Clarisse Lobo
diretoria@hemorio.rj.gov.br
HEMORIO
Para que estamos aqui?
• Disseminando
informações entre os
professores sobre a
Doença Falciforme
• A doença genética mais
frequente do Brasil.
Disseminar
conhecimento
• Atendendo a Lei 12.287
(13/07/2010), de
Obrigatoriedade da
temática afro-brasileira
na escola.
• Lei de Diretrizes e
Bases Brasileiras
Respeitar a
Legislação
• Responsabilizando a
escola com a educação
plural, reconhecendo as
diferenças entre seus
alunos.
• Aliança entre a escola e
o hospital do estudante.
Incluir a escola na
saúde da criança
Qual é a razão dessa proposta ?
Qual é a razão dessa proposta ?
Qual é a razão dessa proposta ?
O que é DOENÇA FALCIFORME ?
50% 50%50% 100%
ss ss
ss ss ss ss
Como se apresenta ?
• Indivíduo assintomático
• Sem anemia
• História Familiar Positiva
• Orientação e informação
• Diagnóstico Fortuito/Triagem
• NÃO necessita tratamento
• PÓS NATAL - AS
(eletroforese de Hgb)
• NEONATAL - FAS
(focalização isoelétrica / HPLC)
• Paciente sintomático
• Com anemia
• História Familiar Positiva
• Orientação e informação
• Diagnóstico na infância
• Necessita tratamento
• PÓS NATAL - SS
•(eletroforese de Hgb)
• NEONATAL - FS
(focalização isoelétrica / HPLC)
NIGER
AS – 22%
BURKINA FASO
AS – 8%
NIGÉRIA
AS – 24%
BENIN
AS – 25%
GHANA
AS – 13%
Qual é a origem da DOENÇA FALCIFORME ?
Qual é a origem da DOENÇA FALCIFORME ?
DF em números
BA
SS 1:650
AS 1:17
DF em números
1º - BA
BA
SS 1:650
AS 1:17
MG
SS 1:1400
AS 1:23
RJ - SS 1:1200, AS 1:21
ES - SS 1:1800, AS 1:28
MA
SS
1:1400
AS 1:23
GO
SS
1:1440
AS 1:25
PE - SS 1:1400, AS 1:23
DF em números
1º - BA
2º - RJ, ES, MG, MA, PE
BA
SS 1:650
AS 1:17
1º - BA
2º - RJ, ES, MG, MA, PE
MG
SS 1:1400
AS 1:23
RJ - SS 1:1200, AS 1:21
ES - SS 1:1800, AS 1:28
MA
SS
1:1400
AS 1:23
PE - SS 1:1400, AS 1:23
3º - PA, SP
PA
SS 1:3400
AS 1:36
DF em números
GO
SS 1:1440
AS 1:25
SP
SS 1:4000
AS 1:35
DF em números
BA
SS 1:650
AS 1:17
MG
SS 1:1400
AS 1:23
RJ - SS 1:1200, AS 1:21
ES - SS 1:1800, AS 1:28
MA
SS
1:1400
AS 1:23
GO
SS 1:1440
AS 1:25
PE - SS 1:1400, AS 1:23
SP
SS 1:4000
AS 1:35
PA
SS 1:3400
AS 1:36
RS
SS 1:10000
AS 1:65
PR
SS 1:13000 AS 1:65
MS
SS 1:18000
AS 1:70
SC - SS 1:13000, AS 1:65
4º - MS, PR, SC, RS
1º - BA
2º - RJ, ES, MG, MA, PE
3º - PA, SP
O que acontece ?
Reproduced from Stuart MJ, Nagel RL. Lancet.
2004;364:1343-60 © 2004, with permission from Elsevier.
Modified by M de Montalembert.
↓
HbS
Tetrâmeros
solúveis
oxi ↓ deformabilidade
Desidratação celular
Hemácia
Falcizada
↓
↓
OCLUSÃO
VASCULAR
LESÃO
TECIDUAL
↓
HbS
Polímeros
Insolúveis
desoxi
O2
Substituição
aminoácido
↓
(6Glu↓ Val)
Mutação
Cadeia 
da Globina
α2β2 6glu-val
DESTRUIÇÃO
ERITROCITÁRIA
↑O2
↓
LESÃO DE
ÓRGÃOS
ANEMIA
HEMOLÍTICA
Como se apresenta ?
• Maior risco de INFECÇÃO
• Datilite Falciforme
• Seqüestro Esplênico
• STA
• Infecções
• AVC
• Degeneração crônica de órgãos
• Crises Álgicas
• Úlceras de perna
• STA
NO BEBÊ E NA CRIANÇA
NO ADULTO
NO ADOLESCENTE
Quais são os principais sinais e sintomas ?
Saúde Física Saúde Ocular
Saúde Alimentar Saúde Emocional
18
DESENVOLVIMENTO
E CRESCIMENTO
NECESSIDADE DE
IR AO BANHEIRO
DORES ÓSSEAS E
MUSCULARES
SINAIS DE ALERTA
PARA HOSPITALIZAÇÃO
• PESO abaixo do normal para a
altura.
• ALTURA final normal, porém
estirão da puberdade retardado.
• IDADE ÓSSEA abaixo da
cronológica.
• HIPOGONADISMO primário
(homem), menarca atrasada
(mulher).
• DESENVOLVIMENTO
INTELECTUAL: comprometido.
Saúde Física
• 2/3 dos pacientes evoluem com
DOR que necessita
INTERNAÇÃO.
• 1/3 dos pacientes internam MAIS
DE 6 X/ano, por causa de DOR.
• Mais frequente em ADULTOS (19 -
39 anos).
• Frio, calor, desidratação, período
pré-menstrual, infecção e
problemas emocionais são fatores
de risco.
• Dificuldade de concentrar a urina
está presente na grande maioria
das crianças;
• Há necessidade de ir ao banheiro
com mais frequência que os
demais alunos;
• Pode aumentar a desidratação.
• FEBRE – sinal de infecção. Pode
ser um sinal de infecção.
• PRIAPISMO – ereção involuntária
e dolorosa do pênis
• SINAIS DE AVC – queda da
comissura labial, convulsões,
cefaleia intensa, perda da força
muscular
• NECROSE ÓSSEA – necrose de
cabeça de fêmur ou de úmero
MÉDICO
19
Saúde Física
RECOMENDAÇÕES AOS
PROFESSORES:
1 – Ajude-o junto aos colegas quanto à
maior necessidade de ir ao banheiro.
2 – Incentive a ingestão de líquidos.
3 – Observe os fatores desencadeantes de
crise de dor (frio, calor, desidratação,
período pré-menstrual, problemas
emocionais, entre outros).
DESENVOLVIMENTO
E CRESCIMENTO
NECESSIDADE DE
IR AO BANHEIRO
DORES ÓSSEAS E
MUSCULARES
SINAIS DE ALERTA
PARA HOSPITALIZAÇÃO
20
OLHOS AMARELOS
LESÕES
OCULARES
Saúde Ocular
Lesões Oculares - Incidência - 44%
• Retinopatia Proliferativa: 15,6%
• Retinopatia Não-proliferativa: 40%
Olhos amarelados são devidos à
destruição dos glóbulos vermelhos e
não correspondem à doença
contagiosa.
21
Saúde Ocular
OLHOS AMARELOS
LESÕES
OCULARES
MÉDICO
RECOMENDAÇÕES AOS
PROFESSORES:
1 – Observe se a criança tem
dificuldade visual.
2 – Avise aos pais para que
procurem assistência médica
3 – Esclareça aos demais alunos e
familiares a origem não contagiosa
do amarelo dos olhos
22
Saúde Alimentar
A QUESTÃO DO
FERRO
LÍQUIDOS EM
ABUNDÂNCIA
• Pessoas com Doença Falciforme
têm excesso de ferro no
organismo.
• Esse elemento pode danificar os
tecidos
• Pessoas com Doença Falciforme
NÃO devem desidratar.
• A desidratação é um fator
desencadeante de crises
dolorosas e outras complicações.
23
Saúde Alimentar
A QUESTÃO DO
FERRO
LÍQUIDOS EM
ABUNDÂNCIA
MÉDICO
RECOMENDAÇÕES AOS
PROFESSORES:
1 – Procure conhecer as
recomendações dos médicos e
nutricionistas, para auxiliar as
crianças na alimentação.
2 – Os alunos devem ser
estimulados a tomar bastante
líquido durante o dia.
24
Saúde Emocional
STRESS /
DEPRESSÃO
DISTÚRBIOS DA
AUTO-IMAGEM
DISTÚRBIOS DO
AUTO-CONCEITO
• Pessoas com doença crônica
requerem maior atenção
psicológica, pelo seu dia-a-dia
(dor, procedimentos médicos,
internações, absenteísmo escolar)
• Crianças e adolescentes
apresentam baixo
desenvolvimento físico e sexual, o
que pode causar
constrangimentos diante dos
colegas.
• A descoberta de que possuem
uma doença crônica, degenerativa
e incurável leva a comportamentos
variáveis de revolta e tristeza.
25
Saúde Emocional
MÉDICO
RECOMENDAÇÕES AOS
PROFESSORES:
1 – Os alunos devem ter
tratamento diferenciado quanto às
questões emocionais e afetivas.
2 – A superproteção não é
aconselhável, pois pode ter
consequências imprevisíveis.
3 – O ideal é que a escola tenha
contato direto com os tratadores.
STRESS /
DEPRESSÃO
DISTÚRBIOS DA
AUTO-IMAGEM
DISTÚRBIOS DO
AUTO-CONCEITO
Dor
Febre
Infeção
A doença pode gerar absenteísmo...
Tratamento dos pacientes
DIAGNÓSTICO PRECOCE
Triagem Neonatal
PROFILAXIAANTIBIÓTICA
Penicilina profilática
IMUNIZAÇÃO SISTEMÁTICA
Sistema de vacinação especializada
INTERVENÇÕES PREVENTIVAS
DTC periódico e HU
PROGRAMA TRANSFUSIONAL
Transfusão de troca, transfusão crônica fenotipada
CUIDADO ESPECIAL PARAA DOR
Uso de analgésicos e opióides
ATENÇÃO ESPECIAL À INFECÇÃO
INCENTIVO AO AUTO CUIDADO
Tratamento dos pacientes
CRIANÇAS (0 a 7 anos)
• CONSULTAS:
até 2 anos: 2/2 m
> 2 anos: 3/3m
• SOROLOGIA:
12/12m - habitual
6/6m-politransfundidos
• AVALIAÇÕES:
Odonto: 6/6m
DTC : 2/2 anos
Fisiatria: 2/2 anos
O tratamento pode gerar absenteísmo...
CRIANÇAS (7 a 18 anos)
• CONSULTAS:
7 -12 anos: 3/3m
> 12 anos: 4/4 m
• SOROLOGIA:
12/12m - habitual
6/6m-politransfundidos
• AVALIAÇÕES:
Odonto: 6/6m
DTC : 2/2 a (até 20 a)
Fisiatria: 2/2 anos)
Cardio: 5 a (2/2 a)
Oftalmo: 6 a (2/2 a)
Audiometria:6 a (5/5 a)
Hb F: 15 anos
O tratamento pode gerar absenteísmo...
ADULTOS (> 18 ANOS)
• CONSULTAS +
EXAMES:
6/6 m
• SOROLOGIA:
12/12m - habitual
6/6m-politransfundidos
• AVALIAÇÕES:
Odonto: 6/6 m
DTC: 2/2a (até 20 anos)
Fisiatria: 2/2 anos)
Cardio: 2/2 anos
Oftalmo: 2/2 anos
Audiometria: 5/5 anos
O tratamento pode gerar absenteísmo...
Inclusão da criança para o alcance de suas
potencialidades acadêmicas.
Socialização do escolar diante de suas
peculiaridades pessoais.
Participação ativa no tratamento, através de
contato estreito com o hospital.
Disseminação de conhecimentos sobre a
doença genética mais prevalente do Brasil.
Desafios do Professor e da Escola
Atenção, compreensão e apoio de cada profissional da
Escola FAZ TODA A DIFERENÇA !
Fazer planos de estudos personalizados, visando cobrir
faltas por internações e absenteísmos pela doença.
Estimular o maior desempenho possível de cada aluno
para o alcance de seus sonhos e objetivos de vida.
Socialização do escolar diante de suas
peculiaridades pessoais.
Socialização do escolar diante de suas
peculiaridades pessoais.
Participação ativa no tratamento, através de
contato estreito com o hospital.
Disseminação de conhecimentos sobre a
doença genética mais prevalente do Brasil.
Desafios do Professor e da Escola
Atenção dos professores quanto ao convívio e relação
interpessoal com os colegas.
Evitar preconceitos e estigmatização. O grande desafio
do professor é entender a especificidade da doença,
assim como de cada aluno.
Realizar atividades educativas sobre a doença,
envolvendo os profissionais, família e comunidade.
Socialização do escolar diante de suas
peculiaridades pessoais.
Socialização do escolar diante de suas
peculiaridades pessoais.
Participação ativa no tratamento, através de
contato estreito com o hospital.
Disseminação de conhecimentos sobre a
doença genética mais prevalente do Brasil.
Desafios do Professor e da Escola
Pessoas com DF
podem fazer
exercícios físicos, sob
orientação médica.
Participação ativa no tratamento, através de
contato estreito com o hospital.
Socialização do escolar diante de suas
peculiaridades pessoais.
Participação ativa no tratamento, através de
contato estreito com o hospital.
Disseminação de conhecimentos sobre a
doença genética mais prevalente do Brasil.
Desafios do Professor e da Escola
A resolução no 41/1995 determinou a criação da Classe
Hospitalar, para o acompanhamento do currículo escolar,
durante a internação de crianças e adolescentes.
É importante a interlocução entre os profissionais das
classes escolares e os professores da rede de ensino.
O professor é um agente facilitador da promoção e da
proteção da saúde infanto-juvenil.
Disseminação de conhecimentos sobre a
doença genética mais prevalente do Brasil.
Socialização do escolar diante de suas
peculiaridades pessoais.
Participação ativa no tratamento, através de
contato estreito com o hospital.
Disseminação de conhecimentos sobre a
doença genética mais prevalente do Brasil.
Desafios do Professor e da Escola
Nascem mais de 3.000 brasileiros a cada ano com a
Doença Falciforme, no país. Todos precisam conhecê-la.
A aliança hospital-escola auxilia no processo de
desconstruir “ideias de exclusão”. JUNTOS PODEMOS
FAZER A DIFERENÇA!
O Rio de Janeiro é o segundo Estado com maior incidência
do Brasil. Todos devemos compartilhar seus
conhecimentos.
A criança com Doença
Falciforme (DF) é ativa e
participativa, como as demais
crianças, mas há muitas
coisas que você pode fazer
para ajudar a encorajar seu
aluno com Doença Falciforme.
Agradecemos a
oportunidade.
www.hemorio.rj.gov.br - Rua Frei Caneca n 8 - Centro

Você tem um aluno com Doença Falciforme em sua turma?

  • 1.
  • 2.
    Para que estamosaqui? • Disseminando informações entre os professores sobre a Doença Falciforme • A doença genética mais frequente do Brasil. Disseminar conhecimento • Atendendo a Lei 12.287 (13/07/2010), de Obrigatoriedade da temática afro-brasileira na escola. • Lei de Diretrizes e Bases Brasileiras Respeitar a Legislação • Responsabilizando a escola com a educação plural, reconhecendo as diferenças entre seus alunos. • Aliança entre a escola e o hospital do estudante. Incluir a escola na saúde da criança
  • 3.
    Qual é arazão dessa proposta ?
  • 4.
    Qual é arazão dessa proposta ?
  • 5.
    Qual é arazão dessa proposta ?
  • 6.
    O que éDOENÇA FALCIFORME ? 50% 50%50% 100% ss ss ss ss ss ss
  • 7.
    Como se apresenta? • Indivíduo assintomático • Sem anemia • História Familiar Positiva • Orientação e informação • Diagnóstico Fortuito/Triagem • NÃO necessita tratamento • PÓS NATAL - AS (eletroforese de Hgb) • NEONATAL - FAS (focalização isoelétrica / HPLC) • Paciente sintomático • Com anemia • História Familiar Positiva • Orientação e informação • Diagnóstico na infância • Necessita tratamento • PÓS NATAL - SS •(eletroforese de Hgb) • NEONATAL - FS (focalização isoelétrica / HPLC)
  • 8.
    NIGER AS – 22% BURKINAFASO AS – 8% NIGÉRIA AS – 24% BENIN AS – 25% GHANA AS – 13% Qual é a origem da DOENÇA FALCIFORME ?
  • 9.
    Qual é aorigem da DOENÇA FALCIFORME ?
  • 10.
  • 11.
    BA SS 1:650 AS 1:17 DFem números 1º - BA
  • 12.
    BA SS 1:650 AS 1:17 MG SS1:1400 AS 1:23 RJ - SS 1:1200, AS 1:21 ES - SS 1:1800, AS 1:28 MA SS 1:1400 AS 1:23 GO SS 1:1440 AS 1:25 PE - SS 1:1400, AS 1:23 DF em números 1º - BA 2º - RJ, ES, MG, MA, PE
  • 13.
    BA SS 1:650 AS 1:17 1º- BA 2º - RJ, ES, MG, MA, PE MG SS 1:1400 AS 1:23 RJ - SS 1:1200, AS 1:21 ES - SS 1:1800, AS 1:28 MA SS 1:1400 AS 1:23 PE - SS 1:1400, AS 1:23 3º - PA, SP PA SS 1:3400 AS 1:36 DF em números GO SS 1:1440 AS 1:25 SP SS 1:4000 AS 1:35
  • 14.
    DF em números BA SS1:650 AS 1:17 MG SS 1:1400 AS 1:23 RJ - SS 1:1200, AS 1:21 ES - SS 1:1800, AS 1:28 MA SS 1:1400 AS 1:23 GO SS 1:1440 AS 1:25 PE - SS 1:1400, AS 1:23 SP SS 1:4000 AS 1:35 PA SS 1:3400 AS 1:36 RS SS 1:10000 AS 1:65 PR SS 1:13000 AS 1:65 MS SS 1:18000 AS 1:70 SC - SS 1:13000, AS 1:65 4º - MS, PR, SC, RS 1º - BA 2º - RJ, ES, MG, MA, PE 3º - PA, SP
  • 15.
    O que acontece? Reproduced from Stuart MJ, Nagel RL. Lancet. 2004;364:1343-60 © 2004, with permission from Elsevier. Modified by M de Montalembert. ↓ HbS Tetrâmeros solúveis oxi ↓ deformabilidade Desidratação celular Hemácia Falcizada ↓ ↓ OCLUSÃO VASCULAR LESÃO TECIDUAL ↓ HbS Polímeros Insolúveis desoxi O2 Substituição aminoácido ↓ (6Glu↓ Val) Mutação Cadeia  da Globina α2β2 6glu-val DESTRUIÇÃO ERITROCITÁRIA ↑O2 ↓ LESÃO DE ÓRGÃOS ANEMIA HEMOLÍTICA
  • 16.
    Como se apresenta? • Maior risco de INFECÇÃO • Datilite Falciforme • Seqüestro Esplênico • STA • Infecções • AVC • Degeneração crônica de órgãos • Crises Álgicas • Úlceras de perna • STA NO BEBÊ E NA CRIANÇA NO ADULTO NO ADOLESCENTE
  • 17.
    Quais são osprincipais sinais e sintomas ? Saúde Física Saúde Ocular Saúde Alimentar Saúde Emocional
  • 18.
    18 DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO NECESSIDADE DE IRAO BANHEIRO DORES ÓSSEAS E MUSCULARES SINAIS DE ALERTA PARA HOSPITALIZAÇÃO • PESO abaixo do normal para a altura. • ALTURA final normal, porém estirão da puberdade retardado. • IDADE ÓSSEA abaixo da cronológica. • HIPOGONADISMO primário (homem), menarca atrasada (mulher). • DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL: comprometido. Saúde Física • 2/3 dos pacientes evoluem com DOR que necessita INTERNAÇÃO. • 1/3 dos pacientes internam MAIS DE 6 X/ano, por causa de DOR. • Mais frequente em ADULTOS (19 - 39 anos). • Frio, calor, desidratação, período pré-menstrual, infecção e problemas emocionais são fatores de risco. • Dificuldade de concentrar a urina está presente na grande maioria das crianças; • Há necessidade de ir ao banheiro com mais frequência que os demais alunos; • Pode aumentar a desidratação. • FEBRE – sinal de infecção. Pode ser um sinal de infecção. • PRIAPISMO – ereção involuntária e dolorosa do pênis • SINAIS DE AVC – queda da comissura labial, convulsões, cefaleia intensa, perda da força muscular • NECROSE ÓSSEA – necrose de cabeça de fêmur ou de úmero
  • 19.
    MÉDICO 19 Saúde Física RECOMENDAÇÕES AOS PROFESSORES: 1– Ajude-o junto aos colegas quanto à maior necessidade de ir ao banheiro. 2 – Incentive a ingestão de líquidos. 3 – Observe os fatores desencadeantes de crise de dor (frio, calor, desidratação, período pré-menstrual, problemas emocionais, entre outros). DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO NECESSIDADE DE IR AO BANHEIRO DORES ÓSSEAS E MUSCULARES SINAIS DE ALERTA PARA HOSPITALIZAÇÃO
  • 20.
    20 OLHOS AMARELOS LESÕES OCULARES Saúde Ocular LesõesOculares - Incidência - 44% • Retinopatia Proliferativa: 15,6% • Retinopatia Não-proliferativa: 40% Olhos amarelados são devidos à destruição dos glóbulos vermelhos e não correspondem à doença contagiosa.
  • 21.
    21 Saúde Ocular OLHOS AMARELOS LESÕES OCULARES MÉDICO RECOMENDAÇÕESAOS PROFESSORES: 1 – Observe se a criança tem dificuldade visual. 2 – Avise aos pais para que procurem assistência médica 3 – Esclareça aos demais alunos e familiares a origem não contagiosa do amarelo dos olhos
  • 22.
    22 Saúde Alimentar A QUESTÃODO FERRO LÍQUIDOS EM ABUNDÂNCIA • Pessoas com Doença Falciforme têm excesso de ferro no organismo. • Esse elemento pode danificar os tecidos • Pessoas com Doença Falciforme NÃO devem desidratar. • A desidratação é um fator desencadeante de crises dolorosas e outras complicações.
  • 23.
    23 Saúde Alimentar A QUESTÃODO FERRO LÍQUIDOS EM ABUNDÂNCIA MÉDICO RECOMENDAÇÕES AOS PROFESSORES: 1 – Procure conhecer as recomendações dos médicos e nutricionistas, para auxiliar as crianças na alimentação. 2 – Os alunos devem ser estimulados a tomar bastante líquido durante o dia.
  • 24.
    24 Saúde Emocional STRESS / DEPRESSÃO DISTÚRBIOSDA AUTO-IMAGEM DISTÚRBIOS DO AUTO-CONCEITO • Pessoas com doença crônica requerem maior atenção psicológica, pelo seu dia-a-dia (dor, procedimentos médicos, internações, absenteísmo escolar) • Crianças e adolescentes apresentam baixo desenvolvimento físico e sexual, o que pode causar constrangimentos diante dos colegas. • A descoberta de que possuem uma doença crônica, degenerativa e incurável leva a comportamentos variáveis de revolta e tristeza.
  • 25.
    25 Saúde Emocional MÉDICO RECOMENDAÇÕES AOS PROFESSORES: 1– Os alunos devem ter tratamento diferenciado quanto às questões emocionais e afetivas. 2 – A superproteção não é aconselhável, pois pode ter consequências imprevisíveis. 3 – O ideal é que a escola tenha contato direto com os tratadores. STRESS / DEPRESSÃO DISTÚRBIOS DA AUTO-IMAGEM DISTÚRBIOS DO AUTO-CONCEITO
  • 26.
  • 27.
    Tratamento dos pacientes DIAGNÓSTICOPRECOCE Triagem Neonatal PROFILAXIAANTIBIÓTICA Penicilina profilática IMUNIZAÇÃO SISTEMÁTICA Sistema de vacinação especializada INTERVENÇÕES PREVENTIVAS DTC periódico e HU
  • 28.
    PROGRAMA TRANSFUSIONAL Transfusão detroca, transfusão crônica fenotipada CUIDADO ESPECIAL PARAA DOR Uso de analgésicos e opióides ATENÇÃO ESPECIAL À INFECÇÃO INCENTIVO AO AUTO CUIDADO Tratamento dos pacientes
  • 29.
    CRIANÇAS (0 a7 anos) • CONSULTAS: até 2 anos: 2/2 m > 2 anos: 3/3m • SOROLOGIA: 12/12m - habitual 6/6m-politransfundidos • AVALIAÇÕES: Odonto: 6/6m DTC : 2/2 anos Fisiatria: 2/2 anos O tratamento pode gerar absenteísmo...
  • 30.
    CRIANÇAS (7 a18 anos) • CONSULTAS: 7 -12 anos: 3/3m > 12 anos: 4/4 m • SOROLOGIA: 12/12m - habitual 6/6m-politransfundidos • AVALIAÇÕES: Odonto: 6/6m DTC : 2/2 a (até 20 a) Fisiatria: 2/2 anos) Cardio: 5 a (2/2 a) Oftalmo: 6 a (2/2 a) Audiometria:6 a (5/5 a) Hb F: 15 anos O tratamento pode gerar absenteísmo...
  • 31.
    ADULTOS (> 18ANOS) • CONSULTAS + EXAMES: 6/6 m • SOROLOGIA: 12/12m - habitual 6/6m-politransfundidos • AVALIAÇÕES: Odonto: 6/6 m DTC: 2/2a (até 20 anos) Fisiatria: 2/2 anos) Cardio: 2/2 anos Oftalmo: 2/2 anos Audiometria: 5/5 anos O tratamento pode gerar absenteísmo...
  • 33.
    Inclusão da criançapara o alcance de suas potencialidades acadêmicas. Socialização do escolar diante de suas peculiaridades pessoais. Participação ativa no tratamento, através de contato estreito com o hospital. Disseminação de conhecimentos sobre a doença genética mais prevalente do Brasil. Desafios do Professor e da Escola Atenção, compreensão e apoio de cada profissional da Escola FAZ TODA A DIFERENÇA ! Fazer planos de estudos personalizados, visando cobrir faltas por internações e absenteísmos pela doença. Estimular o maior desempenho possível de cada aluno para o alcance de seus sonhos e objetivos de vida.
  • 34.
    Socialização do escolardiante de suas peculiaridades pessoais. Socialização do escolar diante de suas peculiaridades pessoais. Participação ativa no tratamento, através de contato estreito com o hospital. Disseminação de conhecimentos sobre a doença genética mais prevalente do Brasil. Desafios do Professor e da Escola Atenção dos professores quanto ao convívio e relação interpessoal com os colegas. Evitar preconceitos e estigmatização. O grande desafio do professor é entender a especificidade da doença, assim como de cada aluno. Realizar atividades educativas sobre a doença, envolvendo os profissionais, família e comunidade.
  • 35.
    Socialização do escolardiante de suas peculiaridades pessoais. Socialização do escolar diante de suas peculiaridades pessoais. Participação ativa no tratamento, através de contato estreito com o hospital. Disseminação de conhecimentos sobre a doença genética mais prevalente do Brasil. Desafios do Professor e da Escola Pessoas com DF podem fazer exercícios físicos, sob orientação médica.
  • 36.
    Participação ativa notratamento, através de contato estreito com o hospital. Socialização do escolar diante de suas peculiaridades pessoais. Participação ativa no tratamento, através de contato estreito com o hospital. Disseminação de conhecimentos sobre a doença genética mais prevalente do Brasil. Desafios do Professor e da Escola A resolução no 41/1995 determinou a criação da Classe Hospitalar, para o acompanhamento do currículo escolar, durante a internação de crianças e adolescentes. É importante a interlocução entre os profissionais das classes escolares e os professores da rede de ensino. O professor é um agente facilitador da promoção e da proteção da saúde infanto-juvenil.
  • 37.
    Disseminação de conhecimentossobre a doença genética mais prevalente do Brasil. Socialização do escolar diante de suas peculiaridades pessoais. Participação ativa no tratamento, através de contato estreito com o hospital. Disseminação de conhecimentos sobre a doença genética mais prevalente do Brasil. Desafios do Professor e da Escola Nascem mais de 3.000 brasileiros a cada ano com a Doença Falciforme, no país. Todos precisam conhecê-la. A aliança hospital-escola auxilia no processo de desconstruir “ideias de exclusão”. JUNTOS PODEMOS FAZER A DIFERENÇA! O Rio de Janeiro é o segundo Estado com maior incidência do Brasil. Todos devemos compartilhar seus conhecimentos.
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    A criança comDoença Falciforme (DF) é ativa e participativa, como as demais crianças, mas há muitas coisas que você pode fazer para ajudar a encorajar seu aluno com Doença Falciforme.
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