Apresentação pnaic1

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Caderno 1. PNAIC 2015. Currículo na perspectiva da inclusão e da diversidade: as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e o Ciclo de Alfabetização.

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Apresentação pnaic1

  1. 1. Por que devo avaliar? Quando devo avaliar?
  2. 2. A proposta de currículo inclusivo defende que todas as crianças têm direito de aprender. Consequentemente, pelo viés desse currículo, é dever da escola garantir condições favoráveis de aprendizagem, considerando as diferentes trajetórias de vida dos estudantes. Nessa perspectiva, a avaliação é vista como instrinsicamente ligada às ações de ensino, servindo como ponto de partida para o planejamento didático, rompendo com a concepção excludente de avaliação para reprovação.
  3. 3. Uma avaliação com ênfase em seu aspecto processual, contínuo, que tem como finalidade compreender o que os alunos já sabem e o que precisam aprender. Sendo assim, serve para que os professores programem intervenções que atendam à diversidade de necessidades pedagógicas de sua turma, considerando que a turma sempre será heterogênea, independente da presença ou não de crianças com necessidades educacionais especiais.
  4. 4. O Programa amplia e recomenda que o processo avaliativo perpasse pelos processos educacionais e pelos sujeitos envolvidos na alfabetização, o professor e as próprias práticas de avaliação. Em relação ao currículo, destaca a necessidade, em primeiro lugar, de discutir o que está presente nos documentos oficiais, ou seja, a lacuna que há entre o currículo pretendido e o vivenciado nas escolas. É importante que a escola seja também avaliada. E, nesse sentido, são enfatizados dois aspectos: primeiro, a organização interna da unidade educacional; segundo, o monitoramento das ações.
  5. 5. Outro ponto essencial é a avaliação do docente, de sua didática e de seu relacionamento com os alunos. E, finalmente, há a avaliação da aprendizagem dos alunos, que perpassa todas as essas outras avaliações. Para tanto, é essencial que sejam bem planejadas boas estratégias para avaliar os alunos, como também boas intervenções, para que eles avancem em seu processo de aprendizagem. Nessa perspectiva, a avaliação é considerada como um processo inclusivo e fundamental para a lógica do ciclo, que apresenta uma proposta de maior flexibilidade com o tempo e mais continuidade do processo de ensino e aprendizagem na alfabetização.
  6. 6. “Integrar” é diferente de “incluir”, na medida em que na integração há a inserção parcial do sujeito aprendiz, e na inclusão a inserção deve ser total.
  7. 7. Para Staimback e Staimback (1999), o educador pode desempenhar um importante papel na percepção de que os alunos têm potencialidades e necessidades diferentes. Vimos que a escola é, dentre outras coisas. O espaço onde a norma se torna institucional. É sobre isto que estamos falando: institucionalizar a prática de aprender a ver as diferenças como contribuição.
  8. 8. Mais uma vez ressaltamos que a escola é feita por todos nós. Serão nossas práticas avaliativas que imprimirão um novo parâmetro de garantia de aprendizagem. Serão nossas relações humanas que darão vida a uma nova escola
  9. 9. A avaliação escolar ,hoje, só faz sentido se tiver o intuito de buscar caminhos para a aprendizagem. Jussara Hoffmann

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