Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 93-94

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Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 93-94

  1. 1. Nos falsos verbetes nem sempre aproveitaram bem os recursos de tipografia; Por vezes, não constam étimo e as abonações da palavra em contexto.
  2. 2. Recolher tepecê da última aula.
  3. 3. • numa síntese, evitar expressões do texto-fonte • ao preencher texto lacunar, é preciso verificar se o texto fica com sintaxe certa (se há «coesão»)
  4. 4. Segundo Jorge Leitão Ramos, o livro Ensaio sobre a Cegueira punha dificuldades especiais de adaptação ao cinema: por um lado, trata de uma epidemia de cegueira, descrita em termos bastante conotativos, mas que o filme teria de mostrar objetivamente; por outro, essa cegueira funciona também como metáfora e o cinema não costuma conseguir traduzir bem esses momentos alegóricos da literatura.
  5. 5. Mesmo assim — e continuamos a seguir «Ensaio sobre o cinema», de Ramos —, Fernando Meirelles foi feliz na maneira como transpôs em filme a particular ambiência do romance de Saramago. Conclui o crítico que, não sendo fácil adaptar grandes obras literárias, neste caso o filme não desmerece do livro.
  6. 6. Por sua vez, Manuel Cintra Ferreira não tem boa [a mesma?] opinião acerca do filme do realizador brasileiro. Começa por, ironicamente, pôr a hipótese de Meirelles ter sido afetado pela cegueira psicossomática de que sofria o protagonista de Hollywood Ending (em que Woody Allen interpretava um realizador que, mesmo sem nada ver, dirigia um filme). Depois, considera que o argumento, em termos cinematográficos, é limitado e que o
  7. 7. sofria o protagonista/herói de Hollywood Ending (em que Woody Allen interpretava um realizador que, mesmo sem nada ver, dirigia um filme).
  8. 8. próprio realizador também não soube encontrar a melhor estratégia para encenar algumas das situações de tensão do enredo do Ensaio saramaguiano. Segundo Cintra Ferreira, o filme, hesitante entre o tom sério do livro e a abordagem típica do género fantástico, acaba por resultar num produto indefinido, que o trabalho dos atores também não favorece.
  9. 9. género fantástico, acaba por resultar num produto indefinido/híbrido, que o trabalho dos atores também não favorece. não melhora esta última oração tem de ser adjetiva de produto indefinido/híbrido.
  10. 10. Alfred Hitchcock: «se grandes livros dão péssimos filmes, o melhor mesmo é filmar os maus livros».
  11. 11. As vírgulas na linha 1 e na linha 3 delimitam o a) vocativo. b) modificador apositivo. c) sujeito. d) complemento direto.
  12. 12. Christopher Wool, artista nova- iorquino nascido em 1955 e conhecido pela sua «pintura de signos e marcas» e «pela ultilização de padrões regulares aplicados a rolo, palavras isoladas ou textos amargos» (J. Fernandes), tem agora a sua segunda presença em Serralves [...]
  13. 13. Do primeiro parágrafo do texto (ll. 1-6) se pode concluir que a) Wool esteve em Serralves. b) quadros de Wool estiveram expostos em Serralves. c) Wool esteve duas vezes em Serralves. d) Wool passeou de mão dada com Loock.
  14. 14. Christopher Wool, artista nova- iorquino nascido em 1955 e conhecido pela sua «pintura de signos e marcas» e «pela ultilização de padrões regulares aplicados a rolo, palavras isoladas ou textos amargos» (J. Fernandes), tem agora a sua segunda presença em Serralves [...] estamos perante a apresentação de três dezenas de obras recentes [...]
  15. 15. A expressão «há dois anos» (l. 4) a) está mal grafada. b) deveria ser substituída por «à dois anos». c) deveria ser substituída por «á dois anos». d) está correta.
  16. 16. Há pouco tempo Há dois anos Há minutos Há tempos á à
  17. 17. O pronome «elas» (l. 8) é um a) termo anafórico cujo antecedente é «as pinturas recentes» (l. 7). b) termo catafórico cujo sucedente é «desmanchados e remanchados» (l. 10). c) referente de «recentes» (l. 7). d) correferente de «prolongam» (l. 8).
  18. 18. termo referencial (ou antecedente) As pinturas recentes não entram no jogo da reprodução mecânica ou informática, fundamental nos trabalhos sobre papel. Por feliz coincidência, elas anáfora prolongam o universo cinzento e pun- gente de Juan Muñoz, mesmo ali ao lado, [...]
  19. 19. Pelo período final do segundo parágrafo (ll. 8-11) ficamos a saber que a) haveria obras de Juan Muñoz em exposição no mesmo museu. b) o universo de Juan Muñoz é a cidade do Porto. c) as pinturas de Wool são cinzentas e pungentes. d) os trabalhos de Muñoz são cinzentos e pungentes.
  20. 20. Por feliz coincidência, elas prolongam o universo cinzento e pungente de Juan Muñoz, mesmo ali ao lado, [...]
  21. 21. A palavra «remanchados» (l. 10) a) é um antónimo de «desmanchados». b) significa ‘feitos a partir da mancha’. c) significa ‘manchados de novo’. d) foi criada pelo autor do texto.
  22. 22. a partir de grandes gestos, feitos, desfeitos, refeitos, ou desmanchados e remanchados
  23. 23. «Delas» (l. 13) contrai «de» com «elas», pronome que tem como referente (como antecedente) a) «a dimensão das pinturas» (l. 12). b) «a lei da gravidade» (ll. 12-13). c) todo o texto da l. 12 e da l. 13 até «gravidade» (inclusivé). d) «as pinturas» (l. 12).
  24. 24. antecedente A dimensão das pinturas, os escorridos, ora para baixo ora para cima, contrariando a lei da gravidade, mostram como o autor anda em torno delas anáfora
  25. 25. O «autor» (l. 13) é a) José Luís Porfírio. b) Pollock. c) correferente de «Wool». d) catáfora de «Pollock».
  26. 26. Pollock (l. 14) é um a) dançarino. b) artista plástico. c) contradançarino. d) destruidor.
  27. 27. «Suponho que, muito prosaicamente, porque tem de parar.» (ll. 16-17) corrresponde a um ato ilocutório a) assertivo. b) declarativo. c) compromissivo. d) diretivo.
  28. 28. «Esta memória» (l .21) é a) um deítico, indicando uma de várias memórias do enunciador. b) o termo anafórico cujo antecedente é todo o período anterior (ll. 18-21). c) uma anáfora cujo referente é «Mira Schendel» (l. 19). d) uma catáfora que tem como termo sucedente todo o último parágrafo (ll. 23-25).
  29. 29. O penúltimo parágrafo (ll. 18-22) é a) uma alusão a episódio do passado, para estabelecer analogias com a pintura de Wool. b) memorialístico, constituindo aparte relativamente ao foco do restante texto. c) a recordação de uma exposição alemã. d) um trecho narrativo claramente fictício.
  30. 30. O parágrafo final (ll. 23-25), relativamente aos quadros em análise, a) mostra-se bastante reticente. b) é notoriamente crítico. c) revela-se muito elogioso. d) contém uma apreciação desfavorável.
  31. 31. dá por um nome bem antigo: pintura!
  32. 32. O título («Apagar é pintar») contém a) uma perífrase, que remete para a importância da crítica. b) um trocadilho entre «a pagar» e «apagar». c) uma hipérbole não isenta de ironia (e com sentido pejorativo). d) um oxímoro que salienta o processo de trabalho de Wool.
  33. 33. Este texto é um «texto de apreciação crítica», porque a) é bastante crítico [= negativo] dos quadros que estão em causa. b) desenvolve, fundamentando-a, uma opinião acerca de uma obra. c) não é um texto jornalístico mas ensaístico. d) é uma crónica que valoriza a obra sobre que se escreve.
  34. 34. Algo muito estranho se passax quando fazemos uma obra de arte. Por vezes, não nos apercebemos da junção dos elementosX e, quando todos se juntam, algo de mágico, algo orgânicox acontecex e foi isso que se passou hoje.
  35. 35. Todos disseram que isto não ia resultar. Disseram que era um enorme riscox mas quero continuar a fazer filmes como este. A combinação do cinema e do vídeo é algo que já foi feitoX anteriormentex mas nãoX exactamenteX desta forma.
  36. 36. Estou contente por a receção ter sido tão fantásticaX e estou feliz por cá estar. Viva a França. Deus vos abençoe.
  37. 37. Anseio esquecer-te. Esquecer os teus beijos, como fruta macia; o teu riso irrompendo na luz do dia, como prata; o teu sorriso, como a curva do quarto crescente no céu da noite; a tua beleza luminosa, a tua bondade, a tua paciência e quanto te agarravas a cada uma das palavras por mim proferidas.
  38. 38. Estás agora nos braços de outro. Quem é ele? Este homem? Tem porte? Tem encanto? É um amante? Ou um lutador? Que poderes tem ele sobre ti? Dançarão os teus olhos, quais pirilam- pos na noite, quando ele vem ao teu encontro? Amaciar-se-á o teu corpo, enquanto os teus lábios balbuciam o nome dele?
  39. 39. Trazer questionário de gramática na primeira aula do 3.º período (para fazermos então a correção)
  40. 40. Ir fazendo sempre tarefas pedidas para casa: – Escritos – Leituras de gramática – (Recitação e leitura em voz alta) – (Recuperação de gravação) [total em tempo: uma tarde]
  41. 41. Saber os tepecês que haja para fazer lendo mesmo as folhas das aulas (ou vendo pelo blogue).
  42. 42. Nota do 2.º período incorpora também 1.º período
  43. 43. Enviar ainda gravação?
  44. 44. TPC — Vai preparando bibliofilme (o que implica as leituras que estejam em curso também). Instruções para o bibliofilme, a entregar antes de 17 de abril, estão em Gaveta de Nuvens.

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