Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 47 a

3.377 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.377
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2.791
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 47 a

  1. 1. exergásia [z] n.f. recurso estilístico que consiste na repetição de uma ou mais ideias por palavras diversas, mas sinónimas, cujo significado sobre gradualmente, como: «passava a vida a imaginar, a fantasiar, a idear delícias»; sinonímia (Do gr. exergasía, «aperfeiçoamento, trabalho de composição»)
  2. 2. garança n.f. 1 BOTÂNICA um dos nomes vulgares da granza (planta tintorial) 2 cor vermelha obtida desta planta (Do frânc. wratja, «id.», pelo fr. garance, «id.»)
  3. 3. turgimão n.m. 1 intérprete oficial de uma legação ou embaixada europeia, nos países do Oriente 2 [fig.] alcoviteiro (Do ár. tarjúman, «intérprete»)turificar v.tr. 1 incensar 2 [fig.] adular; lisonjear (Do lat. turificare, «id.»)
  4. 4. O dia em que eu nasci moura e pereça,não o queira jamais o tempo dar,não torne mais ao mundo, e, se tornar,eclipse nesse passo o sol padeça.
  5. 5. A luz lhe falte, o sol se [lhe] escureça,Mostre o mundo sinais de se acabar,nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,a mãe ao próprio filho não conheça.
  6. 6. As pessoas pasmadas, de ignorantes,as lágrimas no rosto, a cor perdida,cuidem que o mundo já se destruiu.
  7. 7. Ó gente temerosa, não te espantes,Que este dia deitou ao mundo a vidaMais desgraçada que jamais se viu!
  8. 8. Perfilados de medo, agradecemoso medo que nos salva da loucura.Decisão e coragem valem menose a vida sem viver é mais segura.
  9. 9. Aventureiros já sem aventura,perfilados de medo combatemosirónicos fantasmas à procurado que não fomos, do que não seremos.
  10. 10. Perfilados de medo, sem mais voz,o coração nos dentes oprimido,os loucos, os fantasmas somos nós.
  11. 11. Rebanho pelo medo perseguido,já vivemos tão juntos e tão sósque da vida perdemos o sentido.
  12. 12. Das tuas mãos de vidro, carregadasDe jóias tilitantes e doentes,Das palavras que trazes afogadas,Das coisas que não dizes mas entendes.
  13. 13. Do teu olhar virado às madrugadasDe fantásticos e exóticos orientes,Do teu andar de tule, das estocadasDos gestos que não fazes mas que sentes.
  14. 14. Dos teus dedos sinistros, de tão brancos,Dos teus cabelos lisos, de tão brandos,Dos teus lábios azuis, de tanta cor,
  15. 15. É que me vem a fúria de bater-te,É que me vem a raiva de morder-te,Meu amor! Meu amor! Meu amor!
  16. 16. Poeta, é certo, mas de cetineta[,]fulgurante de mais para alguns olhos,bom artesão na arte da proveta,narciso de lombardas e repolhos.
  17. 17. Cozido à portuguesa, mais as carnessuculentas da auto-importância,com toicinho e talento, ambas partesdo meu caldo entornado na infância.
  18. 18. Nos olhos, uma folha de hortelã,que é verde como a esperança que amanhãamanheça de vez a desventura.
  19. 19. Poeta de combate, disparate,palavrão de machão no escaparate,porém morrendo aos poucos de ternura.
  20. 20. Poligónica forma pró-dislateorniturricaturra pró-falsetesulfactídica amostra disparateencefalicoesteticorretreteprotossónico vate calafatetripanado linfático filetexadrezista charada chequematetorniquete cacete cacetete
  21. 21. tartufácil engodo redundantetaralhoco barroco bipedanteapócrifo proscénio pró-toleimaleucócito bacilo obliterantelexicólogo rícino purgantepirotecnicotécnica almorreima.
  22. 22. Quem ora soubesseonde o Amor nace,que o semeasse!
  23. 23. D Amor e seus danosme fiz lavrador;semeava amore colhia enganos.não vi, em meus anos,homem que apanhasseo que semeasse.
  24. 24. Vi terra floridade lindos abrolhos,lindos para os olhos,duros para a vida;Mas a rês perdidaque tal erva paceem forte hora nace.
  25. 25. Com quanto perdi,trabalhava em vão;se semeei grão,grande dor colhi.Amor nunca vique muito durasse,que não magoasse.
  26. 26. exergásia [z] n.f. recurso estilístico que consiste na repetição de uma ou mais ideias por palavras diversas, mas sinónimas, cujo significado sobre gradualmente, como: «passava a vida a imaginar, a fantasiar, a idear delícias»; sinonímia (Do gr. exergasía, «aperfeiçoamento, trabalho de composição»)
  27. 27. garança n.f. 1 BOTÂNICA um dos nomes vulgares da granza (planta tintorial) 2 cor vermelha obtida desta planta (Do frânc. wratja, «id.», pelo fr. garance, «id.»)
  28. 28. turgimão n.m. 1 intérprete oficial de uma legação ou embaixada europeia, nos países do Oriente 2 [fig.] alcoviteiro (Do ár. tarjúman, «intérprete»)turificar v.tr. 1 incensar 2 [fig.] adular; lisonjear (Do lat. turificare, «id.»)
  29. 29. Redige um verbete de palavra inventada(criada por ti — portanto, não dicionarizadae nem mesmo conhecida de qualquerfalante). Palavra deve ter aparênciaplausível, considerado o padrão português,e ter três aceções, pelo menos. Não te esqueças de incluir no verbete aabreviatura da classe gramatical e umaabonação — isto é, uma fraseexemplificativa, entre aspas — de cadaacepção. No final do verbete, podes pôretimologia, mas esta já não será obrigatória.
  30. 30. TPC — Melhora verbete que criaste.Passa-o a computador (aproveitandopotencialidades de layout).

×