05 europa para o mundo

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Arte barroca no Mundo

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05 europa para o mundo

  1. 1. Da Europa para o Mundo Barroco ou Barrocos? http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  2. 2. O caso francês A oposição Barroco-Classicismo na França do Rei-Sol, mito ou realidade?
  3. 3. As ideias renascentistas, fruto da ação das Academias, permaneceram até tarde, houve uma grande resistência ao Barroco; O desenvolvimento da Contra-Reforma, vai favorecer a aceitação do Barroco; O estilo foi essencialmente aplicado à gramática decorativa, as estruturas arquitetónicas mantiveram-se clássicas; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 3/51
  4. 4. Louis Le vau, Palácio Vaux-Le-Vicomte, 1612-70 O palácio de Vaux-Le-Vicomte foi a inspiração para a construção de Versalhes; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 4
  5. 5. Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart, Palácio de Versalhes, 1668-78, Fachada HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 5
  6. 6. Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart, Palácio de Versalhes, 1668-78, planta HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 6
  7. 7. Versalhes, construído para glorificar o rei, embora reflita o espírito barroco, é também clássico na sua forma em U, nos três andares, na fachada retilínea e na simetria; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 7
  8. 8. A decoração do interior reflete um grande aparato e luxo e uma conceção barroca, estatuária, relevos, pinturas, mármores, etc.; Destinava-se a ser a habitação do rei, onde a sua vida era encenada, como um espetáculo; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 8
  9. 9. Louis Le Vau e Jules Hardoiun-Mansart, Palácio de Versalhes, 1668-78, vista aérea HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 9
  10. 10. Os jardins, com canteiros simetricamente desenhados, espelhos de água, terreiros, pavilhões, labirintos, caracterizam o Barroco francês; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 10
  11. 11. François Mansart e Jacques Lemercier, Igreja de Val-de-Grâce, 1645-70, Paris A arquitectura religiosa francesa teve como modelo a Igreja de Il Gesú; A ornamentação estava concentrada nas fachadas e interiores densamente trabalhados; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 11
  12. 12. A escultura francesa, teve uma forte influência do Renascimento e rejeitou a influência de Bernini, com excepção de Pierre Puget (1620-1694); Pierre Puget, Milo de Crotona e Perseu HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 12
  13. 13. François Girardon (1628-1715) foi o principal escultor de Versalhes; Na fase final da sua obra foi um escultor de transição para o rococó; François Girardon, Apolo servido pelas Musas, Jardins de Versalhes HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 13
  14. 14. François Girardon, Túmulo do Cardeal Richelieu, 1675-94 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 14
  15. 15. A pintura francesa, deste período, também não foi verdadeiramente barroca, talvez com a exceção de Georges de La Tour; A pintura barroca francesa apresenta tendências clássicas na composição, na cor e no tratamento da luz; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 15
  16. 16. George de La Tour, S. José HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 16
  17. 17. Georges de La Tour (1593-1652), foi o mais “caravaggista” dos pintores franceses; Utiliza um luz rasante (focal) que ilumina fortemente partes da cena e deixa outras na obscuridade; George de La Tour, A Madalena arrependida, óleo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 17
  18. 18. Nicola Poussin (1594-1665) e Claude Lorrain (1600-82) apresentam características clássicas nos temas e na composição; Nicolas Poussin, O triunfo de David Claude Lorrain, Desembarque de Cleópatra em Tarso, óleo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 18
  19. 19. Lorrain criou visões maravilhosas situadas em paisagens idílicas, mergulhadas numa luminosidade clara e dourada; Poussin criou obras onde os valores fundamentais são os da harmonia e da beleza ideal; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 19
  20. 20. Outro importante pintor francês foi Nicolas Tournier (15901657) com um tratamento “caravaggista” da luz. Nicola Tournier, Descida da cruz, 1632 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 20
  21. 21. Nos países do Norte e Centro da Europa, a arquitetura barroca adaptou-se a diferentes: Condições geográficas; Tradições religiosas; Culturais e; Históricas; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 21
  22. 22. Nasceu em Itália e daí irradiou para toda a Europa; Adquirindo diferentes tendências regionais; A França, nunca chegou a ser verdadeiramente barroca, mantendo a tradição clássica; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 22
  23. 23. Áustria (Império Austro-Húngaro) J. Lucas von Hildebrandt, Palácio Belvedere, 1712, Viena HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 23
  24. 24. Fischer von Erlach, Igreja de S. Carlos Borromeu, 1761, Viena HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 24
  25. 25. Fischer von Erlach, Igreja de S. Carlos Borromeu, 1761, Viena HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 25
  26. 26. Alemanha Dresden e Potsdam são as mais importantes cidades do barroco; A escultura sofreu influências maneiristas; Trabalharam escultores estrangeiros nomeadamente o holandês, Adrien de Vries (c.1545-1626); Os retábulos foram uma arte muito importante na Alemanha; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 26
  27. 27. Matthäus D. Pöppelmann, Palácio Zwinger,Dresden HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 27
  28. 28. Matthäus D. Pöppelmann, Palácio Zwinger,Dresden HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 28
  29. 29. Adrien de Vries, Agonia de Cristo, bronze HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 29
  30. 30. Johannes Juncker, Retábulo da Paixão, 1609-13, Mármore preto e vermelho e alabastro, Capela do Castelo de Aschaffenburg HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 30
  31. 31. Flandres (Bélgica) Casa de Bruxelas HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 31
  32. 32. A Flandres, dominada pela Espanha, acolheu bem o Barroco; A Casa de Bruxelas, mistura o barroco com a tradição gótica; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo
  33. 33. Inglaterra Na Inglaterra a manutenção da tradição gótica foi evidente; O maior arquiteto inglês foi Cristhopher Wren (1683-1723); Devido à reforma protestante quase toda a escultura foi destruída; O escultor mais importante foi Louis-François Roubilliac (1695-1762); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 33
  34. 34. Cristhopher Wren, Igreja de S. Paulo, Londres, 1675-1710 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 34
  35. 35. Roubilliac, Bustos de Handel e Wren HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 35
  36. 36. A pintura no Norte da Europa A pintura no norte da Europa, sobretudo na Flandres e na Holanda, revelou alguns do maiores pintores da época; Na Bélgica (Flandres), o maior pintor foi Pieter Paul Rubens (1577-1640); Trabalhou em Itália, regressou a Antuérpia e tornou-se o pintor oficial da corte do rei espanhol nos Países Baixos; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo
  37. 37. Rubens, A Descida Da Cruz, 1612-14, óleo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 37
  38. 38. A sua pintura é requintada, sensual e faustosa, quer pela cor quer pela forma; As suas telas são fortemente coloridas e contrastadas; Temas: mitológicos e religiosos; Na temática religiosa é visível a influência de Caravaggio; Rubens, A batalha das Amazonas, óleo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 38
  39. 39. Rubens, Desembarque de Maria de Médicis em Marselha; O rapto das filhas de Leucipo; Baco. HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 39
  40. 40. Outros pintores belgas foram: Jordaens (1593-1678); Van Dyck (1599-1641), discípulo de Rubens, ficou conhecido pelos seus retratos de reis e aristocratas, foi pintor na corte inglesa; Van Dyck, Retrato do rei Carlos I de Inglaterra HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 40
  41. 41. Holanda Na Holanda, efeitos da reforma protestante, a pintura religiosa deixou de ser fundamental; Surge uma maior diversidade temática; Forte realismo, típico da arte do Norte da Europa e das sociedades burguesas; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 41
  42. 42. Foi uma arte de mercadores; Executadas em telas de reduzidas dimensões, para casas vulgares; É uma comemoração do prazer de viver; O grande número de encomendas permite a especialização a alguns pintores; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 42
  43. 43. Jan de Heem, Jarra de flores, c. 1645, 70X57cm HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 43
  44. 44. William Heda, Natureza-morta HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 44
  45. 45. William Heda, Sobremesa, 1637, 45X55cm, pormenor HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 45
  46. 46. William Heda (1593-1682) e Jan de Heem (1606-1684), desenvolveram a temática das naturezas-mortas; Combinaram verismo com capacidade técnica; São composições serenas, contrárias ao espírito do barroco, que é movimentado e violento; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 46
  47. 47. Vermeer, Rapariga com brinco de pérola; A leiteira HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 47
  48. 48. Vermeer, A pesagem das pérolas; Rapariga junta a uma janela; Mulher bebendo com um jovem HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 48
  49. 49. Vermeer, O geógrafo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 49
  50. 50. Vermeer (1632-1675) pintou sobretudo cenas de género; Obras serenas onde os jogos de luz e sombra são delicados e não violentos; Os pormenores são tratados com grande minúcia; Procura a verdade física e psicológica dos personagens; A sua obra vai dar origem à “escola de Delft”; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 50
  51. 51. Jacob von Ruysdael, paisagem HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 51
  52. 52. Jacob von Ruysdael (1628-1683), foi um pintor paisagista, utilizando uma linguagem barroca; Nas suas paisagens é possível perceber a intensidade dramática Jacob von Ruysdael, o moinho HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 52
  53. 53. Franz Hals, Retrato coletivo; O Cavaleiro sorridente; O alegre bebedor HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 53
  54. 54. Franz Hals (c.1583-1666) foi um retratista; Pinceladas largas (poucos pormenores); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 54
  55. 55. Rembrandt, Auto-retrato HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 55
  56. 56. Rembrandt, A meditação do Filosofo; A Descida da Cruz; Autorretrato HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 56
  57. 57. Rembrandt van Rijn (1606-1669), foi o mais conhecido pintor holandês; Pintou cenas bíblicas, retratos coletivos e individuais e cerca de 80 autorretratos; É uma pintura introspetiva, à procura da verdade psicológica, a verdade interior dos homens; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 57
  58. 58. Influenciado por Caravaggio na forma de tratar a luz; Em muitos dos seus quadros o uso de amarelos e castanhos sugere o tom dourado (que na realidade não existe); Usa uma pincelada larga e solta; Rembrandt, Lição de Anatomia HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 58
  59. 59. Barroco Espanha O Barroco foi bem aceite, o absolutismo e a Contrarreforma contribuíram para isso; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 59/51
  60. 60. Juan Bautista de Toledo e Juan de Herrera, San Lorenzo d’el Escorial, 1563-1584 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 60
  61. 61. Juan Bautista de Toledo e Juan de Herrera, San Lorenzo d’el Escorial, 1563-1584 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 61
  62. 62. Juan Bautista de Toledo e Juan de Herrera, San Lorenzo d’el Escorial, 15631584 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 62
  63. 63. Palácio do Escorial, mandado construir por Filipe II em 1562; Integra a residência real, a igreja e o hospital; Influência maneirista; Conceção clássica; Esquemas geométricos; Esta construção marca toda a arquitetura espanhola; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 63
  64. 64. Casasy Novoa, Santiago de Compostela, Obradoiro HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 64
  65. 65. Alberto de Churriguera e Andrés de Quiñones, Plaza Mayor, 1728, Salamanca HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 65
  66. 66. Igreja de Vera Cruz, Salamanca, “churriguerismo” HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 66
  67. 67. Obras mais significativas da arquitetura barroca espanhola: Obradoiro da Catedral de Santiago de Compostela; Plaza Mayor de Salamanca, por Alberto Churriguera (16761740); Dá origem a uma corrente artística chamada “churriguerismo”, caracterizada por uma decoração abundante; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 67
  68. 68. Na América Latina o barroco misturou-se com a linguagem artística dos povos pré-colombianos; Igreja de S. Francisco de Acatepec HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 68
  69. 69. Manuel Pereira, S. Bruno, 1692, pedra, 170 cm HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 69
  70. 70. Gregório Fernandés, Retábulo da Catedral de Palência, 1632, madeira HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 70
  71. 71. A escultura foi sobretudo religiosa; Surgem várias escolas regionais: Valhadolid, Sevilha, Granada, Catalunha e Madrid; Predomínio da escultura em madeira policromada, aplicada a retábulos e estatuária religiosa; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 71/51
  72. 72. Destacam-se os escultores: Manuel Pereira, português (1588-1683); Alonso Cano (1601-1667); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 72/51
  73. 73. A pintura espanhola foi sobretudo religiosa; Embora tenham cultivado outros temas como temas mitológicos, cenas de género, retratos e naturezas-mortas; Nota-se a influência italiana nos contrastes de cor e luz e da cor, embora adaptada à tendência naturalista da pintura espanhola; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 73/51
  74. 74. Diego Velásquez (1599-1660) Velásquez, autorretrato HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 74
  75. 75. Velásquez, Cristo em casa de Marta e Maria HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 75
  76. 76. Velásquez, Vénus HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 76
  77. 77. Velásquez, As meninas HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 77
  78. 78. Velásquez, As meninas, pormenor HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 78
  79. 79. Pintor oficial da corte espanhola, é um dos maiores pintores de todos os tempos; Influenciado por Caravaggio criou uma luz com múltiplos focos; As formas são tratadas com manchas de cor; Nas suas pinturas cria um espaço próprio entre o real e o imaginário; A sua pintura é um jogo entre a realidade e a ilusão, através da variação dos pontos de vista; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 79
  80. 80. Barroco Portugal
  81. 81. O barroco em Portugal durou cerca de dois séculos, (XVII e XVIII); Coincidiu com dificuldades políticas e económicas: domínio filipino, perda de colónias, guerra da Restauração, controlo da Inquisição; E tempos de esplendor, descoberta de ouro no Brasil: reinados de D. João V (1706-50) e D. José I (1750-77); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 81
  82. 82. Inicialmente a arquitetura barroca é um prolongamento do Maneirismo de influência espanhola; Igrejas de planta retangular, fachadas simples e regulares, sobriedade decorativa, exceto no altar; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 82/
  83. 83. A Igreja de Santa Engrácia é uma das primeiras tipicamente barroca, da autoria de João Nunes Tinoco (m. 1690) e João Antunes (1643-1712); Igreja de Santa Engrácia HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 83
  84. 84. Paredes ondulantes, planta centrada e mármore policromado no interior; A planta centrada é muito utilizada em Portugal; Igreja do Senhor da Cruz, Barcelos; Igreja de S. Gonçalo de Amarante; Igreja do Senhor da Pedra, Óbidos; Igreja de Santa Engrácia HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 84
  85. 85. A partir dos finais do século XVII, sobretudo a partir do reinado de D. João V (ouro do Brasil), dá-se um incremento das artes no país; Vários artistas estrangeiros trabalharam em Portugal, nomeadamente em Mafra, destaca-se o alemão Ludovice (1670-1752), influenciaram toda a arquitetura do Centro e Sul ; Convento de Mafra HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 85
  86. 86. No Norte foi marcante a influência de Nicolau Nazoni (1691-1773); Conjugou o estilo italiano com o gosto português e a utilização do granito; Criou edifícios com expressividade e movimento explorando a luz difusa do Norte; Adaptação dos edifícios ao terreno; Igreja do Bom Jesus de Matosinhos, Igreja dos Clérigos, loggia da Sé do Porto; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 86
  87. 87. Nasoni, Igreja do Bom Jesus de Matosinhos, Palácio do Freixo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 87
  88. 88. Nasoni, Igreja dos Clérigos HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 88
  89. 89. Nasoni, Solar de Mateus, Vila Real, fachada e capela HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 89
  90. 90. A escultura foi a arte mais importante, recobriu as igrejas, nomeadamente a talha dourada; Dois períodos: Século XVII e século XVIII, do barroco pleno: No primeiro há influências espanholas e no segundo francesas e italianas, importação de obras e artistas; Manuel Pereira, O crucifixo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 90
  91. 91. Mestres Barristas de Alcobaça, retábulo HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 91
  92. 92. Igreja de S. Francisco, Porto HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 92
  93. 93. Retábulos, Igreja de S. Francisco, Igreja de S. Bento da Vitória, Igreja da Pena HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 93
  94. 94. Igreja de Santa Clara, Porto, Porto, Largo de 1º de Dezembro A talha foi a mais original das características do barroco português; Recobriu todos os espaços arquitetónicos interiores (altares, paredes, púlpitos, frisos, cornijas, etc.); Nasceu no século XVI, ligada aos retábulos de altares; É designada por “estilo nacional”; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 94
  95. 95. A conjugação da pintura, talha e do azulejo foi uma das originalidades do barroco português; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 95
  96. 96. Principais artistas da primeira fase: André Reinoso (activo entre 1610-1641); Domingos Vieira, o Escuro (1600-1678); Josefa de Óbidos (1630-1684); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 96/51
  97. 97. André Reinoso, O Milagre de S. Francisco, A pregação de S. Francisco, O naufrágio de S. Francisco HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 97
  98. 98. Domingos Vieira, o Escuro, D. Isabel de Moura HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 98
  99. 99. Josefa de Óbidos, Maria Madalena e Natureza-morta HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 99
  100. 100. Principais pintores da segunda fase: André Gonçalves (1685-1762); Vieira Lusitano (1699-1783), o maior pintor deste período, formação italiana e sentimentalismo português; Domenico Duprá ( ativo em Portugal durante 1719-1730) HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 100
  101. 101. André Lusitano, Adoração dos Magos e Assunção de Nossa Senhora HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 101
  102. 102. Vieira Lusitano, S. Agostinho e Repouso e Fuga do Egipto HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 102
  103. 103. Domenico Duprá, Retrato de D. João V HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 103
  104. 104. O azulejo teve grande importância nos séculos XVII e XVIII; Usado como revestimento decorativo, passou a ser utilizado na forma narrativa e em trompe l’oeil; Temática: religiosa, laica; No século XVII os azulejos são policromados (azul castanho, amarelo, verde, etc.); No século XVIII, devido à influência holandesa domina a figuração em azul e branco; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 104
  105. 105. Palácio dos Marqueses de Abrantes Igreja paroquial de Carcavelos HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 105
  106. 106. Jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 106
  107. 107. O barroco desenvolveu-se no Brasil, sobretudo em algumas cidades costeiras como S. Salvador da Baía; A igreja do Senhor de Matosinhos de Congonhas do Campo, da autoria do arquiteto e escultor, Aleijadinho, transformou-se num símbolo da arte brasileira barroca; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 107/51
  108. 108. Aleijadinho, Bom Jesus de Matosinhos HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 108
  109. 109. O Real Edifício de Mafra (1717-1737)
  110. 110. Convento de Mafra (fachada) HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 110
  111. 111. Convento de Mafra (planta) Convento Palácio, Igreja HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 111
  112. 112. Convento de Mafra (claustro) HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 112
  113. 113. Convento de Mafra (biblioteca) HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 113
  114. 114. Mandado construir por D. João V, o Real Convento de Mafra é o mais importante monumento do barroco português; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 114
  115. 115. O conjunto arquitetónico desenvolve-se simetricamente a partir de um eixo central, a basílica, ponto principal de uma longa fachada ladeada por dois torreões, localizando-se na sua zona posterior o recinto conventual da Ordem de São Francisco da Província da Arrábida; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 115
  116. 116. A direção da obra coube a João Frederico Ludovice, ourives alemão, com formação de arquitetura em Itália, que adotou um modelo barroco classicizante, inspirado na Roma papal, e de influência berniniana (Bernini), onde não faltam igualmente elementos borrominianos (Borromini); HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 116
  117. 117. As obras iniciaram-se em 1717, ano do lançamento da primeira pedra, e a 22 de Outubro de 1730, dia do 41º aniversário do rei, procedeu-se à sagração da basílica; HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 117
  118. 118. O Palácio-Convento possui uma das mais importantes bibliotecas portuguesas, constituída por cerca de 40 000 livros, e numerosas obras artísticas encomendadas pelo monarca no país, em França, Flandres (de onde procedem os dois carrilhões de 92 sinos) e Itália; Breve história da construção de Mafra; Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011 HCA, Módulo 6, Curso de Turismo 118

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