Chile, 1999 
Norberto Santos 
CEGOT 
Universidade de Coimbra
Educação Geográfica 
•Saber pensar o espaço e intervir no meio 
–Educação Geográfica (EG) 
–Educação para o Desenvolviment...
•1. procurar o equilíbrio nas três esferas da sustentabilidade - ambiente, sociedade e economia; 
•2. reconhecer que a sat...
Zygmunt Bauman Vida de consumo, Vida Líquida, Medo Líquido, Amor líquido 
• esperar que os indivíduos encontrem e coloquem...
O carácter transdisciplinar da EG 
EDS é uma articulação de saberes 
EG é a orientação pedagógica fundamental na educação ...
Ciência Geográfica (Campar e Gama, 2003) 
•Era Moderna faz da geografia uma ciência europeia, por causa da sua importância...
•Cidadão geograficamente competente 
•Capaz de dar valor à justiça espacial 
•Competente na interpretação espacial: 
–Loca...
Espaço geográfico (Olivier Dollfus, 1976) 
•Espaço Geográfico: 
–resulta de um passado histórico, 
–da densidade demográfi...
ESTATUTOS DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO (OMT) 
Objectivo principal 
–promover e desenvolver o turismo 
–contribuir par...
ESTATUTOS DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO (OMT) 
2. A Organização presta especial atenção aos interesses dos países em v...
Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas 
•Fundado em 1965 com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento humano...
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Desviar o foco do desenvolvimento da economia e da contabilidade de renda nacional para políticas centradas em pessoa...
World Economic Forum
Código de Ética Mundial para o Turismo Artigo 1 º CONTRIBUIÇÃO DO TURISMO PARA O ENTENDIMENTO E RESPEITO MÚTUO ENTRE HOMEN...
Artigo 1 º CONTRIBUIÇÃO DO TURISMO PARA O ENTENDIMENTO E RESPEITO MÚTUO ENTRE HOMENS E A SOCIEDADES 
4.Segurança de turist...
Artigo 2 O TURISMO, INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E COLETIVO 
1.Meio privilegiado de desenvolvimento individual e...
Tolerância, pluralismo e conflito Como é formado o espírito tolerante: Experiência turística autêntica em regiões remotas ...
•Visitas a favelas (ROCINHA)
Artigo 2 O TURISMO, INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E COLETIVO 
2.Respeito pela igualdade entre homens e mulheres, ...
Artigo 3 O TURISMO, FATOR DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 
1.Proteção do ambiente e os recursos naturais (agentes turístico...
Artigo 4 O TURISMO, FATOR DE APROVEITAMENTO E ENRIQUECIMENTO DO PATRIMÓNIO CULTURAL DA HUMANIDADE 
1.Os recursos turístico...
Artigo 5 O TURISMO, ATIVIDADE BENÉFICA PARA OS PAÍSES E AS COMUNIDADES DE DESTINO 
1.Participação equitativa nos benefício...
Artigo 6 OBRIGAÇÕES DOS AGENTES DO DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 
1.Facilitar aos turistas uma informação objetiva e autêntica...
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Artigo 7 DIREITO AO TURISMO 
1.A possibilidade de acesso direto e pessoal à descoberta das riquezas de nosso mundo, consti...
Jogos de mesaJogosJogosTelevisão, rádioTelevisão, rádioTelevisão, rádioTelevisão, rádioJogosLeituraLeituraLeituraAudição d...
Artigo 7 DIREITO AO TURISMO 
3.Desenvolvimento do turismo social, em particular associativo, que permite o acesso da maior...
Artigo 9 DIREITO DOS TRABALHADORES E DOS EMPRESÁRIOS DO SETOR TURÍSTICO 
5.As empresas multinacionais do setor turístico, ...
Quarta posição CONVERGÊNCIA
•Implica, integra e articula espaço e sociedade reivindicando as dimensões: 
–Territoriais, 
–Sociais, 
–Económicas, 
–Pol...
Componentes e gestão do turismo Charles Goeldner e Brent Ritchie (2009) 
FONTE: Moreira, 2013.
O turismo, não é necessariamente fator suficiente para o desenvolvimento local 
Pode tornar-se, com a orientação certa, ...
Chile, 1999 Norberto Santos CEGOT Universidade de Coimbra
•Agência Nacional Chequè-Vacance 
•(1982) (França) 
–Realização de viagens pelo maior número possível de pessoas, especial...
Painel III – Diversidades em EDS: Ética, território e turismo – Norberto Santos (Univ. Coimbra)
Painel III – Diversidades em EDS: Ética, território e turismo – Norberto Santos (Univ. Coimbra)
Painel III – Diversidades em EDS: Ética, território e turismo – Norberto Santos (Univ. Coimbra)
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Painel III – Diversidades em EDS: Ética, território e turismo – Norberto Santos (Univ. Coimbra)

  1. 1. Chile, 1999 Norberto Santos CEGOT Universidade de Coimbra
  2. 2. Educação Geográfica •Saber pensar o espaço e intervir no meio –Educação Geográfica (EG) –Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) •Dimensão “Espaço” –fundamental –agregadora das aprendizagens –devendo por isso ser alvo de valorização
  3. 3. •1. procurar o equilíbrio nas três esferas da sustentabilidade - ambiente, sociedade e economia; •2. reconhecer que a satisfação das necessidades locais muitas vezes tem efeitos e consequências internacionais; •3. ser transdisciplinar, –nenhuma disciplina é dona da EDS, –todas as disciplinas contribuem para a EDS –variedade de técnicas pedagógicas promovem participação na aprendizagem –capacidades de pensamento de ordem superior (PEC) Características da EDS
  4. 4. Zygmunt Bauman Vida de consumo, Vida Líquida, Medo Líquido, Amor líquido • esperar que os indivíduos encontrem e coloquem em prática soluções individuais para problemas produzidos pela sociedade é um erro. •os problemas que enfrentamos nos territórios locais, como a crise financeira e climática, entre outros, são de origem global –resoluções dos mesmos passam pela criação de uma agenda política planetária – instituições políticas globais eficazes e dotadas de recursos que lhes permitam enfrentá-los.
  5. 5. O carácter transdisciplinar da EG EDS é uma articulação de saberes EG é a orientação pedagógica fundamental na educação para a cidadania e promoção da literacia do território Tecnologias de Informação Geográfica são plataformas de interação capazes de valorizar a formação de cidadãos espacialmente competentes TIG EG EDS
  6. 6. Ciência Geográfica (Campar e Gama, 2003) •Era Moderna faz da geografia uma ciência europeia, por causa da sua importância na exploração e descoberta de novas terras. •A necessidade da geografia para fazer a guerra (dominação, fronteiras conhecimento do espaço) faz dela uma Geografia dos Estados –Maiores. •A importância da identidade nacional torna-a objeto de ensino e numa Geografia dos Professores. •Planear e ordenar o espaço tornou-a num Geografia Aplicada. •A necessidade do saber pensar o espaço torna-a numa Geografia Crítica. Cada vez mais presente no debate público ligado ao domínio do espaço.
  7. 7. •Cidadão geograficamente competente •Capaz de dar valor à justiça espacial •Competente na interpretação espacial: –Localização (absoluta/relativa) –Escala –Distância (tempo, custo, psicológica) –Fluxos –…
  8. 8. Espaço geográfico (Olivier Dollfus, 1976) •Espaço Geográfico: –resulta de um passado histórico, –da densidade demográfica, –da organização social e económica –dos recursos técnicos dos povos que habitam os diferentes lugares. •O Espaço geográfico encontra-se impregnado de história porque –o ordenamento do território é a expressão de uma política económica e das consequências sociais daí resultantes, –os seus habitantes são consciencializados para serem os depositários de um património que é preciso utilizar de modo sustentável (Santos, 2012) •O Turismo e a ética que o orienta
  9. 9. ESTATUTOS DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO (OMT) Objectivo principal –promover e desenvolver o turismo –contribuir para a expansão económica, –compreensão internacional (a perceção do OUTRO) –a prosperidade (o desenvolvimento com mais valias para os stakeholders locais) –respeito universal e a observância dos direitos e liberdades humanas, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião.
  10. 10. ESTATUTOS DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO (OMT) 2. A Organização presta especial atenção aos interesses dos países em vias de desenvolvimento no domínio do turismo. 3. (…) Relações de cooperação e participação com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), como organização participante e encarregada da execução do Programa.
  11. 11. Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas •Fundado em 1965 com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento humano. •Objetivos –desenvolvimento humano sustentável; –Erradicação da pobreza; –Proteção ambiental; –Criação de emprego; –Participação das mulheres; –Cooperação internacional.
  12. 12. IDH Desviar o foco do desenvolvimento da economia e da contabilidade de renda nacional para políticas centradas em pessoas Expectativa de vida ao nascer Índice de educação Índice de Anos Médios de Estudo Índice de Anos Esperados de Escolaridade Índice de renda
  13. 13. World Economic Forum
  14. 14. Código de Ética Mundial para o Turismo Artigo 1 º CONTRIBUIÇÃO DO TURISMO PARA O ENTENDIMENTO E RESPEITO MÚTUO ENTRE HOMENS E A SOCIEDADES 1.Espírito de tolerância e respeito à diversidade, às crenças religiosas, filosóficas e morais são, por sua vez, o fundamento e a consequência de um turismo responsável. 2.Atenção às tradições. IDENTIDADE/SINGULARIDADE 3.Hospitalidade das comunidades recetoras (autóctones e stakeholders) SATISFAÇÃO
  15. 15. Artigo 1 º CONTRIBUIÇÃO DO TURISMO PARA O ENTENDIMENTO E RESPEITO MÚTUO ENTRE HOMENS E A SOCIEDADES 4.Segurança de turistas, seus bens, património cultural e natural e instalações turísticas. FIDELIZAÇÃO / INTEGRAÇÃO SOCIAL 5.Integração do turista nas práticas, normas e leis dos territórios que visitam, preservando o ambiente. DIREITOS /DEVERES 6.Responsabilidade do turista sobre obter informação sobre os países de destino (saúde e bem-estar incluídos). MARKETING MIX /NOVAS TECNOLOGIAS /SINALÉTICA
  16. 16. Artigo 2 O TURISMO, INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E COLETIVO 1.Meio privilegiado de desenvolvimento individual e coletivo, fator de auto-educação, tolerância mútua e aprendizagem das legítimas diferenças entre os povos, culturas. 3D’s
  17. 17. Tolerância, pluralismo e conflito Como é formado o espírito tolerante: Experiência turística autêntica em regiões remotas do mundo, tornada possível pela actual facilidade de viagens pelo mundo. Cada vez mais pessoas estabelecem contactos e obtêm conhecimentos de outras culturas e modos de vida. Para os que são obrigados a ficar em casa, os mass media modernos trazem diversidade às suas habitações, promovendo um nível significativo de indulgência através da diferença. A vivência urbana surge mais associada à tolerância do que a vivência rural.
  18. 18. •Visitas a favelas (ROCINHA)
  19. 19. Artigo 2 O TURISMO, INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL E COLETIVO 2.Respeito pela igualdade entre homens e mulheres, promoção dos direitos humanos e em particular de populações mais vulneráveis, crianças, maiores de idade, as pessoas incapacitadas, as minorias étnicas e os povos autóctones. 3.Não exploração de qualquer ser humano. 4.Dar significado às deslocações por motivos religiosos, saúde, educação, intercâmbio cultural ou linguístico. GRANDES GRUPOS DE CLASSIFICAÇÃO DO TURISMO
  20. 20. Artigo 3 O TURISMO, FATOR DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 1.Proteção do ambiente e os recursos naturais (agentes turísticos) 2.As autoridades públicas nacionais, regionais e locais 1.preservarão os recursos naturais escassos e valiosos, em particular a água e a energia, 2.evitando, no que for possível, a produção de resíduos 3.Reduzir a sazonalidade para menor pressão sobre os recursos e o território. UM PROCESSO AMBÍGUO 4.Infraestruturas e equipamentos devem preservar ecossistemas e a diversidade biológica. 1.Limitação de atividade turísticas em áreas vulneráveis (desertos, regiões frias, alta montanha, florestas tropicais, zonas húmidas, habitats de pessoas e animais) 5.Turismo de natureza e ecoturismo são formas privilegiadas de turismo sustentável quando respeitem a capacidade de carga dos lugares turísticos.
  21. 21. Artigo 4 O TURISMO, FATOR DE APROVEITAMENTO E ENRIQUECIMENTO DO PATRIMÓNIO CULTURAL DA HUMANIDADE 1.Os recursos turísticos pertencem ao património comum da humanidade. 2.Atenção particular à proteção e à recuperação patrimónios e dos lugares de interesse histórico ou arqueológico, com estímulo ao acesso público. PATRIMONIALIZAÇÃO 3.Mais-valias da visitação devem reverter, em parte, para a manutenção, proteção e melhoria do património. DESENVOLVIMENTO LOCAL 4.Permitir a sobrevivência e o progresso da produção cultural e artesanal tradicional, assim como, do folclore evitando a normalização e o seu empobrecimento. IDENTIDADE E SINGULARIDADE 1.Fuga à mcdonalização/cocacolonização (processos de Globalização Cultural)
  22. 22. Artigo 5 O TURISMO, ATIVIDADE BENÉFICA PARA OS PAÍSES E AS COMUNIDADES DE DESTINO 1.Participação equitativa nos benefícios económicos, sociais e culturais (populações, comunidades locais e agentes turísticos) especialmente na criação direta e indireta de emprego que ocasionem. DESENVOLVIMENTO LOCAL 2.Melhoria do nível de vida da população das regiões visitadas, cuidado na conceção arquitetónica e contratação de recursos humanos locais. QUALIDADE DE VIDA 3.Especial atenção às áreas vulneráveis através da criação oportunidades de desenvolvimento das atividades económicas tradicionais. SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL 4.Haverá estudos de impacto ambiental dos projetos de desenvolvimento turístico. SOCIEDADE PROGRAMADA (TOURAINE)
  23. 23. Artigo 6 OBRIGAÇÕES DOS AGENTES DO DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 1.Facilitar aos turistas uma informação objetiva e autêntica sobre lugares de destino e sobre as condições de viagem, recepção e estada 2.Dar atenção à segurança, prevenção de acidentes, e as condições sanitárias e da higiene dos alimentos daqueles que buscam seus serviços (RISCO) 3.Contribuir para o pleno desenvolvimento cultural e espiritual dos turistas (a satisfação é um objetivo integral)
  24. 24. NS
  25. 25. Artigo 7 DIREITO AO TURISMO 1.A possibilidade de acesso direto e pessoal à descoberta das riquezas de nosso mundo, constituirá um direito igual para todos os habitantes de nosso planeta. IMPORTÂNCIA DA VIAGEM 2.Consequência do direito ao descanso e lazer, e em particular à limitação razoável da duração do tempo de trabalho e a férias anuais pagas, garantidas no art. 24 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e no art. 7 do Tratado Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais. (tempo livre/trabalho/descanso 8*8*8-24 horas do dia)
  26. 26. Jogos de mesaJogosJogosTelevisão, rádioTelevisão, rádioTelevisão, rádioTelevisão, rádioJogosLeituraLeituraLeituraAudição de músicaAudição de músicaAudição de músicaAudição de músicaBricolagem e jardinagemBricolagem e jardinagemBricolagem e jardinagemJogos ao ar livreJogosJogosPasseios a péPasseios a péPasseios a péPasseios a pé e bicicletaJogos ao ar livreDesportosDesportosDesportosIdas ao caféIdas ao caféIdas ao caféIdas ao caféIdas ao cinema e teatroIdas ao cinemaIdas ao cinema e teatroEspectáculosPasseios de curta duração (a pé, bicicleta, automóvel) Passeios de curta duração (a pé, bicicleta, automóvel) PasseiosCinema e teatroPequenas viagensViagens de automóvelEspectáculos(Ida ao campo, à montanha, à praia) (Campo, montanha, praia, termas) Saídas do ambiente de vida quotidianaVisitas culturaisViagens de turismoViagens de turismoCruzeirosEstâncias termaisDesportoRegiões turísticasMontanha, campo, praiaVisitas culturaisCruzeirosCasaFora de casaEspaço de alcance imediatoEspaço de alcance médioEspaço de alcance longoFim de diaFim de semanaFim de ano (férias)Fim de vida (reforma)
  27. 27. Artigo 7 DIREITO AO TURISMO 3.Desenvolvimento do turismo social, em particular associativo, que permite o acesso da maioria dos cidadãos ao lazer e a férias. 4.Facilitação do turismo familiar, de jovens e estudantes, de pessoas idosas e das portadoras de deficiências. IMPORTÂNCIA DO TURISMO INTERNO
  28. 28. Artigo 9 DIREITO DOS TRABALHADORES E DOS EMPRESÁRIOS DO SETOR TURÍSTICO 5.As empresas multinacionais do setor turístico, não abusarão da posição dominante que podem ocupar. CONVERGÊNCIA 6.A colaboração e o estabelecimento de relações equilibradas entre empresas de países emissores e receptores contribuem para o desenvolvimento sustentável do turismo e a uma divisão equilibrada dos benefícios do seu crescimento
  29. 29. Quarta posição CONVERGÊNCIA
  30. 30. •Implica, integra e articula espaço e sociedade reivindicando as dimensões: –Territoriais, –Sociais, –Económicas, –Políticas, –Culturais, –Em Síntese: SISTÉMICA Mantero, 2013
  31. 31. Componentes e gestão do turismo Charles Goeldner e Brent Ritchie (2009) FONTE: Moreira, 2013.
  32. 32. O turismo, não é necessariamente fator suficiente para o desenvolvimento local Pode tornar-se, com a orientação certa, em organizador e criador de atividades que promovam realidades e potencialidades subestimadas. Com base em atributos naturais e culturais do território, a prática social do turismo permite: qualidade de recursos de suporte para atividades geração de proveitos e benefícios, para visitantes e habitantes através do seu usufruto, da sua produção e do seu consumo. O desenvolvimento resulta da contribuição endógena, principalmente da comunidade local da endogeneização de ações extra exógenas.
  33. 33. Chile, 1999 Norberto Santos CEGOT Universidade de Coimbra
  34. 34. •Agência Nacional Chequè-Vacance •(1982) (França) –Realização de viagens pelo maior número possível de pessoas, especialmente às de menores rendimento –Oferta de uma ampla rede de prestadores de serviços turísticos, capaz de responder com qualidade à procura – Colaboração no processo de desenvolvimento do turismo das regiões. –Promoção de bolsas de viagens para consumidores especiais: grupos sociais com precariedade económica, pessoas portadoras de deficiência, jovens e outros. •Movimento financeiro gerado - bilhão de euros (apoio a 2,5 milhões de pessoas e beneficio de sete milhões de turistas) •Envolvimento - mais de 21 mil organizações e 135 mil profissionais de turismo e outros relacionados ao lazer http://www.letrasbrasileiras.com.br/

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