Avaliação da aprendizagem

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  • É um distúrbio na leitura afetando a escrita, normalmente detectado a partir da alfabetização, período em que a criança inicia o processo de leitura de textos.
  • É um distúrbio na leitura afetando a escrita, normalmente detectado a partir da alfabetização, período em que a criança inicia o processo de leitura de textos.
  • O disgráfico não apresenta características isoladas, mas um conjunto de algumas destas citadas acima.
  • O disgráfico não apresenta características isoladas, mas um conjunto de algumas destas citadas acima.
  • Avaliação da aprendizagem

    1. 1. Distúrbios / Transtornos Dificuldades de Aprendizagem Deficiência Intelectual
    2. 2. Os transtornos funcionais específicos relacionam-se com deficiência intelectual?
    3. 3. • Na visão de Moojen (1999), são utilizados, aleatoriamente, com o mesmo significado, os termos distúrbios, transtornos, dificuldades e problemas de aprendizagem para quadros diagnósticos diferenciados.
    4. 4. De acordo com a Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil,2008), entre os transtornos funcionais específicos estão: • Dislexia – Transtorno de leitura • Disgrafia - Disortografia – Transtorno de escrita • Discalculia - Habilidades matemáticas • TDAH - Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.
    5. 5. • Segundo SHAYWITZ a dislexia do desenvolvimento é hereditária,sendo que geneticistas demonstraram que há mais de 50% de probabilidade de um menino ser disléxico se o pai também for, enquanto essa porcentagem cai para 40% se a mãe for disléxica. • Assim , o histórico familiar constitui-se em um dos mais importantes fatores na identificação da dislexia. • De acordo com SNOWLING (1998), a prevalência da dislexia na primeiras séries é de 5,6%, sendo que ocorre maior prevalência em meninos que em meninas (4 p/ 1).
    6. 6.  Distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura escrita e soletração.  Pode se apresentar quando uma criança saudável, inteligente, com estímulos sócio culturais adequados e sem problemas de ordem sensorial ou emocional, tem uma dificuldade acima do comum em aprender a ler.
    7. 7.  É um distúrbio neurofuncional. O funcionamento cerebral depende da ativação integrada e simultânea de diversas redes neuronais para decodificar as informações.
    8. 8.  Dificuldades com a linguagem falada  Dificuldade com a percepção espacial  Confusão entre direita e esquerda
    9. 9. HAVERÁ MUITAS VEZESHAVERÁ MUITAS VEZES  Disgrafia (que é uma alteração da escrita normalmente ligada a problemas perceptivo- motores).  Discalculia (distúrbio neurológico que afeta a habilidade com números).  Dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização.  Dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar sequências de tarefas complexas.  Dificuldades para compreender textos escritos.  Dificuldades em aprender uma segunda língua.
    10. 10. DISGRAFIA é uma alteração da escrita normalmente ligada a problemas perceptivo-motores  Ao tentar recordar a grafia da letra, o aluno escreve muito lentamente o que acaba unindo inadequadamente as letras, tornando a letra ilegível.  Algumas crianças com disgrafia possuem também uma disortografia amontoando letras para esconder os erros ortográficos.  A disgrafia não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual.
    11. 11.  Lentidão na escrita  Letra ilegível  Escrita desorganizada  Traços irregulares: ou muito fortes que chegam a marcar o papel ou muito leves.  Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial.  Desorganização do texto, pois não observam a margem parando muito antes ou ultrapassando.  Quando este último acontece, tende a amontoar letras na borda da folha.
    12. 12.  Desorganização das letras: letras retocadas, hastes mal feitas, atrofiadas, omissão de letras, palavras, números, formas distorcidas, movimentos contrários à escrita (um S ao invés do 5 por exemplo).  Desorganização das formas: tamanho muito pequeno ou muito grande, escrita alongada ou comprida.
    13. 13. Características da disgrafiaCaracterísticas da disgrafia  O espaço que dá entre as linhas, palavras e letras são irregulares.  Liga as letras de forma inadequada e com espaçamento irregular.
    14. 14. Disgrafia
    15. 15.  Lentidão extrema da velocidade de trabalho, pois não tem os mecanismos necessários (tabuada decorada).  Problema com orientação espacial: não sabe posicionar os números de uma operação na folha de papel, gasta muito espaço, ou faz contas “apertadas” num cantinho da folha.  Dificuldades para lidar com operações (soma, subtração, multiplicação, divisão).
    16. 16.  Dificuldade na memória de curto prazo (tabuadas, fórmulas).  Conservar a quantidade: não compreendem que 1 quilo é igual a quatro pacotes de 250 gramas;  Sequenciar números: o que vem antes do 11 e depois do 15 – antecessor e sucessor.
    17. 17.  Não automatiza informações (dificuldade de armazenar e buscar o que foi ensinado).  Confusão de símbolos ( = + - : . < >).  Dificuldade para entender palavras usadas na descrição de operações matemáticas como “diferença, soma, total, conjunto, raiz quadrada”.  Tendência a transcrever números e sinais erradamente.  Lembrar as sequências dos passos para realizar as operações matemáticas.  Problemas para diferenciar esquerdo e direito.  Falta de senso de direção (para o norte, sul, leste, e oeste).  Inabilidade de dizer qual números é maior.
    18. 18.  Ressaltar as dificuldades do aluno, diferenciando-o dos demais.  Mostrar impaciência com a dificuldade expressada pela criança ou interrompê-la várias vezes ou tentar adivinhar o que ela quer dizer completando sua fala.  Corrigir o aluno frequentemente diante da turma.  Ignorar a criança em sua dificuldade.
    19. 19.  Não force o aluno a fazer as lições quando estiver nervoso por não ter conseguido.  Proponha jogos na sala.  Procure usar situações concretas, nos problemas;  Os jogos irão ajudar na seriação, classificação, habilidades psicomotoras, habilidades espaciais, contagem.  O uso do computador é bastante útil, por se tratar de um objeto de interesse da criança.  Fazer uso de calculadora  Fazer uso de tabuada  Fazer uso de caderno quadriculado
    20. 20. O Encaminhamento Médico • O encaminhamento médico pode identificar clinicamente os distúrbios que interferem, mas é necessário que a educação trabalhe com processos de desenvolvimento histórico e social. • Ao ensinar é necessário considerar o sujeito como referência, com seu percurso histórico, a partir das relações produzidas em casa e na escola, e no que ele tem de mais particular. • A área médica pode apontar o que ocorre com o aluno clinicamente, mas os caminhos da reflexão sobre as formas de aprendizagem devem ser um percurso repensado pela escola.
    21. 21. Para Garcia (1998, p.141-2), cinco perguntas devem ser feitas para tomada de decisões • O que ensinar – objetivo • Avaliação inicial – identificar o que o aluno sabe • Quando ensinar - o 1º passo na sequência das aprendizagens. • Como ensinar – metodologia mais indicada • Avaliação somatória – Avançou? Alcançou o objetivo? SIM - Continuidade na sequência das atividades NÃO - Rever então a metodologia
    22. 22. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL - DA FAMÍLIA Á ESCOLA
    23. 23. Elisabeth Kubler-Ross (1991) diz que o processo de aceitação assemelha-se ao luto que podem ser divididos por cinco estágios •Negação e isolamento •Raiva •Barganha •Depressão •Aceitação
    24. 24. CARACTERÍSTICAS DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Candidatos portanto a frequentar uma SRM • Dificuldades de compreensão, análise e síntese e retenção das informações. • Dificuldades de explorações espontâneas. • Dificuldade em aprender (quando esgotado todos os recursos). • Dificuldade para utilizar e relacionar informações. • Dificuldade de resolução de problemas ( de acordo com a faixa etária). • Dificuldade de compreensão de comandas. • Dificuldade em expressar de maneira lógica ideias e pensamentos.
    25. 25. Desenvolvimento mental – Jean Piaget Quatro períodos fundamentais • Sensório motor - primeiro período de desenvolvimento • Pré operatório - aproximadamente a partir dos 2 anos de vida e dura até aproximadamente os 7 ou 8 anos – (imitação, linguagem, desenhos, jogos simbólicos...) • Operações concretas - 7 ou 8 anos até 10 ou 11 anos de idade – coordenações, equilíbrio, interiorizações, reflexão, pensamento... (uma criança com DI terá dificuldades em ultrapassar essa fase) • Operações formais - 11 ou 12 anos e é a última das fases descritas por PIAGET. É a conquista de um novo caráter de raciocínio, as hipótese.
    26. 26. Algumas estratégias para auxiliar o professor não especializado na construção de uma rotina de desenvolvimento pedagógico dos alunos com necessidade educacional especial • Tratar o aluno de maneira natural, não adotando atitudes superprotetoras, infantilizada ou de rejeição. • Respeitar sua idade cronológica, oferecendo atividades compatíveis relacionadas ao que está sendo ensinado aos demais alunos. • Incentivar a autonomia na realização das atividades; • Estabelecer objetivos, conteúdos,metodologia, avaliação e temporalidade de acordo com a necessidade do aluno. • Dividir as instruções em etapas, olhando nos olhos do aluno.
    27. 27. • Respeitar o ritmo de aprendizagem, oferecendo desafios constantes. • Repetir as instruções/atividades em situações variadas, de forma diversificada. • Estabelecer uma rotina na sala de aula, dizendo o que e como vai acontecer. • Estabelecer regras junto com o grupo de alunos, procurando ressaltar as qualidades de cada. • Reforçar comportamentos adequados. • Apresentar os espaços físicos construindo referências que os tornem mais familiares.
    28. 28. “A escola tem que ser esse lugar em que as crianças tem a oportunidade de ser elas mesmas e onde as diferenças não são escondidas, mas destacadas.” (Mantoan)

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