A avaliação no contexto da formação inicial do professor

1.345 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.345
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
26
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A avaliação no contexto da formação inicial do professor

  1. 1. 1 A AVALIAÇÃO NO CONTEXTO DA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR 1 João Bosco Biase de Oliveira2RESUMOEste trabalho de cunho bibliográfico aborda a temática da avaliação de aprendizagem. Oobjetivo principal é discutir a problemática da avaliação enquanto prática pedagógica, dentrodo contexto educacional, discutindo conceitos e refletindo sobre a forma como se ensina oato de avaliar e como se pratica a avaliação nos cursos de formação de professores.Constatou-se ao final do estudo que a avaliação é uma ferramenta importantíssima noprocesso ensino-aprendizagem, mas, que ainda está sendo usada com caráter meritocráticoe discriminatório, mostrando uma dissonância entre o saber teórico e a prática avaliativa.Palavras-chave: Avaliação de aprendizagem; educação; formação de professores.SUMMARYThis bibliography covers papers on the theme of learning assessment. The main objective isto discuss the problem of evaluation as a pedagogical practice within the educationalcontext, discussing concepts and reflecting on how the act is taught and how to evaluateassessment practices in teacher training courses. It was found at the end of the study thatthe assessment is a major tool in the teaching-learning process, but that is still being usedwith meritocratic and discriminatory character, showing a dissonance between the theoreticaland evaluation practice.Keywords: Evaluation of learning, education, teacher training. A temática da avaliação é bastante ampla, pois ultrapassa o processo deensino-aprendizagem, afetando todas as instâncias, tanto educacionais como davida de cada indivíduo e tem percorrido caminhos diferentes em relação a suaessência, por vezes servindo a um sistema onde o poder e controle são maisimportantes, afastando-se de seu verdadeiro compromisso com a melhoria daprática pedagógica do docente e apreensão dos conhecimentos pelos alunos.1 Publicado em: OLIVEIRA, A. L; ALVES, S. C. O; SOARES, S. (Orgs.) Propostas & Contribuições:Educação, Saúde e Política. Manaus, BK Editora, 2012.2 Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Amazonas, Especialista emDocência do Ensino Superior pela Universidade Castelo Branco, Especialista em Gestão Estratégicade Recursos Humanos pela Universidade Castelo Branco, Especialista em Estudos Amazônicos pelaUniversidade Nacional da Colômbia, Mestrando em Ciências da Educação pela Universidade NihonGakko, Administrador do Centro de Estudos Superiores de Tabatinga da Universidade do Estado doAmazonas. tenbiase@msn.com.
  2. 2. 2 Nos dias atuais, o professor ainda pratica uma avaliação baseada narealização de tarefas, aplicação de provas e atribuição de notas, refletindo tãosomente o caráter quantitativo, classificatório e meritocrático. Realizar a avaliação a partir desses parâmetros propicia acúmulo deinformações sem a análise da situação de cada educando a partir dos dadoscoletados, não fornecendo realimentação com relação às atividades de ensinovisando à promoção da aprendizagem. A avaliação é uma ferramenta importante pelo conjunto de conhecimentosessenciais e imprescindíveis que ela oferece à formação do professor na medida emque, sendo uma prática usual, reflexiva e investigativa dos processos de ensino eaprendizagem tem papel fundamental na profissionalização do docente. A problemática da avaliação educacional tem sido intensamente debatida nasúltimas décadas e, suas dificuldades são as mesmas em qualquer nível ou etapa doensino. Entretanto, espera-se que no interior dos cursos de formação de professoreshaja um avanço no que se refere a novas experiências visando uma práticaavaliativa mais progressista, pois, entende-se que o saber teórico e a práticadocente deveria ser um processo uníssono de forma a favorecer uma culturaavaliativa mais aproximada do que é estudada na teoria. Para Gatti (1992) essa dicotomia entre teoria e prática acontece porque auniversidade não tem assumido de forma concreta a formação inicial de professores,pois existe um “lastro institucional e filosófico comum quando se trata de formar oprofessor” (p. 72). Não há dúvidas que para ser propulsora da aprendizagem a avaliação precisapassar por mudanças na sua prática, pois, se permanecer sendo utilizada com aúnica finalidade de atribuir nota se distanciará cada vez mais do processo de ensino-aprendizagem, significando apenas o resultado final sem levar em conta o caminhopercorrido. Para Perrenoud (apud OLIVEIRA, 2007), não é tarefa fácil mudar os objetivos,a finalidade e maneira de avaliar, visto que esse processo de mudança está atreladoao processo de ensino-aprendizagem, ao posicionamento do professor frente aosalunos e dos alunos diante o professor, na relação entre comunidade e escola.Infligir essa mudança implica também em mudanças no ato de ensinar, noplanejamento das aulas, nas intervenções a serem feitas, no projeto político-pedagógico da instituição.
  3. 3. 3Avaliação no contexto educacional Ao se discutir a temática da avaliação deve-se, obrigatoriamente, discutir aeducação, pois, aquela está contida nesta, ou seja, ao se repensar o ato avaliativodeve-se repensar o processo e as políticas educacionais. Para Biazzi (2006), aavaliação está contida na totalidade da educação e, dessa forma, não pode seranalisada e nem praticada de maneira afastada do processo educacional. Dentro deste contexto tem-se que a avaliação que se fundamenta em umapedagogia acrítica, não passa de um instrumento usado pela educação, comoferramenta inibidora da emancipação do sujeito. Para Furlan (2006) a abordagem crítica e construtivista da avaliação deaprendizagem que é proposta por Luckesi (2005) suscita questionamentos arespeito da avaliação que se pratica nas escolas e sobre a influência dos resultadosobtidos na organização e no desenvolvimento do trabalho pedagógico, tanto daescola como da sala de aula. Dessa forma, a função do professor não é mais dejulgar, mas, diagnosticar em busca de soluções mais adequadas e aceitáveis. Portanto, as atividades relacionadas com a avaliação da aprendizagemdevem ser ferramentas de diagnóstico e investigação incorporadas ao cotidiano daescola, como sinal do desenvolvimento do educando e da efetividade do processode ensino. Hoffman (apud FURLAN, 2006) aborda a contradição existente entre odiscurso e a prática de grande parte dos educadores, advertindo que a avaliaçãoclassificatória e autoritária ainda persiste no interior das escolas, porque esta é umaatitude que está na raiz do entendimento de avaliação que o educador possui, frutode sua caminhada como aluno e professor. Para Luckesi (2005) uma prática educativa voltada ao acolhimento dos alunosimpõe aos educadores a obrigatoriedade de uma formação adequada e consistente,mas, sobretudo, compromisso permanente com a educação. Na atualidade, o professor deve ter uma função ativa, que favoreça aaproximação dos alunos face ao conhecimento já produzido e a produzir, pois,assim, a prática avaliativa incorpora a forma da pedagogia das perguntasfavorecendo o desenvolvimento do pensamento criativo e crítico. Portanto, é indispensável dar voz ao aluno, para compreender o que elepensa e que hipóteses ele formula sobre seus erros e acertos. É imprescindível
  4. 4. 4conhecer o seu nível de desenvolvimento e domínio sobre o conteúdo trabalhado. Oprofessor tem que conhecer as características de seus alunos e utilizar esseconhecimento para planejar e executar suas ações pedagógicas para assim aavaliação ocupar, sem qualquer dúvida, “espaço relevante no conjunto das práticaspedagógicas aplicadas ao processo de ensino-aprendizagem” (FURLAN, 2006, p.28).Discutindo conceitos O conceito de avaliação possui significados diversos em função de suaassociação com a vida ou com a escola. De modo geral, no entendimento deeducadores e educandos a avaliação realizada no âmbito escolar é uma obrigação,considerada penosa e um mal necessário. Por outro lado, a avaliação que se aplicano cotidiano da vida significa refletir para mudar, melhorar os aspectos da vida, embusca de solução e amadurecimento em cada tentativa. Quando falamos em avaliação, certamente não estamos atribuindo ao termo o mesmo significado porque não há um só tipo de avaliação. A avaliação é uma constante em nossa vida. Nas interações cotidianas, em casa, em nossa trajetória profissional, ou em nossas atividades de lazer, a avaliação sempre se faz presente e inclui um julgamento de valor sobre nós mesmos e sobre o que estamos fazendo e também sobre o resultado de nossos trabalhos (SAUL apud OLIVEIRA, 2007, p. 26). A avaliação realizada no cotidiano ela é geralmente informal, ao passo que aavaliação aplicada na instituição educacional possui caráter formal e multifocal,enfocando a aprendizagem dos alunos, a prática pedagógica do professor, ocurrículo escolar e a própria instituição. Tomando como base a avaliação que se aplica no cotidiano da vida, Luckesi(2005) ressalta a importância da avaliação da aprendizagem como um entendimentonovo de uma situação, constituindo-se em oportunidade para buscar novoscaminhos que se concretizará na prática diária. Luckesi (2005, p. 76) ainda comenta que “[...] o conceito avaliação éformulado a partir das determinações da conduta de atribuir valor ou qualidade aalguma coisa, ato ou curso de ação [...]”.
  5. 5. 5 Para Dias Sobrinho (apud AUGUSTO, 2007, p. 17), “a primeira atitude a seradotada na busca de compreensão do termo avaliação deve ser fugir da tentação dodiscurso monorreferencial, do sentido único, das definições que tentam substituir aindagação por ponto final”. Para Guba e Lincoln (apud AUGUSTO, 2007, p. 18), “não existe uma maneiracorreta de definir avaliação, uma maneira que, se encontrada, poria fim àargumentação sobre como ela deve proceder e quais são os seus propósitos”. No entendimento de Luckesi (2005, p. 76): O ato de avaliar importa coleta, análise e síntese dos dados que configuram o objeto da avaliação, acrescido de uma atribuição de valor ou qualidade, que se processa a partir da comparação da configuração do objeto avaliado com um determinado padrão de qualidade previamente estabelecido para aquele tipo de objeto. Oliveira (2007) ressalta que a avaliação da aprendizagem deve unir-se aoensino, regulada pelos motivos e as finalidades da realização escolar. Esta relaçãonão deve ser falsa e nem arbitrária. A avaliação é um tema delicado dentro do processo de ensino eaprendizagem, pois possui implicações pedagógicas que ultrapassam os aspectostécnicos e metodológicos e atinge aspectos sociais, éticos e psicológicosimportantes, sendo influenciada pelo meio em que está inserida, ou seja, o seuresultado pode variar em função de onde, como, por quem e para que ela érealizada.A avaliação na formação de professores A avaliação está intimamente ligada ao processo ensino-aprendizagem,sendo uma ferramenta que auxilia o aluno em sua aprendizagem e o professor noplanejamento de sua prática pedagógica. Porém, a formação de professores, emavaliação, apresenta-se deficiente. Nesse processo de formação, as práticasavaliativas apresentam discordância em relação ao ensino e não condizem com asteorias explicitadas em sala de aula. Nesse sentido, Souza (apud CAETANO SILVA, 2007), ressalta que aformação do educador em avaliação não pode estar restrita ao conhecimento
  6. 6. 6específico, mas, deve abarcar um referencial teórico-social vasto, que leve a práticasavaliativas voltadas à transformação. No entender de Hoffman (apud CAETANO SILVA, 2007) a formação inicial econtinuada de professores em avaliação educacional é um desafio dos temposmodernos. Mais desafiadora se torna em função do descaso com a área deavaliação e sua desvinculação com a realidade do contexto educacional, limitando-se a um estudo superficial de modelos teóricos da avaliação e à análise do caráterideológico. A superficialidade dos estudos em avaliação nos cursos de licenciatura é umfator muito sério, visto o reflexo que há nas escolas de educação infantil e ensinofundamental, pois, a prática avaliativa é fenômeno com características reprodutivas,ou seja, o modelo adotado nas escolas de formação será o seguido pelos alunos aoexercerem a docência. A respeito dessa problemática Gatti (1992) afirma que isso ocorre porque aformação de professores vem sendo feita, em grande parte, por instituições isoladasde ensino superior e não pelas universidades, enfatizando que a maioria destasinstituições funciona em condições precárias e com pessoal de qualificaçãodiscutível. O investimento na formação inicial e continuada do professor é imperativopara o aprimoramento do ato de ensinar e avaliar, sendo momentos providos deplanejamento adequado para que se consolidem como formação necessária aotrabalho pedagógico que está sendo, ou será desenvolvido. Nesta linha de raciocínio assim se expressa Imbernón (2001): A formação inicial é muito importante, já que o conjunto de atitudes, valores e funções que os alunos de formação inicial conferem à profissão será submetido a uma série de mudanças e transformações em consonância com o processo socializador que ocorre nessa formação inicial. É ali que se geram determinados hábitos que incidirão no exercício da profissão (IMBERNÓN apud OLIVEIRA, 2007, p. 21). Porém, o que se tem visto é que a formação inicial do professor está maisvoltada aos aspectos ligados ao ensino do que à avaliação da aprendizagem,relegando esta, a um segundo plano, por considerá-la uma prática corriqueira. Sem
  7. 7. 7o destaque necessário, são mínimas as discussões sobre avaliação, suasimplicações e modalidades (LÜDKE; MEDIANO apud OLIVEIRA, 2007). No entendimento de Torres (apud BIAZZI, 2006), não se pode deixar deconsiderar que a formação do professor deve ocorrer de forma permanente, não seencerrando com uma habilitação ou um diploma, mas, deve permear toda a sua vidaprofissional, concorrendo para um conhecimento sólido, geral e especializado,incluindo tanto o saber como o saber ensinar. Para Biazzi (2006) a realidade que se vislumbra é uma formação de caráterterminal, isto é, o fim da busca do conhecimento pelo professor, agravada, pelocenário onde os próprios professores formadores de outros professores são frutosde uma escola que está sendo questionada, que se utilizava de uma educaçãobancária, levando-os a reproduzir a referida prática no processo de formação deprofessores. Para Ludke (2002) a universidade não cuida adequadamente da formação de professores, consequentemente, deixando em situação precária a formação para a prática da avaliação escolar. Ludke e Mediano (1992) identificaram que as inseguranças que os professores tinham em lidar com os problemas da avaliação estavam ligados à falta de formação, seja na universidade, seja na própria carreira docente (MENDES, 2006, p. 39). Dessa forma, os cursos de formação de professores são referenciais importantes na construção de uma escola crítica. A centralização ou ênfase na análise da prática pedagógica desvinculada dos condicionantes históricos e sociais poderia levar ao retorno ao tecnicismo e, mais uma vez, colocando sobre o professor as mazelas impostas pelas políticas educacionais (MENDES, 2006, p. 39). No entender de Sordi e Lüdke (2009) a aprendizagem da avaliação precisaser elevada à condição estratégica nos processos de formação docente, iniciais oupermanentes, incluindo o exercício da autoavaliação e a avaliação entre os pares. Afamiliarização destas práticas propicia ao professor a condição de bem ensinar ebem realizar a avaliação de/com seus estudantes, bem como, compreenderá, comalgum prazer, que lhe cabe o direito/dever de participar de processos de avaliaçãoda escola em que trabalha, corresponsabilizando-se pelo desenvolvimento do seuprojeto pedagógico.
  8. 8. 8Para não concluir A avaliação ainda continuará sendo por muito tempo um ponto polêmico noprocesso de ensino-aprendizagem, pois, assim como a educação, ela está ligada àsrelações sociais vigentes na sociedade. Ao se analisar os avanços e retrocessos do processo avaliativo percebe-se arelação discordante que existe entre o saber teórico e a prática avaliativa. Éimperativo que os educadores tenham total clareza de suas concepções e dosprocessos avaliativos utilizados, pois, o caráter discriminatório e meritocrático daavaliação ainda estão muito presente no ambiente educacional. É de fundamental importância que os professores aprofundem seus estudossobre a avaliação e suas relações com a aprendizagem, indo além do domínio dateoria dos diversos métodos presentes na atualidade, refletindo suas práticasavaliativas, tendo como referência a influência que elas exercem sobre aaprendizagem dos alunos. Discutir a avaliação no interior dos cursos de formação de professores é umanecessidade imperiosa na busca por processos formativos mais críticos, pois, osestudantes tornam-se professores sem conhecer a real função da avaliação e suasfinalidades. O que se percebe é que a formação inicial em avaliação se desenvolve apartir de um ensino teórico desconectado de referenciais práticos e insuficientespara uma boa prática avaliativa do futuro docente. Isto quer dizer que a dicotomiaexistente entre a teoria e a prática avaliativa influi de forma negativa na formação dodocente, acarretando fragilidade de conhecimentos, interferindo na ação competentedo avaliador. Por fim, a lição que se pode apreender até o momento é que os problemasrelacionados à formação de professores não são pequenos. É preciso praticar açõesrevestidas de inovações no ambiente educacional e, que partam, antes da reflexãosobre a prática do que de teorias e que levam a transformações. Não se poderelegar a teoria, pelo contrário, ela deve ser o ponto de apoio para que osprofessores e formadores de professores tentem compreender os problemas daprática e projetar inovações curriculares na escola.
  9. 9. 9REFERÊNCIASAUGUSTO, R. A autoavaliação institucional na visão dos coordenadores dascomissões próprias de avaliação das instituições de ensino superior deCampinas. Campinas, 2007. 155f. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia UniversidadeCatólica de Campinas, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Pós-Graduação emEducação.BIAZZI, M. F. R. T. Avaliação da aprendizagem e formação do professor:concepções e experiências. Campinas, 2006. 90f. Dissertação (Mestrado) – Cursode Pós-Graduação em Educação, Pontifícia Universidade Católica de Campinas.CAETANO SILVA, M. L. Dimensões da avaliação da aprendizagem: o lugarocupado pelo curso de Pedagogia. Santos, 2007. 65f. Dissertação (Mestrado) –Universidade Católica de Santos.FURLAN, M. I. C. Avaliação da aprendizagem escolar: convergências edivergências entre os atores do processo de uma escola pública de ensino médio.Presidente Prudente, 2006. 80f. Dissertação (Mestrado) – Universidade do OestePaulista – UNOESTE, Presidente Prudente, SP, 2006.GATTI, B. A. A formação dos docentes: o confronto necessário professor xacademia. Cadernos de Pesquisa, n. 81, p. 70-74, 1992.LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos erecriando práticas. São Paulo: Cortez, 2005.MENDES, O. M. Formação de professores e avaliação educacional: o queaprendem os estudantes das licenciaturas durante sua formação. São Paulo, 2006.166f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.OLIVEIRA, E. D. A formação dos formadores em avaliação da aprendizagem: oprocesso de formação inicial em debate. São Paulo, 2007. 158f. Dissertação(Mestrado em Educação). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.SORDI, M. R. L; LÜDKE, M. Da avaliação da aprendizagem à avaliação institucional:aprendizagens necessárias. Avaliação, Campinas; Sorocaba, SP, v. 14, n. 2, p.313-336, jul. 2009.

×