Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 47

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Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 47

  1. 1. • numa síntese, evitar expressões do texto-fonte• ao preencher texto lacunar, é preciso verificar se o texto fica com sintaxe certa (se há «coesão»)
  2. 2. Segundo Jorge Leitão Ramos, olivro Ensaio sobre a Cegueira punhadificuldades especiais de adaptação aocinema: por um lado, trata de umaepidemia de cegueira, descrita emtermos bastante conotativos, mas queo filme teria de mostrar objetivamente;por outro, essa cegueira funcionatambém como metáfora e o cinema nãocostuma conseguir traduzir bem essesmomentos alegóricos da literatura.
  3. 3. Mesmo assim — e continuamos aseguir «Ensaio sobre o cinema», deRamos —, Fernando Meirelles foi felizna maneira como transpôs em filme aparticular ambiência do romance deSaramago. Conclui o crítico que, nãosendo fácil adaptar grandes obrasliterárias, neste caso o filme nãodesmerece do livro.
  4. 4. Por sua vez, Manual Cintra Ferreiranão tem boa [a mesma?] opiniãoacerca do filme do realizador brasileiro.Começa por, ironicamente, pôr ahipótese de Meirelles ter sido afetadopela cegueira psicossomática de quesofria o protagonista de HollywoodEnding (em que Woody Alleninterpretava um realizador que, mesmosem nada ver, dirigia um filme). Depois,considera que o argumento, em termoscinematográficos, é limitado e que o
  5. 5. sofria o protagonista/herói deHollywood Ending (em que WoodyAllen interpretava um realizador que,mesmo sem nada ver, dirigia um filme).
  6. 6. próprio realizador também não soubeencontrar a melhor estratégia paraencenar algumas das situações detensão do enredo do Ensaiosaramaguiano. Segundo CintraFerreira, o filme, hesitante entre o tomsério do livro e a abordagem típica dogénero fantástico, acaba por resultarnum produto indefinido, que o trabalhodos atores também não favorece.
  7. 7. género fantástico, acaba por resultarnum produto indefinido/híbrido, que otrabalho dos atores também nãofavorece. não melhoraesta última oração tem de ser adjetivade produto indefinido/híbrido.
  8. 8. Quem ora soubesseonde o Amor nace,que o semeasse!
  9. 9. D Amor e seus danosme fiz lavrador;semeava amore colhia enganos.não vi, em meus anos,homem que apanhasseo que semeasse.
  10. 10. Vi terra floridade lindos abrolhos,lindos para os olhos,duros para a vida;Mas a rês perdidaque tal erva paceem forte hora nace.
  11. 11. Com quanto perdi,trabalhava em vão;se semeei grão,grande dor colhi.Amor nunca vique muito durasse,que não magoasse.
  12. 12. exergásia [z] n.f. recurso estilístico que consiste na repetição de uma ou mais ideias por palavras diversas, mas sinónimas, cujo significado sobre gradualmente, como: «passava a vida a imaginar, a fantasiar, a idear delícias»; sinonímia (Do gr. exergasía, «aperfeiçoamento, trabalho de composição»)
  13. 13. garança n.f. 1 BOTÂNICA um dos nomes vulgares da granza (planta tintorial) 2 cor vermelha obtida desta planta (Do frânc. wratja, «id.», pelo fr. garance, «id.»)
  14. 14. turgimão n.m. 1 intérprete oficial de uma legação ou embaixada europeia, nos países do Oriente 2 [fig.] alcoviteiro (Do ár. tarjúman, «intérprete»)turificar v.tr. 1 incensar 2 [fig.] adular; lisonjear (Do lat. turificare, «id.»)
  15. 15. TPC — Redige um verbete de palavrainventada (criada por ti — portanto, nãodicionarizada e nem mesmo conhecida dequalquer falante). Palavra deve teraparência plausível, considerado o padrãoportuguês, e ter três aceções, pelo menos. Não te esqueças de incluir no verbete aabreviatura da classe gramatical e umaabonação — isto é, uma fraseexemplificativa, entre aspas — de cadaacepção. No final do verbete, podes pôretimologia, mas esta já não será obrigatória.

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