Nutrição hospitalar e Suporte nutricional Enteral Nutricionista Eduardo Partenazi Nutricionista Renata Debiazzi Grupo de Estudos Doenças Raras realização:
Nutrição hospitalar e Suporte nutricional Enteral Grupo de Estudos Doenças Raras
CONSIDERAÇÕES GERAIS As dietas são elaboradas com a finalidade de atender as necessidades do paciente ou cliente Devem basear-se nas principais diretrizes dietéticas, guias alimentares e recomendações nutricionais atuais na medida do possível Adequadas quanto a cor, textura e  sabor Grupo de Estudos Doenças Raras
CONSIDERAÇÕES GERAIS As dietas são padronizadas por conveniência, eficiência, economia e uniformidade A nomenclatura das dietas variam de local para local (Manual de Dietas) Grupo de Estudos Doenças Raras
DIETA FLEXÍVEL E INDIVIDUAL Grupo de Estudos Doenças Raras
COR, TEXTURA E SABOR Grupo de Estudos Doenças Raras
PRESCRIÇÃO da DIETA e PRESCRIÇÃO DIETÉTICA A prescrição da dieta é feita pelo  MÉDICO,  e é o primeiro item da prescrição médica O  NUTRICIONISTA  é responsável pela prescrição  dietética Grupo de Estudos Doenças Raras
OBJETIVOS NA PRESCRIÇÃO DE UMA DIETA Favorecer a ingestão, digestão e absorção de nutrientes Repousar/estimular o funcionamento do órgão Prevenir ou corrigir alguma deficiência nutricional e corrigir peso corporal Considerar capacidade de metabolizar a ingestão, intolerância e manifestações alérgicas Grupo de Estudos Doenças Raras
CLASSIFICAÇÃO DAS DIETAS DIETAS DE ROTINA Modificações quanto a consistência DIETAS TERAPÊUTICAS OU ESPECIAIS Modificações para atender especificações de determinadas doenças Grupo de Estudos Doenças Raras
TIPOS DE MODIFICAÇÕES Na  CONSISTÊNCIA; Líquida, Leve, Pastosa, Branda e Geral Na temperatura; No volume e nº de refeições; Na composição. Grupo de Estudos Doenças Raras
Terapia Nutricional  Todas as situações que levam à desnutrição, ou  quando a ingestão de alimentos... É impossível doenças agudas UTI cirurgias intestinais câncer doenças crônicas SIC - intestino curto É difícil disfagia- dificuldade para engolir náuseas e vômitos É insuficiente recuperação de doenças agudas e cirurgias idosos (saciedade precoce) doenças crônicas (diabetes, câncer, etc)  anorexia Grupo de Estudos Doenças Raras
É hora de convocar a EMTN !! Resolução RDC nº 63, de 06 de julho de 2000 Aprova o Regulamento Técnico para fixar os requisitos mínimos exigidos para a Terapia de Nutrição Enteral. Equipe Multidisciplinar de terapia nutricional Médico, nutricionista, enfermeiro e farmacêutico, podendo incluir outros profissionais de saúde com treinamento específico. Grupo de Estudos Doenças Raras
FICHA DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL SUBJETIVA GLOBAL ANAMNESE Peso corporal Peso atual:-------------- kg  Peso usual:-------------kg Mudou nos últimos 6 meses? Sim (1)  Não (2) Continua perdendo peso atualmente? Sim (1)  Não (2) Percentagem de perda de peso: Maior que 10% (2)  Menor que 10% (1) Dieta Houve mudança na dieta?  Sim (1)  Não (0) A mudança foi para: Dieta hipocalórica?  Sim (1)  Não (0) Dieta pastosa hipocalórica?  Sim (1)  Não (0) Dieta líquida por 15 dias ou soro EV por mais de 5 dias?  Sim (1)  Não (0) Jejum por mais de 5 dias?  Sim (1)  Não (0) As mudanças duram mais de 6 meses?  Sim (2)  Não (0) Sintomas gastrointestinais  persistentes ( mais de 2 semanas) Disfagia e/ou odinofagia?  Sim (1)  Não (0) Náuseas?  Sim (1)  Não (0) Vômitos?  Sim (1)  Não (0) Diarréias?  Sim (1)  Não (0) Anorexia, dor ou distenção abdominal?  Sim (1)  Não (0) Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Nutricionista Grupo de Estudos Doenças Raras
FICHA DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL SUBJETIVA GLOBAL Avaliação da capacidade física  (nas últimas 2 semanas) Capacidade física diminuída?  Sim (1)  Não (0) Acamado?  Sim (1)  Não (0) Diagnóstico da intensidade do estresse metabólico Patologia com baixo estresse metabólico?  Sim ( 1)  Não ( 0) Patologia com estresse metabólico moderado?  Sim  (1)  Não (0) Patologia com elevado estresse metabólico?  Sim (1)  Não (0) EXAME FÍSICO Achados do exame físico   (2 pontos = alteração grave) (1 ponto = alteração leve a moderada) (0 pontos = sem alteração) Perda de gordura subcutânea  (0)  (1)  (2) Perda de massa muscular  (0)  (1)  (2) Edema na região sacra  (0)  (1)  (2) Edema peri-maleolar  (0)  (1)  (2) Ascite  (0)  (1)  (2) SOMATÓRIO DOS PONTOS (  )  Pontos CONCLUSÃO   (Assinalar de acordo com o somatório dos pontos ) (  ) Sem evidências de desnutrição (menos de 17 pontos) (  ) Evidências de desnutrição leve/moderada (17 a 22 pontos) (  ) Evidências de desnutrição grave (mais de 22 pontos) WAITZBERG DL: Nutrição Enteral e Parenteral na Prática Clínica, 1995, Atheneu. Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Nutricionista Grupo de Estudos Doenças Raras
Cuidados de Enfermagem  em Nutrição Enteral Percepção direcionada  das alterações nos pacientes: queixas, sinais e sintomas; Inspecionar  diariamente condições de sondas e acessos venosos : fixação, permeabilidade, data de validade, sinais flogísticos, tração, etc; Realizar  curativos em sondas e catéteres  conforme recomendação da CCIH; Instalar NE conforme prescrição de nutrição (enfermeiro ou técnicos de enfermagem ) E M T N Grupo de Estudos Doenças Raras
O Farmacêutico na EMTN Selecionar, adquirir, padronizar, armazenar e distribuir, criteriosamente, as dietas; Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Grupo de Estudos Doenças Raras
Grupo de Estudos Doenças Raras
O Farmacêutico na EMTN Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Grupo de Estudos Doenças Raras
Complicações Psicológicas Fatores predisponentes Falta de alimentação oral  sem deglutição Horários fixos para alimentação Clínica Depressão, ansiedade e dependência Pouco cooperação Estase gástrica Grupo de Estudos Doenças Raras
Grupo de Estudos Doenças Raras
Suporte Nutricional ENTERAL Grupo de Estudos Doenças Raras
INDICAÇÃO DE TNE SITUAÇÕES DE RISCO OU EXISTÊNCIA DE DESNUTRIÇÃO; INGESTÃO ORAL INFERIOR A 60%-75% DE SUAS NECESSIDADES; CATABOLISMO INTENSO; IMPOSSIBILIDADE DA VIA ORAL; DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS; Grupo de Estudos Doenças Raras
CONTRA-INDICAÇÃO NÃO SÃO ABSOLUTAS; ABSORÇÃO INTESTINAL COMPROMETIDA; OBSTRUÇÃO MECÂNICA DO TGI; H.D.G.; VÔMITO OU DIARRÉIA GRAVE; FÍSTULA DE ALTO DÉBITO; Grupo de Estudos Doenças Raras
VIAS DE ACESSO   QUAL O ESTADO NUTRICIONAL? QUAL O TEMPO PREVISTO PARA USO DO MÉTODO? ALTERAÇÕES NO PROCESSO DIGESTIVO; PATOLOGIAS E CONDIÇÕES CLÍNICAS; RISCO DE ASPIRAÇÃO Grupo de Estudos Doenças Raras
Vias de administração Oral – complementação dietética Sondas – nasogástrica nasoentérica Ostomias – esofagostomia gastrostomia jejunostomia Grupo de Estudos Doenças Raras
Jejunostomia / Sondas Grupo de Estudos Doenças Raras
Critérios na escolha da fórmula Composição Osmolalidade Conteúdo de água e densidade calórica Administração Sistema aberto ou fechado Custo Grupo de Estudos Doenças Raras
ADMINISTRAÇÃO DA DIETA Infusão contínua – 24 horas  Infusão intermitente – 200 a 300 ml Infusão em bolus – 250 de 3/3 horas  Infusão cíclica – estimular deambulação 6 em 6 horas  Grupo de Estudos Doenças Raras
Complicações e condutas Mecânicas; Infecciosas; Gastrintestinais; Metabólicas; Psicológicas . Grupo de Estudos Doenças Raras
ESTUDO DE CASO M.R., SEXO F,64 ANOS, DIABÉTICA, USO DE INSULINA NPH, ESTÁ SOBRE V.M., RECEBENDO SEDAÇÃO CONTÍNUA. APRESENTOU A 48HORAS, 8 episódios de evac. Pastosa ao dia. Está recebendo dieta polimérica: rica em lipídeo 38% e 45% de cho e rica em fibras  Grupo de Estudos Doenças Raras
Prescrição médica Dieta via SNG,  1700 ML/DIA ÁGUA  50ML DE 3/3H Cefepime  1g EV 8/8h Fentanil  100ml Midazolan  100mg SG5%  500ml KCL xarope  5ml SNG 6/6H Furosemida  20mg EV 12/12H Omeprazol  40mg EV 1X/DIA Controles Grupo de Estudos Doenças Raras
QUAL SUA CONDUTA FRENTE A ESTA INTERCORRÊNCIA? DIMINUIRIA O VOLUME DA DIETA. TROCARIA A DIETA. FARIA EXAME FÍSICA. AVALIARIA A TERAPIA MEDICAMENTOSA. Grupo de Estudos Doenças Raras
Paciente sexo M, 28 anos, deu entrada na emergência, com quadro de politraumatismo, fraturas de MMII, está sob ventilação mecânica por quadro de coma pós TCE  e insuficiência respiratória e infecção pulmonar , diabética. Qual dieta ofertar ao paciente ???? Grupo de Estudos Doenças Raras
Prescrição Dieta via SNE  1500 ML/DIA Clindamicina  600mg EV 6/6h D7 Ceftriaxone  1g EV 12/12h  D7 Midazolan  5mg EV se necessário Omeprazol  40mg EV 1x dia Hidrocortizona  100mg EV 8/8h SG5%  1000ML NaCl 20%  20ml EV 24h KCL 19,1%  20ml Grupo de Estudos Doenças Raras
Apresentou diarréia 5 episódios de evac. Líquida há 2 dias. O abdomen é flácido e indolor a apalpação.RHA são normais. QUAL A MELHOR CONDUTA NESTA  SITUAÇÃO????? Grupo de Estudos Doenças Raras
SUSPENDERIA A DIETA. ABRIRIA A SNG. DIMINUIRIA O VOLUME DA DIETA. TROCARIA A POSIÇÃO DA SONDA. Grupo de Estudos Doenças Raras
Este paciente melhorou seu quadro clínico , saiu do respirador, comunica-se bem, exames laboratorias em ordem mas albumina ainda baixa 3.0, sem intercorrências gastrointestinais. O que fazer ???? Grupo de Estudos Doenças Raras
Entrar com dieta hiperproteica para melhor recuperação do estado nutricional do paciente, visto que a alb está baixa . Sacar SNE  e introduzir dieta Leve hiper/hiper via oral. Permanecer com a sonda mas com volume baixo e introduzir dieta Leve hiper/hiper via oral. Iniciar com dieta Geral hiper/hiper. Grupo de Estudos Doenças Raras
Referências bibliográficas Brasil.SVS/MS – Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria n0272 de abril de 1998. Aprova o regulamento técnico para fixar os requisitos mínimos exigidos para a terapia de nutrição parenteral. D.O.U – Diário Oficial da União; Poder Executivo, de 23 de abril de 1998. Passos, Nilva Maria R. Rocha S. Nutrição Parenteral: Aspectos Farmacotécnicos e exigências da Portaria 272/98 – MS [on line], 2007. Disponível em:http://www.hcrp.fmrp.usp.br/gxpfiles/arqs/pdf/terapia%20nutricional.pdf.  Allwood, Michael C.; Sizer, Tim; Hardy, Gil; Driscoll, David F. Roles and Functions of the Hospital Pharmacist on the Nutrition Support Team, In: The International Journal of Applied and Basic Nutrition Sciences. v.12, n.2, pág. 138 – 139, 1996. Lee, Heng-Sim. Roles and Functions of the Hospital Pharmacist on the Nutrition Support Team, In: The International Journal of Applied and Basic Nutrition Sciences. v.12, n.2, pág. 140, 1996. Cavallini, Miriam Elias. Farmácia Hospitalar Um enfoque em sistemas de saúde. 1. ed. São Paulo: Manole, 2002. Sobreira, M.J. O papel do farmacêutico na terapia nutricional, Boletim da SBNPE, n.25, 2008 Grupo de Estudos Doenças Raras
Grupo de Estudos Doenças Raras Agradecimentos www.guida.com.br

Nutrição

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    Nutrição hospitalar eSuporte nutricional Enteral Nutricionista Eduardo Partenazi Nutricionista Renata Debiazzi Grupo de Estudos Doenças Raras realização:
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    Nutrição hospitalar eSuporte nutricional Enteral Grupo de Estudos Doenças Raras
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    CONSIDERAÇÕES GERAIS Asdietas são elaboradas com a finalidade de atender as necessidades do paciente ou cliente Devem basear-se nas principais diretrizes dietéticas, guias alimentares e recomendações nutricionais atuais na medida do possível Adequadas quanto a cor, textura e sabor Grupo de Estudos Doenças Raras
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    CONSIDERAÇÕES GERAIS Asdietas são padronizadas por conveniência, eficiência, economia e uniformidade A nomenclatura das dietas variam de local para local (Manual de Dietas) Grupo de Estudos Doenças Raras
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    DIETA FLEXÍVEL EINDIVIDUAL Grupo de Estudos Doenças Raras
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    PRESCRIÇÃO da DIETAe PRESCRIÇÃO DIETÉTICA A prescrição da dieta é feita pelo MÉDICO, e é o primeiro item da prescrição médica O NUTRICIONISTA é responsável pela prescrição dietética Grupo de Estudos Doenças Raras
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    OBJETIVOS NA PRESCRIÇÃODE UMA DIETA Favorecer a ingestão, digestão e absorção de nutrientes Repousar/estimular o funcionamento do órgão Prevenir ou corrigir alguma deficiência nutricional e corrigir peso corporal Considerar capacidade de metabolizar a ingestão, intolerância e manifestações alérgicas Grupo de Estudos Doenças Raras
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    CLASSIFICAÇÃO DAS DIETASDIETAS DE ROTINA Modificações quanto a consistência DIETAS TERAPÊUTICAS OU ESPECIAIS Modificações para atender especificações de determinadas doenças Grupo de Estudos Doenças Raras
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    TIPOS DE MODIFICAÇÕESNa CONSISTÊNCIA; Líquida, Leve, Pastosa, Branda e Geral Na temperatura; No volume e nº de refeições; Na composição. Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Terapia Nutricional Todas as situações que levam à desnutrição, ou quando a ingestão de alimentos... É impossível doenças agudas UTI cirurgias intestinais câncer doenças crônicas SIC - intestino curto É difícil disfagia- dificuldade para engolir náuseas e vômitos É insuficiente recuperação de doenças agudas e cirurgias idosos (saciedade precoce) doenças crônicas (diabetes, câncer, etc) anorexia Grupo de Estudos Doenças Raras
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    É hora deconvocar a EMTN !! Resolução RDC nº 63, de 06 de julho de 2000 Aprova o Regulamento Técnico para fixar os requisitos mínimos exigidos para a Terapia de Nutrição Enteral. Equipe Multidisciplinar de terapia nutricional Médico, nutricionista, enfermeiro e farmacêutico, podendo incluir outros profissionais de saúde com treinamento específico. Grupo de Estudos Doenças Raras
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    FICHA DE AVALIAÇÃONUTRICIONAL SUBJETIVA GLOBAL ANAMNESE Peso corporal Peso atual:-------------- kg Peso usual:-------------kg Mudou nos últimos 6 meses? Sim (1) Não (2) Continua perdendo peso atualmente? Sim (1) Não (2) Percentagem de perda de peso: Maior que 10% (2) Menor que 10% (1) Dieta Houve mudança na dieta? Sim (1) Não (0) A mudança foi para: Dieta hipocalórica? Sim (1) Não (0) Dieta pastosa hipocalórica? Sim (1) Não (0) Dieta líquida por 15 dias ou soro EV por mais de 5 dias? Sim (1) Não (0) Jejum por mais de 5 dias? Sim (1) Não (0) As mudanças duram mais de 6 meses? Sim (2) Não (0) Sintomas gastrointestinais persistentes ( mais de 2 semanas) Disfagia e/ou odinofagia? Sim (1) Não (0) Náuseas? Sim (1) Não (0) Vômitos? Sim (1) Não (0) Diarréias? Sim (1) Não (0) Anorexia, dor ou distenção abdominal? Sim (1) Não (0) Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Nutricionista Grupo de Estudos Doenças Raras
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    FICHA DE AVALIAÇÃONUTRICIONAL SUBJETIVA GLOBAL Avaliação da capacidade física (nas últimas 2 semanas) Capacidade física diminuída? Sim (1) Não (0) Acamado? Sim (1) Não (0) Diagnóstico da intensidade do estresse metabólico Patologia com baixo estresse metabólico? Sim ( 1) Não ( 0) Patologia com estresse metabólico moderado? Sim (1) Não (0) Patologia com elevado estresse metabólico? Sim (1) Não (0) EXAME FÍSICO Achados do exame físico (2 pontos = alteração grave) (1 ponto = alteração leve a moderada) (0 pontos = sem alteração) Perda de gordura subcutânea (0) (1) (2) Perda de massa muscular (0) (1) (2) Edema na região sacra (0) (1) (2) Edema peri-maleolar (0) (1) (2) Ascite (0) (1) (2) SOMATÓRIO DOS PONTOS ( ) Pontos CONCLUSÃO (Assinalar de acordo com o somatório dos pontos ) ( ) Sem evidências de desnutrição (menos de 17 pontos) ( ) Evidências de desnutrição leve/moderada (17 a 22 pontos) ( ) Evidências de desnutrição grave (mais de 22 pontos) WAITZBERG DL: Nutrição Enteral e Parenteral na Prática Clínica, 1995, Atheneu. Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Nutricionista Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Cuidados de Enfermagem em Nutrição Enteral Percepção direcionada das alterações nos pacientes: queixas, sinais e sintomas; Inspecionar diariamente condições de sondas e acessos venosos : fixação, permeabilidade, data de validade, sinais flogísticos, tração, etc; Realizar curativos em sondas e catéteres conforme recomendação da CCIH; Instalar NE conforme prescrição de nutrição (enfermeiro ou técnicos de enfermagem ) E M T N Grupo de Estudos Doenças Raras
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    O Farmacêutico naEMTN Selecionar, adquirir, padronizar, armazenar e distribuir, criteriosamente, as dietas; Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Grupo de Estudos Doenças Raras
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    O Farmacêutico naEMTN Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Complicações Psicológicas Fatorespredisponentes Falta de alimentação oral sem deglutição Horários fixos para alimentação Clínica Depressão, ansiedade e dependência Pouco cooperação Estase gástrica Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Suporte Nutricional ENTERALGrupo de Estudos Doenças Raras
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    INDICAÇÃO DE TNESITUAÇÕES DE RISCO OU EXISTÊNCIA DE DESNUTRIÇÃO; INGESTÃO ORAL INFERIOR A 60%-75% DE SUAS NECESSIDADES; CATABOLISMO INTENSO; IMPOSSIBILIDADE DA VIA ORAL; DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS; Grupo de Estudos Doenças Raras
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    CONTRA-INDICAÇÃO NÃO SÃOABSOLUTAS; ABSORÇÃO INTESTINAL COMPROMETIDA; OBSTRUÇÃO MECÂNICA DO TGI; H.D.G.; VÔMITO OU DIARRÉIA GRAVE; FÍSTULA DE ALTO DÉBITO; Grupo de Estudos Doenças Raras
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    VIAS DE ACESSO QUAL O ESTADO NUTRICIONAL? QUAL O TEMPO PREVISTO PARA USO DO MÉTODO? ALTERAÇÕES NO PROCESSO DIGESTIVO; PATOLOGIAS E CONDIÇÕES CLÍNICAS; RISCO DE ASPIRAÇÃO Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Vias de administraçãoOral – complementação dietética Sondas – nasogástrica nasoentérica Ostomias – esofagostomia gastrostomia jejunostomia Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Jejunostomia / SondasGrupo de Estudos Doenças Raras
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    Critérios na escolhada fórmula Composição Osmolalidade Conteúdo de água e densidade calórica Administração Sistema aberto ou fechado Custo Grupo de Estudos Doenças Raras
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    ADMINISTRAÇÃO DA DIETAInfusão contínua – 24 horas Infusão intermitente – 200 a 300 ml Infusão em bolus – 250 de 3/3 horas Infusão cíclica – estimular deambulação 6 em 6 horas Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Complicações e condutasMecânicas; Infecciosas; Gastrintestinais; Metabólicas; Psicológicas . Grupo de Estudos Doenças Raras
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    ESTUDO DE CASOM.R., SEXO F,64 ANOS, DIABÉTICA, USO DE INSULINA NPH, ESTÁ SOBRE V.M., RECEBENDO SEDAÇÃO CONTÍNUA. APRESENTOU A 48HORAS, 8 episódios de evac. Pastosa ao dia. Está recebendo dieta polimérica: rica em lipídeo 38% e 45% de cho e rica em fibras Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Prescrição médica Dietavia SNG, 1700 ML/DIA ÁGUA 50ML DE 3/3H Cefepime 1g EV 8/8h Fentanil 100ml Midazolan 100mg SG5% 500ml KCL xarope 5ml SNG 6/6H Furosemida 20mg EV 12/12H Omeprazol 40mg EV 1X/DIA Controles Grupo de Estudos Doenças Raras
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    QUAL SUA CONDUTAFRENTE A ESTA INTERCORRÊNCIA? DIMINUIRIA O VOLUME DA DIETA. TROCARIA A DIETA. FARIA EXAME FÍSICA. AVALIARIA A TERAPIA MEDICAMENTOSA. Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Paciente sexo M,28 anos, deu entrada na emergência, com quadro de politraumatismo, fraturas de MMII, está sob ventilação mecânica por quadro de coma pós TCE e insuficiência respiratória e infecção pulmonar , diabética. Qual dieta ofertar ao paciente ???? Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Prescrição Dieta viaSNE 1500 ML/DIA Clindamicina 600mg EV 6/6h D7 Ceftriaxone 1g EV 12/12h D7 Midazolan 5mg EV se necessário Omeprazol 40mg EV 1x dia Hidrocortizona 100mg EV 8/8h SG5% 1000ML NaCl 20% 20ml EV 24h KCL 19,1% 20ml Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Apresentou diarréia 5episódios de evac. Líquida há 2 dias. O abdomen é flácido e indolor a apalpação.RHA são normais. QUAL A MELHOR CONDUTA NESTA SITUAÇÃO????? Grupo de Estudos Doenças Raras
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    SUSPENDERIA A DIETA.ABRIRIA A SNG. DIMINUIRIA O VOLUME DA DIETA. TROCARIA A POSIÇÃO DA SONDA. Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Este paciente melhorouseu quadro clínico , saiu do respirador, comunica-se bem, exames laboratorias em ordem mas albumina ainda baixa 3.0, sem intercorrências gastrointestinais. O que fazer ???? Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Entrar com dietahiperproteica para melhor recuperação do estado nutricional do paciente, visto que a alb está baixa . Sacar SNE e introduzir dieta Leve hiper/hiper via oral. Permanecer com a sonda mas com volume baixo e introduzir dieta Leve hiper/hiper via oral. Iniciar com dieta Geral hiper/hiper. Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Referências bibliográficas Brasil.SVS/MS– Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria n0272 de abril de 1998. Aprova o regulamento técnico para fixar os requisitos mínimos exigidos para a terapia de nutrição parenteral. D.O.U – Diário Oficial da União; Poder Executivo, de 23 de abril de 1998. Passos, Nilva Maria R. Rocha S. Nutrição Parenteral: Aspectos Farmacotécnicos e exigências da Portaria 272/98 – MS [on line], 2007. Disponível em:http://www.hcrp.fmrp.usp.br/gxpfiles/arqs/pdf/terapia%20nutricional.pdf. Allwood, Michael C.; Sizer, Tim; Hardy, Gil; Driscoll, David F. Roles and Functions of the Hospital Pharmacist on the Nutrition Support Team, In: The International Journal of Applied and Basic Nutrition Sciences. v.12, n.2, pág. 138 – 139, 1996. Lee, Heng-Sim. Roles and Functions of the Hospital Pharmacist on the Nutrition Support Team, In: The International Journal of Applied and Basic Nutrition Sciences. v.12, n.2, pág. 140, 1996. Cavallini, Miriam Elias. Farmácia Hospitalar Um enfoque em sistemas de saúde. 1. ed. São Paulo: Manole, 2002. Sobreira, M.J. O papel do farmacêutico na terapia nutricional, Boletim da SBNPE, n.25, 2008 Grupo de Estudos Doenças Raras
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    Grupo de EstudosDoenças Raras Agradecimentos www.guida.com.br