.  Diarréia  Resíduos gástrico  Pneumonia por aspiração  Deslocamento da sonda  Obstrução por resíduos da dieta  Vômitos
  • 17.  Bandeja  Sonda gástrica,  Seringa de 20 ml,  lubrificante: xilocaína gel ou solução fisiológica,  Esparadrapo ou micropore,  gazes,  Toalha,  Copo com água,  Estetoscópio,  Luvas de procedimento
  • 18. 1. Lavar as mãos antes e após a realização do procedimento. 2. Verificar a finalidade do procedimento. 3. Preparar o material 4. Explicar o procedimento ao cliente. 5. Posicionar em Fowler ou sentado. 6. Calçar as luvas. 7. Limpar as narinas com cotonete. 8. Cobrir o tórax com toalha de rosto. 9. Colocar cuba rim próximo ao rosto do paciente (êmese). 10. Preparar a sonda retirando a embalagem. 11. Realizar a medida da sonda a qual será introduzida
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26. Medir: Da ponta do nariz ao lóbulo da orelha, até a base do apêndice xifóide
  • 27. 12 . Checar desvio de septo. 13. Lubrificar a narina com anestésico tópico. 14. Aplicar spray de tetracaína na orofaringe. 15. Lubrificar a sonda com anestésico tópico. 16. Elevar a ponta no nariz usando. 17. Introduzir a sonda na fossa nasal escolhida. 18. Após passagem da sonda pela orofaringe flexionar a cabeça do paciente em direção ao tórax. 19. Solicitar ao paciente que degluta alguns goles de água concomitantemente a introdução da sonda. 20. Introduzir a sonda até a marca do esparadrapo.
  • 28. 21 . Verificar o posicionamento da sonda através: Aspiração do suco gástrico Ausculta com estetoscópio. 22 . Aplicar tintura de benjoim. 23 . Fixar a sonda adequadamente. 24 . Retirar as luvas e lavar as mãos. 25 . Realizar o registro em impresso próprio
  • 29.  Interromper o processo caso o paciente tussa.  Após introdução confirmar o seu posicionamento  Anotar o volume e aspecto da secreção gástrica quando a sonda permanecer aberta  Limpar as narinas, duas vezes ao dia, com cotonete  Trocar a fixação diariamente, massageando as narinas para evitar lesão.  Cercar a cama com biombo se necessário.
  • 30. É a limpeza do estômago realizada através de uma SNG (Sonda NasoGástrica) ou Gástrica (PERRY & POTTER 2004). Objetivos: Remover substâncias tóxicas ou irritantes Preparar pacientes para cirurgias e/ou exames Auxiliar no tratamento de hemorragias gástricas.
  • 31. 1. Lavar as mãos. 2. Verificar se o paciente vai permanecer com a sonda após a lavagem. 3. Preparar o material. 4. Orientar o paciente sobre o procedimento. 5. Executar a técnica da SNG. 6. Adaptar á extremidade da sonda, a seringa com solução ou o equipo conectado ao soro. 7. Abaixar a extremidade da sonda para fazer sifonagem, a fim de esvaziar o conteúdo em um balde. 8. Repetir a operação até que o liquido drenado fique limpo. 9. Retirar a sonda s/n, retirar as luvas, lavar as mãos realizar a anotação de enfermagem.
  • 32.
  • 33. 3 – Dieta por Sonda3 – Dieta por Sonda É a alimentação por sonda em pacientes inconscientes ou impossibilitados de se alimentar por via oral. MateriaisMateriais Seringa de 20 ou 60 ml Estetoscópio Recipiente para lixo
  • 34.  Lavar as mãos.  Preparar o material.  Orientar o procedimento.  Elevar a cabeceira da cama se não houver contra indicação  Verificar se a sonda está no estômago conforme técnIca de SNG.  Verificar temperatura do alimento (próxima à temperatura corporal).  Limpar a extremidade da sonda com bola de algodão embebida em álcool.  Fazer a conexão da extremidade da sonda ao equipo contendo o recipiente com a dieta e elevá-lo para obter a ação da gravidade
  • 35.  Controlar o gotejamento (não devendo ser rápido demais).  Injetar 40 a 50 ml de água após o termino da dieta e fechar a sonda.  Limpar a extremidade da sonda novamente.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.  Lavar as mãos.  Anotar o cuidado prestado como: hora, tipo de alimento e quantidade administrada.
  • 36.  Lavar as mãos.  Preparar os materiais.  Explicar o procedimento ao cliente.  Colocar a toalha sobre o tórax do paciente.  Retirar o esparadrapo ou micropore que fixa a sonda com SF 0,9% ou Benjoim.  Retirar a sonda lentamente com auxilio de uma gaze.  Proceder à limpeza da narina com auxilio de uma cotonete.  Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.  Encaminhar os materiais usados para o ambiente próprio (expurgo). Lavar as mãos. ProcedimentoProcedimento
  • 37.  A sonda nasoentérica, também chamada de Dobbhoff um tubo longo de Sylastic com um reservatório de mercúrio em uma das extremidades, e acompanhada de um mandril flexível para a introdução.  Esta sonda deve ser passada pelo médico ou pelo enfermeiro.  Esta indicada para paciente com alterações permanentes da orofaringe e trato digestivo, ou cirurgias do aparelho digestivo.
  • 39.  Explicar ao paciente sobre o procedimento.  Organizar o material.  Lavar as mãos.  Posicionar o paciente em posição Fowler ou sentado.  Calçar as luvas.  Calcular até que ponto a sonda precisa ser introduzida, usa-se medir a distância desde a ponta do nariz do paciente até o lóbulo da orelha (1ª. Marca) e daí até o processo xifóide (2ª. Marca) e adicione mais 23 cm.  Use uma seringa injetando água na sonda para ativar o revestimento lubrificante interno.  Escolha a narina e insira a sonda até a segunda marca
  • 40.  Aspirar conteúdo gástrico e injetar ar pela sonda com auxílio da seringa e auscultar com estetoscópio sobre o epigástrico do cliente.  Tirar as luvas.  Faça voltas na sonda e prenda-a com fita adesiva temporariamente em uma face do rosto do paciente.  Prenda a sonda junto ao nariz.  Verifique a colocação através de raio X.  Retire o estilete / guia, usando tração suave.  Organizar o material e deixar o paciente confortável  Lavar as mãos.  Anotar o cuidado prestado.
  • 41.  Aspiração Pulmonar Ação: Verificar o posicionamento da sonda antes da alimentação  Diarréia Ação: Diminuir a velocidade da infusão, administrar medicamentos sintomáticos, verificar possibilidade de alergias.  Constipação Ação: Sugerir suplementação hídrica, selecionar fórmulas que contenha fibras, sugerir emoliente fecal, ver possibilidade de maior mobilidade no leito e/ou deambulação.  Oclusão da Sonda Ação: Irrigar com 20 ml de água antes e depois de cada medicamento por sonda,evitar medicamentos esmagados quando a forma líquida for disponível.  Deslocamento da Sonda Ação: Reposicionar a sonda e confirmar o posicionamento antes de reiniciar a alimentação,verificar fixação com esparadrapo.
  • 42.  Cólicas abdominais, náusea/vômitos Ação: Diluição da fórmula atual, diminuir a velocidade da administração, aquecer a fórmula até a temperatura ambiente.  Esvaziamento gástrico retardado Ação: Consultar o médico quanto: medicamento para aumentar a motilidade gástrica, avançar a sonda para posicionamento intestinal, aumentar a mobilidade do cliente.  Sobrecarga hídrica  Ação: Diminuir a ingesta hídrica  Desidratação hiperosmolar Ação: Diminuir a velocidade de administração ou mudar a fórmula
  • 43.  O objetivo da aspiração gástrica é a remoção do conteúdo gástrico. Está indicado para aliviar a distensão gástrica e vômitos, remover sangue no pós-operatório de cirurgia digestiva, ou como preparo do estômago para cirurgias. (PERRY & POTTER 2004).  A aspiração pode ser feita de forma continua ou intermitente.  Drenagem espontânea.
  • 44.  É a administração de nutrientes por via intravenosa, sendo considerada uma terapia invasiva e de alto custo. A indicação deverá ser criteriosa. Avaliando-se o diagnóstico e prognóstico do paciente. (SMELTZER & BARE 2001).
  • 46.  Íleo paralítico  Obstrução intestinal  Vômitos persistentes  Estados hipermetabólicos Ex: queimaduras, trauma, sepse.  Pacientes incapazes de ingerir alimentos por via oral ou por sonda. Ex: doença de Crohn, enterite pós- radiação.  Pacientes que se recusa a ingerir nutrientes.  Pacientes que não devem ser alimentados oralmente ou por sonda
  • 47.  Realizar troca do curativo e solução a cada 24hs.  Trocar o equipo 48 às 72hs .  Controlar velocidade do fluxo .BI  Pesar diariamente o paciente  Examinar local de inserção do cateter, monitorar ssvv .  Infecção no pertúito do cateter, NPP em linha exclusiva.  Monitorar sinais de desidratação (pele seca, sede excessiva, turgor diminuído  Monitorar quanto a sinais de sobrecarga líquida (aumento de peso, controle de PVC, distensão jugular, congestão pulmonar).  Monitorização cardíaca
  • 48.  Embolia Gasosa  Oclusão do catéter  Sepse relacionada com o catéter  Desequilíbrio eletrolítico  Esteatose hepática  Hipercapnia  Hipoglicemia  Hiperglicemia  Desidratação/ Coma  Pneumotórax  Trombose da veia central
  • 49.  Gastrostomia é um procedimento cirúrgico realizado para criar uma abertura no estômago com o propósito de administrar alimentos líquidos. Em alguns momentos a gastrostomia é usada para nutrição prolongada, como no idoso ou paciente debilitado. A gastrostomia é preferível as alimentações nasogástrica nos pacientes comatosos porque o esfíncter gastresofágico permanece intacto. Assim também a regurgitação e menos provável de ocorrer na gastrostomia do que com as alimentações nasogástrica. (SMELTZER & BARE 2001).
  • 50.
  • 51.  Realizar a troca do curativo a cada dois a três dias.  Lavar ao redor do pertuito com água e sabão diariamente .  Pode-se utilizar um quadrado adesivo .  Avaliar diariamente a integridade da pele
  • 52.
  • 53.
  • 54.  Um estoma é à parte do intestino (delgado ou grosso) aflorada acima da parede abdominal e que se transforma na saída para secreções do conteúdo intestinal.
  • 55.
  • 56.  Avaliar o estoma a cada troca de plantão para coloração  Amarelo róseo-avermelhada (normal).  Vermelho-escuro;purpúreo (isquemia).  Acastanhado ou negro (necrótico).  Aplicar a bolsa de ostomia com afastamento de 0,3 cm, para evitar a constrição do estoma, o que contribui para o edema.  Esvaziar com freqüência a bolsa de ostomia .  Oferecer apoio continuo ao paciente e a família
  • 57.