Diretrizes de Avaliação / Comunidade

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Diretrizes de Avaliação da SEEDF. Síntese em slides, apresentado para a comunidade em 10/09/2014, Avaliação Institucional

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Diretrizes de Avaliação / Comunidade

  1. 1. DIRETRIZES DE AVALIAÇÃO
  2. 2. ARTICULAR TODAS ELAS DEVEM TER CARÁTER FORMATIVO
  3. 3.  AVALIAÇÃO QUE ANALISA INFORMAÇÕES OBTIDAS A FIM DE PROMOVER INTERVENÇÕES CONSTANTES;  É INDISPENSÁVEL O RETORNO (FEEDBACK) AOS APRENDIZES PARA QUE ELE SE MANTENHA INFORMADO SOBRE SUAS APRENDIZAGENS: AVANÇOS E FRAGILIDADES (AUTOREGULAÇÃO).
  4. 4. AVALIAÇÃO FORMATIVA COEXISTÊNCIA DAS DUAS FUNÇÕES EM TODOS OS 3 NÍVEIS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  BALANÇO DAS APRENDIZAGENS OCORRIDAS APÓS UM DETERMINADO PERÍODO DE TEMPO;  PODE NÃO TER COMO OBJETIVO A REALIZAÇÃO DE INTERVENÇÕES AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS PROMOVE INTERVENÇÕES ENQUANTO O TRABALHO PEDAGÓGICO SE DESENVOLVE SEM DICOTOMIA CONDUZ O PROCESSO PARA QUE NÃO SE PRIORIZE O PRODUTO
  5. 5. NÃO SÃO OS INSTRUMENTOS QUE DEFINEM A FUNÇÃO FORMATIVA DA AVALIAÇÃO, MAS A INTENÇÃO DO AVALIADOR/PROFESSOR E O USO QUE FAZ DELES. NOTAS E CONCEITOS PODEM CONVIVER COM A AVALIAÇÃO FORMATIVA DESDE QUE NÃO TENHAM FIM EM SI MESMOS : NÃO SEJA O ELEMENTO CENTRAL NEM O ESTUDANTE SEJA INCENTIVADO A ESTUDAR COM VISTAS A SUA OBTENÇÃO. ASSIM, A SEEDF APOIA O USO DE VARIADOS INSTRUMENTOS PROCEDIMENTOS FORMAS DIFERENCIADAS
  6. 6. A avaliação diagnóstica vai perpassar todo processo de ensino-aprendizagem; Recomenda-se não utilizar notas na auto avaliação para não desviar a atenção do estudante do objetivo principal que é perceber-se em seu processo de aprendizagem
  7. 7. ANOS INICIAIS
  8. 8. RAV – REGISTRO DE AVALIAÇÃO  DEVE CONSTAR TODAS AS INFORMAÇÕES REFERENTES ÀS APRENDIZAGENS JÁ CONSTRUÍDAS E AINDA NÃO CONSTRUIDAS, BEM COMO AS INTERVENÇÕES NECESSÁRIAS PARA PROGRESSÃO DESSE PROCESSO; REGISTRO DO CONSELHO DE CLASSE  DEVE SER FEITO EM FICHA PRÓPRIA;  DEVE RESSALTAR FRAGILIDADES E POTENCIALIDADES E ENCAMINHAMENTOS
  9. 9. INSTRUMENTOS POTENCIALIZADORES SUGESTÕES
  10. 10. AVALIAÇÃO POR PARES PROVAS PORTFÓLIO REGISTROS REFLEXIVOS SEMINÁRIOS/PESQUISAS AUTOAVALIAÇÃO
  11. 11. “ O uso de múltiplos procedimentos/instrumentos avaliativos possibilita aos estudantes o desenvolvimento das diferentes capacidades exigidas por cada um deles. A adoção exclusiva de provas retira desses sujeitos essa oportunidade, além de constituir um dificultador para o processo de reflexão e tomada de decisões sobre sua própria aprendizagem.” Currículo em Movimento
  12. 12. DEVER DE CASA – USO FORMATIVO  “A inserção do dever de casa em um processo avaliativo implica a necessidade de que ele seja discutido pelos diferentes segmentos e incluído no PPP da escola, assegurando sua utilização em benefício das aprendizagens dos estudantes . “  “É preciso garantir o constante diálogo com pais e responsáveis para que o acompanhamento dessa atividade (dever de casa) não signifique o próprio ensino do conteúdo;”  “É necessária a apresentação prévia do roteiro que organiza a realização do dever de casa”;  “Dever de casa sem alguma indicação bibliográfica e/ou em sítios próprios da internet, bem como sem a devida orientação de como proceder sua realização, pode ter reflexo negativo na relação do estudante com seus pais e mães, com a escola e, principalmente com o docente avaliador.”  “A falta de clareza quanto aos critérios e aos objetivos inerentes ao que de fato se quer, por meio do dever de casa, banaliza esse recurso pedagógico e enfraquece seu potencial formador contribuindo, também, para avaliação informal de caráter negativo.”  “Bem situado no trabalho pedagógico o dever de casa pode ser prazeroso e produtivo, contribuindo para a ampliação das aprendizagens e constituindo um facilitador da inclusão escolar.”
  13. 13.  PREVISTA EM LEI : “PROVER MEIOS PARA A RECUPERAÇÃO DOS ALUNOS DE MENOR RENDIMENTO OBTENÇÃO DE NOTAS PARA QUE SE ASSOCIE A AVALIAÇÃO FORMATIVA É PRECISO QUE HAJA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA CONTÍNUA JUNTO A TODOS OS ESTUDANTES SEMPRE QUE SUAS NECESSIDADES DE APREDIZAGEM FOREM EVIDENCIADAS; A AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA É IMPORTANTE NESSE PROCESSO; AS INTERVENÇÕES PROCESSUAIS (RECUPERACÃO) DEVEM SER REGISTRADAS NO DIÁRIO; AS INTERVENÇÕES PODEM SER REALIZADAS POR MEIO DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS, ATENDIMENTO NO CONTRATURNO, REAGRUPAMENTOS, PROJETOS INTERVENTIVO E OUTROS RECURSOS CRIADOS PELA ESCOLA. NÃO SE DEVE ESPERAR PELO FIM DE UMA SEMANA, BIMESTRE, SEMESTRE OU ANO LETIVO PARA OFERECER AS INTERVENÇÕES NECESSÁRIAS . DEVEM SER CONTÍNUAS. NADA FICA PARA DEPOIS.
  14. 14. PAIS/MÃES/RESPONSÁVEIS  NÃO SE DEVE EXCLUÍ-LOS DE SUAS FUNÇÕES SOCIAIS, SOB O RISCO DE FRAGILIZAR AS APRENDIZAGENS DOS FILHOS;  SÃO COBRADOS , MAS NEM SEMPRE SÃO INSERIDOS NO PROCESSO;  O CARÁTER PÚBLICO E DEMOCRÁTICO DA ESCOLA NÃO PODE SE ALINHAR A PRÁTICAS DE EXCLUSÃO;  É PRECISO OPORTUNIZAR , VIABILIZAR E INCENTIVAR AS PRÁTICAS PARTICIPATIVAS EFETIVAS DE PAIS/MÃES E RESPONSÁVEIS PARA QUE SE TORNEM CO-RESPONSÁVEIS PELS APRENDIZAGENS DOS FILHOS . A GESTAO DEMOCRATICA NÃO É ESPONTÂNEA, DEVE SER CONSTRUIDA;  É PRECISO QUE A ESCOLA CONHECA O PERFIL DAS FAMÍLIAS, POR MEIO DE INSTRUMENTOS CONSTRUÍDOS COM ESSE FIM;  OPORTUNIZAR ÀS FAMILIAS INFORMAÇÕES E ESCLARECIMENTOS ACERCA DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO, DOS PROCEDIMENTOS, CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS ADOTADOS PARA AVALIAÇÃO DOS ALUNOS;  GARANTIR A PRESENÇA DESSES ATORES NO CONSELHO DE CLASSE PARTICIPATIVO CONFORME PREVÊ A LEI DA GESTÃO DEMOCRÁTICA - COM OBJETIVO DE GERAR O PROTAGONISMO DESSE SEGMENTO.
  15. 15. AÇÕES PONTUAIS PARA GARANTIR A PARTICIPAÇÃO DE PAIS/MÃES E RESPONSÁVEIS  APRESENTAR, DISCUTIR E AVALIAR O PPP;  ESCLARECER A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO  ESCLARECER SOBRE A SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO ADOTADA PELA SEEDF, ESCOLA E SALA DE AULA;  POSSIBILITAR O ACOMPANHAMENTO DA ROTINA ESCOLAR DO ESTUDANTE;  PROMOVER REUNIÕES PEDAGÓGICAS  PROMOVER REUNIÕES FESTIVAS.  ESTABELECER CANAIS DE COMUNICAÇÃO  ESCLARECER OS OBJETIVOS DOS TRABALHOS, DO DEVER DE CASA, DAS ATIVIDADES DE SALA;  INSERIR AS FAMÍLIAS NA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL;  ESCLARECER O SIGNIFICADOS DOS REGISTROS UTILIZADOS (RAV, BOLETINS, ESCALAS, SÍMBOLOS) PARA QUE POSSSAM DIALOGAR COM A INSTITUIÇÃO E COMPREENDER EM QUE SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM SEU FILHO SE ENCONTRA.
  16. 16.  OS ESTUDANTES DEVEM SER AVALIADOS POR MEIO DE INSTRUMENTOS BEM PLANEJADOS E ESCRITOS;  OS ESTUDANTES, PAIS E RESPONSÁVEIS DEVEM CONHECER OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO;  APÓS DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS PARCIAIS OU NÃO, OS RESPONSÁVEIS PODEM SOLICITAR REVISÃO POR ESCRITO EM ATÉ 72 HORAS, A SER RESPONDIDA PELO DOCENTE /CONSELHO DE CLASSE.
  17. 17. AVALIAÇÃO FORMAL  MAIS CONHECIDA POR TODOS;  MAIS CLARA : TESTES, PROVAS, LISTAS DE EXERCICIOS, DEVERES DE CASA, FORMULÁRIOS, RELATÓRIOS E OUTROS. AVALIAÇÃO INFORMAL  SUBJETIVA;  CONSTITUIDOS POR JUIZOS QUE OS PROFESSORES FAZEM DOS ALUNOS;  NEGATIVA QUANDO GERA RÓTULOS (BOM/MAU);
  18. 18. O CONSELHO DE CLASSE  DEVE IDENTIFICAR O QUE OS ESTUDANTES APRENDERAM, O QUE NÃO APRENDERAM E O QUE DEVE SER FEITO POR TODOS PARA QUE AS APRENDIZAGENS ACONTEÇAM;  DEVE SE TER CUIDADO PARA QUE NÃO SE TORNE UM ESPAÇO HOSTIL ONDE A AVALIAÇÃO INFORMAL ACONTEÇA DE MANEIRA NEGATIVA PARA EXPOR, ROTULAR, PUNIR E EXCLUIR;  MESMO QUE SE UTILIZE INFORMAÇÕES OBTIDAS POR MEIO DA AVALIAÇÃO SOMATIVA, OS RESULTADOS DEVEM SER ANALISADOS DE FORMA INTEGRADA À AVALIAÇÃO FORMATIVA.  A ORGANIZAÇÃO E DINÂMICA DE REALIZAÇÃO DO CC É DE AUTONOMIA DAS ESCOLAS;  DEVE-SE OBSERVAR FRAGILIDADES MAS TAMBÉM AS POTENCIALIDADES.
  19. 19. RAV – REGISTRO DE AVALIAÇÃO  DOCUMENTO QUE DEVE CONTER ELEMENTOS DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA OBSERVADOS PELO DOCENTE E/OU PELO CONSELHO DE CLASSE, AS APRENDIZAGENS EVIDENCIADAS E AS DIFICULDADES PERCEBIDAS, ALÉM DAS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS E/OU AS INTERVENÇÕES CONDUZIDAS PARA SANAR AS DIFICULDADES ENCONTRADAS, OS SEUS RESULTADOS E OUTRAS ORIENTAÇÕES QUE SE FIZEREM NECESSÁRIAS.  NÃO É PERMITIDO UTILIZAR RÓTULOS E EXPRESSÕES CONSTRANGEDORAS, RELATOS OU TERMOS DESABONADORES ÀS FAMÍLIAS, ÀS CONDIÇÕES SOCIAIS E OUTROS QUE NÃO QUALIFICAM O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM.
  20. 20. PROVA / TESTE / USO DE NOTAS  Não deve ser utilizada exclusivamente, pois ela sozinha não é capaz de revelar todas as evidências de aprendizagem;  A construção da prova leva em conta os objetivos de aprendizagem e sua correção é feita por meio de critérios claros e conhecidos dos estudantes, para que ela constitua espaço-tempo de aprendizagens. Seus resultados são devolvidos aos estudantes (feedback) o mais rapidamente possível.  Provas multidisciplinares, interdisciplinares, simulados são aceitas desde que os objetivos sejam a aprendizagem de todos os alunos  Testes integrados (multi e transdisciplinares) só têm sentido se as aulas e práticas que antecedem essas provas forem desenvolvidos dentro dessa perspectiva.  O uso de notas não impossibilita a avaliação formativa desde que seja um indicativo A MAIS das condições de aprendizagem dos estudantes.
  21. 21. A AUTOAVALIAÇÃO  Contribui para a conquista da autonomia intelectual do estudante;  Processo pelo qual o próprio estudante analisa continuamente as atividades desenvolvidas e em desenvolvimento, registra suas percepções e sentimentos e identifica futuras ações, para que haja avanço na aprendizagem;  Nessa análise o estudante leva em conta: o que já aprendeu, o que não aprendeu, os aspectos facilitadores e os dificultadores tomando por base os objetivos da aprendizagem e os critérios de avaliação;  Não visa atribuição de notas pelo aluno ;  É mais ligada a avaliação para as aprendizagens;  Valorizar o pensamento do estudante acerca da qualidade do próprio trabalho constitui um desafio a ordem estabelecida e a rotina escolar
  22. 22. ÉTICA E AVALIAÇÃO A AVALIAÇÃO PRECISA SER CONDUZIDA COM ÉTICA, O QUE SIGNIFICA LEVAR EM CONTA OS SEGUINTES ASPECTOS:  Respeito às produções dos estudantes (elas lhes pertencem);  Avaliação desvinculada de comparação (compara-se o progresso do estudante com as suas próprias capacidades);  Avaliação encorajadora;  Entrega dos resultados da avaliação aos estudantes e aos seus pais/responsáveis.
  23. 23. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL  Avaliar todas as instâncias que compõem a organização escolar é pauta constante deste nível da avaliação com o intuito de colocar quaisquer ações a serviço das aprendizagens.  A autoavaliação pela escola realiza-se ao longo do ano letivo, tendo como referência o projeto político-pedagógico, por meio de procedimentos por ela construídos. A SEEDF, em seus diversos setores, deve compor parceria com a escola, para orientar o desenvolvimento desse processo.
  24. 24. AVALIAÇÃO DISTRITAL DE DESEMPENHO ESCOLAR A Secretaria de Educação do Distrito Federal, por meio da SUPLAV planeja, executa e avalia as políticas públicas educacionais demandadas pelo Governo do Distrito Federal. A Avaliação Distrital do Desempenho Escolar do Estudante, gestada nesta rede e para esta rede, tem como eixo condutor das suas metodologias avaliar as aprendizagens amparadas no conceito da qualidade social.

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