Tecnologia e Educação – como?Luis Borges Gouveialmbg.blogspot.com | lmbg@ufp.pt | @lbgouveia5 de Junho de 2010
sumárioCrise?...Novos TerritóriosPessoas e conhecimentoO digital e impacteRedes e a escolaO papel da escolaTecnologia e Educação – como? A novidade da tecnologia actual é o digital. Este transforma o modo como nos relacionamos com a informação e, em consequência, trabalhamos, nos divertimos e aprendemos. Como resultado, a escola tem de dar resposta  e liderar estes novos desafios de modo a estes poderem ser enquadrados e potenciados em favor da sociedade e das comunidades locais – a direcção mais óbvia parece ser utilizar a tecnologia com alma!5 de Junho 2010
Quino /2006
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5 de Junho 2010
http://www.flowtown.com5 de Junho 2010
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NovosterritóriosO aparecimento dos “Millennials”LuísSimões, aluno de Doutoramento (UFP)Howe and Strauss (2000)Strauss and Howe (1991)
Eras – cicloshistóricos
Arquitétipos geracionais
Howe and Strauss (2000)
Os Millennials
!?5 de Junho 2010
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O mundo em que vivemos (Gouveia, 2008)5 de Junho 2010
Sociedade da Informação(Gouveia e Gaio, 2004)...e do conhecimento...e da inovação...do digital, ...dos computadores e das redesA Sociedade da Informação é uma sociedade que predominantemente utiliza o recurso às tecnologias da informação e comunicação para a troca de informação em formato digital e que suporta a interacção entre indivíduos com recurso a práticas e métodos em construção permanente5 de Junho 2010
Sociedade da InformaçãoCaracterísticasUso intensivo de tecnologias de informação e comunicaçãoUso crescente do digitalOrganização em rede
A mudança	A mudança é um tempo de incerteza.Podemos seguramente contar com a oposição de todos aqueles que se encontram com vantagens na situação actual.Apenas poderemos esperar que os restantes possam ter um eventual interesse na situação futuraMachiavelli (1469-1527)5 de Junho 2010
Digital: “ O rolo compressor ”5 de Junho 2010
Do analógico para o digitalaprender...no analógico, memorizar para aprenderno digital, esquecer para aprendertrabalhar...no analógico, tomar tempo para trabalharno digital, trabalhar sem tomar o tempo5 de Junho 2010
No digitalCrescente mediação de computadores e redes no relacionamento humanoDesmaterialização de actividades e processos associadosTransformação da actividade humanaO tempo com diferentes ciclosVirtualização e transformação do conceito de tempo e espaço (exemplo: o sítio na Web…) (implica) espaço (físico) com diferentes significados5 de Junho 2010
Ok… mas… o que separa estes…5 de Junho 2010
Destes?5 de Junho 2010
JÁ REFERIDO…5 de Junho 2010
Agora somos todos iguais (GillesLipovetsky, 2003)Mais gente no mundo que pode fazer a mudançaMais espaço, mas menos tempo para o fazerMais digital e mais competitivoMenos previsível e com mais gente que contaMais necessidade de errar e menos tempo para o fazerCarta de uma ética mínimaAssumir uma crítica mais equalitária5 de Junho 2010
Aprendemos todos os dias, de todas as formasSempre mais para fazer, do que o que se podeMais solicitações do que tempo disponívelMaior carga cognitiva do que a nossa resistência permite5 de Junho 2010
O digital já se afirmou, esta connosco a toda a hora, em todo lugar (e no meio de nós)Teologia do digitale os computadores deixaram de ser importantes… o que fazemos com eles é que é!5 de Junho 2010
Novos estudantes, sistemas antigosEspaços de aprendizagem tradicionaisExemplo…Os estudantes das nossas Universidades estão a mudar mais rapidamente que as Universidades. Estes necessitam de mais actividade e mais interacção, algo que é ainda deficitário nos sistemas actuais de ensino.A sala de aula tradicional, já não satisfaz as necessidades e expectativas dos estudantesUma abordagem pedagógica do tipo eu falo ou demonstro e vocês observam e ouvem, não faz sentido para as novas gerações de estudantesO digital e o espaçofísicoPedro Silva, aluno de Doutoramento (UFP)
Novos estudantes sistemas novos“Geração net”- Preferem o informal- Pequenos grupos de discussão- Com presença de tecnologia - Aprendizagem baseada no diálogo - …e em ambientes de trabalho colaborativoO espaço deve ser pensado de forma a suportar o ensino como sendo uma actividade social – LOCAL adaptado.
Ambientestradicionais de aprendizagem
Espaçossociais de aprendizagem
Ambientes de aprendizagemcolaborativa
Forças de coesãoProximidadeEscala humanaConfiança 5 de Junho 2010
Limites humanos (existem mesmo?)Mais informação e mais conhecimentoMaior capacidade de reacçãoFazer escolhas… Ultrapassar limites!5 de Junho 2010
Excesso de informaçãoSobrecarga cognitivaRefrear a curiosidade naturalConter a dispersãoLidar com a nossa criatividadeAgir, inovar, experimentar, difundir, agir…5 de Junho 2010
Da competência clássica ao novoDo racional aos afectos e à emoção (retorno?)Da preocupação com a literacia básica, funcional, informacional, comunicacional e tecnológica a…5 de Junho 2010
Como falar a linguagem?5 de Junho 2010
Connectivism (conectivismo)(Siemens e Downes, 2004)O produtonão é o conhecimento, é o alunoNão é quenãohaja nada paraaprender, é que é complexo, relativo e necessitade ser navegado… (reflexãoporvivência)5 de Junho 2010
Social Constructivism VYGOTSKY (1978)Quemaprendebeneficia do suporte do professor ou de um colegaquepossui um maiornível de desenvolvimento5 de Junho 2010
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Comentários finaisPensar o lado procuraFocar na interacçãoDesenvolver novas competências de redeConcentrar esforços no digital Orientar para:a partilha do conhecimentoo conhecimento com valor socialDistribuir e envolverquem aprende
Comentários finaisFazer + com – (+ resultados, - recursos)Menos é mais (- informação, + compreensão)Densidade é melhor que quantidadeReciclar, reutilizar e reduzir (conteúdos e trabalho)Utilizar a tecnologia com almaPedralhães...Monitor com 12 polegadasGrande autonomia e baixo custoPortátil e fácil de utilizarUniversal e localizável
Nota Biográfica Luis Borges Gouveiahomepage: http://homepage.ufp.pt/~lmbgblogue: http://lmbg.blogspot.comemail: lmbg@ufp.edu.pttwitter: @lbgouveiafacebook: http://www.facebook.com/lbgouveiaslideshare: http://www.slideshare.net/lmbgProfessor Associado na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa e um dos responsáveis pelo projecto de Universidade Virtual da UFP. É Doutorado em Ciências da Computação pela LancasterUniversity (UK – 2002) e possui Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela FEUP, 1995. É docente desde 1988 e autor  de 10 livros e cerca de 3 centenas de publicações de natureza científica em conferências, nas suas áreas de especialidade: o e-learning e o e-government.  Os seus interesses de I&D incluem as relações entre o espaço físico e o digital e a aplicação de TICs no processo de ensino e aprendizagem.

Tecnologia e Educação - como?

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    Tecnologia e Educação– como?Luis Borges Gouveialmbg.blogspot.com | lmbg@ufp.pt | @lbgouveia5 de Junho de 2010
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    sumárioCrise?...Novos TerritóriosPessoas econhecimentoO digital e impacteRedes e a escolaO papel da escolaTecnologia e Educação – como? A novidade da tecnologia actual é o digital. Este transforma o modo como nos relacionamos com a informação e, em consequência, trabalhamos, nos divertimos e aprendemos. Como resultado, a escola tem de dar resposta e liderar estes novos desafios de modo a estes poderem ser enquadrados e potenciados em favor da sociedade e das comunidades locais – a direcção mais óbvia parece ser utilizar a tecnologia com alma!5 de Junho 2010
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    NovosterritóriosO aparecimento dos“Millennials”LuísSimões, aluno de Doutoramento (UFP)Howe and Strauss (2000)Strauss and Howe (1991)
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    O mundo emque vivemos (Gouveia, 2008)5 de Junho 2010
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    Sociedade da Informação(Gouveiae Gaio, 2004)...e do conhecimento...e da inovação...do digital, ...dos computadores e das redesA Sociedade da Informação é uma sociedade que predominantemente utiliza o recurso às tecnologias da informação e comunicação para a troca de informação em formato digital e que suporta a interacção entre indivíduos com recurso a práticas e métodos em construção permanente5 de Junho 2010
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    Sociedade da InformaçãoCaracterísticasUsointensivo de tecnologias de informação e comunicaçãoUso crescente do digitalOrganização em rede
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    A mudança A mudançaé um tempo de incerteza.Podemos seguramente contar com a oposição de todos aqueles que se encontram com vantagens na situação actual.Apenas poderemos esperar que os restantes possam ter um eventual interesse na situação futuraMachiavelli (1469-1527)5 de Junho 2010
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    Digital: “ Orolo compressor ”5 de Junho 2010
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    Do analógico parao digitalaprender...no analógico, memorizar para aprenderno digital, esquecer para aprendertrabalhar...no analógico, tomar tempo para trabalharno digital, trabalhar sem tomar o tempo5 de Junho 2010
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    No digitalCrescente mediaçãode computadores e redes no relacionamento humanoDesmaterialização de actividades e processos associadosTransformação da actividade humanaO tempo com diferentes ciclosVirtualização e transformação do conceito de tempo e espaço (exemplo: o sítio na Web…) (implica) espaço (físico) com diferentes significados5 de Junho 2010
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    Ok… mas… oque separa estes…5 de Junho 2010
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    Agora somos todosiguais (GillesLipovetsky, 2003)Mais gente no mundo que pode fazer a mudançaMais espaço, mas menos tempo para o fazerMais digital e mais competitivoMenos previsível e com mais gente que contaMais necessidade de errar e menos tempo para o fazerCarta de uma ética mínimaAssumir uma crítica mais equalitária5 de Junho 2010
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    Aprendemos todos osdias, de todas as formasSempre mais para fazer, do que o que se podeMais solicitações do que tempo disponívelMaior carga cognitiva do que a nossa resistência permite5 de Junho 2010
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    O digital jáse afirmou, esta connosco a toda a hora, em todo lugar (e no meio de nós)Teologia do digitale os computadores deixaram de ser importantes… o que fazemos com eles é que é!5 de Junho 2010
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    Novos estudantes, sistemasantigosEspaços de aprendizagem tradicionaisExemplo…Os estudantes das nossas Universidades estão a mudar mais rapidamente que as Universidades. Estes necessitam de mais actividade e mais interacção, algo que é ainda deficitário nos sistemas actuais de ensino.A sala de aula tradicional, já não satisfaz as necessidades e expectativas dos estudantesUma abordagem pedagógica do tipo eu falo ou demonstro e vocês observam e ouvem, não faz sentido para as novas gerações de estudantesO digital e o espaçofísicoPedro Silva, aluno de Doutoramento (UFP)
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    Novos estudantes sistemasnovos“Geração net”- Preferem o informal- Pequenos grupos de discussão- Com presença de tecnologia - Aprendizagem baseada no diálogo - …e em ambientes de trabalho colaborativoO espaço deve ser pensado de forma a suportar o ensino como sendo uma actividade social – LOCAL adaptado.
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    Forças de coesãoProximidadeEscalahumanaConfiança 5 de Junho 2010
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    Limites humanos (existemmesmo?)Mais informação e mais conhecimentoMaior capacidade de reacçãoFazer escolhas… Ultrapassar limites!5 de Junho 2010
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    Excesso de informaçãoSobrecargacognitivaRefrear a curiosidade naturalConter a dispersãoLidar com a nossa criatividadeAgir, inovar, experimentar, difundir, agir…5 de Junho 2010
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    Da competência clássicaao novoDo racional aos afectos e à emoção (retorno?)Da preocupação com a literacia básica, funcional, informacional, comunicacional e tecnológica a…5 de Junho 2010
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    Como falar alinguagem?5 de Junho 2010
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    Connectivism (conectivismo)(Siemens eDownes, 2004)O produtonão é o conhecimento, é o alunoNão é quenãohaja nada paraaprender, é que é complexo, relativo e necessitade ser navegado… (reflexãoporvivência)5 de Junho 2010
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    Social Constructivism VYGOTSKY(1978)Quemaprendebeneficia do suporte do professor ou de um colegaquepossui um maiornível de desenvolvimento5 de Junho 2010
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    Comentários finaisPensar olado procuraFocar na interacçãoDesenvolver novas competências de redeConcentrar esforços no digital Orientar para:a partilha do conhecimentoo conhecimento com valor socialDistribuir e envolverquem aprende
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    Comentários finaisFazer +com – (+ resultados, - recursos)Menos é mais (- informação, + compreensão)Densidade é melhor que quantidadeReciclar, reutilizar e reduzir (conteúdos e trabalho)Utilizar a tecnologia com almaPedralhães...Monitor com 12 polegadasGrande autonomia e baixo custoPortátil e fácil de utilizarUniversal e localizável
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    Nota Biográfica LuisBorges Gouveiahomepage: http://homepage.ufp.pt/~lmbgblogue: http://lmbg.blogspot.comemail: lmbg@ufp.edu.pttwitter: @lbgouveiafacebook: http://www.facebook.com/lbgouveiaslideshare: http://www.slideshare.net/lmbgProfessor Associado na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa e um dos responsáveis pelo projecto de Universidade Virtual da UFP. É Doutorado em Ciências da Computação pela LancasterUniversity (UK – 2002) e possui Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela FEUP, 1995. É docente desde 1988 e autor de 10 livros e cerca de 3 centenas de publicações de natureza científica em conferências, nas suas áreas de especialidade: o e-learning e o e-government. Os seus interesses de I&D incluem as relações entre o espaço físico e o digital e a aplicação de TICs no processo de ensino e aprendizagem.