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Dr.a Caroline Elias / Dra. Vanessa Araújo
OMA – Otite Média Aguda
&
OME – Otite Média Aguda com Efusão
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Curiosidade Histórica
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August 1574)Macerata - Itália
Anatomista italiano do Séc. XVI que
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sangüíneo,
• Tuba auditiva, que foi descrita no
trabalho "De Auditus Organis“.
Tuba Auditiva -
Anatofisiologia
Tamanho
Angulação
Abertura – Ativa: Músculos
Fechamento Passivo
Tuba Auditiva -
Anatofisiologia
Tamanho
• 31-38mm ( Mais curta em crianças)
• Cartilaginosa(ântero-inferior)> Ossea(póstero-
superior)
Angulação
Abertura – Ativa: Músculos
Fechamento Passivo
Tuba Auditiva -
Anatofisiologia
Tamanho
Angulação
• Adulto > 30º- 45º
• Criança > 10º
Abertura – Ativa: Músculos
Fechamento Passivo
Tuba Auditiva -
Anatofisiologia
Tamanho
Angulação
Abertura – Ativa: Músculos
• Tensor do Véu Palatino
• Levantador do Véu Palatino
• Salpingofaringeo
• Tensor do Tímpano
Fechamento Passivo
Tuba Auditiva -
Anatofisiologia
http://www.ib.unicamp.br/dep_bef/sites/www.ib.unicamp.br.site.dep_bef
/files/atlasorelha/bineuorelha1.html#4+
http://www.ib.unicamp.br/dep_bef/sites/www.ib.unicamp.br.site.dep_bef/f
iles/atlasorelha/bineuorelha1.html#4+
Tuba Auditiva -
Anatofisiologia
http://www.ib.unicamp.br/dep_bef/sites/www.ib.unicamp.br.site.dep_bef
/files/atlasorelha/bineuorelha1.html#4+
3 Funções Principais
Drenagem
Equalização da Pressão
Proteção
Tuba Auditiva
3 Funções Principais
Drenagem
• Movimento ciliar do epitélio respiratório e Muco
respiratório
• Abertura: M. Tensor do Véu Palatino
(Bocejo/Deglutição/Valsalva)
Equalização da Pressão
Proteção
Tuba Auditiva
3 Funções Principais
Drenagem
Equalização da Pressão
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Proteção
Tuba Auditiva
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Drenagem
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Pneumático
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Tube Auditiva
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• Processos
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alérgicos/infecciosos
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adenóide/neoplasia
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Ocluído
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Faringea
OMA
Otite Média Aguda
Introdução
Nos EUA
• 30 milhões de atendimentos
pediátricos.
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crianças menores de 10 anos.
Otite Média Aguda
Otite Média Recorrente
Conceitos
Conceitos
Otite Média Aguda
• É uma inflamação da Orelha Média (OM)
• Otopatia mais frequente nas crianças
• Dor, Inflamação exsudativa da Mucosa da OM
Otite Média Recorrente
Otite Média Aguda
Otite Média Recorrente
• Recidivas frequentes de episódios de OMA
• Algumas crianças são mais suceptiveis que outras.
• 3x episódios de OMA em 6 meses ou 4 ou mais
em 12 meses
Conceitos
Taxas
Sexo, Sócio-Econômico e Sazonal
Epidemiologia
Taxas
• Alta prevalência e morbidade, Baixa mortalidade
• 70% pelo menos 1 episódio de OMA até os 5 anos.
• 10-20% possuem tendência a OME durante 2-3
meses
• 20% até os 2 anos, evoluirão para OMR.
Sexo, Sócio-Econômico, Sazonal
Epidemiologia
Taxas
Sexo, Sócio-Econômico e Sazonal
• M>F
• Distribuição homogênea entre as classes sociais.
(Controverso) - Classe Social X Acesso à Saúde
• Incidência maior no inverno (As Externas no
verão)
Epidemiologia
Creches e Berçários
Genética
Amamentação
Tabagismo Domiciliar
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Fatores de Risco
Creches e Berçários
• Maior incidência comparada ao Lar
Genética
Amamentação
Tabagismo Domiciliar
Outros
Fatores de Risco
Creches e Berçários
Genética
• História Familiar presente
• Polimorfismo no Gene MBL2 (Lectina ligadora de
Manose) e FBXO11 (Anomalias sutis na anatomia
craniofacial)
• Considerado o maior fator de risco
Amamentação
Tabagismo Domiciliar
Outros
Fatores de Risco
Creches e Berçários
Genética
Amamentação
• Curta duração e alimentação com Mamadeira
Tabagismo Domiciliar
Outros
Fatores de Risco
Creches e Berçários
Genética
Amamentação
Tabagismo Domiciliar
• Associado à OMR
Outros
Fatores de Risco
Creches e Berçários
Genética
Amamentação
Tabagismo Domiciliar
Outros
• Atopia (controverso), Uso de Chupetas, Grupos
Étnicos, Poluição ambiental, deficiências imunológicas
, mal formações palatinas e disfunção tubária
Fatores de Risco
Etiologia
Fisiopatologia
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Etiologia
• Infecção & Disfunção da TA
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Tubária - Acúmulo de secreção – Impacto na
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Impedanciometria
Cultura
Imunodeficiências
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Clínico
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Quimioprofilaxia
Reduzir fatores de risco modificavéis
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Prevenção Primária e
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Vacinação
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• OME com dificuldade de fala
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Clínico
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Clínico
Cirúrgico
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infecção retrógrada e obstrução)
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Revisão de Pontos Chaves – Em
Inglês
 OMA
 Give analgesics to all patients.
 Antihistamines and decongestants are not recommended for
children; oral or nasal decongestants may help adults, but
antihistamines are reserved for adults with an allergic etiology.
 Antibiotics should be used selectively based on the age of the
patient, severity of illness, and availability of follow-up
 OME
 Secretory otitis media is noninflammatory middle ear effusion
usually following acute otitis media.
 Diagnosis is clinical; adults and adolescents must undergo
nasopharyngeal examination to exclude malignant or benign
tumors.
 Antibiotics and decongestants are not helpful.
 If unresolved in 1 to 3 mo, myringotomy with tympanostomy
tube insertion may be needed.
Bibliografia
 Tratado de Otorrinolaringologia- Volume 2- Otologia, Cap. 7
& 8 - ABORL-CCF. Ed. Roca; 2º Ed. 2011
 Atualização em Otite Média aguda e Otime Média com
Efusão – ABORL-CCF – Disponível em
http://www.aborlccf.org.br/imageBank/laminaPDF/vox_otite
_media2711201416958.pdf
 NOGUEIRA JUNIOR, João Flávio et al . Breve história da
otorrinolaringologia: otologia, laringologia e rinologia. Rev.
Bras. Otorrinolaringol., São Paulo , v. 73, n.
5, Oct. 2007
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Otite Média Aguda e Otite Média Com Efusão (Serosa)

Notas do Editor

  1. NOGUEIRA JUNIOR, João Flávio et al . Breve história da otorrinolaringologia: otologia, laringologia e rinologia. Rev. Bras. Otorrinolaringol.,  São Paulo ,  v. 73, n. 5, Oct.  2007 .  Roberts, K. B. "Eustachius and his anatomical plates." Newsletter of the Canadian Society for the History of Medicine, (1979) Apr.: 9-13.
  2. A tuba auditiva (TA) é um ducto ósteo cartilaginoso que comunica o ouvido médio à rinofaringe. Seus dois terços ântero-mediais são de origem cartilaginosa e o terço póstero-lateral é osseo. A porção cartilaginosa se abre na região lateral da rinofaringe, próximo à adenóide (Fig 1), e a porção óssea tem seu óstio de abertura na porção anterior da cavidade timpânica (Fig 2). A porção óssea da tuba inicia-se em seu óstio timpânico, sendo que superiormente um fino septo a separa do canal do músculo tensor do tímpano (Fig 3) e sua parede medial tem relação com o canal carotídeo. A porção cartilaginosa é fixada ao segmento ósseo que se encontra em um sulco na base da espinha angular do osso esfenóide, expandindo-se na medida que se dirige para a rinofaringe, onde abre-se em seu óstio faríngeo, posterior à cauda do corneto inferior e anterior ao recesso faríngeo lateral (Fosseta de Rosenmüller).
  3. A tuba auditiva (TA) é um ducto ósteo cartilaginoso que comunica o ouvido médio à rinofaringe. Seus dois terços ântero-mediais são de origem cartilaginosa e o terço póstero-lateral é osseo. A porção cartilaginosa se abre na região lateral da rinofaringe, próximo à adenóide (Fig 1), e a porção óssea tem seu óstio de abertura na porção anterior da cavidade timpânica (Fig 2). A porção óssea da tuba inicia-se em seu óstio timpânico, sendo que superiormente um fino septo a separa do canal do músculo tensor do tímpano (Fig 3) e sua parede medial tem relação com o canal carotídeo. A porção cartilaginosa é fixada ao segmento ósseo que se encontra em um sulco na base da espinha angular do osso esfenóide, expandindo-se na medida que se dirige para a rinofaringe, onde abre-se em seu óstio faríngeo, posterior à cauda do corneto inferior e anterior ao recesso faríngeo lateral (Fosseta de Rosenmüller).
  4. A tuba auditiva (TA) é um ducto ósteo cartilaginoso que comunica o ouvido médio à rinofaringe. Seus dois terços ântero-mediais são de origem cartilaginosa e o terço póstero-lateral é osseo. A porção cartilaginosa se abre na região lateral da rinofaringe, próximo à adenóide (Fig 1), e a porção óssea tem seu óstio de abertura na porção anterior da cavidade timpânica (Fig 2). A porção óssea da tuba inicia-se em seu óstio timpânico, sendo que superiormente um fino septo a separa do canal do músculo tensor do tímpano (Fig 3) e sua parede medial tem relação com o canal carotídeo. A porção cartilaginosa é fixada ao segmento ósseo que se encontra em um sulco na base da espinha angular do osso esfenóide, expandindo-se na medida que se dirige para a rinofaringe, onde abre-se em seu óstio faríngeo, posterior à cauda do corneto inferior e anterior ao recesso faríngeo lateral (Fosseta de Rosenmüller).
  5. A tuba auditiva (TA) é um ducto ósteo cartilaginoso que comunica o ouvido médio à rinofaringe. Seus dois terços ântero-mediais são de origem cartilaginosa e o terço póstero-lateral é osseo. A porção cartilaginosa se abre na região lateral da rinofaringe, próximo à adenóide (Fig 1), e a porção óssea tem seu óstio de abertura na porção anterior da cavidade timpânica (Fig 2). A porção óssea da tuba inicia-se em seu óstio timpânico, sendo que superiormente um fino septo a separa do canal do músculo tensor do tímpano (Fig 3) e sua parede medial tem relação com o canal carotídeo. A porção cartilaginosa é fixada ao segmento ósseo que se encontra em um sulco na base da espinha angular do osso esfenóide, expandindo-se na medida que se dirige para a rinofaringe, onde abre-se em seu óstio faríngeo, posterior à cauda do corneto inferior e anterior ao recesso faríngeo lateral (Fosseta de Rosenmüller).
  6. A tuba auditiva (TA) é um ducto ósteo cartilaginoso que comunica o ouvido médio à rinofaringe. Seus dois terços ântero-mediais são de origem cartilaginosa e o terço póstero-lateral é osseo. A porção cartilaginosa se abre na região lateral da rinofaringe, próximo à adenóide (Fig 1), e a porção óssea tem seu óstio de abertura na porção anterior da cavidade timpânica (Fig 2). A porção óssea da tuba inicia-se em seu óstio timpânico, sendo que superiormente um fino septo a separa do canal do músculo tensor do tímpano (Fig 3) e sua parede medial tem relação com o canal carotídeo. A porção cartilaginosa é fixada ao segmento ósseo que se encontra em um sulco na base da espinha angular do osso esfenóide, expandindo-se na medida que se dirige para a rinofaringe, onde abre-se em seu óstio faríngeo, posterior à cauda do corneto inferior e anterior ao recesso faríngeo lateral (Fosseta de Rosenmüller).
  7. A tuba auditiva (TA) é um ducto ósteo cartilaginoso que comunica o ouvido médio à rinofaringe. Seus dois terços ântero-mediais são de origem cartilaginosa e o terço póstero-lateral é osseo. A porção cartilaginosa se abre na região lateral da rinofaringe, próximo à adenóide (Fig 1), e a porção óssea tem seu óstio de abertura na porção anterior da cavidade timpânica (Fig 2). A porção óssea da tuba inicia-se em seu óstio timpânico, sendo que superiormente um fino septo a separa do canal do músculo tensor do tímpano (Fig 3) e sua parede medial tem relação com o canal carotídeo. A porção cartilaginosa é fixada ao segmento ósseo que se encontra em um sulco na base da espinha angular do osso esfenóide, expandindo-se na medida que se dirige para a rinofaringe, onde abre-se em seu óstio faríngeo, posterior à cauda do corneto inferior e anterior ao recesso faríngeo lateral (Fosseta de Rosenmüller).
  8. http://www.healthline.com/human-body-maps/ear
  9. http://www.healthline.com/human-body-maps/ear
  10. eensão do motivo pelo qual há maior ocorrência de otite média em crianças. Na criança, a TA é mais horizontalizada e possui menor extensão de sua porção ístimica, tornando-a mais propícia ao refluxo de material nasal. Na criança a tuba tem em média 18mm e forma um ângulo com o plano horizontal de 10º, sendo que no adulto a tuba possui 31 à 38 mm comum ângulo de aproximadamente 45º
  11. http://www.healthline.com/human-body-maps/ear
  12. http://www.healthline.com/human-body-maps/ear
  13. http://www.healthline.com/human-body-maps/ear
  14. http://www.healthline.com/human-body-maps/ear
  15. NOGUEIRA JUNIOR, João Flávio et al . Breve história da otorrinolaringologia: otologia, laringologia e rinologia. Rev. Bras. Otorrinolaringol.,  São Paulo ,  v. 73, n. 5, Oct.  2007 .  Roberts, K. B. "Eustachius and his anatomical plates." Newsletter of the Canadian Society for the History of Medicine, (1979) Apr.: 9-13.
  16. baixo nível socioeconômico (seja por compartilharem conglomerados populacionais ou por não terem acesso adequado ao sistema de saúde); - crianças institucionalizadas, visto que também têm maior incidência de infecção de vias aéreas superiores (IVAS). A incidência de otite média durante o ano acompanha a de IVAS, ou seja, é maior nos meses de inverno; - cerca de 60% das crianças escolares com IVAS evoluem com OMA - atualmente, estuda-se o papel de poluentes ambientais como possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de OM (entre eles, a fumaça de cigarro). O fumo provoca a hiperplasia das células caliciformes, com hipersecreção da mucosa e diminuição do transporte mucociliar
  17. baixo nível socioeconômico (seja por compartilharem conglomerados populacionais ou por não terem acesso adequado ao sistema de saúde); - crianças institucionalizadas, visto que também têm maior incidência de infecção de vias aéreas superiores (IVAS). A incidência de otite média durante o ano acompanha a de IVAS, ou seja, é maior nos meses de inverno; - cerca de 60% das crianças escolares com IVAS evoluem com OMA - atualmente, estuda-se o papel de poluentes ambientais como possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de OM (entre eles, a fumaça de cigarro). O fumo provoca a hiperplasia das células caliciformes, com hipersecreção da mucosa e diminuição do transporte mucociliar
  18. baixo nível socioeconômico (seja por compartilharem conglomerados populacionais ou por não terem acesso adequado ao sistema de saúde); - crianças institucionalizadas, visto que também têm maior incidência de infecção de vias aéreas superiores (IVAS). A incidência de otite média durante o ano acompanha a de IVAS, ou seja, é maior nos meses de inverno; - cerca de 60% das crianças escolares com IVAS evoluem com OMA - atualmente, estuda-se o papel de poluentes ambientais como possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de OM (entre eles, a fumaça de cigarro). O fumo provoca a hiperplasia das células caliciformes, com hipersecreção da mucosa e diminuição do transporte mucociliar
  19. baixo nível socioeconômico (seja por compartilharem conglomerados populacionais ou por não terem acesso adequado ao sistema de saúde); - crianças institucionalizadas, visto que também têm maior incidência de infecção de vias aéreas superiores (IVAS). A incidência de otite média durante o ano acompanha a de IVAS, ou seja, é maior nos meses de inverno; - cerca de 60% das crianças escolares com IVAS evoluem com OMA - atualmente, estuda-se o papel de poluentes ambientais como possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de OM (entre eles, a fumaça de cigarro). O fumo provoca a hiperplasia das células caliciformes, com hipersecreção da mucosa e diminuição do transporte mucociliar
  20. baixo nível socioeconômico (seja por compartilharem conglomerados populacionais ou por não terem acesso adequado ao sistema de saúde); - crianças institucionalizadas, visto que também têm maior incidência de infecção de vias aéreas superiores (IVAS). A incidência de otite média durante o ano acompanha a de IVAS, ou seja, é maior nos meses de inverno; - cerca de 60% das crianças escolares com IVAS evoluem com OMA - atualmente, estuda-se o papel de poluentes ambientais como possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de OM (entre eles, a fumaça de cigarro). O fumo provoca a hiperplasia das células caliciformes, com hipersecreção da mucosa e diminuição do transporte mucociliar
  21. baixo nível socioeconômico (seja por compartilharem conglomerados populacionais ou por não terem acesso adequado ao sistema de saúde); - crianças institucionalizadas, visto que também têm maior incidência de infecção de vias aéreas superiores (IVAS). A incidência de otite média durante o ano acompanha a de IVAS, ou seja, é maior nos meses de inverno; - cerca de 60% das crianças escolares com IVAS evoluem com OMA - atualmente, estuda-se o papel de poluentes ambientais como possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de OM (entre eles, a fumaça de cigarro). O fumo provoca a hiperplasia das células caliciformes, com hipersecreção da mucosa e diminuição do transporte mucociliar
  22. Funcional – Sistema Mucociliar Mecânica – Hipertrofia Adenoideana
  23. Observe membrana timpânica apresentada à esquerda com o martelo (1), o triângulo luminoso refletindo a luz do otoscópio (2), o orifício da trompa auditiva (3) e a pars tensa (4) através da qual é visível o promontório.  a membrana timpânica está espessada, opaca, tufada (abaulada) e apresenta uma hipervascularização evidente. O triângulo luminoso desapareceu. O martelo é menos visível e o seu cabo cria uma depressão no seu local de inserção. É possível observar pus no ouvido médio através da membrana timpânica (cor amarela).
  24. Observe membrana timpânica apresentada à direita com o martelo (1), o triângulo luminoso refletindo a luz do otoscópio (2), o orifício da trompa auditiva (3) e a pars tensa (4) através da qual é visível o promontório.  a membrana timpânica está espessada, opaca, tufada (abaulada) e apresenta uma hipervascularização evidente. O triângulo luminoso desapareceu. O martelo é menos visível e o seu cabo cria uma depressão no seu local de inserção. É possível observar pus no ouvido médio através da membrana timpânica (cor amarela).
  25. Observe membrana timpânica apresentada à direita com o martelo (1), o triângulo luminoso refletindo a luz do otoscópio (2), o orifício da trompa auditiva (3) e a pars tensa (4) através da qual é visível o promontório.  a membrana timpânica está espessada, opaca, tufada (abaulada) e apresenta uma hipervascularização evidente. O triângulo luminoso desapareceu. O martelo é menos visível e o seu cabo cria uma depressão no seu local de inserção. É possível observar pus no ouvido médio através da membrana timpânica (cor amarela).
  26. Bigorna é quem mais sofre /Martelo é o mais resistente Deficiência auditiva Perfuração timpânica permanente Timpanoesclerose Atelectasia
  27. Observe-se a mistura de timpanosclerose com áreas de atrofia da membrana timpânica, onde falta a camada fibrosa.
  28. Observe-se a mistura de timpanosclerose com áreas de atrofia da membrana timpânica, onde falta a camada fibrosa.
  29. Observe-se a mistura de timpanosclerose com áreas de atrofia da membrana timpânica, onde falta a camada fibrosa.
  30. NOGUEIRA JUNIOR, João Flávio et al . Breve história da otorrinolaringologia: otologia, laringologia e rinologia. Rev. Bras. Otorrinolaringol.,  São Paulo ,  v. 73, n. 5, Oct.  2007 .  Roberts, K. B. "Eustachius and his anatomical plates." Newsletter of the Canadian Society for the History of Medicine, (1979) Apr.: 9-13.
  31. Fonte: Qureishi A, Lee Y, Belfield K, Birchall JP, Daniel M. Update on otitis media - prevention and treatment. Infect Drug Resist (2014)
  32. A foto acima mostra a fase inicial de uma otite média serosa na orelha esquerda (ou uma fase final…) quando ar e secreção serosa estão presentes ao mesmo tempo. Observe a linha sinuosa vertical que separa o ar (posterior) da secreção serosa (anterior). Note também a posição do cabo do martelo que se mostra acentuadamente horizontalizado.
  33. A foto acima mostra uma otite média serosa típica, o ar está totalmente substituído por liquido o que faz com que sua transparência e brilho diminuam.
  34. Aqui um caso de otite média serosa que não respondeu ao tratamento e um período de observação de mais de 03 meses. Indicamos e realizamos a abertura da membrana timpânica (paracentese) com a intenção de colocar um tubo de ventilação (pequena peça em forma de carretel que impede o fechamento precoce da abertura da paracentese).
  35. Hemotímpano Idiopático
  36. Hemotímpano Idiopático
  37. Hemotímpano Idiopático – Granuloma de Colesterol
  38. Falar próximo da criança, sentar perto do professor.