Aula Patrimônio material e imaterial (com foco em Santa Catarina)

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Aula de Patrimônio material e imaterial (com foco em Santa Catarina), ministrada pelo professor Viegas Fernandes da Costa no curso de Educação Patrimonial do Instituto Federal de Santa Catarina - Campus Garopaba.

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Aula Patrimônio material e imaterial (com foco em Santa Catarina)

  1. 1. PATRIMÔNIO MATERIAL E IMATERIAL (Curso de Formação Continuada em Educação Patrimonial) Profº Viegas Fernandes da Costa
  2. 2. O QUE VOCÊ VÊ?
  3. 3. O CONTEXTO DO CURSO DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DO IFSC – Campus Garopaba  Portaria interna de nº 19/2013 instituiu a Comissão de Levantamento e Diagnóstico do Patrimônio Histórico e Cultural da região de abrangência do Campus Garopaba. A comissão vigorou até o final de 2014. Integraram esta Comissão os professores Viegas Fernandes da Costa (História), Juliani Walotek (Guiamento de Turismo) e João Henrique Quoos (Geografia).  Realização de pesquisa censitária com os professores da Rede Municipal de Garopaba, com o objetivo de compreender a representação que estes profissionais fazem a respeito do patrimônio cultural do município e suas demandas relacionadas à educação patrimonial.  Resultados da pesquisa apresentados no II Seminário Internacional História do Tempo Presente, realizado na UDESC, em Florianópolis (2014), com publicação nos Anais do Evento.  2014/2015: Desenvolvimento de projetos de extensão em Educação Patrimonial com estudantes da rede pública da região (editais de Fluxo contínuo) e com a comunidade do Capão, em Garopaba (Edital Aproex 02/2015)  Elaboração do PPC do Curso de Educação Patrimonial, aprovado pela Resolução CEPE/IFSC 29/2015 de 25/06/2015.  13/08/2015: Início do curso.
  4. 4. Principais pontos históricos de Garopaba
  5. 5. Principais exemplos de patrimônio cultural em Garopaba
  6. 6. Principais exemplos de Patrimônio Paisagístico Fonte dos gráficos e tabelas: - COSTA, V. F. da. O Patrimônio Cultural de Garopaba (SC) na percepção dos professores da rede pública municipal de ensino. Anais do II Seminário Internacional História do Tempo Presente. Florianópolis, UDESC, p. 1-16, 2014.
  7. 7. HISTÓRIA O que diferencia o ser humano dos demais animais é sua capacidade de transformar a natureza, de produzir cultura, ou seja, de FAZER HISTÓRIA Historiem em grego antigo é “procurar saber”, informar-se”. Enquanto campo de saber, a História tem por objetivo interpretar a ação humana em suas diferentes temporalidades.
  8. 8. MEMÓRIA A memória se modifica e se rearticula conforme a posição que ocupo e as relações que estabeleço nos diferentes grupos de que participo. Também está submetida a questões inconscientes, como o afeto, a censura, entre outros. As memórias individuais alimentam-se da memória coletiva e histórica e incluem elementos mais amplos do que a memória construída pelo indivíduo e seu grupo. Um dos elementos mais importantes, que afirmam o caráter social da memória, é a linguagem. As trocas entre os membros de um grupo se fazem por meio de linguagem. Lembrar e narrar se constituem da linguagem. Como afirma Ecléa Bosi a linguagem é o instrumento socializador da memória pois reduz, unifica e aproxima no mesmo espaço histórico e cultural vivências tão diversas como o sonho as lembranças e as experiências recentes. (Zilda Kessel)
  9. 9.  A memória é também um objeto de luta pelo poder travada entre classes, grupos e indivíduos. Decidir sobre o que deve ser lembrando e também sobre o que deve ser esquecido integra os mecanismos de controle de um grupo sobre o outro. Outro aspecto importante acerca da memória é a sua relação com os lugares. As memórias individual e coletiva têm nos lugares uma referência importante para a sua construção. As memórias dos grupos se referenciam, nos espaços em que habitam e nas relações que constroem com estes espaços. Os lugares são importante referência na memória dos indivíduos, donde se segue que as mudanças empreendidas nesses lugares provocam mudanças importantes na vida e na memória dos grupos. (Zilda Kessel)
  10. 10. A Importância da História Oral
  11. 11. “A história oral é uma metodologia de pesquisa que consiste em realizar entrevistas gravadas com pessoas que podem testemunhar sobre acontecimentos, conjunturas, instituições, modos de vida ou outros aspectos da história contemporânea. Começou a ser utilizada nos anos 1950, após a invenção do gravador, nos Estados Unidos, na Europa e no México, e desde então difundiu-se bastante. Ganhou também cada vez mais adeptos, ampliando-se o intercâmbio entre os que a praticam: historiadores, antropólogos, cientistas políticos, sociólogos, pedagogos, teóricos da literatura, psicólogos e outros.” (Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil – CPDOC/FGV)
  12. 12. Se a memória relaciona-se com os lugares, seria possível construir memórias a partir das cidades, das ruas, dos espaços, dos objetos? Em sendo possível, de que forma?
  13. 13. PATRIMÔNIO  O termo alemão para patrimônio (Denkmalplage) remete a um sentido diferente do inglês (Heritage - aquilo que se herda) ou do latim (Pattrimonium – aquilo que se herda do pai). Denkmalplage remete àquilo que deve ser cuidado, àquilo que faz pensar. (FUNARI & PERREIRA, 2015).  No renascimento os humanistas buscavam valorizar a antiguidade, e por isso passam a colecionar os objetos e vestígios desse período – surge o Antiquariado. O surgimento do Estado Nacional modifica o conceito de patrimônio. O compartilhamento de valores e costumes, de uma língua, de uma origem supostamente comum constitui também uma ideia de patrimônio nacional a configurar identidades.  O surgimento da ONU contribui para a compreensão de patrimônio como algo que supera as fronteiras nacionais. Em 1972 acontece a 1ª Convenção referente ao patrimônio mundial cultural e natural. Desenvolve-se a ideia de Patrimônio da Humanidade.
  14. 14. Segundo a UNESCO, patrimônio constitui-se como nosso legado do passado, no qual vivemos e que vamos passar para as futuras gerações”, sendo “fontes insubstituíveis de vida e inspiração”. A maior concentração de monumentos do patrimônio da humanidade está na Europa, principalmente na Espanha, Itália, Alemanha e França. O patrimônio é importante para preservar identidades, porém as políticas que reconhecem patrimônios e dão-lhes significados não são neutras, “mas refletem a ideologia dos responsáveis e muitas vezes adotam critérios ambíguos em função de interesses conjunturais, que mudam quando muda a administração pública” ( Margarita Barretto). A quem deve pertencer a autoridade de reconhecer o que é patrimônio?  Segundo Margarita Barretto, “se há um patrimônio reconhecido pelos vencedores, é porque há um patrimônio dos vencidos.” E ainda, “quais são os símbolos que devem permanecer para retratar determinada sociedade em determinado momento?”
  15. 15. Na Ucrânia, manifestantes nacionalistas derrubam estátua de Lênin em 2013. Em 2003, tropas estadunidenses derrubam a estátua de Saddam Hussein
  16. 16. A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL ENQUANTO DIMENSÃO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
  17. 17. TOMBAMENTO “O tombamento é um ato administrativo realizado pelo Poder Público, nos níveis federal, estadual ou municipal. Os tombamentos federais são responsabilidade do IPHAN e começam pelo pedido de abertura do processo, por iniciativa de qualquer cidadão ou instituição pública. O objetivo é preservar bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e também de valor afetivo para a população, impedindo a destruição e/ou descaracterização de tais bens. Pode ser aplicado aos bens móveis e imóveis, de interesse cultural ou ambiental. É o caso de fotografias, livros, mobiliários, utensílios, obras de arte, edifícios, ruas, praças, cidades, regiões, florestas, cascatas etc. Somente é aplicado aos bens materiais de interesse para a preservação da memória coletiva.” (FONTE: IPHAN. www.iphan.gov.br )
  18. 18. REGISTRO O Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial, instituído pelo Decreto nº 3551/2000, é um instrumento legal de preservação, reconhecimento e valorização do patrimônio cultural imaterial brasileiro, composto por aqueles bens que contribuíram para a formação da sociedade brasileira. Consiste na produção de conhecimento sobre o bem cultural imaterial em todos os seus aspectos culturalmente relevantes. Esse instrumento é aplicado àqueles bens que obedecem às categorias estabelecidas pelo Decreto nº 3551/2000: Celebrações, Lugares, Formas de Expressão e Saberes, ou seja, as práticas, representações, expressões, lugares, conhecimentos e técnicas, que os grupos sociais reconhecem como parte integrante do seu patrimônio cultural. Com o Registro, os bens recebem o título de Patrimônio Cultural do Brasil e são inscritos em um dos quatro Livros de Registro, de acordo com a categoria correspondente. (FONTE: IPHAN. www.iphan.gov.br )
  19. 19. Classificação do patrimônio cultural e natural segundo a UNESCO MONUMENTOS: obras arquitetônicas, esculturas, pinturas, vestígios arqueológicos, inscrições etc. CONJUNTOS: grupos de construções. SÍTIOS: obras humanas ou naturais de valor estético, histórico, etnológico ou científico. MONUMENTOS NATURAIS: formações físicas ou biológicas. FORMAÇÕES GEOLÓGICAS OU FISIOGRÁFICAS: hábitat de espécies animais e vegetais ameaçadas de extinção. SÍTIOS NATURAIS: áreas de valor científico ou de beleza natural.
  20. 20. PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE NO BRASIL (UNESCO) Centro histórico de Ouro Preto (MG) (XVIII)
  21. 21. Parque Nacional Serra da Capivara São Raimundo Nonato (PI) Foto: José Israel Abrantes
  22. 22. Missões Jesuíticas junto aos Guaranis (Brasil – Argentina) (XVII – XVIII)
  23. 23. Brasília (DF) (XX)
  24. 24. Centro Histórico de Goiás (XVIII – XIX)
  25. 25. Parque Nacional do Iguaçú (PR)
  26. 26. Rio de Janeiro (RJ)
  27. 27. Floresta da Tijuca Forte de Copacabana Passeio público Vista do Rio de Janeiro (mar e montanhas)
  28. 28. PATRIMÔNIOS TOMBADOS OU REGISTRADOS PELO IPHAN Terreiro da Casa Branca (Salvador/BA): primeiro centro religioso não-católico a ser reconhecido como patrimônio nacional pelo Ministério da Cultura. Segundo Gilberto Velho, seu tombamento representa um marco porque rompeu a tradição luso-brasileira. Tombado em 1984.
  29. 29. O Presépio do Pipiripau foi criado e armado por Raimundo Machado de Azevedo no período compreendido entre 1906-1976. Instalado no Museu de História Natural da Universidade Federal de Minas Gerais, desde 1983, o Pipiripau é composto por 45 cenas distintas, entre religiosas (cenas da vida de Cristo) e profanas, dispostas sem a preocupação de sequência cronológica, em cinco planos, onde as pinturas das paredes laterais e do fundo dão continuidade e unidade às cenas. As 580 figuras estão dispostas em um cenário de 4 metros de largura, 3,20 metros de altura e 4 metros de profundidade. (Fonte: IPHAN) PRESÉPIO DO PIPIRIPAU (MG)
  30. 30. FORTALEZA DE SANTA CRUZ (Niterói, RJ) Em 1555, Villegaignon improvisou uma fortificação para a defesa da entrada da Baía de Guanabara. Tomada por Mem de Sá dois anos mais tarde, foi ampliada, recebendo o nome de N. Sra. Da Guia , origem da fortaleza de Santa Cruz. Com uma área construída de 7.153 m2 , passou por reformas e teve seu poder de fogo ampliado para proteger o embarque de ouro de Minas Gerais, feito no Porto do Rio de Janeiro
  31. 31. PATRIMÔNIO IMATERIAL Não se trata, portanto, de pretender imobilizar, em um tempo presente, um bem, um legado, uma tradição de nossa cultura, cujo suposto valor seja justamente a sua condição de ser anacrônico com o que se cria e o que se pensa e viva agora, ali onde aquilo está ou existe. Trata-se de buscar, na qualidade de uma sempre presente e diversa releitura daquilo que é tradicional, o feixe de relações que ele estabelece com a vida social e simbólica das pessoas de agora. O feixe de significados que a sua presença significante provoca e desafia. (Carlos Rodrigues Brandão)
  32. 32. BENS (imateriais) REGISTRADOS PELO IPHAN Estão sob a proteção do IPHAN 26 bens registrados como Patrimônio Cultural do Brasil, sendo seis celebrações, dez formas de expressão, oito saberes e dois lugares. Arte Kusiwa (pintura corporal): sistema de representação gráfico próprio dos povos indígenas Wajãpi, do Amapá, que sintetiza seu modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo.
  33. 33. Ofício das paneleiras de Goiabeiras O saber envolvido na fabricação artesanal de panelas de barro foi o primeiro bem cultural registrado, pelo IPHAN, como Patrimônio Imaterial no Livro de Registro dos Saberes, em 2002. O processo de produção no bairro de Goiabeiras Velha, em Vitória, no Espírito Santo, emprega técnicas tradicionais e matérias-primas provenientes do meio natural. A atividade, eminentemente feminina, é tradicionalmente repassada pelas artesãs paneleiras, às suas filhas, netas, sobrinhas e vizinhas, no convívio doméstico e comunitário.
  34. 34. Círio de Nossa Senhora do Nazaré O Círio de Nossa Senhora de Nazaré é uma celebração religiosa que ocorre em Belém (PA), inscrita no Livro das Celebrações, em 2004. Os festejos envolvem vários rituais de devoção religiosa e expressões culturais, e reúnem devotos, turistas e curiosos de todas as partes do Brasil e de países estrangeiros. Acontecem em vários municípios do Pará - Acará, Curuçá, Parauapebas, São João, entre outros - onde se cultua a festividade de Nossa Senhora de Nazaré.
  35. 35. Modo de fazer viola de cocho A viola de cocho é um instrumento musical singular quanto à forma e sonoridade, produzido exclusivamente de forma artesanal, com a utilização de matérias-primas existentes na Região Centro-Oeste do Brasil. Sua produção é realizada por mestres cururueiros, tanto para uso próprio como para atender à demanda do mercado local, constituída por cururueiros e mestres da dança do siriri.
  36. 36. Oficio de Sineiro O Ofício de Sineiro tem importância fundamental na produção e reprodução dos toques que caracterizam e diferenciam territórios e comunidades, contribuindo para a permanência da prática de tocar sino nas cidades mineiras como uma forma de comunicação e identidade. O Ofício de Sineiro foi inscrito no Livro de Registro dos Saberes, em 2009. Tendo como referência as cidades de São João del Rei, Ouro Preto, Mariana, Catas Altas, Congonhas do Campo, Diamantina, Sabará, Serro e Tiradentes, em Minas Gerais, é uma prática tradicional, vinculada ao ato de tocar os sinos das igrejas católicas para anunciar rituais e celebrações religiosas, atos fúnebres e marcação das horas, entre outras comunicações de interesse coletivo. A tradição do toque dos sinos, eminentemente masculina, se mantém viva nessas cidades como referência de identidade cultural da população local, e como atividade afetiva, lúdica e devocional de sineiros voluntários e profissionais. A estrutura, composição e o saber tocar sinos estão na memória e na habilidade dos sineiros, que conhecem de cor um repertório não escrito de toques, constituído de pancadas, badaladas e repiques (executados com o sino paralisado) e de dobres (executados com o sino em movimento), adequados às ocasiões festivas ou fúnebres.
  37. 37. Modo artesanal de fazer queijo de Minas nas regiões do Serro e das serras da Canastra e do Salitre A produção artesanal do queijo de leite cru nas regiões do Serro e das serras da Canastra e do Salitre em Minas Gerais representa até hoje uma alternativa bem sucedida de conservação e aproveitamento da produção leiteira regional, em áreas cuja geografia limita o escoamento dessa produção. O modo artesanal de fazer queijo constitui um conhecimento tradicional e um traço marcante da identidade cultural dessas regiões. Foi inscrito no Livro dos Saberes em 2008.
  38. 38. Roda de capoeira A Roda de Capoeira - inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão, em de 2008 - é um elemento estruturante desta manifestação, espaço e tempo onde se expressam simultaneamente o canto, o toque dos instrumentos, a dança, os golpes, o jogo, a brincadeira, os símbolos e rituais de herança africana - notadamente banto - recriados no Brasil. Profundamente ritualizada, a roda de capoeira congrega cantigas e movimentos que expressam uma visão de mundo, uma hierarquia e um código de ética que são compartilhados pelo grupo. Na roda de capoeira se batizam os iniciantes, se formam e se consagram os grandes mestres, se transmitem e se reiteram práticas e valores afro-brasileiros.
  39. 39. PATRIMÔNIO TOMBADO PELO IPHAN EM SANTA CATARINA
  40. 40. Biguaçu: conjunto arquitetônico e paisagístico da Vila de São Miguel
  41. 41. Florianópolis: Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba (1742)
  42. 42. Florianópolis Ponte Hercílio Luz (Década de 1920)
  43. 43. Florianópolis Antiga Alfândega 1875 (Maior exemplo da arquitetura neoclássica em Florianópolis)
  44. 44. Florianópolis: Sítio arqueológico e paisagístico da Ilha do Campeche
  45. 45. Joinville: Cemitério protestante
  46. 46. Laguna: “Museu Anita Garibaldi” (1747)
  47. 47. BENS TOMBADOS PELA FUNDAÇÃO CATARINENSE DE CULTURA LISTA COMPLETA EM: www.fcc.sc.gov.br
  48. 48. BENS TOMBADOS PELO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO ESTADUAL IMBITUBA: Igreja de Santa Ana (Vila Nova)
  49. 49. GAROPABA: Igreja de São Joaquim
  50. 50. GOVERNADOR CELSO RAMOS: Igreja de Nossa Senhora da Piedade e ruínas adjacentes - Armação da Piedade.
  51. 51. BLUMENAU: Igreja do Espírito Santo (Protestante).
  52. 52. BLUMENAU: Conjunto arquitetônico que integra o complexo fabril das Indústrias Hering, formado por cinco edificações.
  53. 53. INDAIAL: Residência enxaimel.
  54. 54. JOINVILLE: Estação ferroviária.
  55. 55. ITAJAÍ: Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento
  56. 56. LAGES: Fazenda Cajurú.
  57. 57. LAGES: Colégio Santa Rosa de Lima (Arquitetura em Art Déco, estilo decorativo onde predominam as linhas retas ou circulares estilizadas.)
  58. 58. PESCARIA BRAVA: Igreja do Bom Jesus do Socorro.
  59. 59. NOVA VENEZA: Conjunto de Pedra.
  60. 60. RIO NEGRINHO: Casa Zipperer.
  61. 61. URUSSANGA: Igreja de São Gervásio e São Protásio (Arquitetura religiosa ítalo- brasileira .)
  62. 62. BENS IMATERIAIS EM SANTA CATARINA
  63. 63. PATRIMÔNIO GENÉTICO Medida Provisória nº. 2.186 -16/2001: “o conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético integra o patrimônio cultural brasileiro e poderá ser objeto de cadastro, conforme dispuser o Conselho de Gestão ou legislação específica". Conhecimento Tradicional Associado (CTA) é a informação ou prática, individual ou coletiva, de povo indígena, povo ou comunidade tradicional, com valor real ou potencial, associada ao patrimônio genético. O acesso ao patrimônio genético e aos conhecimentos tradicionais associados é objeto de autorização estatal, para fins de pesquisa científica, bioprospecção ou desenvolvimento tecnológico, com vistas a sua aplicação industrial ou de outra natureza. Fonte: IPHAN.
  64. 64. PATRIMÔNIO LINGUÍSTICO  Decreto Nº 7.387/2010 – Criou o Inventário Nacional da Diversidade Linguística  250 línguas no Brasil (estimativa) além do português e suas variedades: indígenas, de imigração, de sinais, crioulas e afro-brasileiras  Criação de uma política específica para a salvaguarda da diversidade linguística brasileira, de modo a garantir sua sobrevivência em seus contextos sociais.  Já inventariadas: • Talian: uma das autodenominações para a língua de imigração falada no Brasil onde houve ocupação italiana, desde o século XIX, nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Espírito Santo. • Asuriní do Trocará:, que pertence ao tronco Tupi, da família linguística Tupi- Guarani. Os Asurini do Trocará habitam a Terra Indígena Trocará, localizada às margens do rio Tocantins, em Tucuruí (PA). •Guarani Mbya, identificada como uma das três variedades modernas da língua Guarani, da família Tupi-Guarani, tronco linguístico Tupi - as outras são o Nhandeva, o Ava Guarani e o Kaiowa.
  65. 65. INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA Campus Garopaba PATRIMÔNIO MATERIAL E IMATERIAL Professor Viegas Fernandes da Costa Referências: Site da UNESCO. Site do IPHAN. Site da Fundação Catarinense de Cultura.  Site do LABPAC/UDESC BARRETO, Margarita. Patrimônio, gentrificação e turismo. (mimeo). - COSTA, Viegas Fernandes da. O Patrimônio Cultural de Garopaba (SC) na percepção dos professores da rede pública municipal de ensino. Anais do II Seminário Internacional História do Tempo Presente. Florianópolis, UDESC, p. 1-16, 2014. FUNARI, Pedro Paulo & PELEGRINI, Sandra C. A. Patrimônio histórico e cultural. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. FUNARI, Pedro Paulo & PERREIRA, Lúcio Menezes. Desafios parava preservação do patrimônio arqueológico no Brasil. In. CAMPOS, Youssef Daibert Salomão de. (org.) Patrimônio cultural plural. Belo Horizonte: Arraes, 2015, p. 135-143.

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