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Práticas Financeiras
e Contábeis
PROF. WANDICK
Aula 5
1 – INTRODUÇÃO;
2 – ANÁLISE VERTICAL;
3 – ANÁLISE HORIZONTAL;
Introdução
 A análise vertical baseia-se nos valores relativos das

contas das demonstrações financeiras, dentro de um mesmo
período. É calculado o percentual por cada conta em relação
a um valor base.
BP: valor base  Total do Ativo (ou Passivo)  peso 100.
DRE: valor base  Receita Líquida  peso 100.
 A

análise horizontal relaciona cada conta da
demonstração financeira com sua conta equivalente de
exercícios anteriores. Mede a evolução das contas ao longo
de dois ou mais períodos, permitindo uma ideia da
tendência futura.
Análise Vertical
 A

análise vertical consiste na determinação dos
percentuais de cada conta ou cada grupo de contas do
balanço patrimonial em relação ao valor total do Ativo ou
Passivo.
 Determina
a proporcionalidade das contas do
demonstrativo de resultado em relação à Receita Líquida
de Vendas, considerado como sua base.
 Em relação ao balanço patrimonial, ela procura sempre
mostrar, de um lado, a proporção de cada uma das fontes
de recursos e, de outro, a expressão percentual de cada
uma das várias aplicações de recursos efetuadas pela
empresa.
Para se efetuar o cálculo da análise vertical nas
demonstrações contábeis, podemos apurar o percentual
relativo a cada item da seguinte forma:

Conta (ou grupo de contas)
Ativo total (ou passivo total)

Conta (ou grupo de contas)
Receita líquida

X 100

Balanço
Patrimonial

X 100

DRE
Análise Vertical
 Permite mostrar

o percentual de participação
relativa de cada item do Balanço Patrimonial e da
demonstração de Resultado do Exercício, em
relação ao seu respectivo grupo e ao total a que
pertence.

 No caso do Ativo e do Passivo é obtido através do

coeficiente do valor de cada item pelo seu respectivo
referencial, qual seja, Ativo Total ou Passivo Total.

 Na DRE, a Receita Líquida é o referencial básico

para cálculo do coeficiente
percentual de cada item.

de

participação
Análise Horizontal
 A Análise Horizontal é uma técnica que parte da

comparação do valor de cada item do demonstrativo,
em cada período, com o valor correspondente em um
determinado período anterior, considerado domo base.
 Essa análise tem como objetivo mostrar a evolução de
cada conta (ou grupo de contas), quando considerada
de forma isolada.
 Informa o aumento ou diminuição da proporção de uma
determinada despesa em relação a um determinado
total, mas não nos diz se essa variação foi derivada do
aumento ou da diminuição do valor absoluto da verba
considerada.
Para se efetuar o cálculo da análise horizontal nas
demonstrações contábeis, podemos apurar o percentual
relativo a cada item da seguinte forma:

Valor atual do item
Valor do item no
período base anterior

- 1

X 100

Balanço
Patrimonial
e
DRE
Análise Horizontal
 Compara cada elemento do ano-base com o ano

imediatamente anterior, para medir qual foi o
crescimento ou a evolução patrimonial.
 No Balanço e na DRE, o ano anterior é a base 100%.

O resultado líquido do ano-base (após tirar de 100)
revela se houve acréscimo ou decréscimo (em %).
ATIVO
CIRCULANTE
Disponibilidades

2013

% AV % AH

122.500,00 64,30 36,11

% AV

90.000,00 72,00

52,00

2.500,00 2,00

Contas a Receber

56.750,00 29,79 39,30

40.740,00 32,59

Estoques

52.000,00 27,30 44,44

36.000,00 28,80

9.950,00 5,22 829,91

1.070,00 0,86

Outros

NÃO CIRCULANTE
Imobilizado
Deprec. Acumulada
Ativo Total

3.800,00 1,99

2012

68.000,00 35,70 94,29

35.000,00 28,00

90.000,00 47,24 80,00

50.000,00 40,00

(22.000,00) (11,55) 46,67

(15.000,00) (12,00)

190.500,00 100

52,40 125.000,00 100
PASSIVO
CIRCULANTE

2013

% A.V. % A. H

105.500,00 55,38 61,07

2012

%A

65.500,00 52,

Fornecedores

35.400,00 18,58

47,50

24.000,00 19,

Empréstimos

51.000,00 26,77

121,74

23.000,00 18,

Outros

19.100,00 10,03

3,24

18.500,00 14,

NÃO CIRCULANTE
Financiamentos
Outros
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital Social
Reservas
Lucros Acumulados
Passivo Total

18.200,00 9,55

78,43

18.000,00 9,45

80,00

200,00 0,10

0,00

66.800,00 35,07 35,50
50.000,00 26,25

67,79

3.900,00 30,23 (16,67)
12.900,00 6,77
190.500,00 100

(12,96)

10.200,00 8,

10.000,00 8,0

200,00 0,

49.300,00 39,

29.800,00 23,

4.680,00 31,

14.820,00 11,

52,40 125.000,00 10
Curva ABC - Apresentação
 A curva de experiência ABC, também conhecida como

Análise de Pareto, ou regra 80/20 é um estudo que foi
desenvolvido por Joseph Moses Juran, consultor da área da
qualidade, que identificou que 80% dos problemas são
geralmente causados por 20% dos fatores.
 O nome “Pareto” vem de uma homenagem ao economista

italiano Vilfredo Pareto, que em seu estudo observou que
80% da riqueza da Itália estava na mão de 20% da
população.
Curva ABC - Conceito
 A curva ABC é um importante instrumento para se

examinar estoques, permitindo a identificação daqueles
itens que justificam atenção e tratamento adequados
quanto à sua administração.
 Consiste na verificação, em certo espaço de tempo
(normalmente 6 meses ou 1 ano), do consumo em
quantidade dos itens de estoque para que eles possam ser
classificados em ordem decrescente de importância.
 Classe A  Itens mais importantes;
 Classe B  Itens intermediários;
 Classe C  Itens menos importantes.
Curva ABC - Classificação
 Os itens são classificados como :
o Classe A: de maior importância, valor ou quantidade,

correspondendo a 20% do total (podem ser itens do estoque
com uma demanda de 65% num dado período);
o Classe B: com importância, quantidade ou valor
intermediário, correspondendo a 30% do total (podem ser
itens do estoque com uma demanda de 25% num dado
período);
o Classe C: de menor importância, valor ou quantidade,
correspondendo a 50% do total (podem ser itens do estoque
com uma demanda de 10% num dado período).
Curva ABC - Objetivos
 O uso mais comum da curva ABC se dá no gerenciamento



o
o
o

de estoque, a fim de realizar um controle mais apurado dos
produtos e buscar a redução de custos sem comprometer o
nível de atendimento ao cliente.
A Curva ABC auxilia na classificação dos itens em estoque
de acordo com sua importância relativa.
A curva ABC, na administração de estoques, apresenta
resultados da demanda de cada item nas seguintes áreas:
giro no estoque;
proporção sobre o faturamento no período;
margem de lucro obtida.
Aula 6
1
2
3
4
5
6

– CUSTEIO
– DESPESAS E CUSTOS FIXOS E VARIÁVEIS
– CUSTOS DIRETOS E CUSTOS INDIRETOS
– CUSTEIO POR ABSORÇÃO
– CUSTEIO DIRETO OU VARIÁVEL
–CUSTEIO ABSORÇÃO X CUSTEIO VARIÁVEL
Custeio
 Os

custos podem ser classificados de
diversas maneiras, de acordo com sua
finalidade.
 Custeio significa Apropriação de custos aos
produtos.
 Os métodos de Custeio atribuem para cada
custo uma classificação específica, na forma
de custos fixos ou custos variáveis.
Despesas e Custos Fixos
 São as despesas ou custos que não sofrem

alteração de valor em caso de aumento ou
diminuição da produção.
 Exemplos:
 Limpeza e Conservação;
 Aluguéis de Equipamentos e Instalações;
 Salários da Administração;
 Segurança e Vigilância.
Despesas e Custos Variáveis
 São as despesas ou custos que variam,

proporcionalmente, de acordo com o nível
de produção ou atividades.
 Exemplos:
o Matéria-Prima;
o Comissão sobre Vendas;
o Água;
o Energia elétrica.
Custos Diretos
 São os custos que podem ser identificados e

diretamente apropriados aos produtos.
 Não necessita de rateios para ser atribuído
ao objeto custeado.
 Exemplos:
o Gasto com material - matéria-prima;
o Salários e encargos - mão de obra direta;
o Gastos gerais.
Custos Indiretos
 São

os custos que não podem ser
apropriados diretamente ao produto.
 Apenas mediante aproximação podem ser
atribuídos aos produtos por algum critério
de rateio.
 Exemplos:
o Mão de obra indireta;
o Materiais indiretos;
o Outros custos indiretos;
Custeio por Absorção
O

Custeio por Absorção consiste na
apropriação de todos os custos (diretos e
indiretos) incorridos na produção aos bens
elaborados; e só os de produção.
 Integram o valor contábil os custos variáveis e
os fixos, ou seja, o resultado do custo sofre
influência direta do volume produzido.
 Todos os gastos relativos ao esforço de
produção são distribuídos para todos os
produtos ou serviços feitos.
Custeio por Absorção
PRODUÇÃO DO MÊS DE JANEIRO
Custos diretos e indiretos de fabricação .................. 2.000,00
Quantidade produzidas (unidades) ............................. 400 un.
Matéria-prima por unidade ............................................ 20,00
Rateio custos diretos/indiretos (2.000,00 : 400) .............. 5,00
Total (20,00 + 5,00) ........................................................ 25,00
PRODUÇÃO DO MÊS DE FEVEREIRO
Custos diretos e indiretos de fabricação .................. 2.000,00
Quantidade produzidas (unidades) ............................. 500 un.
Matéria-prima por unidade ............................................ 20,00
Rateio custos diretos/indiretos (2.000,00 : 500) .............. 4,00
Total (20,00 + 4,00) ........................................................ 24,00
Custeio por Absorção
DESCRIÇÃO
Matérias primas transferidas para produção
Custo da mão de obra da produção apurada no mês
Gastos gerais de produção apurados no mês
TOTAL DO CUSTO DE PRODUÇÃO DO MÊS
Unidades produzidas no mês
Custo unitário de produção

VALOR
25.000,00
10.000,00
8.000,00
43.000,00
5.000
8,60

43.000 : 5.000 = R$ 8,60
Custo unitário de produção: R$ 8,60
Vantagens do Custeio por
Absorção
 Atende ao Princípio da Competência:

os custos apropriados aos produtos só são
lançados no resultado quando são vendidos.
 É aceito pela legislação fiscal.
 Fixação de preços de venda mais reais.
 Só é considerado custo a parcela dos
materiais utilizados na produção.
Desvantagens do Custeio por
Absorção
O

Custeio por Absorção tem como
inconveniente a arbitrariedade do critério de
rateio escolhido.
 A principal desvantagem do custeio por
absorção consiste na utilização dos rateios,
uma vez que dependendo do critério pode
penalizar determinado produto e beneficiar
outro.
Custeio Direto ou Variável
 É o método de custeio em que somente os custos

claramente identificados com os produtos devem
ser apropriados.
 No processo de seleção e produção, no sistema
de custeio variável, o fluxo dos componentes dos
custos de produção são separados em dois
grupos: os custos fixos e os custos variáveis.
 Os custos variáveis tomam a direção dos
estoques e o fixos são direcionados para
resultado do exercício.
Custeio Direto ou Variável
 É o método de custeio em que somente os custos

claramente identificados com os produtos devem
ser apropriados.
 No processo de seleção e produção, no sistema
de custeio variável, o fluxo dos componentes dos
custos de produção são separados em dois
grupos: os custos fixos e os custos variáveis.
 Os custos variáveis tomam a direção dos
estoques e o fixos são direcionados para
resultado do exercício.
Vantagens do Custeio Direto ou
Variável
 Não

esconde lucro no estoque e
sua variação não interfere no cálculo do
resultado do período.
 Por conta da separação dos custos em fixos e
variáveis, fornece mais facilmente dados
necessários para o planejamento de lucro e
simulação de resultados.
 É um sistema mais compreensível aos
gestores, facilitando uma melhor avaliação
de desempenho para correção de rumos.
Desvantagens do Custeio Direto
ou Variável
 Não aceitação pela legislação tributária para

fins de avaliação de estoques.
 Fere
Princípios
Fundamentais
de
Contabilidade, alterando o resultado do
exercício.
 As informações geradas são voltadas
especificamente para o público interno.
Preço de venda: R$ 40,00
Matéria-prima e materiais secundários: R$ 15,00
ICMS: 25%
PIS e COFINS: 3,65%
Comissão dos vendedores: 5%
Custos Variáveis de Produção:
Matéria-prima e materiais secundários: R$ 15,00
Subtotal: R$ 15,00
Despesas Variáveis de Vendas:
ICMS  40,00 x 25% = R$ 10,00
PIS e COFINS  40,00 x 3,65% = R$ 1,46
Comissão dos vendedores  40,00 x 5% = R$ 2,00
Subtotal: R$ 13,46
Custo unitário do produto vendido:
Total  15,00 + 13,46 = R$ 28,46
Custeio por Absorção x Custeio
Variável
 Custeio variável: é uma peça gerencial,

própria para tomada de decisão
fundamental para relatórios internos.
 Custeio

e

por absorção: tem como
vantagem a de não ferir a legislação fiscal e
nem os princípios fundamentais de
contabilidade, próprio para geração de
relatórios externos.
Custeio por Absorção X Custeio Variável
Representação gráfica do fluxo no custeio por Absorção
 Mão obra direta
 Materiais diretos
 Gastos gerais de
Fabricação

Custos Fixos
Processo
Produtivo

Estoques
Custos Variáveis

Representação gráfica do fluxo no custeio variável
 Mão obra direta
 Materiais diretos
 Gastos gerais de
Fabricação

Custos Fixos

Resultado
do
Período

Custos Variáveis

Estoques

Processo
Produtivo
Custos variáveis totais: R$ 10.500,00
Custos fixos totais: R$ 3.500,00
Despesas administrativas: R$ 2.000,00
Despesas de vendas: R$ 1.500,00
Receita total: R$ 30.000,00
Vendeu toda a produção.
DRE
Venda bruta

CUSTEIO POR
ABSORÇÃO

CUSTEIO
VARIÁVEL

30.000,00

30.000,00

(14.000,00)

(10.500,00)

16.000,00

19.500,00

(-) Despesas administrativas

(2.000,00)

(2.000,00)

(-) Despesas de vendas

(1.500,00)

(1.500,00)

0,00

(3.500,00)

12.500,00

12.500,00

(-) CPV
(=) Lucro bruto

(-) Custos Fixos

(=) Lucro líquido
Custos variáveis totais: R$ 14.000,00
Custos fixos totais: R$ 4.500,00
Despesas administrativas: R$ 2.500,00
Despesas de vendas: R$ 2.000,00
Receita total: R$ 40.000,00
Vendeu 70% da produção.
DRE

Venda bruta

CUSTEIO POR
ABSORÇÃO

CUSTEIO
VARIÁVEL

28.000,00

28.000,00

(12.950,00)

(9.800,00)

15.050,00

18.200,00

(-) Despesas administrativas

(2.500,00)

(2.500,00)

(-) Despesas de vendas

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(2.000,00)

0,00

(4.500,00)

10.550,00

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  • 2. Aula 5 1 – INTRODUÇÃO; 2 – ANÁLISE VERTICAL; 3 – ANÁLISE HORIZONTAL;
  • 3. Introdução  A análise vertical baseia-se nos valores relativos das contas das demonstrações financeiras, dentro de um mesmo período. É calculado o percentual por cada conta em relação a um valor base. BP: valor base  Total do Ativo (ou Passivo)  peso 100. DRE: valor base  Receita Líquida  peso 100.  A análise horizontal relaciona cada conta da demonstração financeira com sua conta equivalente de exercícios anteriores. Mede a evolução das contas ao longo de dois ou mais períodos, permitindo uma ideia da tendência futura.
  • 4. Análise Vertical  A análise vertical consiste na determinação dos percentuais de cada conta ou cada grupo de contas do balanço patrimonial em relação ao valor total do Ativo ou Passivo.  Determina a proporcionalidade das contas do demonstrativo de resultado em relação à Receita Líquida de Vendas, considerado como sua base.  Em relação ao balanço patrimonial, ela procura sempre mostrar, de um lado, a proporção de cada uma das fontes de recursos e, de outro, a expressão percentual de cada uma das várias aplicações de recursos efetuadas pela empresa.
  • 5. Para se efetuar o cálculo da análise vertical nas demonstrações contábeis, podemos apurar o percentual relativo a cada item da seguinte forma: Conta (ou grupo de contas) Ativo total (ou passivo total) Conta (ou grupo de contas) Receita líquida X 100 Balanço Patrimonial X 100 DRE
  • 6. Análise Vertical  Permite mostrar o percentual de participação relativa de cada item do Balanço Patrimonial e da demonstração de Resultado do Exercício, em relação ao seu respectivo grupo e ao total a que pertence.  No caso do Ativo e do Passivo é obtido através do coeficiente do valor de cada item pelo seu respectivo referencial, qual seja, Ativo Total ou Passivo Total.  Na DRE, a Receita Líquida é o referencial básico para cálculo do coeficiente percentual de cada item. de participação
  • 7. Análise Horizontal  A Análise Horizontal é uma técnica que parte da comparação do valor de cada item do demonstrativo, em cada período, com o valor correspondente em um determinado período anterior, considerado domo base.  Essa análise tem como objetivo mostrar a evolução de cada conta (ou grupo de contas), quando considerada de forma isolada.  Informa o aumento ou diminuição da proporção de uma determinada despesa em relação a um determinado total, mas não nos diz se essa variação foi derivada do aumento ou da diminuição do valor absoluto da verba considerada.
  • 8. Para se efetuar o cálculo da análise horizontal nas demonstrações contábeis, podemos apurar o percentual relativo a cada item da seguinte forma: Valor atual do item Valor do item no período base anterior - 1 X 100 Balanço Patrimonial e DRE
  • 9. Análise Horizontal  Compara cada elemento do ano-base com o ano imediatamente anterior, para medir qual foi o crescimento ou a evolução patrimonial.  No Balanço e na DRE, o ano anterior é a base 100%. O resultado líquido do ano-base (após tirar de 100) revela se houve acréscimo ou decréscimo (em %).
  • 10. ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades 2013 % AV % AH 122.500,00 64,30 36,11 % AV 90.000,00 72,00 52,00 2.500,00 2,00 Contas a Receber 56.750,00 29,79 39,30 40.740,00 32,59 Estoques 52.000,00 27,30 44,44 36.000,00 28,80 9.950,00 5,22 829,91 1.070,00 0,86 Outros NÃO CIRCULANTE Imobilizado Deprec. Acumulada Ativo Total 3.800,00 1,99 2012 68.000,00 35,70 94,29 35.000,00 28,00 90.000,00 47,24 80,00 50.000,00 40,00 (22.000,00) (11,55) 46,67 (15.000,00) (12,00) 190.500,00 100 52,40 125.000,00 100
  • 11. PASSIVO CIRCULANTE 2013 % A.V. % A. H 105.500,00 55,38 61,07 2012 %A 65.500,00 52, Fornecedores 35.400,00 18,58 47,50 24.000,00 19, Empréstimos 51.000,00 26,77 121,74 23.000,00 18, Outros 19.100,00 10,03 3,24 18.500,00 14, NÃO CIRCULANTE Financiamentos Outros PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reservas Lucros Acumulados Passivo Total 18.200,00 9,55 78,43 18.000,00 9,45 80,00 200,00 0,10 0,00 66.800,00 35,07 35,50 50.000,00 26,25 67,79 3.900,00 30,23 (16,67) 12.900,00 6,77 190.500,00 100 (12,96) 10.200,00 8, 10.000,00 8,0 200,00 0, 49.300,00 39, 29.800,00 23, 4.680,00 31, 14.820,00 11, 52,40 125.000,00 10
  • 12. Curva ABC - Apresentação  A curva de experiência ABC, também conhecida como Análise de Pareto, ou regra 80/20 é um estudo que foi desenvolvido por Joseph Moses Juran, consultor da área da qualidade, que identificou que 80% dos problemas são geralmente causados por 20% dos fatores.  O nome “Pareto” vem de uma homenagem ao economista italiano Vilfredo Pareto, que em seu estudo observou que 80% da riqueza da Itália estava na mão de 20% da população.
  • 13. Curva ABC - Conceito  A curva ABC é um importante instrumento para se examinar estoques, permitindo a identificação daqueles itens que justificam atenção e tratamento adequados quanto à sua administração.  Consiste na verificação, em certo espaço de tempo (normalmente 6 meses ou 1 ano), do consumo em quantidade dos itens de estoque para que eles possam ser classificados em ordem decrescente de importância.  Classe A  Itens mais importantes;  Classe B  Itens intermediários;  Classe C  Itens menos importantes.
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  • 16. Curva ABC - Classificação  Os itens são classificados como : o Classe A: de maior importância, valor ou quantidade, correspondendo a 20% do total (podem ser itens do estoque com uma demanda de 65% num dado período); o Classe B: com importância, quantidade ou valor intermediário, correspondendo a 30% do total (podem ser itens do estoque com uma demanda de 25% num dado período); o Classe C: de menor importância, valor ou quantidade, correspondendo a 50% do total (podem ser itens do estoque com uma demanda de 10% num dado período).
  • 17. Curva ABC - Objetivos  O uso mais comum da curva ABC se dá no gerenciamento   o o o de estoque, a fim de realizar um controle mais apurado dos produtos e buscar a redução de custos sem comprometer o nível de atendimento ao cliente. A Curva ABC auxilia na classificação dos itens em estoque de acordo com sua importância relativa. A curva ABC, na administração de estoques, apresenta resultados da demanda de cada item nas seguintes áreas: giro no estoque; proporção sobre o faturamento no período; margem de lucro obtida.
  • 18. Aula 6 1 2 3 4 5 6 – CUSTEIO – DESPESAS E CUSTOS FIXOS E VARIÁVEIS – CUSTOS DIRETOS E CUSTOS INDIRETOS – CUSTEIO POR ABSORÇÃO – CUSTEIO DIRETO OU VARIÁVEL –CUSTEIO ABSORÇÃO X CUSTEIO VARIÁVEL
  • 19. Custeio  Os custos podem ser classificados de diversas maneiras, de acordo com sua finalidade.  Custeio significa Apropriação de custos aos produtos.  Os métodos de Custeio atribuem para cada custo uma classificação específica, na forma de custos fixos ou custos variáveis.
  • 20. Despesas e Custos Fixos  São as despesas ou custos que não sofrem alteração de valor em caso de aumento ou diminuição da produção.  Exemplos:  Limpeza e Conservação;  Aluguéis de Equipamentos e Instalações;  Salários da Administração;  Segurança e Vigilância.
  • 21. Despesas e Custos Variáveis  São as despesas ou custos que variam, proporcionalmente, de acordo com o nível de produção ou atividades.  Exemplos: o Matéria-Prima; o Comissão sobre Vendas; o Água; o Energia elétrica.
  • 22. Custos Diretos  São os custos que podem ser identificados e diretamente apropriados aos produtos.  Não necessita de rateios para ser atribuído ao objeto custeado.  Exemplos: o Gasto com material - matéria-prima; o Salários e encargos - mão de obra direta; o Gastos gerais.
  • 23. Custos Indiretos  São os custos que não podem ser apropriados diretamente ao produto.  Apenas mediante aproximação podem ser atribuídos aos produtos por algum critério de rateio.  Exemplos: o Mão de obra indireta; o Materiais indiretos; o Outros custos indiretos;
  • 24. Custeio por Absorção O Custeio por Absorção consiste na apropriação de todos os custos (diretos e indiretos) incorridos na produção aos bens elaborados; e só os de produção.  Integram o valor contábil os custos variáveis e os fixos, ou seja, o resultado do custo sofre influência direta do volume produzido.  Todos os gastos relativos ao esforço de produção são distribuídos para todos os produtos ou serviços feitos.
  • 25. Custeio por Absorção PRODUÇÃO DO MÊS DE JANEIRO Custos diretos e indiretos de fabricação .................. 2.000,00 Quantidade produzidas (unidades) ............................. 400 un. Matéria-prima por unidade ............................................ 20,00 Rateio custos diretos/indiretos (2.000,00 : 400) .............. 5,00 Total (20,00 + 5,00) ........................................................ 25,00 PRODUÇÃO DO MÊS DE FEVEREIRO Custos diretos e indiretos de fabricação .................. 2.000,00 Quantidade produzidas (unidades) ............................. 500 un. Matéria-prima por unidade ............................................ 20,00 Rateio custos diretos/indiretos (2.000,00 : 500) .............. 4,00 Total (20,00 + 4,00) ........................................................ 24,00
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  • 29. Custeio por Absorção DESCRIÇÃO Matérias primas transferidas para produção Custo da mão de obra da produção apurada no mês Gastos gerais de produção apurados no mês TOTAL DO CUSTO DE PRODUÇÃO DO MÊS Unidades produzidas no mês Custo unitário de produção VALOR 25.000,00 10.000,00 8.000,00 43.000,00 5.000 8,60 43.000 : 5.000 = R$ 8,60 Custo unitário de produção: R$ 8,60
  • 30. Vantagens do Custeio por Absorção  Atende ao Princípio da Competência: os custos apropriados aos produtos só são lançados no resultado quando são vendidos.  É aceito pela legislação fiscal.  Fixação de preços de venda mais reais.  Só é considerado custo a parcela dos materiais utilizados na produção.
  • 31. Desvantagens do Custeio por Absorção O Custeio por Absorção tem como inconveniente a arbitrariedade do critério de rateio escolhido.  A principal desvantagem do custeio por absorção consiste na utilização dos rateios, uma vez que dependendo do critério pode penalizar determinado produto e beneficiar outro.
  • 32. Custeio Direto ou Variável  É o método de custeio em que somente os custos claramente identificados com os produtos devem ser apropriados.  No processo de seleção e produção, no sistema de custeio variável, o fluxo dos componentes dos custos de produção são separados em dois grupos: os custos fixos e os custos variáveis.  Os custos variáveis tomam a direção dos estoques e o fixos são direcionados para resultado do exercício.
  • 33. Custeio Direto ou Variável  É o método de custeio em que somente os custos claramente identificados com os produtos devem ser apropriados.  No processo de seleção e produção, no sistema de custeio variável, o fluxo dos componentes dos custos de produção são separados em dois grupos: os custos fixos e os custos variáveis.  Os custos variáveis tomam a direção dos estoques e o fixos são direcionados para resultado do exercício.
  • 34. Vantagens do Custeio Direto ou Variável  Não esconde lucro no estoque e sua variação não interfere no cálculo do resultado do período.  Por conta da separação dos custos em fixos e variáveis, fornece mais facilmente dados necessários para o planejamento de lucro e simulação de resultados.  É um sistema mais compreensível aos gestores, facilitando uma melhor avaliação de desempenho para correção de rumos.
  • 35. Desvantagens do Custeio Direto ou Variável  Não aceitação pela legislação tributária para fins de avaliação de estoques.  Fere Princípios Fundamentais de Contabilidade, alterando o resultado do exercício.  As informações geradas são voltadas especificamente para o público interno.
  • 36. Preço de venda: R$ 40,00 Matéria-prima e materiais secundários: R$ 15,00 ICMS: 25% PIS e COFINS: 3,65% Comissão dos vendedores: 5% Custos Variáveis de Produção: Matéria-prima e materiais secundários: R$ 15,00 Subtotal: R$ 15,00 Despesas Variáveis de Vendas: ICMS  40,00 x 25% = R$ 10,00 PIS e COFINS  40,00 x 3,65% = R$ 1,46 Comissão dos vendedores  40,00 x 5% = R$ 2,00 Subtotal: R$ 13,46 Custo unitário do produto vendido: Total  15,00 + 13,46 = R$ 28,46
  • 37. Custeio por Absorção x Custeio Variável  Custeio variável: é uma peça gerencial, própria para tomada de decisão fundamental para relatórios internos.  Custeio e por absorção: tem como vantagem a de não ferir a legislação fiscal e nem os princípios fundamentais de contabilidade, próprio para geração de relatórios externos.
  • 38. Custeio por Absorção X Custeio Variável Representação gráfica do fluxo no custeio por Absorção  Mão obra direta  Materiais diretos  Gastos gerais de Fabricação Custos Fixos Processo Produtivo Estoques Custos Variáveis Representação gráfica do fluxo no custeio variável  Mão obra direta  Materiais diretos  Gastos gerais de Fabricação Custos Fixos Resultado do Período Custos Variáveis Estoques Processo Produtivo
  • 39. Custos variáveis totais: R$ 10.500,00 Custos fixos totais: R$ 3.500,00 Despesas administrativas: R$ 2.000,00 Despesas de vendas: R$ 1.500,00 Receita total: R$ 30.000,00 Vendeu toda a produção. DRE Venda bruta CUSTEIO POR ABSORÇÃO CUSTEIO VARIÁVEL 30.000,00 30.000,00 (14.000,00) (10.500,00) 16.000,00 19.500,00 (-) Despesas administrativas (2.000,00) (2.000,00) (-) Despesas de vendas (1.500,00) (1.500,00) 0,00 (3.500,00) 12.500,00 12.500,00 (-) CPV (=) Lucro bruto (-) Custos Fixos (=) Lucro líquido
  • 40. Custos variáveis totais: R$ 14.000,00 Custos fixos totais: R$ 4.500,00 Despesas administrativas: R$ 2.500,00 Despesas de vendas: R$ 2.000,00 Receita total: R$ 40.000,00 Vendeu 70% da produção. DRE Venda bruta CUSTEIO POR ABSORÇÃO CUSTEIO VARIÁVEL 28.000,00 28.000,00 (12.950,00) (9.800,00) 15.050,00 18.200,00 (-) Despesas administrativas (2.500,00) (2.500,00) (-) Despesas de vendas (2.000,00) (2.000,00) 0,00 (4.500,00) 10.550,00 9.200,00 (-) CPV (=) Lucro bruto (-) Custos Fixos (=) Lucro líquido