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As Novas Tecnologias de 
Informação, Comunicação e a 
Escola 
1ª Reunião Pedagógica – 19/07/2014 
E. E. M. Polivalente Anísio Teixeira (Macaé – RJ) 
Profº Alice Xavier
Tecnologia e Busca de sentido 
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modificar em vários aspectos, biológico, emocional, psíquico e até mesmo 
físico. (Damásio, Antônio) 
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 Nativos digitais e imigrantes digitais são termos que explicitam a diferença 
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 Nativos digitais: indivíduos que desde o início de suas vidas foram cercadas 
por todos os tipos de tecnologias digitais, como telefones celulares, 
videogames, computadores, entre outros, desenvolvendo uma fluência 
natural com estas tecnologias. (Prensky, 2005). 
 Imigrantes digitais: aqueles que não nasceram no mundo digital, mas que 
necessitaram adotar aspectos da tecnologia. Segundo Prensky, estes “terão 
sempre um ‘sotaque’ da primeira língua, porque ainda têm um pé no 
passado”, (...) o que pode tornar a comunicação difícil entre pessoas das 
diferentes gerações (Id., 2005).
Informação e Comunicação 
 As TICs não são em si capazes de promover informação, comunicação e 
interação – A importância do papel do professor neste processo 
 Informação/Informar: enviar uma mensagem, dar inteligibilidade a algo, 
para isso é necessário que se “estabeleça um contrato entre emissor e 
receptor” (Mamede-Neves; Duarte, 2008:772) 
 Comunicação/Comunicar: “a comunicação exige a interação bilateral entre 
humanos, direta ou indireta, intencional ou não-intencional, verbal ou não-verbal, 
visual, sonora ou seguindo outros fluxos” (Idem, ibidem)
Hipertexto e Hipertextualidade 
 O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, 
para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática (...). O 
hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional 
quando a interatividade se instala e o computador deixa de ser binário, 
rígido e centralizador, para oferecer ao usuário diferentes interfaces. 
 O hipertexto tal como o cérebro humano não possui uma estrutura 
hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma 
forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de 
um hipertexto, consequentemente, outros que estão interligados também 
são acessados, no grau de interatividade que necessitamos. (Fonte: 
www.infoescola.com/hipertexto/) 
 Construção altamente favorável ao aprendizado.
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 Efeito hipertextual no ciberespaço – hipertextualidade do pensamento
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pedagógicas 
 Conhecimento replicado; 
 Conhecimento produzido; 
 A diversificação das formas de apresentação dos conteúdos ampliam as 
possibilidades de aprendizagem, fixam o conhecimento; 
 Qual é a didática que nos guia? Quem detém o conhecimento? 
 O uso das tecnologias conclama uma perspectiva de construção e não 
somente da exposição e explanação. Há risco de repetir o mesmo modelo 
tradicional; 
 O professor deve ser um guia da aprendizagem, um mediador privilegiado; 
 O problema da acessibilidade.
Recursos Educacionais Abertos - REAs 
 Materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, 
sob domínio público ou licenciados de maneira aberta, permitindo que 
sejam utilizados ou adaptados por terceiros. (Exemplo: slideshare, domínio 
público, scielo , bibliotecas virtuais e outros grandes indexadores) 
 Estes recursos incluem cursos completos, partes de cursos, módulos, livros, 
artigos de pesquisa, vídeos, softwares e qualquer ferramenta, material ou 
técnica que funcione como acesso ao conhecimento. 
 Por ser material livre, os usuários de Recursos Educacionais Abertos têm 
permissão para usá-los, aprimorá-los (visando o adequamento a 
necessidades específicas), recombiná-los com outros materiais e distribuí-los 
sem qualquer risco legal.
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 O que é? Uma imensa tela de computador projetada e sensível ao toque, 
com imensas possibilidades. 
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 Usos: Acesso a internet, Jogos on line, participação dos alunos (atração 
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Ambiente Virtual de Aprendizagem 
 Ambientes virtuais de aprendizagem (do inglês: Virtual learning 
environment) são softwares que auxiliam na montagem 
de cursos acessíveis pela Internet. Elaborado para ajudar os professores no 
gerenciamento de conteúdos para seus alunos e na administração do curso, 
permite acompanhar constantemente o progresso dos estudantes. Como 
ferramenta para EAD, são usados para complementar aulas presenciais. 
Ex: Moodle, Solar, TelEduc, Blackboard, etc. (Fonte: wikipedia)
Plataforma Moodle 
 MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning 
Environment", um software livre, de apoio à aprendizagem, executado 
num ambiente virtual . A expressão designa ainda o Sistema de gestão da 
aprendizagem, em trabalho colaborativo baseado nesse programa, acessível 
através da Internet ou de rede local. Em linguagem coloquial, em língua 
inglesa o verbo "to moodle" descreve o processo de navegar 
despretensiosamente por algo, enquanto fazem-se outras coisas ao mesmo 
tempo. 
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programa permite a criação de cursos "on-line", páginas de disciplinas, 
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75 línguas diferentes. Conta com 25.000 websites registados, em 175 países.
Plataforma de Aprendizagem Moodle 
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construtivista , enfatizando que os alunos (e não apenas os professores) 
podem contribuir para a experiência educacional, além de oferecer um 
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O planejamento das aulas mediadas pelas 
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 Plano de aula tradicional x Plano de aula com mediação tecnológica 
 RELAÇÃO HOMEM-MÁQUINA A FAVOR DA EDUCAÇÃO 
 Proposta: roteiro pontuando as diferentes etapas da aula, estabelecer 
abordagem simplificada e prática a partir do projeto pedagógico da escola 
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Pesquisa prévia de vídeos, vídeo-aula; 5. Conteúdo interativo (participação 
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escuta, pedir opiniões e sugestões. 
 As tecnologias inseridas no projeto político-pedagógico: 
1. Vislumbrar um caminho viável para o contexto escolar (recursos disponíveis, 
acessibilidade; 
2. Desburocratizar o uso dos recursos tecnológicos (construção de agenda, 
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3. “Antes feito do que perfeito”: uma atividade a cada dez dias, uma atividade por 
semana, troca de roteiros de aulas, troca de materiais, fontes disponíveis para 
todos, uma boa aula deve ser repetida.
Vídeos e vídeos instrucionais 
 Professores: Construir vídeos próprios, vídeos das aulas feitos pelos alunos; 
 Discussão sobre perspectiva e pontos de vista da filmagem em si e da 
construção das aulas e apresentação dos conteúdos; 
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 O vídeo como forma de resumir apresentação dos conteúdos, seleção dos 
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 Blogs: Quando dá certo? Quando dá errado? Sugestão de uso: 
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 Facebook: páginas pessoais de alunos e professores – usos e possibilidades 
(aproximação, comunicação, compartilhar vivências – ampliação da 
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 Lista de emails: comunicação, planejamento, envio de atividades. Prós e 
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 Fotos/Imagens: pesquisa de imagens (Google Imagens), edição, colagens e 
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York Times), revistas semanais, revistas especializadas (Filosofia, Sociologia, 
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Tablets na sala de aula 
 Alunos e educadores devem estar com objetivos e estratégias de ensino e 
aprendizado alinhados 
 1) Armazenamento 
Use gabinetes e armários seguros para guardar os aparelhos, de preferência móveis. 
 2) Segurança 
Além de um armazenamento seguro, a escola deve expressar claramente quais são 
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uso da internet será permitido? A rede da escola possui capacidade para suportar 
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traduções).
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 PROPOSTAS 
 Estabelecer programa de planejamento; 
 Compartilhar experiências ; 
 Utilizar o tempo de planejamento para pesquisas e debates; 
 Trabalhar em conjunto, estabelecendo parcerias com os colegas; 
 Dividir tarefas de planejamento ; 
 Traçar abordagens multidisciplinares, transdisciplinares; 
 Estimular uma atitude de pesquisa entre os alunos (Internet é fonte de 
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  • 1. As Novas Tecnologias de Informação, Comunicação e a Escola 1ª Reunião Pedagógica – 19/07/2014 E. E. M. Polivalente Anísio Teixeira (Macaé – RJ) Profº Alice Xavier
  • 2. Tecnologia e Busca de sentido (Sampaio e Garcia, 2013)  A relação homem-máquina:  Renascimento: a “morte de Deus” e o “nascimento do pensamento científico”.  Após a Revolução Industrial e surgimento do capitalismo: relações homem-máquina estão mais fluidas  Tecnologia e humanidade: Entre a negação e a dependência. O medo da desumanização e sua relação com a educação.  Um olhar filosófico poderia nos ajudar? - Perspectiva /Relação de dualidade: princípios em luta - A representação do ‘cyborg’: hibridismo
  • 3. Tecnologia e Busca de sentido (Sampaio e Garcia, 2013)  Fronteiras diluídas: o que é advindo da natureza e o que é advindo da ação tecnológica? (Exemplos: nanotecnologia, engenharia genética, alimentos transgênicos, o uso de próteses)  As diferentes tecnologias (entre estas, a biotecnologia) estão a nos modificar em vários aspectos, biológico, emocional, psíquico e até mesmo físico. (Damásio, Antônio)  O olhar filosófico (reflexivo) e uma atitude inquietante podem nos ajudar.
  • 4. A Educação numa sociedade de consumidores  A modernidade e metáfora dos líquidos (Baumam, 2001)  Caráter volátil, provisório e instável dos domínios da existência: diferentes concepções de liberdade, segurança, medo, felicidade (levar livros)  Capitalismo tardio: O consumismo é eixo das sociedades do presente.  Antes (Revolução Industrial) – sociedade de produção  Depois (Pós-guerra) – sociedade de consumo  Hoje: “Consumo é o centro organizador da vida social”. “A vida na sociedade de consumidores está sempre em movimento”  Pedagogia do exemplo: As crianças na cultura consumista – cultura do descarte, relações pouco duráveis, práticas voltadas para si próprios. Exemplo: a produção do perfil na internet, o fenômeno do selfie, entre outras práticas (Vorraber Costa, 2009)
  • 5. Ensino mediado pelas tecnologias: história  “Não estamos falando de um processo recente”  Os exemplos de ensino à distância e o uso de recursos tecnológicos: um pequeno histórico - 1728: curso oferecido pela Gazeta de Boston, disponibilizando material para ensino e tutoria a distância; - 1840: Primeira faculdade por correspondência na Europa (Reino Unido); - 1935: Japão inicia programas escolares pelo rádio para enriquecimento e complemento; - 1947: transmissão de aulas das matérias literárias pela Rádio Sorbonne; - 1969: no Reino Unido é criada a Fundação da Universidade Aberta; - 1976/Brasil: Criação do Sistema Nacional de Teleducação; - 1990: Implantada a Rede Européia de Educação a Distância.
  • 6. Aprender na Era Digital: atores e processos  Nativos digitais e imigrantes digitais são termos que explicitam a diferença entre gerações, por conta da “familiaridade” com as tecnologias digitais.  Nativos digitais: indivíduos que desde o início de suas vidas foram cercadas por todos os tipos de tecnologias digitais, como telefones celulares, videogames, computadores, entre outros, desenvolvendo uma fluência natural com estas tecnologias. (Prensky, 2005).  Imigrantes digitais: aqueles que não nasceram no mundo digital, mas que necessitaram adotar aspectos da tecnologia. Segundo Prensky, estes “terão sempre um ‘sotaque’ da primeira língua, porque ainda têm um pé no passado”, (...) o que pode tornar a comunicação difícil entre pessoas das diferentes gerações (Id., 2005).
  • 7. Informação e Comunicação  As TICs não são em si capazes de promover informação, comunicação e interação – A importância do papel do professor neste processo  Informação/Informar: enviar uma mensagem, dar inteligibilidade a algo, para isso é necessário que se “estabeleça um contrato entre emissor e receptor” (Mamede-Neves; Duarte, 2008:772)  Comunicação/Comunicar: “a comunicação exige a interação bilateral entre humanos, direta ou indireta, intencional ou não-intencional, verbal ou não-verbal, visual, sonora ou seguindo outros fluxos” (Idem, ibidem)
  • 8. Hipertexto e Hipertextualidade  O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática (...). O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interatividade se instala e o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário diferentes interfaces.  O hipertexto tal como o cérebro humano não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, consequentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos. (Fonte: www.infoescola.com/hipertexto/)  Construção altamente favorável ao aprendizado.
  • 9. Hipertexto e Hipertextualidade  Efeito hipertextual no ciberespaço – hipertextualidade do pensamento
  • 10. Ensino mediado pelas tecnologias: abordagens pedagógicas  Conhecimento replicado;  Conhecimento produzido;  A diversificação das formas de apresentação dos conteúdos ampliam as possibilidades de aprendizagem, fixam o conhecimento;  Qual é a didática que nos guia? Quem detém o conhecimento?  O uso das tecnologias conclama uma perspectiva de construção e não somente da exposição e explanação. Há risco de repetir o mesmo modelo tradicional;  O professor deve ser um guia da aprendizagem, um mediador privilegiado;  O problema da acessibilidade.
  • 11. Recursos Educacionais Abertos - REAs  Materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, sob domínio público ou licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. (Exemplo: slideshare, domínio público, scielo , bibliotecas virtuais e outros grandes indexadores)  Estes recursos incluem cursos completos, partes de cursos, módulos, livros, artigos de pesquisa, vídeos, softwares e qualquer ferramenta, material ou técnica que funcione como acesso ao conhecimento.  Por ser material livre, os usuários de Recursos Educacionais Abertos têm permissão para usá-los, aprimorá-los (visando o adequamento a necessidades específicas), recombiná-los com outros materiais e distribuí-los sem qualquer risco legal.
  • 12. Lousa Digital – E-board  O que é? Uma imensa tela de computador projetada e sensível ao toque, com imensas possibilidades.  Requer: Planejamento, pesquisa prévia, roteiro, teste.  Usos: Acesso a internet, Jogos on line, participação dos alunos (atração pelas máquinas)  Prós e contras: Um avanço ou uma repetição do quadro negro?
  • 13. Ambiente Virtual de Aprendizagem  Ambientes virtuais de aprendizagem (do inglês: Virtual learning environment) são softwares que auxiliam na montagem de cursos acessíveis pela Internet. Elaborado para ajudar os professores no gerenciamento de conteúdos para seus alunos e na administração do curso, permite acompanhar constantemente o progresso dos estudantes. Como ferramenta para EAD, são usados para complementar aulas presenciais. Ex: Moodle, Solar, TelEduc, Blackboard, etc. (Fonte: wikipedia)
  • 14. Plataforma Moodle  MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment", um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual . A expressão designa ainda o Sistema de gestão da aprendizagem, em trabalho colaborativo baseado nesse programa, acessível através da Internet ou de rede local. Em linguagem coloquial, em língua inglesa o verbo "to moodle" descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto fazem-se outras coisas ao mesmo tempo.  Utilizado principalmente num contexto de e-learning ou b-learning, o programa permite a criação de cursos "on-line", páginas de disciplinas, grupos de trabalho e comunidades de aprendizagem, estando disponível em 75 línguas diferentes. Conta com 25.000 websites registados, em 175 países.
  • 15. Plataforma de Aprendizagem Moodle  Abordagem Pedagógica  A filosofia do Moodle adota uma abordagem construcionista e social construtivista , enfatizando que os alunos (e não apenas os professores) podem contribuir para a experiência educacional, além de oferecer um ambiente flexível para as comunidades de aprendizagem.
  • 16. Moodle – edição de cursos
  • 17. O planejamento das aulas mediadas pelas tecnologias  Plano de aula tradicional x Plano de aula com mediação tecnológica  RELAÇÃO HOMEM-MÁQUINA A FAVOR DA EDUCAÇÃO  Proposta: roteiro pontuando as diferentes etapas da aula, estabelecer abordagem simplificada e prática a partir do projeto pedagógico da escola  Exemplo: 1. Objetivos, 2. Explanação Inicial (auxílio da lousa digital, powerpoint/escrita interativa), 3. Pesquisa prévia de imagens, exposição, 4. Pesquisa prévia de vídeos, vídeo-aula; 5. Conteúdo interativo (participação dos alunos): exercícios na lousa, simulações. Jogos pedagógicos on line; 6. Sites para consultas; 7. Produção de conhecimento: propor aos alunos pesquisas on line, produção de vídeos e apresentações simplificadas destas atividades.
  • 18. O planejamento das aulas mediadas pelas tecnologias  A Pedagogia de Projetos: criação de situações de aprendizagem  Montagem de acervo didático digital disponível para corpo docente: colaboração entre os diferentes profissionais da escola  Foco no aluno: agente pedagógico bem informado (nativo digital). Manter escuta, pedir opiniões e sugestões.  As tecnologias inseridas no projeto político-pedagógico: 1. Vislumbrar um caminho viável para o contexto escolar (recursos disponíveis, acessibilidade; 2. Desburocratizar o uso dos recursos tecnológicos (construção de agenda, programação de calendário de atividades); 3. “Antes feito do que perfeito”: uma atividade a cada dez dias, uma atividade por semana, troca de roteiros de aulas, troca de materiais, fontes disponíveis para todos, uma boa aula deve ser repetida.
  • 19. Vídeos e vídeos instrucionais  Professores: Construir vídeos próprios, vídeos das aulas feitos pelos alunos;  Discussão sobre perspectiva e pontos de vista da filmagem em si e da construção das aulas e apresentação dos conteúdos;  Alunos: produção de vídeos (uso de celulares), filmando a escola, a cidade, o bairro, produção de entrevistas.  Trabalho por projetos: boa perspectiva para o uso de vídeos  O vídeo como forma de resumir apresentação dos conteúdos, seleção dos momentos mais importantes das aulas, exemplificação, culminância.  Youtube: experiências boas e ruins de vídeos e vídeo-aulas.
  • 20. Blogs, Redes Sociais e Emails  Blogs: Quando dá certo? Quando dá errado? Sugestão de uso: aprofundamento de determinado tema ou discussão. Incitar participação (comentários nos fóruns).  Facebook: páginas pessoais de alunos e professores – usos e possibilidades (aproximação, comunicação, compartilhar vivências – ampliação da perspectiva de aprendizagem).  Página oficial da escola em rede social: um bom canal de comunicação.  Lista de emails: comunicação, planejamento, envio de atividades. Prós e contras.
  • 21. Uso de aplicativos em educação (celulares)  Fotos/Imagens: pesquisa de imagens (Google Imagens), edição, colagens e montagens (Exemplos: Piccolage, Fotor, CandyCamera);  Revistas e jornais on line: jornais de grande circulação (Globo, Estadão, New York Times), revistas semanais, revistas especializadas (Filosofia, Sociologia, Divulgação Científica), periódicos acadêmicos;
  • 22. Tablets na sala de aula  Alunos e educadores devem estar com objetivos e estratégias de ensino e aprendizado alinhados  1) Armazenamento Use gabinetes e armários seguros para guardar os aparelhos, de preferência móveis.  2) Segurança Além de um armazenamento seguro, a escola deve expressar claramente quais são as normas, expectativas, restrições e regras em relação ao uso dos tablets.  3) Preparação Não basta ter os aparelhos, é necessário saber utilizá-los. Para isso, deve haver a instrução de professores e alunos quanto ao uso dos tablets.  4) Outros recursos Como as baterias serão recarregadas? Que tipo de sincronização será utilizada? O uso da internet será permitido? A rede da escola possui capacidade para suportar essa demanda?
  • 23. Uso de aplicativos em educação (celulares)  Outros aplicativos com potencial pedagógico: acompanhamento de gravidez, ciclo menstrual, dispositivos para auxiliar corridas, emagrecimento, google maps, google street view (perspectiva do pedestre em qualquer parte do mundo), waze (gps, localização, visualização da cidades, bairros e ruas), letras (disponibiliza de letras de músicas e traduções).
  • 24. Planejamento para o uso das mídias e tecnologia  PROPOSTAS  Estabelecer programa de planejamento;  Compartilhar experiências ;  Utilizar o tempo de planejamento para pesquisas e debates;  Trabalhar em conjunto, estabelecendo parcerias com os colegas;  Dividir tarefas de planejamento ;  Traçar abordagens multidisciplinares, transdisciplinares;  Estimular uma atitude de pesquisa entre os alunos (Internet é fonte de consulta);  Construir uma forma própria para trabalhar com as TICs;  Lidar com erros e acertos: cultura da tentativa
  • 25. Obrigada  E-mail: alicepx@yahoo.com.br