Apresentação1 terramoto

1.932 visualizações

Publicada em

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.932
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
82
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação1 terramoto

  1. 1. Terramoto de 1755 e a Reconstrução de Lisboa<br />
  2. 2. <ul><li>A política de Marques de Pombal e a acção dos “estrangeirados” foram fundamentais a nível da modernização do estado e das instituições, do urbanismo e das reformas de ensino.
  3. 3. Na tentativa de libertar o país da dependência económica em relação á Inglaterra, o Marquês tomou importantes medidas como:
  4. 4. Criação e reanimação de manufacturas;
  5. 5. Protecção de fábricas de lanifícios, de vidros, louças, cutelarias e sedas;
  6. 6. Fundação da Companhia Industrial da Agricultura das vinhas de alto Douro;
  7. 7. Companhias monopolistas para o comércio do oriente e do Brasil.</li></ul>Contextualização Histórica<br />
  8. 8. Marquês de Pombal<br />
  9. 9. Fez-se sentir na manhã de um de Novembro de 1755 ás 9:30 da manhã;<br />A terra tremeu três vezes num total de dezassete minutos e durante vinte e quatro horas a terra não deixou de estremecer, acompanhado de um sismo e este veio acompanhado de um Maremoto;<br />Só às sete horas de domingo a maré normalizou, seguido de um devastador incêndio;<br />O terramoto<br />
  10. 10. Relato de uma testemunha ocular…<br />
  11. 11. Uma primeira com a duração aproximada de minutos, pouco violenta, com intervalos de um minuto, com um movimento mais intenso durante cerca de dois minutos, provocando já danos consideráveis;<br />A segunda fase teve um intervalo de um minuto;<br />A terceira fase deu-se por três minutos, a mais violenta de todas.<br />O abalo decompôs-se em três fases:<br />
  12. 12. <ul><li>Interessantes são algumas das explicações encontradas na época;
  13. 13. Ao analisar as testemunhas da época entende-se que o terramoto não teve só reflexões a nível material mas também a nível psicológica e mental nas vítimas sobreviventes;
  14. 14. Logo nas semanas seguintes começaram a circular, tanto em Portugal como no estrangeiro, descrições do desastre;
  15. 15. Cerca de 85% das construções de Lisboa foram destruídas;
  16. 16. Na política, o terramoto foi também devastador;
  17. 17. A nível cultural e filosófico, o ano de 1755 insere-se numa era fulcral de uma grande transformação social.</li></li></ul><li>A família real escapou ilesa à catástrofe;<br />Tal como o rei, Marquês de Pombal sobreviveu ao terramoto;<br />Este aproveita para reforçar o seu poder e consolidar o Absolutismo, o que levou a um descontentamento da aristocracia;<br />Dia após o terramoto<br />
  18. 18. <ul><li>Primeiro-ministro do Rei D. José I, foi responsável pela reconstrução de uma cidade moderna;
  19. 19. Esta “nova” cidade constituiu uma das mais audazes propostas urbanísticas da Europa da época:</li></ul>As ruas largas para a passagem de cavalos e de carruagens, sendo que todas elas tinham passeios para peões, sistema de esgotos, de águas pluviais e de saneamento; <br />Todos os edifícios tinham um estilo semelhante: eram sóbrios e harmoniosos, reservando o rés-do-chão para o comércio a sobreloja para os escritórios, os dois andares e mansarda para a habitação.<br />As medidas tomadas pelo Marquês de Pombal para reconstruir a cidade de Lisboa<br />
  20. 20. O poder absoluto e centralizador de Marquês de Pombal levou-o a mandar distribuir pelas ruas de novo plano da cidade as lojas e ofícios;<br />Lisboa equipa-se com alguns monumentos notáveis, no entanto, houve alguns monumentos, em Lisboa, em que não se fizeram obras, para simbolizar este acontecimento tão trágico;<br />
  21. 21.
  22. 22. Terreiro do Paço<br />
  23. 23. Esta reforma abrangeu todos os graus de ensino:<br />Instituiu centenas de escolas de “ler, escrever e contar” cujo os professores eram pagos, nascendo assim a primeira rede de escolas primárias públicas em Portugal;<br />Fundou também escolas régias para o ensino das humanidades (gramática latina, grego, retórica e filosofia), que constituíram a base do futuro ensino secundário (os liceus criados em 1836);<br />Fundou o Real Colégio dos Nobres, para a educação dos Nobres;<br />Fundou a Aula do Comércio para preparar os comerciantes para um melhor desempenho das suas actividades;<br />Reformou a universidade de Coimbra, dotando-as de novos estatutos e criando novas faculdades<br />Reforma do ensino levada a cabo pelo Marquês de Pombal<br />
  24. 24. Conclusão<br />

×