Avaliações Externas
                e
Indicadores Educacionais
Equipe:

Andrea Sales
Fernanda Santana
Jamile Bastos
Juciélia Oliveira
Kelly Cristina Araújo
Márcia Couto
Marla Ferreira
Mariana Cardoso
Renan Iury Mendes
Sandra Sueli de Oliveira
Taciara Costa
Introdução
  Discutiremos nesta unidade a relação
 entre a avaliação interna e a avaliação
externa da escola. Trataremos, também,
 da natureza e finalidade das avaliações
externas, dando exemplos de avaliações
desse tipo em vigor no país. Em seguida,
 os sentidos e usos dos indicadores de
qualidade na educação, enfatizando sua
articulação com a gestão pedagógica da
                  escola.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS


•Compreender a natureza e os
resultados das avaliações externas
realizadas no sistema educacional
brasileiro.

•Analisar as funções das diferentes
modalidades da avaliação externa e
respectivos indicadores educacionais.
 Relacionaro desempenho do aluno à
 gestão pedagógica de indicadores
 educacionais.

 Analisara avaliação de indicadores
 educacionais para o acompanhamento
 de desempenho de alunos e sistemas
 de ensino.
Sentido e funcionalidade das
            avaliações
A avaliação é uma atividade intrínseca à natureza,
pois, a cada momento, estamos fazendo avaliações
sejam formais ou informais. No caso da escola, não
é diferente!
O primeiro tipo de avaliação tem como finalidade
acompanhar e mensurar o processo de
aprendizagem dos alunos. Para tanto, instrumentos
diversos como provas, questionários e relatórios
podem ser utilizados com o propósito de avaliar os
conhecimentos que os alunos já aprenderam ao
longo do tempo.
É importante que tais resultados sejam
considerados na definição de novas
estratégias de gestão da escola bem como
das metas do seu projeto pedagógico.

Em qualquer avaliação é indispensável
pensarmos, nas seguintes questões:

O que avaliar?
Quando avaliar?
Como avaliar?
Avaliação: Importância e Significados

Numa visão transformadora, a avaliação é
concebida como um processo voluntário,
permanente, participativo, legítimo,
contextualizado e, sobretudo, formativo para
todos que dela participam. É construída com
base nos significados partilhados pelo
conjunto das pessoas que vivenciam a escola.
Essa transformação implica uma prática
avaliativa dialogada, participativa e coletiva.
Avaliar significa ir além das medições ou
apresentação de resultados;
O processo de avaliar envolve a definição de
políticas e estratégias governamentais dos
diferentes níveis de poder público;
E no processo de ensino-aprendizagem nos
diferentes graus e modalidades de ensino.

É importante não perder o foco da discussão
proposta: a avaliação como gestão de
sistemas, rede e, em última instância, de
escolas, e a avaliação interna, que
discutiremos a seguir.
Chamamos de avaliação interna aquela
realizada no dia-a-dia da escola pelos
professores, sendo denominada, também de
avaliação escolar. É, na realidade, a avaliação
da aprendizagem dos alunos.

Belloni em 2003 considera que a avaliação é
instrumento para a ação, devendo assumir o
compromisso em verificar o nível de
aprendizagem que precisam ser aperfeiçoadas
ou mudados para que todos alcancem os
resultados desejados.
Por sua vez a avaliação externa é planejada,
geralmente, por profissionais externos à
escola, tendo o desempenho dos alunos
como foco.

O objetivo dessa avaliação externa é:

Escolas, como unidades que compõem
redes mais amplas;
Programas e políticas educacionais;
Sistemas de ensino, considerando o
desempenho dos alunos que estudam;
Cursos superiores.
As avaliações externas

 Instrumento de melhoria da educação e
aperfeiçoamento da prática escolar;
Instrumento capaz de ajudar a escola a olhar
para si mesma, reconhecendo os pontos fortes
e as fragilidades em suas práticas;
É preciso que a escola avance na direção de
sua auto-avaliação e da análise dos resultados
alcançados pelos seus alunos nas avaliações
externas.
Finalidade
É informar aos gestores das várias instâncias
do sistema educacional e da escola,
professores e a sociedade em geral em que
medida as políticas educacionais estão sendo
desenvolvidas. Essas políticas devem
esclarecer se o processo educativo está
alcançando os objetivos desejados.
É fundamental que os gestores das escolas
públicas empenhados, em contribuir para
melhorar a qualidade do ensino, conheçam os
pressupostos básicos das avaliações externas.
Principais avaliações externas em vigor no
                   Brasil

PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos;
SAEPE – Sistema de avaliação educacional de Pernambuco;
SIMAVE – Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Básica;
SPAECE – Sistema Permanente e Avaliação da Educação
Básica do Ceará;
SARESP – Sistema do Rendimento Escolar do Estado de São
Paulo;
SAEMS – Sistema de Avaliação da Educação Básica do Estado
de Mato Grosso do Sul.
SAEB – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica;
ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio;
SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior;
ENADE – Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes;
Prova Brasil e Provinha Brasil.
Indicadores de qualidade: sentidos e
               usos
É importante dizer que indicadores, na
discussão proposta, permite deduzir o nível de
qualidade do ensino. Visa ajudar a
comunidade escolar a ter uma melhor
compreensão da qualidade.
A finalidade mais ampla dos indicadores em
questão é a de contribuir para uma melhor
compreensão da realidade dos sistemas
educacionais.
De acordo com Ribeiro e Kaloustian, 2005,p. 5
“Indicadores são sinais que revelam aspectos de
determinada realidade e que podem qualificar algo. A
variação dos indicadores nos possibilita constatar
mudanças.”

Resumindo, um conjunto bem construído de
indicadores educacionais pode gerar informações
mais amplas e confiáveis a respeito de determinada
realidade. E o que é importante na gestão da qualidade
em educação, tomar decisões precisas e voltadas para
sua melhoria.
Uma escola de qualidade é aquela em que os alunos
aprendem.
Tipos de indicadores

Projeto Pedagógico conforme as políticas
educacionais e com a realidade local;
Bom relacionamento entre os alunos;
Salas de aulas adequadas;
Material pedagógico adequado e suficiente;
Acesso a biblioteca, laboratórios e práticas
esportivas.
Conclusão
O SAEB tem apontado duas evidências que
merece destaque:
1ª Referem-se às práticas desenvolvidas pelos
professores, destacam-se aspectos como: a
crença que os docentes revelam ter no
sucesso de seus alunos; uma remuneração
condizente com o trabalho que realiza;
formação inicial e continuada.
2ª Diz respeito a gestão da escola, a gestão
escolar faz a diferença e pode contribuir para
melhorar o desempenho do estudante.
É importante lembrar que a gestão escolar apoia-se
em elementos diversos e indispensáveis:

Gestor com qualidade específica;
Um quadro permanente de professores;
Integração da comunidade ao cotidiano da escolar;
Adoção de medidas que tem como foco a redução
das taxas de reprovação e evasão;
Criação de parcerias com instituições de educação
superior e outras instituições de pesquisa;
Avanços na construção da autonomia administrativa
e pedagógica da escola;
Criação e/ou fortalecimento dos Conselhos
Escolares.

Progestão x

  • 1.
    Avaliações Externas e Indicadores Educacionais
  • 2.
    Equipe: Andrea Sales Fernanda Santana JamileBastos Juciélia Oliveira Kelly Cristina Araújo Márcia Couto Marla Ferreira Mariana Cardoso Renan Iury Mendes Sandra Sueli de Oliveira Taciara Costa
  • 3.
    Introdução Discutiremosnesta unidade a relação entre a avaliação interna e a avaliação externa da escola. Trataremos, também, da natureza e finalidade das avaliações externas, dando exemplos de avaliações desse tipo em vigor no país. Em seguida, os sentidos e usos dos indicadores de qualidade na educação, enfatizando sua articulação com a gestão pedagógica da escola.
  • 4.
    OBJETIVOS ESPECÍFICOS •Compreender anatureza e os resultados das avaliações externas realizadas no sistema educacional brasileiro. •Analisar as funções das diferentes modalidades da avaliação externa e respectivos indicadores educacionais.
  • 5.
     Relacionaro desempenhodo aluno à gestão pedagógica de indicadores educacionais.  Analisara avaliação de indicadores educacionais para o acompanhamento de desempenho de alunos e sistemas de ensino.
  • 6.
    Sentido e funcionalidadedas avaliações A avaliação é uma atividade intrínseca à natureza, pois, a cada momento, estamos fazendo avaliações sejam formais ou informais. No caso da escola, não é diferente! O primeiro tipo de avaliação tem como finalidade acompanhar e mensurar o processo de aprendizagem dos alunos. Para tanto, instrumentos diversos como provas, questionários e relatórios podem ser utilizados com o propósito de avaliar os conhecimentos que os alunos já aprenderam ao longo do tempo.
  • 7.
    É importante quetais resultados sejam considerados na definição de novas estratégias de gestão da escola bem como das metas do seu projeto pedagógico. Em qualquer avaliação é indispensável pensarmos, nas seguintes questões: O que avaliar? Quando avaliar? Como avaliar?
  • 8.
    Avaliação: Importância eSignificados Numa visão transformadora, a avaliação é concebida como um processo voluntário, permanente, participativo, legítimo, contextualizado e, sobretudo, formativo para todos que dela participam. É construída com base nos significados partilhados pelo conjunto das pessoas que vivenciam a escola. Essa transformação implica uma prática avaliativa dialogada, participativa e coletiva.
  • 9.
    Avaliar significa iralém das medições ou apresentação de resultados; O processo de avaliar envolve a definição de políticas e estratégias governamentais dos diferentes níveis de poder público; E no processo de ensino-aprendizagem nos diferentes graus e modalidades de ensino. É importante não perder o foco da discussão proposta: a avaliação como gestão de sistemas, rede e, em última instância, de escolas, e a avaliação interna, que discutiremos a seguir.
  • 10.
    Chamamos de avaliaçãointerna aquela realizada no dia-a-dia da escola pelos professores, sendo denominada, também de avaliação escolar. É, na realidade, a avaliação da aprendizagem dos alunos. Belloni em 2003 considera que a avaliação é instrumento para a ação, devendo assumir o compromisso em verificar o nível de aprendizagem que precisam ser aperfeiçoadas ou mudados para que todos alcancem os resultados desejados.
  • 11.
    Por sua veza avaliação externa é planejada, geralmente, por profissionais externos à escola, tendo o desempenho dos alunos como foco. O objetivo dessa avaliação externa é: Escolas, como unidades que compõem redes mais amplas; Programas e políticas educacionais; Sistemas de ensino, considerando o desempenho dos alunos que estudam; Cursos superiores.
  • 12.
    As avaliações externas Instrumento de melhoria da educação e aperfeiçoamento da prática escolar; Instrumento capaz de ajudar a escola a olhar para si mesma, reconhecendo os pontos fortes e as fragilidades em suas práticas; É preciso que a escola avance na direção de sua auto-avaliação e da análise dos resultados alcançados pelos seus alunos nas avaliações externas.
  • 13.
    Finalidade É informar aosgestores das várias instâncias do sistema educacional e da escola, professores e a sociedade em geral em que medida as políticas educacionais estão sendo desenvolvidas. Essas políticas devem esclarecer se o processo educativo está alcançando os objetivos desejados. É fundamental que os gestores das escolas públicas empenhados, em contribuir para melhorar a qualidade do ensino, conheçam os pressupostos básicos das avaliações externas.
  • 14.
    Principais avaliações externasem vigor no Brasil PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos; SAEPE – Sistema de avaliação educacional de Pernambuco; SIMAVE – Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Básica; SPAECE – Sistema Permanente e Avaliação da Educação Básica do Ceará; SARESP – Sistema do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo; SAEMS – Sistema de Avaliação da Educação Básica do Estado de Mato Grosso do Sul. SAEB – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica; ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio; SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior; ENADE – Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes; Prova Brasil e Provinha Brasil.
  • 15.
    Indicadores de qualidade:sentidos e usos É importante dizer que indicadores, na discussão proposta, permite deduzir o nível de qualidade do ensino. Visa ajudar a comunidade escolar a ter uma melhor compreensão da qualidade. A finalidade mais ampla dos indicadores em questão é a de contribuir para uma melhor compreensão da realidade dos sistemas educacionais.
  • 16.
    De acordo comRibeiro e Kaloustian, 2005,p. 5 “Indicadores são sinais que revelam aspectos de determinada realidade e que podem qualificar algo. A variação dos indicadores nos possibilita constatar mudanças.” Resumindo, um conjunto bem construído de indicadores educacionais pode gerar informações mais amplas e confiáveis a respeito de determinada realidade. E o que é importante na gestão da qualidade em educação, tomar decisões precisas e voltadas para sua melhoria. Uma escola de qualidade é aquela em que os alunos aprendem.
  • 17.
    Tipos de indicadores ProjetoPedagógico conforme as políticas educacionais e com a realidade local; Bom relacionamento entre os alunos; Salas de aulas adequadas; Material pedagógico adequado e suficiente; Acesso a biblioteca, laboratórios e práticas esportivas.
  • 18.
    Conclusão O SAEB temapontado duas evidências que merece destaque: 1ª Referem-se às práticas desenvolvidas pelos professores, destacam-se aspectos como: a crença que os docentes revelam ter no sucesso de seus alunos; uma remuneração condizente com o trabalho que realiza; formação inicial e continuada. 2ª Diz respeito a gestão da escola, a gestão escolar faz a diferença e pode contribuir para melhorar o desempenho do estudante.
  • 19.
    É importante lembrarque a gestão escolar apoia-se em elementos diversos e indispensáveis: Gestor com qualidade específica; Um quadro permanente de professores; Integração da comunidade ao cotidiano da escolar; Adoção de medidas que tem como foco a redução das taxas de reprovação e evasão; Criação de parcerias com instituições de educação superior e outras instituições de pesquisa; Avanços na construção da autonomia administrativa e pedagógica da escola; Criação e/ou fortalecimento dos Conselhos Escolares.