Prevenção DST Aids Centroflora 2014

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Prevenção DST Aids Centroflora 2014

  1. 1. Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Assistente - Infectologista SIPAT - Grupo Centroflora Outubro/2014 - Botucatu/SP
  2. 2. Nome Reino Prevalência Mundial Cura Risco de Morte HIV/Aids Vírus 34 Milhões Não Sim Hepatite B Vírus 400 Milhões Não Sim Hepatite C* Vírus 200 Milhões Sim* Sim HPV Vírus 630 Milhões Não Sim Herpes Genital Vírus 536 Milhões Não Não Sífilis Bactéria 500 Milhões/ano Sim Sim Gonorreia Bactéria Sim Sim Clamídia Bactéria Sim Não Cancro Mole Bactéria Sim Não Donavanose Bactéria Sim Não Trichomonas Protozoário Sim Não Candidíase Fungo 75% Mulheres Sim Não
  3. 3.
  4. 4. MS – Boletim Epidemiológico, 2012 Unaids - Aids Epidemic Update, 2012 Prevalência ND Mundo Brasil Prevalência 34 milhões 0,5 milhão (0,4%) Incidência/ano 2,5 milhões 40 mil Mortalidade/ano 1,7 milhão 12 mil
  5. 5. MS – Boletim Epidemiológico, 2012 Centers for Disease Control and Prevention - CDC Health Information for International Travel 2010 Prevalência de AgHBs Alta: ≥ 8% Intermediário: 2% to 7% Baixo: < 2% Mundo Brasil Prevalência 400 milhões 1 - 2 milhões (0,37%) Incidência/ano 4 milhões 12 mil Mortalidade/ano 0.6 – 1.0 milhão ?
  6. 6. > 10% 2,5-10% 1-2,5% Prevalência ND Prevalência 170 - 200 milhões 2 - 3 milhões (1,0-1,5%) Incidência/ano 3 - 4 milhões 12 mil Mortalidade/ano 0.3 milhão ? WHO, 2012 Mundo Brasil Inquérito Nacional das Hepatites Virais, MS-Brasil, 2010
  7. 7. Mundo Brasil Prevalência 630 milhões 80 milhões (2005) Incidência Câncer/ano 0,5 milhão 17.540 (2012) Mortalidade Câncer/ano 0,3 milhão 4.986 (2010)
  8. 8. Dçs Cerebrovasculares 17.08% Infarto Miocárdio 13.66% Câncer 12.42% Pneumonias 9.47% Cirrose e Dçs Outras Dçs Isq Coração 3.46% Sepse 2.25% Dçs Hipertensivas 7.66% Dçs Pulmonares Crônicas Diabete Mellitus 9.39% 8.88% Insuf. Cardíaca 4.72% Fígado 3.31% Miocardiopatia 2.29% Aids 2.08% Insuf. Renal 1.98% Demais Doenças Perinatais 1.35%
  9. 9. Prevalências e frequências relativas de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) - MS-Brasil, 2008
  10. 10. POPULAÇÃO SEXUALMENTE ATIVA EM RISCO INFECTADAS PERCEBEM SINTOMAS PROCURAM ATENDIMENTO ATENDIDAS DIAGNÓSTICO CORRETO TRATAMENTO ADEQUADO PARCEIROS TRATADOS
  11. 11. A H J K I G F E D C B
  12. 12. Slide Cedido pela Dra. Maria Clara Gianna
  13. 13.  Mucosa ou Epitélio  Vascularização  Rede Linfática  Área de Exposição  DSTs ou Lesões de Órgãos Prepúcio
  14. 14.  Lesões por Atrito  Lubrificação  Retenção fluídos  Fluídos Sexuais  Muco anal  Sangue
  15. 15.  Uso de Drogas  Uso de Álcool
  16. 16.  Festas Barebacking  Saunas e Casas de Banho  Casas de Swing  Gang Bang  Roleta Russa
  17. 17. < 72h, chance de impedir a formação de pró-vírus, ARVs impedem a perpetuação da infecção Infecção crônica pelo HIV, ARVs controlam replicação, mas não esterilizam as células
  18. 18. Barbosa AN, 2013
  19. 19. Barbosa AN, 2013
  20. 20. Comparação de Eficácia entre as Estratégias de Prevenção Abdool Karim S, Abdool Karim Q, et al. Lancet. 2011;378:e23-e25.
  21. 21.  Promover Parcerias, Incentivar Diálogo  Orientar sobre os Fatores de Risco  Combater Preconceito  Combater Discriminação  Uso de EPIs sempre  Uso de Preservativo sempre  Vacina (HVB, HPV)  Estimular Testagem sempre  Encaminhar na dúvida sempre
  22. 22. (14) 3811-6537 (14) 3811-6129
  23. 23. www.slideshare.net/spitalex

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