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Figura Reprodução
Figura Reprodução
São sinais indicativos de que algo não vai bem
no aprender ou no ensinar. São
comportamentos, atitudes, modalidades de
lidar com os objetos de conhecimento e de se
posicionar nas situações de aprendizagem que
não favorecem a alegria de aprender, a autoria
de pensamento, o sucesso acadêmico.
1- O que são Dificuldades, Déficit e/ou Problemas de Ensino
Aprendizagem?
2- O que significa Diversidade de Aprendizagem?
3- O que são Transtornos e/ou Distúrbios de Aprendizagem?
4- Como as diferentes perspectivas teóricas tratam essas
questões?
5- Qual perspectiva teórica subsidiará o Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC)?
Questões que precisam ser consideradas no processo de
reflexões e estudos sobre os motivos pelos quais algumas
crianças não aprendem do modo que ensinamos.
Figura Reprodução
Dificuldades de Aprendizagem no processo de Alfabetização
Para se dizer que a criança está com dificuldades de aprender
a ler e a escrever é fundamental diagnosticar o que ela já sabe
sobre a leitura e a escrita, os modos e percursos que elas
apresenta para interagir com práticas de leitura e de produção
de textos.
“um indicativo de uma perturbação na aquisição e utilização
de informações ou na habilidade para solução de problemas”
Dificuldades (déficit, problemas) de Aprendizagem
 São sinais indicativos de que algo não vai bem no processo de
ensino aprendizagem. São modos, percursos e atitudes de lidar com
os conhecimentos que não favorecem a sua apropriação.
 Para se dizer que a criança está com dificuldades de aprender a ler
e a escrever é fundamental diagnosticar o que ela já sabe sobre a
leitura e a escrita, os modos e percursos que ela apresenta para
interagir com práticas de leitura e de produção de textos.
Figura Reprodução
Considerar as individualidades, os modos de acesso aos
conhecimentos e as diferentes maneiras de interagir com as práticas
sociais e culturais evidenciam princípios da diversidade de
aprendizagem.
O ensino deve favorecer a apropriação dos conhecimentos,
proporcionando às crianças situações de aprendizagem significativa
que levem em conta os modos, os percursos e os ritmos de
aprendizagens.
Esse é o tom da Diversidade de Aprendizagem.
Dificuldades ou Diversidade de Aprendizagem?
Alguns autores destacam que as dificuldades de aprendizagem,
normalmente, estão relacionadas a fatores externos que acabam
interferindo no processo de apropriação dos conhecimentos, como a
metodologia adotada, a organização dos espaços tempos escolares,
etc.
Em contrapartida, os transtornos, normalmente, estão intrínsecos às
crianças, seja uma disfunção neurológica, fatores hereditários,
imaturidade, etc.
Dificuldades ou Transtornos de Aprendizagem?
Figura Reprodução
Principais causas perturbadoras no Processo
Educativo
As causas podem ser atribuídas à vários fatores, dentre os
quais:
• Sócio Culturais
• Pedagógicos
• Orgânicos
• Psicológicos
Figura Reprodução
Dificuldades, Transtornos e Diversidade de Aprendizagem
São questões que precisam ser aprofundadas tendo em vista que
algumas crianças exigem modos diferentes de ensino
Fatores Sócio Culturais
Dificuldades Produzidas?
• A metodologia didática pedagógica precisa levar em conta o
contexto em que a criança vive.
• É preciso reconhecer o que a criança já sabe, o que ainda não
consegue fazer sozinha, mas consegue com mediação.
• Analisar se a criança tem condições adequadas de práticas de
leitura e de produção de textos.
• Considerar as oportunidades de apropriação dos
conhecimentos básicos da alfabetização.
• Considerar os contextos em que ocorrem as situações de
ensino aprendizagem no lócus da escola.
Figura Reprodução
Implicações dos Fatores Sócios Culturais – Práticas Sociais e
Culturais no processo de apropriação dos conhecimentos
É na interação social, por meio da mediação, que a
aprendizagens e o desenvolvimento se efetivam.
A interação e a mediação promovem a aprendizagem, e, por
isso, impulsiona o desenvolvimento das funções psicológicas
superiores.
A mediação do adulto instiga a apropriação dos conhecimentos,
desde que o ensino tenha sentido e significado.
Leontiev (1983) reforça essas opiniões, afirmando que o
psiquismo se estrutura a partir atividade social, histórica pela
apropriação da cultura humana acumulada.
Figura Reprodução
De acordo com Cenci e Costas (2010), a estruturação da
consciência depende da organização social. A aprendizagem e as
“dificuldades” que ocorrem nesse processo também dependem
das relações sociais que se estabelecem.
No início de qualquer nova aprendizagem é muito natural que as
funções psíquicas não estejam prontas, muitas vezes nem
sequer começaram seu verdadeiro processo de
desenvolvimento. A aprendizagem é que irá instigar tais
processos.
Daí o cuidado de usar indiscriminadamente o termo dificuldades
de aprendizagem, muitos conhecimentos ainda não estão
concretizadas, pois ainda estão em processos inconclusos de
aprendizagem e desenvolvimento.
Figura Reprodução
Fatores Pedagógicos
Dificuldades Produzidas?
Partindo do princípio de que todas as crianças aprendem,
podemos destacar que cada criança se apresenta com percursos,
modos e ritmos de aprendizagens que lhes são peculiares.
Se as crianças apresentam maneiras diferentes de aprender,
podemos considerar que estão com dificuldades?
No entanto, pode haver falhas no processo de apropriação dos
conceitos/conhecimentos, bem como no modo de ensinar
(metodologia adotada).
Desse modo entende-se que fatores pedagógicos têm
implicações no processo de apropriação dos conhecimentos.
Figura Reprodução
Fatores Psicológicos
Dificuldades Produzidas ou Transtornos?
• Baixa autoestima - como esta criança é percebida, tanto pelos
outros como, e principalmente, por ela mesma.
• Estresse emocional: Violência doméstica, separação, buling,
etc.
• Inibição.
• Ansiedade.
• Angustia.
• Sentimento de rejeição.
• Depressão infantil.
Figura Reprodução
O modo como a consciência se constitui tem relação com as
interlocuções vivenciadas no lócus das práticas sociais e
culturais (família, comunidade, escola, etc.).
Questões que precisam ser consideradas:
Fatores Orgânicos
Transtornos Neurológicos ou Dificuldades Produzidas?
• “Dificuldades” auditivas e visuais de reter informações;
• “Problemas” na orientação espaço temporal, cuja capacidade
de percepção não é aguçada;
• “Problemas” de esquema corporal - apresenta “dificuldades” de
identificação das partes do corpo;
“Dificuldade” motora – motricidade fina e ampla;
• Distúrbio topográfico – “dificuldade” de interpretar mapas,
legendas e maquetes.
• Etc.
Essa questões podem interferir no processo de ensino
aprendizagem?
Figura Reprodução
• Neste caso, estamos lidando com uma questão de neurônios,
de conexão.
• O cérebro funciona de forma diferente, pois, mesmo sem
apresentar desfavorecimento físico, social ou emocional, as
crianças demonstram necessidades diferenciadas de mediação
pedagógica para se apropriarem dos conhecimentos.
Transtornos (distúrbio) ... Disfunção Neurológica
ALGUNS TRANSTORNOS QUE EXIGEM REVISÃO DA
METODOLOGIA DE ENSINO
• Dislexia
• Dislalia
• Disgrafia
• Disortografia
• Transtorno de Déficit de Atenção e
Hiperatividade (TDAH):
Figura Reprodução
Dislexia
As crianças com esse distúrbio apresentam, tipicamente,
“dificuldade” de leitura.
De acordo com Santos (2009, p.11), “pessoas disléxicas
apresentam ‘dificuldades’ na associação do som à letra,
costumam trocar letras, por exemplo, b com d, ou mesmo
escrevê-las na ordem inversa: “ovóv” para vovó”. Como a
dislexia envolve o processamento da fala e escrita no
cérebro, é comum também as crianças confundirem a direita
com a esquerda no sentido espacial.
A memória auditiva e visual da criança que apresenta
dislexia deve ser estimulada constantemente.
Figura Reprodução
Dislalia
As crianças com dislalia demonstram “dificuldades” na fala.
A dislalia é um distúrbio que acomete a fala, caracterizado
pela “dificuldade” em articular as palavras. As crianças trocam
as palavras por outras similares na pronuncia, fala
erroneamente as palavras, omitindo ou trocando as letras.
As manifestações da dislalia consistem em omissão,
substituição ou deformação dos fonemas.
Podem ter alterações da formação normal dos órgãos
fonadores, dificultando a produção de certos sons da língua.
Figura Reprodução
Disgrafia
• A criança apresenta “dificuldades” de objetivar na escrita as
palavras impressas.
• Demonstra um modo lento de traçar as letras que em geral
são inelegíveis.
• Apresenta alguns erros como: apresentação desordenada do
texto, margens mal feitas ou inexistentes, espaço irregular
entre palavras, linhas e entre linhas...
• Essa perturbação produzida na escrita pode estar relacionada
às “dificuldades” motoras e espaciais.
Muitas crianças mesmo possuindo nível intelectual adequado,
recebendo instrução de forma correta e não apresentar déficits
sensoriais e lesões neurológicas específicas.
Figura Reprodução
Disortografia
• A criança apresenta confusão de percepção das letras, com trocas
ortográfica;
• Confusão de letras de sílabas com tonicidade semelhante (trocas
visuais);
• Demonstra erros de formulação de sintaxe. Muitas crianças
possuem uma linguagem oral perfeita, porém não consegue
objetivá-la na linguagem escrita - Desordem na formulação
escrita – “dificuldades” em colocar seus pensamentos em
símbolos gráficos.
• “Dificuldade” na produção de texto.
• Produzem frases mal estruturadas, inacabadas, com falta de
elementos, repetição de palavras...
A memória visual e a percepção espacial da criança que apresenta
disortografia deve ser estimulada constantemente.
Figura Reprodução
Transtorno de Déficit de Atenção e
Hiperatividade (TDAH)
• As crianças com TDAH demonstram baixa concentração,
inquietude e impulsividade. É diferente da criança agitada,
que consegue se concentrar quando a atividade é do seu
interesse.
• As causas do TDAH podem ser genética, e há implicações
neurológicas.
• O TDAH já é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde
(OMS) como um transtorno legítimo.
• O TDAH pode ser diagnosticado a partir dos três anos.
Figura Reprodução
Questões para pensar!
O trabalho pedagógico realizado com crianças que apresentam
“dificuldades de aprendizagem” vem sendo fundamentado em
concepções behavioristas que visam ao treino de habilidades e
em concepções construtivistas que pressupõem um a priori
desenvolvimentista do sujeito.
Por isso, a perspectiva sócio-histórica-cultural questiona:
A abordagem meramente clínica cujas orientações e diagnóstico
se ancoram em princípios behavioristas.
A abordagem de cunho construtivista, que tem como foco a
ação da criança sobre o objeto de conhecimento em detrimento
dos processos de interação e mediação.
Figura Reprodução
Isso porque, de acordo com a perspectiva sócio-histórica-
cultural, a Aprendizagem impulsiona o Desenvolvimento
A aprendizagem é o resultado da interação dinâmica entre as
crianças com o espaço tempo social, histórico e cultural.
Para entendermos o processo de aprendizagem e
desenvolvimento precisamos adentrar no conceito Zona de
Desenvolvimento Proximal (ZPD) proposto Vygotsky .
Com base na ZDP deve-se organizar as situações de ensino
aprendizagem. Sempre com foco no Nível de Desenvolvimento
Potencial (NDP), isto é, nas questões que ainda estão em
processo de compreensão, questões que já consegue resolver
com mediação, tendo como base o Nível de Desenvolvimento
Real (NDR), aquilo que a criança já consegue realizar sem ajuda.
Figura Reprodução
É importante salientar que o conceito de ZDP pressupõe que os
conhecimentos escolares sejam organizados de modo que
constituam desafios para as crianças, com sentido e significado.
Conforme destacam Petry e Tureck (2008), “observando o que
ocorre no processo ensino aprendizagem temos que ter
cuidado para não cair no modelo organicista, com enfoque
apenas no biológico ou num simplismo perigoso de ver
unicamente os problemas como sociais, familiares e
econômicos, numa perspectiva ambientalista”.
E ainda, “este princípio indica que todo ser humano pode
aprender e desenvolver suas capacidades psicológicas, ainda
que apresente condições físicas, mentais, sensoriais,
neurológicas ou emocionais significativamente diferenciadas”.
Figura Reprodução
Outra questão que precisa ser considerada é que o processo de
ensino aprendizagem exige reconhecimento das implicações da:
Imitação
Atenção Deliberada
Memória (memória a longo prazo)
Linguagem
Mediação
Figura Reprodução
Aprendizagem Significativa
Aprendizagem Significativa
Carvalho e Marques (2015) chamam atenção para a ideia de
que nenhuma ação humana acontece desvinculada dos
motivos, dos afetos e das emoções.
“Disso decorre o entendimento de duas questões: a primeira,
que nossa potência de agir mantém estreita relação com os
nossos afetos; a segunda, que o aumento de nossa potência
mantém vínculo com a compreensão adequada do que causa
nossos estados afetivos”.
As atividades devem ser organizadas de modo que as crianças
possam produzir sentidos pessoais, mediadores do desejo de
continuarem aprendendo e se desenvolvendo.
Figura Reprodução
Carvalho e Marques (2015) enfatizam ainda que o motivo de
aprender expressa o aumento da potência da criança e, nos
processos de ensino e aprendizagem, isso ocorre quando ela
aprende algo que faz sentido à sua vida, quando tem
consciência do que aprende.
Uma situação de ensino aprendizagem significativa , gera uma
prática pedagógica bem-sucedida, revelando uma atividade
teórica e prática criadora.
A atividade criadora, contribui para o envolvimento significativo
com as situações de ensino aprendizagem propostas, pois
possibilita maior autonomia e, consequentemente, exige das
crianças o exercício contínuo de reflexões críticas acerca do que
estão fazendo. Exige uma metodologia de mediação dialética.
Essa metodologia pressupõe um ambiente de estudos que
favoreça a investigação mediada pelo diálogo.
Como podemos ver, na abordagem sócio-histórico-cultural,
somos instigados(as) a considerar que não há espaço para se
focar em dificuldades de aprendizagem em si, uma vez que a
metodologia a ser adotada está voltada para o sujeito que
aprende.
Não se trata de negar as “dificuldades”, que se apresentam, mas
de direcionar o olhar para além das mesmas, tendo em vista as
possibilidades de aprendizagens, com foco nas necessidades
reais das crianças.
Metodologia de Mediação Dialética
Figura Reprodução
Diagnóstico
Existem um conjunto de fatores que precisam ser levados em
consideração nos momentos de avaliações diagnósticas. Alguns
se manifestam com mais intensidade. Por isso, precisam ser
analisados de modo que possam ser o foco do trabalho a ser
realizado.
Daí a importância de procurarmos compreender os motivos pelos
quais as crianças não estão se apropriando dos conhecimentos
básicos da alfabetização e consequentemente sendo impedidas
de aprenderem a ler e a produzir textos.
A avaliação deve ser conduzida por uma equipe multidisciplinar
(professores(as), pedagogos(as), psicólogos(as), fonoaudiólogos(as),
psicopedagogos(as), etc. de forma que não se atribua o problema a
uma causa única.
Figura Reprodução
As questões aqui destacadas são de extrema importância, desde
que se busque ampliar o olhar em relação as possibilidades das
crianças, sem desconsiderar as suas necessidades reais de ensino
aprendizagem. Por isso, é fundamental:
• Discutir os motivos pelos quais as crianças tem um ritmo mais
lento, um percurso diferente ou um modo de aprender
peculiar. Esse deve ser o foco do trabalho educativo.
• Reconhecer que algumas crianças apresentam algumas
necessidades que fogem à nossa competência pedagógica, e
que desse modo interfere no ato de ensinar e aprender.
• Realizar quando necessário, o trabalho em parceria com outros
profissionais (equipe multidisciplinar), com vistas a qualificar o
processo de ensino aprendizagem e consequentemente o de
aprendizagem desenvolvimento.
Figura Reprodução
REFERÊNCIAS
AZEVEDO, Simone Maria de. É preciso diferenciar problemas de aprendizagem de
dificuldades de aprendizagem. Jornal do Professor, Edição 102, Dificuldades de
Aprendizagem.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=3390
BAKTHIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: HUCITEC, 1992.
CARVALHO, Maria Vilani Costa e MARQUES, Eliana Sousa Alencar. O ensino como lugar de
encontros alegres: reflexões a partir da psicologia socio-histórica e da filosofia de
Espinosa. In: Conjectura: Filos. Educ., Caxias do Sul, v. 20, n. 2, p. 77-93, maio/ago. 2015
http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conjectura/article/viewFile/2308/pdf_428
CENCI, Adriane, COSTAS, Fabiane Adela Tonetto. Dificuldades de aprendizagem: uma
análise a partir de Vygotsky. Reflexão e Ação. Revista do Departamento de Educação e do
Programa de Pós-Graduação em Educação, UNISC, v. 18, n. 1, 2010.
https://online.unisc.br/seer/index.php/reflex/article/view/1277
DUARTE, Newton. A individualidade para-si: contribuição a uma teoria-social da
formação do indivíduo. São Paulo: Autores Associados, 1993.
LEONTIEV, Alexis. Linguagem e razão humana. Lisboa: editorial Presença, s/d.
___. O desenvolvimento do psiquismo. Belo Horizonte: Horizonte Universitário, 1978.
___. Uma contribuição à teoria do desenvolvimento da psique infantil. In: VYGOSTSKY,
Lev. S., LURIA, Alexander R., LEONTIEV, Alexis N. Linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. São Paulo: Cone Editora, 1994.
PEREIRA, Kátia Regina do Carmo TACCA, Maria Carmen Villela Rosa. Dificuldade de
aprendizagem? Uma nova compreensão a partir da perspectiva históricocultural.
http://leg.ufpi.br/subsiteFiles/ppged/arquivos/files/VI.encontro.2010/GT.11/GT_11_07_2
010.pdf
PETRY, Gilvane de Fátima TURECK, Lucia Terezinha Zanato. Dificuldades de aprendizagem:
fundamentando a prática cotidiana dos professores em pressupostos e reflexões
teóricas. http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1981-8.pdf
SILVA, Vera Lúcia Teixeira da. Reflexões sobre a Dificuldade de Aprendizagem no contexto
escolar.(2010). http://www.webartigos.com/artigos/reflexoes-sobre-a-dificuldade-de-
aprendizagem-no-contexto-escolar/42278#ixzz4w3FtJQTm
VIANA, Rosineide Oliveira e VIANA JUNIOR, Carlos Alberto da Cruz. Dificuldades de
Aprendizagem no Processo de Alfabetização e Letramento nas Séries Iniciais. Revista
Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 2, Vol. 16. PP 235-251, Março
de 2017. https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/dificuldades-de-
aprendizagem
VYGOTSKY. L.S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes. 1987
___. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991
Mestre em Educação/UFES
Professora
Orientadora Educacional
Palestrante
Consultora em Educação
Coordenadora de Blogs relacionados à Educação,
Família, Orientação Educacional, etc.
Autora de vários artigos e livros na área educacional
CONTATO
E-mail: amlouzada1@gmail.com

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DIFICULDADES, TRANSTORNOS OU DIVERSIDADE DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO? Eis a questão!

  • 3. São sinais indicativos de que algo não vai bem no aprender ou no ensinar. São comportamentos, atitudes, modalidades de lidar com os objetos de conhecimento e de se posicionar nas situações de aprendizagem que não favorecem a alegria de aprender, a autoria de pensamento, o sucesso acadêmico. 1- O que são Dificuldades, Déficit e/ou Problemas de Ensino Aprendizagem? 2- O que significa Diversidade de Aprendizagem? 3- O que são Transtornos e/ou Distúrbios de Aprendizagem? 4- Como as diferentes perspectivas teóricas tratam essas questões? 5- Qual perspectiva teórica subsidiará o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)? Questões que precisam ser consideradas no processo de reflexões e estudos sobre os motivos pelos quais algumas crianças não aprendem do modo que ensinamos. Figura Reprodução
  • 4. Dificuldades de Aprendizagem no processo de Alfabetização Para se dizer que a criança está com dificuldades de aprender a ler e a escrever é fundamental diagnosticar o que ela já sabe sobre a leitura e a escrita, os modos e percursos que elas apresenta para interagir com práticas de leitura e de produção de textos. “um indicativo de uma perturbação na aquisição e utilização de informações ou na habilidade para solução de problemas” Dificuldades (déficit, problemas) de Aprendizagem  São sinais indicativos de que algo não vai bem no processo de ensino aprendizagem. São modos, percursos e atitudes de lidar com os conhecimentos que não favorecem a sua apropriação.  Para se dizer que a criança está com dificuldades de aprender a ler e a escrever é fundamental diagnosticar o que ela já sabe sobre a leitura e a escrita, os modos e percursos que ela apresenta para interagir com práticas de leitura e de produção de textos. Figura Reprodução
  • 5. Considerar as individualidades, os modos de acesso aos conhecimentos e as diferentes maneiras de interagir com as práticas sociais e culturais evidenciam princípios da diversidade de aprendizagem. O ensino deve favorecer a apropriação dos conhecimentos, proporcionando às crianças situações de aprendizagem significativa que levem em conta os modos, os percursos e os ritmos de aprendizagens. Esse é o tom da Diversidade de Aprendizagem. Dificuldades ou Diversidade de Aprendizagem?
  • 6. Alguns autores destacam que as dificuldades de aprendizagem, normalmente, estão relacionadas a fatores externos que acabam interferindo no processo de apropriação dos conhecimentos, como a metodologia adotada, a organização dos espaços tempos escolares, etc. Em contrapartida, os transtornos, normalmente, estão intrínsecos às crianças, seja uma disfunção neurológica, fatores hereditários, imaturidade, etc. Dificuldades ou Transtornos de Aprendizagem? Figura Reprodução
  • 7. Principais causas perturbadoras no Processo Educativo As causas podem ser atribuídas à vários fatores, dentre os quais: • Sócio Culturais • Pedagógicos • Orgânicos • Psicológicos Figura Reprodução Dificuldades, Transtornos e Diversidade de Aprendizagem São questões que precisam ser aprofundadas tendo em vista que algumas crianças exigem modos diferentes de ensino
  • 8. Fatores Sócio Culturais Dificuldades Produzidas? • A metodologia didática pedagógica precisa levar em conta o contexto em que a criança vive. • É preciso reconhecer o que a criança já sabe, o que ainda não consegue fazer sozinha, mas consegue com mediação. • Analisar se a criança tem condições adequadas de práticas de leitura e de produção de textos. • Considerar as oportunidades de apropriação dos conhecimentos básicos da alfabetização. • Considerar os contextos em que ocorrem as situações de ensino aprendizagem no lócus da escola. Figura Reprodução
  • 9. Implicações dos Fatores Sócios Culturais – Práticas Sociais e Culturais no processo de apropriação dos conhecimentos É na interação social, por meio da mediação, que a aprendizagens e o desenvolvimento se efetivam. A interação e a mediação promovem a aprendizagem, e, por isso, impulsiona o desenvolvimento das funções psicológicas superiores. A mediação do adulto instiga a apropriação dos conhecimentos, desde que o ensino tenha sentido e significado. Leontiev (1983) reforça essas opiniões, afirmando que o psiquismo se estrutura a partir atividade social, histórica pela apropriação da cultura humana acumulada. Figura Reprodução
  • 10. De acordo com Cenci e Costas (2010), a estruturação da consciência depende da organização social. A aprendizagem e as “dificuldades” que ocorrem nesse processo também dependem das relações sociais que se estabelecem. No início de qualquer nova aprendizagem é muito natural que as funções psíquicas não estejam prontas, muitas vezes nem sequer começaram seu verdadeiro processo de desenvolvimento. A aprendizagem é que irá instigar tais processos. Daí o cuidado de usar indiscriminadamente o termo dificuldades de aprendizagem, muitos conhecimentos ainda não estão concretizadas, pois ainda estão em processos inconclusos de aprendizagem e desenvolvimento. Figura Reprodução
  • 11. Fatores Pedagógicos Dificuldades Produzidas? Partindo do princípio de que todas as crianças aprendem, podemos destacar que cada criança se apresenta com percursos, modos e ritmos de aprendizagens que lhes são peculiares. Se as crianças apresentam maneiras diferentes de aprender, podemos considerar que estão com dificuldades? No entanto, pode haver falhas no processo de apropriação dos conceitos/conhecimentos, bem como no modo de ensinar (metodologia adotada). Desse modo entende-se que fatores pedagógicos têm implicações no processo de apropriação dos conhecimentos. Figura Reprodução
  • 12. Fatores Psicológicos Dificuldades Produzidas ou Transtornos? • Baixa autoestima - como esta criança é percebida, tanto pelos outros como, e principalmente, por ela mesma. • Estresse emocional: Violência doméstica, separação, buling, etc. • Inibição. • Ansiedade. • Angustia. • Sentimento de rejeição. • Depressão infantil. Figura Reprodução O modo como a consciência se constitui tem relação com as interlocuções vivenciadas no lócus das práticas sociais e culturais (família, comunidade, escola, etc.). Questões que precisam ser consideradas:
  • 13. Fatores Orgânicos Transtornos Neurológicos ou Dificuldades Produzidas? • “Dificuldades” auditivas e visuais de reter informações; • “Problemas” na orientação espaço temporal, cuja capacidade de percepção não é aguçada; • “Problemas” de esquema corporal - apresenta “dificuldades” de identificação das partes do corpo; “Dificuldade” motora – motricidade fina e ampla; • Distúrbio topográfico – “dificuldade” de interpretar mapas, legendas e maquetes. • Etc. Essa questões podem interferir no processo de ensino aprendizagem? Figura Reprodução
  • 14. • Neste caso, estamos lidando com uma questão de neurônios, de conexão. • O cérebro funciona de forma diferente, pois, mesmo sem apresentar desfavorecimento físico, social ou emocional, as crianças demonstram necessidades diferenciadas de mediação pedagógica para se apropriarem dos conhecimentos. Transtornos (distúrbio) ... Disfunção Neurológica ALGUNS TRANSTORNOS QUE EXIGEM REVISÃO DA METODOLOGIA DE ENSINO • Dislexia • Dislalia • Disgrafia • Disortografia • Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): Figura Reprodução
  • 15. Dislexia As crianças com esse distúrbio apresentam, tipicamente, “dificuldade” de leitura. De acordo com Santos (2009, p.11), “pessoas disléxicas apresentam ‘dificuldades’ na associação do som à letra, costumam trocar letras, por exemplo, b com d, ou mesmo escrevê-las na ordem inversa: “ovóv” para vovó”. Como a dislexia envolve o processamento da fala e escrita no cérebro, é comum também as crianças confundirem a direita com a esquerda no sentido espacial. A memória auditiva e visual da criança que apresenta dislexia deve ser estimulada constantemente. Figura Reprodução
  • 16. Dislalia As crianças com dislalia demonstram “dificuldades” na fala. A dislalia é um distúrbio que acomete a fala, caracterizado pela “dificuldade” em articular as palavras. As crianças trocam as palavras por outras similares na pronuncia, fala erroneamente as palavras, omitindo ou trocando as letras. As manifestações da dislalia consistem em omissão, substituição ou deformação dos fonemas. Podem ter alterações da formação normal dos órgãos fonadores, dificultando a produção de certos sons da língua. Figura Reprodução
  • 17. Disgrafia • A criança apresenta “dificuldades” de objetivar na escrita as palavras impressas. • Demonstra um modo lento de traçar as letras que em geral são inelegíveis. • Apresenta alguns erros como: apresentação desordenada do texto, margens mal feitas ou inexistentes, espaço irregular entre palavras, linhas e entre linhas... • Essa perturbação produzida na escrita pode estar relacionada às “dificuldades” motoras e espaciais. Muitas crianças mesmo possuindo nível intelectual adequado, recebendo instrução de forma correta e não apresentar déficits sensoriais e lesões neurológicas específicas. Figura Reprodução
  • 18. Disortografia • A criança apresenta confusão de percepção das letras, com trocas ortográfica; • Confusão de letras de sílabas com tonicidade semelhante (trocas visuais); • Demonstra erros de formulação de sintaxe. Muitas crianças possuem uma linguagem oral perfeita, porém não consegue objetivá-la na linguagem escrita - Desordem na formulação escrita – “dificuldades” em colocar seus pensamentos em símbolos gráficos. • “Dificuldade” na produção de texto. • Produzem frases mal estruturadas, inacabadas, com falta de elementos, repetição de palavras... A memória visual e a percepção espacial da criança que apresenta disortografia deve ser estimulada constantemente. Figura Reprodução
  • 19. Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) • As crianças com TDAH demonstram baixa concentração, inquietude e impulsividade. É diferente da criança agitada, que consegue se concentrar quando a atividade é do seu interesse. • As causas do TDAH podem ser genética, e há implicações neurológicas. • O TDAH já é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um transtorno legítimo. • O TDAH pode ser diagnosticado a partir dos três anos. Figura Reprodução
  • 20. Questões para pensar! O trabalho pedagógico realizado com crianças que apresentam “dificuldades de aprendizagem” vem sendo fundamentado em concepções behavioristas que visam ao treino de habilidades e em concepções construtivistas que pressupõem um a priori desenvolvimentista do sujeito. Por isso, a perspectiva sócio-histórica-cultural questiona: A abordagem meramente clínica cujas orientações e diagnóstico se ancoram em princípios behavioristas. A abordagem de cunho construtivista, que tem como foco a ação da criança sobre o objeto de conhecimento em detrimento dos processos de interação e mediação. Figura Reprodução
  • 21. Isso porque, de acordo com a perspectiva sócio-histórica- cultural, a Aprendizagem impulsiona o Desenvolvimento A aprendizagem é o resultado da interação dinâmica entre as crianças com o espaço tempo social, histórico e cultural. Para entendermos o processo de aprendizagem e desenvolvimento precisamos adentrar no conceito Zona de Desenvolvimento Proximal (ZPD) proposto Vygotsky . Com base na ZDP deve-se organizar as situações de ensino aprendizagem. Sempre com foco no Nível de Desenvolvimento Potencial (NDP), isto é, nas questões que ainda estão em processo de compreensão, questões que já consegue resolver com mediação, tendo como base o Nível de Desenvolvimento Real (NDR), aquilo que a criança já consegue realizar sem ajuda. Figura Reprodução
  • 22. É importante salientar que o conceito de ZDP pressupõe que os conhecimentos escolares sejam organizados de modo que constituam desafios para as crianças, com sentido e significado. Conforme destacam Petry e Tureck (2008), “observando o que ocorre no processo ensino aprendizagem temos que ter cuidado para não cair no modelo organicista, com enfoque apenas no biológico ou num simplismo perigoso de ver unicamente os problemas como sociais, familiares e econômicos, numa perspectiva ambientalista”. E ainda, “este princípio indica que todo ser humano pode aprender e desenvolver suas capacidades psicológicas, ainda que apresente condições físicas, mentais, sensoriais, neurológicas ou emocionais significativamente diferenciadas”. Figura Reprodução
  • 23. Outra questão que precisa ser considerada é que o processo de ensino aprendizagem exige reconhecimento das implicações da: Imitação Atenção Deliberada Memória (memória a longo prazo) Linguagem Mediação Figura Reprodução Aprendizagem Significativa
  • 24. Aprendizagem Significativa Carvalho e Marques (2015) chamam atenção para a ideia de que nenhuma ação humana acontece desvinculada dos motivos, dos afetos e das emoções. “Disso decorre o entendimento de duas questões: a primeira, que nossa potência de agir mantém estreita relação com os nossos afetos; a segunda, que o aumento de nossa potência mantém vínculo com a compreensão adequada do que causa nossos estados afetivos”. As atividades devem ser organizadas de modo que as crianças possam produzir sentidos pessoais, mediadores do desejo de continuarem aprendendo e se desenvolvendo. Figura Reprodução
  • 25. Carvalho e Marques (2015) enfatizam ainda que o motivo de aprender expressa o aumento da potência da criança e, nos processos de ensino e aprendizagem, isso ocorre quando ela aprende algo que faz sentido à sua vida, quando tem consciência do que aprende. Uma situação de ensino aprendizagem significativa , gera uma prática pedagógica bem-sucedida, revelando uma atividade teórica e prática criadora. A atividade criadora, contribui para o envolvimento significativo com as situações de ensino aprendizagem propostas, pois possibilita maior autonomia e, consequentemente, exige das crianças o exercício contínuo de reflexões críticas acerca do que estão fazendo. Exige uma metodologia de mediação dialética.
  • 26. Essa metodologia pressupõe um ambiente de estudos que favoreça a investigação mediada pelo diálogo. Como podemos ver, na abordagem sócio-histórico-cultural, somos instigados(as) a considerar que não há espaço para se focar em dificuldades de aprendizagem em si, uma vez que a metodologia a ser adotada está voltada para o sujeito que aprende. Não se trata de negar as “dificuldades”, que se apresentam, mas de direcionar o olhar para além das mesmas, tendo em vista as possibilidades de aprendizagens, com foco nas necessidades reais das crianças. Metodologia de Mediação Dialética Figura Reprodução
  • 27. Diagnóstico Existem um conjunto de fatores que precisam ser levados em consideração nos momentos de avaliações diagnósticas. Alguns se manifestam com mais intensidade. Por isso, precisam ser analisados de modo que possam ser o foco do trabalho a ser realizado. Daí a importância de procurarmos compreender os motivos pelos quais as crianças não estão se apropriando dos conhecimentos básicos da alfabetização e consequentemente sendo impedidas de aprenderem a ler e a produzir textos. A avaliação deve ser conduzida por uma equipe multidisciplinar (professores(as), pedagogos(as), psicólogos(as), fonoaudiólogos(as), psicopedagogos(as), etc. de forma que não se atribua o problema a uma causa única. Figura Reprodução
  • 28. As questões aqui destacadas são de extrema importância, desde que se busque ampliar o olhar em relação as possibilidades das crianças, sem desconsiderar as suas necessidades reais de ensino aprendizagem. Por isso, é fundamental: • Discutir os motivos pelos quais as crianças tem um ritmo mais lento, um percurso diferente ou um modo de aprender peculiar. Esse deve ser o foco do trabalho educativo. • Reconhecer que algumas crianças apresentam algumas necessidades que fogem à nossa competência pedagógica, e que desse modo interfere no ato de ensinar e aprender. • Realizar quando necessário, o trabalho em parceria com outros profissionais (equipe multidisciplinar), com vistas a qualificar o processo de ensino aprendizagem e consequentemente o de aprendizagem desenvolvimento. Figura Reprodução
  • 29. REFERÊNCIAS AZEVEDO, Simone Maria de. É preciso diferenciar problemas de aprendizagem de dificuldades de aprendizagem. Jornal do Professor, Edição 102, Dificuldades de Aprendizagem. http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=3390 BAKTHIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: HUCITEC, 1992. CARVALHO, Maria Vilani Costa e MARQUES, Eliana Sousa Alencar. O ensino como lugar de encontros alegres: reflexões a partir da psicologia socio-histórica e da filosofia de Espinosa. In: Conjectura: Filos. Educ., Caxias do Sul, v. 20, n. 2, p. 77-93, maio/ago. 2015 http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conjectura/article/viewFile/2308/pdf_428 CENCI, Adriane, COSTAS, Fabiane Adela Tonetto. Dificuldades de aprendizagem: uma análise a partir de Vygotsky. Reflexão e Ação. Revista do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação, UNISC, v. 18, n. 1, 2010. https://online.unisc.br/seer/index.php/reflex/article/view/1277 DUARTE, Newton. A individualidade para-si: contribuição a uma teoria-social da formação do indivíduo. São Paulo: Autores Associados, 1993.
  • 30. LEONTIEV, Alexis. Linguagem e razão humana. Lisboa: editorial Presença, s/d. ___. O desenvolvimento do psiquismo. Belo Horizonte: Horizonte Universitário, 1978. ___. Uma contribuição à teoria do desenvolvimento da psique infantil. In: VYGOSTSKY, Lev. S., LURIA, Alexander R., LEONTIEV, Alexis N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Cone Editora, 1994. PEREIRA, Kátia Regina do Carmo TACCA, Maria Carmen Villela Rosa. Dificuldade de aprendizagem? Uma nova compreensão a partir da perspectiva históricocultural. http://leg.ufpi.br/subsiteFiles/ppged/arquivos/files/VI.encontro.2010/GT.11/GT_11_07_2 010.pdf PETRY, Gilvane de Fátima TURECK, Lucia Terezinha Zanato. Dificuldades de aprendizagem: fundamentando a prática cotidiana dos professores em pressupostos e reflexões teóricas. http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1981-8.pdf SILVA, Vera Lúcia Teixeira da. Reflexões sobre a Dificuldade de Aprendizagem no contexto escolar.(2010). http://www.webartigos.com/artigos/reflexoes-sobre-a-dificuldade-de- aprendizagem-no-contexto-escolar/42278#ixzz4w3FtJQTm
  • 31. VIANA, Rosineide Oliveira e VIANA JUNIOR, Carlos Alberto da Cruz. Dificuldades de Aprendizagem no Processo de Alfabetização e Letramento nas Séries Iniciais. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 2, Vol. 16. PP 235-251, Março de 2017. https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/dificuldades-de- aprendizagem VYGOTSKY. L.S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes. 1987 ___. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991
  • 32. Mestre em Educação/UFES Professora Orientadora Educacional Palestrante Consultora em Educação Coordenadora de Blogs relacionados à Educação, Família, Orientação Educacional, etc. Autora de vários artigos e livros na área educacional CONTATO E-mail: amlouzada1@gmail.com