Alexandre Naime Barbosa MD, PhD
Professor Doutor - Infectologista
3º Ano de Graduação em Enfermagem
Faculdade de Medicina ...
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Saúde
Global
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Mundo Brasil
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 1981-2013: 78 milhões de casos
 1981-2013: 39 milhões de mortes
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 Mucosa ou Epitélio
 Vascularização
 Rede Linfática
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 DSTs ou Lesões de Órgãos
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 Lesões por Atrito
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 Uso de Drogas
 Uso de Álcool
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 RNA: 2 moléculas
 Capsídeo Protéico (p17, p24)
 Envelope (gp41, gp120)
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Sintomas ou não
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Elevada Carga Viral
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Consenso Vigente em 2013: Esquemas para Início de TARV
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 Supressão em virgens ou não
 Grande redução da mortalidade
 Taxas próximas do normal
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Revista Unesp Ciência - Out/2011
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Guaraldi G et al. CID 2011; 53:1120
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< 72h, chance de
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Comparação de Eficácia entre as Estratégias de Prevenção
Abdool Karim S, Abdool Karim Q, et al. Lancet. 2011;378:e23-e25.
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 HIV/Aids: um dos mais graves problemas de saúde global
 Brasil: desperdício oportunidades, mais infecções e mortes
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Infecção pelo HIV/Aids - Interface com a Formacao em Enfermagem 2015

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Infecção pelo HIV/Aids - Interface com a Formacao em Enfermagem 2015

  1. 1. Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologista 3º Ano de Graduação em Enfermagem Faculdade de Medicina - UNESP Abr/2015 - Botucatu - SP
  2. 2. www.drbarbosa.org
  3. 3. www.drbarbosa.org
  4. 4. Saúde Global www.drbarbosa.org
  5. 5. 6ª 3ª www.drbarbosa.org
  6. 6. MS – Boletim Epidemiológico, 2011 Unaids - Aids Epidemic Update, 2011 Mundo Brasil Prevalência 34 milhões 0.6 - 1.0 milhão Incidência/ano 2,7 milhões 34 mil Mortalidade/ano 1,8 milhão 12 mil www.drbarbosa.org
  7. 7. Unaids - Aids Epidemic Update, 2014  1981-2013: 78 milhões de casos  1981-2013: 39 milhões de mortes  2013: 35 milhões de PVHA  2013: 2,1 milhões de casos novos  2013: 1,5 milhões de mortes www.drbarbosa.org
  8. 8. MS – Boletim Epidemiológico, 2014 Unaids - Aids Epidemic Update, 201 Prevalência ND Mundo Brasil Prevalência 35 milhões 0,7 - 0,8 milhão (0,5%) Incidência/ano 2,3 milhões 40 mil Mortalidade/ano 1,5 milhão 15 mil www.drbarbosa.org
  9. 9. MS – Boletim Epidemiológico, 2014 www.drbarbosa.org
  10. 10. Grangeiro A - Congresso Brasileiro de Infectologia, 2013 www.drbarbosa.org
  11. 11. MS – Boletim Epidemiológico, 2014 www.drbarbosa.org
  12. 12. www.drbarbosa.org
  13. 13. www.drbarbosa.org
  14. 14. www.drbarbosa.org
  15. 15. Grangeiro A - Congresso Brasileiro de Infectologia, 2013 www.drbarbosa.org
  16. 16. drbarbosa.org Slide Cedido pela Dra. Maria Clara Gianna
  17. 17. www.drbarbosa.org
  18. 18. drbarbosa.org
  19. 19.  Mucosa ou Epitélio  Vascularização  Rede Linfática  Área de Exposição  DSTs ou Lesões de Órgãos Prepúcio www.drbarbosa.org
  20. 20.  Lesões por Atrito  Lubrificação  Retenção fluídos  Fluídos Sexuais  Muco anal  Sangue www.drbarbosa.org
  21. 21.  Uso de Drogas  Uso de Álcool www.drbarbosa.org
  22. 22.  Festas Barebacking  Saunas e Casas de Banho  Casas de Swing  Gang Bang, Roleta Russa  Transmissão Proposital www.drbarbosa.org
  23. 23. www.drbarbosa.org
  24. 24. www.drbarbosa.org
  25. 25. www.drbarbosa.org
  26. 26. www.drbarbosa.org
  27. 27. www.drbarbosa.org
  28. 28.  RNA: 2 moléculas  Capsídeo Protéico (p17, p24)  Envelope (gp41, gp120)  Enzimas: TR, PT, IT, RNAse  Células Alvo: Receptores CD4 (LT)  Co-receptores: CCR5, CXCR4 RT: transcriptase reversa; PT: protease; IT: integrase www.drbarbosa.org
  29. 29. < 72h, chance de impedir a formação de pró-vírus, ARVs impedem a perpetuação da infecção Infecção crônica pelo HIV, ARVs controlam replicação, mas não esterilizam as células www.drbarbosa.org
  30. 30. www.drbarbosa.org
  31. 31. www.drbarbosa.org
  32. 32. Linfócito T CD4 www.drbarbosa.org
  33. 33. www.drbarbosa.org
  34. 34. www.drbarbosa.org
  35. 35. Sintomas ou não Teste HIV pode ser negativo Elevada Carga Viral www.drbarbosa.org
  36. 36. Oligo ou Assintomático Teste HIV Positivo Carga Viral Alta www.drbarbosa.org
  37. 37. Doenças Oportunistas Teste HIV Positivo Carga Viral Alta www.drbarbosa.org
  38. 38. www.drbarbosa.org
  39. 39. www.drbarbosa.org
  40. 40. www.drbarbosa.org
  41. 41. www.drbarbosa.org
  42. 42. www.drbarbosa.org
  43. 43. www.drbarbosa.org
  44. 44. www.drbarbosa.org
  45. 45. www.drbarbosa.org
  46. 46. www.drbarbosa.org
  47. 47. www.drbarbosa.org
  48. 48. Hutter G, et al N Engl J Med, 2009. www.drbarbosa.org
  49. 49. Serves as proof-of-concept that HIV CURE is possible www.drbarbosa.org
  50. 50. www.drbarbosa.org
  51. 51. A JH K I G F E D C B www.drbarbosa.org
  52. 52. www.drbarbosa.org
  53. 53. POPULAÇÃO SEXUALMENTE ATIVA EM RISCO INFECTADAS PERCEBEM SINTOMAS PROCURAM ATENDIMENTO ATENDIDAS DIAGNÓSTICO CORRETO TRATAMENTO ADEQUADO PARCEIROS TRATADOS www.drbarbosa.org
  54. 54. www.drbarbosa.org
  55. 55. www.drbarbosa.org
  56. 56. www.drbarbosa.org
  57. 57. Grangeiro A - Congresso Brasileiro de Infectologia, 2013 www.drbarbosa.org
  58. 58. www.drbarbosa.org
  59. 59. 2015: 28 drogas , DTV www.drbarbosa.org
  60. 60. www.drbarbosa.org
  61. 61. Consenso Vigente em 2013: Esquemas para Início de TARV Esquemas Preferenciais - 2 ITRN + ITRNN - ITRN: TDF ou AZT + 3TC - ITRNN: EFZ (NVP como alternativa) Esquemas Alternativos - 2 ITRN + IP/r - 2 ITRN + IP* - ITRN: ddI ou ABC - IP: LOP/r (ATV/r ou FPV/r como alternativa) - IP: ATV Objetivo da TARV Tempo Carga Viral 4 - 6 semanas ↓ 1 log 4 meses ↓ 2 log 6 meses Indetectável À longo prazo Indetectável www.drbarbosa.org
  62. 62.  HAART: CV indetectável  Supressão em virgens ou não  Grande redução da mortalidade  Taxas próximas do normal  Objetivo: supressão virológica sustentada Bhaskaran K, Hamouda O, Sannes M, et al. Changes in the risk of death after hiv seroconversion compared with mortality in the general population. JAMA. 2008;300(1):51-59. www.drbarbosa.org
  63. 63. Grangeiro A - Congresso Brasileiro de Infectologia, 2013 www.drbarbosa.org
  64. 64. Grangeiro A - Congresso Brasileiro de Infectologia, 2013 www.drbarbosa.org
  65. 65. www.drbarbosa.org
  66. 66. Revista Unesp Ciência - Out/2011 www2.unesp.br/revista/?p=4095 www.unesp.br/revista/24 www.drbarbosa.org
  67. 67. Guaraldi G et al. CID 2011; 53:1120 www.drbarbosa.org
  68. 68.  Doença Cardiovascular (IAM, AVE)  Câncer (Não-Aids)  Osteopenias e Fraturas  Disfunção Ventricular Esquerda  Insuficiência Hepática  Insuficiência Renal  Distúrbios Neuro-Cognitivos  “Síndrome da Fragilidade”  Imunossenescência Weber et al. HIV Med 2013; 14:195 HIV+ HIV+ HIV+ HIV - www.drbarbosa.org
  69. 69. HAART PÓS PRÉ www.drbarbosa.org
  70. 70. ↑ Comorbidades Contágio na 3ª Idade Aumento da Sobrevida Inflamação Crônica Hábitos de Vida Toxicidade dos ARVs www.drbarbosa.org
  71. 71. Deeks, 2011 www.drbarbosa.org
  72. 72. Maus Hábitos de Vida Inflamação, ARVs www.drbarbosa.org
  73. 73. www.drbarbosa.org
  74. 74. www.drbarbosa.org
  75. 75. www.drbarbosa.org
  76. 76. www.drbarbosa.org
  77. 77. < 72h, chance de impedir a formação de pró-vírus, ARVs impedem a perpetuação da infecção Infecção crônica pelo HIV, ARVs controlam replicação, mas não esterilizam as células www.drbarbosa.org
  78. 78. www.drbarbosa.org
  79. 79. www.drbarbosa.org
  80. 80. www.drbarbosa.org
  81. 81. www.drbarbosa.org
  82. 82. www.drbarbosa.org
  83. 83. www.drbarbosa.org
  84. 84. Comparação de Eficácia entre as Estratégias de Prevenção Abdool Karim S, Abdool Karim Q, et al. Lancet. 2011;378:e23-e25. www.drbarbosa.org
  85. 85. www.drbarbosa.org
  86. 86.  HIV/Aids: um dos mais graves problemas de saúde global  Brasil: desperdício oportunidades, mais infecções e mortes  Importante otimizar ferramentas disponíveis, sem banalizar  Referenciar sempre que tiver dúvidas  Oferecer sempre a possibilidade  Divulgar em grupos mais vulneráveis  Promover sempre o uso do preservativo www.drbarbosa.org
  87. 87. Obrigado pela Atenção!

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