O documento discute as diferentes plataformas marítimas e propõe a expansão da plataforma continental portuguesa de 1,8 milhões km2 para 3,6 milhões km2. Isso aumentaria a jurisdição nacional sobre os recursos oceânicos, incluindo peixes, minerais e organismos com potencial biotecnológico. No entanto, desafios como falta de capacidade científica e industrial precisam ser superados para permitir o uso sustentável destes recursos.