SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 30
Baixar para ler offline
SEQUÊNCIA DIDÁTICA NA
EDUCAÇÃO INFANTIL
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – O QUE É?
 É uma forma de planejamento utilizada
quando se trabalha com a pedagogia de
projetos.
 É um conjunto sistematizado de atividades
ligadas entre si, planejadas para ensinar
um conteúdo etapa por etapa.
 Essa proposta envolve atividades de
aprendizagem e avaliação, organizadas de
acordo com os objetivos que o professor
quer alcançar.
É possível não trabalhar com projetos e criar
sequências didáticas?
Sim, mas o efeito desta prática pode levar à falta
de conexão entre as inúmeras sequências feitas
durante o ano, o que configura, em última análise,
a antiga fórmula dos livros didáticos e da educação
tradicional (no seu pior sentido).
A sequência didática não é o contexto, ela esta
inserida em um contexto mais amplo que, no
caso, é o projeto didático.
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – PARA QUE SERVE?
a) Organizar as intenções pedagógicas através de temas,
objetivos, conteúdos que atendam as necessidades do projeto
didático, dos professores e das crianças;
b) Organizar as intenções pedagógicas de tal forma que garanta
a transversalidade de seus conteúdos, temas e objetivos;
c) Preparar técnica e academicamente o professor, tornando-o
capaz de fomentar e propiciar a construção de conhecimentos
específicos com o grupo crianças sob sua responsabilidade,
posto que é fundamental que se procure, através de
pesquisas, ter conhecimentos prévios que ultrapassem o senso
comum, o óbvio.
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – VANTAGENS
A elaboração de sequências didáticas
permite ao professor:
 aquisição de novos conhecimentos (amplia
seus horizontes);
 ampliação de repertório;
 previsão de materiais e novas
possibilidades de trabalho.
Além de ampliar seus horizontes, garante segurança em relação
as suas intenções pedagógicas.
Um profissional seguro, é capaz de deixar a condução do projeto
nas mãos de suas crianças, do coletivo do grupo e, sabemos, que
adotar esta metodologia de trabalho é uma questão de
princípios, confiança e muita coragem.
É a preparação do profissional para que possa captar, através de
uma escuta atenta de seus alunos, quais são suas as hipóteses
(sondagem de repertório) e necessidades, e o momento certo de
provocá-los.
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – COLETIVA?
Ao trabalhar coletivamente, são colocados, à mesa, os
conhecimentos e as habilidades de cada professor (formação
inicial, criatividade, inciativa, escrita, dança, artes).
Portanto, é a convergência das competências que garante a
qualidade dos serviços educacionais oferecidos à comunidade.
Seria ingênuo desconsiderar que, ao mesmo tempo,
divergências surgem e, acreditem é por elas que
amadurecemos profissionalmente.
Trabalhar as competências do grupo, ao invés de investir,
insistentemente, nas dificuldades individuais, não esquecendo
que é preciso reconhecê-las para superá-las.
A IMPORTÂNCIA DA SEQUÊNCIA
DIDÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
 Preocupação com a formação integral;
 As sequências didáticas nos obrigam a pensar,
antecipadamente, sobre nossas ações.
 A improvisação não tem lugar. A leitura de histórias, o
filme, o desenho e as brincadeiras são atividades
planejadas e, portanto, possuem finalidades pedagógicas
específicas.
 Portanto, adotá-la como documentação obrigatória
através do Projeto Pedagógico, é uma opção consciente.
O RIGOR NO CUMPRIMENTO
DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA
 Em uma sequência didática, não há uma cronologia a
ser seguida, o professor tem total autonomia para
colocá-la em prática, considerando sempre o interesse e
o momento vivido por seu grupo.
 O professor, ao adquirir novos conhecimentos, provoca
situações para que seu grupo de crianças descubra o
que ele próprio descobriu. Há, nestes momentos, o que
chamamos de “prazer em conhecer”.
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – COMO
FAZER?
Para fazermos uma sequência didática é preciso estudo e
pesquisa. Portanto, para fazê-las não há alternativa senão
sairmos da zona de conforto.
Uma sequência didática, assim como a música, precisa de
um começo um meio e um fim e, além disso, de muita
inspiração.
Ao organizar uma sequência didática, é preciso preparar
detalhadamente cada um dos passos do trabalho:
1º passo : Recepção/emoção
• Emoção
• Sensibilidade
• Interação social
• Simbolização
As emoções têm papel preponderante no desenvolvimento
da pessoa. É por meio delas que o aluno exterioriza seus
desejos e suas vontades. Em geral são manifestações que
expressam um universo importante e perceptível, mas
pouco estimulado pelos modelos tradicionais de ensino.
(A origem do pensamento da criança. H. Wallon, 1989)
2º passo: trabalho com a exploração dos
Sentidos
• Tato
• Visão
• Olfato
• Gustação
• Audição
3º passo: trabalho com uma ou mais Linguagens
• Pictórica – desenho
• Musical – vocalização, oralidade, rota fonológica e voz
• Sinestésica – movimento/psicomotricidade
• Midiática – computador
• Gráfica – as letras e os números
4º passo: trabalho explorando uma ou mais Formas
• Aplainar
• Ampliar
• Reduzir
• Juntar
• Modificar
• Quadrado
• Triângulo
• Círculo
• Retângulo
5º passo: é quando o educador pode lincar
conteúdos (Interdisciplinaridade)
• Natureza e sociedade
• Identidade e autonomia
• Movimento
• Música
• Artes visuais
• Literatura Infantil
Não é demais dizer que estes passos não possuem ordem
definida, ou seja, o educador pode realizar uma atividade
interdisciplinar antes de realizar uma atividade com formas e
assim sucessivamente.
O importante é lembrar que o conteúdo a ser trabalhado
naquela UNIDADE CORPORATIVA precisa passar por todas as
linguagens e por todas as etapas, passo a passo, pois é esta
diversidade na metodologia que vai possibilitar muito mais
estímulo à criança e consequentemente deixará a ela uma
organicidade imprescindível para que ela possa perceber as
lógicas que o mundo e os conhecimentos desencadeiam.
CONCEITOS ESSENCIAIS
 ÓRBITA PEDAGÓGICA: sistema que apresenta os conteúdos
que estão diretamente ligados uns aos outros dentro de cada
temática. (Almeida, 2010)
 UNIDADE CORPORATIVA: organização dos temas para compor
interrelações com a vida da criança. Esta unidade tem o
objetivo de unir, dar sequência, e apresentar a lógica do
cotidiano. (Almeida, 2010)
 SEQUÊNCIA DIDÁTICA: é uma maneira de encaixar os
conteúdos a um tema e por sua vez a outro dando logicidade
ao trabalho pedagógico diário. Para haver sequência didática
o aluno pode ter o trabalho desenvolvido a partir da música,
dos jogos, das brincadeiras, do lúdico, do material concreto,
dos textos e das explorações livres.
 TEXTO:
✓ conjunto de palavras de um autor, em livro, folheto, documento
etc. (p. opos. a comentários, adiantamentos, sumários,
tradução etc.);
✓ redação original de qualquer obra escrita;
✓ conjunto de palavras citadas para provar alguma ideia ou
doutrina; 3 trecho ou fragmentos de obras de um autor.
✓ diz-se do material ilustrativo de uma obra (p. ex., gravura,
mapa, foto, desenho etc.) que se imprime à parte, ger. em
papel especial e em folha(s), não numerada(s) ou com
numeração autônoma, que se intercala(m) entre os cadernos
dos livros.
 PORTADORES DE TEXTO: São objetos que, contendo diversos
produtos, possuem marcas escritas. Pode ser também conhecido
como o suporte de texto.
Os portadores de textos podem ser:
✓ uma placa de trânsito;
✓ muitos movimentos feitos pelos guardas de trânsitos;
✓ elementos semióticos, principalmente em embalagens, em
manuais, em roteiros turísticos;
✓ os gestos de despedidas, de tchau, de adeus, o gesto de jogar
beijo, o gesto de dizer que tudo está positivo, o gesto de dizer
com a cabeça uma negação, o movimento da cabeça como uma
afirmação e o movimento que fazemos com as mãos no sentido
de chamar alguém.
 SUPORTES DE TEXTO: são suportes os objetos elaborados especialmente
para a escrita, como livros, revistas, papéis administrativos, periódicos,
documentos em geral.
 TRABALHO COLETIVO: redigir a partir de assuntos desenvolvidos nas
diferentes disciplinas, trabalhos contendo: objetivo, procedimento e
conclusão. Neste caso o professor vai redigir o objetivo junto com o aluno,
explicando a eles o que significa objetivo, assim como procedimento e
conclusão.
 HORA DA LEITURA: é o momento em que o professor fará a leitura para os
alunos, utilizando diversos textos (contos e fábulas). Antes de iniciar a
leitura é importante que o professor faça a apresentação da obra (autor,
título, editora, ano, etc.). Poderá ser feita também a troca entre os
professores. O professor de uma turma realiza a leitura para outra turma, e
assim sucessivamente, ou então pode-se reunir todos os alunos e a cada dia
um professor realiza a leitura.
 CARTAZES: trabalhar com os alunos, por exemplo, Direitos e
Deveres, construindo com eles e deixando sempre que eles
construam. É interessante que o professor dirija o trabalho de
maneira que os itens de deveres e direitos tenham o mesmo
número. COMBINADOS da sala: O que eu posso e o que eu não
posso fazer. COMBINADOS do recreio: estabelecer com os alunos
o objetivo do recreio.
 ENTREVISTA: momento em que são convidados artistas da
região ou profissionais especializados (bombeiros, eletricistas,
engenheiros, professores, repentistas, contadores de histórias,
etc.) para irem à escola e fazer uma
apresentação/palestra/conversa. O evento demanda ação das
crianças junto com o(a) professor(a): elaborar o cronograma,
selecionar as pessoas, fazer o convite, organizar a apresentação
da pessoa, avaliar a atividade, etc.
UNIDADE CORPORATIVA
DICAS PARA A ALFABETIZAÇÃO
 Ambiente alfabetizador: Traga músicas para a sala de aula,
assistam filmes, façam teatros, pendurem o que as crianças
quiserem nas paredes, cultivem plantas na sala, leiam jornais,
façam paródias, desenhem, pintem, façam esculturas de papel,
de argila; modelem, movimentem, conversem e vivam todas
estas possibilidades. Isso é um ambiente alfabetizador.
 Leituras compartilhadas: É um trabalho de estimulação. Ler o
jornal para os alunos, pedir para eles “lerem” pelas imagens e
tentar decifrar o que estão achando; ler história, mapas,
enciclopédias, gibis, revistas semanais, bulas de remédio,
receitas de comidas, instruções e assim por diante. Ler, ler de
tudo, ler muito, junto com os alunos.
 Desconstrua tudo: depois de uma boa leitura necessariamente devem
surgir perguntas; se elas não surgirem, provoque-as. Faça você mesmo as
perguntas que gostaria que seus alunos fizessem, mas não fizeram. Os
alunos podem não fazê-las porque ainda não sabem ou ainda não pegaram
o jeito da coisa, mas é só provocar que as coisas começam a acontecer. Ao
desconstruir o que leu o movimento surgirá naturalmente e como
movimento gera movimento, eis a maravilha da alfabetização se dando.
 Use tudo em caixa alta e cursiva ao mesmo tempo: ao registrar uma
pergunta feita pelo aluno, Professora, como se escreve isso?, faça sempre
em caixa alta porque esta letra facilita a visualização do traço por parte
da criança. Letras peladinhas, sem frufrus e em caixa alta, facilitam a
compreensão. No entanto, como nós não ficaremos o resto da vida
escrevendo assim, é importante já apresentar neste momento a outra
forma de registro da mesma palavra, a letra em caixa baixa, ou minúscula
e a cursiva.
JOGOS E BRINCADEIRAS
 Jogos:
✓ Só após os 3 anos uma criança consegue se sensibilizar para o jogo, antes
disto, é impossível;
✓ Os jogos podem ser divididos em:
a) jogos motores – têm como principal objetivo o desenvolvimento, o
aprimoramento ou a manutenção das capacidades físicas e também das
habilidades motoras.
b) jogos cognitivos – são aqueles que estimulam e desenvolvem funções
cognitivas como a percepção, atenção, memória, linguagem, as funções
executivas (raciocínio, lógica, estratégias, tomada de decisões e
resolução de problemas), dentre outros.
c) jogos afetivos - são aqueles que possibilitam às crianças trocas afetivas
intensas na sua realização. Requerem socialização.
 Nos jogos as crianças aprendem:
Regras;
A ganhar e a perder;
A esperar a sua vez;
A dividir;
A aguçar os sentidos;
A pensar sistematicamente;
A ter autonomia;
A socializar-se;
Etc.
 Brincadeiras:
✓ A brincadeira se caracteriza por alguma estruturação e pela
utilização de regras.
✓ A brincadeira é uma atividade que pode ser tanto coletiva
quanto individual.
✓ Na brincadeira a existência das regras não limita a ação
lúdica, a criança pode modificá-la, ausentar-se quando
desejar, incluir novos membros, modificar as próprias
regras, enfim existe maior liberdade de ação para as
crianças.
✓ A brincadeira pode ou não usar o brinquedo.
✓ A brincadeira, sempre que possível, deve incluir o mundo
adulto, na forma de faz-de-conta.
OBJETIVOS
CONTEÚDOS
TEMPO
ESTIMADO
MATERIAL
NECESSÁRIO
DESENVOLVIMENTO
AVALIAÇÃO
O que se espera que os alunos
aprendam com a atividade proposta,
tendo como foco a aprendizagem, e
não o ensino.
Conteúdos curriculares trabalhados
na atividade.
Envolve as várias etapas da
atividade, as intervenções a serem
feitas, a criação de situações mais
adequadas à realidade da turma.
Verificação do processo de
aprendizagem. Parâmetros a serem
usados no decorrer das etapas.
Atividades específicas, como
problemas e perguntas.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A importância dos jogos na aprendizagem matemática
A importância dos jogos na aprendizagem matemáticaA importância dos jogos na aprendizagem matemática
A importância dos jogos na aprendizagem matemáticaLakalondres
 
Textos reflexivos trabalho em equipe
Textos reflexivos   trabalho em equipeTextos reflexivos   trabalho em equipe
Textos reflexivos trabalho em equipeAlekson Morais
 
Sequência didática na educação infantil
Sequência didática na educação infantil Sequência didática na educação infantil
Sequência didática na educação infantil Luiza Carvalho
 
Modelo relatório pedagogico aluno especial
Modelo relatório pedagogico aluno especialModelo relatório pedagogico aluno especial
Modelo relatório pedagogico aluno especialstraraposa
 
Slides planejamento escolar
Slides planejamento escolarSlides planejamento escolar
Slides planejamento escolarAnanda Lima
 
Ficha de avaliação
Ficha de avaliaçãoFicha de avaliação
Ficha de avaliaçãoIsa ...
 
Modelo proposta pedagógica
Modelo proposta pedagógicaModelo proposta pedagógica
Modelo proposta pedagógicatatyathaydes
 
Plano de atendimento educacional especializado para aluno tgd
Plano de atendimento educacional especializado para aluno tgdPlano de atendimento educacional especializado para aluno tgd
Plano de atendimento educacional especializado para aluno tgdLucinaldo Tenório
 
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro augustafranca7
 
relatório da educação especial-estágio
relatório da educação especial-estágiorelatório da educação especial-estágio
relatório da educação especial-estágioUFMA e UEMA
 
OFICINA: O LÚDICO COMO REFORÇO NA APRENDIZAGEM
OFICINA: O LÚDICO COMO REFORÇO NA APRENDIZAGEMOFICINA: O LÚDICO COMO REFORÇO NA APRENDIZAGEM
OFICINA: O LÚDICO COMO REFORÇO NA APRENDIZAGEMMargarete Nogueira
 
Modelos de relatórios de alunos simone helen drumond
Modelos de relatórios de alunos simone helen drumondModelos de relatórios de alunos simone helen drumond
Modelos de relatórios de alunos simone helen drumondSimoneHelenDrumond
 

Mais procurados (20)

A importância dos jogos na aprendizagem matemática
A importância dos jogos na aprendizagem matemáticaA importância dos jogos na aprendizagem matemática
A importância dos jogos na aprendizagem matemática
 
Textos reflexivos trabalho em equipe
Textos reflexivos   trabalho em equipeTextos reflexivos   trabalho em equipe
Textos reflexivos trabalho em equipe
 
Sequência didática na educação infantil
Sequência didática na educação infantil Sequência didática na educação infantil
Sequência didática na educação infantil
 
Modelo relatório pedagogico aluno especial
Modelo relatório pedagogico aluno especialModelo relatório pedagogico aluno especial
Modelo relatório pedagogico aluno especial
 
Slides planejamento escolar
Slides planejamento escolarSlides planejamento escolar
Slides planejamento escolar
 
Apostila de Jogos do PNAIC
Apostila de Jogos do PNAICApostila de Jogos do PNAIC
Apostila de Jogos do PNAIC
 
Ficha de avaliação
Ficha de avaliaçãoFicha de avaliação
Ficha de avaliação
 
Alfabetização e letramento
Alfabetização e letramentoAlfabetização e letramento
Alfabetização e letramento
 
Modelo proposta pedagógica
Modelo proposta pedagógicaModelo proposta pedagógica
Modelo proposta pedagógica
 
Conselho de classe
Conselho de classeConselho de classe
Conselho de classe
 
Metodos
MetodosMetodos
Metodos
 
Planejamento pedagógico
Planejamento pedagógicoPlanejamento pedagógico
Planejamento pedagógico
 
Plano de atendimento educacional especializado para aluno tgd
Plano de atendimento educacional especializado para aluno tgdPlano de atendimento educacional especializado para aluno tgd
Plano de atendimento educacional especializado para aluno tgd
 
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
 
relatório da educação especial-estágio
relatório da educação especial-estágiorelatório da educação especial-estágio
relatório da educação especial-estágio
 
Texto Reflexivo: Plante um Futuro
Texto Reflexivo: Plante um FuturoTexto Reflexivo: Plante um Futuro
Texto Reflexivo: Plante um Futuro
 
OFICINA: O LÚDICO COMO REFORÇO NA APRENDIZAGEM
OFICINA: O LÚDICO COMO REFORÇO NA APRENDIZAGEMOFICINA: O LÚDICO COMO REFORÇO NA APRENDIZAGEM
OFICINA: O LÚDICO COMO REFORÇO NA APRENDIZAGEM
 
Modelos de relatórios de alunos simone helen drumond
Modelos de relatórios de alunos simone helen drumondModelos de relatórios de alunos simone helen drumond
Modelos de relatórios de alunos simone helen drumond
 
Observacao sala aula
Observacao sala aulaObservacao sala aula
Observacao sala aula
 
Projeto soletrando
Projeto soletrandoProjeto soletrando
Projeto soletrando
 

Semelhante a Sequencia didatica na educao infantil

Sequnciadidticanaeducaoinfantil 140619123922-phpapp01
Sequnciadidticanaeducaoinfantil 140619123922-phpapp01Sequnciadidticanaeducaoinfantil 140619123922-phpapp01
Sequnciadidticanaeducaoinfantil 140619123922-phpapp01Simone Queiroz
 
Apresentação inicial agosto
Apresentação inicial agostoApresentação inicial agosto
Apresentação inicial agostoElvira Aliceda
 
Berçário simone helen drumond
Berçário simone helen  drumondBerçário simone helen  drumond
Berçário simone helen drumondSimoneHelenDrumond
 
Estágio em séries iniciais
Estágio em séries iniciaisEstágio em séries iniciais
Estágio em séries iniciaisRosinara Azeredo
 
Planejamento escolar e sequências didáticas
Planejamento escolar e sequências didáticasPlanejamento escolar e sequências didáticas
Planejamento escolar e sequências didáticaspibid ING
 
Situação de aprendizagem
Situação de aprendizagemSituação de aprendizagem
Situação de aprendizagemeliana florindo
 
Reunião com Educadores do 1º Seg 16/03
Reunião com Educadores do 1º Seg 16/03Reunião com Educadores do 1º Seg 16/03
Reunião com Educadores do 1º Seg 16/03CENFOP - Ipatinga
 
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS NO SEMINÁRIO FINAL DO PNAIC 2014
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS NO SEMINÁRIO FINAL DO PNAIC 2014RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS NO SEMINÁRIO FINAL DO PNAIC 2014
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS NO SEMINÁRIO FINAL DO PNAIC 2014Claudio Pessoa
 
Organização do Trabalho Pedagógico - Caderno 1 - Parte 1
Organização do Trabalho Pedagógico - Caderno 1 - Parte 1Organização do Trabalho Pedagógico - Caderno 1 - Parte 1
Organização do Trabalho Pedagógico - Caderno 1 - Parte 1Bete Feliciano
 
Organização do Trabalho Pedagógico - Parte 1
Organização do Trabalho Pedagógico - Parte 1Organização do Trabalho Pedagógico - Parte 1
Organização do Trabalho Pedagógico - Parte 1Bete Feliciano
 
Pensar a intervenção pedagógica no jardim de infância... um relato
Pensar a intervenção pedagógica no jardim de infância... um relatoPensar a intervenção pedagógica no jardim de infância... um relato
Pensar a intervenção pedagógica no jardim de infância... um relatoPedro França
 
A atuação do coordenador pedagógico
A atuação do coordenador pedagógicoA atuação do coordenador pedagógico
A atuação do coordenador pedagógicoIvaneide B S
 
Pedagogia crítico social dos conteúdos
Pedagogia crítico social dos conteúdosPedagogia crítico social dos conteúdos
Pedagogia crítico social dos conteúdosDelziene Jesus
 
sequencia didatica.pptx
sequencia didatica.pptxsequencia didatica.pptx
sequencia didatica.pptxEdnaRita2
 
Modelo PPt 2022 PERAÊ.pptx
Modelo PPt 2022 PERAÊ.pptxModelo PPt 2022 PERAÊ.pptx
Modelo PPt 2022 PERAÊ.pptxMariaJose293956
 
CADERNO 01 - PNAIC MATEMÁTICA
CADERNO 01 - PNAIC MATEMÁTICACADERNO 01 - PNAIC MATEMÁTICA
CADERNO 01 - PNAIC MATEMÁTICAAline Caixeta
 

Semelhante a Sequencia didatica na educao infantil (20)

Trabalho aderbal
Trabalho aderbalTrabalho aderbal
Trabalho aderbal
 
Sequnciadidticanaeducaoinfantil 140619123922-phpapp01
Sequnciadidticanaeducaoinfantil 140619123922-phpapp01Sequnciadidticanaeducaoinfantil 140619123922-phpapp01
Sequnciadidticanaeducaoinfantil 140619123922-phpapp01
 
Apresentação inicial agosto
Apresentação inicial agostoApresentação inicial agosto
Apresentação inicial agosto
 
Berçário simone helen drumond
Berçário simone helen  drumondBerçário simone helen  drumond
Berçário simone helen drumond
 
Estágio em séries iniciais
Estágio em séries iniciaisEstágio em séries iniciais
Estágio em séries iniciais
 
Planejamento escolar e sequências didáticas
Planejamento escolar e sequências didáticasPlanejamento escolar e sequências didáticas
Planejamento escolar e sequências didáticas
 
slide_11Tipos de metodologias ativas.pptx
slide_11Tipos de metodologias ativas.pptxslide_11Tipos de metodologias ativas.pptx
slide_11Tipos de metodologias ativas.pptx
 
Situação de aprendizagem
Situação de aprendizagemSituação de aprendizagem
Situação de aprendizagem
 
Projecto curricular
Projecto curricularProjecto curricular
Projecto curricular
 
Reunião com Educadores do 1º Seg 16/03
Reunião com Educadores do 1º Seg 16/03Reunião com Educadores do 1º Seg 16/03
Reunião com Educadores do 1º Seg 16/03
 
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS NO SEMINÁRIO FINAL DO PNAIC 2014
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS NO SEMINÁRIO FINAL DO PNAIC 2014RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS NO SEMINÁRIO FINAL DO PNAIC 2014
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS NO SEMINÁRIO FINAL DO PNAIC 2014
 
Planejamento escolar e sequências didáticas
Planejamento escolar e sequências didáticasPlanejamento escolar e sequências didáticas
Planejamento escolar e sequências didáticas
 
Organização do Trabalho Pedagógico - Caderno 1 - Parte 1
Organização do Trabalho Pedagógico - Caderno 1 - Parte 1Organização do Trabalho Pedagógico - Caderno 1 - Parte 1
Organização do Trabalho Pedagógico - Caderno 1 - Parte 1
 
Organização do Trabalho Pedagógico - Parte 1
Organização do Trabalho Pedagógico - Parte 1Organização do Trabalho Pedagógico - Parte 1
Organização do Trabalho Pedagógico - Parte 1
 
Pensar a intervenção pedagógica no jardim de infância... um relato
Pensar a intervenção pedagógica no jardim de infância... um relatoPensar a intervenção pedagógica no jardim de infância... um relato
Pensar a intervenção pedagógica no jardim de infância... um relato
 
A atuação do coordenador pedagógico
A atuação do coordenador pedagógicoA atuação do coordenador pedagógico
A atuação do coordenador pedagógico
 
Pedagogia crítico social dos conteúdos
Pedagogia crítico social dos conteúdosPedagogia crítico social dos conteúdos
Pedagogia crítico social dos conteúdos
 
sequencia didatica.pptx
sequencia didatica.pptxsequencia didatica.pptx
sequencia didatica.pptx
 
Modelo PPt 2022 PERAÊ.pptx
Modelo PPt 2022 PERAÊ.pptxModelo PPt 2022 PERAÊ.pptx
Modelo PPt 2022 PERAÊ.pptx
 
CADERNO 01 - PNAIC MATEMÁTICA
CADERNO 01 - PNAIC MATEMÁTICACADERNO 01 - PNAIC MATEMÁTICA
CADERNO 01 - PNAIC MATEMÁTICA
 

Mais de João Rafael Lopes

Mais de João Rafael Lopes (20)

Marketing pessoal e profissional
Marketing pessoal e profissionalMarketing pessoal e profissional
Marketing pessoal e profissional
 
Marketing pessoal e profissional
Marketing pessoal e profissionalMarketing pessoal e profissional
Marketing pessoal e profissional
 
Conceitos de mkt
Conceitos de mktConceitos de mkt
Conceitos de mkt
 
Perspectiva
PerspectivaPerspectiva
Perspectiva
 
Solidosgeometricos
SolidosgeometricosSolidosgeometricos
Solidosgeometricos
 
123 etapas pesquisa questionario
123 etapas pesquisa questionario123 etapas pesquisa questionario
123 etapas pesquisa questionario
 
Pesquisa de marketing
Pesquisa de marketingPesquisa de marketing
Pesquisa de marketing
 
Efeito chamariz
Efeito chamarizEfeito chamariz
Efeito chamariz
 
As PMEs que mais crescem no Brasil 2017
As PMEs que mais crescem no Brasil 2017As PMEs que mais crescem no Brasil 2017
As PMEs que mais crescem no Brasil 2017
 
A Educação na Pós Modernidade
A Educação na Pós ModernidadeA Educação na Pós Modernidade
A Educação na Pós Modernidade
 
Historicismo dos círculos cromáticos
Historicismo dos círculos cromáticosHistoricismo dos círculos cromáticos
Historicismo dos círculos cromáticos
 
Exercício círculo cromático
Exercício círculo cromáticoExercício círculo cromático
Exercício círculo cromático
 
Exercício círculo cromático
Exercício círculo cromáticoExercício círculo cromático
Exercício círculo cromático
 
FERRAMENTAS E TEORIAS PARA ESTRATÉGIAS, NEGÓCIOS, INOVAÇÃO E PROCESSOS
FERRAMENTAS E TEORIAS PARA ESTRATÉGIAS, NEGÓCIOS, INOVAÇÃO E PROCESSOSFERRAMENTAS E TEORIAS PARA ESTRATÉGIAS, NEGÓCIOS, INOVAÇÃO E PROCESSOS
FERRAMENTAS E TEORIAS PARA ESTRATÉGIAS, NEGÓCIOS, INOVAÇÃO E PROCESSOS
 
Significado cores
Significado coresSignificado cores
Significado cores
 
Circulo cromatico
Circulo cromaticoCirculo cromatico
Circulo cromatico
 
Automotivação
AutomotivaçãoAutomotivação
Automotivação
 
Higiene e segurana no trabalho
Higiene e segurana no trabalhoHigiene e segurana no trabalho
Higiene e segurana no trabalho
 
Teoria das cores
Teoria das coresTeoria das cores
Teoria das cores
 
Gestao da qualidade definicoes
Gestao da qualidade definicoesGestao da qualidade definicoes
Gestao da qualidade definicoes
 

Último

ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfMarcianaClaudioClaud
 
Geometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docxGeometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docxlucivaniaholanda
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisIlda Bicacro
 
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdfPlanejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdfdanielagracia9
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfManuais Formação
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitlerhabiwo1978
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfMaiteFerreira4
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfandreaLisboa7
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptxlucioalmeida2702
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....LuizHenriquedeAlmeid6
 
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAHISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAElianeAlves383563
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalcarlaOliveira438
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaHenrique Santos
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroBrenda Fritz
 
Movimento Negro Unificado , slide completo.pptx
Movimento Negro Unificado , slide completo.pptxMovimento Negro Unificado , slide completo.pptx
Movimento Negro Unificado , slide completo.pptxmariiiaaa1290
 

Último (20)

ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
 
Geometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docxGeometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docx
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
 
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdfPlanejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
 
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAHISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
 
Movimento Negro Unificado , slide completo.pptx
Movimento Negro Unificado , slide completo.pptxMovimento Negro Unificado , slide completo.pptx
Movimento Negro Unificado , slide completo.pptx
 

Sequencia didatica na educao infantil

  • 2. SEQUÊNCIA DIDÁTICA – O QUE É?  É uma forma de planejamento utilizada quando se trabalha com a pedagogia de projetos.  É um conjunto sistematizado de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo etapa por etapa.  Essa proposta envolve atividades de aprendizagem e avaliação, organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar.
  • 3. É possível não trabalhar com projetos e criar sequências didáticas? Sim, mas o efeito desta prática pode levar à falta de conexão entre as inúmeras sequências feitas durante o ano, o que configura, em última análise, a antiga fórmula dos livros didáticos e da educação tradicional (no seu pior sentido). A sequência didática não é o contexto, ela esta inserida em um contexto mais amplo que, no caso, é o projeto didático.
  • 4. SEQUÊNCIA DIDÁTICA – PARA QUE SERVE? a) Organizar as intenções pedagógicas através de temas, objetivos, conteúdos que atendam as necessidades do projeto didático, dos professores e das crianças; b) Organizar as intenções pedagógicas de tal forma que garanta a transversalidade de seus conteúdos, temas e objetivos; c) Preparar técnica e academicamente o professor, tornando-o capaz de fomentar e propiciar a construção de conhecimentos específicos com o grupo crianças sob sua responsabilidade, posto que é fundamental que se procure, através de pesquisas, ter conhecimentos prévios que ultrapassem o senso comum, o óbvio.
  • 5. SEQUÊNCIA DIDÁTICA – VANTAGENS A elaboração de sequências didáticas permite ao professor:  aquisição de novos conhecimentos (amplia seus horizontes);  ampliação de repertório;  previsão de materiais e novas possibilidades de trabalho.
  • 6. Além de ampliar seus horizontes, garante segurança em relação as suas intenções pedagógicas. Um profissional seguro, é capaz de deixar a condução do projeto nas mãos de suas crianças, do coletivo do grupo e, sabemos, que adotar esta metodologia de trabalho é uma questão de princípios, confiança e muita coragem. É a preparação do profissional para que possa captar, através de uma escuta atenta de seus alunos, quais são suas as hipóteses (sondagem de repertório) e necessidades, e o momento certo de provocá-los.
  • 7. SEQUÊNCIA DIDÁTICA – COLETIVA? Ao trabalhar coletivamente, são colocados, à mesa, os conhecimentos e as habilidades de cada professor (formação inicial, criatividade, inciativa, escrita, dança, artes). Portanto, é a convergência das competências que garante a qualidade dos serviços educacionais oferecidos à comunidade. Seria ingênuo desconsiderar que, ao mesmo tempo, divergências surgem e, acreditem é por elas que amadurecemos profissionalmente. Trabalhar as competências do grupo, ao invés de investir, insistentemente, nas dificuldades individuais, não esquecendo que é preciso reconhecê-las para superá-las.
  • 8. A IMPORTÂNCIA DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL  Preocupação com a formação integral;  As sequências didáticas nos obrigam a pensar, antecipadamente, sobre nossas ações.  A improvisação não tem lugar. A leitura de histórias, o filme, o desenho e as brincadeiras são atividades planejadas e, portanto, possuem finalidades pedagógicas específicas.  Portanto, adotá-la como documentação obrigatória através do Projeto Pedagógico, é uma opção consciente.
  • 9. O RIGOR NO CUMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA  Em uma sequência didática, não há uma cronologia a ser seguida, o professor tem total autonomia para colocá-la em prática, considerando sempre o interesse e o momento vivido por seu grupo.  O professor, ao adquirir novos conhecimentos, provoca situações para que seu grupo de crianças descubra o que ele próprio descobriu. Há, nestes momentos, o que chamamos de “prazer em conhecer”.
  • 10. SEQUÊNCIA DIDÁTICA – COMO FAZER? Para fazermos uma sequência didática é preciso estudo e pesquisa. Portanto, para fazê-las não há alternativa senão sairmos da zona de conforto. Uma sequência didática, assim como a música, precisa de um começo um meio e um fim e, além disso, de muita inspiração. Ao organizar uma sequência didática, é preciso preparar detalhadamente cada um dos passos do trabalho:
  • 11. 1º passo : Recepção/emoção • Emoção • Sensibilidade • Interação social • Simbolização As emoções têm papel preponderante no desenvolvimento da pessoa. É por meio delas que o aluno exterioriza seus desejos e suas vontades. Em geral são manifestações que expressam um universo importante e perceptível, mas pouco estimulado pelos modelos tradicionais de ensino. (A origem do pensamento da criança. H. Wallon, 1989)
  • 12. 2º passo: trabalho com a exploração dos Sentidos • Tato • Visão • Olfato • Gustação • Audição
  • 13. 3º passo: trabalho com uma ou mais Linguagens • Pictórica – desenho • Musical – vocalização, oralidade, rota fonológica e voz • Sinestésica – movimento/psicomotricidade • Midiática – computador • Gráfica – as letras e os números
  • 14.
  • 15. 4º passo: trabalho explorando uma ou mais Formas • Aplainar • Ampliar • Reduzir • Juntar • Modificar • Quadrado • Triângulo • Círculo • Retângulo
  • 16.
  • 17. 5º passo: é quando o educador pode lincar conteúdos (Interdisciplinaridade) • Natureza e sociedade • Identidade e autonomia • Movimento • Música • Artes visuais • Literatura Infantil
  • 18. Não é demais dizer que estes passos não possuem ordem definida, ou seja, o educador pode realizar uma atividade interdisciplinar antes de realizar uma atividade com formas e assim sucessivamente. O importante é lembrar que o conteúdo a ser trabalhado naquela UNIDADE CORPORATIVA precisa passar por todas as linguagens e por todas as etapas, passo a passo, pois é esta diversidade na metodologia que vai possibilitar muito mais estímulo à criança e consequentemente deixará a ela uma organicidade imprescindível para que ela possa perceber as lógicas que o mundo e os conhecimentos desencadeiam.
  • 19. CONCEITOS ESSENCIAIS  ÓRBITA PEDAGÓGICA: sistema que apresenta os conteúdos que estão diretamente ligados uns aos outros dentro de cada temática. (Almeida, 2010)  UNIDADE CORPORATIVA: organização dos temas para compor interrelações com a vida da criança. Esta unidade tem o objetivo de unir, dar sequência, e apresentar a lógica do cotidiano. (Almeida, 2010)  SEQUÊNCIA DIDÁTICA: é uma maneira de encaixar os conteúdos a um tema e por sua vez a outro dando logicidade ao trabalho pedagógico diário. Para haver sequência didática o aluno pode ter o trabalho desenvolvido a partir da música, dos jogos, das brincadeiras, do lúdico, do material concreto, dos textos e das explorações livres.
  • 20.  TEXTO: ✓ conjunto de palavras de um autor, em livro, folheto, documento etc. (p. opos. a comentários, adiantamentos, sumários, tradução etc.); ✓ redação original de qualquer obra escrita; ✓ conjunto de palavras citadas para provar alguma ideia ou doutrina; 3 trecho ou fragmentos de obras de um autor. ✓ diz-se do material ilustrativo de uma obra (p. ex., gravura, mapa, foto, desenho etc.) que se imprime à parte, ger. em papel especial e em folha(s), não numerada(s) ou com numeração autônoma, que se intercala(m) entre os cadernos dos livros.
  • 21.  PORTADORES DE TEXTO: São objetos que, contendo diversos produtos, possuem marcas escritas. Pode ser também conhecido como o suporte de texto. Os portadores de textos podem ser: ✓ uma placa de trânsito; ✓ muitos movimentos feitos pelos guardas de trânsitos; ✓ elementos semióticos, principalmente em embalagens, em manuais, em roteiros turísticos; ✓ os gestos de despedidas, de tchau, de adeus, o gesto de jogar beijo, o gesto de dizer que tudo está positivo, o gesto de dizer com a cabeça uma negação, o movimento da cabeça como uma afirmação e o movimento que fazemos com as mãos no sentido de chamar alguém.
  • 22.  SUPORTES DE TEXTO: são suportes os objetos elaborados especialmente para a escrita, como livros, revistas, papéis administrativos, periódicos, documentos em geral.  TRABALHO COLETIVO: redigir a partir de assuntos desenvolvidos nas diferentes disciplinas, trabalhos contendo: objetivo, procedimento e conclusão. Neste caso o professor vai redigir o objetivo junto com o aluno, explicando a eles o que significa objetivo, assim como procedimento e conclusão.  HORA DA LEITURA: é o momento em que o professor fará a leitura para os alunos, utilizando diversos textos (contos e fábulas). Antes de iniciar a leitura é importante que o professor faça a apresentação da obra (autor, título, editora, ano, etc.). Poderá ser feita também a troca entre os professores. O professor de uma turma realiza a leitura para outra turma, e assim sucessivamente, ou então pode-se reunir todos os alunos e a cada dia um professor realiza a leitura.
  • 23.  CARTAZES: trabalhar com os alunos, por exemplo, Direitos e Deveres, construindo com eles e deixando sempre que eles construam. É interessante que o professor dirija o trabalho de maneira que os itens de deveres e direitos tenham o mesmo número. COMBINADOS da sala: O que eu posso e o que eu não posso fazer. COMBINADOS do recreio: estabelecer com os alunos o objetivo do recreio.  ENTREVISTA: momento em que são convidados artistas da região ou profissionais especializados (bombeiros, eletricistas, engenheiros, professores, repentistas, contadores de histórias, etc.) para irem à escola e fazer uma apresentação/palestra/conversa. O evento demanda ação das crianças junto com o(a) professor(a): elaborar o cronograma, selecionar as pessoas, fazer o convite, organizar a apresentação da pessoa, avaliar a atividade, etc.
  • 25. DICAS PARA A ALFABETIZAÇÃO  Ambiente alfabetizador: Traga músicas para a sala de aula, assistam filmes, façam teatros, pendurem o que as crianças quiserem nas paredes, cultivem plantas na sala, leiam jornais, façam paródias, desenhem, pintem, façam esculturas de papel, de argila; modelem, movimentem, conversem e vivam todas estas possibilidades. Isso é um ambiente alfabetizador.  Leituras compartilhadas: É um trabalho de estimulação. Ler o jornal para os alunos, pedir para eles “lerem” pelas imagens e tentar decifrar o que estão achando; ler história, mapas, enciclopédias, gibis, revistas semanais, bulas de remédio, receitas de comidas, instruções e assim por diante. Ler, ler de tudo, ler muito, junto com os alunos.
  • 26.  Desconstrua tudo: depois de uma boa leitura necessariamente devem surgir perguntas; se elas não surgirem, provoque-as. Faça você mesmo as perguntas que gostaria que seus alunos fizessem, mas não fizeram. Os alunos podem não fazê-las porque ainda não sabem ou ainda não pegaram o jeito da coisa, mas é só provocar que as coisas começam a acontecer. Ao desconstruir o que leu o movimento surgirá naturalmente e como movimento gera movimento, eis a maravilha da alfabetização se dando.  Use tudo em caixa alta e cursiva ao mesmo tempo: ao registrar uma pergunta feita pelo aluno, Professora, como se escreve isso?, faça sempre em caixa alta porque esta letra facilita a visualização do traço por parte da criança. Letras peladinhas, sem frufrus e em caixa alta, facilitam a compreensão. No entanto, como nós não ficaremos o resto da vida escrevendo assim, é importante já apresentar neste momento a outra forma de registro da mesma palavra, a letra em caixa baixa, ou minúscula e a cursiva.
  • 27. JOGOS E BRINCADEIRAS  Jogos: ✓ Só após os 3 anos uma criança consegue se sensibilizar para o jogo, antes disto, é impossível; ✓ Os jogos podem ser divididos em: a) jogos motores – têm como principal objetivo o desenvolvimento, o aprimoramento ou a manutenção das capacidades físicas e também das habilidades motoras. b) jogos cognitivos – são aqueles que estimulam e desenvolvem funções cognitivas como a percepção, atenção, memória, linguagem, as funções executivas (raciocínio, lógica, estratégias, tomada de decisões e resolução de problemas), dentre outros. c) jogos afetivos - são aqueles que possibilitam às crianças trocas afetivas intensas na sua realização. Requerem socialização.
  • 28.  Nos jogos as crianças aprendem: Regras; A ganhar e a perder; A esperar a sua vez; A dividir; A aguçar os sentidos; A pensar sistematicamente; A ter autonomia; A socializar-se; Etc.
  • 29.  Brincadeiras: ✓ A brincadeira se caracteriza por alguma estruturação e pela utilização de regras. ✓ A brincadeira é uma atividade que pode ser tanto coletiva quanto individual. ✓ Na brincadeira a existência das regras não limita a ação lúdica, a criança pode modificá-la, ausentar-se quando desejar, incluir novos membros, modificar as próprias regras, enfim existe maior liberdade de ação para as crianças. ✓ A brincadeira pode ou não usar o brinquedo. ✓ A brincadeira, sempre que possível, deve incluir o mundo adulto, na forma de faz-de-conta.
  • 30. OBJETIVOS CONTEÚDOS TEMPO ESTIMADO MATERIAL NECESSÁRIO DESENVOLVIMENTO AVALIAÇÃO O que se espera que os alunos aprendam com a atividade proposta, tendo como foco a aprendizagem, e não o ensino. Conteúdos curriculares trabalhados na atividade. Envolve as várias etapas da atividade, as intervenções a serem feitas, a criação de situações mais adequadas à realidade da turma. Verificação do processo de aprendizagem. Parâmetros a serem usados no decorrer das etapas. Atividades específicas, como problemas e perguntas.