Lean Manufacturing 2

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While Professor in the Production Engineering Course of University São Judas Tadeu, I have presented these slides concerning Lean Manufacturing System - This second on explain about the VSM

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Lean Manufacturing 2

  1. 1. Sistemas de Produção Enxuta Módulo 1 Mapeamento do Fluxo de Valor e Identificação de Perdas
  2. 2. Os passos para a Mentalidade Enxuta Total de perdas do processo MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR IDENTIFICAÇÃO DAS PERDAS Módulo 1 0% MAPEAMENTO DO ESTADO FUTURO Módulo 6 FERRAMENTAS MÃO DE OBRA KAIZEN Módulo 2 Plano de Ação Evolução do PRODUTOS TQM Módulo 3 EQUIPAMENTOS TPM Módulo 4 100% FLUXO LEAN Módulo 5 Perdas não diagnosticadas ou trabalhadas Sistemas de Produção Enxuta
  3. 3. Mapeamento do Fluxo de Valor MIFA (Material information and flow analysis) - O que é ? É uma metodologia para facilitar a análise do fluxo de agregação de valor para o cliente com foco na eliminação dos desperdícios. - Para que serve? Apresentar ao grupo os focos de melhoria/prioridades para aumentar os ganhos para o cliente e para o negócio. - Perímetro de Aplicação: Desde a colocação do pedido/previsão até a entrega aos clientes Sistemas de Produção Enxuta
  4. 4. MIFA – Análise do Fluxo de Material e Informação Ordens de Produção – Forecast – Pedidos – Pickings - Remessas Fornecedor Processo 1 Processo 2 Cliente Matéria Prima – Componentes – Semi acabados - Produtos Sistemas de Produção Enxuta
  5. 5. Benefícios do Mapeamento Análise Fluxo de Valor permite: - Enxergar o fluxo como um todo; - Enxergar os links entre o fluxo de informação e o fluxo de material; - Identificar as fontes de perdas; - Focar e priorizar as atividades que melhoram o fluxo como um todo ( elos mais fracos); - Desenhar o fluxo do futuro que queremos atingir. - Organizar e priorizar o plano de ação Sistemas de Produção Enxuta
  6. 6. Exemplo de um MIFA Sistemas de Produção Enxuta
  7. 7. Etapas do Mapeamento ETAPA 1 – Levantar atividades do processo atual ETAPA 2 – Identificar os 8 desperdícios ETAPA 3 – Aplicar as regras de Excelência ETAPA 4 – Levantamento dos Inventários ETAPA 5 – Inicio do Mapeamento (uso da Legenda) ETAPA 6 – Identificando os Gargalos ETAPA 7 – Consolidação do Plano de Ação Sistemas de Produção Enxuta
  8. 8. ETAPA 2 – Identificar os 8 Desperdícios SUPERPRODUÇÃO DEFEITOS ESTOQUE EXCESSIVO PROCESSAMENTO DESNECESSÁRIO 8 Desperdícios sperdí TRANSPORTE INSPEÇÃO MOVIMENTAÇÃO DESNECESSÁRIA ESPERA Sistemas de Produção Enxuta
  9. 9. Desculpas na identificação de desperdícios Se eu não fizer essa atividade eu paro minha linha. Se eu não inspecionar o cliente receberá um produto não conforme, será pior! A etapa é parte do meu processo, não há como retira-lá, portanto para mim agrega valor. Faço o retrabalho para ganhar dinheiro, se eu não fizer vou jogar muitos produtos fora. Como faço uma transferência de um posto a outro sem transportar? Teletransporte? Preciso do máximo rendimento da máquina, não há como não fazer superprodução! As previsões não são confiáveis ... Fizemos o produto para o cliente, mas no final ele não comprou ... É produto não conforme que vai ser reciclado ... Precisamos otimizar os custos ... O equipamento nos obriga fazer grandes campanhas ou grandes. Batemos um novo recorde de produção, precisamos saturar as máquinas ... Temos que ter a certeza de entregar ao cliente ... A qualidade não é estável e o equipamento não é confiável…" Sistemas de Produção Enxuta
  10. 10. Processamento Desnecessário Definição: Adicionar mais valor a um serviço/informação que seus clientes não pagariam; • Retrabalhos na linha de produção (acerte na primeira) • Permitir que trabalho não adicionador de valor infiltre-se no processo, criando a sensação e a atividade faz parte do processo. Sistemas de Produção Enxuta
  11. 11. Transporte Definição: Movimentação desnecessária de informações, materiais, produtos e etc. • Correria efetiva ou virtual em busca de informações. • Empilhadeira levando produção a um armazém. • Transferência de produção para um outro setor. Sistemas de Produção Enxuta
  12. 12. Movimentação Desnecessária Definição: Movimentação de pessoas ou trabalhadores. • Mover uma peça de um posto para outro. • Buscar uma ferramenta para fazer um reparo. • Ir até um posto realizar outra operação. Sistemas de Produção Enxuta
  13. 13. Estoque Excessivo Definição: Qualquer trabalho em processo além daquilo que é necessário para entregar ao cliente. • Lista de solicitações de itens pendentes em fila. • Trabalho que começou e não entregou ao cliente. • Produtos no fluxo de produção. • Produto acabado sem venda. Sistemas de Produção Enxuta
  14. 14. Espera Definição: Qualquer atraso entre o fim de uma atividade do processo e o início da seguinte. • Produção aguardando liberação. • Atividade aguardando autorização / aprovação. • Burocracia. Sistemas de Produção Enxuta
  15. 15. Defeitos Definição: Qualquer aspecto do serviço que não esteja em conformidade com as necessidades dos clientes do processo. • Informações faltantes. • Não cumprimento de prazos. • Refugo e 2.a Qualidade. Sistemas de Produção Enxuta
  16. 16. Super Produção Definição: Produção de saídas de informações além daquilo que é necessário para uso imediato. • Normalmente falta de definição de priorização levam a super-produzir informações que não é necessário para aquele momento; atrasando as demais. Sistemas de Produção Enxuta
  17. 17. Inspeção Definição: Qualquer análise ou classificação da produção após um processamento. • Análise de liberação de produção. • Controle de cor. • Verificar qualidade antes de embalar. Sistemas de Produção Enxuta
  18. 18. ETAPA 3 – Aplicar as 4 Regras da Excelência Áreas de aplicação para as 4 Regras da Excelência Criar e Plano de Ação desempenhar de Melhoria Atividades que Regra 1 agregam valor Interfaces entre Regra 2 Regra 4 operações Fluxo de Regra3 atividades Sistemas de Produção Enxuta
  19. 19. Regra 1 – Atividades que Agregam Valor Regra 1: Todo trabalho deve ser altamente especificado em relação ao conteúdo, seqüência, tempo e resultado desejado. • O procedimento é pré-definido (em termos de conteúdo, seqüência, tempo e resultado desejado). • A pessoa está capacitada para realizar a tarefa e é capaz de diagnosticar se o trabalho está de acordo com os procedimentos estabelecidos. • O trabalho é testado/verificado imediatamente após a sua conclusão. • A pessoa pede ajuda imediatamente quando um problema é detectado. Sistemas de Produção Enxuta
  20. 20. Regra 1 – Atividades que Agregam Valor Perguntas básicas: 1) Como você faz esta atividade? 2) Como você sabe se está fazendo corretamente? 3) Como você sabe se o resultado não tem defeito? 4) O que você faz quando encontra um problema? Situação ideal: Feito conforme: O resultado desejado OK. conteúdo, seqüência, sim foi alcançado conforme sim Continue. tempo pré-especificado? pré-especificado? não Disparar sinal e não resolver problema. Sistemas de Produção Enxuta
  21. 21. Regra 2 – Interface entre Operações Regra 2: Toda relação cliente-fornecedor deve ser direta, inequívoca no envio de solicitações e recebimento de respostas (tipo sim/não). • A solicitação parte do cliente, • A conexão entre o cliente e o fornecedor é direta, padronizada e os envolvidos estão claramente definidos. • A comunicação é binária e inequívoca (ex. Sim/ Não, Stop/Go, ...), • A conexão é imediatamente confirmada, • As quantidades requeridas e o tempo para resposta estão definidos, • Os problemas detectados geram imediatamente “sinais” de pedido de ajuda. Sistemas de Produção Enxuta
  22. 22. Regra 3 – Fluxo de Atividades Regra 3: O caminho percorrido por cada informação/serviço deve ser simples e direto. • O fluxo é pré-estabelecido (para materiais, processo e informação), • O fluxo é único, • O fluxo do processo não contém loops, • No fluxo não contém desmembramento de ramificações, • Todos os elementos do fluxo (passos) são absolutamente necessários. Sistemas de Produção Enxuta
  23. 23. Regra 4 – Plano de Ação de Melhoria Pergunta básica: 1) A Contramedida proposta irá melhorar a situação atual, tornando-a mais próxima ao estado Ideal? de Performance nida Estado Ideal o rtu lhoria Op me Livre de Defeito, de Fornecimento Imediato, Na demanda do Cliente; a did Sem desperdícios, me Alvo ntra Com segurança. Co Situação atual Tempo Sistemas de Produção Enxuta
  24. 24. Sistemas de Produção Enxuta
  25. 25. Reduzindo o Inventário -> Foco na Rigidez Estado Atual Estado Futuro Células MAXI SMED de Manufatura Average MAXI Demand AVERAGE PROCESS AVERAGE RIGIDITY PROCESS MINI RIGIDITY MINI Absorption of demand CUSTOMER CUSTOMER CUSTOMER peaks VARIABILITY VARIABILITY VARIABILITY Protection PROCESS against PROCESS PROCESS RELIABILITY OEE LOSSES RELIABILITY RELIABILITY CYCLE (time between two camaign of the same product) XXX Ações Lean Sistemas de Produção Enxuta
  26. 26. Reduzindo o Inventário -> Foco na Confiabilidade Estado Atual Estado Futuro MAXI MAXI AVERAGE AVERAGE PROCESS RIGIDITY MINI PROCESS RIGIDITY MINI CUSTOMER CUSTOMER VARIABILITY VARIABILITY CUSTOMER VARIABILITY PROCESS PROCESS Quality RELIABILITY RELIABILITY PROCESS OEE RELIABILITY TPM Sistemas de Produção Enxuta
  27. 27. Reduzindo o Inventário -> Foco na Variabilidade Estado Atual Estado Futuro MAXI MAXI AVERAGE PROCESS RIGIDITY AVERAGE MINI PROCESS RIGIDITY MINI CUSTOMER VARIABILITY CUSTOMER VARIABILITY Demand PROCESS Smoothing PROCESS RELIABILITY RELIABILITY Sistemas de Produção Enxuta
  28. 28. Estado Futuro Estado Atual Estado Futuro MAXI Average Demand AVERAGE PROCESS MAXI RIGIDITY MINI Absorption AVERAGE of demand PROCESS CUSTOMER peaks RIGIDITY VARIABILITY MINI CUSTOMER VARIABILITY Protection PROCESS against RELIABILITY PROCESS OEE losses RELIABILITY CYCLE (time between two camaign of the same product) Sistemas de Produção Enxuta
  29. 29. ETAPA 5 – Inicio do Mapeamento Figura Representa Observações Devemos levantar o tempo da atividade, capacidade máxima, OEE, indicadores de Processo qualidade/refugo, número de operadores, batch sizes, tempo de troca, número de trocas, etc... Devemos levantar qual a demanda, freqüência Entradas ou Saídas de entrega, etc... Devemos levantar qual o tempo de estoque, Estoque ou Espera volume estocado, giro, etc... Retrabalho ou Devemos levantar qual o tempo do retrabalho, Inspeção volume retrabalhado, funcionários, etc... Devemos levantar qual a perda ou problema Perda ou Problema identificado no fluxo que pode gerar um plano de ação de melhoria. Sistemas de Produção Enxuta
  30. 30. ETAPA 5 – Inicio do Mapeamento Figura Representa Observações Devemos levantar no fluxo de informações todas atividades que dependem de Manual Dados Manuais apontamento manual Devemos levantar no fluxo de informações SAP Dados Sistema todas atividades que são geradas a partir de ERP um sistema ERP. Fluxo de Todo e qualquer tipo de fluxo de informação ou dados Informação Fluxo de Todo e qualquer tipo de fluxo de materiais, produto acabado, etc. Materiais Anual Freqüência de ocorrência de uma atividade. Eventual Freqüência Trimestral Mensal Semanal Diário Sistemas de Produção Enxuta
  31. 31. ETAPA 6 – Identificando os Gargalos Gerenciar o FLUXO é mais importante que Gerenciar as CAPACIDADES A maioria das práticas e ferramentas gerenciais não são projetadas para maximizar o fluxo produtivo e o desempenho do sistema como um todo. Sistemas de Produção Enxuta
  32. 32. Planejamento das capacidades vs Controle da Produção Planejamento das capacidades é baseado em previsões (negócio, técnica, processo…).Lida com o processo e estratégias industriais. Tem como objetivo definir os planos de médio e longo prazo para alocação de recursos. Controle da produção está baseado nas vendas reais (nível de inventário ou pedidos confirmados) .Lida com ajustes e planos táticos. O objetivo é definir a produção diária para otimizar inventário e OTIF baseado em balanceamento de fluxo. Ambos devem ser totalmente distintos Sistemas de Produção Enxuta
  33. 33. Conceito da Corrente O que determina a força de uma corrente? “ A corrente é apenas tão resistente quanto seu elo mais fraco” Chamamos o elo mais fraco de “Restrição” ou Gargalo ! Sistemas de Produção Enxuta
  34. 34. Exemplo 1 – Elaborando um Plano de Ação Horas Paradas Rendimento Tempo Refugo Processo por Acidentes de Máquina de Setup Em qual processo focaríamos ações 1 9h 80% 40’ 1% de melhoria de manutenção? 2 10h 81% 30’ 3% Em qual processo focaríamos ações 3 2h 87% 32’ 2% de melhoria de rendimento? 4 1h 70% 64’ 4% Em qual processo focaríamos ações 5 4h 80% 66’ 2% de melhoria de tempo de Setup? 6 1h 95% 4’ 0,5% Em qual processo focaríamos ações 7 15h 60% 2’ 2% de melhoria de qualidade? Montagem 2h 89% 9’ 1% Sistemas de Produção Enxuta
  35. 35. Introdução a Teoria das Restrições Etapa 1: IDENTIFICAR o Gargalo na Cadeia MP 1 2 3 Demanda: 9000 8000 6000 Montagem 6000 Un/mes 8000 MP 4 5 6 7 8000 6500 5500 12000 Taxas Mensais Qual é a Capacidade deste sistema ? Que Recursos limitam a saída desta Cadeia ? Sistemas de Produção Enxuta
  36. 36. Introdução a Teoria das Restrições Etapa 2: Decidir como EXPLORAR esta Restrição MP 1 2 3 Demanda: 9000 8000 6000 6000 Montagem Un/mes 6 8000 MP 4 5 R 7 8000 6500 5500 12000 FOCO ! MAXIMIZAR o desempenho do Recurso Limitante Sistemas de Produção Enxuta
  37. 37. Introdução a Teoria das Restrições Processos Industriais à prova de MURPHY MP 1 2 3 Demanda: 9000 8000 6000 Montagem 6000 Unidades 8000 por MP 4 5 R 7 mes 8000 6500 TIME 5500 12000 BUFFER Protegendo a Restrição Protegendo a entrega no prazo com com umTime Buffer… buffers de embalagem e embarque... Sistemas de Produção Enxuta
  38. 38. Introdução a Teoria das Restrições Etapa 3: Sincronizar a Cadeia Libere MP 1 2 3 Demanda: Materiais no 9000 8000 6000 6000 momento certo Montagem Unidades por MP 4 5 R 7 8000 mes 8000 6500 TIME 5500 12000 BUFFER Libere a Matéria Prima 1 no momento certo e no ritmo da Restrição Sistemas de Produção Enxuta
  39. 39. Exemplo 2 – Elaborando um Plano de Ação Horas Paradas Rendimento Tempo Refugo Capacidade Processo por Acidentes de Máquina de Setup Mensal 1 9h 80% 40’ 1% 9000 2 10h 81% 30’ 3% 8000 3 2h 87% 32’ 2% 6000 4 1h 70% 64’ 4% 8000 5 4h 80% 66’ 2% 6500 6 1h 95% 4’ 0,5% 5500 7 15h 60% 2’ 2% 12000 Montagem 2h 89% 9’ 1% 8000 Sistemas de Produção Enxuta
  40. 40. ETAPA 7 – Consolidação do Plano de Ação Eliminar as atividades que não adicionam valores aos clientes. Não faz parte da sua razão de existir. As atividades são categorizadas: ATIVIDADES QUE AGREGAM VALOR: Atividades que transformam produto/serviço/informação de uma maneira que é significativa para os stakeholders ( acionistas/clientes/colaboradores/comunidade); ATIVIDADES ESSENCIAIS QUE NÃO AGREGAM VALOR: Atividades que não adicionam valor ao negócio, mas tem que ser executada por causa do processo; ex: atividades de transferência; ATIVIDADES QUE NÃO AGREGAM VALOR: Atividades que não são necessárias para fabricação e não adicionam valor ao produto/negócio. Manutenção de registros redundante, movimentação, ajustes, amostragem excessiva, espera,etc. Sistemas de Produção Enxuta
  41. 41. A Fábrica do Seu Geraldo 3 o ci cí er Ex Faça um Mapeamento do Fluxo de Valor para a fábrica de Seu Geraldo. Identifique o gargalo para definir o foco do plano de ação. 80 canetas/min Estoque de Polímeros Injetoras 65 fundos/min Máquina de Montagem 57 tampas/min 80 corpos/min Sistemas de Produção Enxuta
  42. 42. A Fábrica do Seu Geraldo ci a cí st 3 er po o Ex Res Previsão Programa Previsão de Compra a Fábrica de Vendas Muita Desorganização Alta Movimentação Muita Sujeira Alto estoque Baixo Rendimento Alto estoque Muitos Acidentes Alto estoque Fornecedor Máquina de Cliente Injetoras Montagem • 3 Máquinas • 1 Máquina • 5 Funcionários • 2 Funcionários • OEE • OEE Sistemas de Produção Enxuta

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