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Síndrome do Desconforto
Respiratório do Recém-Nascido
Marjorye Gabrielle Klein Ottoni Guedes
João Alfredo Schiewe
Rafaela de Almeida Cardoso Góes
Livia Garcia Hoyer Miranda
Relato de caso
RELATO DE CASO
● T.R.R., 29 anos, 92 kg, 163 cm, G1P0A0, diabética, realizou pré-natal a partir da descoberta da
gravidez (5 semanas) no Hospital e Maternidade Henrique Penido, localizado em um município no
interior de Minas Gerais. Desde a 16° semana de gravidez apresentou hipertensão arterial, com máxima
de 146/90 mmHg. Deu entrada à maternidade com 35 semanas e 3 dias de gestação referindo cólicas e
perda de líquido. Após exame físico e realização do toque, o obstetra constatou ruptura de membrana
amniótica. Paciente foi levada ao centro cirúrgico, onde foi feito o parto após cerca de 40 minutos.
● Recém-nascido de parto cesariana, prematuro de baixa idade gestacional, com peso de
nascimento de 985 gramas, APGAR no primeiro minuto de vida de 7 e no quinto minuto de 8. Na sala de
parto, já apresentava respiração rápida, difícil e ruidosa, além de retração supra e subesternal e
batimento das aletas nasais. Foi levado ao compartimento pediátrico, onde foi iniciada a ventilação
mecânica com pressão positiva. Cerca de duas horas pós-parto, apresentou progressão das atelectasias
e da insuficiência respiratória, evoluindo com cianose, letargia, respiração irregular e apneia. Foi
necessária a intubação orotraqueal e a criança foi encaminhada à UTI neonatal de um hospital do Centro
Oeste de Minas Gerais.
RELATO DE CASO
● Ao exame físico, já na UTI, apresentava sons pulmonares diminuídos e pulsos periféricos fracos,
com edema das extremidades periféricas e oligúria. Frequência respiratória de 72 irpm, com frequência
cardíaca de 149 bpm. Ausculta cardíaca normal. Foi realizada radiografia de tórax e gasometria arterial, a
saber: PaO2 41 mmHg, PaCO2 64 mmHg e SatO2 78%.
● A equipe da unidade de terapia intensiva neonatal do hospital abordou as hipóteses diagnósticas
de Síndrome do Desconforto Respiratório do recém-nascido (SDR), além de pneumonia inicial por
estreptococo do grupo B e sepse. Devido à anamnese, ao quadro clínico e aos achados dos exames de
radiografia e de gasometria, o RN foi diagnosticado com SDR.
● Lactente foi intubado, submetido à ventilação mecânica. Além disso, foram administradas 3 doses
de surfactante pulmonar intratraqueal Beractanto a cada 6 horas.
● Paciente continuou em acompanhamento contínuo da equipe médica hospitalar e apresentou
melhoras significativas na gasometria e no raio X de tórax. Após 32 dias de internação, o lactente
apresentava-se eupneico, normotenso, com peso adequado para idade e, então, recebeu alta,
mantendo acompanhamento pediátrico adequado.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
● Afeta aproximadamente 2% dos recém-nascidos;
● Desenvolvem uma respiração rápida e com
dificuldade logo após o nascimento.
● 30% de todas as doenças em neonatos resultem da
SDR ou de suas complicações.
● Trata-se da maior causa de morbidade e
mortalidade de crianças prematuras.
● O risco da SDR aumenta com o diabetes materno e
na ocorrência de asfixia.
● A incidência é mais elevada em crianças prematuras
brancas ou do sexo masculino.
MANIFESTAÇÕES
clínicas
Manifestações clínicas
TAQUIPNEIA Batimento de asa do
nariz
GEMIDOS
Retrações intercostal,
subxifoide e subcostal
CIANOSE
EXAME FÍSICO
Murmúrio vesicular
reduzido
PALIDEZ PULSOS PERIFÉRICOS
DIMINUÍDOS
Débito urinário reduzido
nas primeiras 24 a 48
horas
EDEMA PERIFÉRICO
DIAGNÓSTICO
diagnóstico
● Quadro clínico + Radiografia de tórax característica;
● Outros achados laboratoriais associados, mas não diagnósticos:
- Gasometria arterial
- Eletrólitos
diagnóstico
embriologia
EMBRIOLOGIA
● Estágio de Saco Terminal (24ª semana ao final do Período Fetal);
● Pneumócitos tipo II;
● Surfactante;
● Atelectasia alveolar;
EMBRIOLOGIA
● Estágio de Saco Terminal (24ª semana ao final do Período Fetal);
● Pneumócitos tipo II;
● Surfactante;
● Atelectasia alveolar;
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
TRATAMENTO
TRATAMENTO
● Suporte nutricional agressivo e precoce;
● Reanimação adequada visando minimizar a lesão pulmonar;
● Admissão na UTI neonatal e aquecimento, mantendo o bebê na
zona térmica neutra;
● Protocolo INSURE;
● Suporte ventilatório:
- CPAP nasal;
- Ventilação mecânica.
● Surfactante exógeno;
prevenção
PREVENÇÃO
● Evitar o parto por cesariana sem indicação ou antecipado de
forma insatisfatória ou a indução precoce do parto;
● Controle adequado da gravidez e do trabalho de parto de
gestantes de alto risco;
● Predição de imaturidade pulmonar com possível aceleração da
maturação ainda intraútero;
● Monitoramento pré-natal e intraparto:Administração de
corticosteroides no período pré-natal ;
● CPAP iniciada no nascimento.
● COUTO, Letícia Machado; SOUZA, Giovana Carla; ROCHA, Vitória
Rezende. Caso Clínico: Síndrome do Desconforto Respiratório do
Recém-Nascido (SDR).
● MOORE, K.L. & PERSAUD, T.V.N. Embriologia Clínica. 8ª ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
● Martin R. Pathophysiology, clinical manifestations, and diagnosis of
respiratory distress syndrome in the newborn. Post TW, ed.
UpToDate. Waltham, MA: UpToDate Inc.
● Martin R. Overview of neonatal respiratory distress: Disorders of
transition. Post TW, ed. UpToDate. Waltham, MA: UpToDate Inc.
http://www.uptodate.com (Acesso em 14 de novembro de 2018)
● Nelson. Tratado de Pediatria. 20. ed. – Rio de Janeiro : Elsevier, 2018.
● Nelson. Princípios de pediatria. 7. ed. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
● Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria. 4. ed. Barueri,
SP : Manole, 2017.
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Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx

  • 1. Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido Marjorye Gabrielle Klein Ottoni Guedes João Alfredo Schiewe Rafaela de Almeida Cardoso Góes Livia Garcia Hoyer Miranda
  • 3. RELATO DE CASO ● T.R.R., 29 anos, 92 kg, 163 cm, G1P0A0, diabética, realizou pré-natal a partir da descoberta da gravidez (5 semanas) no Hospital e Maternidade Henrique Penido, localizado em um município no interior de Minas Gerais. Desde a 16° semana de gravidez apresentou hipertensão arterial, com máxima de 146/90 mmHg. Deu entrada à maternidade com 35 semanas e 3 dias de gestação referindo cólicas e perda de líquido. Após exame físico e realização do toque, o obstetra constatou ruptura de membrana amniótica. Paciente foi levada ao centro cirúrgico, onde foi feito o parto após cerca de 40 minutos. ● Recém-nascido de parto cesariana, prematuro de baixa idade gestacional, com peso de nascimento de 985 gramas, APGAR no primeiro minuto de vida de 7 e no quinto minuto de 8. Na sala de parto, já apresentava respiração rápida, difícil e ruidosa, além de retração supra e subesternal e batimento das aletas nasais. Foi levado ao compartimento pediátrico, onde foi iniciada a ventilação mecânica com pressão positiva. Cerca de duas horas pós-parto, apresentou progressão das atelectasias e da insuficiência respiratória, evoluindo com cianose, letargia, respiração irregular e apneia. Foi necessária a intubação orotraqueal e a criança foi encaminhada à UTI neonatal de um hospital do Centro Oeste de Minas Gerais.
  • 4. RELATO DE CASO ● Ao exame físico, já na UTI, apresentava sons pulmonares diminuídos e pulsos periféricos fracos, com edema das extremidades periféricas e oligúria. Frequência respiratória de 72 irpm, com frequência cardíaca de 149 bpm. Ausculta cardíaca normal. Foi realizada radiografia de tórax e gasometria arterial, a saber: PaO2 41 mmHg, PaCO2 64 mmHg e SatO2 78%. ● A equipe da unidade de terapia intensiva neonatal do hospital abordou as hipóteses diagnósticas de Síndrome do Desconforto Respiratório do recém-nascido (SDR), além de pneumonia inicial por estreptococo do grupo B e sepse. Devido à anamnese, ao quadro clínico e aos achados dos exames de radiografia e de gasometria, o RN foi diagnosticado com SDR. ● Lactente foi intubado, submetido à ventilação mecânica. Além disso, foram administradas 3 doses de surfactante pulmonar intratraqueal Beractanto a cada 6 horas. ● Paciente continuou em acompanhamento contínuo da equipe médica hospitalar e apresentou melhoras significativas na gasometria e no raio X de tórax. Após 32 dias de internação, o lactente apresentava-se eupneico, normotenso, com peso adequado para idade e, então, recebeu alta, mantendo acompanhamento pediátrico adequado.
  • 6. INTRODUÇÃO ● Afeta aproximadamente 2% dos recém-nascidos; ● Desenvolvem uma respiração rápida e com dificuldade logo após o nascimento. ● 30% de todas as doenças em neonatos resultem da SDR ou de suas complicações. ● Trata-se da maior causa de morbidade e mortalidade de crianças prematuras. ● O risco da SDR aumenta com o diabetes materno e na ocorrência de asfixia. ● A incidência é mais elevada em crianças prematuras brancas ou do sexo masculino.
  • 8. Manifestações clínicas TAQUIPNEIA Batimento de asa do nariz GEMIDOS Retrações intercostal, subxifoide e subcostal CIANOSE
  • 9. EXAME FÍSICO Murmúrio vesicular reduzido PALIDEZ PULSOS PERIFÉRICOS DIMINUÍDOS Débito urinário reduzido nas primeiras 24 a 48 horas EDEMA PERIFÉRICO
  • 11. diagnóstico ● Quadro clínico + Radiografia de tórax característica; ● Outros achados laboratoriais associados, mas não diagnósticos: - Gasometria arterial - Eletrólitos
  • 14. EMBRIOLOGIA ● Estágio de Saco Terminal (24ª semana ao final do Período Fetal); ● Pneumócitos tipo II; ● Surfactante; ● Atelectasia alveolar;
  • 15. EMBRIOLOGIA ● Estágio de Saco Terminal (24ª semana ao final do Período Fetal); ● Pneumócitos tipo II; ● Surfactante; ● Atelectasia alveolar;
  • 18. TRATAMENTO ● Suporte nutricional agressivo e precoce; ● Reanimação adequada visando minimizar a lesão pulmonar; ● Admissão na UTI neonatal e aquecimento, mantendo o bebê na zona térmica neutra; ● Protocolo INSURE; ● Suporte ventilatório: - CPAP nasal; - Ventilação mecânica. ● Surfactante exógeno;
  • 20. PREVENÇÃO ● Evitar o parto por cesariana sem indicação ou antecipado de forma insatisfatória ou a indução precoce do parto; ● Controle adequado da gravidez e do trabalho de parto de gestantes de alto risco; ● Predição de imaturidade pulmonar com possível aceleração da maturação ainda intraútero; ● Monitoramento pré-natal e intraparto:Administração de corticosteroides no período pré-natal ; ● CPAP iniciada no nascimento.
  • 21. ● COUTO, Letícia Machado; SOUZA, Giovana Carla; ROCHA, Vitória Rezende. Caso Clínico: Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR). ● MOORE, K.L. & PERSAUD, T.V.N. Embriologia Clínica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. ● Martin R. Pathophysiology, clinical manifestations, and diagnosis of respiratory distress syndrome in the newborn. Post TW, ed. UpToDate. Waltham, MA: UpToDate Inc. ● Martin R. Overview of neonatal respiratory distress: Disorders of transition. Post TW, ed. UpToDate. Waltham, MA: UpToDate Inc. http://www.uptodate.com (Acesso em 14 de novembro de 2018) ● Nelson. Tratado de Pediatria. 20. ed. – Rio de Janeiro : Elsevier, 2018. ● Nelson. Princípios de pediatria. 7. ed. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. ● Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria. 4. ed. Barueri, SP : Manole, 2017. REFERências