SlideShare uma empresa Scribd logo
CUIDADOS DE
ENFERMAGEM
COM SONDA
NASOENTERAL
( SNE)
Enfª Surian Elisa
Coren/SP 619162
EducaçãoContinuada 2023
CONCEITO
• Trata-se da sondagem em
pacientes internados de forma
contínua ou intermitente , afim
de proporcionar um método de
alimentação ou de
administração de
medicamentos que exija um
mínimo de esforço do paciente,
quando existe incoordenação
da sucção-deglutição,
imaturidade, desconforto
respiratório leve e nas
malformações congênitas que
dificultam a sucção e/ou a
deglutição.
MATERIAL
• As SNE podem ser fabricadas de poliuretano ou silicone.
As de poliuretano são mais biocompatíveis, já as de
silicone são mais flexíveis e maleáveis, por isso são mais
confortáveis e causam menos reações.
• Essas sondas têm duração de 30 a 45dias e vêm
acompanhadas de um fio-guia, que facilita sua passagem
até o ponto desejado. Além disso, algumas também
possuem um material radiopaco, que permite a sua
visualização em imagens radiográficas.
LOCALIZAÇÃO
• Deve estar
localizada na
primeira porção
do intestino,
sendo portanto o
duodeno.
INDICAÇÕES
• Risco importante de aspiração pulmonar;
• Retardo do esvaziamento gástrico;
• Refluxo gastroesofágico grave;
• Vômitos excessivos por outras causas. Nestes casos a sonda deve ser posicionada em jejuno,
pois nas primeiras porções do duodeno ocorre frequente refluxo duodeno-gástrico, não
protegendo do risco de aspiração;
• Paciente com pouca aceitação alimentar via oral;
• Déficit de deglutição e/ou sucção;
• Doenças desmielinizantes
• Anorexia
• Neoplasia do esôfago
• Doenças inflamatórias intestinais
• Pneumonia aspirativa
Contraindicações
• Íleo adinâmico;
• Obstrução intestinal completa;
• Fístula enterocutânea proximal de grande drenagem;
• Sangramento digestivo superior; alguns casos de síndromes disabsortivas;
COMPLICAÇÕES
• Obstrução, má colocação;
• Epistaxe;
• Otite média aguda;
• Sinusite;
• Esofagite;
• Fístulas tráqueo-esofágicas;
• Irritação gástrica;
• Deslocamento da sonda;
• Aspiração pulmonar;
• Complicações metabólicas são distúrbios hidroeletrolíticos e intolerância
digestiva.
CUIDADOS DE
ENFERMAGEM
• Testar posicionamento da sonda antes da administração de
dietas ou medicamentos, injetando 20ml de ar e
auscultando com o estetoscópio simultaneamente);
• Manter a fixação da sonda sempre íntegra;
• Manter cabeceira elevada de 30° a 45°. Isso evita a bronco
aspiração;
• Lavar a sonda com 20 ml de água antes e após
administração de dietas e medicações. Isso evita a
obstrução dessa sonda;
• Realizar a troca do equipo de dieta ou água a cada 24 horas,
identificando com data e turno dessa troca;
• Em caso de suspensão da dieta enteral, lavar a sonda com
20 ml de água;
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
• Anotar o volume total infundido de dieta e medicamentos durante o plantão;
• Utilizar contenção mecânica em membros superiores para a segurança do paciente quando for
indicado, para evitar que a sonda seja tracionada;
• Manter suporte de soro em lado oposto da dieta enteral;
• Manter a fixação integra e com meso em face;
• Anotar o cm que esta fixado a SNE;
• Pausar a dieta ao manipular o paciente;
• Observar frequência e consistência das fezes, distensão abdominal, presença de vômitos;
• Realizar dupla checagem antes de instalar a dieta;
• Realizar dupla checagem dos valores programado na bomba de infusão continua;
• Realizar checagem e anotação de enfermagem das dietas, agua e suplementos
O que fazer em caso de obstrução?
• Deve ser evitado;
• Em caso de entupimento, a aspiração de resíduos por pacientes incapazes
de proteger suas vias aéreas pode acontecer, levando à pneumonia,
insuficiência respiratória e até morte.
• Por isso, para desobstrução do tubo, o processo deve iniciar assim que
alguma resistência na sonda seja encontrada, ou até mesmo quando o tubo
começar a ficar lento. Se caso a bomba de infusão estiver em uso, esta
começará a apitar.
• Lavar a sonda com água morna, usando uma seringa 30 ou 60 ml e um
adaptador de soro, ocluir a segunda via e aplicar movimento de vai-e-vem
no êmbolo da seringa;
CUIDADOS DE
ENFERMAGEM COM
SONDA
NASOGASTRICA
(SNG)
Enfª Surian Elisa
Coren/SP 619162
Educação Continuada 2023
Conceito
• A passagem de sonda nasogástrica
é a inserção de uma sonda plástica
ou de borracha, flexível, podendo
ser curta ou longa, pela boca ou
nariz.
LOCALIZAÇÃO
INDICAÇÕES
• Para descomprimir o estômago e o trato gastrintestinal;
• Esvaziar o estômago, como por exemplo nos pacientes entubados para prevenir a aspiração ou nos
pacientes com sangramento GI para remover sangue e coágulos;
• Coletar uma amostra do conteúdo gástrico a fim de avaliar se há sangramento, o volume ou o teor de
ácido;
• Para remover toxinas ingeridas (raro);
• Para administrar antídotos como carvão ativado;
• Administrar agentes de contraste radiopacos orais;
• Para fornecer nutrientes ao estômago ou alimentos diretamente no intestino delgado com uma sonda
enteral longa, fina e flexível.
Contraindicações
• Trauma maxilofacial grave;
• Obstrução nasofaríngea ou esofágica;
• Anormalidades esofágicas, como ingestões cáusticas recentes, divertículos ou estenoses,
devido ao alto risco de perfuração esofágica.
COMPLICAÇÕES
• Trauma nasofaríngeo com ou sem hemorragia;
• Sinusite e dor de garganta;
• Aspiração pulmonar;
• Hemorragia ou perfuração traumática esofágica ou gástrica;
• Penetração intracraniana ou mediastinal (muito rara).
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
• Testar posicionamento da sonda antes da administração de dietas ou
medicamentos, injetando 20ml de ar e auscultando com o estetoscópio
simultaneamente);
• Manter a fixação da sonda sempre íntegra;
• Manter cabeceira elevada de 30° a 45°. Isso evita a bronco aspiração;
• Lavar a sonda com 20 ml de água antes e após administração de dietas e
medicações. Isso evita a obstrução dessa sonda;
• Realizar a troca do equipo de dieta ou água a cada 24 horas, identificando com
data e turno dessa troca;
• Em caso de suspensão da dieta enteral, lavar a sonda com 20 ml de água;
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
• Anotar o volume total infundido de dieta e medicamentos durante o plantão;
• Utilizar contenção mecânica em membros superiores para a segurança do paciente quando for indicado, para evitar
que a sonda seja tracionada;
• Manter suporte de soro em lado oposto da dieta enteral;
• Manter a fixação integra e com meso em face;
• Anotar o cm que esta fixado a SNE;
• Pausar a dieta ao manipular o paciente;
• Observar frequência e consistência das fezes, distensão abdominal, presença de vômitos;
• Realizar dupla checagem antes de instalar a dieta;
• Realizar dupla checagem dos valores programado na bomba de infusão continua;
• Realizar checagem e anotação de enfermagem das dietas, agua e suplementos
CUIDADOS DE
ENFERMAGEM
• Em caso de drenagem, manter saco
coletor abaixo do nível do tórax;
• Realizar rigorosamente o balanço hídrico;
• Anotar aspecto e quantidade do
conteúdo gástrico;
• Realizar a troca do saco coletor a cada
6horas;
CUIDADOS DE
ENFERMAGEM
COM
GASTROSTOMIA
(GTT)
Enfª Surian Elisa
Coren/SP 619162
Educação Continuada 2023
CONCEITO
• A gastrostomia é um procedimento cirúrgico que
estabelece o acesso à luz do estômago através da parede
abdominal.As técnicas empregadas para realização da
gastrostomia são: cirurgia através de laparotomia, via
endoscópica ou através de laparoscopia;
• Os candidatos a este procedimento são os pacientes com
várias patologias que impedem a ingestão de dieta pela
via oral ou sonda por tempo prolongado, necessitando,
desta forma, da construção cirúrgica de uma passagem
diretamente para o estômago.
MATERIAL
• O material dos cateteres de gastrostomia pode
ser de silicone ou de poliuretano. Algumas vezes
utiliza-se o cateter Foley, de látex, a titulo de
manutenção provisória do acesso à GT, já que
pode causar reações alérgicas cutâneas além de
ser degradado com mais facilidade devido à ação
do ácido gástrico
• Quando é necessária a alimentação por um longo
prazo recomenda-se a troca da Gastrostomia
Endoscópica Percutânea PEG - por
um Botton/kit/sonda. Isso após a cicatrização
completa do orifício, por volta de três a seis
semanas. A substituição da PEG pelo Botton/kit
de gastrostomia destina-se a proporcionar uma
melhor estética, principalmente conforto e rente
a barriga do paciente
INDICAÇÕES
• Disfagia, seja ela orofaríngea, esofágica afetando principalmente o corpo
esofágico e a junção esofagogástrica;
• Disfagia é a alteração no transporte do bolo alimentar da boca até o estômago de
forma segura.
• Os principais tipos de disfagia são: neurogênica e mecânica
• Uso prolongado de sondas de suporte nutricional alternativo;
Contraindicações
• Múltiplas laparotomias prévias;
• Neoplasia gástrica maligna;
• Lesão de pele no local da ostomia;
• Ascite grave;
• Distúrbio de coagulação;
COMPLICAÇÕES
• Extravasamento de suco gástrico e/ou dieta pelo óstio da gastrostomia;
• Inflamação do óstio da gastrostomia por irritação química (suco gástrico);
• Infecção do óstio com drenagem de secreção purulenta.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
• LAVAGEM DAS MÃOS ANTES E APÓS QUALQUER MANIPULAÇÃO;
• Limpeza do local da gastrostomia com soro fisiológico 0,9%;
• Não manter gaze na pele;
• Limpeza sempre que houver secreção;
• Não tracionar;
• Manter sonda sempre fechada enquanto não estiver em uso;
• Atentar para sinais de vermelhidão, secreção purulenta e dor local;
• Observar extravasamento de dieta pelo óstio;
REFERENCIAS
• ANZILIERO, Franciele; BEGHETTO, Mariur Gomes. Incidence and risk factors for nasoenteral tube-
related mechanical complications in a double cohort. Nutricion Hospitalaria, 2022.
• BISCHOFF, Stephan C. et al. ESPEN guideline on home enteral nutrition. Clinical nutrition, v. 39, n. 1,
p. 5-22, 2020.
• BORGES, José LA et al. Causes of nasoenteral tube obstruction in tertiary hospital
patients. European Journal of Clinical Nutrition, v. 74, n. 2, p. 261-267, 2020.
• DA SILVA,Amanda StefaniTorquato; PINTO, Regiane Lima Gasques; DA ROCHA, Leandro
Rodrigues. Prevention of adverse events related to nasogastric and nasoenteric tube: an integrative
review. Journal of Nursing and Health, v. 10, n. 5, 2020.
• MOTTA, Ana Paula Gobbo et al. Nasogastric/nasoenteric tube-related adverse events: an integrative
review. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 29, 2021.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 08 aspiração endotraqueal
Aula 08   aspiração endotraquealAula 08   aspiração endotraqueal
Aula 08 aspiração endotraqueal
Rodrigo Abreu
 
Balanco hidrico
Balanco hidricoBalanco hidrico
Balanco hidrico
eduardo leao
 
Aula de Artigos críticos, semi críticos e não críticos
Aula de Artigos críticos, semi críticos e não críticosAula de Artigos críticos, semi críticos e não críticos
Aula de Artigos críticos, semi críticos e não críticos
SMS - Petrópolis
 
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Aline Bandeira
 
Drenos,acessos,sondas
Drenos,acessos,sondasDrenos,acessos,sondas
Drenos,acessos,sondas
ThatyanaMugica
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Will Nunes
 
Punção venosa.
Punção venosa.Punção venosa.
Punção venosa.
Centro Universitário Ages
 
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Aline Bandeira
 
Sondagens
SondagensSondagens
Sondagens
Luana Silva
 
higiene e conforto do paciente
higiene e conforto do pacientehigiene e conforto do paciente
higiene e conforto do paciente
Viviane da Silva
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentos
Janaína Lassala
 
Aula feridas e curativos
Aula feridas e curativosAula feridas e curativos
Aula feridas e curativos
Viviane da Silva
 
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatoriosCuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Eduardo Bernardino
 
Aula Drenos[1]
Aula   Drenos[1]Aula   Drenos[1]
Aula Drenos[1]
Madalena Silveira
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
Viviane da Silva
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
Rafaela Amanso
 
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
38   manutenção de sondas e cuidados na administração38   manutenção de sondas e cuidados na administração
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
ONCOcare
 
Aula 2 coleta de material para exames laboratoriais.
Aula 2 coleta de material para exames laboratoriais.Aula 2 coleta de material para exames laboratoriais.
Aula 2 coleta de material para exames laboratoriais.
Adriana Saraiva
 
Transporte de pacientes
Transporte de pacientesTransporte de pacientes
Transporte de pacientes
Cintia da Cruz Silva
 
Oxigenoterapia
Oxigenoterapia Oxigenoterapia
Oxigenoterapia
resenfe2013
 

Mais procurados (20)

Aula 08 aspiração endotraqueal
Aula 08   aspiração endotraquealAula 08   aspiração endotraqueal
Aula 08 aspiração endotraqueal
 
Balanco hidrico
Balanco hidricoBalanco hidrico
Balanco hidrico
 
Aula de Artigos críticos, semi críticos e não críticos
Aula de Artigos críticos, semi críticos e não críticosAula de Artigos críticos, semi críticos e não críticos
Aula de Artigos críticos, semi críticos e não críticos
 
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
 
Drenos,acessos,sondas
Drenos,acessos,sondasDrenos,acessos,sondas
Drenos,acessos,sondas
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
 
Punção venosa.
Punção venosa.Punção venosa.
Punção venosa.
 
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
 
Sondagens
SondagensSondagens
Sondagens
 
higiene e conforto do paciente
higiene e conforto do pacientehigiene e conforto do paciente
higiene e conforto do paciente
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentos
 
Aula feridas e curativos
Aula feridas e curativosAula feridas e curativos
Aula feridas e curativos
 
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatoriosCuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
 
Aula Drenos[1]
Aula   Drenos[1]Aula   Drenos[1]
Aula Drenos[1]
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
 
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
38   manutenção de sondas e cuidados na administração38   manutenção de sondas e cuidados na administração
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
 
Aula 2 coleta de material para exames laboratoriais.
Aula 2 coleta de material para exames laboratoriais.Aula 2 coleta de material para exames laboratoriais.
Aula 2 coleta de material para exames laboratoriais.
 
Transporte de pacientes
Transporte de pacientesTransporte de pacientes
Transporte de pacientes
 
Oxigenoterapia
Oxigenoterapia Oxigenoterapia
Oxigenoterapia
 

Semelhante a CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptxASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
JessiellyGuimares
 
adrian,+VITTALLE. sondagem,naso gastrica(1).pdf
adrian,+VITTALLE. sondagem,naso gastrica(1).pdfadrian,+VITTALLE. sondagem,naso gastrica(1).pdf
adrian,+VITTALLE. sondagem,naso gastrica(1).pdf
cunhacarla003
 
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdfADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ssuser80ae40
 
Nutrição enteral e parenteral
Nutrição enteral e parenteralNutrição enteral e parenteral
Nutrição enteral e parenteral
Alexandra Caetano
 
Assistência Gastrointestinal e Endócrina em Terapia Intensiva
Assistência Gastrointestinal e Endócrina em Terapia IntensivaAssistência Gastrointestinal e Endócrina em Terapia Intensiva
Assistência Gastrointestinal e Endócrina em Terapia Intensiva
Wellington Moreira Ribeiro
 
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PO.pptx
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PO.pptxADMINISTRAÇÃO DE DIETA PO.pptx
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PO.pptx
ssuser80ae40
 
Procedimentos.pptx
Procedimentos.pptxProcedimentos.pptx
Procedimentos.pptx
ssuser51d27c1
 
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem .pptx
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem  .pptxSondagem nasogástrica, sondas, sondagem  .pptx
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem .pptx
yassmim2023gomess
 
Nutricao enteral e parenteral.pdf
Nutricao enteral e parenteral.pdfNutricao enteral e parenteral.pdf
Nutricao enteral e parenteral.pdf
LaendersonOliveira1
 
Sonda nasogastrica
Sonda nasogastricaSonda nasogastrica
Sonda nasogastrica
Jeyssyca Ryanne
 
TERAPIA NUTRICIONAL - ALIMENTAÇÃO ORAL E EXTRA ORAL
TERAPIA NUTRICIONAL - ALIMENTAÇÃO ORAL E EXTRA  ORALTERAPIA NUTRICIONAL - ALIMENTAÇÃO ORAL E EXTRA  ORAL
TERAPIA NUTRICIONAL - ALIMENTAÇÃO ORAL E EXTRA ORAL
douglas870578
 
Aula 10- Coleta de materiais laboratoriais.pdf
Aula 10- Coleta de materiais laboratoriais.pdfAula 10- Coleta de materiais laboratoriais.pdf
Aula 10- Coleta de materiais laboratoriais.pdf
LarissaMachado97
 
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdfsondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
AnthonySantos74
 
nutrição enteral e parenteral.pptx
nutrição enteral e parenteral.pptxnutrição enteral e parenteral.pptx
nutrição enteral e parenteral.pptx
ssuser51d27c1
 
Sondas_e_Drenos.pptx
Sondas_e_Drenos.pptxSondas_e_Drenos.pptx
Sondas_e_Drenos.pptx
Semuso
 
TIPOS DE SONDAS e MODO ADMINISTRATIVO ALIMENT
TIPOS DE SONDAS e MODO ADMINISTRATIVO ALIMENTTIPOS DE SONDAS e MODO ADMINISTRATIVO ALIMENT
TIPOS DE SONDAS e MODO ADMINISTRATIVO ALIMENT
JuliaCaieiro
 
1. sondagens
1. sondagens1. sondagens
1. sondagens
Conceição Quirino
 
Sonda Nasogástrica
Sonda Nasogástrica Sonda Nasogástrica
Sonda Nasogástrica
PascolatoAssessoria
 
Vias de acesso NE
Vias de acesso NEVias de acesso NE
Sondas_e_Drenos.pdf
Sondas_e_Drenos.pdfSondas_e_Drenos.pdf
Sondas_e_Drenos.pdf
gizaraposo
 

Semelhante a CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx (20)

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptxASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
 
adrian,+VITTALLE. sondagem,naso gastrica(1).pdf
adrian,+VITTALLE. sondagem,naso gastrica(1).pdfadrian,+VITTALLE. sondagem,naso gastrica(1).pdf
adrian,+VITTALLE. sondagem,naso gastrica(1).pdf
 
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdfADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
 
Nutrição enteral e parenteral
Nutrição enteral e parenteralNutrição enteral e parenteral
Nutrição enteral e parenteral
 
Assistência Gastrointestinal e Endócrina em Terapia Intensiva
Assistência Gastrointestinal e Endócrina em Terapia IntensivaAssistência Gastrointestinal e Endócrina em Terapia Intensiva
Assistência Gastrointestinal e Endócrina em Terapia Intensiva
 
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PO.pptx
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PO.pptxADMINISTRAÇÃO DE DIETA PO.pptx
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PO.pptx
 
Procedimentos.pptx
Procedimentos.pptxProcedimentos.pptx
Procedimentos.pptx
 
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem .pptx
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem  .pptxSondagem nasogástrica, sondas, sondagem  .pptx
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem .pptx
 
Nutricao enteral e parenteral.pdf
Nutricao enteral e parenteral.pdfNutricao enteral e parenteral.pdf
Nutricao enteral e parenteral.pdf
 
Sonda nasogastrica
Sonda nasogastricaSonda nasogastrica
Sonda nasogastrica
 
TERAPIA NUTRICIONAL - ALIMENTAÇÃO ORAL E EXTRA ORAL
TERAPIA NUTRICIONAL - ALIMENTAÇÃO ORAL E EXTRA  ORALTERAPIA NUTRICIONAL - ALIMENTAÇÃO ORAL E EXTRA  ORAL
TERAPIA NUTRICIONAL - ALIMENTAÇÃO ORAL E EXTRA ORAL
 
Aula 10- Coleta de materiais laboratoriais.pdf
Aula 10- Coleta de materiais laboratoriais.pdfAula 10- Coleta de materiais laboratoriais.pdf
Aula 10- Coleta de materiais laboratoriais.pdf
 
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdfsondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
 
nutrição enteral e parenteral.pptx
nutrição enteral e parenteral.pptxnutrição enteral e parenteral.pptx
nutrição enteral e parenteral.pptx
 
Sondas_e_Drenos.pptx
Sondas_e_Drenos.pptxSondas_e_Drenos.pptx
Sondas_e_Drenos.pptx
 
TIPOS DE SONDAS e MODO ADMINISTRATIVO ALIMENT
TIPOS DE SONDAS e MODO ADMINISTRATIVO ALIMENTTIPOS DE SONDAS e MODO ADMINISTRATIVO ALIMENT
TIPOS DE SONDAS e MODO ADMINISTRATIVO ALIMENT
 
1. sondagens
1. sondagens1. sondagens
1. sondagens
 
Sonda Nasogástrica
Sonda Nasogástrica Sonda Nasogástrica
Sonda Nasogástrica
 
Vias de acesso NE
Vias de acesso NEVias de acesso NE
Vias de acesso NE
 
Sondas_e_Drenos.pdf
Sondas_e_Drenos.pdfSondas_e_Drenos.pdf
Sondas_e_Drenos.pdf
 

CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE, SNG, GTT).pptx

  • 1. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOENTERAL ( SNE) Enfª Surian Elisa Coren/SP 619162 EducaçãoContinuada 2023
  • 2. CONCEITO • Trata-se da sondagem em pacientes internados de forma contínua ou intermitente , afim de proporcionar um método de alimentação ou de administração de medicamentos que exija um mínimo de esforço do paciente, quando existe incoordenação da sucção-deglutição, imaturidade, desconforto respiratório leve e nas malformações congênitas que dificultam a sucção e/ou a deglutição.
  • 3. MATERIAL • As SNE podem ser fabricadas de poliuretano ou silicone. As de poliuretano são mais biocompatíveis, já as de silicone são mais flexíveis e maleáveis, por isso são mais confortáveis e causam menos reações. • Essas sondas têm duração de 30 a 45dias e vêm acompanhadas de um fio-guia, que facilita sua passagem até o ponto desejado. Além disso, algumas também possuem um material radiopaco, que permite a sua visualização em imagens radiográficas.
  • 4. LOCALIZAÇÃO • Deve estar localizada na primeira porção do intestino, sendo portanto o duodeno.
  • 5. INDICAÇÕES • Risco importante de aspiração pulmonar; • Retardo do esvaziamento gástrico; • Refluxo gastroesofágico grave; • Vômitos excessivos por outras causas. Nestes casos a sonda deve ser posicionada em jejuno, pois nas primeiras porções do duodeno ocorre frequente refluxo duodeno-gástrico, não protegendo do risco de aspiração; • Paciente com pouca aceitação alimentar via oral; • Déficit de deglutição e/ou sucção; • Doenças desmielinizantes • Anorexia • Neoplasia do esôfago • Doenças inflamatórias intestinais • Pneumonia aspirativa
  • 6. Contraindicações • Íleo adinâmico; • Obstrução intestinal completa; • Fístula enterocutânea proximal de grande drenagem; • Sangramento digestivo superior; alguns casos de síndromes disabsortivas;
  • 7. COMPLICAÇÕES • Obstrução, má colocação; • Epistaxe; • Otite média aguda; • Sinusite; • Esofagite; • Fístulas tráqueo-esofágicas; • Irritação gástrica; • Deslocamento da sonda; • Aspiração pulmonar; • Complicações metabólicas são distúrbios hidroeletrolíticos e intolerância digestiva.
  • 8. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Testar posicionamento da sonda antes da administração de dietas ou medicamentos, injetando 20ml de ar e auscultando com o estetoscópio simultaneamente); • Manter a fixação da sonda sempre íntegra; • Manter cabeceira elevada de 30° a 45°. Isso evita a bronco aspiração; • Lavar a sonda com 20 ml de água antes e após administração de dietas e medicações. Isso evita a obstrução dessa sonda; • Realizar a troca do equipo de dieta ou água a cada 24 horas, identificando com data e turno dessa troca; • Em caso de suspensão da dieta enteral, lavar a sonda com 20 ml de água;
  • 9. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Anotar o volume total infundido de dieta e medicamentos durante o plantão; • Utilizar contenção mecânica em membros superiores para a segurança do paciente quando for indicado, para evitar que a sonda seja tracionada; • Manter suporte de soro em lado oposto da dieta enteral; • Manter a fixação integra e com meso em face; • Anotar o cm que esta fixado a SNE; • Pausar a dieta ao manipular o paciente; • Observar frequência e consistência das fezes, distensão abdominal, presença de vômitos; • Realizar dupla checagem antes de instalar a dieta; • Realizar dupla checagem dos valores programado na bomba de infusão continua; • Realizar checagem e anotação de enfermagem das dietas, agua e suplementos
  • 10. O que fazer em caso de obstrução? • Deve ser evitado; • Em caso de entupimento, a aspiração de resíduos por pacientes incapazes de proteger suas vias aéreas pode acontecer, levando à pneumonia, insuficiência respiratória e até morte. • Por isso, para desobstrução do tubo, o processo deve iniciar assim que alguma resistência na sonda seja encontrada, ou até mesmo quando o tubo começar a ficar lento. Se caso a bomba de infusão estiver em uso, esta começará a apitar. • Lavar a sonda com água morna, usando uma seringa 30 ou 60 ml e um adaptador de soro, ocluir a segunda via e aplicar movimento de vai-e-vem no êmbolo da seringa;
  • 11. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM SONDA NASOGASTRICA (SNG) Enfª Surian Elisa Coren/SP 619162 Educação Continuada 2023
  • 12. Conceito • A passagem de sonda nasogástrica é a inserção de uma sonda plástica ou de borracha, flexível, podendo ser curta ou longa, pela boca ou nariz.
  • 14. INDICAÇÕES • Para descomprimir o estômago e o trato gastrintestinal; • Esvaziar o estômago, como por exemplo nos pacientes entubados para prevenir a aspiração ou nos pacientes com sangramento GI para remover sangue e coágulos; • Coletar uma amostra do conteúdo gástrico a fim de avaliar se há sangramento, o volume ou o teor de ácido; • Para remover toxinas ingeridas (raro); • Para administrar antídotos como carvão ativado; • Administrar agentes de contraste radiopacos orais; • Para fornecer nutrientes ao estômago ou alimentos diretamente no intestino delgado com uma sonda enteral longa, fina e flexível.
  • 15. Contraindicações • Trauma maxilofacial grave; • Obstrução nasofaríngea ou esofágica; • Anormalidades esofágicas, como ingestões cáusticas recentes, divertículos ou estenoses, devido ao alto risco de perfuração esofágica.
  • 16. COMPLICAÇÕES • Trauma nasofaríngeo com ou sem hemorragia; • Sinusite e dor de garganta; • Aspiração pulmonar; • Hemorragia ou perfuração traumática esofágica ou gástrica; • Penetração intracraniana ou mediastinal (muito rara).
  • 17. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Testar posicionamento da sonda antes da administração de dietas ou medicamentos, injetando 20ml de ar e auscultando com o estetoscópio simultaneamente); • Manter a fixação da sonda sempre íntegra; • Manter cabeceira elevada de 30° a 45°. Isso evita a bronco aspiração; • Lavar a sonda com 20 ml de água antes e após administração de dietas e medicações. Isso evita a obstrução dessa sonda; • Realizar a troca do equipo de dieta ou água a cada 24 horas, identificando com data e turno dessa troca; • Em caso de suspensão da dieta enteral, lavar a sonda com 20 ml de água;
  • 18. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Anotar o volume total infundido de dieta e medicamentos durante o plantão; • Utilizar contenção mecânica em membros superiores para a segurança do paciente quando for indicado, para evitar que a sonda seja tracionada; • Manter suporte de soro em lado oposto da dieta enteral; • Manter a fixação integra e com meso em face; • Anotar o cm que esta fixado a SNE; • Pausar a dieta ao manipular o paciente; • Observar frequência e consistência das fezes, distensão abdominal, presença de vômitos; • Realizar dupla checagem antes de instalar a dieta; • Realizar dupla checagem dos valores programado na bomba de infusão continua; • Realizar checagem e anotação de enfermagem das dietas, agua e suplementos
  • 19. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Em caso de drenagem, manter saco coletor abaixo do nível do tórax; • Realizar rigorosamente o balanço hídrico; • Anotar aspecto e quantidade do conteúdo gástrico; • Realizar a troca do saco coletor a cada 6horas;
  • 20. CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM GASTROSTOMIA (GTT) Enfª Surian Elisa Coren/SP 619162 Educação Continuada 2023
  • 21. CONCEITO • A gastrostomia é um procedimento cirúrgico que estabelece o acesso à luz do estômago através da parede abdominal.As técnicas empregadas para realização da gastrostomia são: cirurgia através de laparotomia, via endoscópica ou através de laparoscopia; • Os candidatos a este procedimento são os pacientes com várias patologias que impedem a ingestão de dieta pela via oral ou sonda por tempo prolongado, necessitando, desta forma, da construção cirúrgica de uma passagem diretamente para o estômago.
  • 22. MATERIAL • O material dos cateteres de gastrostomia pode ser de silicone ou de poliuretano. Algumas vezes utiliza-se o cateter Foley, de látex, a titulo de manutenção provisória do acesso à GT, já que pode causar reações alérgicas cutâneas além de ser degradado com mais facilidade devido à ação do ácido gástrico • Quando é necessária a alimentação por um longo prazo recomenda-se a troca da Gastrostomia Endoscópica Percutânea PEG - por um Botton/kit/sonda. Isso após a cicatrização completa do orifício, por volta de três a seis semanas. A substituição da PEG pelo Botton/kit de gastrostomia destina-se a proporcionar uma melhor estética, principalmente conforto e rente a barriga do paciente
  • 23. INDICAÇÕES • Disfagia, seja ela orofaríngea, esofágica afetando principalmente o corpo esofágico e a junção esofagogástrica; • Disfagia é a alteração no transporte do bolo alimentar da boca até o estômago de forma segura. • Os principais tipos de disfagia são: neurogênica e mecânica • Uso prolongado de sondas de suporte nutricional alternativo;
  • 24. Contraindicações • Múltiplas laparotomias prévias; • Neoplasia gástrica maligna; • Lesão de pele no local da ostomia; • Ascite grave; • Distúrbio de coagulação;
  • 25. COMPLICAÇÕES • Extravasamento de suco gástrico e/ou dieta pelo óstio da gastrostomia; • Inflamação do óstio da gastrostomia por irritação química (suco gástrico); • Infecção do óstio com drenagem de secreção purulenta.
  • 26. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • LAVAGEM DAS MÃOS ANTES E APÓS QUALQUER MANIPULAÇÃO; • Limpeza do local da gastrostomia com soro fisiológico 0,9%; • Não manter gaze na pele; • Limpeza sempre que houver secreção; • Não tracionar; • Manter sonda sempre fechada enquanto não estiver em uso; • Atentar para sinais de vermelhidão, secreção purulenta e dor local; • Observar extravasamento de dieta pelo óstio;
  • 27. REFERENCIAS • ANZILIERO, Franciele; BEGHETTO, Mariur Gomes. Incidence and risk factors for nasoenteral tube- related mechanical complications in a double cohort. Nutricion Hospitalaria, 2022. • BISCHOFF, Stephan C. et al. ESPEN guideline on home enteral nutrition. Clinical nutrition, v. 39, n. 1, p. 5-22, 2020. • BORGES, José LA et al. Causes of nasoenteral tube obstruction in tertiary hospital patients. European Journal of Clinical Nutrition, v. 74, n. 2, p. 261-267, 2020. • DA SILVA,Amanda StefaniTorquato; PINTO, Regiane Lima Gasques; DA ROCHA, Leandro Rodrigues. Prevention of adverse events related to nasogastric and nasoenteric tube: an integrative review. Journal of Nursing and Health, v. 10, n. 5, 2020. • MOTTA, Ana Paula Gobbo et al. Nasogastric/nasoenteric tube-related adverse events: an integrative review. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 29, 2021.