Cei 100421-ii-cap.4-espíritos sofredores

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Estudo do livro espirita em ppt "O CÉU E O INFERNO"

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Cei 100421-ii-cap.4-espíritos sofredores

  1. 1. 1/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO “Na casa do Pai, há muitas moradas” O Céu dos anjos e dos eleitos O Inferno dos demônios e dos condenados O Espiritismo tem uma visão totalmente diferente do tema
  2. 2. 2/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO Parte I - Doutrina I-O PORVIR E O NADA II-TEMOR DA MORTE Causas do temor da morte Por que os espíritas não temem a morte III-O CÉU IV-O INFERNO Intuição das penas futuras O inferno cristão imitado do inferno pagão Os limbos Quadro do inferno pagão Esboço do inferno cristão V-O PURGATÓRIO VI-DOUTRINA DAS PENAS ETERNAS Origem da doutrina das penas eternas Argumentos a favor das penas eternas Impossibilidade material das penas eternas A doutrina das penas eternas fez sua época Ezequiel contra a eternidade das penas e o pecado original VII-AS PENAS FUTURAS SEGUNDO O ESPIRITISMO A carne é fraca Princípios da Doutrina Espírita sobre as penas futuras Código penal da vida futura VIII-OS ANJOS Os anjos segundo a Igreja Refutação Os anjos segundo o Espiritismo IX-OS DEMÔNIOS Origem da crença nos demônios Os demônios segundo a Igreja Os demônios segundo o Espiritismo X-INTERVENÇÃO DOS DEMÔNIOS NAS MODERNAS MANIFESTAÇÕES XI-DA PROIBIÇÃO DE EVOCAR OS MORTOS I-O PASSAMENTO II-ESPÍRITOS FELIZES - Cont. III-ESPÍRITOS EM CONDIÇÕES MEDIANAS IV-ESPÍRITOS SOFREDORES V-SUICIDAS VI-CRIMINOSOS ARREPENDIDOS VII-ESPÍRITOS ENDURECIDOS VIII-EXPIAÇÕES TERRESTRES Parte II - Exemplos
  3. 3. 3/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores O Castigo Kardec inicia o capítulo com uma mensagem de George que resume todo o quadro sobre o destino e a sorte dos maus espíritos Depois da morte, os Espíritos endurecidos, egoístas e maus são logo presas de uma dúvida cruel a respeito do seu destino, no presente e no futuro.
  4. 4. 4/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores O Castigo Não elevam o olhar às moradas dos Espíritos elevados, consideram o que os cerca e, então, compreendendo o abatimento dos Espíritos fracos e punidos, se agarrarão a eles como a uma presa, utilizando-se da lembrança de suas faltas passadas, que eles põem continuamente em ação pelos seus gestos ridículos. Atiram-se para a Terra quais abutres famintos, procurando entre os homens uma alma que lhes dê fácil acesso às tentações.
  5. 5. 5/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores O Castigo O mau Espírito, no exercício da sua cólera, é quase feliz, sofrendo apenas nos momentos em que deixa de atuar, ou nos casos em que o bem triunfa do mal. Passam no entanto os séculos, e, de repente, o mau Espírito pressente que as trevas acabarão por envolvê-lo; o círculo de ação se lhe restringe e a consciência, muda até então, faz-lhe sentir os acerados espinhos do remorso.
  6. 6. 6/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores O Castigo Não tarda, então, que um grande vácuo se faça nele e em torno dele: chega o momento em que deve expiar; a reencarnação aí está ameaçadora... e ele vê como num espelho as provações terríveis que o aguardam. Retribuem-lhe outros Espíritos o mal que fez; castigado, confuso e escarnecido, por sua vez vagueia e vagueará até que a divina luz o penetre e esclareça.
  7. 7. 7/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Novel “...invejando os eleitos cujos esplendores entrevia, detestando os maus Espíritos que me perseguiam com remoques, desprezando os humanos cujas torpezas eu via, passei de profundo abatimento a uma revolta insensata.” É como se esse espírito estivesse em uma condição de depressão. Tudo em sua volta lhe causava sofrimentos e decepção.
  8. 8. 8/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Novel Chamaste-me finalmente, e pela primeira vez um sentimento suave e terno me acalmou; escutei os ensinos que te dão os teus guias, a verdade impôs-se-me, orei; Deus ouviu-me, revelou-se-me por sua Clemência, como já se me havia revelado por sua Justiça. Vemos mais uma vez, a importância da prece e dos bons pensamentos direcionados aos espíritos
  9. 9. 9/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Auguste Michel Era um moço rico, boêmio, gozando larga e exclusivamente a vida material. Conquanto inteligente, o indiferentismo pelas coisas sérias era-lhe o traço característico. Desencarna em um acidente. Concede uma série de comunicações ao longo de alguns meses após o seu desencarne, onde se verifica as dificuldades para o seu desprendimento em relação ao corpo.
  10. 10. 10/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Auguste Michel 08/03/1863 — “Por enquanto apenas consegui desprender-me e dificilmente vos posso falar. O doloroso sofrimento corporal experimentado nada é comparativamente a esta perturbação.” 18/03/1863 — “Já vim a vós, mas apenas pude falar dificilmente. Presentemente, ainda mal me posso comunicar convosco. Vejo os Espíritos que estão junto de vós e por eles posso falar-vos. Orai por mim.”
  11. 11. 11/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Auguste Michel “… Ainda estou ligado ao corpo. meu corpo lá está, e por que também lá permaneço sempre? Vinde orar sobre ele para que eu me desembarace dessa prisão cruel...” 08/06/1863 — “Posso falar e agradeço a Deus. Compreendi as minhas faltas e espero que Deus me perdoe. Trilhai sempre na vida de conformidade com a crença que vos alenta, porque ela vos reserva de futuro um repouso que eu ainda não tenho. Obrigado pelas vossas preces. Até outra vista.”
  12. 12. 12/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Auguste Michel 30/07/1863 — “Presentemente sou menos infeliz, visto não mais sentir a pesada cadeia que me jungia ao corpo. Estou livre, enfim, mas ainda não expiei e preciso é que repare o tempo perdido se eu não quiser prolongar os sofrimentos. Espero que Deus, tendo em conta a sinceridade do arrependimento, me conceda a graça do seu perdão. Pedi ainda por mim, eu vo-lo suplico.
  13. 13. 13/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Um boêmio “Homens, meus irmãos, eu vivi só para mim e agora expio e sofro! Conceda-vos Deus a graça de evitardes os espinhos que ora me laceram. Prossegui na senda larga do Senhor e orai por mim, pois abusei dos favores que Deus faculta às suas criaturas!” Instruções do guia do médium: Este Espírito está num bom caminho, porquanto, além do arrependimento, aduz conselhos tendentes a evitar os perigos da senda por ele trilhada.
  14. 14. 14/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Lisbeth P.Pareceis sentir as falhas decorrentes de contrário procedimento... O arrependimento deverá dar-vos alívio? ― R. Não: O arrependimento é inútil quando apenas produzido pelo sofrimento. O arrependimento profícuo tem por base a mágoa de haver ofendido a Deus, e importa no desejo ardente de uma reparação.
  15. 15. 15/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Lisbeth Meditando-se cuidadosamente sobre todos os exemplos que citamos, encontrar-se-á nas palavras dos Espíritos ― mesmo dos mais inferiores ― profundos ensinamentos, pondo-nos a par dos mais íntimos pormenores da vida espiritual. O homem superficial pode não ver nesses exemplos mais que pitorescas narrativas; mas o homem sério e refletido encontrará neles abundante manancial de estudos.
  16. 16. 16/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Lisbeth P. Deus é muito bom para não condenar seus filhos a penas eternas. Confiai na sua misericórdia. ― R. Dizem que isto pode ter um termo, mas onde e quando? Há muito que o procuro e só vejo sofrimento, sempre, sempre, sempre! Esta é a impressão para os espíritos sofredores, que não terá fim os sofrimentos que estão enfrentando
  17. 17. 17/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Príncipe Ouran O espírito fala da sua última vida, em que abusou do poder, oprimindo os mais fracos e que a prova da riqueza tinha sido maior que suas forças. Kardec comenta: Os Espíritos que caem são geralmente levados a alegar um compromisso superior às próprias forças ― o que é ainda um resto de orgulho e um meio de se desculparem para consigo mesmos, não se conformando com a própria fraqueza.
  18. 18. 18/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Príncipe Ouran O Médium ainda estranha a forma culta como se exprime e o seu guia, esclarece que apesar de sofredor, este espírito tem bastante desenvolvida a cultura e a inteligência. O que lhe falta é a humildade e o seu grande orgulho, foi causa das quedas nas últimas encarnações.
  19. 19. 19/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Ferdinan Bertin Um médium do Havre evocou o Espírito de pessoa dele conhecida, que respondeu: ― “Quero comunicar-me, porém não posso vencer o obstáculo existente entre nós. Sou forçado a deixar que se aproximem estes infelizes sofredores.” Este fato indica que nem todas as evocações são possíveis de se efetivar a comunicação. Deve existir a “afinidade fluídica” entre o espírito e o médium.
  20. 20. 20/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Ferdinan Bertin Um outro espírito, de forma espontânea se comunica. Pede por socorro, se diz tragado pelas ondas, demonstra medo, pavor, diante da possibilidade de se afoga. Pela comunicação, fica claro que o espírito ainda não tinha consciência de que já havida desencarnado.
  21. 21. 21/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Ferdinan Bertin Dias depois, comunica-se novamente e diz que já estava ciente do seu desencarne e que estava sofrendo diante do sentimento de culpa pelo erros cometido. Agradece as preces e fala que foram importante para o seu despertar. Fala ainda que uma “força estranha” o conduziu até aquela reunião e que acha estranho, pois o braço do médium parecia o seu e sentia que escrevia por aquele braço.
  22. 22. 22/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Francois Riquier Era um velho celibatário, avarento e muito popular, legando aos parentes colaterais considerável fortuna. 5 anos após o desencarne, comunicando-se espontaneamente, é perguntado o que deseja. O dinheiro do qual se apossaram, os miseráveis, a fim de o repartirem! Desbarataram meus bens como se não mais me pertencessem. Fazei que se me faça justiça, já que a mim me não ouvem,
  23. 23. 23/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Francois Riquier Falam-lhe que está morto e que não tem mais necessidade do dinheiro e que peça a Deus uma nova existência na pobreza, ao que ele responde: “Não, eu não poderei viver na pobreza. Preciso do meu dinheiro, sem o qual não posso viver. Demais, não preciso de outra existência, porque vivo estou atualmente.” Ao final da comunicação, agradece e assina: François Riquier, Rue de la Charité nº 14.
  24. 24. 24/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Claire Senhora que a médium conhecera na última vida. Era extremamente orgulhosa e de um egoismo muito grande. Nas primeiras comunicações, vê-se que este egoismo ainda prevalece, pois queixa-se à médium que não está sendo ajudada e exige atenção para o seu caso. Percebe-se neste caso que a morte e mesmo os sofrimentos no além túmulo não transformam as criatura de imediato
  25. 25. 25/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Claire O espírito São Luiz esclarece que este caso, apesar do espírito na sua última vida, não ter cometido nenhum crime em termo de justiça humana, era extremamente culpada ao olhos de Deus. Possuía tudo em vida, menos um bom coração. Kardec utiliza este caso para alguns estudos sobre o mundo espiritual.
  26. 26. 26/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO IV – Espíritos Sofredores Claire Um ponto levantado por Kardec diz respeito ao termo utilizado pelo espírito-“Trevas” e pergunta se é uma figura ou se existe realmente esta região. São Luiz dá uma comunicação em que afirma existir realmente esta região no mundo espiritual onde se encontram as almas culpada. O Espírito Claire novamente se comunica e reafirma a existência das trevas. A sua descrição é muito semelhante ao Umbral de André Luiz em o “Nosso Lar”
  27. 27. 27/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO Parte I - Doutrina I-O PORVIR E O NADA II-TEMOR DA MORTE Causas do temor da morte Por que os espíritas não temem a morte III-O CÉU IV-O INFERNO Intuição das penas futuras O inferno cristão imitado do inferno pagão Os limbos Quadro do inferno pagão Esboço do inferno cristão V-O PURGATÓRIO VI-DOUTRINA DAS PENAS ETERNAS Origem da doutrina das penas eternas Argumentos a favor das penas eternas Impossibilidade material das penas eternas A doutrina das penas eternas fez sua época Ezequiel contra a eternidade das penas e o pecado original VII-AS PENAS FUTURAS SEGUNDO O ESPIRITISMO A carne é fraca Princípios da Doutrina Espírita sobre as penas futuras Código penal da vida futura VIII-OS ANJOS Os anjos segundo a Igreja Refutação Os anjos segundo o Espiritismo IX-OS DEMÔNIOS Origem da crença nos demônios Os demônios segundo a Igreja Os demônios segundo o Espiritismo X-INTERVENÇÃO DOS DEMÔNIOS NAS MODERNAS MANIFESTAÇÕES XI-DA PROIBIÇÃO DE EVOCAR OS MORTOS I-O PASSAMENTO II-ESPÍRITOS FELIZES - Cont. III-ESPÍRITOS EM CONDIÇÕES MEDIANAS IV-ESPÍRITOS SOFREDORES V-SUICIDAS VI-CRIMINOSOS ARREPENDIDOS VII-ESPÍRITOS ENDURECIDOS VIII-EXPIAÇÕES TERRESTRES Parte II - Exemplos
  28. 28. 28/28 O CÉU E O INFERNOO CÉU E O INFERNO Fora da caridade não há salvação Lema da Doutrina Espírita

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