Cap 12 Amar os vossos Inimigos

1.415 visualizações

Publicada em

Estudo Do décimo segundo capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo

Publicada em: Espiritual
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.415
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
96
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Mestre supremo, nos ensina, com clareza meridiana, que retribuir com o bem ao bem que nos fazem não é virtude, mas simples obrigação.
  • Por que isto acontece?
  • Daí a diferença das sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou de um inimigo.
    A lei trabalha assim
  • Sendo Assim o bom espirita tem que entender que

  • Lei de Talião quem foi este tal de talião. Assim, a primeira informação de interesse para todos nós é que talião não foi uma pessoa, é uma palavra
    oriunda do latim talionis que significa tal, parelho, de tal tipo,
  • Cap 12 Amar os vossos Inimigos

    1. 1. Amai os vossos inimigos Capítulo XII Evangelho Segundo o Espíritismo
    2. 2. Retribuir o mal com o bem
    3. 3. Retribuir o mal com o bem Se o amor do próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho. Temos aqui o mais importante momento do Evangelho. Onde Jesus mostra uma concepção nova e surpreendente (para a época) de Deus. O Deus Pai, que ama infinitamente seus filhos, sem preferências, sem favoritismos, determinando que todos recebam das mesmas dádivas da Natureza, mesmo os desobedientes, mesmo os que se comprometem com o Mal, considerados imaturos ou enfermos, que, a seu tempo, retomarão aos caminhos retos, disciplinados por suas leis.
    4. 4. Retribuir o mal com o bem Não obstante geralmente nos equivocamos no sentido da palavra AMOR aplicada a esta circunstancia. Jesus não pretendia ao dizer com esta palavra que deve ter pelo inimigo a mesma TERNURA dispensada a um irmão a um amigo. Ninguem pode ter Confiança Simpatia AmizadeSatisfação
    5. 5. Retribuir o mal com o bem A forma com que assimilamos a aproximação de um inimigo ou de um amigo faz parte de uma lei física, que gera duas sensações antagonicas. Repulsão Assimilação
    6. 6. Retribuir o mal com o bem Fluidos Assimilação Fluidos
    7. 7. Retribuir o mal com o bem Amigo O pensamento benévolo nos envolve num agradável eflúvio Amigo O pensamento malévolo determina uma corrente fluídica que impressiona penosamente.
    8. 8. Retribuir o mal com o bem Sendo assim amar os inimigos é DESEJOS DE VINGANÇA NEM RANCOR MANTER ÓDIO NÂO PERDOAR NÃO OPOR A RECONCILIAÇÃO SENTIR ALEGRIA AO SOCORRE-LO NÃO PREJUDICAR Retribuir o mal com o bem
    9. 9. Retribuir o mal com o bem Para o incrédulo é um contrassenso pois a vida presente é tudo, e o seu inimigo um ser nocivo, perdoar para ele significa uma fraqueza. Para o crente e principalmete o espírita a maneira de ver é muito diferente, pois tem conhecimento do passado e zela pelo futuro. Sabe que as maldades a que é exposto fazem parte das provas que deve sofrer Se não se queixa das provas Não deve queixar-se também de quem lhe serve de instrumento
    10. 10. Os inimigos desencarnados . Além de todos os motivos já apresentados para o perdão e a reconciliação com os inimigos os espíritas possuem alguns motivos a mais para a indulgencia dos inimigos, pois sabe... que maldade não é um estado permanente dos homens que a morte apenas o livra da presença material do seu inimigo Que não passa de um estado temporário do espirito. E que o homem mau um dia se tornará bom Que ódio permanecerá com o espírito e a vingança produziria maior irritação
    11. 11. Os inimigos desencarnados . DesencarnadosEncarnados Perseguição Calúnia Obsessões Subjugações Medicação para ambos ÓdioCaridade
    12. 12. Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra ”Dar a outra face” não é seguir literalmente o que diz a frase. É não revidar, não reagir é ser corajoso, e mostrar com essa atitude, que estamos aqui para evoluir moral e intelectualmente. É mostrar que com truculência verbal ou física a paz está longe de ser alcançada.
    13. 13. Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra
    14. 14. Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra Em uma questão de segundos podemos felicitar nossa vida ou infelicitá-la. No livro “Palavras de Luz”, ensina Divaldo P. Franco que é preciso realizar um treinamento: Comece com coisas pequena. Ao invés de uma resposta grosseira sorria Não rebata provocações com alfinetadas. A invés disso sorria. De treinamento em treinamento quando vier a agressão saberemos agir e não reagir
    15. 15. Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra Quando alguém te atirar lama, não fiques teimosamente à frente, porque ela te baterá na face e te sujará por alguns minutos. Quando alguém o fizer, sai do caminho. A lama passa e quem a jogou ficará com as mãos sujas. Joanna de Ângelis
    16. 16. A vingança A vingança, qualquer que seja a forma de que se revista, revela baixeza e vilania, constituindo, sempre,prova de inferioridade moral de quem a exerce. Recuso-me a aceitar a simples idéia de que um membro da grande família espírita possa ceder ao impulso da vingança ao invés de PERDOAR. (Jules Olivier- Paris,1862) Todo espírita que hoje pretender ainda ter o direito de se vingar será indigno de figurar por mais tempo entre aqueles que tomaram por lema: Fora da caridade não há salvação!
    17. 17. O ódio Fazei por Amar aqueles que vos inspiram Indiferença Desprezo Ódio Ofensas Perseguição Horror Amor Não esqueçais, meus queridos filhos, que o amor aproxima de Deus a criatura e o ódio a distancia dele. – Fénelon. (Bordeaux, 1861.)
    18. 18. O Duelo Duelos gangues por pontos de drogas Duelos de rachas de carros Duelos entre religiosos para arrebanhar fieis Os duelos acabaram?
    19. 19. Amai os vossos inimigos
    20. 20. Próximo encontro Capítulo XIII Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita

    ×