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1266884451 comportamento crianca

O documento discute comportamentos normais e patológicos em crianças, focando-se em problemas comuns como choro, birras, inquietação e hiperatividade. Explica que o choro em bebés é normal, mas que bebés "chorões" podem precisar de mais atenção. Birras em crianças de 2-3 anos também são normais, mas os pais devem manter a calma e ignorar birras que ocorrem para manipular. Inquietação em crianças pequenas é normal, mas pode ser um sinal de hiperatividade se persistir

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Comportamentos
adequados aos
hábitos de
independência
progressiva na
infânciainfância
Formadora: Anabela CostaFormadora: Anabela Costa
Plano do Módulo
• Apresentação do Módulo
• Diagnóstico inicial
• Plano de Objectivos• Plano de Objectivos
– Conteúdos Programáticos
– Metodologias
– Avaliação
– Trabalho Final
NormalNormal
????????
PatológicoPatológico
Normal e Patológico
N o r m a l
O normal enquanto saúde, oposto à
doença;
O normal enquanto média estatística;
O normal enquanto ideal, utopia a realizar-
se ou a aproximar-se;
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procura de equilíbrio.
Normal e Patológico
C r i a n ç a - ser individual
Reconhecer os sintomas;
Avaliar a função e o peso que esses
sintomas têm na estrutura da criança;sintomas têm na estrutura da criança;
Avaliar essa estrutura no âmbito da
evolução genética e do seu ambiente;
Só depois se poderá concluir
se serão sintomas normais ou
patológicos
Normal e Patológico
C r i a n ç a - ser individual
“O objectivo não é necessariamente
tornar a criança conforme o que o seu
meio, família, escola ou a sociedademeio, família, escola ou a sociedade
esperam dela, mas sim torná-la capaz
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  • 1. Comportamentos adequados aos hábitos de independência progressiva na infânciainfância Formadora: Anabela CostaFormadora: Anabela Costa
  • 2. Plano do Módulo • Apresentação do Módulo • Diagnóstico inicial • Plano de Objectivos• Plano de Objectivos – Conteúdos Programáticos – Metodologias – Avaliação – Trabalho Final
  • 4. Normal e Patológico N o r m a l O normal enquanto saúde, oposto à doença; O normal enquanto média estatística; O normal enquanto ideal, utopia a realizar- se ou a aproximar-se; O normal enquanto um processo de procura de equilíbrio.
  • 5. Normal e Patológico C r i a n ç a - ser individual Reconhecer os sintomas; Avaliar a função e o peso que esses sintomas têm na estrutura da criança;sintomas têm na estrutura da criança; Avaliar essa estrutura no âmbito da evolução genética e do seu ambiente; Só depois se poderá concluir se serão sintomas normais ou patológicos
  • 6. Normal e Patológico C r i a n ç a - ser individual “O objectivo não é necessariamente tornar a criança conforme o que o seu meio, família, escola ou a sociedademeio, família, escola ou a sociedade esperam dela, mas sim torná-la capaz de ascender, com o menor número de limitações possível, à sua autonomia e felicidade.” Chiland (1965)
  • 9. Bebé C h o r o Até às 6 semanas - 2/3 h por dia 4º/6º mês - 1h por dia4º/6º mês - 1h por dia Nos primeiros meses, 40% do choro surge durante a noite, à medida que a criança cresce, chora mais tempo de dia do que de noite.
  • 10. Bebé B E B É C H O R Ã O O bebé chorão é muito sensível e reage queixando-se ou chorandoqueixando-se ou chorando abertamente. Quanto maior a ansiedade ou angustia dos pais/educadores, maior a inquietação da criança.
  • 11. Bebé B E B É C H O R Ã O É importante dedicar mais tempos e atenção ao bebé nos momentos em que ele está contente e calmo. Para que o choro sem motivo desapareça por completo, é necessário que os pais/educadores não lhe dêem importância enquanto chora e respondam de imediato quando a criança deixa de chorar. Com um bebé chorão também convém antecipar-se ao choro quando se apercebe que está mal-humorado e confortá-lo antes que comece a ficar desesperado.
  • 12. Birras e amuos B I R R A 2/3 anos – sentimento desentimento de identidade está a afirmar-se, começa a ter vontade própria e sente procura manifestar-se.
  • 13. Birras e amuos B I R R A A birra é uma das formas normais que a criança tem de manifestar a frustração que sente. Pelas contrariedades apresentadas pelosPelas contrariedades apresentadas pelos pais/educadores, Pelas suas próprias limitações físicas, Pela sua dificuldade em se expressar verbalmente, Por não entenderem as explicações e/ou não as aceitarem, Porque querem que as suas vontades se cumpram imediatamente, Porque quando não conseguem algo sentem um grande desgosto.
  • 14. Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Antes: prevenir_deve evitar-se o cansaço ou uma super- estimulação, parando as actividades antes que isso aconteça. Durante: tentar não perder a calma_ter-se consciência deDurante: tentar não perder a calma_ter-se consciência de que é uma situação normal, embora incomoda. O adulto deverá ser um bom modelo de auto controlo. Não é preciso bater, castigar ou fazer troça. Também não se deve ceder quando a birra é fruto de uma proibição que os educadores consideram completamente justificada. Depois: depois do “berreiro” a criança precisa de confirmar que os educadores, apesar de tudo, continuam a gostar dela e aproxima-se em busca de afecto. É importante que estes lhe peguem ao colo, sem fazer comentários sobre a birra e apreciem a calma e a possibilidade de diálogo.
  • 15. Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Ter disponível um lugar sem distracções, mas sem ser escuro nem desagradável. Avisar de antemão quais os comportamentos não desejados (bater, insultar) que irão provocar o Avisar de antemão quais os comportamentos não desejados (bater, insultar) que irão provocar o isolamento. Levar a criança ao lugar com firmeza, mas sem se alterar e explicando-lhe claramente o motivo, sem ceder. Respeitar escrupulosamente o tempo de isolamento, que não deve ser muito (bastam alguns minutos).
  • 16. Birras e amuos B I R R A – O que fazer? A técnica do isolamento é benéfica para que a criança se acalme e os pais consigam que oscriança se acalme e os pais consigam que os filhos não reajam constantemente com birras. É importante que a criança compreenda por que razão os pais/educadores estão aborrecidos com ela e o que deve fazer de futuro para o evitar.
  • 17. Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Às vezes as crianças acalmam-se abraçando- as e balançando-as um pouco. Não se deve troçar. A sua frustração e raiva são reais e nãotroçar. A sua frustração e raiva são reais e não merecem que se lhes falte ao respeito. Também não se deve ridicularizá-las nem dizer-lhes que os seu aborrecimento é pateta. Deve-se mostrar compreensão para com esse aborrecimento, mesmo que o mesmo não se possa evitar.
  • 18. Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Algumas vezes as birras são uma manifestação de sentimento de falta de atenção. É importante dedicar um tempoatenção. É importante dedicar um tempo especial à criança diariamente (em especial, os pais).
  • 19. Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Deve-se avaliar se há alguma coisa que esteja a provocar alteração na vida da criança, que lhe provoque incómodo, tristeza, frustração.lhe provoque incómodo, tristeza, frustração. Os pais/educadores deverão analisar se estarão a ser demasiado rígidos e se a criança estará a receber o afecto e a atenção que necessita. A birra poderá manifestar-se um sintoma de algo forte emocionalmente que a criança estará a sentir.
  • 20. Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Quando é evidente que a criança está a transformar as birras num modo de conseguir sempre o que quer, é preciso aprender a ignorá-las. Mesmo que inicialmente intensifiquem o berreiro, se houverinicialmente intensifiquem o berreiro, se houver persistência no método, as birras acabarão por diminuir. Nesta técnica, é importante permanecer impassível enquanto a birra durar. Quando terminar, deve-se acolher a criança, sem mencionar o sucedido, dando- lhe oportunidade de se reconciliar e de receber um elogio pelo seu bom comportamento.
  • 21. Birras e amuos B I R R A – O que fazer? Depois de uma birra é necessário que os pais/educadores dialoguem com a criança de forma tranquila, para que esta entenda queforma tranquila, para que esta entenda que com gritos e violência não se consegue nada. Cabe aos pais/educadores evitar que as crianças julguem que com birras conseguem o que querem!!
  • 22. Birras e amuos B I R R A As birras vão sendo menores àAs birras vão sendo menores à medida que os pais/educadores elogiam e valorizamos momentos em que a criança consegue dominar-se e exprimir a sua raiva ou frustração com palavras.
  • 24. Irrequietude ou hiperactividade? Irrequietude primária • Até 2/3 anos • A criança desloca-se para ir á procura de situações que lhe interessam ou para se afastarinteressam ou para se afastar de situações que já não lhe interessam À medida que a criança vai construindo um aparelho mental, vai substituindo a aventura motora pela aventura mental
  • 25. Irrequietude ou hiperactividade? Irrequietude • Após 3 anos • Ansiedade • Movimentação excessiva: anda• Movimentação excessiva: anda sempre à procura, em fuga constante, sem conseguir parar. • Algumas crianças só encontram calma nessa movimentação, sendo incapazes de estar sentadas. • Não têm consciência da sua irrequietude.
  • 26. Irrequietude ou hiperactividade? Irrequietude • Poderão: • Ter dificuldades de aprendizagem; • Ser agressivas; • Ter problemas de indisciplina e de relação com os• Ter problemas de indisciplina e de relação com os colegas e professores; • Ter problemas ao nível do sono (dormem mal, sonham pouco, não há passagem gradual entre vigília e sono); • Ser mais propensas a acidentes (têm dificuldade em pensar nos riscos que correm); PERTURBAÇÕES DA LINGUAGEM PERTURBAÇÕES DO PENSAMENTO
  • 27. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = Perturbação Deficitária da Atenção com Hiperactividade • A criança mexe-se mais, reflecte menos e está• A criança mexe-se mais, reflecte menos e está mais distraída comparativamente às crianças da mesma idade. • O hiperactivo é incapaz de controlar a sua atenção, a sua impulsividade e a sua necessidade de movimento. • Não se trata de ausência de vontade, mas ausência de controlo.
  • 28. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. •• Atenção:Atenção: - A criança distrai-se com facilidade, mesmo quando brinca; - Não presta atenção aos pormenores e o trabalho da- Não presta atenção aos pormenores e o trabalho da escola costuma estar sujo e desorganizado; - Muitas vezes parece não estar a ouvir quando se fala para ela; - Passa de uma actividade para outras sem terminar o que está a fazer; - Sendo difícil manter a atenção, apenas se inteira de parte das instruções dadas para as tarefas a realizar; - Esquece com facilidade das tarefas a realizar e muitas vezes perde o material da escola.
  • 29. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. •• Impulsividade:Impulsividade: - Incapacidade de pensar antes de agir, desrespeitando muitas vezes as normas sociais e as regras na sala; - muitas vezes as normas sociais e as regras na sala; - Grande dificuldade em esperar pela sua vez (num jogo de grupo, por ex.); - A criança responde antes de terminarem a pergunta; - Interfere nas conversas dos adultos e dá opiniões que não lhe foram solicitadas; - Corre riscos, tendo maiores probabilidades de acidentes; - Incapacidade de trabalhar para atingir resultados a médio/longo prazo;
  • 30. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. •• Agitação:Agitação: - Incapacidade de estar quietas: mesmo quando têm- Incapacidade de estar quietas: mesmo quando têm consciência disso, continuam incapazes de reprimir essa necessidade; - São mais activas que as outras crianças em todas as actividades e em muitos casos, mesmo durante o sono; - Levantam-se, correm ou saltam em momentos inadequados; - Agitação inútil e gratuita, desligada das tarefas em curso.
  • 31. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. •• Desobediência:Desobediência: - Dificuldade em obedecer, em se deixar dirigir pelas- Dificuldade em obedecer, em se deixar dirigir pelas regras estabelecidas; - Não é um desejo de oposição, mas sim ausência de controlo; - Sendo incapazes de obedecer regras, são muitas vezes vitimas de rejeição por parte dos colegas; - Certos professores manifestam a sua irritação dizendo que estas crianças não os ouvem e só fazem o que querem, sendo interpretados como mal-educados.
  • 32. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. •• Variabilidade no rendimento:Variabilidade no rendimento: - De um dia para o outro conseguem realizar um- De um dia para o outro conseguem realizar um trabalho com extrema exactidão e rapidez; - Esta característica leva a que os educadores caracterizem muitas vezes a criança como sendo preguiçosa; - É muito raro encontrar-se este género de variabilidade nas crianças sem hiperactividade.
  • 33. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. •• Para que a hiperactividade seja considerada um problema, osPara que a hiperactividade seja considerada um problema, os sintomas terão que ser observados tanto em casa como nasintomas terão que ser observados tanto em casa como na escola, durante um período de tempo contínuo e superior aescola, durante um período de tempo contínuo e superior a seis meses.seis meses.seis meses.seis meses. • Os sintomas aparecem entre os três e os cinco anos de idade; • Quase 50% das crianças hiperactivas apresentam também dificuldades importantes no comportamento; • Entre 10% e 25% das crianças hiperactivas têm também dificuldades em aprender; • Entre 3% e 5% das crianças em idade escolar sofrem de hiperactividade; • É mais frequente nos rapazes do que nas raparigas; • Os sintomas diminuem até à puberdade, mas nalguns casos persistem até à idade adulta.
  • 34. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. •• CausasCausas • Factores genéticos • Factores biológicos (disfunção nos transmissores neurais - dopamina)dopamina) • Provoca um abrandamento no funcionamento de uma zona o cérebro, responsável pelo controlo de certos comportamentos. • Consumo de álcool, tabaco e outras drogas, durante a gravidez. • Problemas durante o parto. A Hiperactividade pode ser agravada se as condições de vida familiar forem instáveis, quer seja por problemas psicológicos dos pais, dificuldades económicas ou por outras situações de stresse.
  • 35. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. •• TratamentoTratamento • Medicação – reduz a inquietação motora e aumenta a• Medicação – reduz a inquietação motora e aumenta a capacidade de atenção e concentração. • Acompanhamento Psicológico – ajuda a criança a controlar a impulsividade e dá-lhe regras para melhorar a maneira de fazer as coisas. Aprende a pensar antes de agir. • Acompanhamento Psicopedagógico – caso a perturbação tenha afectado a aprendizagem da leitura.
  • 36. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. Como agir •• Para se conseguir que a criança acalme e seja cada vez menos impulsiva é importante que os pais e educadores não a castiguem, mas antes valorizem os momentos do dia em que permanece calma e sabe esperar O apoio familiar é fundamental para o tratamento da criança hiperactiva.
  • 37. Irrequietude ou hiperactividade? Hiperactividade = P.D.A.H. Como agir •• Devido à sua actividade constante, a criança hiperactiva cansa-se facilmente e precisa de períodos de descanso para não acabar o dia totalmente esgotada. Os pais e os professores devem estabelecer hábitos regulares para que a criança saiba sempre o que deve fazer.
  • 38. Crianças distraídas ou lunáticas A criança com défice de atenção • Enquanto as hiperactivas têm• Enquanto as hiperactivas têm dificuldade em manter a sua atenção na tarefa, podendo ser muito boa no inicio e ir diminuindo, as lunáticas não conseguem estar atentas desde o inicio, não conseguem concentrar- se;
  • 39. Crianças distraídas ou lunáticas A criança com défice de atenção • Problemas de Memória _ dificilmente retêm matérias• Problemas de Memória _ dificilmente retêm matérias que não despertem a sua atenção, ou que não haja uma regra especifica (ex. x e ch) e principalmente em dados abstractos, pois nos factos concretos, a criança lunática revela uma memoria excelente; A transferência entre a memória imediata e a memória a longo prazo efectua-se com maior dificuldade.
  • 40. Crianças distraídas ou lunáticas A criança com défice de atenção • Lentidão _ levam muito mais tempo que as outras• Lentidão _ levam muito mais tempo que as outras crianças a compreender e assimilar ensinamentos; São inteligentes, mas as informações trabalham mais lentamente no cérebro. As suas zonas cerebrais que servem para a coordenação trabalham ao retardador.
  • 41. Crianças distraídas ou lunáticas A criança com défice de atenção • Ansiedade _ são calmas, sem problemas de• Ansiedade _ são calmas, sem problemas de comportamento, mas muitas vezes são ansiosas, talvez devido aos sucessivos fracassos que vão tendo. • Motricidade _ dificuldade na motricidade fina (recortar, escrever…). Problemas de equilíbrio e de coordenação.
  • 42. Crianças distraídas ou lunáticas A criança com défice de atenção • Dificuldade de Organização _ tem tendência para perder• Dificuldade de Organização _ tem tendência para perder ou esquecer objectos, de entregar trabalhos porque não fixou a data ou porque simplesmente se esqueceu de os entregar. Conforme se vai tornando mais autónoma, mais evidente se torna essa dificuldade. • Imaginação _ têm uma imaginação fértil, surpreendendo os adultos pelas suas ideias.
  • 43. Crianças distraídas ou lunáticas A criança com défice de atenção • Não conseguem estar atentas desde o inicio das tarefas,• Não conseguem estar atentas desde o inicio das tarefas, não conseguem concentrar-se; • Passam de uma actividade para a outra sem terminar nenhuma; • Parecem “ausentes”, “fechadas na sua concha”; • Com frequência são rotuladas de “preguiçosas”, “desordenadas” ou “desorganizadas”.
  • 44. Agressividade Infantil Nos primeiros anos • É normal haver uma certa• É normal haver uma certa agressividade, pois para a criança ainda é difícil ter em consideração os outros e controlar os seus impulsos.
  • 45. Agressividade Infantil Atitudes a tomar • Basta afastá-las, recriminar com suavidade o• Basta afastá-las, recriminar com suavidade o “agressor”. • É importante fazer-lhes ver como as suas acções afectam os outros e ensinar-lhes a reconciliarem-se. • Os pais e educadores devem ser pacientes e perseverantes, compreendendo que são coisas da idade, que requerem a sua intervenção e compreensão.
  • 46. Agressividade Infantil Nos anos seguintes • Há crianças que começam a• Há crianças que começam a habituar-se a brigar. Quer pelo temperamento forte e impulsivo, quer por estarem fisicamente mais envolvidas, ou por outras razões (nomeadamente do foro emocional).
  • 47. Agressividade Infantil Atitudes a tomar • Separá-la do grupo com calma e firmeza; • Dizer-lhe que assim não pode brincar e que volta quando souber controlar-se; •• Quando estiver calma, dizer-se-lhe com bons modos que não pode bater; • Embora reincida, não se deve desanimar nem chamar-lhe “má”, mas sim mostrarmostrar--lhe confiança em como aprenderálhe confiança em como aprenderá a controlara controlar--se e assim irá sentirse e assim irá sentir--se melhor e os amigosse melhor e os amigos gostarão mais dela.gostarão mais dela. • Elogiar os seus progressos e mencionar as vantagens.
  • 48. Agressividade Infantil É normal e saudável que as crianças utilizem muito o corpo nas suas brincadeiras, brincando muitas vezes com uma violência moderada e divertida. Com estas brincadeiras aprendem a controlar a suaCom estas brincadeiras aprendem a controlar a sua agressividade, a desenvolver e moderar energia, a pregar e receber bem as partidas. Não se deve suprimir estas brincadeiras, nem forçar as crianças a uma compostura excessiva. Pois, esta supressão poderá provocar algumas perturbações na criança.
  • 49. Agressividade Infantil Quando a agressividade de uma criança chama a atenção e, à medida que vai crescendo, acções como bater, insultar ou ameaçar sebater, insultar ou ameaçar se vão tornando um hábito, não se deve julgar que desaparecerá com o tempo, já que uma agressividade muito marcada na infância poderá ser presságio de maior agressividade no futuro.
  • 50. Agressividade Infantil O castigo físico, sobretudo quando aplicado para corrigir uma criançaaplicado para corrigir uma criança agressiva, revela uma grande contradição, pois ensina aquilo que se pretende corrigir.
  • 51. Agressividade Infantil Atitudes a tomar: Devem-se estabelecer limites aos comportamentos indesejáveis;indesejáveis; Elogiar os bons comportamentos; Ensinar aptidões para resolver conflitos: dialogar, negociar, pactuar, auto-afirmar-se, fazer valer os seus direitos; Ensinar a evitar e ignorar as provocações, a não ver hostilidade onde não existe e desenvolver sentido de humor
  • 52. Agressividade Infantil Quando uma criança revela tendência para ser agressiva, deve evitar-se que ela consiga satisfazer as suas necessidades por esse meio.por esse meio. É importante encontrar as causas profundas para o seu comportamento e tratá-las, recorrendo à ajuda de um profissional, se necessário.
  • 53. Passividade Dependendo do seu temperamento, há crianças mais calmas do que outras.que outras. Contudo, algumas vezes as crianças mais calmas, são mais sobrecarregadas nas responsabilidades e é- lhes dada menor atenção.
  • 54. Passividade As crianças passivas são pouco espontâneas, costumam observar com interesse o que querem, mas esperam que os outros se aproximem delas.os outros se aproximem delas. Quando as crianças são demasiado dóceis, têm maiores dificuldades em se defenderem e podem viver assustadas devido aos colegas mais agressivos.
  • 55. Passividade Estas crianças “demasiado boas” podem desenvolver insegurança e baixa auto- estima, podendo desenvolver bases de uma personalidade depressiva.personalidade depressiva. Precisam de apoio de pais e educadores para confiarem nelas próprias e sentirem-se cada vez mais seguras.
  • 56. Obediência/Desobediência A obediência surge do afecto e respeito mútuos. Deve ser criado um ambiente (familiar e na escola) onde todas as partes devem ser tidas em consideração; É necessário ser-se firme;
  • 57. Obediência/Desobediência Crianças com um ano. Quando a criança começa a dar os primeiros passos, há um mundo por conquistar, tendopassos, há um mundo por conquistar, tendo necessidade de explorar o ambiente à sua volta. Dizer “não, não” com calma, firmeza e próximo da criança Retirar o objecto; Se necessário, retirar a criança do local.
  • 58. Obediência/Desobediência Crianças com dois anos A criança está a descobrir-se, como pessoa única e diferente das outras. Sente que pode ter vontade própria e quer testá-la.e quer testá-la. Tem dificuldade em ter em conta as necessidades e perspectivas dos outros, tendo também um escasso conhecimento da realidade. É importante que pais/educadores consigam agir encontrando um equilíbrio entre as necessidades de autonomia e a independência das crianças e a aprendizagem de regras e limites, que lhes permitem segurança.
  • 59. Obediência/Desobediência Crianças com dois anos Quando a criança não dá importância, é melhor não recriminar e discutir com ela. O adulto deveránão recriminar e discutir com ela. O adulto deverá agir com habilidade, maturidade e alguma astúcia, utilizando a sugestão. Elogiar a criança e fazê-la sentir-se orgulhosa pelo seu bom comportamento funcionará muito melhor do que as repreensões e conflitos. Firmeza, paciência, compreensão e flexibilidade.
  • 60. Obediência/Desobediência Crianças mais crescidas À medida que crescem, as crianças adquirem uma grande liberdade de movimento, que lhes permite agir muitas vezes de forma contraditória ao desejo dos adultos. Para evitar alguns conflitos e ajudar as crianças a Obedecerem, os adultos devem : Dar o exemplo; Dar sempre uma explicação; Não entrar em discussões intermediárias; Mostrar-se firmes; Se recorrer ao castigo, que seja realista e cumprido; Ser coerentes; Haver concordância entre os adultos (pai/mãe; educadores); Falar com clareza e não pôr rótulos (“És um…”)
  • 61. Obediência/Desobediência Crianças mais crescidas Quando se quer que a criança adquira outros hábitos e comportamentos positivos, deve-sehábitos e comportamentos positivos, deve-se ainda: Certificar que a criança entendeu o que se lhe disse; Não gritar a ordem à distância (estar próximo, olhar nos olhos, num tom amável mas firme); Certificar-se que a tarefa foi cumprida; Se não for concretizada, abordar a criança de uma forma calma e positiva; Reforçar positivamente os progressos – elogiar.
  • 62. Anorexia Mental Perturbação que surge na infância, tanto em meninos como em meninas e mais tarde na adolescência, predominantemente em raparigas. • Luta activa contra o desejo de se aproximar do que sente falta; • Luta activa contra o desejo de se encher sem limites. • Retiram satisfação da não satisfação das suas necessidades.
  • 63. Tiques eTiques e GaguezGaguezGaguezGaguez E outras formas deE outras formas de instabilidadeinstabilidade
  • 64. Tiques e GaguezTiques e Gaguez • T I Q U E S • Estão relacionados com a evolução psicomotora, mas também com certas atitudes dos educadores.atitudes dos educadores. • São movimentos que inicialmente tinham um motivo, mas que se tornam automáticos, inoportunos e compulsivos, sem um propósito definido.
  • 65. Tiques e GaguezTiques e Gaguez • T I Q U E S – As crianças com tiques costumam ser muito sensíveis, perfeccionistas,ser muito sensíveis, perfeccionistas, exigentes consigo próprias, ansiosas e muitas vezes, tímidas. – Costumam surgir por volta dos seis anos. Evidenciam-se na puberdade. E tendem a desaparecer na adolescência.
  • 66. Tiques e GaguezTiques e Gaguez • T I Q U E S COMO AGIR? – O que não se deve fazer: • Centralizar a atenção no tique; • Repetir-lhe constantemente que deixe de o fazer; • Ralhar-lhe por fazer o movimento involuntário; • Rir ou comentar a rir junto com outras pessoas; • Culpar a criança.
  • 67. Tiques e GaguezTiques e Gaguez • T I Q U E S COMO AGIR? – O que se deve fazer: • Manter uma atitude calma; • Incutir-lhe confiança em como vai curar-se; • Verificar o que está na causa da ansiedade na criança; • Tentar solucionar ou ajudá-la a solucionar os problemas que estão na base da ansiedade; • Ensiná-la a relaxar os grupos musculares envolvidos no tique.
  • 68. Tiques e GaguezTiques e Gaguez • G A G U E Z – Surge entre 2/6 anos – altura do desenvolvimento verbal.desenvolvimento verbal. – Forma subtil de expandir a agressividade – Sendo um sintoma de inibição, a criança deveria ser estimulada a falar livremente, o que geralmente não acontece.
  • 69. Outras formas deOutras formas de InstabilidadeInstabilidade • “R O E R A S U N H A S” – A criança tenta dar atenção aos problemas que lhe são colocados.lhe são colocados. – Defesa contra a dispersão da atenção. – Não é uma manifestação de instabilidade, mas sim uma defesa contra ela. – Forma de dominar a ansiedade.
  • 70. Outras formas deOutras formas de InstabilidadeInstabilidade • F U R T O I N F A N T I L - Carência afectiva_sentimento de abandono – Depressão; – Frequentemente acompanhado de dificuldades de aprendizagem.
  • 71. Outras formas deOutras formas de InstabilidadeInstabilidade • F U R T O I N F A N T I L - Antes da criança ter sete anos é frequente agarrar em objectos de outras pessoas eagarrar em objectos de outras pessoas e considerá-las como seus. - Os pais e educadores devem incutir na criança conceitos morais sólidos para evitar que o problema se agrave à medida que a criança cresce.
  • 72. Outras formas deOutras formas de InstabilidadeInstabilidade • F U R T O I N F A N T I L COMO AGIR?COMO AGIR? - Explicar que não se pode privar ninguém do que é seu; - Acalmar a criança dizendo-lhe que pode acontecer a qualquer pessoa, mas que esperam que não volte a repetir-se; - Transmitir-lhe que se continua a confiar nela e não lhe chamar nomes como “ladra”.
  • 73. Outras formas deOutras formas de InstabilidadeInstabilidade • F U R T O I N F A N T I L COMO AGIR?COMO AGIR? - Fazer com que a criança devolva o objecto e peça desculpa pelo sucedido, explicando-lhe que quando se rouba alguma coisa, alguém sai prejudicado, ensinando a colocar-se no lugar do outro. - Ensinar-lhe a reflectir antes de agir. - Os pais devem dedicar mais atenção.
  • 74. Outras formas deOutras formas de InstabilidadeInstabilidade • F U R T O I N F A N T I L COMO AGIR?COMO AGIR? - Para aumentar a sua auto-estima e auto-confiança, podem proporcionar-lhe actividades nas quais se sinta satisfeita e receber elogios pelas suas habilidades e competências. - Dar-lhes algumas responsabilidades permirtir-lhe-á sentir que os adultos confiam nela, aumentando a sua auto- confiança.
  • 75. Outras formas deOutras formas de InstabilidadeInstabilidade • F U R T O I N F A N T I L COMO AGIR?COMO AGIR? - Os castigos não surtirão efeito se as causas que provocaram esse comportamento não forem resolvidas. - Os motivos devem ser investigados e agir-se sobre os mesmos. - Apesar dos esforços dos pais, se a criança voltar a roubar é importante consultar um psicólogo que ajudará a analisar e compreender a situação.
  • 76. Outras formas deOutras formas de InstabilidadeInstabilidade • D E P R E S S Ã O I N F A N T I L – Nem sempre revela inibições (gaguez), compensações (furtos), angústia (terror nocturno)… – Pode revelar-se através da tristeza manifesta e por perturbações de conduta.