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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
CAMPUS PROF. ALBERTO CARVALHO
PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS
PROFISSIONAL EM REDE (PROFLETRAS)
UNIDADE DE ITABAIANA
A LÁGRIMA DE UM CAETÉ, DE NÍSIA FLORESTA,
COMO CORPUS SENSÍVEL E POSSÍVEL
PARA O 9° ANO
Waldemar Valença Pereira
Orientadora: Prof.ª Dr.ª Christina B. Ramalho
INTRODUÇÃO
Após conhecermos a façanha literária da escritora
brasileira Dionísia Gonçalves Pinto (1810-1885), mais
conhecida como Nísia Floresta, que, além de vários livros
publicados, escreveu, também, um poema épico indianista
e indigenista, em pleno século XIX, intitulado A lágrima de
um Caeté (1849), sentimo-nos inclinados a produzir uma
pesquisa científica, de cunho profissional, para fortalecer o
ensino de Língua Portuguesa, através do texto literário.
Sendo assim, resolvemos desenvolver estudos sobre “A
lágrima de um Caeté, de Nísia Floresta, como um corpus
sensível e possível para o 9o ano”, resultado do desejo de
mediar momentos de estímulo à leitura da obra poética, no
Ensino Fundamental, entre jovens de 13 a 17 anos de idade.
1. CONSIDERAÇÕES TÉORICAS
1.1 Sobre o lugar do texto literário no Ensino Fundamental
Em um momento do livro Aula (1978),
relacionado à palestra de apresentação na aula
inaugural da cadeira de Semiologia Literária, no
Colégio de França, o crítico Roland Barthes
sentenciou que “Se, por não sei que excesso de
socialismo ou de barbárie, todas as disciplinas
tivessem de ser expulsas do ensino, exceto uma, é a
disciplina literária que devia ser salva” (1978, p.16),
argumentando, em defesa dessa afirmação, o fato
incontestável de que todas as ciências encontram-
se diluídas no patrimônio literário.
Outros(as) intelectuais, como Tzvetan Todorov,
Umberto Eco e Roland Barthes, somados a Sílvio
Romero, Marisa Lajolo, Regina Zilberman, Massaud
Moisés e Antônio Cândido, Rildo Cosson, entre
outros(as), auxiliaram-nos nessa pesquisa.
1.2 Sobre a poesia épica
Para que a nossa ação pedagógica
funcionasse de um modo crítico,
fundamentamo-nos em pesquisas de Anazildo
Vasconcelos da Silva, sobre a Semiotização
Literária do Discurso, posteriormente
desenvolvidas, também, por Christina
Ramalho.
Dupla semiotização
do discurso épico
“O discurso épico caracteriza-se por sua natureza
híbrida, isto é, por apresentar uma dupla instância de
enunciação, a narrativa e a lírica, mesclando por isso
mesmo, em suas manifestações, os gêneros
narrativo e lírico. (…) Com a conversão da proposta
aristotélica em teoria do discurso épico, impõe-se o
reconhecimento da epopéia apenas por sua instância
narrativa, predominante na elaboração discursiva da
épica clássica, fazendo com que a crítica,
inadvertidamente, arrolasse a epopéia ao gênero
narrativo, figurando-a ao lado de uma narrativa de
ficção (…)”
(SILVA e RAMALHO, 2007, p. 49)
2. CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS SOBRE A LÁGRIMA DE UM CAETÉ
2.1 Nísia Floresta
Fundamentamo-nos
em estudos de historiografia
literária desenvolvidos por
Constância Lima Duarte.
2.2 A lágrima de um caeté:
aspectos estéticos, culturais e a recepção crítica
“ Indígenas do Brasil, o que sois vós?
Selvagens? os seus bens já não gozais...
Civilizados? não... vossos tiranos
Cuidosos vos conservam bem distantes
Dessas armas com que ferido tem-vos
De sua ilustração, pobres Caboclos!
Nenum grau possuís!... Perdeste tudo,
Exceto de covarde o nome infame...”
(FLORESTA, 1997, p. 39)
3. PROPOSTA
METODOLÓGICA
3.1 Primeiras aulas:
conhecimentos prévios
3.2 Próximas aulas:
leitura do poema com
ilustrações
interpretativas
3.3 Últimas aulas do projeto “Poesia ilustrada 2015”
3.3.1 A publicação do poema ilustrado
3.3.2 A avaliação interativa com as pessoas envolvidas
3.3.3 Uma enquete para concluir
Nosso projeto pedagógico e literário, intitulado “POESIA
ILUSTRADA 2015” proporcionou momentos de
mediação, com a juventude, dotando-a de habilidades e
competências linguísticas, para uma possível
aprendizagem sobre heroísmo épico. Promovemos,
assim, uma produção de ilustrações, tanto de estrofes
quanto de episódios do poema, e publicamos duas
versões ilustradíssimas de A lágrima de um Caeté: uma
digital, disponível em nosso site, na internet, e a outra,
impressa, para compor o acervo da nossa biblioteca
escolar.
Disponível em: https://sites.google.com/site/alagrimadeumcaete/. Acesso: 07-06-2015.
NUNCA FOGEM SEMPRE FOGEM ÀS VEZES FOGEM
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
81.7
7
11
58
34.8
1
SOBRE HERÓIS E HEROÍNAS
2a QUESTÃO
ENQUETE 1
ENQUETE 2
Emporcentagens
4. ANÁLISE DE DADOS
NO TEMPO LIVRE NA CASA DE AMIGO(A)
0
2
4
6
8
10
12
14
52,2%
43,5%
47,8%
56,5%
AVALIAÇÃO AUTÊNTICA 01
GOSTA DE LER?
POSITIVO
NEGATIVO
Númerodepessoas
NO TEMPO LIVRE NA CASA DE AMIGO(A)
0
2
4
6
8
10
12
14
16
82,4%
35,3%
17,6%
64,7%
AVALIAÇÃO AUTÊNTICA 02
VOCÊ GOSTA DE LER ?
POSITIVO
NEGATIVO
Númerodepessoas
5. PROPOSTA PARA ENFRENTAR O PROBLEMA
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Atualmente, estamos reaplicando o projeto de
Mestrado em outro município sergipano: Santa Luzia do
Itanhi. Escolhemos o nono ano do Colégio Estadual
Comendador Calazans, no ano letivo de 2015, sob a
coordenação de Luciana Costa Paixão e direção de
Maria Aparecida Torres Barreto e compartilhamos com
a cidade sergipana de Itanhi, o projeto “POESIA
ILUSTRADA 2015”, de modo a continuar mantendo vivo
o desejo de divulgar essa esquecida obra romântica.
Agradecemos aos pesquisadores Silva e Ramalho
que são responsáveis, respectivamente e
simultaneamente, pelo resgate dos estudos épicos
nacionais em âmbito nacional e internacional.
Inclusive, Ramalho articulou uma rede internacional
de pesquisa de estudos literários por meio do
CIMEEP/UFS - Centro Internacional e Multidisciplinar
de Estudos Épicos da Universidade Federal de
Sergipe.
Agradecemos aos pesquisadores Silva e Ramalho
que são responsáveis, respectivamente e
simultaneamente, pelo resgate dos estudos épicos
nacionais em âmbito nacional e internacional.
Inclusive, Ramalho articulou uma rede internacional
de pesquisa de estudos literários por meio do
CIMEEP/UFS - Centro Internacional e Multidisciplinar
de Estudos Épicos da Universidade Federal de
Sergipe.
Vale lembrar ainda que, durante o processo de Qualificação
de Mestrado, desenvolvemos uma versão do poema A lágrima
de um Caeté, dotado de notas de rodapé inéditas. Em breve,
com estudos mais rigorosos, poderemos fazer uma nova
página (virtual) em nosso site, dando prosseguimento a esse
estudo. Uma outra situação, premeditada desde a nossa
Qualificação de Mestrado, foi a de associar o estudo de Nísia
Floresta com a poesia autoral, segundo Silva (2010, p. 15), e
indigenista, a nosso ver, da escritora feminista Olga Savary,
poetisa e autora de Haikais, Anima Animalis e, da coletânea,
Repertório Selvagem. Esse estudo comparado está em pleno
desenvolvimento.
BIBLIOGRAFIA

ALBUQUERQUE, Samuel Barros de Medeiros. Antonio Dias Coelho e Mello, o barão da
Estância. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. Vol. 1, n. 1
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
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2003.

ANTUNES, Irandé. O território das palavras: estudo do léxico em sala de aula. São
Paulo: Parábola, 2012.

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Bruna. 3a ed. São Paulo: Cultrix, 1988.

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do seu tempo. 1ª ed. Brasília: Mercado Cultural, 2006.
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sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola, 2005.
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terceiro e quarto ciclos: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998.
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CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos, 1750-1880. 14a ed.
Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2013.
CEREJA, William Roberto. Ensino de literatura: uma proposta dialógica para o trabalho com
literatura. São Paulo: Atual, 2005.
CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. Trad. Fúlvia M. L. Moretto. São Paulo: Editora UNESP,
2012.
COELHO, Nelly Novaes. Dicionário crítico de escritoras brasileiras: (1711-2001). São Paulo:
Escrituras Editora, 2002.
CONDEMARÍN, Mabel e MEDINA, Alejandra. Avaliação autêntica: um meio para melhorar as
competências em linguagem e comunicação. Trad. Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2005.
COSSON, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. 2a ed. São Paulo: Contexto, 2011.
CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico da língua portuguesa. 4a ed. Rio de
Janeiro: Lexicon, 2010.
DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica nossa capacidade de ler.
Trad. Leonor Scliar-Cabral. Porto Alegre: Penso, 2012.
DETIENNE, Marcel. Mestres da verdade na Grécia arcaica. Trad. Ivone C. Benedetti. São Paulo:
Editora WMF Martins Fontes, 2013.
D’ONOFRIO, Salvatore. Forma e sentido do texto literário. São Paulo: Ática, 2007.
DUARTE, Constância Lima. Nísia Floresta: vida e obra. Natal: Editora Universitária (UFRN), 1995.
DUARTE, Constância Lima. Revendo o indianismo brasileiro: A lágrima de um Caeté de Nísia
Floresta. Revista do Centro de Estudos Portugueses, [S.l.], v. 19, n. 25, p. 153-177, Nov. 2014.
Disponível em: <<http://periodicos.letras.ufmg.br/index.php/cesp/article/view/6799" t "_blank>>.
Acesso: 28/01/2015.
GERALDI, João Wanderley. Portos de passagem. 5a ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes,
2013.
GOMES, Carlos. Ensino de literatura e cultura: do resgate à violência doméstica. Jundaí: Paco
Editorial, 2014.
GONDRA, José Gonçalves; SCHUELER, Alessandra. Educação, poder e sociedade no Império
brasileiro. São Paulo: Cortez, 2008.
HEGEL, G.W.F. Curso de estética: o sistema das artes. Trad. Álvaro Ribeiro. São Paulo: Martins
Fontes, 1997.
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Eustáquio Romão. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2010.
JOUVE, Vicent. Por que estudar literatura?. Trad. de Marcos Bagno e Marcos Marcionilo. São
Paulo: Parábola, 2012.
KRÜGER, Marcos Frederico. Amazônia: mito e literatura. 3a ed. Manaus: Editora Valer, 2011.
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1999.
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administrativo. In: OLIVEIRA, João Pacheco de (Comp.). Hacia una antropologia del
indigenismo: estudíos críticos sobre los procesos de dominación y las perspectivas políticas
actuales de los indigenas en Brasil. Rio de Janeiro/Lima: Contra capa, 2006, p. 97-126.
LOWMAN, Joseph. Dominando as técnicas de ensino. Trad. Harue Ohara Avritscher. São Paulo:
Atlas, 2004.
MARIÁTEGUI, José Carlos. El indigenismo en la literatura nacional. In: CASTRO, Manuel Aquézolo
(Comp.). La polemica del indigenismo. Lima: Mosca Azul Editores, 1987, p.31-38.
MOISÉS, Massaud. A criação literária: poesia. 16a ed. São Paulo: Cultrix, 2003.
MOISÉS, Massaud. A análise literária. 18ª ed. São Paulo: Cultrix, 2007.
MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. 12a. ed. São Paulo: Cultrix, 2013.
MONTAIGNE, Michel. Ensaios. Trad. Sérgio Millet. Vol. 1. São Paulo, Nova Cultural, 1996.
MORIN, Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Trad. Eloá Jacobina.
20a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012.
PALLARES-BURKE, Maria Lúcia Garcia. Nísia Floresta : o Carapuceiro e outros ensaios de tradução
cultural. São Paulo: Editora Hucitec, 1996.
PERINI, Mário. Gramática do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2010.
PERRENOUD, Phillipe. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Trad. Patrícia Chitton Ramos.
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PETIT, Michèle. Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Trad. Celina Olga de Souza. São Paulo:
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PIVA JÚNIOR, Dilermano. Sala de aula digital: uma introdução à cultura digital para educadores. 1a
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RAMALHO, Christina; VIANNA, Beto (Orgs.). Olha o poema na escola. Aracaju: Infophrafics, 2014.
RAMALHO, Christina. Elas escrevem o épico. Florianópolis: Ed. Mulheres, 2005.
RAMALHO, Christina. Vozes épicas: história e mito segundo as mulheres. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.
Tese de Doutorado.
RAMALHO, Christina. Poemas épicos: estratégias de leitura. Rio de Janeiro: Uapê, 2013.
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Miguilim Revista Eletrônica do Netlli, Crato, v. 3, n. 1, p. 128-144, jan.-abr. 2014. Disponível em: <<
http://periodicos.urca.br/ojs/index.php/MigREN/article/download/650/713>>. Aces-so: 05/01/2015.
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SILVA, Anazildo Vasconcelos; QUESADO, José Clécio Basílio; DANTAS, José Maria de Souza.
Desconstrução/construção no texto lírico. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975.
SILVA, Anazildo Vasconcelos. Semiotização literária do discurso. Rio de Janeiro: Elo, 1984.
SILVA, Anazildo Vasconcelos. Formação épica da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Elo, 1987.
SILVA, Anazildo Vasconcelos; RAMALHO, Christina. História da Epopéia Brasileira: teoria, crítica e
percurso. Rio de Janeiro: Garamond, 2007.
SILVA, Anazildo Vasconcelos. Quem canta comigo: representação social na poesia de Chico
Buarque. Rio de Janeiro: Garamond, 2010.
SILVA, Ezequiel Theodoro e ZILBERMAN, Regina. Literatura e Pedagogia: ponto & contraponto.
Porto Alegre - RS: Mercado Aberto, 1990.
SOARES, Magda Linguagem e escola - uma perspectiva social. 17 コ ed. São Paulo: チ tica, 2002.
SOARES, Gabriela Pellegrino. Direitos ancestrais indígenas, mediações culturais e horizontes políticos
do presente. In: DUTRA, Eliana de Freitas (Org.). O Brasil em dois tempos: história, pensamento
social e tempo presente. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013, p. 357-369.
SORRENTI, Neusa. A poesia vai à escola: reflexões, comentários e dicas de atividades. 2a ed. Belo
Horizonte: Autêntica Editora, 2009.
STADEN, Hans. Duas viagens ao Brasil: primeiros registros sobre o Brasil. Trad. Angel
Bojadsen. Porto Alegre: L&PM, 2013.
TODOROV, Tzvetan. A descrição da significação em literatura. In: GENETE, Gérard [et al.] (Orgs.).
Literatura e Semiologia. Pesquisas semiológicas. Petrópolis: Editora Vozes, 1972, p. 148-159.
TODOROV, Tzvetan. O medo dos bárbaros: para além do choque das civilizações. Trad.
Guilherme João de Freitas Teixeira. Petrópolis: Vozes, 2010.
TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Trad. Caio Meira. 4a ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2012.
UNESCO. A ciência para o século XXI: uma nova visão e uma base de ação. - Brasília:
UNESCO/ABIPTI, 2003.
VERNANT, Jean-Pierre. Mito e pensamento entre os gregos: estudos de psicologia histórica.
Trad. Haiganuch Sarian. 2a ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
XAVIER, Elódia. Prefácio. In: GOMES, Carlos Magno [et al.] (Orgs.). Leituras literárias: mito,
gênero e ancestralidade. São Cristóvão: Editora UFS, 2014.
XAVIER, Elódia. Para além do cânone. In: RAMALHO, Christina (Org.). Literatura e Feminismo:
propostas teóricas e reflexões críticas. Rio de Janeiro: Elo, 1999, p. 15-22.
ANEXOS
Anexo 1: A lágrima de um Caeté, de Nísia Floresta,
com ilustrações
Anexo 2: Enquete 01
Anexo 3: Enquete 02
Anexo 4: Avaliação autêntica
Anexo 5: I Verificação de aprendizagem
Anexo 6: II Verificação de aprendizagem
Anexo 7: Vocabulário para o jogo educacional
“Pode perguntar”
Anexo 8: Guia para explorar os recursos didáticos
disponíveis no site
Ilustração de Saymon N. da S. Santos
9° ano “A” do E.F.
AGRADECIMENTOS
Agradeço à inteligência divina, feminina e/ou masculina, certamente cósmica;
À minha amada Shenna Sousa, minha noiva de luz, além do filho e família dela;
À Nísia Floresta, uma escritora poliglota, do século XIX;
À amiga e orientadora ímpar, escritora, poetisa e feminista Christina Ramalho;
À minha mãe, minha irmã, às minhas duas sobrinhas e ao meu filho Davi Valença;
À Banca Examinadora dessa dissertação e à convidada externa Prof.ª Dr.ª Anélia
Pietrani (UFRJ) ;
À Constância Lima Duarte, muito solícita conosco na vida acadêmica;
A Anazildo Vasconcelos da Silva, pelos ensinamentos na área de Semiótica;
À coordenação de Dr. Carlos Magno Gomes, um ser humano de tão humano ser;
À equipe docente e discente do PROFLETRAS da UFS na unidade de Itabaiana;
À amizade de Daniel Luís S. Meneses e às exóticas ilustrações criadas por ele;
À amabilidade da turma de 9° ano no Colégio Estadual Arabela Ribeiro (CEAR);
Às professoras de Língua Portuguesa e todo quadro do corpo docente no CEAR;
À coordenação (e apoio técnico) de Everalda, Gedalva, Socorro e Vera do CEAR;
Às mulheres que ousam, feito Olga Savary, na vida e na arte literária;
Às comunidades indígenas apócrifas e àquelas que se comunicam por escrito;
A toda a gente que nos aceitou com amizade e soube esquecer nossa ignorância;
À bolsa de estudo financiada pela CAPES do MEC (Ministério da Educação);
Agradeço, enfim, às forças politeístas e monoteístas e ao mundo incognoscível.
FIM

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Nísia Floresta e uma pesquisa de mestrado na UFS

  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CAMPUS PROF. ALBERTO CARVALHO PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS PROFISSIONAL EM REDE (PROFLETRAS) UNIDADE DE ITABAIANA A LÁGRIMA DE UM CAETÉ, DE NÍSIA FLORESTA, COMO CORPUS SENSÍVEL E POSSÍVEL PARA O 9° ANO Waldemar Valença Pereira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Christina B. Ramalho
  • 2.
  • 3. INTRODUÇÃO Após conhecermos a façanha literária da escritora brasileira Dionísia Gonçalves Pinto (1810-1885), mais conhecida como Nísia Floresta, que, além de vários livros publicados, escreveu, também, um poema épico indianista e indigenista, em pleno século XIX, intitulado A lágrima de um Caeté (1849), sentimo-nos inclinados a produzir uma pesquisa científica, de cunho profissional, para fortalecer o ensino de Língua Portuguesa, através do texto literário. Sendo assim, resolvemos desenvolver estudos sobre “A lágrima de um Caeté, de Nísia Floresta, como um corpus sensível e possível para o 9o ano”, resultado do desejo de mediar momentos de estímulo à leitura da obra poética, no Ensino Fundamental, entre jovens de 13 a 17 anos de idade.
  • 4. 1. CONSIDERAÇÕES TÉORICAS 1.1 Sobre o lugar do texto literário no Ensino Fundamental Em um momento do livro Aula (1978), relacionado à palestra de apresentação na aula inaugural da cadeira de Semiologia Literária, no Colégio de França, o crítico Roland Barthes sentenciou que “Se, por não sei que excesso de socialismo ou de barbárie, todas as disciplinas tivessem de ser expulsas do ensino, exceto uma, é a disciplina literária que devia ser salva” (1978, p.16), argumentando, em defesa dessa afirmação, o fato incontestável de que todas as ciências encontram- se diluídas no patrimônio literário.
  • 5. Outros(as) intelectuais, como Tzvetan Todorov, Umberto Eco e Roland Barthes, somados a Sílvio Romero, Marisa Lajolo, Regina Zilberman, Massaud Moisés e Antônio Cândido, Rildo Cosson, entre outros(as), auxiliaram-nos nessa pesquisa.
  • 6. 1.2 Sobre a poesia épica Para que a nossa ação pedagógica funcionasse de um modo crítico, fundamentamo-nos em pesquisas de Anazildo Vasconcelos da Silva, sobre a Semiotização Literária do Discurso, posteriormente desenvolvidas, também, por Christina Ramalho.
  • 7. Dupla semiotização do discurso épico “O discurso épico caracteriza-se por sua natureza híbrida, isto é, por apresentar uma dupla instância de enunciação, a narrativa e a lírica, mesclando por isso mesmo, em suas manifestações, os gêneros narrativo e lírico. (…) Com a conversão da proposta aristotélica em teoria do discurso épico, impõe-se o reconhecimento da epopéia apenas por sua instância narrativa, predominante na elaboração discursiva da épica clássica, fazendo com que a crítica, inadvertidamente, arrolasse a epopéia ao gênero narrativo, figurando-a ao lado de uma narrativa de ficção (…)” (SILVA e RAMALHO, 2007, p. 49)
  • 8. 2. CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS SOBRE A LÁGRIMA DE UM CAETÉ 2.1 Nísia Floresta Fundamentamo-nos em estudos de historiografia literária desenvolvidos por Constância Lima Duarte.
  • 9. 2.2 A lágrima de um caeté: aspectos estéticos, culturais e a recepção crítica “ Indígenas do Brasil, o que sois vós? Selvagens? os seus bens já não gozais... Civilizados? não... vossos tiranos Cuidosos vos conservam bem distantes Dessas armas com que ferido tem-vos De sua ilustração, pobres Caboclos! Nenum grau possuís!... Perdeste tudo, Exceto de covarde o nome infame...” (FLORESTA, 1997, p. 39)
  • 10. 3. PROPOSTA METODOLÓGICA 3.1 Primeiras aulas: conhecimentos prévios 3.2 Próximas aulas: leitura do poema com ilustrações interpretativas
  • 11. 3.3 Últimas aulas do projeto “Poesia ilustrada 2015” 3.3.1 A publicação do poema ilustrado 3.3.2 A avaliação interativa com as pessoas envolvidas 3.3.3 Uma enquete para concluir
  • 12. Nosso projeto pedagógico e literário, intitulado “POESIA ILUSTRADA 2015” proporcionou momentos de mediação, com a juventude, dotando-a de habilidades e competências linguísticas, para uma possível aprendizagem sobre heroísmo épico. Promovemos, assim, uma produção de ilustrações, tanto de estrofes quanto de episódios do poema, e publicamos duas versões ilustradíssimas de A lágrima de um Caeté: uma digital, disponível em nosso site, na internet, e a outra, impressa, para compor o acervo da nossa biblioteca escolar. Disponível em: https://sites.google.com/site/alagrimadeumcaete/. Acesso: 07-06-2015.
  • 13. NUNCA FOGEM SEMPRE FOGEM ÀS VEZES FOGEM 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 81.7 7 11 58 34.8 1 SOBRE HERÓIS E HEROÍNAS 2a QUESTÃO ENQUETE 1 ENQUETE 2 Emporcentagens 4. ANÁLISE DE DADOS
  • 14. NO TEMPO LIVRE NA CASA DE AMIGO(A) 0 2 4 6 8 10 12 14 52,2% 43,5% 47,8% 56,5% AVALIAÇÃO AUTÊNTICA 01 GOSTA DE LER? POSITIVO NEGATIVO Númerodepessoas
  • 15. NO TEMPO LIVRE NA CASA DE AMIGO(A) 0 2 4 6 8 10 12 14 16 82,4% 35,3% 17,6% 64,7% AVALIAÇÃO AUTÊNTICA 02 VOCÊ GOSTA DE LER ? POSITIVO NEGATIVO Númerodepessoas
  • 16. 5. PROPOSTA PARA ENFRENTAR O PROBLEMA
  • 17. CONSIDERAÇÕES FINAIS Atualmente, estamos reaplicando o projeto de Mestrado em outro município sergipano: Santa Luzia do Itanhi. Escolhemos o nono ano do Colégio Estadual Comendador Calazans, no ano letivo de 2015, sob a coordenação de Luciana Costa Paixão e direção de Maria Aparecida Torres Barreto e compartilhamos com a cidade sergipana de Itanhi, o projeto “POESIA ILUSTRADA 2015”, de modo a continuar mantendo vivo o desejo de divulgar essa esquecida obra romântica.
  • 18. Agradecemos aos pesquisadores Silva e Ramalho que são responsáveis, respectivamente e simultaneamente, pelo resgate dos estudos épicos nacionais em âmbito nacional e internacional. Inclusive, Ramalho articulou uma rede internacional de pesquisa de estudos literários por meio do CIMEEP/UFS - Centro Internacional e Multidisciplinar de Estudos Épicos da Universidade Federal de Sergipe.
  • 19. Agradecemos aos pesquisadores Silva e Ramalho que são responsáveis, respectivamente e simultaneamente, pelo resgate dos estudos épicos nacionais em âmbito nacional e internacional. Inclusive, Ramalho articulou uma rede internacional de pesquisa de estudos literários por meio do CIMEEP/UFS - Centro Internacional e Multidisciplinar de Estudos Épicos da Universidade Federal de Sergipe.
  • 20. Vale lembrar ainda que, durante o processo de Qualificação de Mestrado, desenvolvemos uma versão do poema A lágrima de um Caeté, dotado de notas de rodapé inéditas. Em breve, com estudos mais rigorosos, poderemos fazer uma nova página (virtual) em nosso site, dando prosseguimento a esse estudo. Uma outra situação, premeditada desde a nossa Qualificação de Mestrado, foi a de associar o estudo de Nísia Floresta com a poesia autoral, segundo Silva (2010, p. 15), e indigenista, a nosso ver, da escritora feminista Olga Savary, poetisa e autora de Haikais, Anima Animalis e, da coletânea, Repertório Selvagem. Esse estudo comparado está em pleno desenvolvimento.
  • 21. BIBLIOGRAFIA  ALBUQUERQUE, Samuel Barros de Medeiros. Antonio Dias Coelho e Mello, o barão da Estância. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. Vol. 1, n. 1 (1913). Edição comemorativa do sesquicentenário de Aracaju, n. 34, 2003-2005.  ANTUNES, Irandé. Aula de Português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.  ANTUNES, Irandé. O território das palavras: estudo do léxico em sala de aula. São Paulo: Parábola, 2012.  ARISTÓTELES. A poética clássica: Aristóteles, Horácio e Longino. Trad. Jaime Bruna. 3a ed. São Paulo: Cultrix, 1988.  BARBOSA, Paulo Corrêa. Almanaque histórico Nísia floresta – uma mulher à frente do seu tempo. 1ª ed. Brasília: Mercado Cultural, 2006.  BARTHES, Roland. Aula. Trad. Leyla Perrone-Moisés. São Paulo: Editora Cultrix, 1978.  BLACKBURN, Robin. A construção do escravismo no novo mundo: do Barroco ao Moderno (1492-1800). Trad. Maria Beatriz de Medina. Rio de Janeiro: Record, 2003.  BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Nós cheguemu na escola, e agora?: sociolinguística & educação. São Paulo: Parábola, 2005.  BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998.
  • 22. CÂNDIDO, Antônio. Vários escritos. 5a ed Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011. CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos, 1750-1880. 14a ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2013. CEREJA, William Roberto. Ensino de literatura: uma proposta dialógica para o trabalho com literatura. São Paulo: Atual, 2005. CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. Trad. Fúlvia M. L. Moretto. São Paulo: Editora UNESP, 2012. COELHO, Nelly Novaes. Dicionário crítico de escritoras brasileiras: (1711-2001). São Paulo: Escrituras Editora, 2002. CONDEMARÍN, Mabel e MEDINA, Alejandra. Avaliação autêntica: um meio para melhorar as competências em linguagem e comunicação. Trad. Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2005. COSSON, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. 2a ed. São Paulo: Contexto, 2011. CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico da língua portuguesa. 4a ed. Rio de Janeiro: Lexicon, 2010. DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica nossa capacidade de ler. Trad. Leonor Scliar-Cabral. Porto Alegre: Penso, 2012. DETIENNE, Marcel. Mestres da verdade na Grécia arcaica. Trad. Ivone C. Benedetti. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2013. D’ONOFRIO, Salvatore. Forma e sentido do texto literário. São Paulo: Ática, 2007. DUARTE, Constância Lima. Nísia Floresta: vida e obra. Natal: Editora Universitária (UFRN), 1995. DUARTE, Constância Lima. Revendo o indianismo brasileiro: A lágrima de um Caeté de Nísia Floresta. Revista do Centro de Estudos Portugueses, [S.l.], v. 19, n. 25, p. 153-177, Nov. 2014. Disponível em: <<http://periodicos.letras.ufmg.br/index.php/cesp/article/view/6799" t "_blank>>. Acesso: 28/01/2015. GERALDI, João Wanderley. Portos de passagem. 5a ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2013. GOMES, Carlos. Ensino de literatura e cultura: do resgate à violência doméstica. Jundaí: Paco Editorial, 2014.
  • 23. GONDRA, José Gonçalves; SCHUELER, Alessandra. Educação, poder e sociedade no Império brasileiro. São Paulo: Cortez, 2008. HEGEL, G.W.F. Curso de estética: o sistema das artes. Trad. Álvaro Ribeiro. São Paulo: Martins Fontes, 1997. HOMERO. Odisseia. Trad. Carlos A. Nunes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011. IVIC, Ivan. Lev Semionovich Vygotsky. Ivan Ivic; Edgar Pereira Coelho (orgs.). Trad. José Eustáquio Romão. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2010. JOUVE, Vicent. Por que estudar literatura?. Trad. de Marcos Bagno e Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2012. KRÜGER, Marcos Frederico. Amazônia: mito e literatura. 3a ed. Manaus: Editora Valer, 2011. LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1999. LAJOLO, Marisa. Do intertexto ao hipertexto: as paisagens da travessia. In: Memória, literatura e tecnologia. ANTUNES, Benedito (Org.). São Paulo: Cultura Acadêmica, 2005, p. 27-36. LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes trópicos. Trad. Rosa Freire d' Aguiar. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. LIMA, Antonio Carlos de Souza. El indigenismo en Brasil: migración e reapropiacion de un saber administrativo. In: OLIVEIRA, João Pacheco de (Comp.). Hacia una antropologia del indigenismo: estudíos críticos sobre los procesos de dominación y las perspectivas políticas actuales de los indigenas en Brasil. Rio de Janeiro/Lima: Contra capa, 2006, p. 97-126. LOWMAN, Joseph. Dominando as técnicas de ensino. Trad. Harue Ohara Avritscher. São Paulo: Atlas, 2004. MARIÁTEGUI, José Carlos. El indigenismo en la literatura nacional. In: CASTRO, Manuel Aquézolo (Comp.). La polemica del indigenismo. Lima: Mosca Azul Editores, 1987, p.31-38. MOISÉS, Massaud. A criação literária: poesia. 16a ed. São Paulo: Cultrix, 2003. MOISÉS, Massaud. A análise literária. 18ª ed. São Paulo: Cultrix, 2007. MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. 12a. ed. São Paulo: Cultrix, 2013.
  • 24. MONTAIGNE, Michel. Ensaios. Trad. Sérgio Millet. Vol. 1. São Paulo, Nova Cultural, 1996. MORIN, Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Trad. Eloá Jacobina. 20a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012. PALLARES-BURKE, Maria Lúcia Garcia. Nísia Floresta : o Carapuceiro e outros ensaios de tradução cultural. São Paulo: Editora Hucitec, 1996. PERINI, Mário. Gramática do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2010. PERRENOUD, Phillipe. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Trad. Patrícia Chitton Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. PETIT, Michèle. Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Trad. Celina Olga de Souza. São Paulo: Editora 34, 2008. PIVA JÚNIOR, Dilermano. Sala de aula digital: uma introdução à cultura digital para educadores. 1a ed. São Paulo: Saraiva, 2013. RAMALHO, Christina; VIANNA, Beto (Orgs.). Olha o poema na escola. Aracaju: Infophrafics, 2014. RAMALHO, Christina. Elas escrevem o épico. Florianópolis: Ed. Mulheres, 2005. RAMALHO, Christina. Vozes épicas: história e mito segundo as mulheres. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004. Tese de Doutorado. RAMALHO, Christina. Poemas épicos: estratégias de leitura. Rio de Janeiro: Uapê, 2013. RAMALHO, Christina Bielinski; PEREIRA, Waldemar Valença. A recepção teórica à poesia éica. In: Miguilim Revista Eletrônica do Netlli, Crato, v. 3, n. 1, p. 128-144, jan.-abr. 2014. Disponível em: << http://periodicos.urca.br/ojs/index.php/MigREN/article/download/650/713>>. Aces-so: 05/01/2015. RANGEL, Egon de Oliveira. Dicionários em sala de aula. Elaboração de Egon de Oliveira Rangel e Marcos Bagno. 2a ed. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria da Educação Básica, 2009.
  • 25. ROMERO, Sílvio. Literatura, história e crítica. Luiz Antônio Barreto (Org.). Rio de Janeiro: Imago Ed.; Aracaju-Sergipe: Universidade Federal de Sergipe, 2002. SACRISTÁN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Trad. Ernani F. da F. Rosa. 3a ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. SANTAELLA, Lucia. Leitura de Imagens. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 2012. SAVARY, Olga. HAIKAIS. Porto Alegre: Roswitha Kempf Editores, 1986. SILVA, Anazildo Vasconcelos; QUESADO, José Clécio Basílio; DANTAS, José Maria de Souza. Desconstrução/construção no texto lírico. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975. SILVA, Anazildo Vasconcelos. Semiotização literária do discurso. Rio de Janeiro: Elo, 1984. SILVA, Anazildo Vasconcelos. Formação épica da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Elo, 1987. SILVA, Anazildo Vasconcelos; RAMALHO, Christina. História da Epopéia Brasileira: teoria, crítica e percurso. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. SILVA, Anazildo Vasconcelos. Quem canta comigo: representação social na poesia de Chico Buarque. Rio de Janeiro: Garamond, 2010. SILVA, Ezequiel Theodoro e ZILBERMAN, Regina. Literatura e Pedagogia: ponto & contraponto. Porto Alegre - RS: Mercado Aberto, 1990. SOARES, Magda Linguagem e escola - uma perspectiva social. 17 コ ed. São Paulo: チ tica, 2002. SOARES, Gabriela Pellegrino. Direitos ancestrais indígenas, mediações culturais e horizontes políticos do presente. In: DUTRA, Eliana de Freitas (Org.). O Brasil em dois tempos: história, pensamento social e tempo presente. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013, p. 357-369. SORRENTI, Neusa. A poesia vai à escola: reflexões, comentários e dicas de atividades. 2a ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009.
  • 26. STADEN, Hans. Duas viagens ao Brasil: primeiros registros sobre o Brasil. Trad. Angel Bojadsen. Porto Alegre: L&PM, 2013. TODOROV, Tzvetan. A descrição da significação em literatura. In: GENETE, Gérard [et al.] (Orgs.). Literatura e Semiologia. Pesquisas semiológicas. Petrópolis: Editora Vozes, 1972, p. 148-159. TODOROV, Tzvetan. O medo dos bárbaros: para além do choque das civilizações. Trad. Guilherme João de Freitas Teixeira. Petrópolis: Vozes, 2010. TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Trad. Caio Meira. 4a ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2012. UNESCO. A ciência para o século XXI: uma nova visão e uma base de ação. - Brasília: UNESCO/ABIPTI, 2003. VERNANT, Jean-Pierre. Mito e pensamento entre os gregos: estudos de psicologia histórica. Trad. Haiganuch Sarian. 2a ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990. XAVIER, Elódia. Prefácio. In: GOMES, Carlos Magno [et al.] (Orgs.). Leituras literárias: mito, gênero e ancestralidade. São Cristóvão: Editora UFS, 2014. XAVIER, Elódia. Para além do cânone. In: RAMALHO, Christina (Org.). Literatura e Feminismo: propostas teóricas e reflexões críticas. Rio de Janeiro: Elo, 1999, p. 15-22.
  • 27. ANEXOS Anexo 1: A lágrima de um Caeté, de Nísia Floresta, com ilustrações Anexo 2: Enquete 01 Anexo 3: Enquete 02 Anexo 4: Avaliação autêntica Anexo 5: I Verificação de aprendizagem Anexo 6: II Verificação de aprendizagem Anexo 7: Vocabulário para o jogo educacional “Pode perguntar” Anexo 8: Guia para explorar os recursos didáticos disponíveis no site
  • 28. Ilustração de Saymon N. da S. Santos 9° ano “A” do E.F.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33. AGRADECIMENTOS Agradeço à inteligência divina, feminina e/ou masculina, certamente cósmica; À minha amada Shenna Sousa, minha noiva de luz, além do filho e família dela; À Nísia Floresta, uma escritora poliglota, do século XIX; À amiga e orientadora ímpar, escritora, poetisa e feminista Christina Ramalho; À minha mãe, minha irmã, às minhas duas sobrinhas e ao meu filho Davi Valença; À Banca Examinadora dessa dissertação e à convidada externa Prof.ª Dr.ª Anélia Pietrani (UFRJ) ;
  • 34. À Constância Lima Duarte, muito solícita conosco na vida acadêmica; A Anazildo Vasconcelos da Silva, pelos ensinamentos na área de Semiótica; À coordenação de Dr. Carlos Magno Gomes, um ser humano de tão humano ser; À equipe docente e discente do PROFLETRAS da UFS na unidade de Itabaiana; À amizade de Daniel Luís S. Meneses e às exóticas ilustrações criadas por ele; À amabilidade da turma de 9° ano no Colégio Estadual Arabela Ribeiro (CEAR); Às professoras de Língua Portuguesa e todo quadro do corpo docente no CEAR; À coordenação (e apoio técnico) de Everalda, Gedalva, Socorro e Vera do CEAR; Às mulheres que ousam, feito Olga Savary, na vida e na arte literária; Às comunidades indígenas apócrifas e àquelas que se comunicam por escrito; A toda a gente que nos aceitou com amizade e soube esquecer nossa ignorância; À bolsa de estudo financiada pela CAPES do MEC (Ministério da Educação); Agradeço, enfim, às forças politeístas e monoteístas e ao mundo incognoscível.
  • 35. FIM