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Plano de aula agosto

Plano de aula referente ao mê de agosto com o tema folclore.

1 de 23
Baixar para ler offline
Escola Municipal Ayrton Senna da Silva 
Anápolis, 04 de agosto de 2014. 
Professora: Maria Aparecida R. da Fonseca 
Rotina Semanal do dia 04/08 a 08/08 
Segunda-feira 
Acolhida: Levar os alunos para o pátio e brincar de roda com eles, cantando várias 
cantigas, como: Atirei o pau no gato, Ciranda, cirandinha, O cravo e a rosa... 
Atirei O Pau No Gato 
Atirei o páu no gato tô tô 
Mas o gato tô tô 
Não morreu reu reu 
Dona Chica cá 
Admirou-se se 
Do berro, do berro que o 
gato deu. 
Miau! 
Ciranda Cirandinha 
Ciranda , cirandinha, 
Vamos todos cirandar, 
Vamos dar a meia volta, 
Volta e meia vamos dar. 
O anel que tu me destes, 
Era vidro 
E se quebrou. 
O amor que tu me tinhas 
Era pouco e se acabou. 
Por isso Dona Rosa 
Entre dentro dessa roda 
Diga um verso bem bonito 
Diga adeus e vá embora! 
O cravo e a rosa 
O Cravo brigou com a 
rosa 
Debaixo de uma sacada 
O Cravo ficou ferido 
E a Rosa despedaçada 
O Cravo ficou doente 
A Rosa foi visitar 
O Cravo teve um 
desmaio 
A Rosa pôs-se a chorar. 
Roda de conversa: 
 Escrever a palavra FOLCLORE numa tira de papel. 
 Recortar letra por letra e espalhar pela sala, embaixo das carteiras antes dos 
alunos entrarem. 
 Pedir que circulem pela sala, procurando as letras (dizer que precisam achar 8 
letras). 
 Depois de acharem, pedir que tentem montar a palavra formada por aquelas 
letras. 
 Ir dando dicas como: começa com a letra F e termina com a letra E, que é o 
conjunto dos costumes de uma região... 
Após a brincadeira, conversar com os alunos sobre o que é folclore. Contar a 
eles que antigamente, quando não existiam ainda tantos meios de comunicação, era 
muito comum as pessoas se reunirem em roda para contar histórias, e assim eram 
passados ensinamentos de geração em geração. Deixe que as crianças falem o que 
sabem sobre o tema. 
Entende-se por folclore o conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, 
artes e costumes de um povo. Tal conjunto normalmente é passado de geração a 
geração por meio dos ensinamentos e da participação real dos festejos e dos 
costumes. a palavra folclore que quer dizer sabedoria do povo. 
LEITURA COMPARTILHADA/ LEITURA PARA DELEITE 
O que é folclore?
Folclore?! Sabe o que é? 
São fatos que os velhos contam; 
São remédios de folhagens; 
Objetos de artesanato; 
São as danças, são as músicas; 
São expressões, são linguagem; 
São figurinhas de barro; 
São trajes especiais; 
E até bois puxando um carro 
E muitas coisas mais; 
Tudo de uma região; 
Enfim, são frases, são ditos; 
Que o povo não esquece não; 
Porque são ricos, bonitos; 
E é a sua tradição. 
(Graça Batituci) 
Registro da roda de conversa: Fazer o registro da roda de conversa em folha sulfite, 
cartolina ou papel pardo. O mesmo poderá ser feito em forma de lista, com tudo o que 
foi falado na roda de conversa e que faz parte do folclore. 
Calendário: Apresentar o calendário do mês de agosto. Marcar com os alunos o dia 
atual, o dia do folclore e as outras datas comemorativas do mês: dia dos pais, dia do 
estudante, dia do soldado. Contar quantos dias já se passaram do mês. 
Hora da leitura: Batata quente 
Colocar várias adivinhas numa caixa, e brincando de batata quente, deixar que 
as crianças tentem ler e respondam. 
HORA DAS ATIVIDADES
Terça-feira 
Acolhida: Brincadeira – Alfabeto móvel 
Entregar aleatoriamente as letras do alfabeto para as crianças, retirando as 
letras K, W e Y (não há problema se as letras se repetirem). 
Fazer perguntas sobre os personagens folclóricos, com dicas sobre os 
mesmos. 
Ex: Sou negrinho, de uma perna só e uso um gorro vermelho. Sou sereia, sou 
mulher e vivo embaixo d’água. 
Para responder à pergunta, as crianças que têm as letras que formam a 
resposta devem se apresentar na frente da sala, formando o nome do personagem. 
Roda de conversa: Selecionar junto com os alunos, 8 adivinhas para construir uma 
Seleção de Adivinhas. 
Registro da Roda de Conversa/Produção e revisão textual 
Propor a cópia significativa de uma adivinha, observando as mesmas regras e 
ilustrando. O trabalho terá continuidade nos dias seguintes. 
Calendário: Marcar o dia atual, o dia da semana, explorar a escrita do mês. Listar no 
quadro palavras que tenham o S intercalado como na escrita de AGOSTO. Descobrir 
outro mês do ano cujo nome inicia com a letra A. 
Leitura compartilhada: 
Explicar aos alunos que hoje eles ouvirão uma lenda, que é um tipo de texto 
criado pela cultura popular para narrar histórias fantásticas, geralmente sobre a 
criação das coisas. 
Como nasceram as estrelas 
Algumas índias foram colher milho 
para fazer pão, e o filho de uma delas as 
seguiu. O indiozinho roubou um monte 
de milho e, com seus amigos, pediu para 
a avó fazer um bolo para eles. Depois de 
comerem e se deliciarem, os meninos 
resolveram fugir, pois sabiam que suas 
mães dariam pela falta do milho. 
Correram para o mato e pediram que o 
colibri amarrasse lá no céu cipós bem 
compridos. 
Assim feito, os indiozinhos 
começaram a subir nos cipós. 
Enquanto isso, na tribo, as mães 
perceberam que as crianças não 
estavam lá. Uma delas olhou para o céu 
e viu os meninos subindo nos cipós. 
Todas correram 
e imploraram para que eles voltassem, 
mas os meninos não obedeceram. Então, 
para pegá-los, elas decidiram subir nos 
cipós também. 
Mas os indiozinhos os cortaram e 
as mães caíram. Ao chocarem-se contra 
o chão elas se transformaram em animais 
selvagens. 
Como castigo por sua 
desobediência e maldade, os meninos 
tiveram que ficar lá em cima nos cipós 
olhando todas as noites para baixo, 
observando a terra e o destino de suas 
mães. Seus olhos brilhantes, sempre 
abertos, são as estrelas. 
(Reconto popular) 
Revista Guia prático para professores 
Folclore n°6 - Editora Lua 
Após a leitura explore o texto oralmente, perguntando: 
 O que entenderam do texto? 
 Conseguem recontar a história?
 Retome palavras como “colibri, animais selvagens, cipós, chocaram-se, 
implorando” e deixe que as crianças deduzam, pelo contexto, o significado das 
mesmas. Depois que derem suas opiniões, deixe que pesquisem no dicionário 
e observem se estavam certos ou não. 
Leitura Literária No dia de hoje apresentaremos o livro à turma analisaremos a capa, 
conversaremos sobre o autor e ilustrador. A leitura será realizada nos próximos dias. 
Hora da Atividade
Quarta-feira 
Acolhida: Brincadeira – Forca com a palavra adivinha 
Leitura compartilhada: Comentar com as crianças que o texto que elas ouvirão é um 
mito do nosso folclore, que fala sobre um personagem fantástico. 
Após a leitura, perguntar se conhecem outros personagens fantásticos como o 
da história que ouviram e comentar as características dos mesmos. Os alunos podem 
ir à frente da sala e falar o que sabem sobre esses personagens. 
A Bruxa 
A Bruxa para as crianças é a figura da mulher velha, alta e magra, corcunda, 
queixo fino, nariz pontudo, olhos pequenos e misteriosos, cheia de sinais nos 
cabelos, e manchas na pele. 
O principal trabalho das Bruxas é carregar meninos que teimam em não 
dormir cedo, ou em alguns casos, sugar seu sangue sem que ninguém a veja, já 
que é capaz de se tornar invisível. No Norte do país, ela é conhecida como 
Feiticeira. 
Para evitar que a Bruxa entre numa casa, deve-se riscar nas portas alguns 
símbolos, como o sinal de Salomão, que é uma estrela de seis pontas, feita com 
dois triângulos; a estrela de cinco pontas, que é o sagrado pentágono; ou as palhas 
secas do Domingo de Ramos postas em forma de cruz, ou novelos de fios da fibra 
de Caroá, planta usada para fazer barbantes, linhas de pesca e tecidos. 
A Bruxa então é obrigada a parar, e só entrará naquela casa, após contar fio 
por fio, daquele feixe de fibras de Caroá ou Gravatá. 
www.sitededicas.uol.com.br 
Calendário: Marcar o dia atual e o dia da semana. Contar quantos meses do ano já se 
passaram e informar que o mês de agosto é o mês oito 8. 
Roda de conversa: Levar para a sala algumas amostras de plantas medicinais que 
são usadas em remédios caseiros. Deixar que as crianças socializem, perguntando: 
 Qual é o nome da planta? 
 Que remédio é feito com ela? 
 Para que é usada? 
Atividades: Ir para o pátio com as crianças e observar as plantas: tamanhos, cores, 
formas. 
Mostrar aos alunos as partes de uma planta (raiz, caule, folhas, flores e frutos) 
e discutir as funções de cada uma delas, fazendo analogias ao corpo humano. 
Comentar ainda sobre o ciclo de vida das plantas: nascem, crescem, 
reproduzem-se e morrem. 
Hora das atividades 
Material Dourado 
Distribuir o material dourado para os alunos, divididos em duplas ou trios. 
Retomar os valores das peças (unidades, dezenas). Combinar que, a cada 10 
unidades (10 cubinhos) devem trocar por 1 dezena (1 barrinha) Formular situações-problema 
(Não se esqueça de usar as peças do material Para fazer um copo de chá 
de boldo preciso de duas folhas grandes. Para fazer 2 copos, de quantas folhas 
preciso? E para fazer 4 copos?
 Os alunos do 2º ano gostaram muito do pé-de-moleque servido no lanche. 
Numa forma cabem 13 pedaços. Quantos pedaços cabem em duas formas? 
Pedir que oralizem o resultado e escreva-o no quadro (algarismo e por 
extenso). 
 Para que a atividade fique mais rica e haja situações de troca entre a turma, 
pedir para que os grupos demonstrem a maneira pela qual encontraram os 
resultados. 
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Plano de aula agosto

  • 1. Escola Municipal Ayrton Senna da Silva Anápolis, 04 de agosto de 2014. Professora: Maria Aparecida R. da Fonseca Rotina Semanal do dia 04/08 a 08/08 Segunda-feira Acolhida: Levar os alunos para o pátio e brincar de roda com eles, cantando várias cantigas, como: Atirei o pau no gato, Ciranda, cirandinha, O cravo e a rosa... Atirei O Pau No Gato Atirei o páu no gato tô tô Mas o gato tô tô Não morreu reu reu Dona Chica cá Admirou-se se Do berro, do berro que o gato deu. Miau! Ciranda Cirandinha Ciranda , cirandinha, Vamos todos cirandar, Vamos dar a meia volta, Volta e meia vamos dar. O anel que tu me destes, Era vidro E se quebrou. O amor que tu me tinhas Era pouco e se acabou. Por isso Dona Rosa Entre dentro dessa roda Diga um verso bem bonito Diga adeus e vá embora! O cravo e a rosa O Cravo brigou com a rosa Debaixo de uma sacada O Cravo ficou ferido E a Rosa despedaçada O Cravo ficou doente A Rosa foi visitar O Cravo teve um desmaio A Rosa pôs-se a chorar. Roda de conversa:  Escrever a palavra FOLCLORE numa tira de papel.  Recortar letra por letra e espalhar pela sala, embaixo das carteiras antes dos alunos entrarem.  Pedir que circulem pela sala, procurando as letras (dizer que precisam achar 8 letras).  Depois de acharem, pedir que tentem montar a palavra formada por aquelas letras.  Ir dando dicas como: começa com a letra F e termina com a letra E, que é o conjunto dos costumes de uma região... Após a brincadeira, conversar com os alunos sobre o que é folclore. Contar a eles que antigamente, quando não existiam ainda tantos meios de comunicação, era muito comum as pessoas se reunirem em roda para contar histórias, e assim eram passados ensinamentos de geração em geração. Deixe que as crianças falem o que sabem sobre o tema. Entende-se por folclore o conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e costumes de um povo. Tal conjunto normalmente é passado de geração a geração por meio dos ensinamentos e da participação real dos festejos e dos costumes. a palavra folclore que quer dizer sabedoria do povo. LEITURA COMPARTILHADA/ LEITURA PARA DELEITE O que é folclore?
  • 2. Folclore?! Sabe o que é? São fatos que os velhos contam; São remédios de folhagens; Objetos de artesanato; São as danças, são as músicas; São expressões, são linguagem; São figurinhas de barro; São trajes especiais; E até bois puxando um carro E muitas coisas mais; Tudo de uma região; Enfim, são frases, são ditos; Que o povo não esquece não; Porque são ricos, bonitos; E é a sua tradição. (Graça Batituci) Registro da roda de conversa: Fazer o registro da roda de conversa em folha sulfite, cartolina ou papel pardo. O mesmo poderá ser feito em forma de lista, com tudo o que foi falado na roda de conversa e que faz parte do folclore. Calendário: Apresentar o calendário do mês de agosto. Marcar com os alunos o dia atual, o dia do folclore e as outras datas comemorativas do mês: dia dos pais, dia do estudante, dia do soldado. Contar quantos dias já se passaram do mês. Hora da leitura: Batata quente Colocar várias adivinhas numa caixa, e brincando de batata quente, deixar que as crianças tentem ler e respondam. HORA DAS ATIVIDADES
  • 3. Terça-feira Acolhida: Brincadeira – Alfabeto móvel Entregar aleatoriamente as letras do alfabeto para as crianças, retirando as letras K, W e Y (não há problema se as letras se repetirem). Fazer perguntas sobre os personagens folclóricos, com dicas sobre os mesmos. Ex: Sou negrinho, de uma perna só e uso um gorro vermelho. Sou sereia, sou mulher e vivo embaixo d’água. Para responder à pergunta, as crianças que têm as letras que formam a resposta devem se apresentar na frente da sala, formando o nome do personagem. Roda de conversa: Selecionar junto com os alunos, 8 adivinhas para construir uma Seleção de Adivinhas. Registro da Roda de Conversa/Produção e revisão textual Propor a cópia significativa de uma adivinha, observando as mesmas regras e ilustrando. O trabalho terá continuidade nos dias seguintes. Calendário: Marcar o dia atual, o dia da semana, explorar a escrita do mês. Listar no quadro palavras que tenham o S intercalado como na escrita de AGOSTO. Descobrir outro mês do ano cujo nome inicia com a letra A. Leitura compartilhada: Explicar aos alunos que hoje eles ouvirão uma lenda, que é um tipo de texto criado pela cultura popular para narrar histórias fantásticas, geralmente sobre a criação das coisas. Como nasceram as estrelas Algumas índias foram colher milho para fazer pão, e o filho de uma delas as seguiu. O indiozinho roubou um monte de milho e, com seus amigos, pediu para a avó fazer um bolo para eles. Depois de comerem e se deliciarem, os meninos resolveram fugir, pois sabiam que suas mães dariam pela falta do milho. Correram para o mato e pediram que o colibri amarrasse lá no céu cipós bem compridos. Assim feito, os indiozinhos começaram a subir nos cipós. Enquanto isso, na tribo, as mães perceberam que as crianças não estavam lá. Uma delas olhou para o céu e viu os meninos subindo nos cipós. Todas correram e imploraram para que eles voltassem, mas os meninos não obedeceram. Então, para pegá-los, elas decidiram subir nos cipós também. Mas os indiozinhos os cortaram e as mães caíram. Ao chocarem-se contra o chão elas se transformaram em animais selvagens. Como castigo por sua desobediência e maldade, os meninos tiveram que ficar lá em cima nos cipós olhando todas as noites para baixo, observando a terra e o destino de suas mães. Seus olhos brilhantes, sempre abertos, são as estrelas. (Reconto popular) Revista Guia prático para professores Folclore n°6 - Editora Lua Após a leitura explore o texto oralmente, perguntando:  O que entenderam do texto?  Conseguem recontar a história?
  • 4.  Retome palavras como “colibri, animais selvagens, cipós, chocaram-se, implorando” e deixe que as crianças deduzam, pelo contexto, o significado das mesmas. Depois que derem suas opiniões, deixe que pesquisem no dicionário e observem se estavam certos ou não. Leitura Literária No dia de hoje apresentaremos o livro à turma analisaremos a capa, conversaremos sobre o autor e ilustrador. A leitura será realizada nos próximos dias. Hora da Atividade
  • 5. Quarta-feira Acolhida: Brincadeira – Forca com a palavra adivinha Leitura compartilhada: Comentar com as crianças que o texto que elas ouvirão é um mito do nosso folclore, que fala sobre um personagem fantástico. Após a leitura, perguntar se conhecem outros personagens fantásticos como o da história que ouviram e comentar as características dos mesmos. Os alunos podem ir à frente da sala e falar o que sabem sobre esses personagens. A Bruxa A Bruxa para as crianças é a figura da mulher velha, alta e magra, corcunda, queixo fino, nariz pontudo, olhos pequenos e misteriosos, cheia de sinais nos cabelos, e manchas na pele. O principal trabalho das Bruxas é carregar meninos que teimam em não dormir cedo, ou em alguns casos, sugar seu sangue sem que ninguém a veja, já que é capaz de se tornar invisível. No Norte do país, ela é conhecida como Feiticeira. Para evitar que a Bruxa entre numa casa, deve-se riscar nas portas alguns símbolos, como o sinal de Salomão, que é uma estrela de seis pontas, feita com dois triângulos; a estrela de cinco pontas, que é o sagrado pentágono; ou as palhas secas do Domingo de Ramos postas em forma de cruz, ou novelos de fios da fibra de Caroá, planta usada para fazer barbantes, linhas de pesca e tecidos. A Bruxa então é obrigada a parar, e só entrará naquela casa, após contar fio por fio, daquele feixe de fibras de Caroá ou Gravatá. www.sitededicas.uol.com.br Calendário: Marcar o dia atual e o dia da semana. Contar quantos meses do ano já se passaram e informar que o mês de agosto é o mês oito 8. Roda de conversa: Levar para a sala algumas amostras de plantas medicinais que são usadas em remédios caseiros. Deixar que as crianças socializem, perguntando:  Qual é o nome da planta?  Que remédio é feito com ela?  Para que é usada? Atividades: Ir para o pátio com as crianças e observar as plantas: tamanhos, cores, formas. Mostrar aos alunos as partes de uma planta (raiz, caule, folhas, flores e frutos) e discutir as funções de cada uma delas, fazendo analogias ao corpo humano. Comentar ainda sobre o ciclo de vida das plantas: nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. Hora das atividades Material Dourado Distribuir o material dourado para os alunos, divididos em duplas ou trios. Retomar os valores das peças (unidades, dezenas). Combinar que, a cada 10 unidades (10 cubinhos) devem trocar por 1 dezena (1 barrinha) Formular situações-problema (Não se esqueça de usar as peças do material Para fazer um copo de chá de boldo preciso de duas folhas grandes. Para fazer 2 copos, de quantas folhas preciso? E para fazer 4 copos?
  • 6.  Os alunos do 2º ano gostaram muito do pé-de-moleque servido no lanche. Numa forma cabem 13 pedaços. Quantos pedaços cabem em duas formas? Pedir que oralizem o resultado e escreva-o no quadro (algarismo e por extenso).  Para que a atividade fique mais rica e haja situações de troca entre a turma, pedir para que os grupos demonstrem a maneira pela qual encontraram os resultados. Leitura Literária Leremos mais uma parte do livro Hora das Atividades
  • 7. Quinta-feira Acolhida: Brincadeiras folclóricas. Levar as crianças para o pátio e brincar com elas de amarelinha, pula corda, pique pega, cobra cega (por pelo menos 30 minutos). Roda de conversa: Fazer uma comparação entre as brincadeiras de hoje e as de antigamente. Atividade/Registro da Roda de Conversa: Lista de brincadeiras Brincadeiras de hoje Brincadeiras de antigamente Calendário: Marcar dia atual e dia da semana. Contar quantos dias faltam para terminar o mês. Contar quantos sábados e domingos têm no mês. Registrar no quadro a escrita dos números. . Leitura compartilhada: Bola de gude Bola de gude gargalhadas no parque é brincadeira de roda é cantiga no ar João e Maria histórias a contar sorriso de criança eu fico a lembrar As noites de estrela medo de escuro assim eu procuro a criança no seu olhar Vejo na moça vejo no velho uma alegria de sempre ser criança Isabela Cintra Costa www.institutoniciamacieira.com.br Nessa atividade refletir com os alunos sobre os sons do G (ga, ge, gi, go, gu, gue, gui). Antes de distribuir para as crianças a atividade, pedir que pesquisem nos livros didáticos palavras em que apareçam a letra G. Listar juntos as palavras encontradas e comparar com o som do J (mas deixar que eles descubram que o G junto com as vogais E - I tem o mesmo som do J). Hora da leitura Projeto Ler por Prazer: Construir um varal de trava-línguas, explicar às crianças o tipo de texto e sua finalidade e deixar que leiam à vontade, brincando entre si. Os trava-línguas, além de aperfeiçoadores da pronúncia, servem para divertir e provocar disputa entre amigos. São embaraçosos, provocam risos e caçoadas. O emissor na prática dos primeiros exercícios parece estar com a língua enrolada. Atividade Lúdica alfabeto móvel e jogos da caixa amarela
  • 8. Sexta-feira Acolhida e leitura compartilhada: Dramatização com mímica Propor aos alunos uma dramatização baseada na historinha do “Tango-lo mango”. Assim os alunos terão de inventar corporalmente o que poderia ser esse gesto tão divertido. Dividir os alunos em grupos de 10 e eu serei a narradora. Tango-lo mango Era uma vez uma velha que Tinha 10 filhos Todos dentro de um fole Deu tango-lo mango num deles Desses 10 ficaram 9 Esses 9 que ficaram Foram logo fazer biscoito Deu tango-lo mango num deles Dos 9 ficaram 8 Os 8 que ficaram Foram brincar com canivete Deu tango-lo mango num deles E dos 8 ficaram 7 Dos 7 que ficaram Foram fazer bolo inglês Deu tango-lo mango num deles E de 7 ficaram 6 Os 6 que ficaram Foram à porta mexer no trinco Deu tango-lo mango num deles E de 6 ficaram 5 Os 5 que ficaram Com o rei fizeram um trato Deu tango-lo mango num deles E de 5 ficaram 4 Os 4 que ficaram Foram aprender português Deu tango-lo mango num E de 4 ficaram 3 Os 3 que ficaram Foram ao pasto buscar seus bois Deu tango-lo mango num deles E de 3 ficaram 2 Os dois que ficaram Foram no mato caçar anum Deu tango-lo mango num deles E de 2 ficou 1 E esse 1 que ficou Foi brincar com o lampião Deu tango-lo mango no tal E acabou a geração (Domínio popular) Revista Guia prático para professores Folclore n°6 - Editora Lua Roda de conversa: Conversar com as crianças sobre o que acharam da brincadeira.  Vocês gostaram da brincadeira?  Que atividades perigosas os personagens fizeram que crianças não devem fazer?  O que foi acontecendo com os filhos da velha?  Como terminou?  Explore as palavras desconhecidas.  Os números que aparecem na história estão em ordem crescente ou decrescente? Peça para que contem de 0 a 10 na ordem crescente e decrescente. Calendário: Marcar o dia atual e o dia da semana. Explorar situações como: daqui uma dezena de dias, que dia será? Dobrar a data de hoje, que dia será? Triplicar a data de hoje, que dia será? Aproveitar o calendário para explorar dobro e triplo. Recreação dirigida: Explorando situações de adição e subtração.  Dividir a turma em grupos de 5 e coloque-os em filas.
  • 9.  Levar para o pátio brinquedos bem pequenos (pode até ser miniaturas que compramos em várias quantidades).  Colocá-los a certa distância dos alunos.  Propor situações do tipo: vá até os brinquedos e traga o resultado de 3+4.....  Eles deverão correr até os brinquedos e trazer as quantidades indicadas. Depois retornar para conferir os resultados.  Conferir sempre pedindo ajuda da turma.  Brincar até quando for significativo para os alunos. Bibliografia  Projeto Pitanguá - Matemática – 2° ano. Editora Moderna.  Projeto Prosa – Matemática – 2° ano. Editora Saraiva.  Coleção Aprende Brasil – livro da coordenação. Vol 1. Editora Positivo.  Revista Guia prático para professores – Folclore – nº. 06 – Editora Lua.  Alfabetização e letramento – 1 – PDE – Escola Ativa. MEC – 2008.  A Maneira Lúdica de Ensinar – Graça Batituci – 2ª série do Ensino Fundamental – Vol. 6.  www.sitededicas.uol.com.br  www.institutoniciamacieira.com.br
  • 10. Escola Municipal Ayrton Senna da Silva Anápolis, 11 de agosto de 2014 Diretor: Valmi Cândido Professora Maria Aparecida Rodrigues da Fonseca Turma 1º A Essa semana trabalharemos com o tema lendas e parlendas que fazem parte do nosso folclore OBS: para essa semana buscarei trabalhar com atividades diferenciadas englobando os níveis de escrita e indo de encontro às hipótese de escrita. Segunda 11/08 Acolhida: Parlenda Cadê o Toucinho formaremos grupos de dois em dois e brincaremos com a parlenda, por fim criaremos uma mímica para apresentarmos a mesma, buscando estimulá-los convidarei um dos funcionários da escola para adivinharem a mímica executada. Leitura compartilhada: Ler a parlenda que será apresentada em papel sufit, em seguida Trabalharemos com texto fatiado essa técnica irá contribuir com a aprendizagem dos alunos não alfabéticos. Roda de conversa
  • 11. Conversar com o grupo e levantar alguns questionamentos, sobre o que os alunos perceberam de diferente com base na primeira parlenda, comparando vários estilos de gêneros literários (as histórias, a lista, a leitura de comunicados / bilhetes e etc), favorecendo a percepção da diferença da parlenda frente aos outros textos.Ressaltar junto aos alunos que a parlenda tem um ritmo no modo de falar e envolve as falas da cultura popular. Registro da Roda de Conversa Parlendas As parlendas são versinhos com temática infantil que são recitados em brincadeiras de crianças. Muitas parlendas são antigas e, algumas delas, foram criadas, há décadas. Elas fazem parte do folclore brasileiro, pois representam uma importante tradição cultural do nosso povo. Calendário: VAMOS NOS SITUAR NO TEMPO... J A N E I R O F E V E R EI R O M A R Ç O A B R I L M A I O J U N H O J U L H O A G O S T O S E T E M B R O O U T U B R O N O V E M B R O PINTE NA LINHA DO TEMPO COM AS CORES INDICADAS:  AZUL, O MÊS EM QUE ESTAMOS. D E Z E M B R O Trinta dias tem novembro, Abril, junho e setembro. Vinte e oito só tem um E os outros, trinta e um. Domínio popular
  • 12.  VERDE O MÊS EM QUE ESTIVERAM DE FÉRIAS.  AMARELO O PRIMEIRO MÊS DO ANO.  VERMELHO O ÚLTIMO MÊS DO ANO.  LARANJA O MÊS DO SEU ANIVERSÁRIO QUANTOS MESES TÊM O ANO?____________ EM QUE ANO ESTAMOS?________________ Hora das atividades Atividade1 (alunos com valor sonoro e silábicos alfabéticos) (Alunos pré-silábicos e sem valor vão formar as palavras com o alfabeto móvel) Projeto de leitura Ler por Prazer: Cadê o Docinho (Caixa de livro do Pacto)
  • 13. O que o aluno poderá fazer em meio a esta atividade - Ler e interpretar a parlenda utilizando as ilustrações do livro. - Brincar com a parlenda "Cadê o toucinho que estava aqui?". - Criar desenho e frases a partir da parlenda. Estratégias e recursos para essa atividade -Bandeja com forminhas e um pano de prato. - Livro: Cadê o docinho que estava aqui? Autora: Maria Angela Resende Ilustradora: Elisabeth Teixeira Editora: Formato - Folha A3 - Caderno ou folha de papel Contarei à turma que trouxe uma bandeja cheia de docinhos, para serem saboreados e no momento de servir todos irão ver apenas as forminhas vazias. Neste momento questionarei aos alunos: Cadê o docinho que estava aqui? Será a hora de ouvir as ideias dos alunos sobre o que poderia ter acontecido. Quando o grupo estiver curioso para desvendar o sumiço, o pegarei o livro, que estará embaixo da bandeja, e
  • 14. lerei para a turma explorando bem as ilustrações que servirão para auxiliar na compreensão da história. Ao final da leitura, perguntar se alguém conseguiu descobrir quem pegou o docinho. Desta vez, será interessante anotar o que os alunos disseram ou pedir que, em dupla, anotem no caderno ou folha de papel e apresentem ao restante da turma. Conversar com os alunos sobre a transformação da frase original "Cadê o toucinho que estava aqui?" para "Cadê o docinho que estava aqui?". Essa é uma característica do folclore quando o povo modifica o que ouve e passa de geração em geração. Resgatar com a turma a brincadeira que certamente seus pais e avós já brincaram. Apresentarei ao grupo toda a parlenda utilizando da história narrada pela autora, Maria Angela Resende, descrita nas últimas páginas do livro e convidar a turma para brincar como ela brincava. Toca-se em cada dedo da criança, dizendo o nome popular de cada um: dedo mindinho, seu vizinho, pai de todos, fura-bolo e mata-piolho. Em seguida, pega-se a mão da criança e, com a ponta do indicador pinicando-lhe a palma, pergunta-lhe; - Cadê o toucinho que estava aqui? Resposta: - Gato comeu. E o diálogo prossegue: - Cadê o gato? - Foi pro mato. - Cadê o mato? - Fogo que imou. - Cadê o fogo? - Água apagou. - Cadê a água? - Boi bebeu. - Cadê o boi? - Foi carrear trigo. - Cadê o trigo? - Galinha espalhou - Cadê a galinha? - Foi botar ovo. - Cadê o ovo? - Frade bebeu. - Cadê o Frade? - Foi rezar uma missa
  • 15. - Cadê a missa? Nesse instante, a pessoa, usando os dedos médio e indicador, fará os dois supostos pezinhos que subirão pelo braço da criança, até provocar cócegas nas axilas: - "Foi por aqui, aqui, aqui...ACHOU!" Aproveitando essa ideia poderei apresentar a proposta de um desenho em folha A3 a partir da questão: Pra onde foi o gato? Foi por aqui.... Foi por ali..... Levar os alunos a imaginar diferentes lugares por onde o gato poderia ter passado, desenhando o caminho percorrido até chegar ao lugar imaginado. Produzir frases completando a ideia: O gato foi parar... O gato poderia percorrer lugares conhecidos ou criados pelos alunos. Montar uma exposição com o material produzido pelos alunos.
  • 16. Terça Feira 13/08 Acolhida: Parlenda Hoje é domingo (Cantaremos e brincaremos ao som dessa parlenda) Calendário: Parlenda dias da Semana, destacaremos os dias da semana buscando enfatizar a escrita dos nomes de cada dia com ênfase nas dificuldades apresentadas em cada um (SEGUNDA, TERÇA, QUARTA , QUINTA, SEXTA E DOMINGO) Pedir às crianças pré-silábicas e sem valor para montarem essas palavras com o alfabeto móvel. Leitura Compartilhada: Preparar em quatro comandas trechos da parlenda “Hoje é Domingo” Chamar à frente todos os alunos alfabéticos e passar entre eles uma caixinha com comanda em branco e as do texto a ser trabalhado, os alunos que saírem com essas irão ler a parlenda para a turma. Roda de Conversa: Questionar aos alunos sobre:  O que acharam da atividade;  Como se sentiram ao ler o texto para a turma;  Que tipo de texto é esse;  Quais suas características;  Esse texto fala sobre o que; Registro da Roda de Conversa Lista com os nomes dos personagens da parlenda. Atividades Lúdicas (Caixa amarela Pacto) Alunos Não alfabéticos O que o aluno poderá aprender com esta atividade  Compreender que para aprender a escrever é preciso refletir sobre os sons e não apenas sobre o significado das palavras;  Desenvolver a consciência fonológica, por meio da exploração dos sons iniciais das palavras (aliteração) ou finais (rimas);  Comparar as palavras quanto às semelhanças e diferenças sonoras;  Perceber que palavras diferentes possuem partes sonoras iguais;  Identificar a sílaba como unidade fonológica;  Segmentar palavras em sílabas;  Comparar palavras quanto ao tamanho, por meio da contagem do número de sílabas;
  • 17.  Desenvolver competências e habilidades para expor ideias próprias, bem como perceber a importância da socialização do conhecimento. (Esses objetivos serão alcançados ao longo da semana ao trabalharmos com os jogos em questão) BINGO DOS SONS INICIAIS ( caixa pacto) que possibilita ao aluno observar que a palavra é composta de sons equivalentes a sílabas e que estes sons podem se repetir em palavras diferentes. Para isso, organizar a sala de aula, criar um ambiente propício para o jogo. Motivar os alunos, perguntado quem gosta de jogar. Explorar as regras e aproveitar para trabalhar com texto instrucional. Chamar a atenção dos alunos para a estrutura deste gênero textual. Agora é hora de jogar! Meta do jogo: Vence o jogo quem primeiro completar a sua cartela, marcando todas as figuras. Jogadores: Individual Componentes:  1 Cartela com seis figuras e as palavras escritas correspondentes às mesmas para cada aluno. Veja alguns exemplos: OBS: Confeccionei cartelas baseadas na parlenda CACHIMBO JARRO OURO TOURO MUNDO GENTE BURACO DOMINGO PÉ
  • 18. Essa atividade será aplicada aos alunos não alfabéticos, sendo assim, primeiramente pedirei que montem os nomes de cada desenho com o alfabeto móvel, para que em seguida concluam a atividade.
  • 20. QUARTA FEIRA ACOLHIDA: TRINCA MÁGICA ( Jogos da caixa amarela Pacto) Meta do jogo: Ganha quem formar uma trinca de cartas contendo figuras de palavras que rimam. Jogadores: Duplas Componentes:  24 cartas com figuras (8 trincas de cartas contendo figuras de palavras que rimam). Regras:  Cada jogador recebe 3 cartas e o restante delas fica num “monte”, no centro da mesa, com a face voltada para baixo.  Decide-se quem irá começar a partida por meio de lançamentos de dados ou “zerinho ou um”. ESPECIFICAR, O QUE É ISSO?  O primeiro jogador inicia pegando uma carta do monte. Ele deverá observar se a figura vai rimar com alguma das cartas que está nas mãos. Se ele decidir ficar com a carta que pegou deverá descartar outra. O mecanismo do jogo é igual ao da caxeta.  O próximo jogador decide se pega a carta do monte ou a carta deixada pelo jogador anterior. Independente de qual carta pegar, o jogador deverá descartar uma, ficando sempre com três cartas nas mãos.  O jogo prossegue até que um dos jogadores faça uma trinca com 3 cartas de figuras cujos nomes rimam. Calendário: Parlenda dias da semana. Trabalhar o antecessor e sucessor de cada dia, quantos dias tem a semana, quantos tem aula e quantos não tem, quais representam os números ímpares e os pares. Leitura Compartilhada: Entregarei a cada um dos alunos alfabéticos fichas com parlendas, as quais serão lidas para o restante da turma. Roda da Conversa Questionar os alunos sobre:  Os textos lidos fazem parte de qual gênero textual?  Por que não poderia ser uma receita?  Por que não poderia ser uma lista?  Por que não poderia ser uma poesia?
  • 21.  Por que não poderia ser um conto?  Por que não poderia ser um bilhete?  Por que não poderia ser um aviso?  Por que não poderia ser um cardápio? (propiciar aos alunos que reflitam sobre os gêneros textuais vistos anteriormente).  De quais parlendas vocês gostaram mais? Registro da roda de conversa Lista dos títulos da parlendas lidas com a turma. HORA DA LEITURA/Leitura deleite: A Mentira da Barata (Livro da coleção enviada pelo pacto) Hora das atividades
  • 22. QUINTA FEIRA 15/08 Acolhida: Musica do balão mágico: Olha o lobisomem Calendário: Marcar o dia de hoje ressaltando se ele é par ou ímpar. Leitura Compartilhada: Lenda do Lobisomem Roda de Conversa questionar os alunos sobre:  O que é uma lenda?  Se já conheciam essa lenda?  Se acreditam em Lobisomem?  Qual a diferenças entre parlendas e lendas?  O que essas duas tipologias tem em comum?  Relembrar o que é folclore. Registro da Roda de Conversa. Acróstico com a palavra L O B I S O M E M Leitura Literária/ Produção de fichas literárias Livro 13 Lendas Brasileiras de Bag, Mario.( Com esse livro além de trabalhamos as questões relacionadas á leitura e interpretação, vamos trabalhar as lendas e o gênero textual poema, já que as lendas são apresentadas dessa forma.) Hora das Atividades
  • 23. Sexta feira 15/08 Acolhida: brincando de Saci. Todos os alunos ficarão em roda, logo um receberá um gorro vermelho, então terá que pular de uma perna só, cantando a música do saci adaptação do corre cutia. Após ser pego escolherá um aluno para substituí-lo. Calendário: Marcar o dia de hoje contar quantos dias faltam para acabar o mês, destacando apenas os pares. Leitura compartilhada : Livro 13 Lendas Brasileiras de Bag, Mario.( Com esse livro além de trabalhamos as questões relacionadas á leitura e interpretação, vamos trabalhar as lendas e o gênero textual poema, já que as lendas são apresentadas dessa forma.) Roda de Conversa:  Vocês já conheciam essas lendas?  Conhecem outros personagens de lendas folclóricas? Registro da Roda de Conversa: Uma frase sobre o Saci Produção de texto: Criaremos uma paródia envolvendo todas as lendas vistas