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Liga Acadêmica Radiologia e Diagnóstico por Imagem - LARDI
Centro Universitário de Patos de Minas – Unipam
Palestrante: Brenda Najat Boechat Lahlou
Orientador: Leonardo de Aguiar Santos
Patos de Minas
2016
 História Clínica
 Exame Físico
 Dados Laboratoriais
 Achados de Imagem
 Provas Específicas (PFP, LBA)
 História Ocupacional
 Status Imunológico
Sinais Radiológicos:
São padrões característicos, reconhecíveis, por vezes com nome de
objetos familiares com os quais são vagamente parecidos.
Auxiliam no diagnóstico e na subsequente orientação terapêutica de
doenças.
São muitas vezes característicos ou altamente sugestivos de um
determinado grupo de patologias.
O conhecimento destes sinais pode encurtar a lista de diagnósticos
diferenciais.
• Aumento da Densidade Pulmonar
• Redução da Densidade Pulmonar
• Atelectasia
• Anormalidades Pleurais
Anormalidades
pleurais
Aumento da densidade
pulmonar
Redução da densidade
pulmonar
Atelectasia
Padrões Básicos
Doença Mista
Doença Alveolar
• Consolidação
• Opacidades confluentes
• Contornos mal definidos
• Aerobroncogramas
• Opacidades centroacinares
Doença Intersticial
• Padrão septal
• Padrão reticular
• Padrão nodular
• Padrão reticulonodular
• Vidro fosco
• Hiperinsuflação
sem doença pulmonar
(asma)
• Hiperinsuflação
com redução do tecido
pulmonar
(enfisema)
• Redução da
vascularização
(TEP, Swyer James)
• Combinados
• Outros
(pneumotórax, Polland)
• Aproximação de
vasos e brônquios
• Deslocamento de
cissuras
interlobares
Sinais Diretos
• Elevação da
cúpula
• Aproximação de
costelas
• Desvio do
mediastino
• Deslocamento
dos hilos
Sinais Indiretos
Derrame pleural
Espessamento
pleural
Pneumotórax
• Consolidação
• Opacidades confluentes
• Contornos mal definidos
• Aerobroncogramas
• Opacidades centroacinares
Doença Alveolar
• Focal
-Segmentar,
-Não-segmentar
• Esparsa
• Difuso
AGUDAS CRÔNICAS
Pneumonias Bacterianas Infecções (tuberculose, fúngicas)
Tuberculose Sarcoidose
Edema Agudo Pulmonar Neoplasias
Hemorragias Colagenoses
Tromboembolismo Pulmonar Proteinose Alveolar
Silicose
Sinal da Silhueta:
Uma lesão intratorácica que faz contato com os contornos
da silhueta mediastínica ou dos hemidiafragmas e que
apresenta densidade radiológica idêntica irá apagar esses
contornos na radiografia.
“Borrramento da silhueta / do contorno do coração”
Pode acontecer com o diafragma
ou com a fissura pleural.
Se Sinal da Silhueta
estiver presente,
significa que a lesão é
no
lobo médio ou língula.
Se Sinal da Silhueta
estiver presente,
significa que a lesão é
no
lobo médio ou língula.
Silhueta Cardíaca
Pneumonia total do pulmão esquerdo
A – Radiografia do tórax com incidência PA mostrando opacidade
em toalha homogénea ocupando todo o campo pulmonar esquerdo
e condicionando sinal de silhueta com o contorno esquerdo da
silhueta mediastínica e da hemicúpula diafragmática homolateral.
B – Na incidência de perfil esquerdo, apenas é visível a
hemicúpula diafragmática direita devido ao referido sinal
da silhueta que condiciona apagamento do hemi-diafragma
esquerdo.
Pneumonia total do pulmão esquerdo
A – Radiografia do tórax com incidência PA mostrando opacidade
em toalha homogénea ocupando todo o campo pulmonar esquerdo
e condicionando sinal de silhueta com o contorno esquerdo da
silhueta mediastínica e da hemicúpula diafragmática homolateral.
B – Na incidência de perfil esquerdo, apenas é visível a
hemicúpula diafragmática direita devido ao referido sinal
da silhueta que condiciona apagamento do hemi-diafragma
esquerdo.
?
Sinal POSITIVO
Sinal POSITIVO
SEM o Sinal
SEM o Sinal
• Visualização do Ar no interior dos brônquios intrapulmonares
• Brônquios arejados no seio de uma consolidação
Pneumonia Lobar Esquerda
Opacidade em toalha
ocupando o lobo esquerdo
e a língula,
individualizando-se
opacidades tubulares
radiotransparentes (seta)
na região central - seta
Pneumonia Lobar Esquerda
Opacidade em toalha
ocupando o lobo esquerdo
e a língula,
individualizando-se
opacidades tubulares
radiotransparentes (seta)
na região central - seta
Pneumonia Lobar Esquerda
Opacidade em toalha
ocupando o lobo esquerdo
e a língula,
individualizando-se
opacidades tubulares
radiotransparentes (seta)
na região central - seta
• Infiltrado interstício-alveolar parahilar com preservação da
periferia.
• Opacidades alveolares bilaterais, nos campos médios.
Diminuição da radiotransparência
pulmonar na região peri-hilar, de
forma simétrica, poupando a
periferia.
Edema Agudo de Pulmão
Diminuição da radiotransparência
pulmonar na região peri-hilar, de
forma simétrica, poupando a
periferia.
Edema Agudo de Pulmão
• Opacidades lineares
• Paredes brônquicas espessadas, em secção longitudinal.
(bronquiectasias cilíndricas)
• Opacidade de aspecto nebuloso (velamento),
• Não apaga a trama vascular
(não configurando consolidação)
Infecção Micobacteriana
Anormalidades
pleurais
Aumento da densidade
pulmonar
Redução da densidade
pulmonar
Atelectasia
Padrões Básicos
Doença Mista
Doença Alveolar
• Consolidação
• Opacidades confluentes
• Contornos mal definidos
• Aerobroncogramas
• Opacidades centroacinares
Doença Intersticial
• Padrão septal
• Padrão reticular
• Padrão nodular
• Padrão reticulonodular
• Vidro fosco
• Hiperinsuflação
sem doença pulmonar
(asma)
• Hiperinsuflação
com redução do tecido
pulmonar
(enfisema)
• Redução da
vascularização
(TEP, Swyer James)
• Combinados
• Outros
(pneumotórax, Polland)
• Aproximação de
vasos e brônquios
• Deslocamento de
cissuras
interlobares
Sinais Diretos
• Elevação da
cúpula
• Aproximação de
costelas
• Desvio do
mediastino
• Deslocamento
dos hilos
Sinais Indiretos
Derrame pleural
Espessamento
pleural
Pneumotórax
• Padrão septal
• Padrão reticular
• Padrão nodular
• Padrão reticulonodular
• Vidro fosco
• Espessamento dos septos interlobulares
• Normal: não visualiza no RX
• Linhas de Kerley
Linhas A, B, e C de Kerley
Linhas A, B, e C de Kerley
• Edema
• Malignidade
(disseminação linfangítica
de CA de pulmão ou
linfoma)
• Sarcoidose, Fibrose
Pulmonar idiopática e
Asbestose
• Padrão Reticular
• Dilatação brônquica centrolobular é preenchida por
muco, pus ou líquido
• Nodulações nas extremidades,
• Periferia do pulmão
• Associado com anormalidades
das vias aéreas maiores
• Opacidades arredondadas < 1 cm
• Expansão do interstício esférica
• Presença de infiltrado celular, tecido
fibroso ou ambos.
Tuberculose Miliar
Pneumonia por
hipersensibilidade
Pneumonia Viral
• Padrão clássico na sarcoidose
• Adenopatias:
- paratraqueais direitas (1),
- hilares direitas (2) e
- hilares esquerdas (3).
• Padrão clássico na sarcoidose
• Adenopatias:
- paratraqueais direitas (1),
- hilares direitas (2) e
- hilares esquerdas (3).
• Opacidades lineares interligando nódulos.
• Sarcoidose e Linfangite carcinomatosa.
Anormalidades
pleurais
Aumento da densidade
pulmonar
Redução da densidade
pulmonar
Atelectasia
Padrões Básicos
Doença Mista
Doença Alveolar
• Consolidação
• Opacidades confluentes
• Contornos mal definidos
• Aerobroncogramas
• Opacidades centroacinares
Doença Intersticial
• Padrão septal
• Padrão reticular
• Padrão nodular
• Padrão reticulonodular
• Vidro fosco
• Hiperinsuflação
sem doença pulmonar
(asma)
• Hiperinsuflação
com redução do tecido
pulmonar
(enfisema)
• Redução da
vascularização
(TEP, Swyer James)
• Combinados
• Outros
(pneumotórax, Polland)
• Aproximação de
vasos e brônquios
• Deslocamento de
cissuras
interlobares
Sinais Diretos
• Elevação da
cúpula
• Aproximação de
costelas
• Desvio do
mediastino
• Deslocamento
dos hilos
Sinais Indiretos
Derrame pleural
Espessamento
pleural
Pneumotórax
• Hiperinsuflação sem doença pulmonar
• Hiperinsuflação com redução do tecido
pulmonar
• Redução da vascularização (TEP, Swyer James)
• Combinados
• Outros (pneumotórax, Polland)
• Rebaixamento diafragmático (Costela: 11a ou 12a
posterior; 7a anterior)
• Retificação da cúpula
• Coração alongado e verticalizado (em gota),
diâmetro transverso < 11,5 cm
• Aumento do tórax no diâmetro AP (em barril)
• Aumento do espaço claro retroesternal (>2,5cm)
• Aumento da Transparência Pulmonar
ENFISEMA:
• Bolhas
- Área de maior radiotransparência >1cm, avascular, podendo estar
delimitada por fina linha branca
- Coalescência de alvéolos rotos
• Atenuação da trama vascular periférica e proeminência dos
vasos hílares
Normal
Hiperinsuflado
• Ar (translúcido) dentro da massa
• Necrose central da lesão, pode haver níveis
líquidos
• Abscesso (staphylococcus)
• Neoplasia
• Massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e
coccidioidomicose, sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide)
• Ar (translúcido) dentro da massa
• Necrose central da lesão, pode haver níveis
líquidos
• Abscesso (staphylococcus)
• Neoplasia
• Massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e
coccidioidomicose, sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide)
• Ar (translúcido) dentro da massa
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• Neoplasia
• Massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e
coccidioidomicose, sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide)
• Ar (translúcido) dentro da massa
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• Neoplasia
• Massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e
coccidioidomicose, sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide)
Anormalidades
pleurais
Aumento da densidade
pulmonar
Redução da densidade
pulmonar
Atelectasia
Padrões Básicos
Doença Mista
Doença Alveolar
• Consolidação
• Opacidades confluentes
• Contornos mal definidos
• Aerobroncogramas
• Opacidades centroacinares
Doença Intersticial
• Padrão septal
• Padrão reticular
• Padrão nodular
• Padrão reticulonodular
• Vidro fosco
• Hiperinsuflação
sem doença pulmonar
(asma)
• Hiperinsuflação
com redução do tecido
pulmonar
(enfisema)
• Redução da
vascularização
(TEP, Swyer James)
• Combinados
• Outros
(pneumotórax, Polland)
• Aproximação de
vasos e brônquios
• Deslocamento de
cissuras
interlobares
Sinais Diretos
• Elevação da
cúpula
• Aproximação de
costelas
• Desvio do
mediastino
• Deslocamento
dos hilos
Sinais Indiretos
Derrame pleural
Espessamento
pleural
Pneumotórax
Redução do componente aéreo pulmonar com
perda volumétrica associada
(colapso parcial do pulmão).
• Restrição
(derrame pleural, pneumotórax, lesão extrínseca)
• Fibrocicatricial
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• Reabsorção
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• Adesão
(deficiência de surfactante)
Diretos
• Aproximação de vasos
e brônquios
• Deslocamento de
cisuras interlobares
Diretos
• Aproximação de vasos
e brônquios
• Deslocamento de
cisuras interlobares
Diretos
• Aproximação de vasos
e brônquios
• Deslocamento de
cisuras interlobares
Diretos
• Aproximação de vasos
e brônquios
• Deslocamento de
cisuras interlobares
• Deformação da fissura horizontal
• Existência de uma massa hilar
• Obstrução do brônquio lobar superior direito > colapso
• “S invertido”
- Concavidade inferior periférica (colapso pulmonar)
- Convexidade central (massa).
Sugere carcinoma broncogênico obstrutivo em um adulto.
• Deformação da fissura horizontal
• Existência de uma massa hilar
• Obstrução do brônquio lobar superior direito > colapso
• “S invertido”
- Concavidade inferior periférica (colapso pulmonar)
- Convexidade central (massa).
Sugere carcinoma broncogênico obstrutivo em um adulto.
• Deformação da fissura horizontal
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• “S invertido”
- Concavidade inferior periférica (colapso pulmonar)
- Convexidade central (massa).
Sugere carcinoma broncogênico obstrutivo em um adulto.
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• Obstrução do brônquio lobar superior direito > colapso
• “S invertido”
- Concavidade inferior periférica (colapso pulmonar)
- Convexidade central (massa).
Sugere carcinoma broncogênico obstrutivo em um adulto.
Indiretos
• Elevação da cúpula
• Aproximação de
costelas
• Desvio do mediastino
• Deslocamento dos
hilos
• Hiperinsuflação do pulmão remanescente
Indiretos
• Elevação da cúpula
• Aproximação de
costelas
• Desvio do mediastino
• Deslocamento dos
hilos
• Hiperinsuflação do pulmão remanescente
• Opacidade triangular que se projeta superiormente na
metade medial do diafragma,
• Consequente a atelectasia do lobo superior.
• Atelectasia redonda em TC
• Deformação em “remoinho” (seta) das estruturas bronco-
vasculares, desde o hilo pulmonar até à periferia da lesão.
Anormalidades
pleurais
Aumento da densidade
pulmonar
Redução da densidade
pulmonar
Atelectasia
Padrões Básicos
Doença Mista
Doença Alveolar
• Consolidação
• Opacidades confluentes
• Contornos mal definidos
• Aerobroncogramas
• Opacidades centroacinares
Doença Intersticial
• Padrão septal
• Padrão reticular
• Padrão nodular
• Padrão reticulonodular
• Vidro fosco
• Hiperinsuflação
sem doença pulmonar
(asma)
• Hiperinsuflação
com redução do tecido
pulmonar
(enfisema)
• Redução da
vascularização
(TEP, Swyer James)
• Combinados
• Outros
(pneumotórax, Polland)
• Aproximação de
vasos e brônquios
• Deslocamento de
cissuras
interlobares
Sinais Diretos
• Elevação da
cúpula
• Aproximação de
costelas
• Desvio do
mediastino
• Deslocamento
dos hilos
Sinais Indiretos
Derrame pleural
Espessamento
pleural
Pneumotórax
• Derrame pleural
• Espessamento pleural
• Pneumotórax
• Derrame Pleural
• Opacidade homogenia com borda superior côncava
• Apagamento do Seio costofrênico
• Derrame Pleural
• Opacidade homogenia com borda superior côncava
• Apagamento do Seio costofrênico
• Derrame Pleural
• Opacidade homogenia com borda superior côncava
• Apagamento do Seio costofrênico
• Derrame Pleural
• Opacidade homogenia com borda superior côncava
• Apagamento do Seio costofrênico
• Derrame Pleural
• Opacidade homogenia com borda superior côncava
• Apagamento do Seio costofrênico
Laurell
• Derrame Pleural
• Opacidade homogenia com borda superior côncava
• Apagamento do Seio costofrênico
Laurell
• Ar livre na cavidade pleural
• Faixa de ar (hiperlúcida) entre a pleura
visceral e:
a parede torácica e/ou diafragma
• Desvio de mediastino contralateralmente
• Acentuado na Expiração Forçada
• CAMPOS, P.; RUANO, C. Imagiologia do Tórax I. 2007. Disponível em:
<http://www.imaginologia.com.br/dow/radiologia_basica/Metodos-de-Imagem-na-
Avaliacao-do-Torax.pdf> Acesso em: 21/03/2016
• DONATO, H.; SILVA, F. P.; ANTUNES, C.; OLIVEIRA, P. B.; ALVES, F. C. Sinais em
Radiologia Torácica. Serviço de Imagem Médica, Centro Universitário de Coimbra.
Coimbra. Disponível em: <http://rihuc.huc.min-
saude.pt/bitstream/10400.4/1569/1/sinais_rad_torax.pdf> Acesso em: 21/03/2016
• FELSON, B.; WEINSTEIN, A. S.; SPITZ H. B. Princípios de Radiologia do Tórax:
Texto Programado. Tradução Antônio S. Clemente Filho. São Paulo: Atheneu, 1978.
• Introdução à patologia do aparelho respiratório. Disponível em:
<http://www.pathology.com.br/introduo.htm > Acesso em: 21/03/2016
• JUHL, J. H.; CRUMMY, A. B.; KUHLMAN, J. E. Interpretação Radiológica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1204p, 2000
• MARTINEZ, J. A. B. Doenças Intersticiais Pulmonares. Medicina. Ribeirão Preto, v.
31, p. 247-256, 1998.
• PASSOS, R. B. D. Sinais Radiológicos da Doença Torácica
• SOUZA JUNIOR, A. S. Curso de Diagnóstico por Imagem do Tórax. Jornal de
Pneumologia. v. 25, n. 1, 1999.
Radiografia da mão da esposa de Wilhelm
Röntgen de 1895, logo após sua descoberta dos
Raios X.
SINAIS EM RADIOLOGIA TORÁCICA 2.0

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SINAIS EM RADIOLOGIA TORÁCICA 2.0

  • 1. Liga Acadêmica Radiologia e Diagnóstico por Imagem - LARDI Centro Universitário de Patos de Minas – Unipam Palestrante: Brenda Najat Boechat Lahlou Orientador: Leonardo de Aguiar Santos Patos de Minas 2016
  • 2.  História Clínica  Exame Físico  Dados Laboratoriais  Achados de Imagem  Provas Específicas (PFP, LBA)  História Ocupacional  Status Imunológico
  • 3. Sinais Radiológicos: São padrões característicos, reconhecíveis, por vezes com nome de objetos familiares com os quais são vagamente parecidos. Auxiliam no diagnóstico e na subsequente orientação terapêutica de doenças. São muitas vezes característicos ou altamente sugestivos de um determinado grupo de patologias. O conhecimento destes sinais pode encurtar a lista de diagnósticos diferenciais.
  • 4. • Aumento da Densidade Pulmonar • Redução da Densidade Pulmonar • Atelectasia • Anormalidades Pleurais
  • 5. Anormalidades pleurais Aumento da densidade pulmonar Redução da densidade pulmonar Atelectasia Padrões Básicos Doença Mista Doença Alveolar • Consolidação • Opacidades confluentes • Contornos mal definidos • Aerobroncogramas • Opacidades centroacinares Doença Intersticial • Padrão septal • Padrão reticular • Padrão nodular • Padrão reticulonodular • Vidro fosco • Hiperinsuflação sem doença pulmonar (asma) • Hiperinsuflação com redução do tecido pulmonar (enfisema) • Redução da vascularização (TEP, Swyer James) • Combinados • Outros (pneumotórax, Polland) • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cissuras interlobares Sinais Diretos • Elevação da cúpula • Aproximação de costelas • Desvio do mediastino • Deslocamento dos hilos Sinais Indiretos Derrame pleural Espessamento pleural Pneumotórax
  • 6. • Consolidação • Opacidades confluentes • Contornos mal definidos • Aerobroncogramas • Opacidades centroacinares Doença Alveolar • Focal -Segmentar, -Não-segmentar • Esparsa • Difuso
  • 7. AGUDAS CRÔNICAS Pneumonias Bacterianas Infecções (tuberculose, fúngicas) Tuberculose Sarcoidose Edema Agudo Pulmonar Neoplasias Hemorragias Colagenoses Tromboembolismo Pulmonar Proteinose Alveolar Silicose
  • 8. Sinal da Silhueta: Uma lesão intratorácica que faz contato com os contornos da silhueta mediastínica ou dos hemidiafragmas e que apresenta densidade radiológica idêntica irá apagar esses contornos na radiografia. “Borrramento da silhueta / do contorno do coração” Pode acontecer com o diafragma ou com a fissura pleural.
  • 9. Se Sinal da Silhueta estiver presente, significa que a lesão é no lobo médio ou língula.
  • 10. Se Sinal da Silhueta estiver presente, significa que a lesão é no lobo médio ou língula.
  • 12. Pneumonia total do pulmão esquerdo A – Radiografia do tórax com incidência PA mostrando opacidade em toalha homogénea ocupando todo o campo pulmonar esquerdo e condicionando sinal de silhueta com o contorno esquerdo da silhueta mediastínica e da hemicúpula diafragmática homolateral. B – Na incidência de perfil esquerdo, apenas é visível a hemicúpula diafragmática direita devido ao referido sinal da silhueta que condiciona apagamento do hemi-diafragma esquerdo.
  • 13. Pneumonia total do pulmão esquerdo A – Radiografia do tórax com incidência PA mostrando opacidade em toalha homogénea ocupando todo o campo pulmonar esquerdo e condicionando sinal de silhueta com o contorno esquerdo da silhueta mediastínica e da hemicúpula diafragmática homolateral. B – Na incidência de perfil esquerdo, apenas é visível a hemicúpula diafragmática direita devido ao referido sinal da silhueta que condiciona apagamento do hemi-diafragma esquerdo. ?
  • 18. • Visualização do Ar no interior dos brônquios intrapulmonares • Brônquios arejados no seio de uma consolidação
  • 19. Pneumonia Lobar Esquerda Opacidade em toalha ocupando o lobo esquerdo e a língula, individualizando-se opacidades tubulares radiotransparentes (seta) na região central - seta
  • 20. Pneumonia Lobar Esquerda Opacidade em toalha ocupando o lobo esquerdo e a língula, individualizando-se opacidades tubulares radiotransparentes (seta) na região central - seta
  • 21. Pneumonia Lobar Esquerda Opacidade em toalha ocupando o lobo esquerdo e a língula, individualizando-se opacidades tubulares radiotransparentes (seta) na região central - seta
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25. • Infiltrado interstício-alveolar parahilar com preservação da periferia. • Opacidades alveolares bilaterais, nos campos médios.
  • 26. Diminuição da radiotransparência pulmonar na região peri-hilar, de forma simétrica, poupando a periferia. Edema Agudo de Pulmão
  • 27. Diminuição da radiotransparência pulmonar na região peri-hilar, de forma simétrica, poupando a periferia. Edema Agudo de Pulmão
  • 28.
  • 29.
  • 30. • Opacidades lineares • Paredes brônquicas espessadas, em secção longitudinal. (bronquiectasias cilíndricas)
  • 31. • Opacidade de aspecto nebuloso (velamento), • Não apaga a trama vascular (não configurando consolidação) Infecção Micobacteriana
  • 32. Anormalidades pleurais Aumento da densidade pulmonar Redução da densidade pulmonar Atelectasia Padrões Básicos Doença Mista Doença Alveolar • Consolidação • Opacidades confluentes • Contornos mal definidos • Aerobroncogramas • Opacidades centroacinares Doença Intersticial • Padrão septal • Padrão reticular • Padrão nodular • Padrão reticulonodular • Vidro fosco • Hiperinsuflação sem doença pulmonar (asma) • Hiperinsuflação com redução do tecido pulmonar (enfisema) • Redução da vascularização (TEP, Swyer James) • Combinados • Outros (pneumotórax, Polland) • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cissuras interlobares Sinais Diretos • Elevação da cúpula • Aproximação de costelas • Desvio do mediastino • Deslocamento dos hilos Sinais Indiretos Derrame pleural Espessamento pleural Pneumotórax
  • 33. • Padrão septal • Padrão reticular • Padrão nodular • Padrão reticulonodular • Vidro fosco
  • 34. • Espessamento dos septos interlobulares • Normal: não visualiza no RX • Linhas de Kerley
  • 35.
  • 36.
  • 37. Linhas A, B, e C de Kerley
  • 38. Linhas A, B, e C de Kerley • Edema • Malignidade (disseminação linfangítica de CA de pulmão ou linfoma) • Sarcoidose, Fibrose Pulmonar idiopática e Asbestose
  • 39.
  • 40. • Padrão Reticular • Dilatação brônquica centrolobular é preenchida por muco, pus ou líquido • Nodulações nas extremidades, • Periferia do pulmão • Associado com anormalidades das vias aéreas maiores
  • 41. • Opacidades arredondadas < 1 cm • Expansão do interstício esférica • Presença de infiltrado celular, tecido fibroso ou ambos.
  • 44. • Padrão clássico na sarcoidose • Adenopatias: - paratraqueais direitas (1), - hilares direitas (2) e - hilares esquerdas (3).
  • 45. • Padrão clássico na sarcoidose • Adenopatias: - paratraqueais direitas (1), - hilares direitas (2) e - hilares esquerdas (3).
  • 46. • Opacidades lineares interligando nódulos. • Sarcoidose e Linfangite carcinomatosa.
  • 47. Anormalidades pleurais Aumento da densidade pulmonar Redução da densidade pulmonar Atelectasia Padrões Básicos Doença Mista Doença Alveolar • Consolidação • Opacidades confluentes • Contornos mal definidos • Aerobroncogramas • Opacidades centroacinares Doença Intersticial • Padrão septal • Padrão reticular • Padrão nodular • Padrão reticulonodular • Vidro fosco • Hiperinsuflação sem doença pulmonar (asma) • Hiperinsuflação com redução do tecido pulmonar (enfisema) • Redução da vascularização (TEP, Swyer James) • Combinados • Outros (pneumotórax, Polland) • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cissuras interlobares Sinais Diretos • Elevação da cúpula • Aproximação de costelas • Desvio do mediastino • Deslocamento dos hilos Sinais Indiretos Derrame pleural Espessamento pleural Pneumotórax
  • 48. • Hiperinsuflação sem doença pulmonar • Hiperinsuflação com redução do tecido pulmonar • Redução da vascularização (TEP, Swyer James) • Combinados • Outros (pneumotórax, Polland)
  • 49. • Rebaixamento diafragmático (Costela: 11a ou 12a posterior; 7a anterior) • Retificação da cúpula • Coração alongado e verticalizado (em gota), diâmetro transverso < 11,5 cm • Aumento do tórax no diâmetro AP (em barril) • Aumento do espaço claro retroesternal (>2,5cm) • Aumento da Transparência Pulmonar ENFISEMA: • Bolhas - Área de maior radiotransparência >1cm, avascular, podendo estar delimitada por fina linha branca - Coalescência de alvéolos rotos • Atenuação da trama vascular periférica e proeminência dos vasos hílares
  • 50.
  • 52.
  • 53.
  • 54. • Ar (translúcido) dentro da massa • Necrose central da lesão, pode haver níveis líquidos • Abscesso (staphylococcus) • Neoplasia • Massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e coccidioidomicose, sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide)
  • 55. • Ar (translúcido) dentro da massa • Necrose central da lesão, pode haver níveis líquidos • Abscesso (staphylococcus) • Neoplasia • Massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e coccidioidomicose, sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide)
  • 56. • Ar (translúcido) dentro da massa • Necrose central da lesão, pode haver níveis líquidos • Abscesso (staphylococcus) • Neoplasia • Massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e coccidioidomicose, sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide)
  • 57. • Ar (translúcido) dentro da massa • Necrose central da lesão, pode haver níveis líquidos • Abscesso (staphylococcus) • Neoplasia • Massa granulomatosa (tuberculose, fungo - aspergilose e coccidioidomicose, sarcoidose, doença de Wegener, nódulo reumatóide)
  • 58. Anormalidades pleurais Aumento da densidade pulmonar Redução da densidade pulmonar Atelectasia Padrões Básicos Doença Mista Doença Alveolar • Consolidação • Opacidades confluentes • Contornos mal definidos • Aerobroncogramas • Opacidades centroacinares Doença Intersticial • Padrão septal • Padrão reticular • Padrão nodular • Padrão reticulonodular • Vidro fosco • Hiperinsuflação sem doença pulmonar (asma) • Hiperinsuflação com redução do tecido pulmonar (enfisema) • Redução da vascularização (TEP, Swyer James) • Combinados • Outros (pneumotórax, Polland) • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cissuras interlobares Sinais Diretos • Elevação da cúpula • Aproximação de costelas • Desvio do mediastino • Deslocamento dos hilos Sinais Indiretos Derrame pleural Espessamento pleural Pneumotórax
  • 59. Redução do componente aéreo pulmonar com perda volumétrica associada (colapso parcial do pulmão). • Restrição (derrame pleural, pneumotórax, lesão extrínseca) • Fibrocicatricial (cicatriz granulomatosa, áreas de fibrose) • Reabsorção (obstrução brônquica -pneumonite obstrutiva) • Adesão (deficiência de surfactante)
  • 60. Diretos • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cisuras interlobares
  • 61. Diretos • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cisuras interlobares
  • 62. Diretos • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cisuras interlobares
  • 63. Diretos • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cisuras interlobares
  • 64. • Deformação da fissura horizontal • Existência de uma massa hilar • Obstrução do brônquio lobar superior direito > colapso • “S invertido” - Concavidade inferior periférica (colapso pulmonar) - Convexidade central (massa). Sugere carcinoma broncogênico obstrutivo em um adulto.
  • 65. • Deformação da fissura horizontal • Existência de uma massa hilar • Obstrução do brônquio lobar superior direito > colapso • “S invertido” - Concavidade inferior periférica (colapso pulmonar) - Convexidade central (massa). Sugere carcinoma broncogênico obstrutivo em um adulto.
  • 66. • Deformação da fissura horizontal • Existência de uma massa hilar • Obstrução do brônquio lobar superior direito > colapso • “S invertido” - Concavidade inferior periférica (colapso pulmonar) - Convexidade central (massa). Sugere carcinoma broncogênico obstrutivo em um adulto.
  • 67. • Deformação da fissura horizontal • Existência de uma massa hilar • Obstrução do brônquio lobar superior direito > colapso • “S invertido” - Concavidade inferior periférica (colapso pulmonar) - Convexidade central (massa). Sugere carcinoma broncogênico obstrutivo em um adulto.
  • 68. Indiretos • Elevação da cúpula • Aproximação de costelas • Desvio do mediastino • Deslocamento dos hilos • Hiperinsuflação do pulmão remanescente
  • 69. Indiretos • Elevação da cúpula • Aproximação de costelas • Desvio do mediastino • Deslocamento dos hilos • Hiperinsuflação do pulmão remanescente
  • 70. • Opacidade triangular que se projeta superiormente na metade medial do diafragma, • Consequente a atelectasia do lobo superior.
  • 71. • Atelectasia redonda em TC • Deformação em “remoinho” (seta) das estruturas bronco- vasculares, desde o hilo pulmonar até à periferia da lesão.
  • 72. Anormalidades pleurais Aumento da densidade pulmonar Redução da densidade pulmonar Atelectasia Padrões Básicos Doença Mista Doença Alveolar • Consolidação • Opacidades confluentes • Contornos mal definidos • Aerobroncogramas • Opacidades centroacinares Doença Intersticial • Padrão septal • Padrão reticular • Padrão nodular • Padrão reticulonodular • Vidro fosco • Hiperinsuflação sem doença pulmonar (asma) • Hiperinsuflação com redução do tecido pulmonar (enfisema) • Redução da vascularização (TEP, Swyer James) • Combinados • Outros (pneumotórax, Polland) • Aproximação de vasos e brônquios • Deslocamento de cissuras interlobares Sinais Diretos • Elevação da cúpula • Aproximação de costelas • Desvio do mediastino • Deslocamento dos hilos Sinais Indiretos Derrame pleural Espessamento pleural Pneumotórax
  • 73. • Derrame pleural • Espessamento pleural • Pneumotórax
  • 74. • Derrame Pleural • Opacidade homogenia com borda superior côncava • Apagamento do Seio costofrênico
  • 75. • Derrame Pleural • Opacidade homogenia com borda superior côncava • Apagamento do Seio costofrênico
  • 76. • Derrame Pleural • Opacidade homogenia com borda superior côncava • Apagamento do Seio costofrênico
  • 77. • Derrame Pleural • Opacidade homogenia com borda superior côncava • Apagamento do Seio costofrênico
  • 78. • Derrame Pleural • Opacidade homogenia com borda superior côncava • Apagamento do Seio costofrênico Laurell
  • 79. • Derrame Pleural • Opacidade homogenia com borda superior côncava • Apagamento do Seio costofrênico Laurell
  • 80. • Ar livre na cavidade pleural • Faixa de ar (hiperlúcida) entre a pleura visceral e: a parede torácica e/ou diafragma • Desvio de mediastino contralateralmente • Acentuado na Expiração Forçada
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84.
  • 85.
  • 86.
  • 87. • CAMPOS, P.; RUANO, C. Imagiologia do Tórax I. 2007. Disponível em: <http://www.imaginologia.com.br/dow/radiologia_basica/Metodos-de-Imagem-na- Avaliacao-do-Torax.pdf> Acesso em: 21/03/2016 • DONATO, H.; SILVA, F. P.; ANTUNES, C.; OLIVEIRA, P. B.; ALVES, F. C. Sinais em Radiologia Torácica. Serviço de Imagem Médica, Centro Universitário de Coimbra. Coimbra. Disponível em: <http://rihuc.huc.min- saude.pt/bitstream/10400.4/1569/1/sinais_rad_torax.pdf> Acesso em: 21/03/2016 • FELSON, B.; WEINSTEIN, A. S.; SPITZ H. B. Princípios de Radiologia do Tórax: Texto Programado. Tradução Antônio S. Clemente Filho. São Paulo: Atheneu, 1978. • Introdução à patologia do aparelho respiratório. Disponível em: <http://www.pathology.com.br/introduo.htm > Acesso em: 21/03/2016 • JUHL, J. H.; CRUMMY, A. B.; KUHLMAN, J. E. Interpretação Radiológica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1204p, 2000 • MARTINEZ, J. A. B. Doenças Intersticiais Pulmonares. Medicina. Ribeirão Preto, v. 31, p. 247-256, 1998. • PASSOS, R. B. D. Sinais Radiológicos da Doença Torácica • SOUZA JUNIOR, A. S. Curso de Diagnóstico por Imagem do Tórax. Jornal de Pneumologia. v. 25, n. 1, 1999.
  • 88. Radiografia da mão da esposa de Wilhelm Röntgen de 1895, logo após sua descoberta dos Raios X.

Notas do Editor

  1. Pfp – prova de funcao pulmonar Lba – lavado broncoalveolar Pneumoconioses relacionadas a ocupacao Doencas e infeccoes mais comuns em imunodeprimidos (pneumocistes jirovecci, fungicos, etc)
  2. Vou falar sobre os SINAIS RADIOLOGICOS Sobre os padroes caracteristicos que repetem em imagens de certos grupos de patologias. E o seu reconhecimento nos auxiliam no diagnostico
  3. Ha varios tipos de achados do Raio X de torax e podem ser separados em grupos (ou padroes basicos): (aqueles em que ha aumento da densidade pulmonar (ficando mais radiopacos, mais branquinhos) Aqueles em que tem reducao da densidade. Atelectasias (o colapso de parte do pulmao) e anormalidades na pleura
  4. De todas as coisas que podemos nos deparar ao estar de frente a uma radiografia, podem ser agrupados como mostra esse esquema. Em cima, de azul, temos os padroes basicos que falei no slide anterior. Dentro de “aumento da densidade pulmonar” temos doencas que acometem predominantemente os alveolos e outras o intersticio. MAS NENHUMA ACOMETE ISOLADAMENTE um dos dois (tem extravasamento de liquido e tal)
  5. O que a gente acha no raio X de um acometimento alveolar? Consolidacao. [A Consolidacao eh a substituição do ar dos alvéolos por líquido (sangue, pus, água, proteína) e/ou células. Vamos ver imagens radiopacas, causando apagamento dos vasos pulmonares, sem perda significativa de volume do segmento afetado Temos Confluencia de opacidades, principalmente na regiao subpleural Contornos mal definidos Aerobroncogramas ou Broncogramas Aereos, que eh a visualizacao dos bronquios (mais radiotransparentes) no interior da consolidacao E Opacidades centoracinares – A parte do pulmão situada distalmente ao bronquíolo respiratório é chamada de ácino pulmonar. O ácino pulmonar é constituído de: Bronquíolos respiratórios (RB) Ductos alveolares (AD) Sacos alveolares (AS) Alvéolos. Os ácinos são as unidades funcionais dos pulmões. 
  6. Algumas doencas de acometimento alveolar, diagnosticos diferenciais. Aqui temos a representacao dos bronquilos e dos sacos alveolares como deveriam ser – preenchidos por ar (por isso os campos pulmonares ficam pretos – ar radiotransmarente) e a direita preenchidos por liquido que eh mais denso. Entao vemos o borrao radiopaco ou consolidacao.
  7. O que eh silhueta? Eh o contorno, o desenho do perimetro da estrutura em questao. O sinal da silhueta eh formado quando uma lesao fica num local do pulmao que faz contato / encosta no coracao ou nas cupulas do diafragma. E ajuda-nos a identificar qual loobo esta a lesao, pq no raio x eles se sobrepoe, nao eh uma visao 3d
  8. Relembrando a anatomia: Aqui temos os lobos do pulmao direito e esquerdo em perfil e aqui uma representacao do PA. olha a sobreposicao. O Coracao fica localizado anteriormente, e inferiormente, ficando entre quais lobos? Isso Lobo medio e lingula. Quando temos uma consolidacao do lobo medio e da insula, a densidade dessa consolidacao fica similar a do coracao e formam uma imagem radiopaca continua apagando o contorno / a silhueta
  9. Relembrando a anatomia: Aqui temos os lobos do pulmao direito e esquerdo em perfil e aqui uma representacao do PA. olha a sobreposicao. O Coracao fica localizado anteriormente, e inferiormente, ficando entre quais lobos? Isso Lobo medio e lingula. Quando temos uma consolidacao do lobo medio e da insula, a densidade dessa consolidacao fica similar a do coracao e formam uma imagem radiopaca continua apagando o contorno / a silhueta
  10. Aqui temos a silhueta cardiaca - desenha
  11. E aqui…. Nao conseguimos identifica-la indicando que HA acometimento da lingula.
  12. E aqui…. Nao conseguimos identifica-la indicando que HA acometimento da lingula.
  13. Aqui outro exemplo. Indicando que
  14. Outro exemplo do apagamento da silhueta - risca
  15. E aqui soh pra mostrar como fica quando nao tem sinal da silhueta, indicando um acometimento de lobo posterior.
  16. E aqui soh pra mostrar como fica quando nao tem sinal da silhueta, indicando um acometimento de lobo posterior.
  17. Broncograma aereo eh a visualizacao de ar dentro dos bronquios que estao passando por dentro de um lugar consolidado. Aqui ta essa consolidacao, essa regiao embacada branquinha. E aqui dentro temos esses riscos, essas sombras alongadas que sao os bronquios
  18. Aqui entao temos essa consolidacao e se observarmos bem, notamos o caminho dos bronquios no interior. Viram?
  19. Aqui entao temos essa consolidacao e se observarmos bem, notamos o caminho dos bronquios no interior. Viram?
  20. Aqui entao temos essa consolidacao e se observarmos bem, notamos o caminho dos bronquios no interior. Viram?
  21. Ai eh como o broncograma aereo fica na tomografia. Vemos o ar dentro dos bronquios.
  22. Aqui a gente tem mais exemplos (mostra com o laser)
  23. SINAL DA ASA DE BORBOLETA Opacidades aqui na regiao em torno do hilo de ambos os lados. Parecendo asas, neh? Por edema alveolar poupando os ápices.... poupando seios costofrênicos. Edema agudo de pulmao Outros como algumas infeccoes fungicas, sarcoidose, reacoes hipersensibilidade
  24. Aqui observamos esse padrao, contornando o hilo
  25. Aqui observamos esse padrao, contornando o hilo
  26. Aqui outros exemplos da consolidacao em ASA DE BORBOLETA
  27. Padrao perihilar bilateral
  28. Imagem em carril são as bronquiectasias. Quando as paredes dos bronquis ficam espessadas (que nem na Fibrose cistica) Ai a gente ve o caminho radiopaco da parede dos bronquios. A gente tambem os chama de sinal do TRILHO DE TREM, pq são as duas paredes do bronquio paralelas.
  29. Opacidade meio nebulosa, Causado por preenchimento parcial dos alveolos. Diferenciamos da consolidacao pq aqui nos consegimos ainda ver os vasos Processo intermediario pra formacao de uma consolidacao na verdade.
  30. Agora doenca intersticial O que eh o interstício pulmonar? regiões situadas entre elementos bem definidos do pulmão. (a gente tem as os acinos, os bronquilos, etc, e tudo que tiver entre eles eh intersticio) espaços entre as células endoteliais e o epitélio alveolar. tecidos conectivos perivasculares, peribronquiolares e peribronquiais, desde as paredes dos lóbulos secundários até as regiões mais centrais (Figura 1).
  31. Dentro dos lobos a gente tem os lobulos pulmonares, e quando a gente tem o espessamento do septo entre eles a gente visualiza o que a gente chama de “Linhas de Kerley” indicando um padrao de acometimento septal
  32. Dependendo do local que estao elas tem uma letra, aqui temos linhas Kerley B, proximas a pleura. Conseguiram ver esses rajados? (vai e volta slide)
  33. Dependendo do local que estao elas tem uma letra, aqui temos linhas Kerley B, proximas a pleura. Conseguiram ver esses rajados? (vai e volta slide)
  34. Aqui temos mais exemplos das linhas de kerlei nos septos interlobulares
  35. Aqui temos mais exemplos das linhas de kerlei nos septos interlobulares
  36. Aqui o correspondente numa tomografia (risca linhas)
  37. Agora padrao reticular Sinal da arvore em brotamento – visto na tomografia. A gente tem dilatacao e preenchimento dos bronquios – que como que formam os caules E os acinos, tambem preenchidos formando os brotinhos que ficam centrolobulares Presente em doencas inflamatorias (tuberculose pneumonia etc)
  38. Opacidades em forma de nodulos. Ne esfericos Podendo ser infiltrados de celulas, tecido fibroso.
  39. Aqui temos um caso de pneumonia por hipersensibilidade na tc e uma viral no raio x, em ambas temos um padrao difuso de micronodulos
  40. Sinal do 1-2-3 eh qdo a gente encontra nodulos nos seguintes locas: Perihilares bilaterais e paratraqueal direita – causanda por linfonodomegalia. Eh classico na sarcoidose quando tem essa linfonodomegalia + espessamento intersticial) Mas lembrar tbm do diagnostico diferencial de disseminacao tumoral (mama)
  41. Sinal do 1-2-3 eh qdo a gente encontra nodulos nos seguintes locas: Perihilares bilaterais e paratraqueal direita – causanda por linfonodomegalia. Eh classico na sarcoidose quando tem essa linfonodomegalia + espessamento intersticial) Mas lembrar tbm do diagnostico diferencial de disseminacao tumoral (mama)
  42. Onde tem nodulos e opacidades lineares entre eles
  43. Nosso proximo grupo sao os sinais presentes nas patologias que causam REDUCAO DA DENSIDADE PULMONAR
  44. 1 – hiperinsuflacao sem ter lesao do tecido pulmonar - asma 2 - DPOC – enisema pulmonar
  45. Diafragma rebaixado e reto Coracao mais verticalizado Aumento ap Espaco retroesternal
  46. Mais hipertransparente 11 costela
  47. Hipertransparência unilateral Causada por um tromboembolismo bem macico. Aqui a arteriografia deste caso.
  48. (neoplasia de células escamosas) Niveis liquidos Sangue, infiltrado? A espessura da parede eh sinal da atividade da doenca. Quanto mais espessa – mais ativa. Mtas vezes no controle dessas doencas vamos acompanhando justamente o afinamento dessas paredes.
  49. (neoplasia de células escamosas) Niveis liquidos Sangue, infiltrado? A espessura da parede eh sinal da atividade da doenca. Quanto mais espessa – mais ativa. Mtas vezes no controle dessas doencas vamos acompanhando justamente o afinamento dessas paredes.
  50. (neoplasia de células escamosas) Niveis liquidos Sangue, infiltrado? A espessura da parede eh sinal da atividade da doenca. Quanto mais espessa – mais ativa. Mtas vezes no controle dessas doencas vamos acompanhando justamente o afinamento dessas paredes.
  51. (neoplasia de células escamosas) Niveis liquidos Sangue, infiltrado? A espessura da parede eh sinal da atividade da doenca. Quanto mais espessa – mais ativa. Mtas vezes no controle dessas doencas vamos acompanhando justamente o afinamento dessas paredes.
  52. Colabamento de parte do pulmao, dos alveolos. Tem tipos diferentes de atelectasia RESTRICAO Qdo algo restringe, impede o pulmao de se expandir FIBROCICATRICIAL por cicatrizes REABSORCAO – quando algo obstrui o bronquio que supre determinada regiao e ele atelectasia e por ADESAO quando falta o surfactante (responsavel por reduzir a tensao superficial dos alveolos)
  53. O Sinal S de Golden eh um sinal que aparece quando uma estrutura obstrui o bronquio lobar superior direito causando atelectasia por reabsorcao do lobo superior direito e deslocando a fissura horizontal que fica em forma de um “S invertido” Vejamos A convexidade representa a massa que obstruiu, aqui centralmente E ai o lobo superior colaba e tem esse repuxamento da fissura horizontal. Um “S” Para quem viu minha publicacao no grupo da medicina ontem, era um caso que tinha o sinal S de golden, indicando atelectasia por lesao tumoral.
  54. O Sinal S de Golden eh um sinal que aparece quando uma estrutura obstrui o bronquio lobar superior direito causando atelectasia por reabsorcao do lobo superior direito e deslocando a fissura horizontal que fica em forma de um “S invertido” Vejamos A convexidade representa a massa que obstruiu, aqui centralmente E ai o lobo superior colaba e tem esse repuxamento da fissura horizontal. Um “S” Para quem viu minha publicacao no grupo da medicina ontem, era um caso que tinha o sinal S de golden, indicando atelectasia por lesao tumoral.
  55. O Sinal S de Golden eh um sinal que aparece quando uma estrutura obstrui o bronquio lobar superior direito causando atelectasia por reabsorcao do lobo superior direito e deslocando a fissura horizontal que fica em forma de um “S invertido” Vejamos A convexidade representa a massa que obstruiu, aqui centralmente E ai o lobo superior colaba e tem esse repuxamento da fissura horizontal. Um “S” Para quem viu minha publicacao no grupo da medicina ontem, era um caso que tinha o sinal S de golden, indicando atelectasia por lesao tumoral.
  56. O Sinal S de Golden eh um sinal que aparece quando uma estrutura obstrui o bronquio lobar superior direito causando atelectasia por reabsorcao do lobo superior direito e deslocando a fissura horizontal que fica em forma de um “S invertido” Vejamos A convexidade representa a massa que obstruiu, aqui centralmente E ai o lobo superior colaba e tem esse repuxamento da fissura horizontal. Um “S” Para quem viu minha publicacao no grupo da medicina ontem, era um caso que tinha o sinal S de golden, indicando atelectasia por lesao tumoral.
  57. Tem tambem os sinais indiretos de atelectasia, associados a pressao negativa exercida no colabamento, puxando estruturas vizinhas.
  58. Tem tambem os sinais indiretos de atelectasia, associados a pressao negativa exercida no colabamento, puxando estruturas vizinhas.
  59. Tambem temos sinais especificos da atelectasia redonda, que eh mto confundida com tumores (neh, conformacao redonda e tal) O sinal da cauda do cometa eh o aspecto, na tomografia de redemoinho, essa retorcao das estruturas em volta da lesao. Parecendo tipo a cauda de um cometa. Nomes criativos neh? hehe Exposicao ao asbesto
  60. E agora, vamos ver os sinais presentes em anormalidades pleurais, que o nosso colega Rafael brilhantemente apresentou X
  61. Temos o Derrame pleural, liquido no espaco entre as pleuras Espessamento da pleura E Pneumotorax, ar na cavidade pleural
  62. Sinal do menisco Indicativo de derrame pleural Menisco eh o formato concavo que o liquido faz, em formato de meia lua. Mostra opacidade. Não eh algo com contornos mal definidos. Tem um formato bem caracteristico. Tao vendo? Outra coisa que tambem vemos no derrame pleural eh Apagamento do seio costofrenico. Por que o liquido, pela gravidade preenche esse espaco pertencente a cavidade pleural, e deixa de ser radiotransparente Muitas vezes pode ser bem pouco liquido entao fica bem baixinho, mas comparem o formato da base do pulmao normal e com derrame... SINAL DO MENISCO confirmacao?: Incidencia LAURELL – decubito lateral com raios horizontais US
  63. Sinal do menisco Indicativo de derrame pleural Menisco eh o formato concavo que o liquido faz, em formato de meia lua. Mostra opacidade. Não eh algo com contornos mal definidos. Tem um formato bem caracteristico. Tao vendo? Outra coisa que tambem vemos no derrame pleural eh Apagamento do seio costofrenico. Por que o liquido, pela gravidade preenche esse espaco pertencente a cavidade pleural, e deixa de ser radiotransparente Muitas vezes pode ser bem pouco liquido entao fica bem baixinho, mas comparem o formato da base do pulmao normal e com derrame... SINAL DO MENISCO confirmacao?: Incidencia LAURELL – decubito lateral com raios horizontais US
  64. Sinal do menisco Indicativo de derrame pleural Menisco eh o formato concavo que o liquido faz, em formato de meia lua. Mostra opacidade. Não eh algo com contornos mal definidos. Tem um formato bem caracteristico. Tao vendo? Outra coisa que tambem vemos no derrame pleural eh Apagamento do seio costofrenico. Por que o liquido, pela gravidade preenche esse espaco pertencente a cavidade pleural, e deixa de ser radiotransparente Muitas vezes pode ser bem pouco liquido entao fica bem baixinho, mas comparem o formato da base do pulmao normal e com derrame... SINAL DO MENISCO confirmacao?: Incidencia LAURELL – decubito lateral com raios horizontais US
  65. Sinal do menisco Indicativo de derrame pleural Menisco eh o formato concavo que o liquido faz, em formato de meia lua. Mostra opacidade. Não eh algo com contornos mal definidos. Tem um formato bem caracteristico. Tao vendo? Outra coisa que tambem vemos no derrame pleural eh Apagamento do seio costofrenico. Por que o liquido, pela gravidade preenche esse espaco pertencente a cavidade pleural, e deixa de ser radiotransparente Muitas vezes pode ser bem pouco liquido entao fica bem baixinho, mas comparem o formato da base do pulmao normal e com derrame... SINAL DO MENISCO confirmacao?: Incidencia LAURELL – decubito lateral com raios horizontais US
  66. Sinal do menisco Indicativo de derrame pleural Menisco eh o formato concavo que o liquido faz, em formato de meia lua. Mostra opacidade. Não eh algo com contornos mal definidos. Tem um formato bem caracteristico. Tao vendo? Outra coisa que tambem vemos no derrame pleural eh Apagamento do seio costofrenico. Por que o liquido, pela gravidade preenche esse espaco pertencente a cavidade pleural, e deixa de ser radiotransparente Muitas vezes pode ser bem pouco liquido entao fica bem baixinho, mas comparem o formato da base do pulmao normal e com derrame... SINAL DO MENISCO confirmacao?: Incidencia LAURELL – decubito lateral com raios horizontais US
  67. Sinal do menisco Indicativo de derrame pleural Menisco eh o formato concavo que o liquido faz, em formato de meia lua. Mostra opacidade. Não eh algo com contornos mal definidos. Tem um formato bem caracteristico. Tao vendo? Outra coisa que tambem vemos no derrame pleural eh Apagamento do seio costofrenico. Por que o liquido, pela gravidade preenche esse espaco pertencente a cavidade pleural, e deixa de ser radiotransparente Muitas vezes pode ser bem pouco liquido entao fica bem baixinho, mas comparem o formato da base do pulmao normal e com derrame... SINAL DO MENISCO confirmacao?: Incidencia LAURELL – decubito lateral com raios horizontais US
  68. O pneumotorax entao eh ar livre entre as duas pleuras. Vejam aqui que o pulmao acaba antes de alcancar a parede abdominal Pode ter um desvio do mediastino devido a pressao causada pelo ar E eh acentuado quando aumenta a pressao positiva no interior pela expiracao forcada. (um dos casos em que vamos pedir um raio X na expiracao e NAO na inspiracao kk)
  69. A linha que representa a pleura visceral – deslocada de seu local habitual E uma camada sem vasos nem nada, que representa a cavidade pleural com ar. Aqui, uns exemplos mais acentuados E aqui mais discreto (mostrar vasos e linha da pleura)
  70. Conhceida como a primeira radiografia realizada na historia. Dando inicio a uma revolucao na Medicina Diagnostica e Terapeutica.